Portfolio Arq CláUdia Castro

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Portfolio Arq CláUdia Castro

  1. 1. CC|ARQ cláudia castro.arquitetacurriculum vitae.portfolio
  2. 2. claudia castro. a r q u i t e t a Nome Cláudia Leandro de Castro Morada Caldas da Rainha Telemóvel + 351 917 664 077 E-mail clcastro@portugalmail.pt Nacionalidade PortuguesaData de nascimento 05 de Junho 1979 Profissão ARQUITETA Membro da OASRS nº 14864Formação académica 1998-2005. Licenciatura em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa (FAUTL). Média final de curso 13 valores. CURRICULUM VITAE Experiência Outubro de 2009 a Maio 2011. Colaboração com Gabinete de Engenharia e Projetos. Caldas da Rainha. Profissional Elaboração de Projetos de Arquitetura, nas fases de estudo prévio e projeto base. Principais projetos desenvolvidos: Habitação - Projeto para 30 Moradias Unifamiliares – Loteamento Fonte de David - Óbidos - Edifício de Habitação Coletiva (5 fogos) – Praia da Vieira – Marinha Grande - Edifício de Habitação Coletiva (12 fogos) – Algueirão/ Mem Martins - Sintra - Edifício de Habitação Coletiva (30 fogos) – Albufeira - Edifício de Habitação Coletiva (6 fogos) + Espaço Comercial – Carvoeiro - Lagoa - 3 Moradias Unifamiliares – Trabalhias – Caldas da Rainha - Moradia Unifamiliar - Santa Catarina – Caldas da Rainha - Estudo Prévio para Habitação Unifamiliar – Venda Nova – S. Martinho do Porto – Alcobaça Indústria - Unidade Industrial (Fábrica de Bolos) – Benedita – Alcobaça Comércio - Projeto de Alteração de Armazém para Oficina Automóvel – Caldas da Rainha - Legalização e alteração de diversos estabelecimentos comerciais na área da restauração e bebidas Planeamento e Urbanismo - Alteração ao Projeto de Loteamento Fonte de David (30 lotes) – Óbidos - Estudo para desenvolvimento de uma cidade sustentável para 4 mil habitantes. Projecto ÉDEN – Cidade Natureza. Serviços - Concurso de Ideias para o Edifício da nova Sede da Empresa Makwise – Parque Tecnológico das Caldas da Rainha. 01
  3. 3. claudia castro. a r q u i t e t a Experiência Jun. a Set. 2009. Colaboração com Gabinete de Arquitetura e Engenharia. Alcobaça. Profissional - Levantamento Arquitetónico de Conjunto Edificado no Centro Histórico da Vila de Óbidos Dez. 2006 a Ago. 2008. Colaboração com a Câmara Municipal de Óbidos. Gabinete de Habitação. Elaboração de Projetos de Arquitetura no âmbito do programa Re-Habitar (Habitação Social no concelho de Óbidos) nas fases de estudo prévio, projeto base e projeto de execução. Principais projetos desenvolvidos: Habitação Social - Reabilitação de 2 Edifícios para 6 fogos de Habitação Social - Amoreira - Óbidos - Construção de 2 Edifícios para 10 fogos de Habitação Social - A-da-Gorda - Óbidos - Construção de 2 Edifícios para 12 fogos de Habitação Social - Bairro dos Arcos - Óbidos - Recuperação de Moradia Unifamiliar – Usseira - Óbidos - Recuperação de Moradia Unifamiliar - A-dos-Negros - Óbidos - Reconstrução de Moradia Unifamiliar - Vale de Janelas – Amoreira - Óbidos CURRICULUM VITAE Jan. a Dez. de 2006. Estágio de Admissão na Ordem dos Arquitetos. C.M. Óbidos. Gabinete de Gestão do Património Histórico de Óbidos (GGPHO). - Plano de Estágio: Elaboração de Estudo Prévio para Plano de Pormenor de Salvaguarda e Reabilitação da Aldeia de A-dos-Negros Mar. a Nov. 2005. Estágio Curricular. Câmara Municipal de Óbidos. Gabinete de Gestão do Património Histórico de Óbidos (GGPHO). - Plano de Estágio: Estudo da Caixilharia Antiga no Centro Histórico de Óbidos Formação Seminários:Complementar Fev. 2008. Seminário sobre alterações ao Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação (RJUE) – Lei nº 60/2007, de 4 de Setembro. Nov. 2007. Seminário de “Certificação Energética”. Associação Industrial da Região do Oeste (AIRO). Mar. 2007. Jornadas de Certificação Energética em Edifícios - Eficiência Energética e Qualidade do Ar Interior. (AIRO). Jan. 2007. Seminário de Habitação Social Municipal. Câmara Municipal de Évora. Out.2007. 1ª Acção de Formação sobre o DL 163/ 2006. Instituto Nacional de Reabilitação (INR). Conferências: Set. 2007. “Territórios Criativos e Espaços Construídos”. Centro de Design de Interiores Maria José Salaviza - Óbidos Abr. 2006. “Aldeias do Xisto - Conhecer para Valorizar”. Faculdade de Arquitectura – UTL. Mar. 2006. "Reabilitação e Revitalização de Centros Históricos". Câmara Municipal de Torres Vedras Cursos de Formação: Nov.2005 a Fev.2006. Formação Inicial Pedagógica de Formadores, (Certificado de Aptidão Profissional – CAP). Abr. 2010. Google SketcUp. MegExpansão. Caldas da Rainha. Abr. a Jun. 2007. 3D StudioViz. Cencal. Caldas da Rainha. Nov. 2001 a Nov. 2002. AutoCad2000. Microcamp International. Lisboa. Aptidões Domínio do software AutoCad (2D e 3D). Técnicas Domínio do software Office (Word, Excel e PowerPoint). Domínio da Internet e Correio Electrónico. Conhecimentos básicos das aplicações gráficas (Photoshop, CorelDraw, 3D StudioViz e Google SketchUp). 02
  4. 4. claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIOP R O J E T O S _ Colaboração com Gab. De Engenharia e Projetos2009_2011 03
  5. 5. L O T E A M E N T O | 30 lotesÓbidos2011 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 04
  6. 6. H A B I T A Ç Õ E S U N I F A M I L I A R E S | 30 fogosÓbidos2011 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 05
  7. 7. H A B I T A Ç Õ E S U N I F A M I L I A R E S | 30 fogosÓbidos2011 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 06
  8. 8. H A B I T A Ç Õ E S U N I F A M I L I A R E S | 30 fogosÓbidos2011 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 07
  9. 9. H A B I T A Ç Õ E S U N I F A M I L I A R E S | 30 fogosÓbidos2011 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 08
  10. 10. E D I F Í C I O H A B I T A Ç Ã O C O L E T I V A | 5 fogosPraia da Vieira_Marinha Grande2011 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 09
  11. 11. E D I F Í C I O H A B I T A Ç Ã O C O L E T I V A | 12 fogosAlgueirão_Sintra2011 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 10
  12. 12. E D I F Í C I O H A B I T A Ç Ã O C O L E T I V A | 30 fogosAlbufeira2010 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 11
  13. 13. E D I F Í C I O M A K E W I S E | equipamentoCaldas da Rainha2010O volume, cuja implantação foi definida em projeto de loteamento, recolhe-se na partealta do terreno, a Sudeste, relacionando-se com a topografia, acompanhando o declivenatural do terreno e erguendo-se em direção à estrada.Da forma volumétrica em L, nascem dois corpos, perpendiculares, que se intersetam claudia castro. a r q u i t e t anum terceiro corpo: a caixa.A caixa é o corpo central, através do qual se faz a receção e a distribuição do espaço.O programa é assim organizado em dois volumes paralelepipédicos, perpendicularesentre si, com uma geometria simples, em que os ambientes interiores são tãoimportantes como o exterior.A rampa através da qual se pode aceder ao edifício, acompanha toda a frente virada aPoente, acentuando a horizontalidade do volume, que segue a paisagem.Nesta frente, o volume é rasgado, ao nível do piso térreo elevado, pelo pano de vidro,recuado, que marca uma linha de tensão entre duas massas, fazendo a distinção entrepisos e assinalando as zonas comerciais. Proporciona uma abertura visual com a PORTFOLIOenvolvente exterior. Aqui, predomina o fator transparência. Cada espaço tem uma dassuas faces totalmente envidraçadas de modo a permitir que o exterior faça parte deles.Ao nível do piso superior o edifício encerra-se sobre si mesmo. Nas áreas dedicadas àszonas de trabalho, a presença da luz natural assume outro papel, pontual, de orientação.Salas comuns de trabalho têm pequenos apontamentos de luz zenital, que marcam adinâmica intrínseca a estes espaços.Por fim, nas extremidades do L, o contato com a envolvente exterior recupera-se.Chegamos ao fim! Queremos ver o que se passa lá fora! 12
  14. 14. E D I F Í C I O M A K E W I S E | equipamentoCaldas da Rainha2010 Sustentabilidade contemporâneo conforto Luz solar claudia castro. a r q u i t e t a tecnologia energia eco Reciclagem Ventilação natural Acessibi li dades ambiente PORTFOLIO 13
  15. 15. ÉDEN _CIDADE NATUREZAEstudo para desenvolvimento de uma cidade sustentável para 4 mil habitantes2010 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 14
  16. 16. MORADIA UNIFAMILIARSta. Catarina_Caldas da Rainha2009 claudia castro. a r q u i t e t a mll mlr frig. Cozinha bb 17.00 m² Circ. 10.20 m² I.s. 8.00 m² L Sala Quarto 33.30 m² 14.75 m² PORTFOLIO Varanda 23.20 m² 15
  17. 17. MORADIA UNIFAMILIARTrabalhias_Caldas da Rainha2009 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 16
  18. 18. MORADIA UNIFAMILIARTrabalhias_Caldas da Rainha2009 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 17
  19. 19. 2005_2008 CÂMARA MUNICIPAL DE ÓBIDOS18 PORTFOLIO claudia castro. a r q u i t e t a
  20. 20. H A B I T A Ç Ã O S O C I A L | 10 fogosA-da-Gorda. Óbidos2008 GÁS RSU claudia castro. a r q u i t e t a … As fachadas reforçam o espaço urbano e são caraterizadas por elementos importados da arquitetura vernacular, visíveis em todo o concelho de Óbidos, e que assumem agora um importante papel nesta nova intervenção. São exemplos disso as chaminés adoçadas às paredes das fachadas ou das empenas, os pequenos muros que são usualmente utilizados como bancos, ou onde são colocados vasos com flores, os muros altos dos quintais PORTFOLIO como continuidade das fachadas, os portões de acesso aos logradouros, as flores nas janelas e as escadas exteriores. As entradas nas habitações são claramente definidas por reentrâncias na construção, representando a transição de fora para dentro e enfatizando a entrada como um processo e não uma mera descontinuidade na parede reta. 19
  21. 21. H A B I T A Ç Ã O S O C I A L | 12 fogosBairro dos Arcos. Óbidos2008 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO … Numa malha urbana que apresenta fortes descontinuidades, este 3 conjunto habitacional vai conferir a homogeneidade e caracterização a este lugar, respeitando as pré-existências e preenchendo os vazios urbanos, criando novas frentes de rua. A intervenção proposta procura tirar partido máximo da morfologia natural do terreno, fazendo os ajustes necessários às exigências 2 estabelecidas no DL nº 163/2006 que garantem, entre outras, as condições de acessibilidade no espaço público. O projecto adapta-se ao terreno, respeitando os percursos viários e 1 pedestres pré-existentes, assim como a construção e as características físicas locais. As habitações acomodam-se ao terreno em 3 volumes com duas frentes viradas a norte e a sul. Nos edifícios 1 e 2 cada habitação tem o seu logradouro virado a sul. 20
  22. 22. H A B I T A Ç Ã O S O C I A L | 12 fogosBairro dos Arcos. Óbidos2008 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 21
  23. 23. H A B I T A Ç Ã O S O C I A L | Reabilitação de Edifício para 6 fogosAmoreira. Óbidos2008 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 22
  24. 24. G E S T Ã O D O P A T R I M Ó N I O | Estudo Prévio_Plano de Salvaguarda de Aldeia Histórica de A-dos-NegrosTrabalho de Estágio. Óbidos A área de estudo corresponde ao núcleo antigo da aldeia,2007 em vias de classificação como "Conjunto de Interesse Municipal". Define-se como sendo a zona de tecido ainda compacto, a preservar pelo seu interesse arquitectónico, no que respeita ás suas características, morfologia das construções e à sua organização espacial. Apesar de aparentar em alguns casos um razoável estado de conservação, apresenta ainda situações de precárias condições de habitabilidade e ruína, necessitando de uma claudia castro. a r q u i t e t a urgente revitalização do património existente. O Plano de Pormenor de Salvaguarda e Reabilitação será o instrumento legal de gestão urbanística desta área, que possibilitará a conservação e reabilitação do património local, estabelecendo as bases para a preservação da Aldeia de A-dos-Negros, classificando as regras nas diversas intervenções. Numa tentativa de sistematização e operacionalidade do trabalho, dividiu-se a área de estudo, correspondente à aldeia histórica de A-dos-Negros, em quatro zonas diferenciadas de levantamento: PORTFOLIO Área 1, Área 2, Área 3 e Área 4. A Área 1 corresponde à zona de intervenção do presente Plano, em vias de Classificação como "Conjunto de Interesse Municipal". As áreas 2, 3 e 4 correspondem ás zonas envolvente, situadas a sul, poente e norte, respectivamente. Com vista a facilitar a localização e identificação do edificado, os edifícios foram numerados, sendo o edifício nº1 o que se encontra mais a sul, dentro de Área de Intervenção (Área1). No todo foram levantados cerca de 100 edifícios, que compõem este aglomerado urbano. O levantamento de cada área consistiu na elaboração e preenchimento, in situ, de fichas do edificado, anotando as suas características e condições de habitabilidade, plantas de análise do edificado e da malha urbana, levantamentos fotográficos e desenhos. 23
  25. 25. G E S T Ã O D O P A T R I M Ó N I O | Caixilharia Tradicional no Centro HistóricoTrabalho de Estágio. Óbidos2006 claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIO 24
  26. 26. claudia castro. a r q u i t e t a PORTFOLIOA C A D É M I C O S _ Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa1998_2005termas foz praça PU_caldas 25
  27. 27. C O M P L E X O T E R M A L | 5ºanoMata das Caldas da RainhaProjeto III claudia castro. a r q u i t e t a A Á G U A , u m b á l s a m o p a r a o c o r p o e a m e n te PORTFOLIOSimbologias. As significações simbólicas da água resumem-se em três temasdominantes: a água como fonte de vida, como meio de purificação e de regenerescência.Podem também distinguir-se duas classes simbólicas: a água em movimento e a águaparada.A água, como massa indiferenciada e informal, representa a infinidade dos possíveis.Como elemento gerador da vida e regenerador corporal e espiritual é também símboloda pureza, da sabedoria e da virtude.Os poços, as fontes e lagos são lugares de espanto e alegria, considerados por vezessagrados. É junto das fontes e dos poços que se realizam os encontros essenciais doHomem. Tal como a luz, a água possui um significado espiritual, adquirindo o sentido doque é eterno.Na religião cristã a água do batismo lava os pecados, ou seja, ela simboliza a transiçãode um estado impuro para um novo estado inicial. A água é símbolo universal da vida eda renovação.A água parada representa a pureza passiva. Pelo fato de espelhar o que a rodeia torna-se num meio e num lugar de revelação, de encontro e de união do mundo físico com ometafísico. 26
  28. 28. C O M P L E X O T E R M A L | 5ºanoMata das Caldas da RainhaProjeto III A claudia castro. a r q u i t e t a área de circulação de serviço vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário 31.80 m² 2.70 m² 2.70 m² 2.60 m² 2.60 m² 2.60 m² 2.60 m² i.s.m. arrecadação sala secretária sala direcção gabinete adjunto sala secretária arquivo 12.50 m² 4,00 14.40 m² 16.60 m² 16.50 m ² 16.50 m² 10.90 m² 12.50 m² espaço de estar espera e arrefecimento piscinas 34.20 m² 33.30 m ² termais i.s. 74.40 m² 3.90 m² vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário 2.70 m² 2.70 m² 2.60 m² 2.60 m² 2.60 m² 2.60 m² arrumos i.s.f. 3.60 m² 3.80 m² área de circulação área de distribuição área de circulação área de circulação 3,00 sala gabinete adjunto secretaria átrio bebedouro 24.90 m ² 23.00 m² 46.70 m² 39.70 m² reuniões 14.10 m² 29.80 m² 62.90 m² i.s.def. 24.54 m² 5.48 m² i.s. 2.80 m ² arrumos i.s.f. 1.90 m ² 2.30 m ² arrumos banho vestiário banho vestiário banho vestiário banho vestiário banho vestiário arrumos arrumos i.s.f. vestiário i.s.m. sala café vestíbulo acessos tesouraria limpeza imersão 5.20 m ² imersão 5.20 m ² imersão 5.20 m ² imersão 4.00 m² imersão 6.00 m ² 5.50 m² 5.50 m ² 9.30 m² 3.00 m ² 5.50 m² 9.00 m² 10.00 m² serviço 13.00 m ² i.s.def. i.s.m. i.s.f. 2.70 m ² 5.40 m² 5.40 m² 5.40 m² 5.40 m² 5.40 m ² 2.90 m² 4.80 m² 2.70 m ² i.s.f. i.s.def. i.s.f. 5,50 8.80 m² 3.83 m² 8.80 m² área de circulação de serviço área de circulação 82.80 m ² espera e arrefecimento 72.20 m² 19.60 m ² 25,40 F RIG. vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário vestiário arrecadação acessos 3.00 m² 3.00 m² 3.40 m² 3.40 m ² 3.50 m² 3.50 m² 3.45 m² 3.45 m ² 3.45 m² 3.45 m² 3.10 m² 3.10 m² 3.60 m ² 3.60 m ² 3.45 m² 3.45 m² 3.00 m² 3.00 m ² 10.00 m ² piso superior cozinha bar sala café acessos 4,50 16.90 m² 9.00 m ² 23.00 m² piso superior vapor vapor vapor vapor vapor vapor vapor vapor vapor vapor duche vichy duche vichy arrumos i.s.func duche de agulheta duche de agulheta coluna coluna coluna coluna coluna coluna coluna coluna coluna coluna 11.00 m ² 10.00 m² limpeza 4.00 m² 10.20 m ² 11.10 m² 5.40 m² 5.40 m² 5.30 m² 5.30 m² 5.30 m² 5.30 m² 4.80 m² 4.80 m² 5.50 m ² 5.50 m² 4.94 m² MLL MLL i.s.m. i.s.f. 8.20 m² 7.80 m ² área de circulação espera e arrefecimento arrumos 150.00 m ² 15.40 m ² 3.35 m² 5,50 i.s.def. 3.30 m ² i.s. i.s. vestiário i.s.def. acessos i.s.def. vapor parcial vapor parcial arrumos arrecadação i.s. i.s. despensário gabinete de enfermagem 2.60 m² 4.30 m ² 3.80 m² 5.90 m² serviço 4.40 m² 11.50 m ² 10.00 m ² i.s. gabinete de 8.90 m ² formadores limpeza 7.70 m ² 4.60 m ² 5.30 m² 11.40 m² e medicina de urgência i.s. 11.90 m² 4.00 m² 24.00 m ² 2.60 m² arrumos recepção duche 4.50 m² 10.60 m² átrio bebedouro 2.60 m² 2,9 0 64.00 m² duche i.s. inalações e irrigações 2.60 m² 5.60 m ² 58.90 m ² sala piano sala de sala de espera vestiário vestiário vestiário aplicação de 106.30 m ² formação 18.00 m ² 2.30 m ² 2.30 m² 2.30 m² lamas 56.00 m² 10.60 m² 4,15 vestiário aplicação de lamas depósito consultório médico consultório médico consultório médico sala funcionários arrumos funcionários sala de fisioterapia 8.60m² de lamas 15.60 m ² 13.35 m² 14.90 m² 18.30 m² 4.00 m ² 9.20 m² 59.90 m² 4.00m² ENTRADA ENTRADA PISO TÉRREO PISO TÉRREO 5,45 4,30 4,75 4,75 4,75 4,75 4,30 4,90 4,7 5 4,75 4,75 4,75 4,90 4,30 4,70 4,80 4 ,75 4,75 4,30 4,90 4,75 4,7 5 4,30 27,60 28,80 27,60 18,67 103 ,60 5,45 89.00 PORTFOLIO Corte transversal Corte longitudinal 27

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