Guia Turístico 2D/3D de Vila Nova de Milfontes

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Guia Turístico 2D/3D de Vila Nova de Milfontes

  1. 1. CET/SIG Projecto Guia Turístico 2D/3D de Vila Nova de Milfontes 1Elaborado por: Joschka Schneider
  2. 2. CET/SIG Índice Resumo 3 Introdução 4 Metodologia 5 Processamento dos dados existentes 11 Vectorização 15 Pós-Procedimentos 18 Fluxograma 21 Melhorias do projecto 27 Hardware&Software Utilizados 28 Conclusão 29 2Elaborado por: Joschka Schneider
  3. 3. CET/SIG ResumoEste trabalho consiste num Guia Turístico de Vila Nova de Milfontes, e é elaborado comrecurso aos Sistemas de Informação Geográfica (SIG), utilizando software Esri. Trata-sede um guia que tem como finalidade mostrar um produto final em 2D, assim como em 3D.Pretende-se criar uma pesquisa mais eficiente dos diversos estabelecimentos do localreferido e, simultaneamente, possibilitar uma pesquisa de informação mais vasta.Palavras chave: SIG, Guia Turístico, 2D/3D, Vila Nova de Milfontes. 3Elaborado por: Joschka Schneider
  4. 4. CET/SIG Introdução O problema a enfrentar é o mau funcionamento da disponibilização de informaçãoturística da região de Vila Nova de Milfontes, uma vila turística situada no Baixo Alentejo,no concelho de Odemira, que chega a ser ocupada por mais de 50000 turistas, na épocado Verão. Há alguma informação turística, como um Mapa Turístico, que disponibiliza algumainformação acerca de restaurantes, bares, discotecas, pensões, hotéis e parques decampismo, e existe, também, alguma informação online. No entanto, esta informaçãoencontra-se dispersa por inúmeras páginas da Internet, e poucos estabelecimentosoferecem uma informação precisa, nomeadamente, como chegar ao estabelecimento,ementas, preçários e outras informações relevantes para o turista. Como consequênciadesta falta de informação, na época do Verão os estabelecimentos mais divulgados ficamsobrelotados, deixando os menos divulgados vazios. O mesmo acontece nas praias.Estas estão vazias por não serem correctamente divulgadas, há falta de informação sobrea qualidade das águas, correntes, qualidade das praias, entre outras falhas. A prospectiva para este problema passa pela disponibilização de informação maisprecisa e ampla, com uma melhor orientação. O que se pretende, realmente, é a criaçãode um guia turístico 2D/3D, que visa a divulgação geral da vila, descentralizando omercado, ao mesmo tempo que resolve todos os problemas revelados anteriormente. 4Elaborado por: Joschka Schneider
  5. 5. CET/SIG MetodologiaPassos a dar: • Aquisição da informação cartográfica e não cartográfica • Análise da informação adquirida • Criação da base de dados geográfica • Processamento dos dados • Elaboração dos mapas finais • Aquisição dos dadosPara adquirir a informação, foi necessária, em primeiro lugar, uma vasta pesquisa sobretodo o tipo de informação turística do local. Para adquirir a informação não cartográfica,foi feita uma lista dos estabelecimentos, através da interpretação de fotografias tiradas nolocal e a partir de um mapa turístico já existente em formato de papel. Esta lista inclui onome, contacto, tipo de estabelecimento e identificação do local geográfico.Para a informação cartográfica, fez-se o download da Carta Administrativa Oficial dePortugal (CAOP), pontos Geodésicos, Cartograma 25k, a partir da página web do IGP,cartas militares adquiridas junto do IGEOE, World User Imagery a partir da página web daESRI. Já existia cartografia sobre os pontos de Cota, mas incompleta, edificada, masdesactualizada, e em tipo linhas, e não polígono. 5Elaborado por: Joschka Schneider
  6. 6. CET/SIGFaltava, ainda, ser vectorizada uma parte dos pontos de cota, do edificado e, por fim, dasestradas e pontos de interesse turístico. • Fluxograma:Neste fluxograma, podem observar-se os passos para adquirir a informação cartográficanecessária. • Análise dos dados 6Elaborado por: Joschka Schneider
  7. 7. CET/SIGNa análise dos dados, identificam-se as coordenadas de cada ficheiro cartográfico, se ainformação está actualizada e georeferenciada, qual a utilização da informação, quais osprocedimentos a efectuar. Identificamos, também, quais as coordenadas geográficas maisapropriadas para realizar o projecto. • Dados a analisar: • Mapas Militares • CAOP • World User Imagery • Edificado já existente • Pontos de Cota já existentes • Pontos geodésicos Coordenadas Tipo de Procedimentos aMapas Preciso para Data geográficas Informação realizar Projecção das Extrair o coordenadas,CAOP Limite Shapefile, ETRS89 2008 extrair o Limite Administrativo polígono Administrativo da da Fregusia FreguesiaWorld User Raster Projecção WGS84 Vectorização 2004Imagery Interactivo temporária Georeferenciar,Mapas Sem Vectorização Shapefile,pontos 2000 extrair pontos demilitares Georeferenciação Cota Unir os pontos dePontos de Não Datum73 IPCC Criar TIN Shapefile,pontos cota dos mapasCota disponível militares, criar Tin Representar as Não Transformar paraEdificado Datum73 IPCC casas nos Shapefile,linhas disponível tipo polígono Mapas Finais • Como analisar a informação? 7Elaborado por: Joschka Schneider
  8. 8. CET/SIGPara analisarmos as informações cartográficas, abrimos o arcmap e introduzimos osdados, vemos as propriedades de cada layer e identificamos as informações necessárias,como por exemplo, as coordenadas geográficas e o tipo da geometria. Exemplo de como analisar a informação cartográfica. • Criação da Base de Dados Geográfica 8Elaborado por: Joschka Schneider
  9. 9. CET/SIGAntes de se realizar algum procedimento, há que criar uma BDG, para armazenar toda ainformação necessária para este projecto. Para tal, temos de abrir o Arccatalog edefinimos o local no disco onde se quer criar a BDG. Criamos, então, umaFileGeoDataBase, DataSet, para os pontos e o edificado, FeatureClasses para asestradas, Pontos de Cota e Pontos de Interesse Turístico a vectorizar, e os camposnecessários para cada FeatureClass. Por último, importamos a informação cartográfica jáexistente. Criar Base de Dados Geográfica(BDG) Criar DataSet Criar FeatureClass Para criar a BDG, carrega-se no botão direito do rato e selecciona- se new, filegeodatabase Para criar um dataset, carrega-se no botão direito do rato sobre a BDG e selecciona-se new, Dataset Para criar um dataset carrega-se no botão direito do rato sobre a BDG e selecciona-se new, DatasetCampos a criar nas FeatureClasses 9Elaborado por: Joschka Schneider
  10. 10. CET/SIGOs campos são criados no processo de criação da FeatureClasses.FeatureClass Campos a criarEstradas • Nome • Tipo de EstradaPontos de Cota • ElevaçãoPontos de Interesse • NomeTurístico • Tipo • Contacto • Horário • Consumo mínimoPara os Pontos de Interesse Turístico, foi, ainda, preciso criar subtipos para o tipo, umdomínio para o horário e outro para o consumo mínimo. Isto significa que, dependendo dotipo, existe a possibilidade de escolher o horário pretendido e qual o consumo mínimo doestabelecimento. Por exemplo, o subtipo Praia não necessita de um domínio para ohorário, nem para o consumo minimo, pois não existem, mas, por exemplo, uma discotecatem um horário e um consumo mínimo, logo faz sentido que este subtipo tenha osdomínios associados. 10Elaborado por: Joschka Schneider
  11. 11. CET/SIG Processamento dos dados existentesApós a criação da BDG, começa-se com o processamento dos dados. Em primeiro lugar,faz-se a projecção da CAOP e é extraído o Polígono que representa a freguesia. Introduz-se esta carta no ArcMap e projecta-se do sistema de coordenadas ”ETRS_1989_TM06-Portugal” para o “Datum 73 Hayford Gauss IPCC”, através da ferramenta “Project” doArctoolBox. De seguida, procede-se a um “Select By Attributes” à freguesia de VilaNova de Milfontes e, posteriormente, a um “Export” para a base de dados geográficacriada. Através do limite administrativo da freguesia e do cartograma, conseguimosdeterminar que são necessárias as folhas 535 e 544 das cartas militares para se podervectorizar os pontos de cota em falta. Depois de identificadas as folhas necessárias, temde fazer-se a georeferenciação. Após este processo, esta informação está pronta para serutilizada na vectorização. Em relação ao Edificado que se encontra em tipo linha, épreciso fazer-se uma transformação para polígono. Para tal ser possível, é criada umaTopologia no arccatalog, a fim de se corrigir eventuais erros. Em seguida, faz-se atransformação com Feature to Poligon do ArctoolBox. Criada a FeatureClass, criamos,também, alguns campos, como, Nome, Tipo e Elevação. Esta FeatureClass está, agora,preparada para ser actualizada, através de vectorização sobre o World User Imagery. 11Elaborado por: Joschka Schneider
  12. 12. CET/SIGPassos a dar: • Projectar CAOP e extrair o Limite Administrativo da Freguesia Para a projecção das coordenadas, precisamos de abrir a ferramentata Project da ArcToolBox. Indicamos, então, a CAOP, as coordenadas pretendidas e o destino. Em segundo lugar, exportamos o polígono seleccionado para a BDG. (botão direito do rato sobre a layer e carregar em data, export data) Primeiro, seleccionamos o layer, a seguir escrevemos a query, "Freguesia" = VILA NOVA DE MILFONTES 12Elaborado por: Joschka Schneider
  13. 13. CET/SIG • Georeferenciação dos Mapas MilitaresPara georeferenciar as cartas Militares, são necessários o limite administrativo da freguesia, ocartograma e os pontos geodésicos. Primeiro, georeferenciamos pelos quatro cantos do mapa,utilizando, como georeferenciação, os quadrados do cartograma que correspondem a freguesia, eajustamos, através dos pontos geodésicos. Quando a margem de erro for inferior a 3 metros,podemos fazer o update da gereferenciação. Ferramenta de georeferenciação Tabela que representa a margem de erro. Podemos adicionar e remover pontos para conseguirmos uma margem de erro menor Georeferenciação 13Elaborado por: Joschka Schneider
  14. 14. CET/SIG • Transformar Edificado-linhas em Edificado-Polígono Em primeiro lugar, há que criar a topologia. Ao fazê-lo, têm de se criar,também, as regras da topologia, ou seja, não haver sobreposição das linhas, nemintersecção das linhas. Depois de se ter criado a topologia em arccatalog, introduzimos atopologia e o edificado linhas dentro do armap, e editamos os dados de forma a corrigir oserros. Depois de eliminados todos os erros, abre-se o arctoolbox e procura-se aferramenta Feature to Poligon, indicamos o destino da nova FeatureClass, e temos oedificado-polígono criado De seguida, criam-se, nos campos de atributos, três novoscampos (nome, tipo, elevação) e actualizamos a informação através de vectorização. 14Elaborado por: Joschka Schneider
  15. 15. CET/SIG VectorizaçãoDados a vectorizar: • Estradas • Pontos de Interesse Turístico • Pontos de Cota • Edificado • EstradasPara vectorizar as estradas, foram necessários o Limite Administrativo da Freguesia, oWorld User Imagery e o Google Earth para identificar o nome da estrada ou rua. Introduz-se o Limite Administrativo da Freguesia e o World User Imagery, e faz se uma projecçãotemporária deste layer, pois não é possivel fazer uma transformação destas coordenadaspara outro formato. Como foi introduzido o layer da freguesia primeiro, há estapossibilidade. Com a ferramenta Editor faz-se, então, a vectorização das estradas,identificando-as no World User Imagery, e dá-se o nome e o tipo de estrada, através dainterpretação da informação no Google Earth. 15Elaborado por: Joschka Schneider
  16. 16. CET/SIG • Pontos de CotaPara vectorizar esta informação, foram necessários o Limite Administrativo da Freguesia eos mapas militares georeferenciados. Abre-se o editor e começa-se a vectorizar ospontos, indicando no campo elevação, a elevação do ponto a georeferenciar. Feito estepasso, a informação está pronta para a criação do TIN, o mapa digital do terreno. • EdificadoNo edificado, apenas precisamos de actualizar a informação com o World User Imagery,eliminar edifícios já inexistentes e vectorizar edifícios em falta. • Pontos de interesse TurísticoEste é uma das FeatureClasses que mais trabalho dá a processar, pois temos deidentificar cada ponto e associar ao nome, tipo, contacto, horário e consumo mínimo. Para 16Elaborado por: Joschka Schneider
  17. 17. CET/SIGtal, foram feitas diversas pesquisas na Internet e foi, também, necessário o Mapa Turísticoem formato papel. Através destas informações e do World User Imagery, foi, então,possível fazer a vectorização e atribuir a informação aos campos. 17Elaborado por: Joschka Schneider
  18. 18. CET/SIG Pós-ProcedimentosCriação do TINPara criar o Tin, são precisos os pontos de cota. Uma vez que, agora, temos duasFeatureClasses de pontos, fazemos o merge deste dois. De seguida, criamos o Tin,através do 3D Analyst. Identificamos o campo de elevação e criamos. Temos, então, abase para o nosso modelo 3D preparada.Exportação dos mapas do World User ImageryPara exportamos imagens do World User Imagery, precisamos de uma escala sempreigual. Para isso, escolheu-se a escala 1:2000, e fez-se a exportação das imagens quecorrespondem a vila. É importante que o world write file esteja activado quando se faz aexportação, para que as coordenadas também sejam exportadas. 18Elaborado por: Joschka Schneider
  19. 19. CET/SIGAtribuir SimbologiaPara uma melhor interpretação dos pontos de interesse turístico, das estradas e dosedifícios, foi atribuída uma simbologia, definida pelo tipo. • Simbologia dos Pontos de Interesse Turístico: • HyperliksOs hyperlinks permitem uma ligação com um ficheiro exterior de imagem ou com umapágina da Internet. Para isso, carrega-se no identify do ponto, no botão direito do rato, efaz-se add hyperlink. De seguida, abre-se uma janela, onde podemos escolher qual o tipode ligação que queremos fazer, local ou a uma página da Internet. Estes hyperlinkspossibilitam o utilizador de ter uma noção melhor dos pontos de interesse. 19Elaborado por: Joschka Schneider
  20. 20. CET/SIG 20Elaborado por: Joschka Schneider
  21. 21. CET/SIG Fluxograma 21Elaborado por: Joschka Schneider
  22. 22. CET/SIG 22Elaborado por: Joschka Schneider
  23. 23. CET/SIG 23Elaborado por: Joschka Schneider
  24. 24. CET/SIG 24Elaborado por: Joschka Schneider
  25. 25. CET/SIG • Criar os mapas finais • Mapa 2DPara criarmos o nosso mapa final, precisamos da Freguesia, do World User Imagery, dosPontos de Interesse Turístico, das estradas e dos edifícios. Atribuímos a simbologia aoslayers e definimos os hyperlinks. O nosso resultado final será algo deste tipo: • Mapa 3DPara criar o Mapa 3D, é preciso abrir o arcscene e, em primeiro lugar, introduzir o TIN. Deseguida, inserimos : ◦ Estradas 25Elaborado por: Joschka Schneider
  26. 26. CET/SIG ◦ Edifícios ◦ Pontos de Interesse Turístico ◦ Mapas exportados do World User ImageryDepois de termos inserido as informações, criamos um grupo para os layers querepresentam os mapas exportados. Como são muitos, facilita a configuração desteslayers. Nas propriedades dos layers, dizemos que o base hight é igual ao Tin. Assim,ajustamos toda a informação ao nosso Tin. No edificado, temos, ainda, de dar a elevaçãono extrussion da propridade da layer, e fazemos com que a elevação seja igual ao nossocampo elevação. Damos aos pontos de interesse turistico um offset de 6 metros, que é otamanho máximo que o edificado tem de eleção, para não haver a possibilidade de ospontos ficarem no meio dos edifícios. E está criado o modelo 3D. Modelo 3D 26Elaborado por: Joschka Schneider
  27. 27. CET/SIGMelhorias do projectoExistem muitas melhorias a realizar neste projecto, como a criação de um Networkdataset, que permite criar rotas pela vila, e caminhos apropriados para diversasactividades. Há que actualizar a informação dos pontos turísticos, identificar o nome detodas as estradas da freguesia, criar um mosaico que preencha a freguesia inteira,texturizar os edificados 3D e, ainda, criar um mapa 3D mais realista. Disponibilizar estemapa online será o maior desafio, através de webServices, porque, por enquanto, outilizador tem de ter o software e os dados para poder visualizar a informação, o quedificulta a publicação deste projecto. 27Elaborado por: Joschka Schneider
  28. 28. CET/SIGHardware&Software UtilizadosHadware: • Computador • Máquina fotográfica • ImpressoraSoftware: • ArcCatalog • ArcMap • ArcScene • Paint • Camtasia 28Elaborado por: Joschka Schneider
  29. 29. CET/SIGConclusãoA realização deste projecto ficou, de certa forma, aquém do previsto. Em primeiro lugar,devido ao factor tempo, que, por ser curto, impediu uma elaboração mais aperfeiçoada doprojecto. A falta de informação dificultou, também, a sua realização.Contudo, existe um grande potencial neste projecto, já que, se for publicado online,possibilita o acesso a todas as pessoas, podendo estas consultar tudo o que pretenderemsobre Vila Nova de Milfontes. 29Elaborado por: Joschka Schneider

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