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PROVA DE CARGA ESTÁTICA x PROVA DE CARGA DINÂMICA
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Décourt (2006-2008) demonstra, de forma inquestionável, que os
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VALOR MEDIDO (1)
Qsc (MN) CALCULADO
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VARIAÇÃO
VALOR
CENTRAL
(2)
T-1 ≤ 0,7 0,85 0,85 ≤ 0,82
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DETERMINAÇÃO DA CARGA RESIDUAL
É sabido que a aplicação de sucessivos carregamentos a uma
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RESUMO E CONCLUSÕES
Foi feita uma análise crítica de como as provas de carga são
rotineiramente realizadas e interpretadas...
Conhecidos os dados de uma prova de carga convencional (não
instrumentada), o método aqui apresentado, permite obter:
• A ...
AGRADECIMENTOS
Aos colegas, professores Bengt H. Fellenius, Harry G. Poulos e Faiçal
Massad, pelo fornecimento de alguns d...
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Decourt provas de carga podem

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Decourt provas de carga podem

  1. 1. Pruebas de carga en pilotes: pueden decir mucho más de lo que han dicho Prof. Eng°. Luciano Décourt
  2. 2. Na engenharia geotécnica, assim como em qualquer área do conhecimento humano, qualquer que seja o assunto, há muito mais controvérsias do que consenso. Especificamente na engenharia de fundações não há consenso sobre praticamente nada. Entretanto, há consenso absoluto de que a melhor e mais confiável maneira de se avaliar a capacidade de carga de qualquer fundação é através de provas de carga. Não obstante, são inúmeras as indefinições existentes nessas provas de carga. As informações que, via de regra, se obtém desses ensaios são pífias. Muito mais poder se ia e dever se ia obter. Torna-se, pois, oportuno que se faça uma ampla análise crítica do problema. É esse o objetivo maior dessa palestra.
  3. 3. CAPACIDADE DE CARGA; PREVISÕES x VERIFICAÇÕES. Ruptura Física De Beer (1988) ∆ sp/∆Q = oo. Décourt (1996) Rigidez, Rig. = zero CONCEITO DE RUPTURA Ruptura Convencional Quc (Sp = 0,1 d)
  4. 4. FUNDAÇÕES QUE ROMPEM E S O P T ll P R E C AS T C O N C R E T E P IL E 0 5 1 0 1 5 2 0 2 5 3 0 0 2 0 4 0 6 0 8 0 1 0 0 1 2 0 1 4 0 L O AD , Q (M N x100) o r (tf) STIFFNESSR(MN/mmx100) or(tf/mm) Q u C = 1 0 5 .0 3 Q u u = 1 2 4 .6 5 R = 26.669 - 0.214Q
  5. 5. FUNDAÇÕES QUE NÃO ROMPEM
  6. 6. PROVAS DE CARGA As provas de carga devem, evidentemente, ser conduzidas em observância às Normas Brasileiras, no caso específico a NBR 12.131, recentemente revisada. Proceder-se como determina a Norma, é pois uma obrigação. Porém, há de se reconhecer que uma prova de carga assim conduzida e interpretada da forma usual, irá conduzir a um nível de informações medíocre. Muito mais poder-se-ia e dever-se-ia obter a partir desses ensaios, que por suas características específicas são caros e demorados.
  7. 7. NÚMERO DE ESTÁGIOS VELOCIDADE DE CARREGAMENTO De acordo com a Norma, estágios da ordem de 20% da carga admissível prevista. De acordo com a Norma, existe a opção de se utilizar carregamentos lentos e/ou rápidos. E ainda, a de se misturar as duas condições em um mesmo ensaio.
  8. 8. PROVA DE CARGA EM BLOCO QUADRADO DE FUNDAÇÃO (1,0 X 1,0M) 0 50 100 150 200 250 0 500 1000 1500 2000 2500 RECALQUE-s(mm) CARGA - Q (kN) log Q = 2,3075 + 0,4212 log "s" R2 = 0,9974 Quc = 1.412,21 (kN) quc = 1.412,21 (kPa) Carregamentos lentos Carregamentos rápidos
  9. 9. CARGA MÁXIMA As provas de carga devem ser conduzidas até a carga máxima possível e não apenas até um valor previamente estipulado, função de uma carga admissível, previamente admitida pelo projetista. A única restrição quanto ao valor da carga deveria ser aquele que poderia provocar um dano estrutural a fundação, no caso de a prova de carga ser realizada em uma estaca da obra.
  10. 10. TRATAMENTO ESTATÍSTICO DOS DADOS. IMPRECISÕES E ERROS. Todo e qualquer ensaio está sujeito a erros e as provas de carga, obviamente, não são exceção. Esses erros podem ser tanto humanos, como provocados por causas diversas, tais como: ventos, temperatura, falta de rigidez do sistema e etc. Assim, a medida que se dá um tratamento estatístico aos dados, obtêm-se uma relação matemática que conduz a resultados mais confiáveis do que os próprios valores medidos diretamente. É claro que para a obtenção de bons resultados, faz-se mister que se disponha de modelos adequados. Por exemplo: a curva carga (Q)- recalque (s) de uma sapata e/ou base de estaca escavada é muito bem representada por correlação linear entre “log Q” e “log s”.
  11. 11. PROVA DE CARGA INSTRUMENTADA x PROVA DE CARGA CONVENCIONAL. A maioria dos pesquisadores admite que a instrumentação conduz sempre a resultados corretos, enquanto que qualquer outro método que pretenda obter informações sobre essa transferência de carga, sem a utilização de instrumentação, estaria “sub-judice”. Entretanto, a realidade é que todo e qualquer método, inclusive aqueles que fazem uso de instrumentação, “strain-gauges” e/ou “tell-talles”, devem também ser considerados como estando “sub- judice”. Não existe isso de um processo com base em instrumentação dar sistematicamente resultados inquestionáveis, enquanto todos os outros indicarem resultados questionáveis. Todos devem ser considerados como não mais que estimativas de grandezas, que, na realidade, jamais serão efetivamente conhecidas.
  12. 12. PROVA DE CARGA ESTÁTICA x PROVA DE CARGA DINÂMICA Essas denominações causam uma certa confusão. A rigor, o nome prova de carga deve ser reservado apenas aos ensaios processados da forma convencional, isto é, através de carregamentos “estáticos”. O outro ensaio deve ser designado por ensaio de carregamento dinâmico. Esse ensaio (dinâmico) pode oferecer avaliações satisfatórias de capacidade de cargas no caso de estacas de deslocamento. No caso de estacas escavadas, entretanto, conduz a resultados falsos, não devendo por isso ser utilizado. Conclui-se pois, que no caso de estacas de não deslocamento, os valores obtidos são aleatórios e contra segurança, pois indicam resposta muito mais rígida do que a real.
  13. 13. Décourt (2006-2008) demonstra, de forma inquestionável, que os resultados de provas de carga em estacas de atrito apresentam, no gráfico de rigidez, relação linear entre carga e rigidez. 0 200 400 600 800 1000 1200 0 200 400 600 800 1000 Q (kN) RIG(kN/mm) pontos considerados na regressão pontos não considerados na regressão Q = 845,51 - 0,85RIG R2 = 0,996 (Qs)u = 845,51kN 0 10 20 30 40 50 60 70 0 200 400 600 800 1000 Q (kN) s(mm) (Qs)10 = 779,27kN (Qs)c = 833,70kN (Qs)10/ (Qs)c = 0,93kN Q = 845,51 - 0,85RIG R 2 = 0,996 (Qs)u = 845,51kN ESTACAS SEM PONTA
  14. 14. O gráfico de rigidez será utilizado para a interpretação dos resultados das provas de carga em estacas. Para estacas escavadas, se o carregamento for conduzido até grandes deformações, dois domínios serão facilmente identificados: o domínio da ponta e o domínio do atrito lateral. No trecho onde a transferência por ponta é preponderante, a relação entre Q e RIG é uma curva, tornando-se linear em um gráfico log x log. Já no trecho onde o atrito lateral é dominante, essa relação é, nitidamente, linear. METODOLOGIA PROPOSTA – ESTACAS USUAIS
  15. 15. ESTACA T-1 0 20 40 60 80 100 120 0.000 0.200 0.400 0.600 0.800 1.000 1.200 1.400 s(mm) Q (MN) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 Rigidez(MN/mm) Q (MN) 0 20 40 60 80 100 120 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 s(mm) Qs (MN) Outros pontos s (mm) Q (MN) 10 0,777 60 0,847 100 0,853 9 7 8 6 5 4 3 2 1 L = 6,0 m d = 600,0 mm seL = 0,42 mm/MN QSL = 0,854 MN QUC = 1,10 MN Qsc = 0,847 MN Qsu = 0,862 MN log Q = -0,194 – 0,138log RIG R2 = 0,9968 QUC = 1,110 MN 0 20 40 60 80 100 120 0.000 0.200 0.400 0.600 0.800 1.000 1.200 1.400 s(mm) Q (MN) Q(MN) = 0,862 – 1,095 RIG R2 = 0,9976 0,85MN 2 0,8470,855 2 SUQSLQ   
  16. 16. 0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 RIG(kN/mm) Q (kN) FELLENIUS - PORTO T-1 2º Carregamento 3º Carregamento 4º Carregamento 5º Carregamento Q (kN) = 862,39 – 1,095 RIG R2 = 0,9976 Q = 1.054,29 - 1,88RIG Log Q = 3,22 – 0,138 log RIG R2 = 0,9968 Qmax (anterior) = 900kN Q max (anterior) =60kN Q max (anterior) = 600kN Q max (anterior) = 300kN ATRITO TRANSIÇÃO PONTA
  17. 17. 0 20 40 60 80 100 120 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 s(mm) Qsu (MN) 0 20 40 60 80 100 120 0.000 0.200 0.400 0.600 0.800 1.000 1.200 1.400 s(mm) Q (MN) Outros pontos s (mm) Q (MN) 10 0,724 60 0,810 100 0,818 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 0.000 0.500 1.000 1.500 s(mm) Q (MN) ESTACA E-9 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.5 1 1.5 Rigidez(MN/mm) Q (MN) 10 11 9 8 7 6 5 4 3 2 1 L = 6,0 m d = 600,0 mm seL = 0,42 mm/MN QSL = 0,691 MN QUC = 1,008 MN log Q = -0,786 – 0,445 log RIG R2 = 0,9998 QUC = 1,008 MN Q(MN)= 0,830 – 1,473 RIG R2 = 0,9831 Qsc = 0,810 MN Qsu = 0,830 MN 0,75MN 2 0,810,69 2 SUQSLQ    0,69 ≤ Qs ≤ 0,81 Qs= 0,75 MN ± 0,060 Qs= 0,75 MN ± 8,0%
  18. 18. FELLENIUS - PORTO E9 0 100 200 300 400 500 600 700 0 200 400 600 800 1.000 1.200 1.400 1.600 Q (kN) RIG(kN/mm) 2º Carregamento 3º Carregamento 4º Carregamento 5º Carregamento Q = 830,92 - 1,48RIG R2 = 1 Qmax(anterior) = 900kNQmax(anterior) = 300kN Qmax(anterior) = 600kNQmax(anterior) = 60kN RIG = 562,52 (kN/mm) logQ = 3,55 - 0,44logRIG R2 = 0,999 ATRITO 300 750 ATRITO PONTA TRANSIÇÃO Q (kN) R2 = 0,9931
  19. 19. 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 Rigidez(MN/mm) Q (MN) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 Rigidez(MN/mm) Q (MN) ESTACA T-1 CÁLCULO DE Quc Pontos 1 e 2 Quc = 1,091 (MN) R2 = 1,0 Pontos 1 a 3 Quc = 1,110 (MN) R2 = 0,9807 123 4 5 6 7 8 9 2 13 4 5 6 7 8 9
  20. 20. 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 Rigidez(MN/mm) Q (MN) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4Rigidez(MN/mm) Q (MN) ESTACA T-1 CÁLCULO DE Quc Pontos 1 a 4 Quc = 1,110 (MN) R2 = 0,9968 Pontos 1 a 5 Quc = 1,111 (MN) R2 = 0,9746 123 4 5 6 7 8 9 12 3 4 5 6 7 8 9
  21. 21. 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 Rigidez(MN/mm) Q (MN) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 Rigidez(MN/mm) Q (MN) ESTACA T-1 CÁLCULO DE Quc Pontos 1 a 6 Quc = 1,117 (MN) R2 = 0,9376 Pontos 1 a 7 Quc = 1,132 (MN) R2 = 0,9020 112 3 3 2 44 5 9 8 9 8 7 7 6 6 5
  22. 22. ESTACA T-1 CÁLCULO DE Qs (UPPER BOUND) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 Rigidez(MN/mm) Q (MN) Pontos 4 a 6 (Q su)u = 1,054 (MN) R2 = 0,998 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 Rigidez(MN/mm) Q (MN) Pontos 5 a 6 (Q su)u = 1,029 (MN) R2 = 1,0 2 21 1 3 3 4 4 5 6 5 7 7 6 8 9 8 9
  23. 23. ESTACA T-1 CÁLCULO DE Qs (UPPER BOUND) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 Rigidez(MN/mm) Q (MN) Pontos 5 a 7 (Q su)u = 0,963 (MN) R2 = 0,988 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 Rigidez(MN/mm) Q (MN) Pontos 5 a 8 (Q su)u = 0,922 (MN) R2 = 0,986 2 2 1 13 34 4 5 5 9 8 7 6 6 7 8 9
  24. 24. ESTACA T-1 CÁLCULO DE Qs (UPPER BOUND) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 Rigidez(MN/mm) Q (MN) Pontos 6 a 8 (Q su)u = 0,862(MN) R2 = 0,998 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 Rigidez(MN/mm) Q (MN) Pontos 6 a 9 (Q su)u = 0,764 (MN) R2 = 0,964 2 2 1 1 3 3 4 4 5 5 6 7 8 9 6 7 8 9
  25. 25. ESTACA E-9 CÁLCULO DE Quc 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.5 1 1.5 Rigidez(MN/mm) Q (MN) Pontos 1 e 2 Quc = 1,012(MN) R2 = 1,0 Pontos 1 a 3 Quc = 1,007 (MN) R2 = 0,9997 12345 6 7 8 9 10 12345 6 7 8 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.5 1 1.5 Rigidez(MN/mm) Q (MN) 11 10 11 9
  26. 26. ESTACA E-9 CÁLCULO DE Quc 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.5 1 1.5 Rigidez(MN/mm) Q (MN) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.5 1 1.5Rigidez(MN/mm) Q (MN) Pontos 1 a 4 Quc = 1,008 (MN) R2 = 0,9998 Pontos 1 a 5 Quc = 1,012 (MN) R2 = 0,998110 11 9 8 7 7 6 6 5 5 8 9 10 11 4 4 33 22 11
  27. 27. ESTACA E-9 CÁLCULO DE Quc 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.5 1 1.5 Rigidez(MN/mm) Q (MN) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.5 1 1.5 Rigidez(MN/mm) Q (MN) Pontos 1 a 6 Quc = 1,036 (MN) R2 = 0,9460 Pontos 1 a 7 Quc = 1,040 (MN) R2 = 0,9600 1 1 2 234 5 5 4 3 6 6 7 7 8 8 9 9 10 10 11 11
  28. 28. ESTACA E-9 CÁLCULO DE Qs (UPPER BOUND) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.5 1 1.5 Rigidez(MN/mm) Q (MN) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.5 1 1.5RigidezMN/mm) Q (MN) Pontos 6 a 8 Quc = 0,857 (MN) R2 = 0,9797 Pontos 6 a 9 Quc = 0,830 (MN) R2 = 0,9831 1 2 2 1 1 3 3 4 4 5 56 6 7 7 8 8 99 10 10 11 11
  29. 29. ESTACA E-9 CÁLCULO DE Qs (UPPER BOUND) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.5 1 1.5 Rigidez(MN/mm) Q (MN) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.5 1 1.5 Rigidez(MN/mm) Q (MN) Pontos 6 a 10 Quc = 0,776 (MN) R2 = 0,9592 Pontos 6 a 11 Quc = 0,739 (MN) R2 = 0,9477 12345 6 7 8 9 10 11 12345 6 7 8 9 10 11
  30. 30. ESTACA E-9 CÁLCULO DE Qs (UPPER BOUND) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.5 1 1.5 Rigidez(MN/mm) Q (MN) 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.5 1 1.5 Rigidez(MN/mm) Q (MN) Pontos 7 a 9 Quc = 0,815 (MN) R2 = 0,9600 Pontos 7 a 10 Quc = 0,727 (MN) R2 = 0,9494 12345 6 7 7 8 8 9 9 10 11 11 10 1235 4 6
  31. 31. METÁLICA - SOUZA 0 10 20 30 40 50 60 0.000 0.020 0.040 0.060 0.080 0.100 0.120 0.140 s(mm) Q (MN) 0 0.02 0.04 0.06 0.08 0.1 0.12 0.14 0.16 0.18 0.2 0 0.02 0.04 0.06 0.08 0.1 0.12 0.14 0.16 Rigidez(MN/mm) Q (MN) 0 20 40 60 80 100 120 0 0.02 0.04 0.06 0.08 0.1 s(mm) Qs (MN) Pontos 1 a 7 Q(MN) = 0,138 – 2,83 RIG R2 = 0,9787 QUC = 0,104 MN QUU = 0,138 MN Pontos 10 a 13 Q(MN) = 0,089 – 0,419 RIG R2 = 0,9986 QSC = 0,085 MN QSU = 0,089 Outros pontos s (mm) Q (MN) 8,89 0,085 10 0,085 100 0,088 1 234567 8 9 11 14 12 13 10 15 16 L = 6,98 m d = 88,9 mm seL = 2,68 mm/MN QSL = 0,0605 MN QUC = 0,1056 MN 0,073MN 2 0,0850,061 2 SUQSLQ    0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 0.000 0.020 0.040 0.060 0.080 0.100 0.120 0.140 s(mm) Q (MN) 0,69 ≤ Qs ≤ 0,85 Qs = 0,073 ± 0,12 MN Qs = 0,073 ± 16,4% MN
  32. 32. AV. PAULISTA - BARRETE 0 20 40 60 80 100 120 140 0.000 5.000 10.000 15.000 20.000 s(mm) Q (MN) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 0 5 10 15 Rigidez(MN/mm) Q (MN) 0 20 40 60 80 100 120 140 160 0 2 4 6 8 10 s(mm) Qs (MN) 0 2 4 6 8 10 12 14 0.000 2.000 4.000 6.000 8.000 10.000 s(mm) Q (MN) Outros pontos s (mm) Q (MN) 10 7,493 11,84 7,644 100 8,464 112,8 8,478 5 4 3 2 1 6 7 8 9 L = 16,60 m deq= 1,128 mm (0,40 x 2,50 m) seL = 0,33 mm/MN QSL = 6,07 MN QUC = 13,510 MN Qsc = 8,478 MN Qsu = 8,588 MN Pontos 1 a 3 log Q = -0,856 – 0,297 log RIG R2 = 0,9934 QUC = 13,50 MN Pontos 3 a 7 Q(MN) = 8,588 – 1,461 RIG R2 = 0,9977 7,28MN 2 8,486,07 2 SUQSLQ    6,070 ≤ Qs ≤ 7,64 Qs= 6,86 ± 0,787 MN Qs= 6,86 ± 11,5% MN
  33. 33. ESTACA Qsc (MN) VALOR MEDIDO (1) Qsc (MN) CALCULADO ½INTERVALOS DE VARIAÇÃO VALOR CENTRAL (2) T-1 ≤ 0,7 0,85 0,85 ≤ 0,82 E-9 ≤ 0,73 0,69 ≤ Qs ≤ 0,81 0,75 0,97 Barrete Av. Paulista 7,414 ( s = 11,84 mm ) 8,22 (valor extrapolado para s = 112,8mm) 6,07 ≤ Qs ≤ 8,48 7,28 1,13 Barrete ABEF / EPUSP 1,61 1,501 ≤ Qs ≤ 1,73 1,61 1,0 Metálica – Souza 0,078 0,061 ≤ Qs ≤ 0,086 0,073 1,07 Dubai – Poulos ≈ 30,0 ---- ≈ 30,0 1,0 Tabela I VALORES MEDIDOS E CALCULADOS DE Qsc
  34. 34. DETERMINAÇÃO DA CARGA RESIDUAL É sabido que a aplicação de sucessivos carregamentos a uma dada estaca provoca o surgimento de cargas residuais na mesma. Essas cargas residuais, Qr, afetam a aparente repartição da carga entre o atrito lateral, Qs e a ponta, Qp.
  35. 35. 0,00 50,00 100,00 150,00 0 200 400 600 800 1.000 1.200 1.400 1.600 s(mm) Q (kN) FELLENIUS- PORTO E9 4º Carregamento 5º Carregamento Q =1.080,26kN s =37,71mm DQr =180,26kN log Q (MN)= -0,202 + 0,156 log “s” R2 = 0,9940 Para “s” = 37,71mm Q = 1,106 MN ∆Qr = 1,106 -0,90 = 0,206 MN Carregamento DQr (MN) 2º - 1º 0,010 3º - 2º 0,047 4º - 3º 0,044 5º - 4º 0,206 Qr (MN) 0,307 Cálculo da carga residual, carregamentos 4º. e 5º. TABELA II CÁLCULO DA CARGA RESIDUAL, Qr
  36. 36. 0,00 20,00 40,00 60,00 80,00 100,00 0 200 400 600 800 1.000 1.200 1.400 s(mm) Q (kN) FELLENIUS- PORTO PT1 4º Carregamento 5º Carregamento Q' =logQ' =2,91 + Q =971,04kN s =9,79mm DQr =71,04kN Para “s” = 9,79mm Q = 0,971 MN ∆Qr = 0,971 -0,900 = 0,071 MN Cálculo da carga residual, carregamentos 4º. e 5º. TABELA III CÁLCULO DA CARGA RESIDUAL, Qr Carregamento DQr (MN) 2º - 1º - 0,023 ou zero 3º - 2º 0,053 4º - 3º 0,050 5º - 4º 0,071 Qr (MN) 0,151 ou 0,174
  37. 37. RESUMO E CONCLUSÕES Foi feita uma análise crítica de como as provas de carga são rotineiramente realizadas e interpretadas. Deu-se ênfase ao fato de algumas fundações poderem “romper” enquanto que outras jamais se aproximarão da situação de ruptura física, fazendo com que todo e qualquer raciocínio tenha que ser feito com base apenas em deformações. Ficou também evidenciada a enorme importância de se utilizar o gráfico de rigidez para a interpretação dos dados das provas de carga.
  38. 38. Conhecidos os dados de uma prova de carga convencional (não instrumentada), o método aqui apresentado, permite obter: • A curva completa carga-recalque, até a carga de ruptura convencional, Quc. • A separação aproximada da carga total, entre carga de ponta, Op e de atrito lateral, Qs. • A ordem de grandeza das cargas residuais (quando há carregamentos sucessivos). A obtenção das parcelas de carga transferidas ao solo por ponta e atrito é tarefa sempre muito difícil, mesmo quando se dispõe de provas de carga instrumentadas. Propõe-se então que sejam determinados os limites, superior (“upper bound”) e inferior (“lower bound”) dessas parcelas.
  39. 39. AGRADECIMENTOS Aos colegas, professores Bengt H. Fellenius, Harry G. Poulos e Faiçal Massad, pelo fornecimento de alguns dos dados que foram utilizados nessas análises. Ainda ao Prof. Faiçal Massad pelas proveitosas discussões sobre esse tema, mantidas ao longo desses últimos meses. Ao meu filho, Roberto Frota Décourt, doutor em administração de empresas, pelo desenvolvimento do programa de cálculo que permitiu a análise rápida e precisa dos resultados das provas de carga que serviram de base ao desenvolvimento do método proposto. “Last but not least” um agradecimento também à minha secretária, Elaine Favero, por sua paciência, perseverança e dedicação, que viabilizaram a síntese das pesquisas, aqui apresentada.

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