Pós EAD SENAC-DF, 4ª aula presencial: Defesa de TCC

859 visualizações

Publicada em

Elaborado para a defesa do TCC (trabalho de conclusão de curso) "ARTE E SUSTENTABILIDADE APLICADA À CRIAÇÃO ARTÍSTICA", para o curso de Especialização lato sensu em Artes Visuais - Cultura e Criação (SENAC-DF)

Publicada em: Educação
1 comentário
1 gostou
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
859
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
132
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
1
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Embora, sob essa ruptura, a arte priorizasse a imaginação e as experiências individuais, libertando gradativamente o artista de retratar a natureza, paradoxalmente alguns movimentos recentes da arte moderna parecem haver trilhado uma espécie de caminho inverso, no sentido de buscar na natureza a fonte das inquietações sociais e ambientais, através de movimentos como a Land Art e seus derivados. Porém, alguns destes movimentos foram um tanto irresponsáveis em termos de impacto ambiental, e isto será discutido mais adiante.
    O objetivo e proposta desenvolvidos para este trabalho são o de sinteticamente estabelecer uma fusão, uma interação entre a Arte os conceitos de Desenvolvimento Sustentável e de "Gambiarra", conforme ideias anteriormente apresentadas em outras atividades desenvolvidas pela autora. Desta forma, a proposta de criação visual aqui apresentada visa promover e estimular a chamada sustentabilidade e a diversidade cultural (cujas definições serão apresentadas adiante), através do emprego de recursos locais.
    Para tanto, o tema deste trabalho debruça-se sobre a intervenção artística urbana, fundindo elementos plástico-cenográficos da linguagem teatral, da chamada Arte de Instalação - que, por si mesma, já sugere um quê de cenográfico -, da proposta de intervenção ambiental da Land Art e dos artefatos popularmente denominados "GAMBIARRA", como recentemente discutido na tese de pós-graduação apresentada por Rodrigo Boufleur para a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (e uma das principais referências incorporadas a este trabalho), linguagens estas direcionadas ao diálogo entre Arte, Sustentabilidade e recursos locais cultural-ambientais.

    PROPOSTA DE CRIAÇÃO VISUAL
    A proposta deste trabalho é a de uma intervenção urbano-ambiental, em locações urbanas como praças, estações de metrô ou rodoviárias, pontos de ônibus e, adicionalmente, jardins botânicos, zoológicos, parques e outras reservas naturais, dentro do cenário urbano ou mesmo fora dele. A todos estes cenários o elemento "gambiarra" é incorporado, como proposta de instalação interativa entre público e evento. Partindo-se destes princípios, a instalação aqui proposta visa estimular o público a interagir, a experimentar diferentes aspectos da sustentabilidade empregados em objetos de uso cotidiano, portanto de fácil acesso às vivências individuais e coletivas, possibilitando aos participantes uma melhor compreensão do dia-a-dia, em vez do público como mero expectador - como esboçam as imagens apresentadas neste trabalho, de componentes cenográficos.
    A título de demonstração puramente hipotética, esta proposta de intervenção urbano-ambiental baseia-se em um conceito previamente trabalhado em atividades no decorrer do curso: o conceito de praça pública - baseado em estudo de Rafael Oliveira de Sousa - como local de relevância sociocultural na dinâmica urbana, verdadeiro palco onde os acontecimentos afluem, caindo no conhecimento do público; “elemento significativo nas trocas e relações cultu-rais, [...] como um ambiente que, por excelência, traduz exatamente o lugar físico da diversidade cultural ” e, por conseguinte, o primeiro espaço físico a proporcionar trocas culturais, nos mais diferentes pontos.
    Cumpre ressaltar que o conceito de praça pública é mencionado aqui, sobretudo, como um conceito espacial passível de aplicação em projetos de criação artística, como o aqui proposto.
  • Conceito espacial empregado neste trabalho: a praça como aspecto relevante da vida social, política e cultural de uma cidade, interiorana ou grande centro, poder de influência sobre o público, constituindo-se em tradicional referência para a qual convergem acontecimentos políticos, culturais, notícias – toda uma dinâmica da qual o público participa e toma conhecimento, no seu cotidiano.
    Assim, uma vez percebida a sua dimensão e seu poder de influência, a praça deve ser respeitada, valorizada e explorada em seu potencial, para uma efetiva participação do público e, quando os acontecimentos permitem, uma interação entre público e acontecimento.
  • “Em termos gerais, pode-se dizer que Desenvolvimento Sustentável é aumentar a qualidade de vida satisfazendo as necessidades atuais, sem comprometer a possibilidade de que as gerações futuras possam fazer o mesmo”.
    (http://www.rumoatolerancia.fflch.usp.br/node/1937)
  • A instalação aqui proposta visa o público a interagir, a experimentar diferentes aspectos da sustentabilidade empregados em objetos de uso cotidiano, convocando-o a participar através da utilização da GAMBIARRA como ferramenta criativa e de soluções, ao invés de atuar como mero expectador das instalações (como costuma ocorrer em eventos do tipo).
    Por fim, a interatividade proposta neste projeto visa quebrar as barreiras do preconceito público em relação a objetos ecologicamente corretos pois, como observa Paulo Oliveira em um artigo de 2008 postado em seu blog (http://paulooliveira.wordpress.com/2008/06/17/tecidos-ecologicamente-corretos/), "é difícil encontrarmos nas lojas etiquetas 'produto ecologicamente correto'. Isso tem um fundamento já detectado pelo [Instituto] Akatu [http://www.akatu.org.br] em uma pesquisa: o público brasileiro não vê com bons olhos produtos reciclados. Tem em sua cabeça que estes produtos são 'sujos' e com qualidade inferior por serem feitos com materiais reusados".
  • O projeto engloba elementos cenográficos (obras de arte da autora redimensionadas como cenários, nos quais itens de decoração confeccionados com materiais ecologicamente corretos são colocados à disposição para uso público+figurantes recrutados para performances em pontos específicos, em figurinos inspirados nas cores e formas empregadas nos cenários, ao som de gêneros como a banda Olodum, forró ou pífanos do Nordeste e música indígena) e cabines de experimentação, decoradas com os mesmos tons dos cenários empregados, colocadas à disposição do público, com exposição de mostruários de materiais ecologicamente corretos, reciclados, à disposição para manuseio e experimentação.
    Todos estes recursos ficariam distribuídos em pontos estratégicos da Rodoviária.
  • A idéia da Plataforma Rodoviária como cenário para uma proposta de instalação interativa foi sugerida por um evento de moda ocorrido em 2009 no mesmo local (http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1006250-5598,00-MODELOS+DE+CALCINHA+PARAM+RODOVIARIA+DE+BRASILIA.html), animado por uma Escola de Samba da cidade, onde modelos masculinos e femininos desfilaram marcas de underwear, em uma data celebrada como o Dia Nacional da Roupa de Baixo. Tal evento abre caminho, portanto, para outros eventos de interação entre o público e a dinâmica própria da Rodoviária.
  • (1966)1) Parangolés, Hélio Oiticica (1964) – inspiração plástica e performática para os figurinos (feitos em um tipo de papel como o proposto neste artigo - http://www.designatento.com/design-sustentavel/eco-design/roupas-de-papel.html), acrescida de cenários compostos de fotos do crepúsculo brasiliense tirados pela autora;
    2) Poltronas Up Series, Gaetano Pesce (1969) – recurso para as “cabines”: ao invés do poliuretano original, seriam confeccionadas com um poliuretano como o adotado neste projeto de carro "verde" (ecologicamente correto), o Jeep Renegade (http://poliuretano.wordpress.com/2008/01/31/poliuretano-em-carro-ecologicamente-correto/), e estas poltronas colocadas à disposição do público nestas "cabines";
    3) Móbile Todo Vermelho, Alexander Calder (1955) – também para as “cabines”, nas quais seriam instalados móbiles confeccionados como mostruários contendo amostras de materiais feitos a partir de reciclagem de materiais (como as garrafas PET, por exemplo), à disposição do público para sensações táteis, para esclarecimento do mesmo;
    4) Cadeira Favela, Irmãos Campana (2003) – referência para móveis confeccionados em materiais eco-friendly, como parte integrante dos cenários propostos neste trabalho;
    5) Escultura Trenzinho, Mira Schendel (1966) – recurso para as “cabines”: a mesma idéia sugerida pelo móbile de Calder, voltada especificamente para tecidos feitos de materiais reciclados, incluído o "papel" utilizado nos figurinos dos "cenários".
  • Frans Krajcberg
  • Andy Goldsworthy
  • A proposta de intervenção urbano-ambiental como ferramenta de pesquisa de linguagens e técnicas artísticas visa “levantar questões e suscitar reflexões”, proporcionando a pesquisa, reutilização e uso criativo de recursos locais, com reaproveitamento e adaptação dos mesmos à criatividade, às técnicas e às linguagens artísticas, bem como a de promover uma conscientização ambiental que, por sua vez, possibilite uma maior interação entre os cenários urbanos e naturais e a busca de soluções ecologicamente corretas para ambos.
    Por outro lado, por envolver uma questão cultural abrangente, variável de acordo com as características regionais de cada lugar, este trabalho levanta aspectos que podem ser desenvolvidos, desdobrados em outros trabalhos como uma fonte de recursos culturais e locais a ser explorada.
  • Figura 01 - Referências visuais iniciais adotadas para este trabalho. Fotomontagem elaborada a partir de ima-gens obtidas pela pesquisa Google.
    Figura 02 - Frans Krajcberg, esculturas diversas. idem.
    Figura 03 - Evento de moda na Plataforma Rodoviária do Plano Piloto, em Brasília, DF (fev. de 2009). Fotos re-produzidas da matéria publicada a respeito no Portal G1 de notícias.
    Figura 04 – Andy Goldsworthy, obras diversas. Fotos obtidas através da pesquisa Google.
    Figura 05 - Fotomontagem com diversas fotos de crepúsculos brasilienses, tiradas pela autora em diferentes épocas do ano (a maioria de celular), entre 2009 e 2010.
    Figura 06 - Fotos analógicas preto-e-branco tiradas pela autora em 1996, remodeladas plasticamente no ato da revelação química e propositalmente sub-expostas ou super-expostas.
    Figura 07 - Espécies da flora do Cerrado. Fotomontagem a partir de imagens obtidas pela pesquisa Google.
    Figura 08 - Fotomontagem a partir de fotos digitais panorâmicas da Plataforma Rodoviária do Plano Piloto de Brasília, tiradas pela autora em Out. de 2010.
    Figura 09 - idem, ibidem.
    Figura 10 - elemento cenográfico: foto de crepúsculo brasiliense, como parte integrante da proposta instalação, inicialmente sugerida para a Plataforma Rodoviária do Plano Piloto de Brasília. Fotomontagem feita a partir de fotos digitais da autora.
    Figura 11 - esboço para intervenção urbana na Plataforma Rodoviária de Brasília, baseado na flora do Cerrado característico da Região Centro-oeste. Foto da autora e fotomontagem a partir de imagens obtidas pela pesquisa Google.
    Figura 12 - esboço para “instalação interativa” nº 1. Montagem feita a partir de foto de crepúsculo feito pela au-tora, mais imagens obtidas pela pesquisa Google.
    Figura 13 - esboço para “instalação interativa” nº 2, idem.
    Figura 14 - entulhos orgânicos provenientes de jardinagem. Fotos da autora, tiradas por celular no bairro do Lago Sul, Brasília, DF (dez/2010).
    Figura 15 - idem, ibidem.
    Figura 16 - esboço para detalhe de uma instalação interativa fundindo elementos da plasticidade presente na flo-ra do Cerrado com a idéia estrutural do móbile de Alexander Calder. Montagem feita pela autora, a partir de ima-gens obtidas pela pesquisa Google.
    Figura 17 - esboço para uma "cabine de experimentação" baseada no Trenzinho de Mira Schendel, idem.
  • Pós EAD SENAC-DF, 4ª aula presencial: Defesa de TCC

    1. 1. Iracema Brochado TCC (Trabalho de Conclusão do Curso) Apresentação para a defesa do TCC Especialização em Artes Visuais – turma AVDF04 Módulo III Rede Pós-EAD SENAC-DF Brasília, DF – 22/12/2010
    2. 2. Apresentação destinada à defesa do TCC – Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização em Artes Visuais – Cultura e Criação pela pós-EAD do SENAC-DF, e baseada na monografia redigida sobre o mesmo. No meio-tempo transcorrido entre a entrega da monografia e a preparação deste powerpoint, alguns pontos foram acrescentados ou re-elaborados. nota preliminar A autora 2
    3. 3. 1. Introdução A. Desenvolvimento prático e teórico B. Conceitos motivadores e desenvolvimento teórico C. Recursos técnicos e resultados pretendidos 2. Proposta visual: esboços 3. Conclusão 4. Créditos das imagens SUMÁRIO 3
    4. 4. INTRODUÇÃO 4 Paradoxo: de um lado, a Arte Contemporânea, em sua gênese, visava priorizar a imaginação, libertando o artista de apenas retratar a natureza; de outro, alguns movimentos recentes parecem haver trilhado uma espécie de caminho inverso no sentido de buscar, na própria natureza, a fonte das inquietações sociais – e ambientais. Objetivo e proposta: sinteticamente, estabelecer uma fusão, uma interação entre a Arte os conceitos de Desenvolvimento Sustentável e de "Gambiarra“. O elemento “GAMBIARRA” como elo de ligação, enquanto princípio, conceito estético. Os conceitos espaciais de PRAÇA PÚBLICA como espaço de sociabilidade e de Arte de Instalação, portanto aplicáveis a um projeto de intervenção artística. Proposta de criação visual: INTERVENÇÃO ARTÍSTICA (urbana ou ambiental), com elementos plástico-cenográficos, da Land Art e da “GAMBIARRA”. Diálogo entre ARTE, SUSTENTABILIDADE e DIVERSIDADE CULTURAL (i.e. recursos locais, culturais e ambientais).
    5. 5. 5 Conceito motivador 1: PRAÇA A PRAÇA PÚBLICA: Foco de vida social, política, econômica e cultural no cotidiano da cidade Poder de influência Referência Dinâmica social Interação PÚBLICO ACONTECIMEN TOS
    6. 6. Embora o termo “Gambiarra” seja comumente entendido no sentido pejorativo (como algo em condições precárias, primitivo, provisório, transitório, mal-acabado, rústico), a gambiarra possui uma característica inerente de design, de raciocínio espacial, como uma espécie de design alternativo. Conceito motivador 2: GAMBIARRA 6 Palavra-chave: Improvisação Outras: Técnica Adaptação Solução Criatividade Informalidade Intervenção alternativa, através do uso de recursos materiais disponíveis Propensão cultural Manifestação característica da cultura brasileira (embora não exclusiva) Fonte: BOUFLEUR, Rodrigo
    7. 7. 7 contextualização #1: Cultura e Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento Sustentável e Cultura: DIVERSIDADE CULTURAL Valorização da MULTICULTUR ALIDADE Preservação das identidades culturais, da memória artística e cultural, dos patrimônios artísticos e históricos etc.
    8. 8. Conceito inicial de “sustentável” engloba 3 dimensões: econômica, social e ambiental Nisto, observa-se a ênfase CULTURAL da sustentabilidade como sendo recente Especialmente nas políticas públicas, Arte e Cultura tendem a ser tratadas como “segmentos específicos” Por isso, Karin Vecchiatti salienta que o desenvolvimento cultural pode ser benéfico para o desenvolvimento socioeconômico como um todo: “Lida com a criatividade que transita entre o novo e o antigo e impulsiona a sociedade a construir um quadro de referência com relação a seu futuro.” contextualização #2: dimensão cultural da sustentabilidade 8
    9. 9. A questão da relação entre o homem e a natureza presente na História da Arte, sendo que a Land Art aprofunda-se nesta questão antiga. Se de um lado algumas obras do gênero já causaram impacto ambiental negativo, outros artistas (como Goldsworthy) demonstram que uma intervenção sutil é possível promovendo-se, assim, uma comunhão entre Arte homem e natureza Embora boa parte destas manifestações tenha priorizado os cenários naturais, seus conceitos podem também ser aproveitados como integrantes cênicos, paisagísticos, até lúdicos do cenário urbano (como obras recentes decorrentes de políticas culturais adequadas o demonstram), a exemplo da obra de José Resende, para citar-se um exemplo puramente brasileiro. Alguns dos principais expoentes: Javacheff Christo, Robert Smithson, Andy Goldsworthy, Walter de Maria, Richard Long, Art Sonfist contextualização #3: Arte Ambiental, ou Land Art 9
    10. 10. Proposta PROJETO SUSTENTABILIDADE GAMBIARRA 10 conceitos / elementos ARTE •Criatividade •Adaptação cultural •Busca de soluções •Incentivo à pesquisa de recursos locais 1. Desenvolvimento sustentável promovendo as culturas locais 2. Educação ambiental 3. Aplicações à Arte, à Arquitetura e ao Design Espaço físico: CENÁRIO URBANO OU NATURAL
    11. 11. Conscientização ambiental: promover uma maior interação entre o cenário urbano/natural e a busca de soluções ecologicamente corretas para a Arte, Arquitetura ou Design. Uso da “gambiarra” como recurso e saída criativa de soluções sustentáveis para o cotidiano mediante o uso de recursos locais, valorizando-se a diversidade cultural local. Interação entre público e evento, mediante experimentação dos recursos apresentados. Quebrar barreiras do preconceito, especialmente do público brasileiro, em relação a produtos reciclados (como constatado em recente pesquisa feita pelo Instituto Akatu). objetivos 11
    12. 12. Recursos empregados pelo projeto 12
    13. 13. instalação interativa: a idéia (prática) 13 Evento de moda ocorrido em 17/02/2009 na Rodoviária, animado por uma Escola de Samba brasiliense, onde modelos masculinos e femininos desfilaram marcas de underwear, em uma data celebrada como o Dia Nacional da Roupa de Baixo. (Fonte: Portal G1, fotos da reportagem)
    14. 14. Elementos: referências plásticas (1) 14 Mira Schendel, Trenzinho Irmãos Campana, Cadeira Favela Alexander Calder, móbile Hélio Oiticica, Parangolés Gaetano Pesce, Poltronas Up Series
    15. 15. Elementos: José Resende: intervenção referências plásticas (2) 15 Marcel Duchamp: ready-made Robert Smithson: Land Art urbana Mimmo Rotella: colagem
    16. 16. 16 Frans Krajcberg Elementos: referências plásticas (3)
    17. 17. 17 Elementos: referências plásticas (4) Andy Goldsworthy
    18. 18. Elementos: CREPÚSCULO BRASILIENSE Fotos de crepúsculos brasilienses, tiradas pela autora desta proposta, em épocas © Iracema Brochado 18 diferentes do ano (de 2009 a 2010).
    19. 19. Fotos analógicas em P&B, tiradas e copiadas em papel (1996), como idéia de plasticidade para uma intervenção de caráter ambiental © Iracema Brochado Elementos: plasticidade 19
    20. 20. Elementos: recursos locais Alguns exemplos da flora do Cerrado, característica da região Centro-oeste, onde várias espécies de plantas, flores e frutos são dotadas de uma plasticidade toda 20 peculiar.
    21. 21. Folhas secas de palmeira bambu Algumas sugestões para a confecção: Sobras (aparas) de jardinagem Para estrutura, revestimento, acabamernto etc. Elementos: sugestões de materiais21
    22. 22. Plataforma Rodoviária do Plano Piloto, Brasília – DF, 2010. (Neste, e no slide seguinte) © Iracema Brochado Cenário hipotético 22
    23. 23. © Iracema Brochad2o3
    24. 24. Montagem: cenário para intervenção urbana, a partir de elementos cenográficos PROPOSTA VISUAL: ESBOÇOS24
    25. 25. 25 Montagem: proposta para uma “cabine de experimentação nº 1
    26. 26. Montagem: esboço de um componente para “cabine de experimentação” a partir das referências plásticas apresentadas e de recursos 26 locais Exemplos de flores e frutos do Cerrado
    27. 27. 27 ...A partir do Trenzinho de Mira Schendel Montagem: esboço para “cabine de experiment ação” nº 2...
    28. 28. 28 Fotomontagem: tema ambiental para uma intervenção urbana, a partir de elementos regionais (no caso, flores do Cerrado) © Iracema Brochado
    29. 29. 29 Fotomontagem: sugestão para “ilusão de ótica” em uma intervenção urbana, a partir de uma das fotos de crepúsculo. © Iracema Brochado
    30. 30. CONCLUSÃO 30 intervenção urbano-ambiental como ferramenta de pesquisa de linguagens e técnicas artísticas “levantar questões e suscitar reflexões” pesquisa, reutilização e uso criativo de recursos locais reaproveitamento e adaptação dos mesmos à criatividade, às técnicas e às linguagens artísticas Por fim, este trabalho levanta aspectos que podem ser desenvolvidos, desdobrados em outros trabalhos - como fonte de recursos culturais e locais a ser explorada.
    31. 31. 31  Slide 13 – fotos da reportagem.  Slides 14 a 17/20 – imagens obtidas através da pesquisa Google.  Slides 18 a 19/21 a 23 – fotos tiradas pela autora, em câmera digital e de celular.  Slides 24 a 29 – montagens e fotomontagens feitas pela autora. CRÉDITOS DAS IMAGENS
    32. 32. 32 A presente obra encontra-se sob a licença Creative Commons Attribution-NonCommercial- NoDerivs 3.0 Unported. Para visualizar uma cópia da licença, clique aqui ou envie carta para: Creative Commons 171 2nd Street, Suite 300 San Francisco, CA 94105, USA © 2010, Iracema Brochado

    ×