Boa tarde.
Hoje vamos falar da importânciadas histórias e formatos na vida das       marcas e das pessoas.Para embasar esse trabalho,...
TEXTO CRÍTICOVocê sabia que a divisão das marcas próprias cresceu 21% em 2010 e já representam 7% do mercado? Para nós,no ...
COMO PODEMOS TRAZER ISSO         PARA A PRÁTICA?
TRECHO 1: CASE 1“…patterns in the visual forms of nature — a face, a figure, a flower — and in sound, sotoo it detects pat...
TRECHO 1: CASE 1É POSSÍVEL VENDER ESPERANÇAEM UMA LOJA E LEVAR UMAGARANTIA TANGÍVEL EM TROCA?
TRECHO 1: CASE 1Definição da Store: Neste Natal venha conheceruma loja diferente de todas as outras. Este ano aLoja da Cru...
TRECHO 1: CASE 1A Cruz Vermelha Portuguesa e Espanhola criaram uma dasmais envolventes histórias defendendo uma marca e um...
TRECHO 1: CASE 2COMO ENVOLVER E TRAZER OPÚBLICO PARA A DÉCADA DE 60EM UMA AÇÃO DE 10 DIAS?
A Stella Artois Black conduziu uma         TRECHO 1: CASE 2ação em Londres que durou 10 dias eenvolveu 10 pubs. Bastava os...
TRECHO 1: CASE 3COMO UMA MARCA PODEDESTACAR-SE EM UM PÚBLICOCOM MAIS DE 30 ANOS DE IDADE?
TRECHO 1: CASE 3
TRECHO 1: CASE 3Para manter viva a marca Gatorade entre o público com mais de 30 anos,que muitas vezes deixa o esporte de ...
TRECHO 2“Every new medium has given rise to a new form of narrative. (…) And it isimmersive - meaning that you can use it ...
TRECHO 2: CASE 1AJUDAR AS CRIANÇAS DE SÃOPAULO COM APENAS UM CLICK,DOWNLOAD. A INTERNET E AMÚSICA AJUDANDO A MELHORARAS VI...
TRECHO 2: CASE 1A Casa do Zezinho é uma ONG localizada em São Paulo que atendeatualmente cerca de 1200 jovens de 6 a 21 an...
TRECHO 2: CASE 2QUANDO AS PESSOAS ESTÃO NOCENTRO DO NEGÓCIO, UMAMARCA ALCANÇA DIMENSÕESQUE OUTRAS EMPRESASDIFICILMENTE COP...
TRECHO 2: CASE 2Mais que oferecer ótimas tarifas,estruturas e experiência de marca aJetBlue destacou-se nesses últimosanos...
TRECHO 2: CASE 2Seguindo o perfil da Jetblue no microblog, é possível ver uma massagrande de respostas a seguidores. A boa...
TRECHO 3“Under its influence, a new type of narrative is emerging, one that’s toldthrough many media at once in a way that...
TRECHO 3: CASE 1COM QUAL ARGUMENTO UMAMARCA PODE CHAMAR AATENÇÃO E FALAR AO SEUPÚBLICO PARA ELE NÃO SERMAIS O MESMO?
TRECHO 3: CASE 1
TRECHO 3: CASE 1Be Stupid! Como muitos trabalhos quesofrem duras críticas e elogios, a Dieselentrou para essa história da ...
TRECHO 3: CASE 2UMA CAMPANHATRANSFORMADA EM UMA SÉRIEDE OITO FILMES. UMA EXEMPLARHISTÓRIA DE MARCA NA VIDA DASPESSOAS.
TRECHO 3: CASE 2BMW – The Hire.Uma série de oito curtas-metragensproduzidos em dois anos (2001-2002) edirigido por nomes c...
TRECHO 4“…mass media: newspapers, magazines, movies, music, TV.And with that, there was no role left for the consumerexcep...
TRECHO 4: CASE 1JÁ IMAGINOU CONTAR AOSAMIGOS QUE VOCÊ PARTICIPOUDA ELABORAÇÃO DE UM VINHOBORDEAUX SEM SAIR DE CASA?
TRECHO 4: CASE 1A Crushpad Wine tornou isso realidade ao sair da mídia tradicional deeventos, ponto de venda e envolveu o ...
TRECHO 4: CASE 2COM MAIS QUALIDADE QUE OSPRODUTOS TOK&STOK E OSPREÇOS DA IKEA, O MERCADO DEMÓVEIS GANHOU UM GRANDECONCORRE...
TRECHO 4: CASE 2
TRECHO 4: CASE 2A L’usine Design A Design Factory é a primeiraplataforma comercial e comunitária voltada aobjetos de desig...
TRECHO 5“Then, just as we’d gotten used to consuming sequential narratives in acarefully prescribed, point-by-point fashio...
TRECHO 5: CASE 1UMA GRANDEHISTÓRIA PODETRANSFORMAR 35 MILDÓLARES EM250 MILHÕES.
TRECHO 5: CASE 1A história da criação de "A Bruxa de Blair"começou em 1993, quando os então estudantesde cinema Sanchez e ...
TRECHO 5: CASE 2COMO APROXIMAR UM PÚBLICO ASUA MARCA ALÉM DA WEB, UMPROJETO INOVADOR E UM VIDEOMUITO BEM ELABORADO?
TRECHO 5: CASE 2Oferecendo uma experiência memorávelem um setor já banalizado. Mais que umpasseio de iate em alto mar, o Y...
CONCLUSÃOCom Bruxa de Blair vimos que para criar um trabalhode sucesso não é necessário fortunas e que podeser iniciado fo...
Muito obrigado!César Lopescesao.lopes@hotmail.com11 . 8268 6707@cesarlopes
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Storytelling ou Brand Story?

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Há um bom tempo estamos falando do poder de contar histórias e como isso poder mudar as empresas, maneira de se vender. Aqui, eu reuni algumas boas e envolventes histórias que as marcas contam aos seus públicos...tornando-as únicas nas nossas mentes! Trabalho que leva em comparação o texto Art of Immersion da Wired Magazine. Enjoy it!

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Storytelling ou Brand Story?

  1. 1. Boa tarde.
  2. 2. Hoje vamos falar da importânciadas histórias e formatos na vida das marcas e das pessoas.Para embasar esse trabalho, antes vamos analisar um pouco o texto The Art of Immersion e depoisseguiremos com alguns cases que foram inovadores na nossa área…
  3. 3. TEXTO CRÍTICOVocê sabia que a divisão das marcas próprias cresceu 21% em 2010 e já representam 7% do mercado? Para nós,no papel de consumidor é uma ótima oportunidade porque é mais dinheiro sobrando no bolso. Para nós, nopapel de publicitário é mais um grande desafio a ser encarado – com muito trabalho por vir. Parte da cultura emmuitos países, essa iniciativa com certeza vai mexer com o mercado brasileiro. E junto desse texto, em queabordaremos mais sobre seu conteúdo, há duas palavras muito importantes ligadas a essas estatísticas:Relevância e Abordagem.Na minha trajetória tive a oportunidade de assistir muitos trabalhos fracos e poucas iniciativas vitoriosas. O queeu cito como “fraco” são marcas que podem fazer mais ou ir além, mas quem está por trás dela parece termedo de ousar. Com isso, a empresa lança um produto e se não vendeu é porque as pessoas não estãopreparadas. Jogam o erro para o público., como se eles fossem tolos. Já os trabalhos que destacam-se comsuas marcas no cotidiano das pessoas, eles procuram sempre apresentar algo novo e arriscar dizer o que elaspensam....ou adaptar-se aos valores atuais.O ponto que quero chegar é bem simples. Em qualquer trabalho, antes de tudo eu olho a marca e o que o seuproduto pode trazer de benefícios para a vida das pessoas. Comunicação ou formato vem como consequência.As empresas devem ser diferentes no DNA para destacar-se como marca. No trecho “We can see the outlinesof a new art form, but its grammar is as tenuous and elusive as the grammar of cinema a century ago”reforça que muitas empresas fazem algumas ações mais inovadores e já consideram-se ousadas. Nãodevemos subestimar o próximo. As pessoas estão mais inteligentes, informadas e críticas. Isso exigiu marcasmais responsáveis. e engajadas com a atualidade. Não vai ser a Internet, midia social ou a TV que vai mudar asua marca se você não ter uma boa história para contar com uma abordagem surpreendente. Viveremos otempo da história e relevância, caso contrário as marcas virarão commodities.http://www.wired.com/epicenter/2011/03/why-do-we-tell-stories/all/1
  4. 4. COMO PODEMOS TRAZER ISSO PARA A PRÁTICA?
  5. 5. TRECHO 1: CASE 1“…patterns in the visual forms of nature — a face, a figure, a flower — and in sound, sotoo it detects patterns in information.Stories are recognizable patterns, and in thosepatterns we find meaning. We use stories to make sense of our world and toshare that understanding with others. They are the signal within the noise.”PARA FUGIR DO PADRÃO, UMA MARCATEM QUE EMOCIONAR PARA QUE ASPESSOAS ABRACEM UMA CAUSAATRAVÉS DESSA EXPERIÊNCIA ÚNICA.
  6. 6. TRECHO 1: CASE 1É POSSÍVEL VENDER ESPERANÇAEM UMA LOJA E LEVAR UMAGARANTIA TANGÍVEL EM TROCA?
  7. 7. TRECHO 1: CASE 1Definição da Store: Neste Natal venha conheceruma loja diferente de todas as outras. Este ano aLoja da Cruz Vermelha Portuguesa vendehistórias de Esperança.Aqui, os livros têm as suas páginas em branco.Mas porquê páginas em branco? Porque quantomais pessoas comprarem os livros, maiores sãoas hipóteses das histórias de esperança quevemos nas capas, se tornarem realidade. Ou seja,cada doação escreve uma página de uma dashistórias de Esperança que vemos aqui. Esta éuma loja em que você sai de mãos vazias, mascom a imaginação cheia de esperança.
  8. 8. TRECHO 1: CASE 1A Cruz Vermelha Portuguesa e Espanhola criaram uma dasmais envolventes histórias defendendo uma marca e uma causa.Atualmente, as pessoas fazem doações de dinheiro e muitas vezesficam intrigadas sobre o destino dos valores…não recebem nada emtroca e acabam por ter um baixo envolvimento com a instituição.Junto da Leo Burnett Lisboa, a Cruz Vermelha ocupa há 2 anos as lojassem uso nos shoppings de Lisboa ou Madrid no período do Natal com oobjetivo de vender um novo produto as pessoas: VENDER ESPERANÇA.Na primeira edição, o público adquiria postais com a história dedeterminada pessoa e como “essa compra” poderia ajudá-la. Nasegunda edição, o público tinha a opção de comprar acessórios e livroscom páginas em branco...para que uma nova história de mudança eesperança para ser escrita. Essa iniciativa que envolveu diferentesmeios de comunicação permitiu aos doadores conhecerem mais deperto as ações da marca e levar consigo uma lembrança.Spot TV: http://www.youtube.com/watch?v=iGWPxz1Ok0wLoja online, site oficial: http://www.cruzvermelhastore.com/Video case: http://www.youtube.com/watch?v=JMdKip1ejEc
  9. 9. TRECHO 1: CASE 2COMO ENVOLVER E TRAZER OPÚBLICO PARA A DÉCADA DE 60EM UMA AÇÃO DE 10 DIAS?
  10. 10. A Stella Artois Black conduziu uma TRECHO 1: CASE 2ação em Londres que durou 10 dias eenvolveu 10 pubs. Bastava os inglesesirem aos lugares participantes, compraruma Stella Artois Black e ganhar entãoum ticket. Nos dias selecionados, otelefone começa a tocar e o barmaninicia a convocação das pessoas, quetrocarão o ticket por uma experiênciamuito bacana.Os clientes são convidados a entrar emum Citroën DS, clássico dos anos 60, elevados a conhecer algumas dasprincipais ruas da noite londrina, sendopersonagem central de uma encenaçãoartística, da qual você é o elementochave. Uma ação muito criativa, quedefinitivamente põe consumidor emarca em uma história juntos.Video campanha http://www.youtube.com/watch?v=y2idGQ4y3oo
  11. 11. TRECHO 1: CASE 3COMO UMA MARCA PODEDESTACAR-SE EM UM PÚBLICOCOM MAIS DE 30 ANOS DE IDADE?
  12. 12. TRECHO 1: CASE 3
  13. 13. TRECHO 1: CASE 3Para manter viva a marca Gatorade entre o público com mais de 30 anos,que muitas vezes deixa o esporte de lado, a marca resolveu reeditar algunsjogos clássicos do esporte universitário ou de high school. Ou seja, depois deuma década, deu a oportunidade de revanche a estas equipes. E, para isso,teve que colocar os ex-atletas em forma.O primeiro movimento deste projeto, batizado de Replay, foi no futebolamericano (que levou GP de PR e Promo em Cannes). Depois aconteceuReplay 2, tendo o hóckey como tema. E agora, este ano, rola o Replay 3,reeditando um jogo de basquete entre dois times de Chicago que estãorecebendo suporte técnico dos astros da NBA Dwyane Wade e DwightHoward.Após o início do projeto, as vendas tiveram um incremento de 63%.
  14. 14. TRECHO 2“Every new medium has given rise to a new form of narrative. (…) And it isimmersive - meaning that you can use it to drill down as deeply as youlike about anything you want to know about”.O MEIO É A MENSAGEM OU AMENSAGEM É UM MEIO?
  15. 15. TRECHO 2: CASE 1AJUDAR AS CRIANÇAS DE SÃOPAULO COM APENAS UM CLICK,DOWNLOAD. A INTERNET E AMÚSICA AJUDANDO A MELHORARAS VIDAS.
  16. 16. TRECHO 2: CASE 1A Casa do Zezinho é uma ONG localizada em São Paulo que atendeatualmente cerca de 1200 jovens de 6 a 21 anos que estudam de escolaspúblicas localizadas nas suas proximidades.Aproveitando o natal, a Almap BBDO e a Ponto Mobi se uniram parapresentear os jovens com os tão sonhados instrumentos musicais. Aparceria rendeu o projeto Os Ringtônicos. Sem usar nenhum instrumentomusical, os garotos foram convidados a soltarem a voz na gravação devários ringtones, as famosas musiquinhas de celular. Depois de gravar eeditar cada um, todos foram disponibilizados para download em umhotsite criado para a ação.A sacada está exatamente aí. Cada toquinho custa 4 reais, e essevalor é integralmente revertido para a compra dos intrumentosmusicais para a sala de música da Casa do Zezinho. A venda deringtones está sendo um sucesso e os instrumentos já foramconquistados. Ação trend topic durante a semana vigente..
  17. 17. TRECHO 2: CASE 2QUANDO AS PESSOAS ESTÃO NOCENTRO DO NEGÓCIO, UMAMARCA ALCANÇA DIMENSÕESQUE OUTRAS EMPRESASDIFICILMENTE COPIAM.
  18. 18. TRECHO 2: CASE 2Mais que oferecer ótimas tarifas,estruturas e experiência de marca aJetBlue destacou-se nesses últimosanos pelo relacionamento que possuicom os clientes. Esses valores estão naraíz da marca, que mais surge comoexemplo em midia social. E essamesma estratégia está sendo aplicadaa divisão brasileira.Fãs no Facebook: 420.450Seguidores no Twitter: 1.596.480Inscrições no Youtube: 306A companhia aérea norte-americanagosta de deixar claro que é feita depessoas reais, que se preocupam comseus clientes e tentam ajudar sempreque for possível, e é nessa premissaque se baseia a sua estratégia para aadministração da conta no Twitter.
  19. 19. TRECHO 2: CASE 2Seguindo o perfil da Jetblue no microblog, é possível ver uma massagrande de respostas a seguidores. A boa administração da ferramentafica evidente quando a empresa responde de forma educada aepisódios envolvendo seus funcionários.Outro ponto relevante é que a companhia sabe que promoções edescontos são uma das práticas que mais atraem consumidores. Seusperfis no Facebook e no Twitter são regularmente atualizados com boasofertas. Graças às mídias sociais utilizadas pela empresa, a últimapromoção "All-You-Can-Jet", que ofereceu um número ilimitado de voospor um preço único, esgotou-se em 36 horas, gerando umaumento de cliques de 861% no mapa de rotas da empresa 24horas após o primeiro tuíte de divulgação. Um ótimo exemplo demarca, um grande exemplo de relacionamento…
  20. 20. TRECHO 3“Under its influence, a new type of narrative is emerging, one that’s toldthrough many media at once in a way that’s nonlinear, participatory andabove all, immersive. This is “deep media”: stories that take you deeper thanan hour-long TV drama or a two-hour movie or a 30-second spot willpermit”.JÁ SE FOI A ÉPOCA EM QUETUDO COMEÇAVA NA TV ESEGUIA OS PADRÕES DEMENSAGEM OU FORMATO.
  21. 21. TRECHO 3: CASE 1COM QUAL ARGUMENTO UMAMARCA PODE CHAMAR AATENÇÃO E FALAR AO SEUPÚBLICO PARA ELE NÃO SERMAIS O MESMO?
  22. 22. TRECHO 3: CASE 1
  23. 23. TRECHO 3: CASE 1Be Stupid! Como muitos trabalhos quesofrem duras críticas e elogios, a Dieselentrou para essa história da comunicaçãodigital com uma bela campanha criadapela Anomaly. Alguns acharamprovocante, outros não entenderam ealgumas pessoas alegaram que acampanha da Diesel pregava odesrespeito!O vídeo explica que é chato quando vocêtem uma idéia e alguém fala “Não sejaestúpido”. Que isso esmaga aspossibilidades, evolução dos trabalhos edemais coisas na vida..A campanha que gerou muito polêmicateve seu boom na internet (viral, video)seguido mídia impressa, ativação,promoções recrutando consumidores,OOH, digital e filmes online.
  24. 24. TRECHO 3: CASE 2UMA CAMPANHATRANSFORMADA EM UMA SÉRIEDE OITO FILMES. UMA EXEMPLARHISTÓRIA DE MARCA NA VIDA DASPESSOAS.
  25. 25. TRECHO 3: CASE 2BMW – The Hire.Uma série de oito curtas-metragensproduzidos em dois anos (2001-2002) edirigido por nomes como Ang Lee, JohnWoo, Tony Scott e Guy Ritchie, não éexagero dizer que The Hire mudou aforma como a publicidade funciona.Média de 10 minutos de duração, os filmescontaram com atores como Clive Owenem The Driver em uma alta produção queo público procurou constantemente.Inicialmente lançado para a internettornaram-se tão bem sucedido que aBMW teve que liberá-los em DVDtambém. Criado pela Fallon de Minneapolise RSA, o filme marcou o início de umanova era da publicidade, bem como umanova categoria em Cannes, o Leão deTitaum.
  26. 26. TRECHO 4“…mass media: newspapers, magazines, movies, music, TV.And with that, there was no role left for the consumerexcept to consume”.ANTES O CONSUMIDOR ERAPASSIVO. AGORA ELE É PARTE DAHISTÓRIA E PRODUTOS DAMARCA...
  27. 27. TRECHO 4: CASE 1JÁ IMAGINOU CONTAR AOSAMIGOS QUE VOCÊ PARTICIPOUDA ELABORAÇÃO DE UM VINHOBORDEAUX SEM SAIR DE CASA?
  28. 28. TRECHO 4: CASE 1A Crushpad Wine tornou isso realidade ao sair da mídia tradicional deeventos, ponto de venda e envolveu o consumidor em umainteressantissima história na web. 1. Planejamento. 2. Monitorando colheita, selecionando uvas. 3. Fermentação 4. Tipo de garrafa e embalagem.Com isso, a marca constrói um produto ou uma história e permiti que opúblico faça parte dela. Confira mais http://www.crushpadwine.com/
  29. 29. TRECHO 4: CASE 2COM MAIS QUALIDADE QUE OSPRODUTOS TOK&STOK E OSPREÇOS DA IKEA, O MERCADO DEMÓVEIS GANHOU UM GRANDECONCORRENTE…
  30. 30. TRECHO 4: CASE 2
  31. 31. TRECHO 4: CASE 2A L’usine Design A Design Factory é a primeiraplataforma comercial e comunitária voltada aobjetos de design.Sucesso em muitos países, a marca procurousempre proporcionar as pessoas a acessibilidade aarte da decoração. Você encontra itens de designpersonalizado e de altissima qualidade direto dafábrica a preços acessíveis!Uma espécie de marketing customizado de massa.Você tem uma determinada cadeira com nomáximo 5 cores de tecidos ou estruturas…podendoparticipar da elaboração do produto.Como lema da empresa, eles garantem o melhorcusto graças à plataforma de compra direta, muitobem comentada no ambiente online, excluindo ocomportamento de ir pessoalmente as lojas…No espaço "Designers e Tendências", você navegaatravés dos perfis de jovens (e não tão jovens)designers. http://www.usineadesign.com/
  32. 32. TRECHO 5“Then, just as we’d gotten used to consuming sequential narratives in acarefully prescribed, point-by-point fashion, came the internet. The internetis the first medium that can act like all media — it can be text, or audio orvideo, or all of the above. It’s nonlinear, thanks to the world wide web andthe revolutionary convention of hyperlinking. It’s inherently participatory— not just interactive (…)”.UM SIMPLES VÍDEO OU MENSAGEMBEM VIRALIZADO PODE MUDAR AHISTÓRIA DE UM DETERMINADOSETOR DA INDÚSTRIA..
  33. 33. TRECHO 5: CASE 1UMA GRANDEHISTÓRIA PODETRANSFORMAR 35 MILDÓLARES EM250 MILHÕES.
  34. 34. TRECHO 5: CASE 1A história da criação de "A Bruxa de Blair"começou em 1993, quando os então estudantesde cinema Sanchez e Myrick fizeram um falsodocumentário de oito minutos a respeito damitologia da bruxa, como se ela existisse, juntocom falsos recortes de jornais e entrevistas.Logo no início do desenvolvimento do filme,Sanchez criou uma página na internet queafirmava ser o guia definitivo para o mito daBruxa de Blair, um procedimento que agora écomum antes dos lançamentos de filmes.As filmagens duraram apenas oito dias em umparque estadual de Maryland. Produzido aocusto de 35 mil dólares, o filme lucrou milhõeslogo no início com uma ótima história, um vídeomuito bem espalhado na web e um forte PR. Osite oficial, blairwitch.com foi visitado por maisde 20 milhões de pessoas no primeiro final desemana da exibição do filme.
  35. 35. TRECHO 5: CASE 2COMO APROXIMAR UM PÚBLICO ASUA MARCA ALÉM DA WEB, UMPROJETO INOVADOR E UM VIDEOMUITO BEM ELABORADO?
  36. 36. TRECHO 5: CASE 2Oferecendo uma experiência memorávelem um setor já banalizado. Mais que umpasseio de iate em alto mar, o Yacht Weekvem conquistando muitos fãs no exterior poroferecer uma semana em 1 iate a “preçosacessíveis” a um grupo de 20 pessoas AllIncluded com marinheiro e festas exclusivasenvolvendo outros iates.Um projeto de muito sucesso e adeptos nosmeios online que proporciona a gruposmistos ou somente para homens/mulheresuma história inesquecível na vida real. Umanova maneira de alugar e de proporcionardiversão.A negociação e envolvimento marca-clienteinicialmente é online.Youtube: 1,145,775 views.Video: http://www.youtube.com/watch?v=_wC721zLZz4Facebook: 22 mil fãs.
  37. 37. CONCLUSÃOCom Bruxa de Blair vimos que para criar um trabalhode sucesso não é necessário fortunas e que podeser iniciado fora da mídia tradicional como foimuito bem feito com a Diesel Be Stupid.Basta a marca ter uma forte história para contarcomo os vinhos de Bordeaux que preserva seusvalores e que também pode adapta-se as diferençasatuais das pessoas.Algo em comum que todos não estão a espera deouvir ou sentir. É um sentimento guardado a esperade ser surpreendido, trazido a tona.Think different!
  38. 38. Muito obrigado!César Lopescesao.lopes@hotmail.com11 . 8268 6707@cesarlopes

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