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procedimentos de regulação e, com o Exame Nacional de Desempenho dosEstudantes – ENADE, que objetiva a avaliação da aprend...
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Observa-se que a implementação da proposta de avaliação compreendeetapas a serem cumpridas. Observa-se também que as etapa...
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aluno em Progr/projetos    de extensão;-   -    Participação do    aluno em estágio    curricular;-   -    Participação do...
5.2.4 – Categoria: Formação acadêmica e profissional do corpo docente5.2.4.1- Indicador: Titulação    Informações/Dados   ...
Regime de 20 horas;-   -   Docentes Efetivos;-   -   Docentes com    contrato temporário.5.2.5.2- Indicador: Plano de Carr...
metodológicos e técnicos-   -   Número médio de          - -  Base de dados       -    -     Base de dados    discentes po...
produções técnicas,    artísticas e culturais;-   -    Produção didático-    pedagógica relevante,    publicada ou não.5.2...
5.2.7 – Categoria: Instalações físicas e equipamentos5.2.7.1 – Indicador: Espaço físico    Informações/Dados              ...
-   -    Manutenção e           -   -   Análise quantitativa;   -   -     Base de dados    conservação das             -  ...
funcionamento;           -   -   Entrevistas para       institucionais;-   -   Disponibilidade para     análise qualitativ...
5.3.1.1 – Categoria: Programa do Curso5.3.1.1.2 – Indicador: Relação entre os Programas de Pós e os de Graduação    Inform...
metodológicos e técnicos-   -    compatibilidade      -  -   Análise documental -   -  Programas de Pós-    entre os progr...
( A SER COMPLEMENTADO)5.4- Projeto de Avaliação da Política de Atendimento aosEstudantes        Estamos considerando que a...
5.4.1.2 – Categoria: Características Socioeducacionais5.4.1.2.1 – Indicador: Escolaridade dos pais    Informações/Dados   ...
5.4.1.3.3 – Indicador: Uso do tempo livre    Informações/Dados               Procedimentos                   Fonte        ...
deveriam ser prestados    aos estudantes.5.4.2.2.3- Indicador: Expectativa após o curso    Informações/Dados              ...
-   -            Usa           os    computadores da UEL;-   -    Domina língua    estrangeira;-   -    Freqüenta o    Res...
5.4.3 – Acompanhamento do Egresso5.4.3.1 – Categoria: Informações pessoais5.4.3.1.1- Indicador: Dados pessoais    Informaç...
5.4.3.4 – Categoria: Informações sobre o curso realizado5.4.3.4.1- Indicador: Eficácia do curso para o exercício profissio...
5.5 – Projeto de Avaliação dos Projetos de Pesquisa       A avaliação dos projetos de pesquisa pretende destacar a importâ...
-   -    Número de bolsas    concedidas a estudantes    em projeto por campo do    saber;-   -    Montante geral dos    fi...
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5.7.1.1 – Indicador: Dados gerais por campo de saber     Informações/ Dados                 Procedimentos                 ...
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5.8.1 – Política de Capacitação Docente       O projeto tem por finalidade avaliar a efetividade da política de capacitaçã...
adequadas;                      quantitativa               institucionais-   -     Existência de salas    de            pe...
O projeto tem por finalidade avaliar a efetividade da política de capacitaçãodo pessoal técnico e administrativo para o de...
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Programa auto avaliacao

  1. 1. PROGRAMA DE AUTO–AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA – UEL (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO)I – INTRODUÇÃO A avaliação institucional passou a ser um dos temas centrais de discussãoda universidade ainda nos anos 80. O interesse surgiu em função da progressivaausência do Estado no financiamento do ensino superior e do aumento dademanda da produção de conhecimentos (recursos humanos, científicos etecnológicos) para o desenvolvimento social, econômico e cultural no contexto derelações de reprodução cada vez mais globalizadas. A evidente incapacidade dauniversidade responder às demandas da sociedade, em razão da precariedade desuas condições, ensejou questionamentos sobre sua eficiência no cumprimento desua função social. Com efeito, a avaliação ganhou relevância como instrumentopolítico no processo de transformações sociais que passou, com a hegemonianeoliberal dos anos 90, a demandar a reforma do Estado, e assim trazendo emseu bojo o desiderato de uma ideologia que associa a universidade a umaorganização social. A avaliação, cobrada pelo estado e por setores da sociedade surgiu, assim,com a suposição de que, desconsiderando os parcos investimentos públicos, auniversidade não lograva responder com eficiência à contrapartida emconhecimentos requeridos pela sociedade, o que, por si só, justificaria a reduçãodos investimentos públicos. Nestes termos, a avaliação foi largamente rechaçadapela comunidade universitária e acadêmica, o que não poderia ser diferente, pois,além de ter chegado a ela com um viés marcadamente impositivo, sua proposiçãoimplicava a aceitação de um “Estado avaliador”, nos termos preconizados pelodiscurso dominante e, portanto, nos termos da negação da autonomiauniversitária. Deve-se registrar, desde logo, que a resistência às críticas dos governos ede setores da sociedade civil, por parte da comunidade acadêmica, não se deu
  2. 2. (e não se dá) com relação à avaliação, propriamente dita, mas aos princípios quea animavam: o de exigir da universidade um alinhamento ideológico inaceitável,contrário ao seu caráter de instituição que tem como um dos seus valores eprincípios fundamentais o cultivo da liberdade de crítica na sua ação de produçãoe disseminação do conhecimento. A negação, portanto, é com relação a umaavaliação que tem como fundamento o controle e enquadramento da instituiçãouniversitária a uma racionalidade eficientista, pautada em valores de uma éticaagonística, caracterizada pela competitividade deletéria (CHAUÍ, 1999). Ninguém mais do que a própria comunidade acadêmica se inquieta comsua fragilidade em face dos problemas sociais, econômicos e culturais que osrecentes avanços do desenvolvimento tecnológico tem legado à sociedade, nosentido de agravar os seculares problemas de exclusão social e de trazer outros àcena da sociedade contemporânea, com níveis maiores de complexidade.Inquietude que, no final, resulta impotente em face das insuficientes condições detrabalho verificadas na universidade, de um modo geral, e que se revelam nainconsistência de políticas públicas de financiamento voltadas à ciência, àtecnologia e à inovação, aos recursos humanos e à infraestrutura acadêmica, como conseqüente enfraquecimento da produção cultural, científica e técnica,refletindo diretamente no ensino de graduação e, portanto, na formaçãoprofissional. No início dos anos 90, através do Projeto de Avaliação Institucional dasUniversidades Brasileiras – PAIUB, as universidades tomaram a iniciativa depropor a otimização dos recursos existentes sem ferir os princípios que,historicamente, são constitutivos da universidade e que asseguram odesenvolvimento de sua finalidade institucional, sem que tal prática pudesse porem perigo sua autonomia acadêmica. Todavia, após um início promissor, com oenvolvimento de inúmeras instituições de todo o país, esse esforço foi contrariado,a partir de 1996, com a implementação pelo MEC/Sesu, de uma política deavaliação da educação superior representada na adoção do Exame Nacional deCursos – ENC e Avaliação das Condições de Ensino – ACE que denotava à
  3. 3. avaliação um caráter marcadamente eficientista, e neste sentido voltado a moldara universidade a uma racionalidade mercadológica. A nova política de avaliação da educação superior, trazida à cena com a Lei10.861/14/04/04 – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, repõe osvalores e princípios da universidade, reconhecida como instituição estratégica aodesenvolvimento sustentado do país, conforme se depreende do Parágrafo 1º, doArtigo 1º: O SINAES tem por finalidades a melhoria da qualidade da educaçãosuperior, a orientação da expansão da sua oferta, o aumento permanente da suaeficácia institucional e efetividade acadêmica e social e, especialmente, apromoção do aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais dasinstituições de educação superior, por meio da valorização de sua missão pública,da promoção dos valores democráticos, do respeito à diferença e à diversidade,da afirmação da autonomia e da identidade institucional. Nestes termos se apóia o Programa de Auto-Avaliação da UniversidadeEstadual de Londrina, cuja finalidade é assegurar, em sintonia com asnecessidades do desenvolvimento social, econômico e cultural da sociedadebrasileira, e em particular da paranaense e regional, a produção e disseminaçãode conhecimentos de qualidade, entendendo esta como pertinente à integraçãodos diversos segmentos sociais e setores socioeconômicos na partilha da riquezasócio-econômica e cultural da nação. Um pouco da experiência da UEL São importantes as experiências de avaliação desenvolvidas na UEL apartir de 1993, com a Comissão de Avaliação Docente – CAD. Havia naquelesanos uma considerável resistência à avaliação por conta de um sentido decontrole que se atribuía à avaliação. A resistência, em sintonia com o que ocorriaem outras instituições do país, era motivada pela defesa da universidade, entãomuito criticada pelos governos do período, com grande apoio na imprensa, o quedava ampla publicidade à pecha de ineficiente, perdulária, etc. De modo que talprática de avaliação não teve conseqüências outras que não a rejeição. Ademais,
  4. 4. os relatórios que resultaram dessas avaliações não voltaram para discussões nointerior da comunidade acadêmica. Ainda em 1993, A CAD propôs, em sua substituição, a criação da Comissãode Avaliação Institucional – CAI, com o que advogava a ampliação do escopo daavaliação, até então focada nas práticas docentes. A CAI foi criada, inicialmente,com representantes das cinco grandes áreas de conhecimento, definidas peloCNPQ – Humanas, Exatas, Biológicas, da Saúde e da Terra. Em 1994 acomposição da Comissão é alterada passando a contar com um representante decada um dos nove Centros de Estudos – Letras e Ciências Humanas – CCH,Ciências Sociais Aplicadas – CESA, Comunicação e Artes – CECA, EducaçãoFísica – CEF, Exatas – CCE, Agrárias - CCA, Tecnologia e Urbanismo – CTU,Biológicas – CCB e Saúde – CCS. Neste mesmo ano de1994 a UEL se engajou na proposta do PAIUB e tevesua proposta de avaliação institucional financiada pelo MEC-Sesu. Foi ummomento promissor porque a filosofia do PAIUB foi muito bem acolhida nainstituição. Da resistência inicial a avaliação passou a ser vista como um processode auto-conhecimento para a melhoria da qualidade das atividades de ensino,pesquisa e extensão. Algumas práticas de avaliação foram desenvolvidas: doensino de graduação e de pós, dos departamentos, dos docentes e dos técnicos eadministrativos. Também, desenvolveram-se práticas de avaliação externa, comegressos, através das empresas empregadoras dos ex-alunos, bem como aavaliação dos departamentos e da produção acadêmica por pares de outrasinstituições do ensino superior. Infelizmente, este processo começou a seresvaziado, a partir de 1996, com a instituição do Exame Nacional de Cursos(Provão) e da Avaliação das Condições de Ensino. Em 1999, foi criada a Comissão Permanente de Avaliação Institucional –COPAI, em substituição à CAI. A nova Comissão passava a ser composta com arepresentação dos Conselhos de Administração e do Conselho de Pesquisa eExtensão, de modo a que se pudesse lograr um maior apoio institucional, inclusivecom a alocação de recursos para as atividades de avaliação. Naquele momento, auniversidade aderiu à Proposta de Avaliação do CRUB, retomando o sentido da
  5. 5. avaliação que se originou com o PAIUB. Por aquela proposta do CRUB,privilegiava-se três focos de avaliação: qualidade acadêmica, eficiência e eficáciaadministrativas e a relevância pública e social. Um relatório de auto-avaliação foiencaminhado, com a devida resposta de avaliação externa do CRUB mas,novamente, agora por problemas internos à Universidade, que resultaram,inclusive, no afastamento do Reitor, o processo de avaliação institucional foinovamente esvaziado e a COPAI não teve sua representação renovada. A partir de 2002, orientada pelas discussões de uma nova política deavaliação para a educação superior que já se desenhava, e que posteriormente foidesencadeada pelo novo governo federal, para a substituição do Exame Nacionalde Cursos e da Avaliação das Condições de Ensino, a universidade, então, játendo superada sua crise interna, retoma a questão da avaliação. A opçãoadotada foi a reativação da Diretoria de Avaliação e AcompanhamentoInstitucional, vinculada à Pró-Reitoria de Planejamento, como núcleo responsávelpara o desenvolvimento da avaliação institucional. A reativação da DAAI comoinstância responsável para a avaliação da instituição teve duas razões básicas ecomplementares: a primeira é que estando a DAAI vinculada à Pró-Reitoria dePlanejamento tornava-se mais dinâmica a associação do processo de avaliaçãoao processo de planejamento estratégico da instituição e, a segunda, a de quepassava-se, também, a pensar a avaliação como uma prática constitutiva dasatividades de gestão administrativa. Ademais, vinculada à Proplan, a necessáriaarticulação com as demais unidades da instituição tornava-se, igualmente, maiseficiente. Até o início de 2004, em meio ao compasso de espera da definição dapolítica de avaliação do ensino superior, que finalmente resultou no SINAES, aDAAI buscou adequar-se tecnicamente para cumprir sua função de avaliaçãoinstitucional. Projetos como o “Perfil do Aluno Ingressante”, “Acompanhamento doEgresso”, “Projeto de Evasão”, “Perfil da Vida Acadêmica do Estudante” foraminiciativas que estão em pleno desenvolvimento, com respectivos relatóriosperiódicos de modo a somarem informações para o processo de avaliaçãoinstitucional e tomada de decisões. De outra parte, o “Planejamento Estratégico
  6. 6. Institucional”, instituído em 2003, visando otimizar os recursos existentes para odesenvolvimentos das atividades da universidade, bem como corrigir deficiênciasque se acumularam ao longo dos anos, mormente com respeito aos recursos deinfraestrutura física e acadêmica foi, também, iniciativa de grande pertinência eimpacto na comunidade quanto à percepção da necessidade da avaliação comosubsídio e orientação ao planejamento das atividades. De modo que a presente proposta de um Programa de Avaliação para aUEL resulta em conformidade com a legislação vigente e em consonância com acomunidade universitária e a experiência acumulada nos últimos anos. Trata-se deum documento que procura marcar a consciência da avaliação num momentohistórico da universidade brasileira, em que mudanças são necessárias para quepossamos revigorar a universidade como instituição estratégica fundamental aodesenvolvimento do país. Em conformidade com a legislação atual, para a coordenação do Programade Auto-Avaliação da UEL foi criada, através da Portaria nº 3066/04, a ComissãoPrópria de Avaliação – CPA, constituída de 13 membros: 1 membro de cada umadas três Pró-Reitorias acadêmicas: ensino, extensão e, pesquisa e pó-graduação,3 membros da Pró-Reitoria de Planejamento; 3 membros da comunidade externa(um membro da comunidade científica, um membro do ensino fundamental e ummembro da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado); 1 representante dosestudantes da graduação, 1 representante dos estudantes de pós-graduação, 1técnico em informática e 1 professor (técnico) de estatística. Considerando-se porcategorias a Comissão se constitui com 6 docentes, 2 alunos, 2 técnicosadministrativos e, 3 representantes da comunidade externa. A CPA, constituída para a coordenação do processo de avaliaçãoinstitucional contará com o suporte técnico, necessário à implementação e aodesenvolvimento do Programa, com a Diretoria de Avaliação e AcompanhamentoInstitucional, vinculada à Pró-Reitoria de Planejamento, cuja função regimental épromover a avaliação e acompanhamento do desempenho institucional.
  7. 7. II – CONCEPÇÃO/FUNDAMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE AUTO- AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL A presente proposta de um Programa de Auto-Avaliação Institucional para aUEL se estrutura em conformidade com a Lei Federal 10.861/14-04-04 que instituio Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, a Portaria nº2.051/09/07/2004 que a regulamenta; os textos “Diretrizes para a Auto-Avaliaçãodas Instituições” e “Orientações Gerais para o Roteiro da Auto-Avaliação dasInstituições”, publicados em agosto/04, pelo CONAES/INEP, bem como emconformidade e atenção ao Decreto Estadual 2856/02/04, que cria a ComissãoEstadual de Avaliação do Ensino Superior Público do Paraná, (em trabalho dedefinição dos indicadores de avaliação para as instituições públicas do Estado,trabalho que está sendo desenvolvido em sintonia e conformidade à legislaçãoestadual e federal). Inicialmente, entendemos a instituição universidade a partir de suasatividades fim: a de produzir e disseminar conhecimentos. Sendo esta suafinalidade e para a qual se estruturam as atividades meio. De modo que as váriasunidades e atividades da universidade se articulam para cumprir adequadamenteos objetivos da instituição. Com efeito, o projeto de universidade compreende suapolítica acadêmica e as condições políticas e estruturais para efetivá-las. Comoinstituição social a universidade tem responsabilidades com a sociedade do seutempo e é em função do seu compromisso social que se concebe sua avaliação. Partimos do entendimento de que a avaliação institucional objetiva, paraalém de cumprir normas federal e estadual para a regulação do ensino superior,desenvolver na comunidade universitária uma cultura de avaliação que a torneprática constitutiva das suas diversas atividades. Neste sentido buscamosconstruir o Programa de Avaliação a partir de discussões com os colegiados doscursos e demais unidades acadêmicas e administrativas da instituição, através deconferências, reuniões e seminários, de modo a assegurar o comprometimento da
  8. 8. comunidade universitária com o processo de avaliação a ser realizado. Ao mesmotempo, sensível ao histórico de avaliação já desenvolvido na instituição, buscamosagregar o que a comunidade entende como relevante da experiência acumuladana universidade nestes últimos anos. Assumimos, assim, e em primeiro lugar, a avaliação como pedagógica, nosentido do auto-conhecimento que proporciona e em função de assegurar aconstante melhoria da qualidade das atividades acadêmicas de ensino, pesquisa,extensão e prestação de serviços para que a universidade, de modo adequado epertinente, desempenhe sua função de instituição de educação superiorcomprometida com a realidade social da qual é parte constitutiva. Neste sentido aavaliação proposta não visa punir ou premiar, quem quer que seja, mas questionaros procedimentos adotados tendo em vista alcançar os objetivos desejados damelhor forma possível. Esperamos da universidade a produção e disseminação do conhecimentopara o desenvolvimento sustentado do país, através da formação de cidadãosprofissionais, do conhecimento científico, tecnológico e cultural. Neste sentido, aavaliação está voltada, igualmente, ao compromisso social da instituição e àqualidade de suas atividades e, da mesma forma que estes, fundamenta-se emprincípios relevantes, socialmente construídos: de autonomia em relação àspráticas acadêmicas e à atribuição dos seus sentidos; de legitimidade na medidaem que opera com escolhas e atribuição de valores, para o que são necessáriosnão apenas procedimentos científicos adequados mas, sobretudo, transparêncianas práticas avaliativas. Com efeito, à proposta de avaliação é fundamental aparticipação da comunidade universitária: alunos, docentes, técnicos eadministrativos, de modo, também, a que o processo de avaliação se estabeleçade forma democrática e tenha continuidade, constituindo-se num processopermanente, criativo, de busca constante de alternativas para o melhor resultadode realização do compromisso social da instituição. Observa-se, ainda, em conformidade com o SINAES, que a auto-avaliaçãoé parte de um processo avaliativo que inclui a Avaliação Externa, a ser realizadapor pares de outras instituições, a Avaliação de Cursos, em conformidade com os
  9. 9. procedimentos de regulação e, com o Exame Nacional de Desempenho dosEstudantes – ENADE, que objetiva a avaliação da aprendizagem e da eficácia doensino na formação dos cidadãos profissionais.III – OBJETIVOS DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UEL O objetivo do Programa de Auto-Avaliação Institucional da UEL é saber sea universidade cumpre sua função social e em que condições de quantidade e dequalidade. Neste sentido, interessa-nos saber e avaliar o que a instituição sepropôs realizar quanto às suas atividades de ensino, pesquisa, extensão eprestação de serviço. Interessa-nos, também, e como atividades meio, saber daqualidade de suas práticas de gestão, das condições de recursos materiais,humanos e financeiro, quanto da forma dos seus processos de tomada dedecisões. A avaliação deverá contemplar a instituição no seu todo, identificando “oseu perfil e o significado de sua atuação”, através de um conjunto de práticas deavaliação de modo a contemplar as dimensões destacadas pelo SINAES esubsidiar suas políticas de desenvolvimento.3.1- Objetivos Específicos: Como objetivos específicos, e nos termos da concepção de avaliaçãoproposta, destacamos os seguintes objetivos: a) a) Considerar o compromisso social da instituição em face de uma realidade socioeconômica de desigualdades e de injustiças sociais; b) b) considerar as políticas e práticas acadêmicas quanto a favorecer os processos de integração social; c) c) considerar as atividades de ensino pesquisa e extensão na perspectiva de se constituírem em práticas indissociáveis;
  10. 10. d) d) considerar a formação docente compromissada com o ensino fundamental e médio; e) e) considerar o caráter democrático e participativo das práticas acadêmicas; f) f) considerar o caráter democrático de suas estruturas de tomada de decisões e de gestão; g) g) considerar a eficiência e eficácia das suas atividades de prestação de serviços; h) h) considerar o caráter orgânico de suas atividades de ensino de graduação e de pós-graduação; i) i) considerar o caráter orgânico das suas práticas de pesquisa e extensão com as atividades de ensino; j) j) considerar suas políticas de pessoal em função dos objetivos institucionais; k) k) considerar sua política de atenção ao estudante em função do seu ingresso e condições de permanência na instituição; l) l) considerar suas condições de estrutura física em função à adequação do desempenho satisfatórios das atividades acadêmicas; m) m) considerar a relação da universidade com a sociedade em função da produção e disseminação de conhecimentos; n) n) considerar sua gestão financeira em função da sustentabilidade do seu compromisso institucional.IV- METODOLOGIA O Programa de Avaliação Institucional compreende um conjunto de projetosde avaliação que têm por finalidade avaliar as dimensões explicitadas nosobjetivos específicos. As informações e análises resultantes dessas práticas nospermitirão a avaliação de cada uma das dimensões destacadas como do seu
  11. 11. conjunto, identificando e destacando os fatores positivos e negativos dasatividades, de modo a subsidiar as eventuais, e necessárias, correções. As atividades fim da universidade são, naturalmente, a produção edisseminação de conhecimentos. Atividades que se desenvolvem através doensino de graduação e pós-graduação, da pesquisa, da extensão e da prestaçãode serviços. Essas atividades, embora tenham procedimentos específicos sãopensadas em sua indissociabilidade, interdependência e complementariedade. Metodologicamente tomamos o ensino, e, em particular o ensino degraduação, como um dos grandes eixos da avaliação, no sentido de que, saber doalcance dos seus objetivos, definidos no projeto pedagógico, e da qualidade,enquanto pertinência do ensino proposto, corresponde a considerar,simultaneamente, as atividades constitutivas do ensino – sua relação com apesquisa, a extensão e a prestação de serviços, bem como com a administração,as condições materiais e a gestão. Procedimento semelhante deverá ser seguidonas avaliações das demais dimensões da universidade, no que tange a considerá-las em suas relações e finalidades. Mas, tal procedimento não impede que asatividades sejam avaliadas, igualmente, em suas particularidades, de modo que aavaliação das diversas dimensões propostas pelo SINAES possam serconsideradas em suas especificidades e enquanto visão de conjunto, com sentidocomum, de modo que os objetivos e qualidades particulares possam serconjugados ao sentido e objetivo comum que se propõe a universidade nodesempenho da sua função social. As diretrizes e dimensões expressas no SINAES permitem-nos, em todosos projetos previstos, identificar categorias para análise, com indicadorescorrespondentes, de modo a que a avaliação se processe em função dos objetivospropostos. A identificação das categorias e escolha dos indicadores, comotambém a definição dos critérios valorativos da avaliação é parte do processo deconstrução dos projetos que deverão ser consolidados com a participação dossujeitos das diversas atividades avaliadas, da mesma forma que a escolha dosinstrumentos e ferramentas de coleta das informações e sua aplicação e análise.
  12. 12. Observa-se que a implementação da proposta de avaliação compreendeetapas a serem cumpridas. Observa-se também que as etapas são constituídasde fases, compreendidas por ações a serem desenvolvidas. Trata-se de umprocesso cujas fases e ações muitas vezes se sobrepõe. E a dificuldade em seguirum processo linear sem interrupções está no fato de que a dinâmica dasatividades acadêmicas muitas vezes sugere que as ações previstas devamadequar-se aos momentos oportunos em proveito da qualidade dodesenvolvimento do processo. E isto implica em dizer que, embora haja umcronograma, considerado para todo o programa, os projetos, dada asespecificidades, obedecerão a cronogramas próprios e respectivos, emconformidade com os próprios projetos. Com efeito, o caminho seguido, até então,foi o de conceber o programa de avaliação, como atribuição da CPA, a partir dediscussões com as Pró-Reitorias, especialmente as acadêmicas, e submeter àcrítica dos sujeitos das atividades a serem avaliadas, através de reuniões eseminários para, na seqüência, após as discussões, consolidarmos os projetospara dar início aos procedimentos de coleta de dados, informações e,subseqüentemente os demais procedimentos.V- PROJETOS DE AVALIAÇÃO Os projetos propostos, como se verá a seguir, na sucinta descrição,contemplam as dimensões propostas pelo SINAES, ao mesmo tempo que buscamresponder ao que considera o programa proposto nos seus objetivos, geral eespecíficos. Observamos ainda, que os projetos são apresentados em suas linhasgerais, com a definição das categorias de análise e indicadores, numa primeiraaproximação, estando, pois, sujeito a reformulações que, a partir das discussõesjulgarmos pertinentes.
  13. 13. 5.1 – Projeto de Avaliação do Plano de DesenvolvimentoInstitucional O Plano de Desenvolvimento Institucional, tendo como referência arealidade presente da universidade e as expectativas de evolução projeta, paraum período de 5 anos, o desenvolvimento desejado da instituição – seus objetivose metas. No PDI, estão inscritos o compromisso social, com os projetos voltados àrealidade social, econômica e cultural do país, do estado e da região de suainserção; o projeto político pedagógico, com a formação profissional esperada; apolítica de pessoal e de capacitação; a política de atividades complementares e; aprevisão orçamentária e origem dos recursos para o desenvolvimento desejado.5.1.1 – Categoria: Finalidade e objetivos5.1.1.1 – Indicador: Projetos e metas Informações/Dados Procedimentos Fontes metodológicos e técnicos- - Alcance dos - - Análise qualitativa - - PDI; objetivos e metas dos documentos. - - PPPI; propostas. - - Projetos Institucionais.5.1.2 – Categoria: Relação das práticas acadêmicas, administrativas com osobjetivos da instituição5.1.2.1 – Indicador: Pertinência das práticasInformações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Adequação das - - Análise qualitativa - - PDI; práticas com os objetivos dos documentos. - - PPPI; institucionais. - - Projetos Institucionais.5.1.3- Categoria: Relação entre o PDI e o PPPI5.1.3.1- Indicador: Coerência do PPPI com os objetivos do PDI Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- expectativa da formação - - Análise qualitativa - - PPPI.profissional. dos documentos - - PDI.
  14. 14. - - Análise quantitativa - - Acompanhamento e qualitativa do egresso. do egresso.5.1.4 – Categoria: Relação entre o PDI e o contexto socioeconômico regional.5.1.3.1- Indicador: Programas e Projetos Institucionais Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos-. Pertinência do PDI com a - - Análise qualitativa - - PPPI.realidade local dos documentos - - PDI. - - Política de Pesquisa - - Política de Extensão5.2 – Avaliação do Ensino de Graduação A avaliação dos cursos de graduação, observada a especificidade de cadacurso, envolve a análise dos projetos pedagógicos, dos currículos, dos processosdidáticos pedagógicos e dos recursos físicos, administrativos e humanos. Aavaliação dos cursos tem periodicidade de dois anos.5.2.1 – Categoria: Administração acadêmica5.2.1.1 – Indicador: Coordenação do Curso Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Participação da - Entrevista para - - Coordenador do coordenação do curso análise qualitativa. Curso. em orgãos colegiados. - - Docentes do Curso.- - Participação do corpo docente no colegiado do curso- - Apoio didático- pedagógico aos docentes.5.2.1.2 – Indicador: Organização acadêmico-administrativa Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Organização do - Entrevista para análise - - Coordenador do qualitativa.
  15. 15. controle acadêmico. Curso.- - Suficiência de - - Docentes do Curso. pessoal técnico e - - Técnicos e administrativo. administrativos. - - Discentes.5.2.1.3– Indicador: Atenção aos discentes Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Apoio à participação - - Entrevista para - - Coordenador do em eventos; análise qualitativa. Curso;- - Apoio pedagógico ao - - Análise quantitativa - - Discentes; Discente; - - Banco de dados- - Mecanismos de institucionais. nivelamento:- - Acompanhamento psicopedagógico;- - Acompanhamento médico e odontológico;- - Meios de divulgação de trabalhos dos alunos;- - Residência e/ou restaurante universitário;- - Bolsas de atividades acadêmicas;- - Bolsa de trabalho5.2.2 – Categoria: Projeto Pedagógico5.2.2.1- Indicador: Concepção do Curso Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Objetivos do curso; - - Análise qualitativa - - PPPI.- - Concepção da dos documentos; - - PPC. articulação entre ensino, - - Análise quantitativa. - - Acompanhamento pesquisa e extensão; do egresso- - Perfil do egresso.5.2.2.2 – Indicador: Currículo Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Coerência do - - Entrevista - - Coordenador do currículo com os qualitativa; Curso; objetivos do curso; - - Analise qualitativa - - Grade Curricular;- - Coerência do do currículo - - Acompanhamento
  16. 16. currículo com o perfil do egresso. desejado do egresso;- - Adequação da metodologia de ensino à concepção do curso;- - Inter-relação das disciplinas na concepção e execução do currículo;- - Dimensionamento da carga horária das disciplinas;- - Adequação e atualização das ementas das disciplinas- - Adequação, atualização e relevância da bibliografia;- - Adequação às estruturas curriculares e impacto sobre o currículo5.2.2.3- Indicador: Sistema de avaliação Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Coerência do - - Entrevista para - - Coordenador do sistema de avaliação do análise qualitativa Curso; processo ensino- - - Docentes do Curso; aprendizagem com a - - Discentes do Curso. concepção do curso;- - Procedimentos de avaliação do processo de ensino-aprendizagem;- - Existência de um sistema de auto- avaliação do curso.5.2.3 – Categoria: Atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação5.2.3.1- Indicador: Participação dos discentes nas atividades. Acadêmicas Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Participação do - - Base de Dados - - Base de dados aluno em Progr/Projetos Quantitativos; institucionais – Prograd; de ensino; - - Entrevista para - - Coordenador do- - Participação do análise qualitativa. Curso; aluno em Progr/projetos - - Docentes; de pesquisa; - - Discentes;- - Participação do
  17. 17. aluno em Progr/projetos de extensão;- - Participação do aluno em estágio curricular;- - Participação do aluno em estágio voluntário;- - Participação do aluno em congressos, seminários, encontros científicos;- - Participação do aluno em grupos de estudo extra-sala de aula;5.2.3.2 – Indicador: Estágio Supervisionado Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Existência de - - Base de Dados - - Base de dados mecanismo efetivo de Quantitativos; institucionais – Prograd; acompanhamento e de - - Entrevista para - - Coordenador do cumprimento do estágio; análise qualitativa. Curso;- - Relatório de - - Discentes; atividades realizadas - - Discentes. durante o estágio supervisionado;- - Relatório de atividades durante o estágio voluntário;- - Relação discente/docente na orientação de estágio;5.2.3.3 – Indicador: Trabalho de Conclusão de Curso Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Mecanismo efetivo - - Base de Dados - - Base de dados de acompanhamento e Quantitativos; institucionais – Prograd; cumprimento do trabalho - - Entrevista para - - Coordenador do de conclusão de curso; análise qualitativa. Curso;- - Relação - - Discentes; discente/docente na - - Discentes. orientação de trabalho de conclusão de curso.
  18. 18. 5.2.4 – Categoria: Formação acadêmica e profissional do corpo docente5.2.4.1- Indicador: Titulação Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Com especialização; - - Base de Dados - - Base de dados- - Com mestrado; Quantitativos; institucionais.- - Com doutorado;- - Com pós-doutorado;5.2.4.2- Indicador: Experiência profissional Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Tempo de magistério - - Base de Dados - - Base de dados superior; Quantitativos; institucionais.- - Tempo de magistério - - Entrevista para - - Coordenador do no ensino fundamental e avaliação qualitativa. curso. médio;- - Tempo de exercício profissional fora do magistério.5.2.4.3- Indicador: Adequação da formação Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - docentes com - - Base de Dados - - Base de dados formação adequada às Quantitativos; institucionais. disciplinas que - - Entrevista com o - - Coordenador do ministram; coordenador do curso. curso.- - docentes com capacitação/experiência pedagógica.5.2.5 – Categoria: Condições de Trabalho5.2.5.1- Indicador: Regime de Trabalho Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Docentes em com - - Base de Dados - - Base de dados TIDE; Quantitativos; institucionais.- - Docentes em Regime de 40 horas;- - Docentes em
  19. 19. Regime de 20 horas;- - Docentes Efetivos;- - Docentes com contrato temporário.5.2.5.2- Indicador: Plano de Carreira Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Ações de - - Base de Dados - - Base de dados Capacitação; Quantitativos; institucionais.- - Critérios de admissão e de progressão na carreira;- - Existência de um sistema permanente de avaliação docente.5.2.5.3- Indicador: Estímulo/incentivos profissionais Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Apoio à produção - - Entrevista para - - Coordenador do científica, técnica, análise qualitativa; Curso; pedagógica e cultural; - - Base de dados - - Docentes do Curso;- - Apoio à participação quantitativos. - - Base de dados em eventos; - - institucionais.- - Incentivo à formação/atualização pedagógica dos docentes.5.2.5.4- Indicador: Dedicação ao Curso Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Carga horária - - Base de dados - - Base de dados semanal do docente no quantitativos. institucionais. ensino de graduação e em atividades complementares a este ensino;- - Tempo de docência no curso;5.2.5.5 – Indicador: Relação discente/docente Informações/Dados Procedimentos Fonte
  20. 20. metodológicos e técnicos- - Número médio de - - Base de dados - - Base de dados discentes por docente quantitativos. institucionais. em disciplinas;- - Número médio de discente por turma.5.2.5.6 – Indicador: Relação disciplina/docente Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Número médio de - - Base de dados - - Base de dados disciplina por docente; quantitativos; institucionais;- - Proximidade - - Entrevista para - - Coordenador do temática das disciplinas análise qualitativa curso; lecionadas pelo docente. - - Docentes do curso5.2.6 – Categoria: Atuação e desempenho acadêmico e profissional5.2.6.1 – Indicador: Publicações Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Artigos publicados - - Análise quantitativa - - Base de dados em periódicos científicos; institucionais;- - Capítulos de livros publicados;- - Livros publicados;- - Trabalhos publicados em anais (completos ou resumos)- - Tradução de livros publicados;- - Tradução de capítulos publicados;- - Tradução de artigos publicados;5.2.6.2 – Indicador: Produções intelectuais, técnicas, pedagógicas, artísticas e culturais Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Propriedade - - Análise quantitativa - - Base de dados intelectual depositada ou institucionais; registrada;- - Projetos ou
  21. 21. produções técnicas, artísticas e culturais;- - Produção didático- pedagógica relevante, publicada ou não.5.2.6.3 – Indicador: Atividades relacionadas com o ensino de graduação Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Orientação didática - - Análise quantitativa; - - Base de dados fora do horário de aula; - - Entrevistas para institucionais;- - Orientação de análise qualitativa. - - Coordenador do estágio supervisionado; curso;- - Orientação de - - Docentes; trabalho de conclusão de - - Discentes. curso;- - Orientação de iniciação científica;- - Orientação de monitoria;- - Orientação de pesquisa ou atividades de extensão;- - Orientação de grupos de estudo.5.2.6.4 – Indicador: Atuação nas atividades acadêmicas Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Atuação docente em - - Análise quantitativa; - - Base de dados sala de aula; - - Entrevistas para institucionais;- - Docentes com análise qualitativa. - - Coordenador do atuação na pós- curso; graduação; - - Docentes;- - Docentes com - - Discentes. projetos de pesquisa;- - Docentes com projetos de ensino;- - Docentes com projetos de extensão
  22. 22. 5.2.7 – Categoria: Instalações físicas e equipamentos5.2.7.1 – Indicador: Espaço físico Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Sala para aulas - - Base de dados, - - Base de dados teóricas e práticas; análise quantitativa; institucionais;- - Sala para atividades - - Entrevistas para - - Coordenador do administrativas; análise quantitativa; curso;- - Sala para a - - - - Docentes; coordenação do curso; - - Discentes.- - Instalações para docentes: salas de reuniões, gabinetes de trabalho, salas de convivência;- - Auditórios para conferências;- - Instalações sanitárias adequadas;- - Condições de acesso para portadores de necessidades especiais;- - Infraestrutura de segurança.5.2.7.2– Indicador: Equipamentos Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Acesso a - - Análise quantitativa; - - Base de dados equipamentos de - - Entrevistas para institucionais; informática pelos análise qualitativa. - - Coordenador do docentes ; curso;- - Acesso a - - Docentes; equipamentos de - - Discentes. informática pelos discentes;- - Recursos audivisuais e multimídia;- - Existência de rede de comunicação científica.5.2.7.3 – Indicador: Serviços Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos
  23. 23. - - Manutenção e - - Análise quantitativa; - - Base de dados conservação das - - Entrevistas para institucionais; instalações; análise qualitativa. - - Coordenador do- - Manutenção e curso; conservação dos - - Docentes; equipamentos. - - Discentes.5.2.8 – Categoria: Biblioteca5.2.8.1 – Indicador: Espaço físico Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Espaço e - - Análise quantitativa; - - Base de dados instalações adequadas - - Entrevistas para institucionais; para acervo; análise qualitativa. - - Coordenador do- - Espaço e curso; instalações adequadas - - Docentes; para estudos em grupo; - - Discentes.- - Espaço e instalações adequadas para estudos individuais.5.2.8.2 – Indicador: Acervo Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Livros suficientes - - Análise quantitativa; - - Base de dados para as propostas - - Entrevistas para institucionais; pedagógica dos cursos; análise qualitativa. - - Coordenador do- - Assinaturas curso; suficientes para as - - Docentes; propostas pedagógica - - Discentes.; dos cursos; - - Diretor da Biblioteca- - Informatização do controle do acervo e dos serviços;- - Multimídia para utilização diversa;- - Política de aquisição, expansão e atualização do acervo;5.2.8.3 – Indicador: Serviços Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Horário de - - Análise quantitativa; - - Base de dados
  24. 24. funcionamento; - - Entrevistas para institucionais;- - Disponibilidade para análise qualitativa. - - Coordenador do a comunidade externa; curso;- - Qualificação - - Docentes; adequada do pessoal - - Discentes. técnico de atendimento;- - Articulação com outras bibliotecas para consultas e acesso.5.2.9 – Categoria: Instalações e laboratórios específicos5.2.9.1 – Indicador: Laboratório existente por curso Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Espaço físico - - Análise quantitativa; - - Base de dados adequado; - - Entrevistas para institucionais;- - Equipamentos análise qualitativa. - - Coordenador do adequados, em número curso; suficiente; - - Docentes;- - Serviços de apoio - - Discentes. adequados com técnicos - - técnicos qualificados.5.3 – Avaliação do Ensino de Pós-Graduação Os cursos de pós-graduação stricto-sensus já são avaliados pela Capes.Consideramos válida esta avaliação para os propósitos deste Programa, devendoapenas, para uma avaliação mais completa, acrescentar alguns indicadores comrelação às dissertações e teses, tendo em vista relacioná-los aos objetivosinstitucionais. Neste caso a avaliação dos projetos de pesquisa tem por finalidadecorrelacioná-los à realidade nacional e regional, quanto à pertinência apresentadapelos programas e, neste sentido, verificarmos a articulação/relação entre estes eos projetos pedagógicos dos cursos de graduação correspondentes. Com relação aos cursos de pós-graduação lato sensu, a avaliação serádesenvolvida a partir de projeto de pesquisa com um maior número de categoriase indicadores a serem considerados, mas com os mesmos objetivos depertinência e qualidade dos cursos ofertados.5.3.1 – Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu
  25. 25. 5.3.1.1 – Categoria: Programa do Curso5.3.1.1.2 – Indicador: Relação entre os Programas de Pós e os de Graduação Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - compatibilidade - - Análise documental - - Programas de Pós- entre os programas; qualitativa; Graduação;- - desenvolvimento de - - Entrevista para - - Programas de atividades conjuntas análise qualitativa. Graduação; entre os programas - - Docentes; - - Discentes.5.3.1.2 – Categoria: Dissertações e Teses5.3.1.2.1 – Indicador: objetivos e impactos esperados Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - pertinência com a - - Análise documental. - - Projetos de realidade Pesquisa. socioeconômica e cultural.- - Impacto esperado.5.3.2 – Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu5.3.2.1- Categoria: Programas dos Cursos5.3.2.1.1 – Indicador: Perfil dos Cursos Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Número de cursos; - - Análise documental - - Programas de Pós-- - Número de alunos; qualitativa; Graduação;- - Perfil do aluno - - Base de dados esperado; institucionais.- - Número de formados;- - Número de evasão;5.3.2.1- Categoria: Projeto do Curso5.3.2.1.1 – Indicador: Relação entre o Projeto do Curso e a Graduação Informações/Dados Procedimentos Fonte
  26. 26. metodológicos e técnicos- - compatibilidade - - Análise documental - - Programas de Pós- entre os programas; qualitativa; Graduação;- - desenvolvimento de - - Entrevista para - - Programas de atividades conjuntas análise qualitativa. Graduação; entre os programas - - Docentes; - - Discentes.5.3.2.3.2 – Indicador: Relação do curso com a realidade socioeconômica e cultural Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - pertinência com a - - Análise documental. - - Projetos de realidade - - Entrevista para Pesquisa. socioeconômica e análise qualitativa; - - Coordenador do cultural; Curso;- - Formação esperada - - Docentes; do egresso; - - Discentes.5.3.2.2 – Categoria: Monografias de Conclusão5.3.2.2.1– Indicador: objetivos e impactos esperados Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Relevância - - Análise documental. - - Projetos de acadêmica e social; - - Entrevista para Pesquisa.- - Impacto esperado; análise qualitativa; - - Coordenador do Curso; - - Discentes.5.3.2.3 – Categoria: Pertinência do Curso5.3.2.3.1 – Indicador: Relação do curso com a realidade socioeconômica e cultural Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - pertinência com a - - Análise documental. - - Projetos de realidade - - Entrevista para Pesquisa. socioeconômica e análise qualitativa; - - Coordenador do cultural. Curso; - - Discentes.- - Formação esperada do egresso;
  27. 27. ( A SER COMPLEMENTADO)5.4- Projeto de Avaliação da Política de Atendimento aosEstudantes Estamos considerando que a política de atendimento aos estudantescontempla desde as formas de seu acesso à universidade, sua permanência, e oacompanhamento do egresso. O enfoque do projeto é dirigido, portanto, para trêsmomentos distintos: a consideração em relação aos alunos que estãoingressando, seu perfil e suas expectativas; a consideração em relação à vivênciaacadêmica dos alunos, as condições sob as quais os alunos desenvolvem os seuscursos e; a consideração com o formado, especialmente, nos seus primeiros anosapós a formatura. Nesta dimensão de “política de atendimento aos estudantes” aUniversidade já desenvolve três projetos com o enfoque explicitado e, portanto,com o objetivo de desenvolver políticas que atendam demandas e necessidadesverificadas. São como segue:5.4.1 – Perfil do Aluno Ingressante5.4.1.1 – Categoria: Características Socioeconômicos5.4.1.1.1 – Indicador: Renda e trabalho Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - renda familiar; - - Questionário - - Alunos ingressantes- - renda pessoal; por vestibular- - participação na renda familiar;- - alunos que trabalham5.4.1.1.2 – Indicador: Propriedade Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Possui casa própria; - - Questionário - - Alunos ingressantes- - Possui veículo; por vestibular- - Possui computador;- - Possui computador com acesso à internet.
  28. 28. 5.4.1.2 – Categoria: Características Socioeducacionais5.4.1.2.1 – Indicador: Escolaridade dos pais Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Nível de - - Questionário - - Alunos ingressantes escolaridade dos pais; por vestibular5.4.1.2.2 – Indicador: Escolaridade dos ingressantes Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Cursou o 1ºGrau em - - Questionário - - Alunos ingressantes escola púbica ou privada por vestibular- - Cursou o 2ºGrau em escola pública ou privada;- - Turno que realizou o 2ºGrau;- - Freqüência em curso preparatório do vestibular;- - Possui outro curso superior.5.4.1.3 – Categoria: Características Socioculturais5.4.1.3.1 – Indicador: Dados pessoais Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Sexo; - - Questionário - - Alunos ingressantes- - Idade; por vestibular- - Estado civil- - Número de filhos.- - naturalidade- - cidade em que mora5.4.1.3.2 – Indicador: Expectativa em relação ao curso Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Porque escolheu a - - Questionário - - Alunos ingressantes UEL; por vestibular- - O que espera do curso.
  29. 29. 5.4.1.3.3 – Indicador: Uso do tempo livre Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - O que faz com o - - Questionário - - Alunos ingressantes tempo livre; por vestibular- - Que meio de comunicação utiliza para se informar.5.4.2 – Perfil do Estudante e Vida no Campus5.4.2.1 – Categoria: Condições financeiras5.4.2.1.1- Indicador: Fonte de renda Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Fonte de - - Questionário - - Discentes manutenção;- - Trabalha na UEL;- - Participa em atividade acadêmica remunerada;- - Contribui com a manutenção da família.5.4.2.2– Categoria: Vida acadêmica5.4.2.2.1- Indicador: Dados acadêmicos Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Curso e turno - - Questionário - - Discentes matriculado;- - Forma de ingresso;- - Trancamento e motivo do trancamento de matrícula;- - Satisfação com o curso e o motivo.5.4.2.2.2- Indicador: Necessidades não satisfeitas Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - O que falta ao - - Questionário - - Discentes Campus da UEL;- - Que outros serviços
  30. 30. deveriam ser prestados aos estudantes.5.4.2.2.3- Indicador: Expectativa após o curso Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Pretende trabalhar - - Questionário - - Discentes na área da formação;- - Pretende conciliar outros cursos com o trabalho;- - Continuar estudando.5.4.2.2.4- Indicador: Dados culturais Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Principal fonte de - - Questionário - - Discentes informação;- - Hábito de leitura acadêmica e não acadêmica;- - Compra livros na livraria da UEL;- - Utiliza-se da biblioteca da UEL e com qual freqüência;- - Participa de atividades extra-sala de aula e qual o tipo;- - Participa dos eventos da Casa de Cultura;- - Desenvolve algum tipo de atividade cultural;- - Houve a Rádio Universidade e com qual freqüência;- - Utilização da Videoteca da Universidade e com qual freqüência;- - Sabe usar computador;
  31. 31. - - Usa os computadores da UEL;- - Domina língua estrangeira;- - Freqüenta o Restaurante Universitário;- - Conhece os serviços de apoio jurídico da UEL;- - Utiliza ou já utilizou os serviços jurídicos da UEL;- - Pratica esporte;- - Participa dos programas de esporte do Centro de Educação Física5.4.2.2.5- Indicador: Dados sobre saúde Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Tem plano de saúde; - - Questionário - - Discentes- - Utiliza os serviços de saúde da UEL;- - Tem alguma doença crônica;- - Tem necessidades especiais;- - Já experimentou algum tipo de droga;- - É usuário de algum tipo de droga;- - Faz algum tipo de tratamento de saúde;- - Faz uso de preservativo nas relações sexuais;- - Utiliza outros métodos anticoncepcionais;
  32. 32. 5.4.3 – Acompanhamento do Egresso5.4.3.1 – Categoria: Informações pessoais5.4.3.1.1- Indicador: Dados pessoais Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Sexo; - - Questionário com - - Egresso- - Idade; informações- - estado civil; quantitativas e- - endereço qualitativas. residencial;- - endereço profissional;- - endereço eletrônico5.4.3.2 – Categoria: Informações acadêmicas5.4.3.2.1- Indicador: Formação acadêmica Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Curso de graduação; - - Questionário com - - Egresso- - Curso de pós- informações graduação; quantitativas e qualitativas.5.4.3.3 – Categoria: Informações profissionais5.4.3.3.1- Indicador: Exercício profissional Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Situação após a - - Questionário com - - Egresso formação; informações- - Importância da quantitativas e atividade profissional qualitativas. para o egresso;- - Continuidade da formação profissional;- - Dificuldade de contratação profissional;- - Manutenção do vínculo com a universidade.
  33. 33. 5.4.3.4 – Categoria: Informações sobre o curso realizado5.4.3.4.1- Indicador: Eficácia do curso para o exercício profissional Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Adequação do - - Questionário com - - Egresso programa do curso; informações- - Qualidade do corpo quantitativas e docente; qualitativas.- - Importância das disciplinas básicas;- - Importância das disciplinas optativas;- - Pertinência dos critérios de avaliação do aluno;- - Importância das atividades complementares;- - Importância do estágio supervisionado;- - Importância dos eventos relacionados ao curso: seminários, congressos, simpósios, encontros científicos, etc.5.4.3.5 – Categoria: Importância da Instituição para o egresso5.4.3.5.1- Indicador: interesse pela instituição Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Contato com a - - Questionário com - - Egresso instituição; informações- - Conceito sobre a quantitativas e Instituição; qualitativas.- - Interesse em informar-se sobre as atividades acadêmicas;- - Sugestões para a melhoria da formação.
  34. 34. 5.5 – Projeto de Avaliação dos Projetos de Pesquisa A avaliação dos projetos de pesquisa pretende destacar a importância daatividade na instituição como contribuição ao desenvolvimento científico e social,bem como a pertinência da atividade em relação à realidade socioeconômica ecultural do país, do estado e da região. Pretende, também, destacar o perfil dauniversidade em relação à atividade, quanto às linhas e grupos de pesquisaexistentes, bem como sua concentração em relação aos campos do saber. Damesma forma é objetivo da pesquisa destacar o envolvimento de docentes,discentes e técnicos com a pesquisa e os seus desdobramentos quanto àdisseminação do conhecimento produzido e do seu impacto acadêmico e social.5.5.1 – Categoria: Produção científica.5.5.1.1 – Indicadores: Dados gerais por campo de saber Informações/ Dados Procedimentos Fontes metodológicos e técnicos- - Número de projetos - Analise quantitativa - Base de dados por campo de saber; institucionais- - Número de docentes;- - Discentes e técnicos envolvidos por campo do saber;- - Número de linhas de pesquisa por campo do saber: livros, artigos, palestras, congressos, seminários, vídeos, etc;- - Prêmios recebidos por projeto por campo do saber.5.5.1.2 – Indicador: Fontes de financiamento Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Número de projetos - Analise quantitativa - Base de dados financiados por campo institucionais do saber;- - Números de projetos financiados de fomento por campo de saber;- - Número de projetos financiados pela uel;
  35. 35. - - Número de bolsas concedidas a estudantes em projeto por campo do saber;- - Montante geral dos financiamentos a projetos por campo de saber.5.5.2 – Categoria: Relação da pesquisa e relação com o PDI5.5.2.1 – Indicador: Relação dos projetos com os PP dos cursos de graduação Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Temas dos projetos - Analise Qualitativa - - PPPC e relação com o - - Projeto de pesquisa programa curricular;- - Objetivos dos projetos com os objetivos dos cursos;- - Integração dos projetos com as atividades de extensão;- - Pertinência dos projetos com os problemas sociais.5.5.3 – Categoria: Eventos científicos e relação com o projeto político pedagógico5.5.3.1 – Indicador: Número de eventos por campo do saber Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Tipos de eventos por - Analise quantitativa e - Base de dados campo de saber; qualitativa institucionais- - Número de participantes de eventos por campo de saber;- - Resultados dos eventos por campo de saber.5.5.4 – Categoria: Mecanismos de aprovação dos projetos5.5.4.1 – Indicador: Processos de tramitação dos projetos Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Forma de tramitação - - Analise qualitativa - - Base de dados dos projetos; institucionais- - Tempo médio de aprovação dos projetos;
  36. 36. - - Tempo médio de duração dos projetos.5.6 – Projeto de Avaliação dos Projetos de Extensão A avaliação dos projetos de extensão, igualmente aos projetos de pesquisa,visa destacar a importância destes na instituição para o cumprimento de suafunção social. Cabe destacar os tipos de projetos de extensão e suas vinculaçõescom os campos de saber. Interessa igualmente aferir a concepção dos projetos deextensão na sua relação com as atividades de ensino e pesquisa. Da mesmaforma a avaliação objetiva destacar o envolvimento dos docentes, dos discentes edos técnicos administrativos nas práticas de extensão e os desdobramentosdestas atividades quanto à disseminação e ao impacto socioeconômico e cultural.5.6.1 – Categoria: Produção da extensão5.6.1.1 – Indicador: Dados gerais por campo de saber Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Número de projetos - Analise quantitativa e - Base de dados por campo do saber; documental institucionais- - Número de docentes;- - Discentes e técnicos envolvidos por campo do saber;- - Número de linhas de pesquisa por campo do saber;- - Divulgação da pesquisa e natureza do veículo por campo do saber: livro, artigos, palestras, congressos, seminários, vídeos, etc;- - Prêmios recebidos por projeto por campo de saber.5.6.1.2 – Indicador: Fontes de financiamento Informações/Dados Procedimento Fonte metodológicos e técnicos- - Número de projetos - Analise quantitativa - Base de dados financiados por campo institucionais
  37. 37. do saber;- - Números de projetos financiados por instituições de fomento por campo do saber;- - Números de projetos financiados pela UEL;- - Número de bolsas concedidas a estudantes em projetos por campo do saber;- - Montante geral dos financiamentos a projetos por campo do saber.5.6.2 – Categoria: Relação da extensão com o PDI5.6.2.1 – Indicador: Relação dos projetos com os PP dos cursos de graduação Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Temas dos projetos - - Analise qualitativa - - Base de dados e relação com o institucionais programa curricular;- - Objetivos dos projetos com os objetivos dos cursos;- - Integração dos projetos com as atividades de pesquisa;- - Pertinência dos projetos em relação aos problemas sociais.5.6.2.2 – Indicador: Relação dos projetos com a sociedade e o Estado Informações/Dados Procedimento Fonte metodológico e técnico- - Tipos de projetos e - Analise qualitativa e - - Base de dados atividades de extensão; documental institucionais- - Envolvimento da população externa à universidade com os projetos de extensão;- - Articulação/parcerias dos projetos e atividades de extensão com organizações sociais,
  38. 38. econômicas, culturais e com instituições ligadas ao poder público estatal.5.6.3 – Categoria: Eventos científicos e relação com o projeto pedagógico5.6.3.1 – Indicador: Número de eventos por campo de saber Informações/Dados Procedimento Fonte metodológico e técnico- - Tipos de eventos por - - Analise quantitativa - - Base de dados campo do saber; e qualitativa institucionais- - Número de participantes de eventos por campo do saber;- - Resultados dos eventos por campo do saber.5.6.4 – Categoria: Mecanismos de aprovação dos projetos5.6.4.1 – Indicador: Processo de tramitação dos projetos Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Forma de tramitação - - Analise qualitativa - - Processos/ Base de dos projetos; dados institucionais- - Tempo médio de aprovação dos projetos;- - Tempo médio de duração dos projetos.5.7 – Projeto de Avaliação dos Projetos de Ensino Os projetos de ensino estão diretamente vinculados ao desenvolvimentodas práticas didático-pedagógicas do ensino de graduação e, em especial, àshabilitações em licenciatura que têm importância fundamental no compromisso daeducação superior com o ensino fundamental e médio. Sua importância cresce,cada vez mais, na medida em que novas tecnologias são associadas aosprocessos de ensino-aprendizagem, de modo que, igualmente aos projetos depesquisa e de extensão, os projetos de ensino estão voltados à produção denovos conhecimentos. Interessa-nos saber sobre sua importância na instituição e,especialmente, sobre o impacto dessa atividade nas praticas educacionais dagraduação e do ensino fundamental e médio. E, da mesma forma, interessa sabero envolvimento dos docentes, discentes e técnicos com os projetos de pesquisa.5.7.1 – Categoria: Produção de projetos de ensino
  39. 39. 5.7.1.1 – Indicador: Dados gerais por campo de saber Informações/ Dados Procedimentos Fontes metodológicos e técnicos- - Número de projetos - Analise quantitativa - Base de dados por campo de saber; institucionais- - Número de docentes;- - Discentes e técnicos envolvidos por campo do saber;- - Número de linhas de pesquisa por campo do saber: livros, artigos, palestras, congressos, seminários, vídeos, etc;- - Prêmios recebidos por projeto.5.7.1.2 – Indicador: Fontes de financiamento Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Número de projetos - Analise quantitativa - Base de dados financiados; institucionais- - Números de projetos financiados por instituição de fomento;- - Número de projetos financiados pela UEL;- - Número de bolsas concedidas a estudantes em projetos de ensino;- - Montante geral dos financiamentos a projetos de ensino.5.7.2 – Categoria: Relação dos projetos de ensino com o PDI5.7.2.1- Indicador: Relação dos projetos com os PP dos cursos de graduação Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Temas dos projetos - - Analise qualitativa/ - - PPPC e relação com o documental programa curricular;- - Objetivos dos projetos com os objetivos dos cursos;- - Integração dos
  40. 40. projetos com as atividades de extensão;- - Pertinência dos projetos com os problemas sociais e ao ensino fundamental, médio e superior.5.7.3 – Categoria: Eventos científicos e relação com projeto pedagógico5.7.3.1 – Indicador: Número de eventos Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Tipos de eventos; - Analise quantitativa - Base de dados- - Números de institucionais participantes de eventos;- - Resultados dos eventos (balanço objetivo).5.7.4 – Categoria: Mecanismo de aprovação dos projetos5.7.4.1 – Indicador: Processo de tramitação dos projetos Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Forma de tramitação - - Analise qualitativa - - Base de dados dos projetos; institucionais- - Tempo médio de aprovação dos projetos;- - Tempo médio de duração dos projetos.5.8 – Projeto de Avaliação da Política de Recursos Humanos A avaliação da política de pessoal envolve a capacitação docente e dopessoal técnico e administrativo, bem como condições de vida saudável noambiente de trabalho, pressupondo uma política de qualificação sustentável econdizente com o Projeto Político Pedagógico Institucional. Sua plena realizaçãoestá diretamente relacionada à autonomia do planejamento de recursos humanose à capacidade financeira da instituição.
  41. 41. 5.8.1 – Política de Capacitação Docente O projeto tem por finalidade avaliar a efetividade da política de capacitaçãoe sua adequação ao projeto político pedagógico dos cursos, bem como o seuimpacto nas atividades acadêmicas. Para a essa avaliação, obviamente, não sepode desconsiderar as condições de trabalho e vivência no campus. A pesquisaterá periodicidade de 4 anos. A avaliação será desenvolvida a partir da análise das categorias: condiçõesde permanência no campus; estímulo à capacitação e suas condições derealização; estímulo à participação em eventos científicos e; plano de carreira;programas de atendimento à saúde; programa de apoio econômico-financeiro.5.8.1.1 – Categoria: Política de recrutamento e seleção5.8.1.1.1 – Indicador: Processo de recrutamento e seleção Informações/Dados Procedimento Fonte metodológicos e técnicos- - Processo formal de - - Analise qualitativa - - Base de dados recrutamento; institucionais- - Critérios de seleção;- - Relação dos critérios de seleção com o PP do curso.5.8.1.2 – Categoria: Política de capacitação5.8.1.2.1- Indicador: Incentivos à capacitação Informações/Dados Procedimento Fonte metodológicos e técnicos- - Bolsas para - - Analise qualitativa - - Base de dados capacitação; institucionais- - Financiamento à participação em eventos científicos;- - Estímulo à publicação de trabalhos.5.8.1.3 – Categoria: Condições de trabalho5.8.1.3.1 – Indicador: Condições físicas Informações/Dados Procedimento Fonte metodológicos e técnicos- - Salas de aula - - Analise qualitativa e - - Base de dados
  42. 42. adequadas; quantitativa institucionais- - Existência de salas de permanência adequadas;- - Existência de salas de estudo adequadas;- - Disponibilidade de equipamentos de informática;- - Disponibilidade de material didático adequado;- - Disponibilidade de bibliografia adequada;- - Espaço para convivência extra- atividade acadêmica.5.8.1.3.2 – Indicador: Condições de saúde Informações/Dados Procedimento Fonte metodológicos e técnicos- - Existe plano de - - Analise quantitativa - - Base de dados saúde aos docentes; institucionais- - Existe apoio financeiro por necessidade de saúde;- - Programas de educação física/esportiva;- - Programas de lazer.5.8.1.4 – Categoria: Gestão e incentivo ao desenvolvimento profissional5.8.1.4.1 – Indicador: Quadro de carreira Informações/Dados Procedimento Fonte metodológicos e técnicos- - Estímulo ao - - Analise qualitativa - - Base de dados desenvolvimento institucionais profissional;- - Política salarial condizente à formação.5.8.2 – Política de Capacitação de Técnicos e Administrativos
  43. 43. O projeto tem por finalidade avaliar a efetividade da política de capacitaçãodo pessoal técnico e administrativo para o desempenho de suas funções. Deverãoser considerados não apenas os planos de incentivo à qualificação, mas tambémas condições de trabalho e vida no campus.5.8.2.1 – Categoria: Política de recrutamento e seleção5.8.2.1.1 – Indicador: Processo de recrutamento e seleção Informações/Dados Procedimento Fonte metodológicos e técnicos- - Processo de formal - - Analise qualitativa - - Base de dados de recrutamento; institucionais- - Critérios de seleção;- - Relação dos critérios de seleção com o PDI.5.8.2.2 – Categoria: Política de capacitação5.8.2.1 – Indicador: Incentivos à capacitação Informações/Dados Procedimento Fonte metodológicos e técnicos- - Bolsas para - - Analise qualitativa; - - Base de dados qualificação; - - Entrevista institucionais;- - Financiamento à - - Técnicos e participação em eventos Administrativos. da área de atuação;- - Estímulo à participação em outras atividades institucionais;- - Programas de capacitação institucional.5.8.2.3 – Categoria: Condições de trabalho5.8.2.3.1 – Indicador: Condições físicas Informações/Dados Procedimento Fonte metodológicos e técnicos- - Salas de aulas - - Analise qualitativa; - - Base de dados adequadas para o - - Entrevista institucionais; exercício profissional; - - Técnicos e- - Existência de salas Administrativos. de estudo e lazer;- - Espaço para convivência de atividade profissional.
  44. 44. 5.8.2.3 – Categoria: Condições de trabalho5.8.2.3.2 – Indicador: Condições de saúde Informações/Dados Procedimento Fonte metodológicos e técnicos- - Existe plano de - - Analise qualitativa - - Base de dados saúde aos docentes institucionais- - Existe apoio financeiro por necessidade de saúde5.8.2.4 – Categoria: Gestão e incentivo ao desenvolvimento profissional5.8.2.4.1 – Indicador: Quadro de carreira Informações/Dados Procedimento Fonte metodológicos e técnicos- - Estímulo ao - - Analise qualitativa - - Base de dados desenvolvimento institucionais profissional;- - Política salarial condizente à formação5.9 – Projeto de Avaliação da Estrutura Administrativa e daPolítica de Gestão A avaliação da estrutura administrativa objetiva focar o seu caráter decompetência e funcionalidade no desenvolvimento de suas atividades, emespecial, quanto aos recursos físicos e humanos adequados. Objetiva, também, apartir da estrutura, definida em estatuto, saber da forma de organização eparticipação nas tomadas de decisão, tanto em relação às atividades acadêmicascomo administrativas.5.9.1 – Categoria: Estrutura da universidade5.9.1.1 – Indicador: Unidades e competências Informações/Dados Procedimento Fonte metodológicos e técnicos- - Número de unidades - Analise quantitativa - Base de dados e competências; institucionais- - Números de funcionários;- - Hierarquia funcional por unidade.
  45. 45. 5.9.2 – Categoria: Orgãos de gestão5.9.2.1 – Indicador: Orgãos de gestão acadêmica Informações/Dados Procedimento Fonte metodológicos e técnicos- - Número de órgãos e - - Analise quantitativa - - Base de dados competências; e quantitativa institucionais- - Hierarquia entre os órgãos;- - Composição/ representação nos órgãos de gestão;- - Processo e formas de deliberação.5.9.3 – Categoria: Órgãos de administração5.9.3.1 – Indicador: Órgãos de gestão administrativa Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Número de órgãos e - - Analise quantitativa - - Base de dados competências; e quantitativa Institucionais;- - Hierarquia entre os órgãos de administração;- - Composição/ representação nos órgãos de administração;- - Processo e formas de deliberação.5.10 – Projeto de Avaliação dos Órgãos Suplementares e de Apoio5.10.1 – Categoria: Órgão de apoio ou setorial5.10.1.1 – Indicador: Relação da atividade com o PPPI Informações/Dados Procedimentos Fonte metodológicos e técnicos- - Projeto político de - - Análise qualitativa e - - Base de dados atividade; quantitativa; Institucionais;- - Forma de - - Entrevista. - - Sujeitos das desenvolvimento; atividades.- - População alvo; - - População alvo.- - Alcance da atividade.5.10.1.2 – Indicador: Relação da atividade com o Compromisso social Informações/Dados Procedimentos Fonte
  46. 46. metodológicos e técnicos - - Tipo de atendimento; - - Análise qualitativa e - - Base de dados - - Número de quantitativa; Institucionais; atendimentos; - - Entrevista. - - Sujeitos das - - Impacto alcançado; atividades. - - População alvo. VI CRONOGRAMA GERAL PROGRAMA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UEL Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Atividades 2005 2006MesesDefinição da proposta/projetos
  47. 47. Seminário: Experiência deoutras instituiçõesLevantamento de dadosAnalise das informaçõesRelatórios parciais: Discussãocom unidadesRelatório geral do programaBalanço críticoApresentação do relatóriogeralEncaminhamento aoMEC/CONAESComissão Própria de Avaliação – CPAApoio TécnicoDiretoria de Avaliação e Acompanhamento Institucional – DAAIPró-Reitoria de Planejamento UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA Março/2005

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