Relatório técnico produto b

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Relatório técnico produto b

  1. 1. Av. Brig. Faria Lima, 1.234 11º andar CEP 01451 001 São Paulo SP Tel: (11) 3812 1392 geral@prospectivaebepro.com www.prospectivaebepro.com PREFEITURA MUNICIPAL DE AMPARO Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano Consultoria e elaboração de auditoria a PROJETO DE SANEAMENTO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO DE AMPARO Produto B – Auditoria às infraestruturas construídas P_007_13 Fevereiro 2014
  2. 2. P007_2013– Auditoria àObra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 1 de43 PPRREEFFEEIITTUURRAA MMUUNNIICCIIPPAALL DDEE AAMMPPAARROO AUDITORIA À ELABORAÇÃO DE PROJETO EXECUTIVO DO SISTEMA DE AFASTAMENTO, TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO FINAL DOS ESGOTOS URBANOS DO MUNICÍPIO DE AMPARO 2ª FASE AUDITORIA À OBRA RECEBIDA – INTERCEPTORES RELATÓRIO FINAL Fevereiro de 2014
  3. 3. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 2 de43 PPRREEFFEEIITTUURRAA MMUUNNIICCIIPPAALL DDEE AAMMPPAARROO AUDITORIA À ELABORAÇÃO DE PROJETO EXECUTIVO DO SISTEMA DE AFASTAMENTO, TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO FINAL DOS ESGOTOS URBANOS DO MUNICÍPIO DE AMPARO PLANO DE TRABALHO 1º Fase ..........................................................................................Auditoria ao projeto 2ª Fase ...................................................................................Auditoria à obra recebida 3ª Fase ........................................................................................ Auditoria Financeira
  4. 4. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 3 de43 PPRREEFFEEIITTUURRAA MMUUNNIICCIIPPAALL DDEE AAMMPPAARROO AUDITORIA À ELABORAÇÃO DE PROJETO EXECUTIVO DO SISTEMA DE AFASTAMENTO, TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO FINAL DOS ESGOTOS URBANOS DO MUNICÍPIO DE AMPARO ÍNDICE PLANO DE TRABALHO........................................................................................................................... 2 ÍNDICE .................................................................................................................................................... 3 ÍNDICE DE QUADROS............................................................................................................................ 4 ÍNDICE DE DESENHOS.......................................................................................................................... 5 1 INTRODUÇÃO .................................................................................................................................... 6 2 TRABALHOS DE CAMPO................................................................................................................... 7 2.1 LEVANTAMENTO DAS CONDIÇÕES DE ESCOAMENTO NOS PV ........................................... 7 2.1.1 INTERCEPTOR IME 1........................................................................................................... 7 2.1.2 INTERCEPTOR IMD 1........................................................................................................... 8 2.1.3 INTERCEPTOR IME 1A ...................................................................................................... 10 2.1.4 INTERCEPTOR IMD1-A...................................................................................................... 10 2.1.5 INTERCEPTOR IME 2......................................................................................................... 10 2.1.6 INTERCEPTOR IME 3......................................................................................................... 11 2.1.7 INTERCEPTOR IMD 2......................................................................................................... 11 2.2 LIMPEZA E DESOBSTRUÇÃO DE PV ...................................................................................... 11 2.3 LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO DA REDE DE INTERCEPTORES...................................... 11 2.4 SONDAGENS EXPLORATÓRIAS DO SOLO DE ATERRO DAS VALAS DOS INTERCEPTORES 12 2.5 INSPECÇÃO VÍDEO A TRECHOS DE INTERCEPTORES........................................................ 14 3 AVALIAÇÃO HIDRAÚLICO-SANITÁRIA DOS INTERCEPTORES.................................................... 16 3.1 CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO...................................................................................... 16
  5. 5. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 4 de43 3.2 METODOLOGIA DE CÁLCULO E LIMITES ............................................................................... 16 3.3 AVALIAÇÃO DE RESULTADOS ................................................................................................ 18 3.3.1 AVALIAÇÃO – RESULTADOS DE DIMENSIONAMENTO .................................................. 20 3.3.2 RESUMO DE RESULTADOS.............................................................................................. 24 3.4 PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIAS DO INCUMPRIMENTO DE CRITÉRIOS HIDRÁULICO- SANITÁRIOS ..................................................................................................................................... 25 4 CONCLUSÕES ................................................................................................................................. 28 5 ANEXOS DE CÁLCULO.................................................................................................................... 30 6 ANEXO – LAUDOS DAS SONDAGENS ........................................................................................... 43 ÍNDICE DE QUADROS Quadro 1 – Localização das sondagens ................................................................................................ 12 Quadro 2 – Trechos inspeccionado com vídeo ...................................................................................... 15 Quadro 3 – Número de trechos com declividade negativa e neutra por sistema .................................... 18 Quadro 4 – Trechos com declividade negativa ...................................................................................... 19 Quadro 5 – Verificação do parâmetro Velocidade por Sistema Intercetor .............................................. 21 Quadro 6 – Trechos não verificados para o parâmetro Velocidade........................................................ 21 Quadro 7 – Verificação do parâmetro Tensão Trativa por Sistema Intercetor ........................................ 22 Quadro 8 – Trechos em incumprimento para o parâmetro Tensão Trativa ............................................ 22 Quadro 9 – Trechos mais problemáticos para o parâmetro Tensão Trativa para condição de Vazão Final .............................................................................................................................................................. 23 Quadro 10 – Verificação do parâmetro Altura Lâmina Líquida por Sistema Intercetor ........................... 24 Quadro 11 – Trechos em incumprimento para o parâmetro Altura Lâmina Líquida................................ 24 Quadro 12 – Estimativa da eficácia da rede - Extensão em Cumprimento/Incumprimento..................... 25 Quadro 13 – Resultados Dimensionamento Hidráulico-Sanitário – Intercetor IMD-1.............................. 31 Quadro 14 – Resultados Dimensionamento Hidráulico-Sanitário – Intercetor IMD-1A ........................... 35 Quadro 15 – Resultados Dimensionamento Hidráulico-Sanitário – Intercetor IMD-2.............................. 36 Quadro 16 – Resultados Dimensionamento Hidráulico-Sanitário – Intercetor IME-1.............................. 38 Quadro 17 – Resultados Dimensionamento Hidráulico-Sanitário – Intercetor IME-2.............................. 41 Quadro 18 – Resultados Dimensionamento Hidráulico-Sanitário – Intercetor IME-3.............................. 42
  6. 6. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 5 de43 ÍNDICE DE DESENHOS Desenho n.º 01 - Implantação dos Interceptores Desenho n.º 02 – Levantamento Topográfico dos Interceptores – IME1 Desenho n.º 03 – Levantamento Topográfico dos Interceptores – IME1 e IMD1 Desenho n.º 04 – Levantamento Topográfico dos Interceptores – IME1 e IMD1 Desenho n.º 05 – Levantamento Topográfico dos Interceptores – IME1, IMD1 e IMD-A Desenho n.º 06 – Levantamento Topográfico dos Interceptores – IMD1 e IMD2 Desenho n.º 07 – Levantamento Topográfico dos Interceptores – IMD2, IME2 e IMD3 Desenho n.º 08 – Perfil Longitudinal do Interceptor IMD1 – PV77 a PV49 Desenho n.º 09 – Perfil Longitudinal do Interceptor IMD1 – PV49 a PV29 Desenho n.º 10 – Perfil Longitudinal do Interceptor IMD1 – PV29 a PV10 Desenho n.º 11 – Perfil Longitudinal do Interceptor IMD1 – PV10 a PV14(IMD1-A) Desenho n.º 12 – Perfil Longitudinal do Interceptor IME1 – PV67A a PV47 Desenho n.º 13 – Perfil Longitudinal do Interceptor IME1 – PV47 a PV21 Desenho n.º 14 – Perfil Longitudinal do Interceptor IME1 – PV21 a PV01 Desenho n.º 15 – Perfil Longitudinal do Interceptor IMD1-A – PV14 a PV29(IMD2) Desenho n.º 16 – Perfil Longitudinal do Interceptor IMD2 – PV29 a PV11 Desenho n.º 17 – Perfil Longitudinal do Interceptor IMD2 – PV11 a PV01 Desenho n.º 18 – Perfil Longitudinal do Interceptor IME2 – PV14 a Sifão Desenho n.º 19 – Perfil Longitudinal do Interceptor IME3 – PV07 a Sifão Desenho n.º 20 – Avaliação Hidráulico-Sanitários dos Interceptores
  7. 7. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 6 de43 1 INTRODUÇÃO O presente documento consiste na 2ª fase da auditoria à elaboração de Projeto Executivo do sistema de afastamento, tratamento e disposição final dos esgotos urbanos do Município de Amparo, referente à auditoria à obra recebida na componente dos interceptores. Consiste num relatório apresentando as conclusões resultantes dos levantamentos de campo executados ao longo de toda a extensão dos interceptores implantados no terreno, e na verificação das condições hidráulico-sanitária, tendo por base os dados de base assumidos na fase de Projeto Executivo, e sobre os quais a obra implantada deve responder, tendo em conta a sua função de afastamento dos esgotos urbanos da área abrangida. Para a concretização do presente relatório foram executados os seguintes trabalhos de campo, essenciais à obtenção de informações necessárias para a avaliação do desempenho do sistema de afastamento: -Levantamento das condições de escoamento nos PV - Limpeza e desobstrução de PV - Levantamento topográfico da rede de interceptores - Sondagens exploratórias do solo de aterro das valas dos interceptores - Inspecção vídeo a trechos do interceptor Com base nos dados obtidos nos trabalhos de campo procedeu-se à avaliação das condições hidráulico-sanitárias verificadas nos interceptores existentes. Com base nos elementos referidos anteriormente são apresentadas as conclusões finais, nomeadamente a viabilidade de entrada em funcionamento do sistema de afastamento de esgotos urbanos da cidade de Amparo. No desenho n.º 01 é apresentada a implantação geral dos interceptores assim como a sua designação; apresenta-se também neste desenho a localização das sondagens exploratórias executadas sobre os interceptores.
  8. 8. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 7 de43 2 TRABALHOS DE CAMPO 2.1 LEVANTAMENTO DAS CONDIÇÕES DE ESCOAMENTO NOS PV No presente ponto apresentam-se as condições de escoamento observadas no momento do referido levantamento, início do mês de Agosto de 2013. Esta fase dos trabalhos deu origem a um relatório preliminar, entrega à Prefeitura de Amparo em Agosto de 2013, tendo servido de base para a execução dos trabalhos de limpeza e desobstrução dos interceptores. As observações são apresentadas para cada um dos trechos principais que compõem o sistema de interceptores. De referir que o levantamento de campo teve por base a implantação apresentada no Projeto Executivo, não tido sido feito, nesta fase a localização de PV eventualmente implantados em local diferente do projectado, tarefa essa executada posteriormente na fase de levantamento topográfico e desobstrução de coletores. 2.1.1 INTERCEPTOR IME 1 TRECHO PV DE CABECEIRA – INÍCIO DA AVENIDA FRANCISCO PRESTES MAIA Devido ao mato existente e por razões de segurança sanitária dos técnicos, só foi possível visualizar dois PV existentes, localizados nas traseiras do Colégio, tendo-se verificado que um dos PV estava seco e outro com água parada no fundo, possivelmente devido a infiltração. TRECHO INÍCIO DA AVENIDA FRANCISCO PRESTES MAIA – CRUZAMENTO DA AVENIDA FRANCISCO PRESTES MAIA COM A RUA BENJAMIN CONSTANT Ao longo deste trecho não foi possível encontrar nenhum PV devido ao possível asfaltamento da Avenida Francisco Prestes Maia. TRECHO CRUZAMENTO DA AVENIDA FRANCISCO PRESTES MAIA COM A RUA BENJAMIN CONSTANT - CRUZAMENTO DA AVENIDA FRANCISCO PRESTES MAIA COM A RUA JOSÉ FONTANA Verificou-se a existência de uma descarga para o rio Camanducaia no PV localizado em frente ao campo de futebol. Os PV localizados em frente à instalação do Amparo Atlético Clube apresentavam escoamento mas existiam algumas pedras no fundo, o mesmo se aplica ao PV existente a jusante da ponte pedestre. Estes PV foram referenciados com devendo ser alvo de limpeza e desobstrução.
  9. 9. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 8 de43 De notar que não foi possível encontrar os PV apresentados no Projeto em análise, localizados frente à Feira do Produtor Prefeito António Andretta e do Terminal Rodoviário. Os restantes PV inspeccionados apresentavam boas condições de escoamento. O último PV deste trecho, localizado a montante da ponte que liga a Rua José Fontana à margem direita do Rio Camanducaia, apresentava sinais de assoreamento mas ainda assim apresentava passagem de esgoto. Existe ainda neste PV uma descarga no rio, directamente de uma tubulação que atravessa o PV. TRECHO CRUZAMENTO DA AVENIDA FRANCISCO PRESTES MAIA COM A RUA JOSÉ FONTANA – SIFÃO DE LIGAÇÃO IME 1 A IMD 1 Na sua maioria os PV inspeccionados encontravam-se com boas condições de escoamento. O PV localizado a montante do cruzamento com a Rua João A Pastana apresentava-se ligeiramente assoreado tendo sido por isso referenciado como alvo de limpeza. O penúltimo PV deste trecho, localizado a montante do sifão, descarrega no Rio Camanducaia. O PV a jusante deste, assim como a caixa do sifão, apresentavam água parada no fundo, sem escoamento. 2.1.2 INTERCEPTOR IMD 1 TRECHO DE CABECEIRA (CRUZAMENTO RUA DOS FLANBOYANS COM A AVENIDA DR. CARLOS BURGOS) - CRUZAMENTO DA RUA DÁRIO PIRES COM A AVENIDA DR. CARLOS BURGOS Os PV foram na sua maioria identificados com os apresentados no projecto, salvo no trecho entre a Rua do Triunfo e a Rua Ana Cintra. Este trecho encontrava-se sem escoamento de esgoto a assoreado até aos dois últimos PV, tendo por isso sido indicado como alvo de intervenção para posterior avaliação. TRECHO CRUZAMENTO DA RUA DÁRIO PIRES COM A AVENIDA DR. CARLOS BURGOS – CRUZAMENTO DA RUA POLÓNIA COM A AVENIDA DR. CARLOS BURGOS Não foi possível identificar a maioria dos PV, possivelmente foram asfaltados.
  10. 10. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 9 de43 Foi identificada uma descarga no Rio Camanducaia em frente à rotatória do cruzamento com a Avenida Carlos A A Sobrinho. O PV a jusante deste cruzamento apresentava escoamento de esgoto. Foram identificados dois PV nas imediações da Rua de Milão com bom escoamento de esgoto. A montante do cruzamento da Rua da Saudade foi identificado um PV com bom escoamento, assim como dois PV a montante do cruzamento com a Rua Polónia. O PV localizado no cruzamento com a Rua Polónia não apresentava escoamento, tendo esgoto parado. TRECHO CRUZAMENTO DA RUA POLÓNIA COM A AVENIDA DR. CARLOS BURGOS – CRUZAMENTO DA AVENIDA ITÁLIA COM A AVENIDA DR. CARLOS BURGOS A jusante da Rua Polónia, após a ponte pedestre, verificou-se a existência do sifão que liga o interceptor IME 1, da margem esquerda, ao interceptor IMD 1 da margem direita. Este sifão encontrava- se com esgoto mas não aparentava ter escoamento. O PV existente a jusante do sifão encontrava-se completamente assoreado, tendo sido indicado como devendo ser intervencionado no sentido da sua desobstrução e limpeza. Para jusante deste último PV referido não foi possível encontrar nenhum PV até jusante da rotatória Paulo B da Silva, onde foi encontrado um sifão com um by-pass a descarregar no rio. Deste sifão para jusante, ao longo da Av. Dr. Carlos Burgos, até ao cruzamento com a Av. Itália, encontram-se assoreados ou com esgoto parado, pelo que carecem de intervenção de limpeza e desobstrução. TRECHO CRUZAMENTO DA AVENIDA ITÁLIA COM A AVENIDA DR. CARLOS BURGOS – CRUZAMENTO DA RUA JOÃO PETROLLI COM A AVENIDA MARGINAL No cruzamento da Av. Itália, a jusante da ponte pedestre, foi encontrado um sifão com ligação entre as duas margens, com passagem de esgoto para jusante, não tendo sido possível identificar se o sifão permite a comunicação entre ambas as margens. Desde este sifão até ao final da ciclovia não foram encontrados quaisquer PV.
  11. 11. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 10 de43 Após a ciclovia, para jusante, todos os PV até aos dois últimos PV a montante do cruzamento com a Rua José dos Santos Filho, apresentavam sinais de assoreamento e obstrução tendo sido referenciados como devendo ser intervencionados no sentido da sua limpeza e desobstrução. De notar ainda a existência de descargas directas no Rio Camanducaia, nomeadamente no PV imediatamente a jusante do final da ciclovia, e no PV localizado no cruzamento com a Rua Constante Cazalini. O trecho a jusante do cruzamento com a Rua José dos Santos Filho até ao cruzamento da Rua João Petrolli, apresentava boas condições de escoamento e sem sinais de assoreamento. 2.1.3 INTERCEPTOR IME 1A Constatou-se que o interceptor IME 1A não foi implantado na margem esquerda do Rio Camanducaia, tendo sido substituído por um interceptor na margem direita, fazendo assim a ligação entre os interceptores IMD1 e IMD2, e substituindo também o interceptor IMD 3. No presente documento este interceptor que substituí o interceptor IME 1A na margem direita, será designado de IMD1-A. 2.1.4 INTERCEPTOR IMD1-A Os PV deste interceptor, implantados na margem direita do Rio Camanducaia em terreno baldio, apresentam boas condições de escoamento e sem sinais de assoreamento. 2.1.5 INTERCEPTOR IME 2 Não foi possível encontrar todos os PV apresentados no projecto. Os PV inspeccionados deste interceptor não apresentam escoamento de esgoto mas encontram-se com água aparentemente limpa, proveniente de infiltração. Os PV imediatamente a montante do sifão que faz a ligação dos interceptores IME 2 e IME 3, com a margem direita do rio, apresentam-se assoreados tendo se referenciado a necessidade de limpeza e desobstrução. No que respeita ao sifão, este apresentava fluxo não sendo possível no entanto identificar se este fluxo se devia a esgoto ou a água de infiltração, visto nos PV a montante não se ter identificado passagem de esgoto.
  12. 12. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 11 de43 2.1.6 INTERCEPTOR IME 3 Os PV deste interceptor foram na sua maioria identificados no terreno. Os PV não apresentavam sinais de assoreamento nem de passagem de esgoto, encontravam-se com água parada no fundo, aparentando ser água limpa de infiltração. 2.1.7 INTERCEPTOR IMD 2 Alguns dos PV deste interceptor não foram encontrados no terreno e outros não foi possível estabelecer a sua correspondência com o apresentado no Projecto, tendo ficado assim dependente do levantamento topográfico para a sua identificação. Na sua maioria, os PV apresentavam escoamento de esgoto, sem sinais de assoreamento à excepção do PV existente no final da Rua Baptista Belizário que se encontra completamente assoreado e sem escoamento de esgoto. Foi identificado um PV da rede de colectores (não interceptor) a montante deste PV, com ligação directa ao Rio Camanducaia. A caixa da margem direita do sifão de ligação dos interceptores IME 2 e IME 3 ao interceptor IMD 2, apresentava escoamento, no entanto de reduzida vazão proveniente da margem esquerda. 2.2 LIMPEZA E DESOBSTRUÇÃO DE PV Os trabalhos de limpeza e desobstrução de PV foram da responsabilidade da Prefeitura, tendo sido executada a limpeza dos PV referenciados anteriormente e apresentados no Relatório Preliminar, entre outros PV que a Prefeitura achou relevante. 2.3 LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO DA REDE DE INTERCEPTORES Com o objectivo de se executar a avaliação hidráulico-sanitária, bem como verificar o traçado da implantação dos interceptores no terreno, foi executado um levantamento topográfico dos PV que compõem o sistema de interceptores. O levantamento topográfico foi terceirizado pela Prospectiva Ebepro, encontrando-se em anexo o ART do responsável por esta tarefa. De referir que como em qualquer levantamento topográfico poderão existir erros de campo que neste caso em concreto poderão afetar algumas das conclusões, nomeadamente pelo fato de, por vezes um diferencial de poucos centímetros de cota levantada, num
  13. 13. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 12 de43 traçado de uma tubulação com comprimentos consideráveis e baixas inclinações, poder ser a diferença entre um desnível dar positivo ou negativo. No desenho n.º 02 a 07 é apresentado o levantamento topográfico dos interceptores, assim como a sua implantação em comparação com a definida originalmente no Projeto Executivo. 2.4 SONDAGENS EXPLORATÓRIAS DO SOLO DE ATERRO DAS VALAS DOS INTERCEPTORES De modo a determinar-se a existência, em fase de obra, de troca de solos no aterro das valas de implantação dos interceptores, foram executadas sondagens em locais previamente definidos com base na observação de assentamentos do piso das vias sobre as quais se encontram implantados os interceptores. Os pontos de sondagem foram distribuídos do seguinte modo: - 6 furos com uma profundidade média de 6m ao longo da Av Francisco Prestes Maia. - 4 furos com uma profundidade média de 3m na Av Dr. Carlos Burgos (trecho entre o cruzamentos com a Rua dos Flamboyants e o cruzamento com a Rua do Triunfo) - 8 furos com uma profundidade média de 6,5m na AV. Prefeito Raúl de Oliveira Fagundes - 6 furos com uma profundidade média de 5,5m na Av Dr. Carlos Burgos (trecho entre o cruzamentos com a Rua Portugal e o cruzamento com a Avenida Itália) Paralelamente, foram executados mais 4 furos lateralmente a furos referidos anteriormente de modo a comparar a tipologia de solo existente fora da área da vala de implantação dos interceptores. No seguinte quadro apresenta-se a localização das sondagens executadas. Quadro 1 – Localização das sondagens SONDAGEM INTERCEPTOR LOCALIZAÇÃO ST 01 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE DO ALMOXIRAFADO DA PREFEITURA ST 02 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE DO Nº965 ST 03 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE DO Nº903 – EMPRESA SILVA TUR ST 04 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE DO ESTÁDIO NO LOGOTIPO DA CNA INGLÊS ST 05 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – NO FUNDO DO
  14. 14. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 13 de43 SUPERMERCADO GUARANI NA PONTE DO RIO ST 05-A IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES –NO FUNDO DO SUPERMERCADO GUARANI NA PONTE DO RIO ST 06 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE DO Nº211 E 217 ST 07 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE DA PADARIA AVENIDA Nº 21 ST 08 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE DO PRÉDIO PREVIDÊNCIA SOCIAL DO LADO Nº233 ST 01 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE A RUBINHO AUTO CENTER Nº971 ST 02 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE AO SUPERMERCADO COMPRE BEM ST 03 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE AO ESTADIO JOSÉ ARAUJO CINTRA ST 04 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE DO ESTACIONAMENTO AMPARO ATLETICO CLUBE ST 05 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE DO BARRACÃO LOGOTIPO AZEVEDO TINTAS ST 05-A IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE DO BARRACÃO LOGOTIPO AZEVEDO TINTAS ST 06 IME 1 AVENIDA PREFEITO RAUL DE OLIVEIRA FAGUNDES – EM FRENTE DO LAVA RAPIDO TÔ LIMPINHO NO POSTO SHELL ST 01 IMD 1 AVENIDA Dr. CARLOS BURGOS – EM FRENTE AO QUIOSQUE JUNTO AO POSTO BR ST 02 IMD 1 AVENIDA Dr. CARLOS BURGOS – EM FRENTE A CASA AVES AMPARO Nº1525 ST 03 IMD 1 AVENIDA Dr. CARLOS BURGOS – EM FRENTE AO CANTO DOS PASSAROS AO LADO DO POSTO AMPARENCE ST 03 -A IMD 1 AVENIDA Dr. CARLOS BURGOS – EM FRENTE DO CANTO DOS PASSAROS Nº1425 ST 04 IMD 1 AVENIDA Dr. CARLOS BURGOS – EM FRENTE PEDRITA MARMORARIA Nº 1255 ST 05 IMD 1 AVENIDA Dr. CARLOS BURGOS – EM FRENTE AO PONTO ONIBUS ST 06 IMD 1 AVENIDA Dr. CARLOS BURGOS – NA ESQUINA COM RUA FILANDIA PROXIMO Nº3630 ST 07 IMD 1 AVENIDA Dr. CARLOS BURGOS – EM FRENTE Nº3750 ST 08 IMD 1 AVENIDA Dr. CARLOS BURGOS – EM FRENTE AO PONTO DE ÔNIBUS Nº3830 ST 08-A IMD 1 AVENIDA Dr. CARLOS BURGOS – EM FRENTE AO PONTO DE ÔNIBUS Nº3830 ST 09 IMD 1 AVENIDA Dr. CARLOS BURGOS – EM FRENTE AO Nº3910 ST 10 IMD 1 AVENIDA Dr. CARLOS BURGOS – EM FRENTE Nº4100 Em anexo são apresentados os laudos das sondagens executadas.
  15. 15. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 14 de43 Na existência de referência sobre a tipologia de solo existente nos locais em que foram implantados os interceptores, a conclusão sobre a existência ou não de troca de solo das valas de assentamento dos interceptores parte da assumpção de que o solo seria similar ao solo observado na envolvente, ou seja ou solo siltoso ou argiloso de cor acinzentada, e que o solo reposto nas situações de troca de solo seria um saibro barnco ou amarelo, de acordo com o fornecido para este fim na região de Amparo. Tal fato, não permite concluir objetivamente o exposto seguidamente, com exceção dos pontos em que foi executada uma sondagem lateral paralela ao traçado do interceptor (sondagem com a referência “A” no final). Assim, tem-se a concluir que no trecho mais a montante do IME-1 em que foram executadas sondagens, verificou-se a existência de troca de solos no aterro das valas de implantação dos interceptores. No caso da área da sondagem ST.05 pode-se afirmar com mais certeza a existência de troca de solos através da comparação com a sondagem lateral, ST.05-A. No que respeita ao trecho mais a montante do IME-1 em que foram executadas sondagens, verifica-se a existência de troca de solos, suscitando dúvidas a sondagem ST.02 devido ao fato da amostra apresentar uma cor cinza, não compatível com a tipologia de solo utilizado tipicamente na troca de solo. Na área da sondagem ST.05 pode-se afirmar com mais certeza a existência de troca de solos através da comparação com a sondagem lateral, ST.05-A. Nos resultados das sondagens executadas nos pontos do IMD-1, aparenta não ter ocorrido troca de solos nos locais das sondagens ST.01, ST.02 e ST.04. Nos restantes pontos de sondagem aparenta ter existido a troca de solo, sendo que nos pontos em que foi executada a sondagem lateral existe maior certeza quanto a esse fato. 2.5 INSPECÇÃO VÍDEO A TRECHOS DE INTERCEPTORES Os trabalhos de inspecção vídeo tiveram como objectivo a identificação do estado de conservação de alguns trechos do interceptor, assim como averiguar a existência de infiltrações de água subterrânea nas tubulações. A escolha dos trechos inspeccionados foi condicionada pela possibilidade de acesso do equipamento de inspecção, bem como pela viabilidade de estancar o fluxo de esgoto a montante. Deste modo, os trechos inspeccionados foram os apresentados no seguinte quadro:
  16. 16. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 15 de43 Quadro 2 – Trechos inspeccionado com vídeo INTERCEPTOR TRECHO IMD2 PV 28 a PV 28A IME1 PV 59 a PV 63 IME1 PV 55 a PV 57 Em anexo são apresentados os laudos da inspecção vídeo executada. Das filmagens executadas constatou-se o bom estado de conservação das tubulações, não tendo sido possível detetar nenhuma anomalia nestes trechos, ao nível da conservação da tubulações. De salientar a existência de deposição de sólidos nas tubulações, fato este que poderá ser devido ou à declividade negativa verificada em alguns dos trechos, bem como pela inexistência de escoamento.
  17. 17. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 16 de43 3 AVALIAÇÃO HIDRAÚLICO-SANITÁRIA DOS INTERCEPTORES 3.1 CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO Para o presente estudo, importa distinguir entre os critérios de dimensionamento de projeto que foram mantidos e os inerentes às condições de terreno decorrentes do executado em obra, verificados e considerados na presente avaliação. No que respeita às condições e critérios de projeto mantidos para o presente estudo, destacam-se as vazões de escoamento, sem prejuízo das adaptações necessárias aos ligeiros reposicionamentos e mudanças de localização de poços de visita. Nesse sentido, e face ao previsto em projeto, não se previram alterações a:  Alocação de equivalente populacional aos diferentes trechos do sistema;  Quota de água “per capita”;  Coeficiente do dia de maior consumo;  Coeficiente da hora de maior consumo;  Coeficiente de Retorno esgoto/água;  Índice de Atendimento e  Taxa de Infiltração e Extensão da rede coletora + intercetores. Os elementos e critérios de dimensionamento que foram ajustados ao exposto em projeto e verificados por Levantamento Topográfico no terreno à obra executada são os seguintes:  Cotas de Terreno dos diferentes poços de visita;  Cotas de Fundo dos diferentes poços de visita;  Extensão de cada trecho e  Diâmetro dos coletores para cada trecho. 3.2 METODOLOGIA DE CÁLCULO E LIMITES A metodologia de cálculo para os principais critérios hidráulico-sanitários bem como os limites normativos a cumprir para cada um deles, tem por base o definido nas Normas Técnicas Brasileiras, designadamente NBR 9649 de Novembro de 1986 – “Projeto de redes coletoras de esgoto Sanitário” e NBR 12207 de Abril de 1992 – “Projeto de interceptores de esgoto sanitário “.
  18. 18. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 17 de43 Destacam-se os preceitos de cálculo para: Declividade  Mínima: Iomín = 0.0035Qi -0.47 , com I0mín em m/m, e Qi em l/s O valor de declividade mínima é também aquele que permite obter o valor de tensão trativa (t) mínimo de 1 Pa.  Máxima: Obtida para o valor de Velocidade Final vf de 5 m/s Tensão Trativa t = RhI0, com  (peso específico da água) com um valor de 104 N/m3 , Rh o raio hidráulico no escoamento e I0 a declividade do troço. Altura de Lâmina Líquida A altura de lâmina líquida do escoamento não poderá exceder 75% do valor do diâmetro do coletor, sendo esse valor reduzido para 50% no caso da velocidade final vf exceder o valor de velocidade crítica vc, calculada através da seguinte expressão: Vc =6(gRh)1/2 , onde g representa a aceleração da gravidade, com um valor de 9.8 m/s2 . Os cálculos tiveram por base a equação da continuidade Q = VS em que Q corresponde à vazão em m3 /s, V representa velocidade em m/s e S é a secção de escoamento em m2 e a equação de Manning-Strickler, através de metodologia de cálculo iterativa Q = nSRh 2/3 I0 1/2 em que Q,S, Rh e I0 tomam o significado anteriormente descrito, e n representa o coeficiente de Manning, com um valor de 0.013
  19. 19. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 18 de43 3.3 AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Uma das etapas fundamentais dos trabalhos correspondeu ao levantamento topográfico do sistema de interceptores, com importância adicional para o distanciamento entre os poços de visita, e suas cotas de fundo. Com base neste levantamento cadastral foi possível verificar de imediato a existência de trechos com declividade neutra ou negativa, facto que impossibilita o cumprimento de qualquer normativa respeitante aos parâmetros hidráulico-sanitários. Por outro lado, estes trechos não se encontram limitados a uma zona específica ou se apresentam como consecutivos, facto que condiciona a definição de alternativas para contornar estas situações. Dos 211 trechos que compõem o sistema de drenagem, verificou-se que 47 apresentam declividade negativa (22% do total), sendo que 2 outros trechos apresentam declividade neutra. Os sistemas com maior frequência destas situações são o IMD-1 e IME-1. O número de situações por sistema encontra- se apresentado abaixo: Quadro 3 – Número de trechos com declividade negativa e neutra por sistema Declividade Negativa IMD-1 17 IMD-1ª 3 IMD-2 9 IME-1 17 IME-3 1 Total 47 Declividade Neutra IMD-1 1 IMD-2 1 Total 2 Apresentam-se abaixo os detalhes dos trechos identificados:
  20. 20. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 19 de43 Quadro 4 – Trechos com declividade negativa Sistema/Intercetor PV Montante PV Jusante Declividade Extensão (m) IMD-1 5 4a -0.12% 16.81 IMD-1 10 9 -1.08% 114.23 IMD-1 16 15 -0.84% 81.66 IMD-1 27 26 -0.12% 66.73 IMD-1 29 28 -0.09% 69.02 IMD-1 36 35 -0.39% 68.58 IMD-1 37 36 -0.03% 87.47 IMD-1 38 37 -0.36% 63.61 IMD-1 46 45 - % 27.19 IMD-1 47 46B -3.32% 43.69 IMD-1 51 50 -1.08% 26.77 IMD-1 57 56 -0.48% 82.56 IMD-1 60 59 -8.00% 22.38 IMD-1 67 66 - % 36.33 IMD-1 71 70 -0.57% 15.66 IMD-1 33A 33 -0.34% 41.68 IMD-1A 5 4 -0.28% 99.10 IMD-1A 10 9 -0.39% 76.44 IMD-1A 13 12 -0.27% 25.63 IMD-2 2 1 -0.86% 92.09 IMD-2 11 10 0.00% 111.24 IMD-2 13 12 -2.35% 41.36 IMD-2 16 15 -0.08% 115.14 IMD-2 22 21 -0.14% 56.46 IMD-2 24 23 -0.03% 58.81 IMD-2 26 25 -0.25% 44.23 IMD-2 27 26 -0.35% 31.25 IMD-2 14A 14 -0.05% 39.71 IMD-2 28A 28 -0.13% 98.92 IME-1 20 19 -0.06% 68.07 IME-1 26 23 - % 38.62 IME-1 28 27 -0.06% 15.95 IME-1 29 28A -0.21% 18.72 IME-1 32 31 -0.17% 69.23 IME-1 35 34 -0.19% 96.28 IME-1 36 35 -1.83% 55.05 IME-1 39 38 -0.10% 31.00 IME-1 42 41 -0.04% 82.80
  21. 21. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 20 de43 IME-1 52 51 -0.03% 72.86 IME-1 54 53 -0.06% 54.35 IME-1 57 56 -0.09% 46.05 IME-1 59 58 -0.09% 55.95 IME-1 47A 46 -0.08% 76.70 IME-1 48A 47 -0.29% 65.65 IME-3 1 1B -0.49% 56.62 Os trechos indicados a vermelho representam situações de desconhecimento da cota de fundo do poço de visita de montante, cujo levantamento não foi possível ser realizado (tampão do poço de visita asfaltada por exemplo). Nos desenhos nº 08 a n.º 19 apresentam-se os perfis longitudinais dos interceptores onde é possível visualizar os declives verificados em cada um dos trechos dos interceptores. No Desenho n.º 20 é apresentada a representação na implantação dos interceptores dos trechos que apresentam declividade negativa. Na impossibilidade de verificação e demonstração de cumprimento dos critérios hidráulico-sanitários para estes casos, apresenta-se seguidamente os principais resultados verificados para os trechos de declividade positiva. Esta verificação permite avaliar a possibilidade de manutenção deste trechos como integrantes do sistema de afastamento, após resolução da problemática associada aos trechos de declividade negativa. 3.3.1 AVALIAÇÃO – RESULTADOS DE DIMENSIONAMENTO Para a generalidade dos trechos, aqueles apresentando declividade positiva, foi possível simular o comportamento da rede de forma a se obterem os resultados para os principais parâmetros hidráulico- sanitários. A tabela discriminativa de dimensionamento poderá ser consultada no Anexo de Cálculo, pretendendo- se com o presente capítulo fornecer uma panorâmica geral e simplificada, contudo elucidativa quanto ao desempenho e eficácia do implementado, destacando as suas componentes mais limitativas ou indesejáveis. Para facilidade de abordagem, será feita uma verificação por cada um dos parâmetros hidráulico- sanitários em revisão, indicando o número de trechos que se encontram em incumprimento. Serão igualmente listados esses trechos.
  22. 22. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 21 de43 Velocidade O valor máximo permitido para o parâmetro de velocidade é de 5 m/s, apresentando-se abaixo o resumo do dimensionamento efetuado. Quadro 5 – Verificação do parâmetro Velocidade por Sistema Intercetor Sistema/Intercetor Trechos em Cumprimento Trechos não verificados IMD-1 58 2 IMD-1aA 11 - IMD-2 23 - IME-1 46 1 IME-2 12 - IME-3 9 - Os trechos que não puderam ser detetados derivam de situações em que não foi possível efetuar o levantamento cadastral à cota de fundo dos coletores (tampa do poço de visita asfaltada): Quadro 6 – Trechos não verificados para o parâmetro Velocidade Sistema/Intercetor PV Montante PV Jusante IMD-1 69 67 IMD-1 46A 46 IME-1 27 26 Estas situações correspondem ao trecho localizados imediatamente a montante dos 3 referidos na revisão dos casos de declividade negativa ou nula. Como pior cenário, poderá admitir-se a verificação através do prolongamento do Poço de Visita de montante para o Poço de Visita do trecho seguinte; com esta assunção, verificou-se que o trecho 46a – 45 do sistema IMD-1 apresenta declividade negativa, enquanto que as duas outras situações apresentam um valor de velocidade adequado e em cumprimento. Tensão Trativa O valor mínimo admissível para a Tensão Trativa é de 1 Pa, apresentando-se abaixo o resumo do dimensionamento efetuado.
  23. 23. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 22 de43 Quadro 7 – Verificação do parâmetro Tensão Trativa por Sistema Intercetor Sistema/Intercetor Trechos em Cumprimento Trechos em Incumprimento IMD-1 51 9 IMD-1A 10 1 IMD-2 21 2 IME-1 37 10 IME-2 10 2 IME-3 7 2 Apresenta-se mais detalhadamente o conjunto de trechos em incumprimento, por intervalo/grupo de valores de tensão trativa: Quadro 8 – Trechos em incumprimento para o parâmetro Tensão Trativa Intervalo de Valores Sistema/Intercetor PV Montante PV Jusante Tensão Trativa (Pa) <=0.5 IME-1 64 63 0.13 IME-3 3 2 0.23 IMD-1 25 24 0.36 IME-3 3A 3 0.38 IME-2 5 4 0.44 IMD-1 66 65 0.44 IMD-2 7 6 0.50 0.5 a 0.75 IME-1 14 13 0.53 IMD-2 5 4 0.58 IME-2 12 11 0.59 IMD-1 73 72 0.64 IMD-1 8 7 0.65 0.75 a 0.85 IME-1 10 9 0.80 IME-1 22 21 0.81 IME-1 44 43 0.84 IME-1 66 65 0.84 IMD-1 61 60 0.84 IME-1 67 66 0.84 IMD-1 62 61 0.84 0.85 a 0.95 IMD-1 53 52 0.86 IMD-1 6 5 0.89 IMD-1 32 31 0.91 IME-1 23 22 0.94 >=0.95 IME-1 62 61 0.96 IMD-1A 12 11 0.96 IME-1 43 42 0.99
  24. 24. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 23 de43 Por outro lado, foi feita a verificação dos valores de Tensão Trativa para os valores de Vazão Final; todos os trechos sublinhados a verde encontram-se em cumprimento nesta condição, podendo desta forma considerar-se que possíveis episódios problemáticos não serão esperados. Também os trechos não sublinhados a verde mas pertencentes ao grupo “0.75 a 0.85” apresentam um comportamento bem mais aceitável para a Vazão final; ainda que em incumprimento, o menor valor verificado para estes casos foi de 0.93 Pa. Assim, apresentam-se seguidamente os trechos considerados mais problemáticos, e seu agrupamento por intervalo de valores de Tensão Trativa obtida pelo dimensionamento com a Vazão final. Quadro 9 – Trechos mais problemáticos para o parâmetro Tensão Trativa para condição de Vazão Final Intervalo de Valores Sistema/Intercetor PV Montante PV Jusante Tensão Trativa (Pa) <=0.5 IME-1 64 63 0.10 IME-3 3 2 0.28 IMD-1 25 24 0.30 IMD-2 7 6 0.38 IME-3 3ª 3 0.47 IMD-1 66 65 0.49 IMD-1 8 7 0.50 0.5 a 0.75 IME-2 5 4 0.56 IME-1 14 13 0.57 IMD-2 5 4 0.62 IMD-1 73 72 0.71 0.75 a 0.85 IME-2 12 11 0.76 IME-1 10 9 0.88 IME-1 22 21 0.89 No quadro anterior assinalado a vermelho, encontram-se os trechos com caudal inferior a 10 l/s. Todos os demais trechos tem valores de vazão consideráveis, alguns deles até bastante elevados, donde se evidencia imediatamente que a fraca declividade é o principal motivo para o incumprimento do parâmetro Tensão Trativa, e não valores de Vazão reduzidos. Altura Lâmina Líquida O valor máximo admissível para a Altura de Lâmina Líquida é de 50% do diâmetro do coletor, exceto nos casos onde o parâmetro de Velocidade exceda o valor de Velocidade Crítica, cenário onde poderá ir até 75% do diâmetro.
  25. 25. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 24 de43 Contudo, no presente dimensionamento não se verificaram casos onde o valor de velocidade excedesse o correspondente valor de velocidade crítica. Quadro 10 – Verificação do parâmetro Altura Lâmina Líquida por Sistema Intercetor Sistema/Intercetor Trechos em Cumprimento Trechos em Incumprimento IMD-1 59 1 IMD-1a 10 1 IMD-2 21 2 IME-1 47 - IME-2 12 - IME-3 8 1 Verifica-se que apenas uma fração pouco significativa não cumpre este critério. Apresenta-se mais detalhadamente abaixo o conjunto de trechos em incumprimento: Quadro 11 – Trechos em incumprimento para o parâmetro Altura Lâmina Líquida Sistema/Intercetor PV Montante PV Jusante Alt. Lâmina Líquida (% diâm) IMD-1 6 5 80.4% IMD-1A 12 11 80.7% IMD-2 5 4 81.6% IMD-2 7 6 76.7% IME-3 3 2 83.5% Apesar de poucos os trechos em incumprimento, todos eles ultrapassam consideravelmente o limite normativo de 50%. Todos os casos apresentados foram também identificados como em incumprimento na verificação do critério de Tensão Trativa, reforçando a conclusão de o problema residir na fraca declividade do trecho, e não necessariamente nas Vazões previstas ou diâmetros considerados para os colectores. 3.3.2 RESUMO DE RESULTADOS Como forma de simplificar o conjunto das verificações efetuadas e descritas anteriormente, apresenta- se seguidamente a extensão de trecho em cumprimento e incumprimento por intercetor, com o intuito de se atribuir uma percentagem de eficácia para cada um dos principais parâmetros hidráulico- sanitários, bem como para a média do conjunto destes 3 parâmetros.
  26. 26. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 25 de43 Quadro 12 – Estimativa da eficácia da rede - Extensão em Cumprimento/Incumprimento Velocidade Tensão Trativa Altura Lâmina Líquida % Eficácia Média Sistema/ Intercetor Ext em Cump. Ext.em Incump. % Eficácia Ext em Cump. Ext.em Incump. % Eficácia Ext em Cump. Ext.em Incump. % Eficácia IMD-1 3702.77 1039.47 78.08 3210.36 1531.88 67.70 3726.4 1015.84 78.58 74.79 IMD-1A 786.41 201.17 79.63 743.41 244.17 75.28 743.41 244.17 75.28 76.73 IMD-2 1564.03 689.21 69.41 1433.74 819.50 63.63 1433.74 819.5 63.63 65.56 IME-1 2832.29 890.18 76.09 2195.47 1527 58.98 2868.58 853.89 77.06 70.71 IME-2 902.36 0.00 100.00 796.48 105.88 88.27 902.36 0.00 100.00 96.09 IME-3 549.59 56.62 90.66 423.98 182.23 69.94 480.85 125.36 79.32 79.97 TOTAL 10337.45 2876.65 78.23 8803.44 4410.66 66.62 10155.34 3058.76 76.85 73.90 De referir que o quadro acima apresentado contempla a extensão associada a troços de declividade nula ou negativa. No Desenho n.º 20 é apresentada a representação na implantação dos interceptores dos trechos que se apresentam em incumprimento dos critérios hidráulico-sanitários, assim como dos trechos com declividade negativa. Em anexo é apresentado os resultados da verificação hidráulico-sanitária para todos os trechos que compõem os interceptores. 3.4 PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIAS DO INCUMPRIMENTO DE CRITÉRIOS HIDRÁULICO- SANITÁRIOS O cumprimento do normativo quanto aos principais parâmetros hidráulico-sanitários é critério demonstrativo da adequabilidade do sistema de drenagem para as condições de projeto, e que visam garantir não só o bom estado das infraestruturas bem como de segurança ao nível de saúde pública e nomeadamente aquando da necessidade da sua intervenção. Os principais parâmetros hidráulico-sanitários encontram-se todos relacionados entre si, face a uma condição de escoamento (Vazão e secção disponível), sendo que o principal parâmetro a ter em conta é o da declividade, pois será este que irá determinar os valores resultantes dos demais, designadamente, Velocidade, Poder de Transporte e Altura de Escoamento ou de Lâmina Líquida. Os limites normativos pretendem assim evitar possíveis consequências negativas que advêm do seu não cumprimento, indicando-se seguidamente alguns exemplos de situações indesejáveis.
  27. 27. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 26 de43 Velocidade O critério de Velocidade prende-se com o limite superior que pode ser atingido, uma vez que para situações de escoamento com velocidades inferiores, a verificação será feita através do critério da Tensão Trativa. Velocidades de escoamento elevadas levam ao desgaste do interior das tubagens, e no caso de esgoto doméstico, episódios de abrasão não serão de descartar, devido ao teor de sólidos presentes, bem como à existência de terras e areias decorrentes da componente de infiltração pluvial. A Velocidade excessiva é assim sinónimo de perda de investimento, por redução do período de vida útil das infraestruturas. Tensão Trativa Por oposição a episódios de Velocidade elevada, o escoamento com velocidade inferior consequência de inclinações reduzidas, irá influenciar a Tensão Trativa. A diminuição da Tensão Trativa reflete-se na capacidade que o sistema de drenagem apresenta, para as condições de escoamento efetivas, para o arraste de sólidos. A deposição consecutiva de sólidos mais pesados e ou de maiores dimensões, e a incapacidade do seu arraste, poderá levar a que em alguns pontos dos sistema se presencie a redução da secção de escoamento; por outro lado, e especialmente em tempo seco, poderão existir fenómenos de putrefação da matéria orgânica depositada, com libertação de gases (Sulfidríco por exemplo), acrescendo o risco em questões de segurança aquando da necessidade de intervenção no sistema, bem como o possível aparecimento de maus cheiros nas imediações dos PV. Altura de Lâmina Líquida O aumento da Altura da Lâmina Líquida é decorrente de pelo menos um dos de dois fatores: valores de declividade reduzidos (sinónimo de baixa Tração Trativa), ou adoção de baixo diâmetro de coletor face às vazões de escoamento (com possibilidade de baixa Tensão Trativa ou de Velocidades mais elevadas). No primeiro dos cenários, estão inerentes as consequências apontadas para a baixa Tensão Trativa. No segundo dos casos, e consoante as condições de escoamento, as apontadas para os critérios de Velocidade (elevada) ou Tensão Trativa (reduzida).
  28. 28. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 27 de43 O controlo da altura da lâmina líquida depende assim de um equilíbrio, que deverá ser ponderado, entre a declividade e o diâmetro do coletor, cuja decisão tem impacte direto sobre os custos de implementação; maior declividade resulta em maior custos de escavação, por contraste com os custos de tubulação.
  29. 29. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 28 de43 4 CONCLUSÕES Na generalidade do sistema interceptor, pode-se concluir que, na situação atual, não é desejavel a entrada em funcionamento dos interceptores em condições de cumprimento dos critérios hidráulico- sanitários adoptados para este tipo de infraestrutura, devido à existência de trechos de declividade negativa distribuídos ao longo de todo o traçado dos interceptores, que comprometem o funcionamento do sistema de interceptores no global. Em alguns dos trechos com declividade negativa, pode-se observar a existência de escoamento, sendo tal fato devido às inclinações negativas serem por vezes reduzidas face ao diâmetro das tubulações e a altura da lâmina líquida vencer estas declividade invertidas. No entanto, isto compromete os critérios hidráulico-sanitários como a altura da lâmina líquida e tensão trativa, problemas esses que se irão agravando com o decorrer do tempo e do aumento da vazão. Por outro lado, neste momento a vazão escoada não corresponder à vazão de projecto visto ainda não estarem ligados todos os colectores de esgoto aos interceptores. Nos trechos em que a declividade é positiva, verificou-se que, salvo algumas excepções, na generalidade dos casos os trechos cumprem os critérios hidráulico-sanitários de funcionamento estando aptos a receber a vazão de projecto sem necessidade de intervenção, salvo situações de limpeza de modo a remover eventuais detritos depositados devido à baixa ou nula vazão existente na actualidade. No que respeita a causas dos problemas encontrados, não é possível concluir objetivamente se tal se deve a erros de topografia na implantação em obra, por descuidos na construção ou devidos a alterações da tipologia de tráfego sobre o traçado dos interceptores em alguns dos trechos ;note-se que em fase de projeto parte dos troços eram superiormente pedonais e atualmente suportam uma carga viária. De modo a possibilitar a entrada em funcionamento do sistema de intercepção, terão de ser intervencionados os trechos com declividade negativa restabelecendo as condições de escoamento. Tal intervenção poderá ser executada, através da remoção dos trechos com declividade negativa, assim como do trecho de montante deste, de modo a criar uma inclinação positiva permitindo assim o escoamento do esgoto para jusante sem problemas de ocorrência de fenómenos de deposição de sólidos nos interceptores conducentes à perda de seção das tubulações ,e/ou no limite na origem de problemas de septicidade.
  30. 30. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 29 de43 Alternativamente, os trechos de declividade negativa poderão ser vencidos através do recalque do esgotos, implicando assim a implantação de estações elevatórias, o que obviamente irá obrigar a um novo projeto de remodelação do sistema. São Paulo, 20 de Fevereiro de 2014 Eng.º Jesus França Com o apoio de: - Levantamento topográfico: Topografia JC - Sondagens: ESTEMCO - Estaqueamento, Terraplenagem, Empreiteira e Comércio de Materiais para Construção Ltda - Inspeção Video: Desentupidora Hidrocenter S/S Ltda
  31. 31. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 30 de43 5 ANEXOS DE CÁLCULO
  32. 32. P007_2013– Auditoria àObra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 31 de43 Quadro 13 – Resultados Dimensionamento Hidráulico-Sanitário – Intercetor IMD-1 Interc. PV Mon PV Jus Extensão (m) Cota Terr. Mon. (m) Cota Terr. Jus. (m) Cota Sol. Mon. (m) Cota Sol. Jus. (m) Declivid (m/m) Declivid mín. (m/m) Declivid máx. (m/m) Qi mon. (l/s) Qi jus. (l/s) Qf mon. (l/s) Qf jus. (l/s) Diâm int. (mm) Alt. Lâm. Líq. Jus. (m) Veloc. Crít. f jus. (m/s) Velocid. f Jus. (m/s) Tensão Trativa jus. (Pa) IMD-1 77 76 83.41 666.73 665.96 663.93 663.56 4.44E-03 4.55E-03 3.96E+00 1.50 2.38 1.50 3.08 300 0.045 3.12 0.47 1.14 IMD-1 76 74 135.31 665.96 665 663.56 662.75 5.99E-03 3.66E-03 3.94E+00 2.38 2.40 3.08 3.10 300 0.042 3.03 0.52 1.44 IMD-1 74 73 30.33 665 664.8 662.75 662.5 8.24E-03 3.63E-03 3.91E+00 2.42 2.42 3.12 3.12 300 0.039 2.92 0.58 1.85 IMD-1 73 72 28.88 664.8 664.74 662.5 662.44 2.08E-03 3.63E-03 3.91E+00 2.42 2.42 3.12 3.12 300 0.054 3.41 0.36 0.64 IMD-1 72 71 67.97 664.74 664.5 662.44 661.95 7.21E-03 3.63E-03 3.90E+00 2.42 2.44 3.12 3.14 300 0.040 2.97 0.56 1.67 IMD-1 71 70 15.66 664.5 664.44 661.95 662.04 -5.75E-03 3.62E-03 3.90E+00 2.44 2.44 3.14 3.14 300 - - - - IMD-1 70 69 32.97 664.44 664.34 662.04 661.79 7.58E-03 3.62E-03 1.80E+00 2.44 5.84 3.14 7.54 300 0.061 3.59 0.74 2.57 IMD-1 69 67 64 664.34 664.1 661.79 0 1.03E+01 2.40E-03 1.80E+00 5.84 5.84 7.54 7.54 300 0.011 1.59 9.17 682.97 IMD-1 67 66 36.33 664.1 664.16 0 661.41 -1.82E+01 2.40E-03 1.80E+00 5.84 5.84 7.54 7.54 300 - - - - IMD-1 66 65 50.43 664.16 664.27 661.41 661.37 7.93E-04 2.40E-03 1.80E+00 5.84 5.85 7.54 7.55 300 0.108 4.57 0.33 0.44 IMD-1 65 64 10.03 664.27 663.51 661.37 660.01 1.36E-01 2.40E-03 7.36E-01 5.85 12.99 7.55 21.16 300 0.050 3.28 2.76 34.56 IMD-1 64 63 47.45 663.51 663.13 660.01 659.45 1.18E-02 1.65E-03 7.36E-01 12.99 12.99 21.16 21.16 300 0.091 4.28 1.16 5.17 IMD-1 63 62 30.03 663.13 663.26 659.45 659.26 6.33E-03 1.65E-03 7.36E-01 12.99 12.99 21.16 21.16 300 0.108 4.57 0.93 3.17 IMD-1 62 61 41.97 663.26 662.46 659.26 659.21 1.19E-03 1.65E-03 7.36E-01 12.99 13.00 21.16 21.17 300 0.173 5.37 0.50 0.84 IMD-1 61 60 59.05 662.46 665.04 659.21 659.14 1.19E-03 1.65E-03 7.35E-01 13.00 13.01 21.17 21.18 300 0.174 5.37 0.50 0.84 IMD-1 60 59 22.38 665.04 664.98 659.14 660.93 -8.00E-02 1.65E-03 7.35E-01 13.01 13.02 21.18 21.19 300 - - - - IMD-1 59 58 87.16 664.98 664.78 660.93 660.33 6.88E-03 1.65E-03 7.35E-01 13.02 13.03 21.19 21.20 300 0.105 4.53 0.96 3.39 IMD-1 58 57 64.11 664.78 664.28 660.33 658.78 2.42E-02 1.65E-03 8.23E-01 13.03 13.04 21.20 21.21 400 0.069 3.87 1.45 8.59 IMD-1 57 56 82.56 664.28 663.78 658.78 659.18 -4.84E-03 1.64E-03 7.34E-01 13.04 13.04 21.21 21.21 300 - - - - IMD-1 56 55 39.7 663.78 664.67 659.18 659.07 2.77E-03 1.64E-03 7.34E-01 13.04 13.05 21.21 21.22 300 0.135 4.97 0.69 1.66 IMD-1 55 54 37.41 664.67 664.87 659.07 658.17 2.41E-02 1.64E-03 7.34E-01 13.05 13.07 21.22 21.24 300 0.076 3.97 1.50 9.03 IMD-1 54 53 85.58 664.87 664.5 658.17 658 1.99E-03 1.64E-03 7.33E-01 13.07 13.09 21.24 21.26 300 0.149 5.13 0.61 1.27 IMD-1 53 52 98.66 664.5 663.33 658 657.88 1.22E-03 1.64E-03 7.32E-01 13.09 13.11 21.26 21.28 300 0.173 5.36 0.50 0.86
  33. 33. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 32 de43 IMD-1 52 51 67.29 663.33 663.76 657.88 657.56 4.76E-03 1.64E-03 6.21E-01 13.11 19.35 21.28 29.36 400 0.123 4.96 0.90 2.88 IMD-1 51 50 26.77 663.76 663.95 657.56 657.85 -1.08E-02 1.37E-03 6.21E-01 19.35 19.36 29.36 29.37 400 - - - - IMD-1 50 49 35.28 663.95 664.05 657.85 657.6 7.09E-03 1.37E-03 6.20E-01 19.36 19.38 29.37 29.39 400 0.111 4.75 1.04 3.94 IMD-1 49 48 101.45 664.05 665.08 657.6 655.93 1.65E-02 1.37E-03 6.20E-01 19.38 19.40 29.39 29.41 400 0.090 4.34 1.40 7.60 IMD-1 48 47 75.67 665.08 664.92 655.93 655.72 2.78E-03 1.36E-03 6.20E-01 19.40 19.40 29.41 29.41 400 0.141 5.25 0.74 1.89 IMD-1 47 46b 43.69 664.92 664.77 655.72 657.17 -3.32E-02 1.36E-03 6.20E-01 19.40 19.42 29.41 29.43 400 - - - - IMD-1 46b 46a 44.51 664.77 664.44 657.17 656.44 1.64E-02 1.36E-03 6.20E-01 19.42 19.42 29.43 29.43 400 0.090 4.34 1.40 7.58 IMD-1 46a 46 5.92 664.44 664.35 656.44 0 1.11E+02 1.36E-03 6.20E-01 19.42 19.42 29.43 29.43 400 0.011 1.60 30.37 6916.75 IMD-1 46 45 27.19 664.35 664.21 0 657.41 -2.42E+01 1.36E-03 6.20E-01 19.42 19.43 29.43 29.44 400 - - - - IMD-1 45 43 112.09 664.21 663.59 657.41 656.79 5.53E-03 1.36E-03 6.19E-01 19.43 19.44 29.44 29.45 400 0.118 4.88 0.95 3.25 IMD-1 43 42 75.71 663.59 662.9 656.79 656.45 4.49E-03 1.36E-03 6.19E-01 19.45 19.46 29.46 29.47 400 0.125 4.99 0.88 2.76 IMD-1 42 41 76.55 662.9 663.03 656.45 656.33 1.57E-03 1.36E-03 6.19E-01 19.46 19.48 29.47 29.49 400 0.165 5.56 0.60 1.21 IMD-1 41 40 75.39 663.03 662.71 656.33 656.11 2.92E-03 1.36E-03 6.18E-01 19.48 19.49 29.49 29.50 400 0.140 5.22 0.75 1.97 IMD-1 40 39a 59.7 662.71 662.51 656.11 655.41 1.17E-02 1.36E-03 5.49E-01 19.49 22.85 29.50 33.86 400 0.105 4.64 1.29 6.27 IMD-1 39a 38 31.8 662.51 662.38 655.41 655.08 1.04E-02 1.26E-03 2.14E-01 22.85 97.33 33.86 130.11 700 0.176 6.03 1.72 9.79 IMD-1 38 37 63.61 662.38 662.51 655.08 655.31 -3.62E-03 6.40E-04 2.14E-01 97.33 97.33 130.11 130.11 700 - - - - IMD-1 37 36 87.47 662.51 661.94 655.31 655.34 -3.43E-04 6.40E-04 2.14E-01 97.33 97.34 130.11 130.12 700 - - - - IMD-1 36 35 68.58 661.94 662.06 655.34 655.61 -3.94E-03 6.40E-04 2.14E-01 97.34 97.36 130.12 130.14 700 - - - - IMD-1 35 34 84.02 662.06 661.92 655.61 655.12 5.83E-03 6.39E-04 2.14E-01 97.36 97.38 130.14 130.16 700 0.203 6.41 1.40 6.24 IMD-1 34 33a 42.84 661.92 661.98 655.12 654.98 3.27E-03 6.39E-04 2.14E-01 97.38 97.39 130.16 130.17 700 0.236 6.82 1.14 3.96 IMD-1 33a 33 41.68 661.98 660.82 654.98 655.12 -3.36E-03 6.39E-04 2.14E-01 97.39 97.39 130.17 130.17 700 - - - - IMD-1 33 32 86.82 660.82 660.18 655.12 654.98 1.61E-03 6.39E-04 2.14E-01 97.39 97.40 130.17 130.18 700 0.286 7.33 0.88 2.27 IMD-1 32 31 77.39 660.18 659.94 654.98 654.94 5.17E-04 6.39E-04 2.14E-01 97.40 97.42 130.18 130.20 700 0.398 8.17 0.58 0.91 IMD-1 31 30 54.46 659.94 659.73 654.94 654.88 1.10E-03 6.39E-04 2.14E-01 97.42 97.43 130.20 130.21 700 0.318 7.61 0.77 1.68 IMD-1 30 29 79.48 659.73 659.98 654.88 654.78 1.26E-03 6.39E-04 2.14E-01 97.43 97.44 130.21 130.22 700 0.306 7.51 0.80 1.86 IMD-1 29 28 69.02 659.98 660.24 654.78 654.84 -8.69E-04 6.39E-04 2.14E-01 97.44 97.46 130.22 130.24 700 - - - - IMD-1 28 27 103.82 660.24 659.83 654.84 654.73 1.06E-03 6.39E-04 2.14E-01 97.46 97.48 130.24 130.26 700 0.322 7.64 0.75 1.63
  34. 34. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 33 de43 IMD-1 27 26 66.73 659.83 659.56 654.73 654.81 -1.20E-03 6.39E-04 2.14E-01 97.48 97.49 130.26 130.27 700 - - - - IMD-1 26 25 66.73 659.56 659.28 654.81 654.58 3.45E-03 6.39E-04 1.72E-01 97.49 126.76 130.27 168.30 700 0.267 7.15 1.25 4.62 IMD-1 25 24 60.26 659.28 659.37 654.58 654.57 1.66E-04 5.65E-04 1.72E-01 126.76 126.77 168.30 168.31 700 0.387 7.77 0.31 0.36 IMD-1 24 23 70.34 659.37 658.78 654.57 654.53 5.69E-04 5.65E-04 1.72E-01 126.77 126.78 168.31 168.32 700 0.457 8.45 0.63 1.09 IMD-1 23 22 101.14 658.78 657.63 654.53 654.38 1.48E-03 5.65E-04 1.72E-01 126.78 126.80 168.32 168.34 700 0.338 7.77 0.91 2.36 IMD-1 22 21 63.63 657.63 657.87 654.38 654.32 9.43E-04 5.65E-04 1.72E-01 126.80 126.82 168.34 168.36 700 0.388 8.10 0.77 1.64 IMD-1 21 20 14.66 657.87 657.53 654.32 654.13 1.30E-02 5.65E-04 1.72E-01 126.82 126.82 168.36 168.36 700 0.189 6.22 2.01 13.08 IMD-1 20 19 21.09 657.53 658.24 654.13 654.04 4.27E-03 5.65E-04 1.72E-01 126.82 126.82 168.36 168.36 700 0.253 6.99 1.35 5.47 IMD-1 19 18 48.14 658.24 658.89 654.04 653.74 6.23E-03 5.65E-04 1.72E-01 126.82 126.84 168.36 168.38 700 - - - - IMD-1 18 16 198.32 658.89 658.36 653.74 653.51 1.16E-03 5.65E-04 1.72E-01 126.84 126.86 168.38 168.40 700 0.364 7.95 0.83 1.94 IMD-1 16 15 81.66 658.36 657.85 653.51 654.2 -8.45E-03 5.65E-04 1.72E-01 126.88 126.89 168.42 168.43 700 - - - - IMD-1 15 14 54.42 657.85 657.42 654.2 653.42 1.43E-02 5.65E-04 1.72E-01 126.89 126.91 168.43 168.45 700 0.184 6.15 2.08 14.15 IMD-1 14 13 63.68 657.42 657.12 653.42 653.37 7.85E-04 5.65E-04 1.56E-01 126.91 137.65 168.45 188.89 700 0.443 8.39 0.74 1.46 IMD-1 13 12 64.16 657.12 656.97 653.37 653.29 1.25E-03 5.43E-04 1.56E-01 137.65 137.66 188.89 188.90 700 0.382 8.07 0.88 2.12 IMD-1 12 11 48.14 656.97 656.56 653.29 653.16 2.70E-03 5.43E-04 1.56E-01 137.66 137.67 188.90 188.91 700 0.305 7.50 1.18 3.94 IMD-1 11 10 89.45 656.56 659.01 653.16 652.91 2.79E-03 5.43E-04 1.56E-01 137.67 137.69 188.91 188.93 700 0.302 7.47 1.19 4.05 IMD-1 10 9 114.23 659.01 656.44 652.91 654.14 -1.08E-02 5.43E-04 1.56E-01 137.69 137.71 188.93 188.95 700 - - - - IMD-1 9 8a 93.88 656.44 655.07 654.14 653.07 1.14E-02 5.43E-04 1.56E-01 137.71 137.73 188.95 188.97 700 0.207 6.46 1.98 12.26 IMD-1 8a 8 7.99 655.07 655.45 653.07 653 8.76E-03 5.43E-04 1.56E-01 137.73 137.73 188.97 188.97 700 0.222 6.65 1.80 9.97 IMD-1 8 7 99.4 655.45 656.47 653 652.97 3.02E-04 5.43E-04 1.56E-01 137.73 137.75 188.97 188.99 700 0.493 7.51 0.39 0.65 IMD-1 7 6 59.9 656.47 656.21 652.97 652.91 1.00E-03 5.43E-04 1.56E-01 137.75 137.76 188.99 189.00 700 0.409 8.22 0.81 1.78 IMD-1 6 5 46.29 656.21 656.09 652.91 652.89 4.32E-04 5.43E-04 1.56E-01 137.76 137.77 189.00 189.01 700 0.563 8.67 0.57 0.89 IMD-1 5 4a 16.81 656.09 655.91 652.89 652.91 -1.19E-03 5.43E-04 1.56E-01 137.77 137.78 189.01 189.02 700 - - - - IMD-1 4a 4 66.83 655.91 656.32 652.91 652.82 1.35E-03 5.43E-04 1.56E-01 137.78 137.78 189.02 189.02 700 0.373 8.01 0.91 2.26 IMD-1 4 3a 13.16 656.32 656.15 652.82 652.8 1.52E-03 5.43E-04 1.56E-01 137.78 137.79 189.02 189.03 700 0.360 7.93 0.95 2.49 IMD-1 3a 3 62.51 656.15 655.99 652.8 652.69 1.76E-03 5.43E-04 1.56E-01 137.79 137.79 189.03 189.03 700 0.344 7.82 1.00 2.80 IMD-1 3 2 22.07 655.99 655.82 652.69 652.67 9.06E-04 5.43E-04 1.56E-01 137.79 137.81 189.03 189.05 700 0.423 8.29 0.78 1.64
  35. 35. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 34 de43 IMD-1 2 1 57.04 655.82 656.57 652.67 652.67 0.00 5.43E-04 1.51E-01 137.81 141.42 189.05 195.90 700 - - - -
  36. 36. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 35 de43 Quadro 14 – Resultados Dimensionamento Hidráulico-Sanitário – Intercetor IMD-1A Interc. PV Mon PV Jus Extensão (m) Cota Terr. Mon. (m) Cota Terr. Jus. (m) Cota Sol. Mon. (m) Cota Sol. Jus. (m) Declivid (m/m) Declivid mín. (m/m) Declivid máx. (m/m) Qi mon. (l/s) Qi jus. (l/s) Qf mon. (l/s) Qf jus. (l/s) Diâm int. (mm) Alt. Lâm. Líq. Jus. (m) Veloc. Crít. f jus. (m/s) Velocid. f Jus. (m/s) Tensão Trativa jus. (Pa) IMD-1A 1 IMD- 1 14 48.77 656.57 656.97 652.67 652.57 2.05E-03 4.55E-03 1.51E-01 1.50 141.70 1.50 196.25 700 0.337 7.76 1.07 3.20 IMD-1A 14 13 105.69 656.97 656.48 652.57 652.38 1.80E-03 5.35E-04 1.51E-01 142.11 142.12 196.77 196.78 700 0.350 7.86 1.02 2.89 IMD-1A 13 12 25.63 656.48 656.6 652.38 652.45 -2.73E-03 5.35E-04 1.51E-01 142.12 142.14 196.78 196.80 700 - - - - IMD-1A 12 11 43 656.6 656.98 652.45 652.43 4.65E-04 5.35E-04 1.51E-01 142.14 142.16 196.80 196.82 700 0.565 8.67 0.59 0.96 IMD-1A 11 10 77.61 656.98 657.78 652.43 651.63 1.03E-02 5.35E-04 1.51E-01 142.16 142.18 196.82 196.84 700 0.217 6.59 1.93 11.48 IMD-1A 10 9 76.44 657.78 655.58 651.63 651.93 -3.92E-03 5.35E-04 1.51E-01 142.18 142.19 196.84 196.85 700 - - - - IMD-1A 9 8 84.22 655.58 653.86 651.93 651.76 2.02E-03 5.35E-04 1.50E-01 142.19 142.60 196.85 197.37 700 0.339 7.78 1.07 3.17 IMD-1A 8 7 49.59 653.86 654.71 651.76 651.71 1.01E-03 5.34E-04 1.50E-01 142.60 142.61 197.37 197.38 700 0.420 8.28 0.82 1.81 IMD-1A 7 6 87.89 654.71 654.08 651.71 651.53 2.05E-03 5.34E-04 1.50E-01 142.61 142.63 197.38 197.40 700 0.338 7.77 1.07 3.21 IMD-1A 6 5 68.4 654.08 655.44 651.53 651.04 7.16E-03 5.34E-04 1.50E-01 142.63 142.65 197.40 197.42 700 0.239 6.85 1.70 8.64 IMD-1A 5 4 99.1 655.44 654.32 651.04 651.32 -2.83E-03 5.34E-04 1.50E-01 142.65 142.67 197.42 197.44 700 - - - - IMD-1A 4 3 73.7 654.32 655.71 651.32 651.26 8.14E-04 5.34E-04 1.50E-01 142.67 142.69 197.44 197.46 700 0.451 8.42 0.75 1.52 IMD-1A 3 2 69.01 655.71 654.99 651.26 650.99 3.91E-03 5.34E-04 1.50E-01 142.69 142.70 197.46 197.47 700 0.282 7.29 1.36 5.36 IMD-1A 2 1 78.53 654.99 656.33 650.99 650.78 2.67E-03 5.34E-04 1.50E-01 142.70 142.71 197.47 197.48 700 0.313 7.57 1.18 3.97
  37. 37. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 36 de43 Quadro 15 – Resultados Dimensionamento Hidráulico-Sanitário – Intercetor IMD-2 Interc. PV Mon PV Jus Extensão (m) Cota Terr. Mon. (m) Cota Terr. Jus. (m) Cota Sol. Mon. (m) Cota Sol. Jus. (m) Declivid (m/m) Declivid mín. (m/m) Declivid máx. (m/m) Qi mon. (l/s) Qi jus. (l/s) Qf mon. (l/s) Qf jus. (l/s) Diâm int. (mm) Alt. Lâm. Líq. Jus. (m) Veloc. Crít. f jus. (m/s) Velocid. f Jus. (m/s) Tensão Trativa jus. (Pa) IMD-2 1 MD- 1A 29 47.11 656.33 655.49 650.78 650.39 8.28E-03 4.55E-03 1.47E-01 1.50 145.15 1.50 202.14 700 0.233 6.78 1.80 9.75 IMD-2 29 28b 78.88 655.49 654.43 650.39 650.28 1.39E-03 5.30E-04 1.55E-01 145.15 145.17 202.14 202.16 800 0.357 8.08 0.93 2.35 IMD-2 28b 28a 9.39 654.43 654.61 650.28 650.16 1.28E-02 5.30E-04 1.55E-01 145.17 145.17 202.16 202.16 800 0.199 6.42 2.08 13.42 IMD-2 28a 28 98.92 654.61 654.59 650.16 650.29 -1.31E-03 5.30E-04 1.55E-01 145.17 145.17 202.16 202.16 800 - - - - IMD-2 28 27a 36.56 654.59 654.2 650.29 650.2 2.46E-03 5.30E-04 1.55E-01 145.17 145.18 202.16 202.17 800 0.305 7.64 1.15 3.69 IMD-2 27a 27 92.09 654.2 654.16 650.2 650.06 1.52E-03 5.30E-04 1.55E-01 145.18 145.18 202.17 202.17 800 0.348 8.02 0.96 2.52 IMD-2 27 26 31.25 654.16 654.62 650.06 650.17 -3.52E-03 5.30E-04 1.55E-01 145.18 145.20 202.17 202.19 800 - - - - IMD-2 26 25 44.23 654.62 654.88 650.17 650.28 -2.49E-03 5.30E-04 1.55E-01 145.20 145.20 202.19 202.19 800 - - - - IMD-2 25 24 68.38 654.88 654.02 650.28 650.17 1.61E-03 5.30E-04 1.55E-01 145.20 145.21 202.19 202.20 800 0.343 7.97 0.98 2.63 IMD-2 24 23 58.81 654.02 654.04 650.17 650.19 -3.40E-04 5.30E-04 1.55E-01 145.21 145.21 202.20 202.20 800 - - - - IMD-2 23 23a 28.57 654.04 653.49 650.19 650.14 1.75E-03 5.30E-04 1.55E-01 145.21 145.21 202.20 202.20 800 0.335 7.90 1.01 2.82 IMD-2 23a 22 98.94 653.49 653.34 650.14 649.99 1.52E-03 5.30E-04 1.55E-01 145.21 145.21 202.20 202.20 800 0.348 8.02 0.96 2.51 IMD-2 22 21 56.46 653.34 653.77 649.99 650.07 -1.42E-03 5.30E-04 1.55E-01 145.21 145.21 202.20 202.20 800 - - - - IMD-2 21 20 36.96 653.77 655.21 650.07 649.91 4.33E-03 5.30E-04 1.55E-01 145.21 145.22 202.20 202.21 800 0.262 7.20 1.41 5.75 IMD-2 20 19 55.02 655.21 654.13 649.91 649.78 2.36E-03 5.30E-04 1.55E-01 145.22 145.22 202.21 202.21 800 0.308 7.67 1.13 3.57 IMD-2 19 17 46.53 654.13 654.2 649.78 649.75 6.45E-04 5.30E-04 1.54E-01 145.24 145.25 202.23 202.24 800 0.448 8.69 0.70 1.27 IMD-2 17 16 73.94 654.2 654.09 649.75 649.59 2.16E-03 5.30E-04 1.52E-01 145.25 147.33 202.24 206.16 800 0.319 7.77 1.10 3.35 IMD-2 16 15 115.14 654.09 653.33 649.59 649.68 -7.82E-04 5.26E-04 1.52E-01 147.33 147.33 206.16 206.16 800 - - - - IMD-2 15 14a 54.89 653.33 653.25 649.68 649.55 2.37E-03 5.26E-04 1.52E-01 147.33 147.35 206.16 206.18 800 0.311 7.70 1.14 3.60 IMD-2 14a 14 39.71 653.25 652.92 649.55 649.57 -5.04E-04 5.26E-04 1.52E-01 147.35 147.35 206.18 206.18 800 - - - - IMD-2 14 13 99.58 652.92 652.68 649.57 649.33 2.41E-03 5.26E-04 1.52E-01 147.35 147.37 206.18 206.20 800 0.310 7.68 1.15 3.65 IMD-2 13 12 41.36 652.68 655.45 649.33 650.3 -2.35E-02 5.26E-04 1.52E-01 147.37 147.39 206.20 206.22 800 - - - -
  38. 38. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 37 de43 IMD-2 12 11 61.25 655.45 654.55 650.3 649.1 1.96E-02 5.26E-04 1.52E-01 147.39 147.41 206.22 206.24 800 0.180 6.15 2.43 18.85 IMD-2 11 10 111.24 654.55 653 649.1 649.1 0.00E+00 5.26E-04 1.52E-01 147.41 147.42 206.24 206.25 800 - - - - IMD-2 10 9 82.72 653 653.02 649.1 649.02 9.67E-04 5.26E-04 1.52E-01 147.42 147.42 206.25 206.25 800 0.401 8.41 0.82 1.77 IMD-2 9 8 106.96 653.02 653.31 649.02 648.91 1.03E-03 5.26E-04 1.52E-01 147.42 147.44 206.25 206.27 800 0.394 8.36 0.84 1.86 IMD-2 8 7 94.42 653.31 652.5 648.91 648.8 1.17E-03 5.26E-04 1.52E-01 147.44 147.46 206.27 206.29 800 0.380 8.26 0.88 2.05 IMD-2 7 6 48.84 652.5 652.1 648.8 648.79 2.05E-04 5.26E-04 1.52E-01 147.46 147.47 206.29 206.30 800 0.613 7.93 0.35 0.50 IMD-2 6 5 101.82 652.1 652.56 648.79 648.66 1.28E-03 5.26E-04 1.52E-01 147.47 147.49 206.30 206.32 800 0.370 8.19 0.91 2.21 IMD-2 5 4 81.45 652.56 651.34 648.66 648.64 2.46E-04 5.26E-04 1.52E-01 147.49 147.51 206.32 206.34 800 0.653 9.27 0.47 0.58 IMD-2 4 3 83.13 651.34 651.86 648.64 648.46 2.17E-03 5.26E-04 1.52E-01 147.51 147.53 206.34 206.36 800 0.319 7.77 1.10 3.35 IMD-2 3 2 76.6 651.86 651.05 648.46 645.12 4.36E-02 5.26E-04 1.52E-01 147.53 147.54 206.36 206.37 800 0.148 5.63 3.22 35.15 IMD-2 2 1 92.09 651.05 652.71 645.12 645.91 -8.58E-03 5.26E-04 1.27E-01 147.54 172.85 206.37 254.37 800 - - - -
  39. 39. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 38 de43 Quadro 16 – Resultados Dimensionamento Hidráulico-Sanitário – Intercetor IME-1 Interc. PV Mon PV Jus Extensão (m) Cota Terr. Mon. (m) Cota Terr. Jus. (m) Cota Sol. Mon. (m) Cota Sol. Jus. (m) Declivid (m/m) Declivid mín. (m/m) Declivid máx. (m/m) Qi mon. (l/s) Qi jus. (l/s) Qf mon. (l/s) Qf jus. (l/s) Diâm int. (mm) Alt. Lâm. Líq. Jus. (m) Veloc. Crít. f jus. (m/s) Velocid. f Jus. (m/s) Tensão Trativa jus. (Pa) IME-1 68 67a - - - 663.69 - 4.55E-03 9.82E-01 1.50 11.71 1.50 15.14 300 - - - - IME-1 67a 67 41.55 664.54 664.48 663.29 662.48 1.95E-02 1.73E-03 9.82E-01 11.71 11.71 15.14 15.14 300 0.068 3.77 1.26 7.30 IME-1 67 66 55.96 664.48 664.41 662.48 662.41 1.25E-03 1.73E-03 9.81E-01 11.71 11.73 15.14 15.16 300 0.140 5.03 0.47 0.84 IME-1 66 65 88.4 664.41 665.3 662.41 662.3 1.24E-03 1.73E-03 9.80E-01 11.73 11.75 15.16 15.18 300 0.140 5.03 0.47 0.84 IME-1 65 64 88.91 665.3 664.97 662.3 660.97 1.50E-02 1.73E-03 9.79E-01 11.75 11.76 15.18 15.19 300 0.073 3.89 1.15 5.95 IME-1 64 63 74.71 664.97 663.86 660.97 660.96 1.34E-04 1.73E-03 9.79E-01 11.76 11.76 15.19 15.19 300 0.175 5.05 0.15 0.13 IME-1 63 62 88.58 663.86 663.66 660.96 660.76 2.26E-03 1.73E-03 1.10E+00 11.76 11.78 15.19 15.21 400 0.106 4.66 0.57 1.30 IME-1 62 61 55.4 663.66 664.15 660.76 660.7 1.08E-03 1.73E-03 6.24E-01 11.78 22.57 15.21 29.18 400 0.182 5.76 0.52 0.96 IME-1 61 60 55.7 664.15 664.22 660.7 660.57 2.33E-03 1.27E-03 6.24E-01 22.57 22.57 29.18 29.18 400 0.148 5.33 0.69 1.76 IME-1 60 59 102.4 664.22 665.21 660.57 660.31 2.54E-03 1.27E-03 6.24E-01 22.57 22.57 29.18 29.18 400 0.144 5.29 0.71 1.88 IME-1 59 58 55.95 665.21 663.51 660.31 660.36 -8.94E-04 1.27E-03 6.24E-01 22.57 22.58 29.18 29.19 400 - - - - IME-1 58 57 48.42 663.51 666.49 660.36 660.19 3.51E-03 1.27E-03 6.24E-01 22.58 22.58 29.19 29.19 400 0.132 5.11 0.80 2.43 IME-1 57 56 46.05 666.49 665.88 660.19 660.23 -8.69E-04 1.27E-03 4.81E-01 22.58 30.54 29.19 39.50 400 - - - - IME-1 56 55 68.49 665.88 664.75 660.23 660.05 2.63E-03 1.10E-03 4.81E-01 30.54 30.55 39.50 39.51 400 0.168 5.60 0.79 2.19 IME-1 55 54 78.21 664.75 664.19 660.05 659.74 3.96E-03 1.10E-03 4.81E-01 30.55 30.57 39.51 39.53 400 0.151 5.38 0.91 3.03 IME-1 54 53 54.35 664.19 664.27 659.74 659.77 -5.52E-04 1.10E-03 4.81E-01 30.57 30.57 39.53 39.53 400 - - - - IME-1 53 52 63.45 664.27 664.26 659.77 659.56 3.31E-03 1.10E-03 4.80E-01 30.57 30.58 39.53 39.54 400 0.158 5.48 0.86 2.63 IME-1 52 51 72.86 664.26 664.2 659.56 659.58 -2.74E-04 1.10E-03 4.80E-01 30.58 30.59 39.54 39.55 400 - - - - IME-1 51 50 56.06 664.2 663.77 659.58 659.31 4.82E-03 1.10E-03 4.80E-01 30.59 30.60 39.55 39.56 400 0.143 5.27 0.98 3.54 IME-1 50 49 65.14 663.77 663.8 659.31 659.14 2.61E-03 1.10E-03 4.80E-01 30.60 30.61 39.56 39.57 400 0.169 5.61 0.78 2.18 IME-1 49 48 34 663.8 663.7 659.14 658.95 5.59E-03 1.10E-03 4.80E-01 30.61 30.62 39.57 39.58 400 0.138 5.19 1.03 3.98 IME-1 48 48a 31.14 663.7 664.02 658.95 658.77 5.78E-03 1.10E-03 4.80E-01 30.62 30.62 39.58 39.58 400 0.136 5.17 1.05 4.09 IME-1 48a 47 65.65 664.02 663.96 658.77 658.96 -2.89E-03 1.10E-03 4.80E-01 30.62 30.62 39.58 39.58 400 - - - -
  40. 40. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 39 de43 IME-1 47 47a 49.77 663.96 663.87 658.96 658.67 5.83E-03 1.10E-03 4.41E-01 30.62 37.33 39.58 48.27 500 0.138 5.31 1.09 4.34 IME-1 47a 46 76.7 663.87 663.93 658.67 658.73 -7.82E-04 1.00E-03 4.41E-01 37.33 37.33 48.27 48.27 500 - - - - IME-1 46 45 72.04 663.93 663.95 658.73 658.65 1.11E-03 1.00E-03 4.41E-01 37.33 37.35 48.27 48.29 500 0.215 6.31 0.60 1.17 IME-1 45 44 20.53 663.95 663.95 658.65 658.5 7.31E-03 1.00E-03 4.41E-01 37.35 37.35 48.29 48.29 500 0.131 5.18 1.18 5.18 IME-1 44 43 55.07 663.95 663.56 658.5 658.46 7.26E-04 1.00E-03 4.41E-01 37.35 37.37 48.29 48.31 500 0.243 6.58 0.51 0.84 IME-1 43 42 56.09 663.56 663.66 658.46 658.41 8.91E-04 1.00E-03 4.41E-01 37.37 37.38 48.31 48.32 500 0.229 6.45 0.55 0.99 IME-1 42 41 82.8 663.66 663.94 658.41 658.44 -3.62E-04 1.00E-03 4.41E-01 37.38 37.39 48.32 48.33 500 - - - - IME-1 41 40a 56.67 663.94 663.9 658.44 658.3 2.47E-03 1.00E-03 4.41E-01 37.39 37.41 48.33 48.35 500 0.173 5.82 0.80 2.21 IME-1 40a 40 19.32 663.9 663.86 658.3 658.26 2.07E-03 1.00E-03 4.41E-01 37.41 37.41 48.35 48.35 500 0.181 5.93 0.75 1.92 IME-1 40 39 44.01 663.86 663.67 658.26 658.17 2.04E-03 1.00E-03 4.41E-01 37.41 37.41 48.35 48.35 500 0.182 5.93 0.75 1.91 IME-1 39 38 31 663.67 663.7 658.17 658.2 -9.68E-04 1.00E-03 4.41E-01 37.41 37.42 48.35 48.36 500 - - - - IME-1 38 37 57.94 663.7 664.34 658.2 658.09 1.90E-03 1.00E-03 4.40E-01 37.42 37.43 48.36 48.37 500 0.186 5.98 0.73 1.80 IME-1 37 36 27.8 664.34 665 658.09 657 3.92E-02 1.00E-03 4.40E-01 37.43 37.44 48.37 48.38 500 0.086 4.31 2.14 19.19 IME-1 36 35 55.05 665 664.41 657 658.01 -1.83E-02 1.00E-03 4.40E-01 37.44 37.46 48.38 48.40 500 #NUM! #NUM! #NUM! #NUM! IME-1 35 34 96.28 664.41 664.64 658.01 658.19 -1.87E-03 1.00E-03 4.40E-01 37.46 37.47 48.40 48.41 500 #NUM! #NUM! #NUM! #NUM! IME-1 34 33 88.51 664.64 663.88 658.19 658.08 1.24E-03 1.00E-03 4.40E-01 37.47 37.49 48.41 48.43 500 0.209 6.24 0.62 1.29 IME-1 33 32 53.01 663.88 663.77 658.08 657.77 5.85E-03 1.00E-03 4.40E-01 37.49 37.50 48.43 48.44 500 0.139 5.31 1.09 4.36 IME-1 32 31 69.23 663.77 664.09 657.77 657.89 -1.73E-03 1.00E-03 4.40E-01 37.50 37.51 48.44 48.45 500 - - - - IME-1 31 29 60.15 664.09 663.71 657.89 657.56 5.49E-03 1.00E-03 4.40E-01 37.52 37.52 48.46 48.46 500 0.141 5.35 1.07 4.15 IME-1 29 28a 18.72 663.71 663.5 657.56 657.6 -2.14E-03 1.00E-03 4.40E-01 37.52 37.52 48.46 48.46 500 - - - - IME-1 28a 28 32.77 663.5 663.2 657.6 657.5 3.05E-03 1.00E-03 4.40E-01 37.52 37.52 48.46 48.46 500 0.164 5.69 0.87 2.62 IME-1 28 27 15.95 663.2 663.01 657.5 657.51 -6.27E-04 1.00E-03 4.40E-01 37.52 37.53 48.46 48.47 500 - - - - IME-1 27 26 36.29 663.01 662.66 657.51 0 1.81E+01 1.00E-03 4.40E-01 37.53 37.54 48.47 48.48 500 0.020 2.15 18.25 2205.06 IME-1 26 23 38.62 662.66 662.71 0 657.36 -1.70E+01 1.00E-03 4.40E-01 37.54 37.54 48.48 48.48 500 - - - - IME-1 23 22 84.06 662.71 662.69 657.36 657.29 8.33E-04 1.00E-03 4.39E-01 37.55 37.57 48.49 48.51 500 0.234 6.50 0.54 0.94 IME-1 22 21 80 662.69 662.89 657.29 657.24 6.25E-04 1.00E-03 3.61E-01 37.57 47.13 48.51 60.89 500 0.292 6.95 0.51 0.81 IME-1 21 20 72.87 662.89 662.66 657.24 657.06 2.47E-03 8.99E-04 3.61E-01 47.13 47.14 60.89 60.90 500 0.196 6.10 0.85 2.44
  41. 41. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 40 de43 IME-1 20 19 68.07 662.66 663.2 657.06 657.1 -5.88E-04 8.99E-04 3.61E-01 47.14 47.15 60.90 60.91 500 - - - - IME-1 19 18 33.19 663.2 663.36 657.1 657.06 1.21E-03 8.99E-04 3.61E-01 47.15 47.16 60.91 60.92 500 0.240 6.55 0.66 1.38 IME-1 18 14 87.26 663.36 663.04 657.06 656.84 2.52E-03 8.99E-04 3.07E-01 47.16 61.91 60.92 80.01 600 0.209 6.38 0.92 2.72 IME-1 14 13 30.92 663.04 662.98 656.84 656.83 3.23E-04 7.91E-04 3.06E-01 61.93 61.93 80.03 80.03 600 0.379 7.76 0.43 0.53 IME-1 13 11 131.68 662.98 663.17 656.83 656.72 8.35E-04 7.91E-04 3.06E-01 61.93 61.95 80.03 80.05 600 0.283 7.13 0.61 1.13 IME-1 11 10 69.15 663.17 664.16 656.72 656.61 1.59E-03 7.91E-04 3.06E-01 61.97 61.97 80.07 80.07 600 0.236 6.69 0.77 1.89 IME-1 10 9 92.5 664.16 663.36 656.61 656.56 5.41E-04 7.91E-04 3.06E-01 61.97 61.99 80.07 80.09 600 0.321 7.43 0.52 0.80 IME-1 9 8 32.53 663.36 663.16 656.56 656.51 1.54E-03 7.91E-04 3.06E-01 61.99 62.00 80.09 80.10 600 0.238 6.72 0.77 1.84 IME-1 8 7 41.27 663.16 662.77 656.51 656.47 9.69E-04 7.91E-04 3.06E-01 62.00 62.01 80.10 80.11 600 0.271 7.03 0.65 1.28 IME-1 7 4 86.66 662.77 661.61 656.47 656.21 3.00E-03 7.91E-04 3.06E-01 62.01 62.02 80.11 80.12 600 0.199 6.27 0.98 3.12 IME-1 4 2 102.89 661.61 662.08 656.21 656.03 1.75E-03 7.26E-04 2.62E-01 74.42 74.42 96.19 96.19 600 0.254 6.88 0.84 2.20 IME-1 2 1a 91.14 662.08 662.95 656.03 655.95 8.78E-04 7.25E-04 2.62E-01 74.44 74.46 96.21 96.23 600 0.310 7.35 0.65 1.27 IME-1 1a 1 5.97 662.95 663.01 655.95 655.81 2.35E-02 7.25E-04 2.62E-01 74.46 74.46 96.23 96.23 600 0.130 5.23 2.14 16.88 IME-1 1 39 6.61 663.01 662.68 655.81 656.13 -4.84E-02 7.25E-04 2.62E-01 74.46 74.47 96.23 96.24 600 - - - -
  42. 42. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 41 de43 Quadro 17 – Resultados Dimensionamento Hidráulico-Sanitário – Intercetor IME-2 Interc. PV Mon PV Jus Extensão (m) Cota Terr. Mon. (m) Cota Terr. Jus. (m) Cota Sol. Mon. (m) Cota Sol. Jus. (m) Declivid (m/m) Declivid mín. (m/m) Declivid máx. (m/m) Qi mon. (l/s) Qi jus. (l/s) Qf mon. (l/s) Qf jus. (l/s) Diâm int. (mm) Alt. Lâm. Líq. Jus. (m) Veloc. Crít. f jus. (m/s) Velocid. f Jus. (m/s) Tensão Trativa jus. (Pa) IME-2 14 13 74.73 653.56 655.83 650.78 650.62 2.14E-03 4.55E-03 5.92E-01 1.50 16.30 1.50 31.05 400 0.156 5.45 0.68 1.43 IME-2 13 12 83.46 655.83 657.28 650.62 650.23 4.67E-03 1.48E-03 5.91E-01 16.30 16.31 31.05 31.06 400 0.127 5.03 0.91 2.64 IME-2 12 11 43.21 657.28 656.65 650.23 650.2 6.94E-04 1.48E-03 5.91E-01 16.31 16.32 31.06 31.07 400 0.215 6.08 0.45 0.59 IME-2 11 10 83.56 656.65 655.95 650.2 650 2.39E-03 1.48E-03 5.91E-01 16.32 16.34 31.07 31.09 400 0.152 5.39 0.71 1.56 IME-2 10 9 71.19 655.95 654.22 650 649.82 2.53E-03 1.48E-03 5.91E-01 16.34 16.36 31.09 31.11 400 0.149 5.36 0.73 1.63 IME-2 9 8 92.77 654.22 652.63 649.82 649.68 1.51E-03 1.48E-03 5.90E-01 16.36 16.37 31.11 31.12 400 0.172 5.65 0.60 1.09 IME-2 8 7 39.03 652.63 651.44 649.68 649.59 2.31E-03 1.48E-03 5.90E-01 16.37 16.39 31.12 31.14 400 0.153 5.41 0.70 1.52 IME-2 7 6 86.41 651.44 653.41 649.59 649.46 1.50E-03 1.48E-03 5.90E-01 16.39 16.40 31.14 31.15 400 0.172 5.65 0.60 1.09 IME-2 6 5 73.8 653.41 652.71 649.46 649.31 2.03E-03 1.48E-03 5.90E-01 16.40 16.41 31.15 31.16 400 0.159 5.48 0.67 1.38 IME-2 5 4 62.67 652.71 652.68 649.31 649.28 4.79E-04 1.48E-03 5.90E-01 16.41 16.42 31.16 31.17 400 0.243 6.28 0.39 0.44 IME-2 4 3 90.38 652.68 652.41 649.28 649.01 2.99E-03 1.48E-03 5.89E-01 16.42 16.44 31.17 31.19 400 0.143 5.27 0.77 1.86 IME-2 3 2 101.15 652.41 652.42 649.01 647.72 1.28E-02 1.48E-03 5.89E-01 16.42 16.44 31.17 31.19 400 0.098 4.52 1.30 5.79
  43. 43. P007_2013– Auditoria à Obra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 42 de43 Quadro 18 – Resultados Dimensionamento Hidráulico-Sanitário – Intercetor IME-3 Interc. PV Mon PV Jus Extensão (m) Cota Terr. Mon. (m) Cota Terr. Jus. (m) Cota Sol. Mon. (m) Cota Sol. Jus. (m) Declivid (m/m) Declivid mín. (m/m) Declivid máx. (m/m) Qi mon. (l/s) Qi jus. (l/s) Qf mon. (l/s) Qf jus. (l/s) Diâm int. (mm) Alt. Lâm. Líq. Jus. (m) Veloc. Crít. f jus. (m/s) Velocid. f Jus. (m/s) Tensão Trativa jus. (Pa) IME-3 7 6 99.72 651.61 651.31 649.81 649.11 7.02E-03 4.55E-03 9.02E-01 1.50 8.77 1.50 16.71 300 0.092 4.30 0.90 2.90 IME-3 6 5 59.24 651.31 651.69 649.11 648.99 2.03E-03 1.98E-03 9.02E-01 8.77 8.78 16.71 16.72 300 0.129 4.89 0.58 1.09 IME-3 5 4 58.89 651.69 651.95 648.99 648.78 3.57E-03 1.98E-03 9.01E-01 8.78 8.79 16.72 16.73 300 0.111 4.62 0.71 1.71 IME-3 4 3a 82.87 651.95 652.24 648.78 648.54 2.90E-03 1.98E-03 9.00E-01 8.79 8.81 16.73 16.75 300 0.117 4.72 0.66 1.45 IME-3 3a 3 56.87 652.24 652.16 648.54 648.51 5.28E-04 1.98E-03 9.00E-01 8.81 8.81 16.75 16.75 300 0.195 5.52 0.35 0.38 IME-3 3 2 68.74 652.16 652.14 648.51 648.49 2.91E-04 1.98E-03 9.00E-01 8.81 8.81 16.75 16.75 300 0.250 5.67 0.27 0.23 IME-3 2 1 56.62 652.14 652.18 648.49 648.01 8.48E-03 1.98E-03 8.99E-01 8.81 8.83 16.75 16.77 300 0.088 4.22 0.97 3.37 IME-3 1 1b 56.62 652.18 652.04 648.01 648.29 -4.95E-03 1.98E-03 - 8.83 8.83 16.77 16.77 400 - - - - IME-3 1b 1a 51.5 652.04 651.59 648.29 648.04 4.85E-03 1.98E-03 1.01E+00 8.83 8.83 16.77 16.77 400 0.092 4.38 0.77 2.07 IME-3 1a 2ME2 15.14 651.59 652.42 648.04 647.72 2.11E-02 1.98E-03 1.01E+00 8.83 8.83 16.77 16.77 400 0.064 3.73 1.29 6.50
  44. 44. P007_2013– Auditoria àObra Recebida – Interceptores – Relatório Final – REVISÃO 0 Fevereiro 2014 Página 43 de43 6 ANEXO – LAUDOS DAS SONDAGENS
  45. 45. Av. Brig. Faria Lima, 1.234 - 11º andar CEP 01451-001 – São Paulo – SP Tel: (+55) (11) 3812-1392 Fax: (+55) (11) 3815-4553 geral@prospectivaebepro.com     SONDAGENS REALIZADAS NO TRECHO IMD 1
  46. 46. E: N: 1° 2° 3° 1°e 2° 2°e 3° FOLHA: CLIENTE: PROSPECTIVA EBEPRO ENGENHARIA E PROJETOS LTDA. INÍCIO: TÉRMINO: APROVAÇÃO: 08/11/2013 08/11/2013 LOCAL: AV. DR. CARLOS BURGOS - ENFRENTE O QUIOSQUE AO LADO DO POSTO BR. - AMPARO SP. ESCALA: RESPONSÁVEL: 1/1 1/100 LEGENDAS: OBRA: SONDAGEM. REFERÊNCIA: SONDADOR: FRANCISCO AMOSTRAS PROFUDIDADE DACAMADA COTA: 0,00 SOND.: ST.01 COORDENADAS: ENSAIO DE PENETRAÇÃO NÚMERO DE GOLPES / PENETRAÇÃO AMOSTRADOR PADRÃO TIPO TERZAGHI PECK Ø INTERNO = 1 3/8" Ø EXTERNO = 2" PESO BATENTE = 65 kg ALTURA DE QUEDA = 75 cm PROFUNDIDADE MÉTODOEXECUTIVO NÍVELD'ÁGUA COTAEMRELAÇÃO AORN 4,00 TC 10 20 30 40 CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL 30 cm INICIAIS TRADO HELICOIDAL - THTRADO CAVADEIRA - TC CIRCULAÇÃO DE ÁGUA - CA30 cm FINAIS REVESTIMENTO N.A.N.F.E. -4,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 13,00 14,00 15,00 16,00 17,00 18,00 19,00 20,00 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA SILTO ARGILOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS, VARIEGADA (MARROM AMARELADA). 1,00 ATERRO - AREIA GROSSA MÉDIA E FINA SILTO-ARGILOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS FINOS E MÉDIOS, VARIEGADA (CINZA AMARELADA)). 3,60 ATERRO - ARGILA (EXTRATIFICADA) SILTOSA, POUCO ARENOSA, (AREIA FINA E MÉDIA) COM MICA, VARIEGADA (MARROM CINZENTADA). 4,00 LIMITE DA SONDAGEM
  47. 47. E: N: 1° 2° 3° 1°e 2° 2°e 3° FOLHA: ENSAIO DE PENETRAÇÃO NÚMERO DE GOLPES / PENETRAÇÃO AMOSTRADOR PADRÃO TIPO TERZAGHI PECK Ø INTERNO = 1 3/8" Ø EXTERNO = 2" PESO BATENTE = 65 kg ALTURA DE QUEDA = 75 cm PROFUNDIDADE MÉTODOEXECUTIVO NÍVELD'ÁGUA COTAEMRELAÇÃO AORN AMOSTRAS PROFUDIDADE DACAMADA COTA: 0,00 SOND.: ST.02 COORDENADAS: LEGENDAS: OBRA: SONDAGEM. REFERÊNCIA: SONDADOR: FRANCISCO LOCAL: AV. DR. CARLOS BURGOS - ENFRENTE A CASA AVES AMPARO N º 1.525 - AMPARO SP. ESCALA: RESPONSÁVEL: 1/1 1/100 CLIENTE: PROSPECTIVA EBEPRO ENGENHARIA E PROJETOS LTDA. INÍCIO: TÉRMINO: APROVAÇÃO: 08/11/2013 08/11/2013 4,00 TC 10 20 30 40 CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL 30 cm INICIAIS TRADO HELICOIDAL - THTRADO CAVADEIRA - TC CIRCULAÇÃO DE ÁGUA - CA30 cm FINAIS REVESTIMENTO N.A.N.F.E. -4,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 13,00 14,00 15,00 16,00 17,00 18,00 19,00 20,00 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA MUITO SILTO ARGILOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS, COM ENTULHOS, VARIEGADA (MARROM 1,00 ATERRO - AREIA GROSSA MÉDIA E FINA SILTOSA POUCO ARGILOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS FINOS E MÉDIOS, VARIEGADA (CINZA AMARELADA)). 4,00 LIMITE DA SONDAGEM
  48. 48. E: N: 1° 2° 3° 1°e 2° 2°e 3° FOLHA: ENSAIO DE PENETRAÇÃO NÚMERO DE GOLPES / PENETRAÇÃO AMOSTRADOR PADRÃO TIPO TERZAGHI PECK Ø INTERNO = 1 3/8" Ø EXTERNO = 2" PESO BATENTE = 65 kg ALTURA DE QUEDA = 75 cm PROFUNDIDADE MÉTODOEXECUTIVO NÍVELD'ÁGUA COTAEMRELAÇÃO AORN AMOSTRAS PROFUDIDADE DACAMADA COTA: 0,00 SOND.: ST.03 COORDENADAS: LEGENDAS: OBRA: SONDAGEM. REFERÊNCIA: SONDADOR: FRANCISCO LOCAL: AV. DR. CARLOS BURGOS - ENFRENTE AO CANTO DOS PASSAROS AO LADO POSTO AMPARENCE - AMPARO SP. ESCALA: RESPONSÁVEL: 1/1 1/100 CLIENTE: PROSPECTIVA EBEPRO ENGENHARIA E PROJETOS LTDA. INÍCIO: TÉRMINO: APROVAÇÃO: 08/11/2013 08/11/2013 5,00 TC 10 20 30 40 CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL 30 cm INICIAIS TRADO HELICOIDAL - THTRADO CAVADEIRA - TC CIRCULAÇÃO DE ÁGUA - CA30 cm FINAIS REVESTIMENTO N.A.N.F.E. -5,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 13,00 14,00 15,00 16,00 17,00 18,00 19,00 20,00 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA ARGILOSA SILTOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS, COM ENTULHOS (TIJOLOS PEDRAS) VARIEGADA (MARROM AMARELADA). 3,00 ARGILA SILTO-ARENOSA (AREIA, MÉDIA, FINA E GROSSA) COM PEDREGULHOS FINOS, MARROM. (SOLO DE ALTERAÇÃO DE ROCHA). 4,20 ARGILA SILTO-ARENOSA (AREIA, GROSSA, FINA E MÉDIA) COM PEDREGULHOS FINOS, MARROM AMARELADA. 5,00 LIMITE DA SONDAGEM
  49. 49. E: N: 1° 2° 3° 1°e 2° 2°e 3° FOLHA: CLIENTE: PROSPECTIVA EBEPRO ENGENHARIA E PROJETOS LTDA. INÍCIO: TÉRMINO: APROVAÇÃO: 13/11/2013 13/11/2013 LOCAL: AV. DR. CARLOS BURGOS - ENFRENTE DO CANTO DOS PASSAROS Nº 1.425 - AMPARO SP. ESCALA: RESPONSÁVEL: 1/1 1/100 LEGENDAS: OBRA: SONDAGEM. REFERÊNCIA: SONDADOR: FRANCISCO AMOSTRAS PROFUDIDADE DACAMADA COTA: 0,00 SOND.: ST. 03A COORDENADAS: ENSAIO DE PENETRAÇÃO NÚMERO DE GOLPES / PENETRAÇÃO AMOSTRADOR PADRÃO TIPO TERZAGHI PECK Ø INTERNO = 1 3/8" Ø EXTERNO = 2" PESO BATENTE = 65 kg ALTURA DE QUEDA = 75 cm PROFUNDIDADE MÉTODOEXECUTIVO NÍVELD'ÁGUA COTAEMRELAÇÃO AORN 4,00 TC 10 20 30 40 CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL 30 cm INICIAIS TRADO HELICOIDAL - THTRADO CAVADEIRA - TC CIRCULAÇÃO DE ÁGUA - CA30 cm FINAIS REVESTIMENTO N.A.N.F.E. -4,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 13,00 14,00 15,00 16,00 17,00 18,00 19,00 20,00 CAMADA DE CONCRETO.0,15 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA SILTOSA POUCO ARGILOSA COM POUCA MICA, COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS, COM ENTULHOS, VARIEGADA CINZA AMARELADA. 4,00 LIMITE DA SONDAGEM
  50. 50. E: N: 1° 2° 3° 1°e 2° 2°e 3° FOLHA: CLIENTE: PROSPECTIVA EBEPRO ENGENHARIA E PROJETOS LTDA. INÍCIO: TÉRMINO: APROVAÇÃO: 13/11/2013 13/11/2013 LOCAL: AV. DR. CARLOS BURGOS - ENFRENTE PEDRITA MARMORARIA Nº 1.255 - AMPARO SP. ESCALA: RESPONSÁVEL: 1/1 1/100 LEGENDAS: OBRA: SONDAGEM. REFERÊNCIA: SONDADOR: FRANCISCO AMOSTRAS PROFUDIDADE DACAMADA COTA: 0,00 SOND.: ST. 04 COORDENADAS: ENSAIO DE PENETRAÇÃO NÚMERO DE GOLPES / PENETRAÇÃO AMOSTRADOR PADRÃO TIPO TERZAGHI PECK Ø INTERNO = 1 3/8" Ø EXTERNO = 2" PESO BATENTE = 65 kg ALTURA DE QUEDA = 75 cm PROFUNDIDADE MÉTODOEXECUTIVO NÍVELD'ÁGUA COTAEMRELAÇÃO AORN 4,00 TC 10 20 30 40 CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL 30 cm INICIAIS TRADO HELICOIDAL - THTRADO CAVADEIRA - TC CIRCULAÇÃO DE ÁGUA - CA30 cm FINAIS REVESTIMENTO N.A.N.F.E. -4,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 13,00 14,00 15,00 16,00 17,00 18,00 19,00 20,00 PAVIAMENTO ASFALTICO.0,10 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA ARGILOSA SILTOSA COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS, COM ENTULHOS, (MARROM AMARELADA). 1,10 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA SILTOSA POUCO ARGILOSA COM POUCA MICA, COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS, COM ENTULHOS, VARIEGADA (CINZA AMARELADA). 4,00 LIMITE DA SONDAGEM
  51. 51. E: N: 1° 2° 3° 1°e 2° 2°e 3° FOLHA: CLIENTE: PROSPECTIVA EBEPRO ENGENHARIA E PROJETOS LTDA. INÍCIO: TÉRMINO: APROVAÇÃO: 08/11/2013 08/11/2013 LOCAL: AV. DR. CARLOS BURGOS - ENFRENTE AO PONTO DE ÔNIBUS - AMPARO SP. ESCALA: RESPONSÁVEL: 1/1 1/100 LEGENDAS: OBRA: SONDAGEM. REFERÊNCIA: SONDADOR: FRANCISCO AMOSTRAS PROFUDIDADE DACAMADA COTA: 0,00 SOND.: ST. 05 COORDENADAS: ENSAIO DE PENETRAÇÃO NÚMERO DE GOLPES / PENETRAÇÃO AMOSTRADOR PADRÃO TIPO TERZAGHI PECK Ø INTERNO = 1 3/8" Ø EXTERNO = 2" PESO BATENTE = 65 kg ALTURA DE QUEDA = 75 cm PROFUNDIDADE MÉTODOEXECUTIVO NÍVELD'ÁGUA COTAEMRELAÇÃO AORN6,00 TC 10 20 30 40 CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL 30 cm INICIAIS TRADO HELICOIDAL - THTRADO CAVADEIRA - TC CIRCULAÇÃO DE ÁGUA - CA30 cm FINAIS REVESTIMENTO N.A.N.F.E. -5,00 -6,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 13,00 14,00 15,00 16,00 17,00 18,00 19,00 20,00 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA SILTOSA POUCO ARGILOSA COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS COM FRAGMENTOS DUROS, AMARELADA E ESBRANQUIÇADA. 0,80 ATERRO - SILTE ARENOSO ARGILOSO (AREIA, MÉDIA, FINA E GROSSA) COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS, COM ENTULHOS, VARIEGADO (AMARELADO E MARROM). 2,60 ATERRO - SILTE ARGILOSO ARENOSO (AREIA, MÉDIA E FINA) COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS, COM ENTULHOS, MARROM AMARELADO. 5,60 ATERRO - SILTE ARGILOSO COM POUCA AREIA FINA, COM MICA, VARIEGADO (CINZA E MARROM). 6,00 LIMITE DA SONDAGEM
  52. 52. E: N: 1° 2° 3° 1°e 2° 2°e 3° FOLHA: ENSAIO DE PENETRAÇÃO NÚMERO DE GOLPES / PENETRAÇÃO AMOSTRADOR PADRÃO TIPO TERZAGHI PECK Ø INTERNO = 1 3/8" Ø EXTERNO = 2" PESO BATENTE = 65 kg ALTURA DE QUEDA = 75 cm PROFUNDIDADE MÉTODOEXECUTIVO NÍVELD'ÁGUA COTAEMRELAÇÃO AORN AMOSTRAS PROFUDIDADE DACAMADA COTA: 0,00 SOND.: ST.06 COORDENADAS: LEGENDAS: OBRA: SONDAGEM. REFERÊNCIA: SONDADOR: FRANCISCO LOCAL: AV. DR. CARLOS BURGOS - NA ESQUINA COM RUA FILANDIA PROX. Nº 3.630 - AMPARO SP. ESCALA: RESPONSÁVEL: 1/1 1/100 CLIENTE: PROSPECTIVA EBEPRO ENGENHARIA E PROJETOS LTDA. INÍCIO: TÉRMINO: APROVAÇÃO: 08/11/2013 08/11/2013 6,00 TC 10 20 30 40 CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL 30 cm INICIAIS TRADO HELICOIDAL - THTRADO CAVADEIRA - TC CIRCULAÇÃO DE ÁGUA - CA30 cm FINAIS REVESTIMENTO N.A.N.F.E. -5,00 -6,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 13,00 14,00 15,00 16,00 17,00 18,00 19,00 20,00 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA, POUCO ARGILOSA, POUCO SILTOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS, COM ENTULHOS, VARIEGADA (MARROM ACINZENTADA). 3,00 ATERRO - SILTE MUITO ARENOSO (AREIA GROSSA MÉDIA E FINA) ARGILOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS FINOS, COM ENTULHOS, VARIEGADA (MARROM AMARELADA E CINZA). 6,00 LIMITE DA SONDAGEM .
  53. 53. E: N: 1° 2° 3° 1°e 2° 2°e 3° FOLHA: ENSAIO DE PENETRAÇÃO NÚMERO DE GOLPES / PENETRAÇÃO AMOSTRADOR PADRÃO TIPO TERZAGHI PECK Ø INTERNO = 1 3/8" Ø EXTERNO = 2" PESO BATENTE = 65 kg ALTURA DE QUEDA = 75 cm PROFUNDIDADE MÉTODOEXECUTIVO NÍVELD'ÁGUA COTAEMRELAÇÃO AORN AMOSTRAS PROFUDIDADE DACAMADA COTA: 0,00 SOND.: ST.07 COORDENADAS: LEGENDAS: OBRA: SONDAGEM. REFERÊNCIA: SONDADOR: FRANCISCO LOCAL: AV. DR. CARLOS BURGOS - ENFRENTE N°3.750 - AMPARO SP. ESCALA: RESPONSÁVEL: 1/1 1/100 CLIENTE: PROSPECTIVA EBEPRO ENGENHARIA E PROJETOS LTDA. INÍCIO: TÉRMINO: APROVAÇÃO: 08/11/2013 08/11/2013 5,00 TC 10 20 30 40 CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL 30 cm INICIAIS TRADO HELICOIDAL - THTRADO CAVADEIRA - TC CIRCULAÇÃO DE ÁGUA - CA30 cm FINAIS REVESTIMENTO N.A.N.F.E. -5,00 -6,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 13,00 14,00 15,00 16,00 17,00 18,00 19,00 20,00 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA, ARGILA SILTOSA, COM POUCA MICA, VARIEGADA (MARROM AMARELADA E ACINZENTADA). 2,00 AREIA GROSSA MÉDIA E FINA SILTO-ARGILOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS MÉDIOSA FINOS, VARIEGADA (MARROM ACINZENTADA E AMARELADA). 4,00 SILTE ARGILOSO COM POUCA AREIA FINA, COM POUCA MICA, CINZA E MARROM AMARELADO. 6,00 LIMITE DA SONDAGEM
  54. 54. E: N: 1° 2° 3° 1°e 2° 2°e 3° FOLHA: CLIENTE: PROSPECTIVA EBEPRO ENGENHARIA E PROJETOS LTDA. INÍCIO: TÉRMINO: APROVAÇÃO: 08/11/2013 08/11/2013 LOCAL: AV. DR. CARLOS BURGOS - ENFRENTE AO PONTO DE ÔNIBUS Nº 3.830 - AMPARO SP. ESCALA: RESPONSÁVEL: 1/1 1/100 LEGENDAS: OBRA: SONDAGEM. REFERÊNCIA: SONDADOR: FRANCISCO AMOSTRAS PROFUDIDADE DACAMADA COTA: 0,00 SOND.: ST. 08 COORDENADAS: ENSAIO DE PENETRAÇÃO NÚMERO DE GOLPES / PENETRAÇÃO AMOSTRADOR PADRÃO TIPO TERZAGHI PECK Ø INTERNO = 1 3/8" Ø EXTERNO = 2" PESO BATENTE = 65 kg ALTURA DE QUEDA = 75 cm PROFUNDIDADE MÉTODOEXECUTIVO NÍVELD'ÁGUA COTAEMRELAÇÃO AORN6,00 TC 10 20 30 40 CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL 30 cm INICIAIS TRADO HELICOIDAL - THTRADO CAVADEIRA - TC CIRCULAÇÃO DE ÁGUA - CA30 cm FINAIS REVESTIMENTO N.A.N.F.E. -5,00 -6,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 13,00 14,00 15,00 16,00 17,00 18,00 19,00 20,00 ATERRO - AREIA, MÉDIA, GROSSA E FINA, SILTOSA POUCO ARGILOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS FINOS, COM FRAGMENTOS DUROS, VARIEGADA (AMARELADA E 0,60 ATERRO - AREIA, MÉDIA, GROSSA E FINA SILTOSA POUCO ARGILOSA COM MICA, COM PEDREGULHOS MÉDIOS E FINOS COM ENTULHOS (PEDRAS, TIJOLOS ASFALTO, MADEIRA PODRE) VARIEGADA (AMARELADA E ACINZENTADA).3,50 ATERRO - AREIA, MÉDIA, GROSSA E FINA SILTOSA POUCO ARGILOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS COM ENTULHOS, VARIEGADA (MARROM5,00 AREIA, MÉDIA, GROSSA E FINA SILTE ARGILOSA, COM MICA COM PEDREGULHOS FINOS, VARIEGADA (MARROM ACINZENTADA E AMARELADA). (SOLO DE ALTERAÇÃO DE ROCHA). 6,00 LIMITE DA SONDAGEM
  55. 55. E: N: 1° 2° 3° 1°e 2° 2°e 3° FOLHA: ENSAIO DE PENETRAÇÃO NÚMERO DE GOLPES / PENETRAÇÃO AMOSTRADOR PADRÃO TIPO TERZAGHI PECK Ø INTERNO = 1 3/8" Ø EXTERNO = 2" PESO BATENTE = 65 kg ALTURA DE QUEDA = 75 cm PROFUNDIDADE MÉTODOEXECUTIVO NÍVELD'ÁGUA COTAEMRELAÇÃO AORN AMOSTRAS PROFUDIDADE DACAMADA COTA: 0,00 SOND.: ST.08-A COORDENADAS: LEGENDAS: OBRA: SONDAGEM. REFERÊNCIA: SONDADOR: FRANCISCO LOCAL: AV. DR. CARLOS BURGOS - ENFRENTE AO PONTO DE ÔNIBUS Nº 3.830 - AMPARO SP. ESCALA: RESPONSÁVEL: 1/1 1/100 CLIENTE: PROSPECTIVA EBEPRO ENGENHARIA E PROJETOS LTDA. INÍCIO: TÉRMINO: APROVAÇÃO: 13/11/2013 13/11/2013 5,00 TC 10 20 30 40 CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL 30 cm INICIAIS TRADO HELICOIDAL - THTRADO CAVADEIRA - TC CIRCULAÇÃO DE ÁGUA - CA30 cm FINAIS REVESTIMENTO N.A.N.F.E. -5,00 -6,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 13,00 14,00 15,00 16,00 17,00 18,00 19,00 20,00 PAVIAMENTO ASFALTICO.0,15 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA SILTOSA POUCO ARGILOSA COM PEDREGULHOS MÉDIOS E FINOS COM ENTULHOS (PEDRAS TIJOLOS). VARIEGADA (AMARELADA). 1,50 ARGILA MUITO SILTOSA, POUCO ARENOSA (AREIA FINA) CINZA. 6,00 LIMITE DA SONDAGEM
  56. 56. E: N: 1° 2° 3° 1°e 2° 2°e 3° FOLHA: CLIENTE: PROSPECTIVA EBEPRO ENGENHARIA E PROJETOS LTDA. INÍCIO: TÉRMINO: APROVAÇÃO: 08/11/2013 08/11/2013 LOCAL: AV. DR. CARLOS BURGOS - ENFRENTE Nº 3.910 - AMPARO SP. ESCALA: RESPONSÁVEL: 1/1 1/100 LEGENDAS: OBRA: SONDAGEM. REFERÊNCIA: SONDADOR: FRANCISCO AMOSTRAS PROFUDIDADE DACAMADA COTA: 0,00 SOND.: ST.09 COORDENADAS: ENSAIO DE PENETRAÇÃO NÚMERO DE GOLPES / PENETRAÇÃO AMOSTRADOR PADRÃO TIPO TERZAGHI PECK Ø INTERNO = 1 3/8" Ø EXTERNO = 2" PESO BATENTE = 65 kg ALTURA DE QUEDA = 75 cm PROFUNDIDADE MÉTODOEXECUTIVO NÍVELD'ÁGUA COTAEMRELAÇÃO AORN6,00 TC 10 20 30 40 CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL 30 cm INICIAIS TRADO HELICOIDAL - THTRADO CAVADEIRA - TC CIRCULAÇÃO DE ÁGUA - CA30 cm FINAIS REVESTIMENTO N.A.N.F.E. -5,00 -6,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 13,00 14,00 15,00 16,00 17,00 18,00 19,00 20,00 PAVIAMENTO ASFALTICO.0,15 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA MUITO ARGILOSA SILTOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS MÉDIOS E FINOS, VARIEGADA (MARROM AMARELADA). 1,00 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA ARGILA SILTOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS FINOS, VARIEGADA (MARROM ACINZENTADA E AMARELADA).3,00 ATERRO - SILTE MUITO ARENOSO ARGILOSO (AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA) COM MICA, COM PEDREGULHOS FINOS, VARIEGADO MARROM AMARELADO. 6,00 LIMITE DA SONDAGEM
  57. 57. Av. Brig. Faria Lima, 1.234 - 11º andar CEP 01451-001 – São Paulo – SP Tel: (+55) (11) 3812-1392 Fax: (+55) (11) 3815-4553 geral@prospectivaebepro.com SONDAGENS REALIZADAS NO TRECHO IME 1 (MONTANTE)
  58. 58. E: N: 1° 2° 3° 1°e 2° 2°e 3° FOLHA: CLIENTE: PROSPECTIVA EBEPRO ENGENHARIA E PROJETOS LTDA. INÍCIO: TÉRMINO: APROVAÇÃO: 08/11/2013 08/11/2013 LOCAL: AV. DR. CARLOS BURGOS - ENFRENTE AO Nº 4.100 - AMPARO SP. ESCALA: RESPONSÁVEL: 1/1 1/100 LEGENDAS: OBRA: SONDAGEM. REFERÊNCIA: SONDADOR: FRANCISCO AMOSTRAS PROFUDIDADE DACAMADA COTA: 0,00 SOND.: ST.10 COORDENADAS: ENSAIO DE PENETRAÇÃO NÚMERO DE GOLPES / PENETRAÇÃO AMOSTRADOR PADRÃO TIPO TERZAGHI PECK Ø INTERNO = 1 3/8" Ø EXTERNO = 2" PESO BATENTE = 65 kg ALTURA DE QUEDA = 75 cm PROFUNDIDADE MÉTODOEXECUTIVO NÍVELD'ÁGUA COTAEMRELAÇÃO AORN6,00 TC 10 20 30 40 CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL 30 cm INICIAIS TRADO HELICOIDAL - THTRADO CAVADEIRA - TC CIRCULAÇÃO DE ÁGUA - CA30 cm FINAIS REVESTIMENTO N.A.N.F.E. -5,00 -6,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 13,00 14,00 15,00 16,00 17,00 18,00 19,00 20,00 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA POUCO ARGILOSA COM ENTULHOS, VARIEGADA (AMARELADA). 0,40 AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA SILTOSA POUCA ARGILOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS, VARIEGADA (AMARELADA E CINZA). (SOLO DE ALTERAÇÃO DE ROCHA). 3,50 AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA SILTOSA ARGILA, COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS, CINZA. (SOLO DE ALTERAÇÃO DE ROCHA). 5,00 AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA SILTOSA ARGILOSA, COM POUCA MICA, COM PEDREGULHOS FINOS, VARIEGADA (CINZA AMARELADA.) (SOLO DE ALTERAÇÃO DE ROCHA). 6,00 LIMITE DA SONDAGEM
  59. 59. E: N: 1° 2° 3° 1°e 2° 2°e 3° FOLHA: CLIENTE: PROSPECTIVA EBEPRO ENGENHARIA E PROJETOS LTDA. INÍCIO: TÉRMINO: APROVAÇÃO: 04/11/2013 04/11/2013 LOCAL: AV. FRANCISCO PRESTES MAIA - ENFRENTE A RUBINHO AUTO CENTER Nº 971 - AMPARO - SP. ESCALA: RESPONSÁVEL: 1/1 1/100 LEGENDAS: OBRA: SONDAGEM. REFERÊNCIA: SONDADOR: FRANCISCO AMOSTRAS PROFUDIDADE DACAMADA COTA: 0,00 SOND.: ST.01 COORDENADAS: ENSAIO DE PENETRAÇÃO NÚMERO DE GOLPES / PENETRAÇÃO AMOSTRADOR PADRÃO TIPO TERZAGHI PECK Ø INTERNO = 1 3/8" Ø EXTERNO = 2" PESO BATENTE = 65 kg ALTURA DE QUEDA = 75 cm PROFUNDIDADE MÉTODOEXECUTIVO NÍVELD'ÁGUA COTAEMRELAÇÃO AORN 6,00 TC 5,28 10 20 30 40 CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL 30 cm INICIAIS TRADO HELICOIDAL - THTRADO CAVADEIRA - TC CIRCULAÇÃO DE ÁGUA - CA30 cm FINAIS REVESTIMENTO N.A.INICIAL:04/11/2013:5,50m N.A.FINAL:05/11/2013:5,28m -5,00 -6,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 13,00 14,00 15,00 16,00 17,00 18,00 19,00 20,00 PAVIMENTO ASFÁLTICO.0,06 ATERRO - AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA SILTOSA POUCO ARGILOSA, COM MICA, COM PEDREGULHOS MÉDIOS A FINOS COM FRAGMENTOS DUROS, VARIEGADA (AMARELADA).2,00 AREIA, GROSSA, MÉDIA E FINA ARGILOSA SILTOSA COM MICA COM FRAGMENTOS DUROS COM PEDREGULHOS GROSSOS MÉDIOS E FINOS, VARIEGADA (MARROM AMARELADA). 6,00 LIMITE DA SONDAGEM

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