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ApresentaçãO

  1. 1. SIDA Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
  2. 2. SIDA <ul><li>A SIDA significa síndrome de Imunodeficiência Adquirida. A sida é uma doença causada pelo vírus HIV, que destrói os mecanismos de defesa do corpo humano, provocando a perda da imunidade natural que as pessoas possuem, permitindo o aparecimento de várias outras doenças, chamadas de doenças oportunistas. </li></ul>
  3. 3. HISTÓRIA DO VÍRUS <ul><li>Foi descoberto em 1959 no Zaire; </li></ul><ul><li>Foi descoberto por Luc Montagnier e Robert Gallo; </li></ul><ul><li>Foi transmitido por um macaco. </li></ul>Luc Montagnier Robert Gallo
  4. 4. CARACTERISTICAS DO VIRÚS <ul><li>VIH-1 e VIH-2 ; </li></ul><ul><li>Família do Retrovírus; </li></ul><ul><li>É constituído por moléculas de ácido ribonucleico (ARN); </li></ul><ul><li>Tem uma única cadeia e possui envelope formado por proteínas; </li></ul><ul><li>Só se reproduz nos humanos; </li></ul><ul><li>Não se pode movimentar por si próprio, nem reproduzir-se; </li></ul><ul><li>Fora do organismo humano o vírus morre; </li></ul><ul><li>Morre na presença de álcool e água javel. </li></ul>
  5. 5. FUNCIONAMENTO DO SISTEMA IMUNITÁRIO
  6. 6. SISTEMA IMUNITÁRIO <ul><li>O nosso corpo é formado por células e cada grupo de células tem uma função clara e determinada; </li></ul><ul><li>As células responsáveis pela defesa do nosso corpo são os Linfócitos: os linfócitos B e os linfócitos T. </li></ul><ul><li>B- protegem o corpo contra os micróbios (anticorpos); </li></ul><ul><li>T (CD4)- Alertam o organismo que é necessário se defender; </li></ul><ul><li>Os linfócitos T8 (CD8) destroem as células já infectadas ou doentes. </li></ul><ul><li>* Se o Sistema Imunitário não for avisado ele não funciona. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Os macógrafos são grandes células imunitárias. São consideradas como os &quot;lixeiros&quot; do organismo; </li></ul><ul><li>O vírus HIV pode infectar os linfócitos T4 (CD4)e os macógrafos, mas não os linfócitos T8. </li></ul>
  8. 8. OS LINFÓCITOS ESTÃO PRESENTES: <ul><li>Principalmente no sangue e em órgãos chamados gânglios linfáticos. </li></ul>
  9. 9. CICLO DE VIDA DO VIRUS
  10. 10. CICLO DE VIDA <ul><li>1. O vírus VIH adere a uma célula e penetra nela. </li></ul><ul><li>2. O ARN do VIH, que constitui o código genético do vírus, é libertado dentro da célula. Para se reproduzir, o ARN tem de ser convertido em ADN. O enzima que efectua a conversão recebe o nome de transcriptase reversa. O vírus VIH sofre uma mutação fácil neste ponto porque a transcriptase reversa tende a cometer erros durante a conversão do ARN viral em ADN. </li></ul><ul><li>3. O ADN viral entra no núcleo da célula. </li></ul><ul><li>4. Com o auxílio de uma enzima chamado integrase, o ADN viral funde-se com o ADN da célula. </li></ul><ul><li>5. O ADN replica-se e reproduz ARN e proteínas. As proteínas adoptam a forma de uma larga cadeia que se tem de cortar em várias partes uma vez que o vírus abandona a célula. </li></ul><ul><li>6. Forma-se um novo vírus a partir do ARN e de segmentos curtos de proteína. </li></ul><ul><li>7. O vírus escapa através da membrana da célula, envolvendo-se num fragmento da mesma (invólucro). </li></ul><ul><li>8. Para se tornar infeccioso para as outras células, outro enzima viral (a protease do VIH) deve cortar as proteínas estruturais dentro do vírus que nasceu, fazendo com que se coloquem e se convertam na forma madura do VIH. </li></ul>
  11. 11. CICLO DE VIDA DO VIRÚS HIV
  12. 12. PATOGENIA
  13. 13. PATOGENIA <ul><li>Contágio; </li></ul><ul><li>Resistência do individuo ao vírus; </li></ul><ul><li>Portador de VIH ou doente com SIDA. </li></ul>
  14. 14. SEROPOSITIVO <ul><li>Um seropositivo é uma pessoa que está infectada com o HIV; </li></ul><ul><li>O Vírus permanece adormecido dentro do linfócito (3); </li></ul><ul><li>O portador não apresenta sintomas; </li></ul><ul><li>Pode transmitir o vírus a outra pessoa. </li></ul>
  15. 15. DOENTE COM SIDA <ul><li>O vírus torna-se activo; </li></ul><ul><li>Reproduz-se dentro da célula que rebenta libertando uma grande quantidade de vírus; </li></ul><ul><li>Estes vírus vão afectar outros linfócitos T4(B); </li></ul><ul><li>As defesas imunitárias enfraquecem; </li></ul><ul><li>Aparecem os primeiros sintomas. </li></ul>
  16. 16. O VÍRUS TRANSMITE-SE: <ul><li>Através de sexo vaginal, anal ou oral com alguém que tem VIH sem usar preservativo; </li></ul><ul><li>Partilhando utensílios para injectar drogas que estão contaminados com sangue infectado; </li></ul><ul><li>De uma mulher portadora de VIH para o bebé durante a gravidez, parto ou através de amamentação; </li></ul><ul><li>Por injecção ou transfusão de sangue de uma pessoa infectada; </li></ul>
  17. 17. O VÍRUS NÃO SE TRANSMITE POR: <ul><li>Beijo social, tocar, abraçar ou apertar a mão; </li></ul><ul><li>Partilhar a piscina, casa de banho, loiça, talheres; </li></ul><ul><li>Comer comida preparada por um portador de VIH; </li></ul><ul><li>Tossir, espirrar ou lágrimas; </li></ul><ul><li>Picadas de insectos ou animais. </li></ul>
  18. 18. SINTOMAS <ul><li>Quando o vírus se instala: </li></ul><ul><li>Temperatura elevada </li></ul><ul><li>Erupções cutâneas </li></ul><ul><li>Mal estar geral </li></ul>
  19. 19. COMPLICAÇÕES <ul><li>Aftas em excesso; </li></ul><ul><li>Pneumonia; </li></ul><ul><li>Infecções crónicas; </li></ul><ul><li>Tuberculose; </li></ul><ul><li>Cancros como: </li></ul>
  20. 20. Sarcoma de kaposi Linfoma de Hodgkin
  21. 21. DIAGNÓSTICO <ul><li>Teste ELISA </li></ul><ul><li>Teste WESTERN BLOT </li></ul>
  22. 22. Predomínio do HIV entre adultos por país no final de 2005 ██   15-50% ██   5-15% ██   1-5% ██   0,5-1,0% ██   0,1-0,5% ██   <0,1% ██   sem informação
  23. 23. PREVENÇÃO <ul><li>Uso do preservativo; </li></ul><ul><li>Não partilhar seringas; </li></ul><ul><li>Consciencialização da </li></ul><ul><li>População. </li></ul>
  24. 24. DADOS INTERESSANTES:
  25. 25. DEFESA DO ORGANISMO TRATAMENTO
  26. 26. COMO SE DEFENDE O ORGANISMO <ul><li>O corpo reage, produzindo anticorpos anti-HIV e fabricando mais linfócitos CD4; </li></ul><ul><li>O vírus multiplica-se muito intensamente e um grande número de linfócitos CD4 é destruído a cada dia; </li></ul><ul><li>Níveis altos indicam um risco de evolução da infecção pelo HIV e baixa do CD4; </li></ul><ul><li>Carga viral “indetectável”. </li></ul>
  27. 27. TIPOS DE MEDICAMENTOS: <ul><li>Inibidores da transcriptase reversa (NRTI) </li></ul><ul><li>impedem que o vírus consiga transformar o seu código genético de ARN em ADN . </li></ul><ul><li>Não – Nucleosidos inibidores da transcriptase reserva (NNRTI) </li></ul><ul><li>bloqueiam um dos componentes do VIH, conseguindo, desta forma, que as novas cópias do vírus não infectem novas células </li></ul><ul><li>Inibidores da Protease (IP) </li></ul><ul><li>bloqueiam o local onde o corte deve ocorrer, impedindo os novos vírus de amadurecer e de infectar outras células. </li></ul>
  28. 28. AS QUATRO DROGAS PRINCIPAIS QUE ACTUAM NAS DIFERENTES FASES DO CICLO <ul><li>1. Inibidores de entrada: esses medicamentos impedem o vírus de se alojar nas células CD4 ao aderir a proteínas que ficam do lado de fora do vírus. Até agora apenas uma droga da categoria, o Fuzeon, chegou ao mercado. 2. Inibidores Nucleosídeos da Transcriptase Reversa: impedem o vírus de fazer cópias de seus próprios genes. Para isso, criam versões defeituosas dos nucleosídeos, unidades básicas dos genes. 3. Inibidores Não-Nucleosídios da Transcriptase Reversa: também afectam o processo de replicação do HIV, ao aderir à enzima que controla o processo, conhecida como transcriptase reversa. 4. Inibidores de Protease: essas drogas atingem outra enzima envolvida no processo de multiplicação do vírus, a protease. Os medicamentos anti-retrovirais devem ser administrados de forma combinada. Geralmente pelo menos três drogas de duas categorias diferentes são utilizadas simultaneamente. </li></ul>
  29. 29. A EVOLUÇÃO DO VÍRUS <ul><li>À medida que o vírus do HIV sofre mutações, algumas versões do vírus desenvolvem resistência a certos medicamentos. </li></ul>
  30. 30. A EVOLUÇÃO DO VIRÚS
  31. 31. TRATAMENTO <ul><li>Terapêutica Anti-Retrovírica de Elevada Potência </li></ul>
  32. 32. OBJECTIVOS DO TRATAMENTO <ul><li>Reduzir a quantidade de vírus no sangue; </li></ul><ul><li>Melhorar e prolongar a qualidade de vida do doente. </li></ul>
  33. 33. NOVO TRATAMENTO <ul><li>Inibidores da Fusão (IF) </li></ul><ul><li>O mecanismo de acção do Fuzeon (T-20) cria uma protecção na membrana celular (1), impedindo não só a fusão do vírus do HIV com a célula, mas também a aproximação entre ambos. Os medicamentos até agora disponíveis só agiam quando o vírus já estava dentro da célula </li></ul><ul><li>Receptor (2) Receptores são pontos de entrada para a fusão com o vírus. </li></ul><ul><li>O medicamento promete evitar a fusão do vírus HIV com a célula, mas é caro e não poderá ser usado por todos. </li></ul>
  34. 34. EFEITOS SECUNDÁRIOS: <ul><li>Náuseas </li></ul><ul><li>Cansaço </li></ul><ul><li>Vómitos </li></ul><ul><li>Diarreias </li></ul><ul><li>Colesterol </li></ul><ul><li>Dor de estômago </li></ul><ul><li>Dor de cabeça </li></ul><ul><li>Dor muscular </li></ul><ul><li>Diabetes </li></ul>
  35. 35. VIVER COM O VIRÚS
  36. 36. IMUNIDADE <ul><li>Um em cada dez europeus pode ter uma mutação genética que o torna resistente ao VIH; </li></ul><ul><li>A descoberta de novos remédios assenta na cópia dos mecanismos naturais . </li></ul>
  37. 37. CURIOSIDADES E ACTUALIDADES <ul><li>Uma proteína presente na urina de mulheres grávidas pode ser capaz de bloquear a reprodução do vírus HIV </li></ul>
  38. 38. TRABALHO ELABORADO POR: <ul><li>Catarina Viegas </li></ul><ul><li>Eduarda Felício </li></ul><ul><li>Sílvia Damas </li></ul>TAS-11 SAÚDE E SOCORRISMO
  39. 39. FIM

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