Vulcanismo

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  • As erupções vulcânicas e os sismos são fenómenos que mostram a grande actividade do nosso planeta.
  • Filme1: Constituição de um vulcão.
    Fonte: CD3
    Lava – magma fundido e parcialmente desgaseificado que atinge a superfície da crosta terrestre
    Magma – material rochoso total ou parcialmente fundido, rico em água e gases e com mobilidade, existente no interior da Terra, a altas temperaturas.
  • Fig.1 – Estrutura vulcânica
    Fonte: Coelho, 1998
  • Erupções vulcânicas – subida e expulsão do magma para a superfície terrestre.
  • Fig.1 – Actividade eruptiva
    Fonte: site 6
  • Fig.1 – Emissão de piroclastos
    Fonte: Site 5
  • Fonte: CD4
  • Fig.1 – Bomba vulcânica.
    Fig.2 – Lapilli
    Fonte: Simões, 1997
  • Fig.1 – Bomba vulcânica.
    Fig.2 – Lapilli
    Fonte: site 5
  • Fig.1 – Bomba vulcânica.
    Fig.2 – Lapilli
    Fonte: site 25
  • Fig.s 1 a 5 – lava
    Fonte: CD6
    A lava, de composição variada, é o produto vulcânico de natureza líquida.
    Viscosidade da lava – velocidade de escoamento e do teor em gases.
  • Fig. Vulcão estromboliano
    Site 26
  • Fig. 1 e 2 – esccoada lávica
    Fonte: site 6
    Fluido – que corre em estado líquido.
    Escoada – torrente de lava que escorre ao longo das encostas do cone vulcânico, graças à sua fluidez.
  • Fig.1 – Lava de viscosidade intermédia
    Fonte: CD6
    A viscosidade de uma lava depende, essencialmente da composição do magma que lhe deu origem. Um magma rico em Fe e pobre em Si (magma básico) é fluido. No entanto, o inverso (magma ácido, rico em Si) torna-o viscoso.
  • Não existem dois vulcões iguais. A forma de um vulcão permite traçar-lhe a sua história passada. Um cone íngreme indica erupções provavelmente violentas, um vulcão baixo de vertentes suaves indica erupções possivelmente mais calmas.
    Quando estão em actividade, os vulcões podem oferecer aspectos muito diversificados, resultando daí uma classificação específica para os diferentes tipos de erupção vulcânica.
  • Fig.1 – erupção havaiana
    Fonte: Simões, 1997
    Fig.2 Vulcão Manua Loa
    Fonte: site 6
    Erupções relativamente silenciosas em que a lava transborda da cratera e forma escoadas que podem atingir distâncias consideráveis – rios de lava.
    Neste tipo de erupção não há explosões nem projecção de piroclastos uma vez que as lavas são muito fluidas e, por isso, libertam facilmente os gases.
  • Fig.1 - Corrente lávica
    Fonte: CD6
  • Fig.1 – erupção estromboliana
    Fonte: Simões, 1997
  • Fig.s 1 e 2 – Vulcão Stromboli
    Fonte: CD6
  • Fig.1 – erupção vulcaniana
    Fonte: Simões, 1997
    As lavas apresentam uma viscosidade significativa. A erupção dá-se através de violentas explosões, com projecções de bombas, lapilli e cinzas. Estas, devido ao facto de serem muito leves e finas, podem permanecer na atmosfera durante longos períodos de tempo.
  • Fig.1 – erupção peleana
    Fonte: Simões, 1997
    Formam-se agulhas de lava sólida; através das fendas, os gases libertam-se transportando consigo, em suspensão, uma grande quantidade de materiais sólidos, essencialmente cinzas incandescentes, que formam uma nuvem, a nuvem ardente, que destrói tudo à sua passagem.
  • Fig.1 – Cone vulcânico
    Fonte: CD5
  • Chaminés vulcânicas - São a abertura através da qual o magma sobe à superfície.
  • Erupção vulcânica: É a subida do magma à superfície através de fendas.
  • Fig.s 1 a 3 – manifestações secundárias de vulcanismo
    Fonte: Simões, 1997
    Após uma erupção, ou nos períodos de acalmia entre duas fases activas, a actividade vulcânica pode ficar limitada ao desprendimento de gases (actividade fumarólica) e emanações líquidas (fontes termais ou géisers).
  • Fig.1 – Fonte termal nos Açores
    Fonte: Simões, 1997
  • Fig.1 – Furnas
    Fonte: site 17
    Mofetas – se os vapores ou fumos são ricos em dióxido de carbono
    Sulfataras – se os vapores ou fumo são ricos em enxofre
  • Fig.s 1 e 2 – Fumarola
    Fonte: site 5
  • Fig.1 – géiser
    Fonte: site 5
  • Filme: mantos de lava
    Fonte: site 28
    Fig.1 – manto de lava
    Fonte: site 26
  • Fig.1 a 3 – Fonte: Simões, 1997
    Fig.4- pedra-pomes
    Fonte: CD3
    significa que não se formou qualquer escoada, devido à lava ter sido muito viscosa e, em consequência de uma erupção explosiva, foram emanados piroclastos.
  • Fig.1 – Fonte: site 26
    Fig.2 – agulha vulcânica
    Fonte: Simões, 1997
    - consequência de lavas muito viscosas.
  • Fig.1 – cratera
    Fonte: site 5
  • Fig. 1 – disjunção prismática
    Fonte: Coelho, 1998
    Fig. 2 – fonte: site 13
  • Fig.1 – lava encordoada
    Fonte: Simões, 1997
    Fig.2 e 3 – lava pahoehoe
    Fonte: CD6
  • Fonte:CD6
  • Fig.1 – Fonte: CD6
    Fig.2 – Fonte: Simões, 1997
  • Fig.1 - Ilha do Faial – Açores
    Fonte: Simões, 1997
  • Fonte: site 13
  • Fonte: Coelho, 1998
  • Animação – Fonte: site 28
    Acidentes tectónicos – grandes deformações das rochas que podem conduzir a deslocamentos ou dobramentos destas.
  • Fig. 1 e 2 – Fonte: site 5
  • Fonte: Coelho, 1998
    Actualmente, a actividade vulcânica está restringida a algumas zonas geográficas, coisa que não acontecia há milhares de milhões de anos, quando a actividade vulcânica influenciava todo o planeta. Há muitos vulcões que hoje são considerados extintos. Isto porque não se lhes conhece erupções no tempo histórico. Outros, cerca de mil, são considerados activos, o que não significa que estejam permanentemente em actividade.
  • Anel ou cintura de fogo do Pacífico (cordilheira dos Andes, Filipinas, Japão e Indonésia).
  • Alinhamento do Atlântico: Crista médio-atlântica (Açores, Canárias, Islândia, etc.)
    No Pacífico central, no Oceano Índico, na África Oriental e nas Antilhas surgem, também, numerosos vulcões.
  • Exemplo: As ilhas do Açores apresentam erupções submarinas nas vizinhanças e manifestações secundárias de vulcanismo (fontes termais e fumarolas). Ex: erupção dos Capelinhos em Setembro de 1957.
  • - Uma erupção vulcânica é geralmente de curta duração, relativamente à vida do vulcão. A maioria dos vulcões tem um período de dormência entre as erupções que pode ser caracterizado por emissão de pequenas quantidades de gás e por vezes alguma lava, ou de total inactividade, parecendo inertes.
    - O período de dormência é geralmente muito maior do que o período de actividade e pode demorar dezenas ou mesmo centenas de anos.
    Inactividade - Que não apresenta qualquer actividade.
  • Fonte: site 5
  • Fonte: CD6
  • Fonte: site 5
  • Fonte: site 5
  • Fonte: CD3
  • Esta erupção durou cerca de 1 mês.
    Fig.s 1 a 7 – Fonte: site 25
  • Fonte: CD6
  • Fonte: CD6
  • Fonte: CD6
  • Fonte: CD6
  • Fonte: CD4
  • Fonte: CD4
  • Fonte: CD4
  • Fonte: CD4
  • Fonte: CD4
  • Fonte: CD4
  • Fonte: CD4
  • Fonte: CD4
  • Fonte: CD4
  • Fonte: CD4
  • Fonte: CD4
  • Fonte: CD4
  • Fonte: CD4
  • Fonte: CD4
  • Vulcanismo

    1. 1. Manifesta es daçõ Actividade Geol gicaó VULCANISMOVULCANISMO
    2. 2. O que um vulc o?é ã
    3. 3. • Em geral, um vulc o apresenta-seã como uma constru o em forma deçã cone, o cone vulc nicoâ , com uma abertura na parte superior por onde s o expelidos os produtos daã actividade vulc nica, aâ cratera. • Os vulc esõ s o aberturas naturaisã na crosta terrestre, por onde se movimentam materiais em diferentes estados f sicos (s lido, l quido eí ó í gasoso) e a temperaturas e press es muito elevadas. Essesõ materiais prov m geralmente deê magmas, que se encontram a uma profundidade de 50 a 200 km, em reservat rios denominadosó c marasâ magm ticasá .
    4. 4. •Esta prolonga-se para o interior de uma conduta por onde o magma sobe, a chamin vulc nicaé â . 1. Câmara magmática 2. Chaminé principal 3. Cone principal 4. Cratera 5. Chaminé secundária 6. Cone secundário 7. Lavas 8. Produtos vulcânicos
    5. 5. • Por vezes, adjacentes ao cone principal, surgem cones menores, denominados secundários ou adventícios, cujas chaminés, na maioria dos casos, se encontram ligadas à chaminé vulcânica principal. • O cone vulcânico é formado por rochas, lava solidificada e outros produtos resultantes das erupções vulcânicas.
    6. 6. Mas onde que seé encontra magma?
    7. 7. Reservat rios de magmaó • O magma pode encontrar-se contido em câmaras, bolsas ou bolsadas magmáticas, reservatórios que se localizam no interior da Terra.
    8. 8. As rochas que envolvem essas bolsadas, rochas encaixantes, estão sujeitas a enormes pressões, provocadas pelo magma. Se estas não suportarem a pressão ou se nelas se criar uma zona frágil, o magma tem tendência a escapar-se e dar origem a actividade eruptiva.
    9. 9. Qual a natureza dos produtos vulc nicos?â
    10. 10. Piroclastos • Nas fases mais violentas podem formar-se materiais sólidos, os piroclastos, que resultam de salpicos de lava com dimensões variadas que arrefecem e solidificam no ar ou na água logo após a sua emissão.
    11. 11. • Dentre as rochas piroclásticas lançadas para o ar durante as erupções vulcânicas, as de maiores dimensões são as bombas vulcânicas, sujo diâmetro é superior a 32 mm. • O termo lapilli designa “pedras pequenas” (diâmetro entre 4 e 32 mm).
    12. 12. É então, o diâmetro que diferencia as bombas vulcânicas dos lapillis.
    13. 13. Outros produtos conhecidos da erupção vulcânica são: e a cinza (extremamente tóxica e mortal, quando libertada) a pedra-pomes (caracterizada pela sua extrema leveza e porosidade)
    14. 14. Lava • Uma erupção vulcânica depende do grau de viscosidade da lava. Assim, uma lava viscosa acumula-se na cratera onde pode solidificar e dar origem a uma erupção explosiva.
    15. 15. Tipos de erup oçã
    16. 16. Erup o explosivaçã A erupção explosiva caracteriza-se pela emissão violenta de produtos vulcânicos, sob a forma de explosões. Há projecções de materiais sólidos (piroclastos), um forte desprendimento de gases e pequenos derrames lávicos.
    17. 17. Erup o efusivaçã • Uma lava fluida ocasiona uma erupção efusiva, isto é, uma erupção tranquila, com lenta emissão de lavas, formando escoadas mais ou menos extensas, que podem deslocar-se a grandes distâncias.
    18. 18. Erup o mistaçã • Uma lava com um grau intermédio de viscosidade pode originar uma erupção mista, que se caracteriza por apresentar períodos de tranquila emissão de lava alternando com os outros explosivos.
    19. 19. Actividade vulc nicaâ
    20. 20. Actividade Vulc nicaâ • Alfred Lacroix, célebre vulcanólogo francês, classificou quatro tipos de actividade vulcânica, tendo por base o seu caracter efusivo ou explosivo: 1. Tipo havaiano 2. Tipo estromboliano 3. Tipo vulcaniano 4. Tipo peleano
    21. 21. Erup o havaianaçã • Erupções caracterizadas pela lava fluida com formação de extensas escoadas. Exemplos: vulcões Kilauea e Mauna Loa, nas ilhas do Hawai.
    22. 22. Erup o estrombolianaçã • Caracteriza-se pela explosão com projecção de materiais sólidos e com alguns períodos calmos com formação de extensas escoadas. O nome deste tipo de actividade deriva de Stromboli, vulcão que forma uma das ilhas Lipárias, arquipélago italiano do mar Tirreno.
    23. 23. Erup o vulcanianaçã • Neste tipo de erupção, as explosões são muito violentas e as escoada de lava pouco extensas. • O nome deste tipo de actividade vem de vulcano, vulcão situado nas ilhas Lipárias.
    24. 24. Erup o peleanaçã • A lava, muito viscosa, solidifica logo na chaminé originando um tampão que, ao ser empurrado, forma uma agulha, domo ou cúpula. Não ocorrem escoadas e forma-se a nuvem ardente. • O nome deste tipo de actividade deriva de Montanha Pelada, na Martinica.
    25. 25. Cone dum vulcão no México
    26. 26. Independentemente dos tipos de erupção vulcânica, a forma como se processa o fenómeno em si é no entanto muito semelhante: 1. À medida que se vai descendo para o interior da Terra, a temperatura vai aumentando cerca de 3°C por cada 100 m de profundidade. 2. A determinadas profundidades a temperatura pode ser tão alta que, independentemente da pressão, as rochas aí presentes podem fundir-se. Se tal acontecer, por fusão das rochas, formam-se os magmas.
    27. 27. 4. A pressão que os magmas exercem na parede da câmara magmática é elevada e as rochas fracturam. 3. Por serem menos densos que o resto dos materiais da crosta, os magmas têm tendência para migrar para regiões mais superficiais. 6. O magma é então projectado para fora, através da cratera. 5. A abertura dessas fracturas vai aproximando-os da superfície. De um reservatório vão passando para outro. Finalmente podem abrir-se fendas ou chaminés vulcânicas que atingem a superfície terrestre.
    28. 28. 7. A subida do magma através de fracturas e a sua projecção à superfície faz-se com maior ou menor violência. É a erupção vulcânica. 8. A elevação de forma cónica que resulta da deposição do material magmático projectado durante a erupção é o cone vulcânico cuja formação é sempre posterior à primeira erupção.
    29. 29. Manifesta esçõ secund rias de vulcanismoá
    30. 30. Manifesta esçõ secund rias deá vulcanismo • Associado ao vulcanismo existe uma série de acontecimentos, caracterizados por emanações (emissões) liquidas e gasosas, que se designam, no seu conjunto, por Manifestações secundárias de vulcanismo ou Vulcanismo residual.
    31. 31. Fontes ou nascentes termais • Emanações de água, vapor de água e dióxido de carbono a elevadas temperaturas. São, frequentemente, usadas para fins medicinais.
    32. 32. Fumarolas • Emanações gasosas exaladas pelas fissuras das rochas encaixantes dos vulcões. Podem ser de dois tipos: – Mofetas – Sulfataras Furnas, Açores.
    33. 33. Fumarola no Monte Mageik
    34. 34. G iseresé Jactos intermitentes e periódicos de vapor de água a elevadas temperaturas, formando repuxos espectaculares.
    35. 35. Paisagem Vulc nicaâ
    36. 36. O que um queé caracteriza a paisagem vulc nica?â
    37. 37. Paisagem Vulc nicaâ • Numa paisagem vulcânica é comum observarem-se: 1. Mantos de lava que se estendem em grandes extensões;
    38. 38. 2. Bombas, lapilli, cinzas e pedra-pomes;
    39. 39. 3. Agulhas ou domos que se erguem do interior das chaminés;
    40. 40. 4. Cones ou crateras de vulcões extintos, que por vezes formam lagos devido à acumulação de águas das chuvas.
    41. 41. 5. Estruturas de aspecto prismático, “tubos de órgãos”;
    42. 42. 6. Lavas encordoadas ou pahoehoe cuja superfície, após arrefecimento, tem um aspecto rugoso idêntico a cordas;
    43. 43. 7. Lavas escoriáceas ou aa cuja superfície, após a consolidação, apresenta um aspecto poroso e fragmentado;
    44. 44. 8. Solos férteis resultantes da alteração das rochas vulcânicas;
    45. 45. 9. Caldeiras resultantes do abatimento do cone vulcânico que, tal como as crateras, podem vir a formar lagos a partir do armazenamento de água das chuvas.
    46. 46. Onde que podemosé encontrar vulc es?õ
    47. 47. Vulc es no Mundoõ • Os vulcões não têm uma distribuição geográfica ao acaso. Eles localizam-se, naturalmente em zonas onde há estruturas que são consideradas grandes acidentes tectónicos.
    48. 48. Quando ocorrem nos continentes, a sua actividade faz parte do vulcanismo continental; se os vulcões entram em actividade nos fundos marinhos é porque pertencem ao domínio do vulcanismo oceânico.
    49. 49. Distribui o terrestreçã De acordo com a distribuição das regiões superficiais da Terra onde os vulcões são considerados activos, podemos esquematizar a sua distribuição da seguinte forma: • Anel ou cintura de fogo do Pacífico • Alinhamento euro-asiático • Alinhamento do Atlântico
    50. 50. • Distribui o geogr fica dosçã á
    51. 51. Anel de fogo do Pac ficoí • Este alinhamento situa-se à volta do Oceano Pacífico. É constituído por mais de metade dos vulcões activos (cerca de 62%). Entre eles podem citar-se os vulcões do Japão, Filipinas, Indonésia, Cordilheira dos Andes e das Montanhas Rochosas, Antilhas (montanha Pelada)
    52. 52. Alinhamento Euro-asi ticoá • Este alinhamento engloba parte dos vulcões situados à volta do Mediterrâneo e da Ásia Menor. Podemos citar, como exemplo, o Vesúvio, o Etna, o Strombolli. Alinhamento do Atl nticoâ • Este alinhamento engloba os vulcões que se localizam nas ilhas do Atlântico, tais como os Açores e a Islândia.
    53. 53. • Muito mais importante do que a actividade vulcânica nos continentes, é a actividade vulcânica no fundo dos oceanos. • Descobertas relativamente recentes levaram ao conhecimento de uma cadeia montanhosa, vulcânica, com o comprimento de 65 000 Km, no fundo dos oceanos.
    54. 54. Esta cadeia montanhosa, conhecida por dorsal oceânica, é contínua e estende-se pelos diferentes oceanos. O eixo da dorsal oceânica é ocupado por uma fractura - o rifte - que constitui um alinhamento de actividades vulcânicas submarinas, onde há emissões de lava em abundância.
    55. 55. Classifica o quantoçã à regularidade da actividade vulc nicaâ
    56. 56. Classifica o quantoçã à regularidade da actividade vulc nicaâ Os vulcões dizem-se activos se estão em erupção ou se entram em actividade frequente; Se permanecem inactivos durante longos períodos ou apenas emitem pequenas quantidades de gases denominam-se adormecidos; Dizem-se extintos quando não há conhecimento da sua actividade durante o período histórico.
    57. 57. Vulc es algumas imagensõ –
    58. 58. Actividade explosiva – Vulcão em Katmai - Alaska
    59. 59. Andes Lonquimay - Dezembro de 1989
    60. 60. Augustine, Islândia.
    61. 61. Bachelor, Sparks Lake - 1985
    62. 62. Capelinhos – Ilha do Faial
    63. 63. Erup o de 1984 Manua Loa, Hawaiçã –
    64. 64. Vulc o Etnaã
    65. 65. Casos documentados

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