Fisiologia gastrointestinal

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Trabalho feito por acadêmicos do 2º período do curso de Enfermagem da Universidade Estadual do Maranhão - UEMA, Centro de Estudos Superiores de Balsas - CESBA.

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Fisiologia gastrointestinal

  1. 1. ACADÊMICA: CINTIA MASCARENHAS CASTELO BRANCO
  2. 2.  O sistema digestório humano é dividido em duas partes:  Tubo Digestório  Órgãos Anexos
  3. 3.  Boca ou cavidade bucal  Faringe  Esôfago  Estômago  Intestino delgado - Duodeno - jejuno-íleo  Intestino grosso - Ceco - Cólon - Reto  Ânus Fonte: afh.bio.br
  4. 4.  Glândulas salivares: parótidas, sublinguais e submandibulares.  Dentes  Língua  Fígado – vesícula biliar  Pâncreas Fonte: afh.bio.br
  5. 5. ACADÊMICA: ELLY KAYANNE PITOMBEIRA ABREU
  6. 6. FONTE: Google FONTE: Google FONTE: Google FONTE: Google FONTE: Google
  7. 7.  É a transformação dos alimentos em substâncias assimiláveis, realizada no interior do aparelho digestivo, por meio de dois tipos de processos: mecânico e químico. Digestão Mecânica Língua Dentes Movimentos Peristálticos Química Sucos digestivos
  8. 8. Tubo Digestivo Boca Faringe Esôfago Estomago Intestino Delgado Intestino Grosso Ânus Órgãos Anexos Glândulas Salivares Fígado Vesícula Biliar Pâncreas
  9. 9. FONTE: Google FONTE: Google FONTE: Google
  10. 10. FONTE: Google
  11. 11. FONTE: Google FONTE: Google
  12. 12.  Órgão em forma de bolsa de parede muito musculosa, situada entre o esôfago e o duodeno. Fonte: Google
  13. 13.  É o ciclo mais longo do tubo digestório, sendo dividido em três partes: Duodeno, jejuno e íleo. Fonte: Google
  14. 14. Fonte: Google
  15. 15.  É a parte final do tubo digestivo, responsável pelo importante processo de absorção da água, o que determina a consistência do bolo fecal, possui uma rica flora bacteriana.  Local por onde é eliminado o bolo fecal. Fonte: Google
  16. 16. FONTE: Google
  17. 17.  Apendicite  Câncer no Cólon  Pancreatite  Úlcera Péptica  Constipação Intestinal  Infecções Intersticiais  Cálculo Biliar  Faringite  Gastrite  Refluxo Gastroesofágico  Dispepsia  Esôfago de Barret  Doença de Crohn  Hemorroidas  Cirrose
  18. 18. Doença Causas Sintomas Diagnóstico Tratamento Apendicite Ela geralmente ocorre quando o apêndice fica bloqueado por fezes, um objeto estranho ou, raramente, um tumor. Geralmente, o primeiro sintoma é dor em volta do umbigo, apetite reduzido, náusea, vômitos, calafrios, tremores, febre baixa e dores abdominais quando o apêndice se rompe. Em geral, é feita pela descrição dos sintomas, pelo exame físico e pelos exames de laboratório. Em alguns casos, testes adicionais: Tomografia computadorizada abdominal, ultrassonografia abdominal, laparoscopia diagnóstica. Em casos sem complicações, um cirurgião normalmente removerá seu apêndice logo após o diagnóstico feito por seu médico. E em casos de apêndice rompida sua retirada só pode se feita depois que a infecção e a inflamação tiverem passado. Pancreatite Ocorre quando as enzimas digestivas produzidas no pâncreas tornam-se ativadas enquanto no interior do pâncreas, causando danos ao órgão. Fatores de risco para a pancreatite aguda e crônica, incluindo: alcoolismo, cálculos biliares, cirurgia abdominal, histórico familiar. Aguda: Dor abdominal superior, dor abdominal que se irradia para as costas, dor abdominal que se sente pior depois de comer, náuseas e vômitos. Crônica: Dor abdominal superior, perder peso sem esforço fezes gordurosas e fedorentas. Outros sintomas: febre, ritmo cardíaco acelerado, suor, pele ou a parte branca dos olhos com cor amarelada (icterícia). Exame clínico e levantamento do histórico do paciente, principalmente no que se refere ao uso de álcool, são dados importantes para o diagnóstico das pancreatites. Sua confirmação, porém, depende dos resultados dos exames de sangue, de raios X e de ultrassom abdominal. Geralmente requer hospitalização. Uma vez que sua condição está estabilizada e a inflamação no pâncreas é controlada, os médicos podem tratar a causa subjacente de sua pancreatite. Jejuns, cirurgias quando ocorre infecção e necrose da glândula, tratamento para a dependência do álcool. Úlcera péptica A causa mais comum dessa lesão é a infecção do estômago pela bactéria chamadaHelicobacter pylori (H.pylori). A maioria das pessoas com úlceras pépticas tem essas bactérias vivendo em seus tratos gastrointestinais (GI)Inflamação (gastrite) ou uma úlcera, consumo excessivo de álcool, fumar ou mascar tabaco, dentre outros. Desconforto e dores abdominais, sensação de inchaço, incapacidade de muito líquido, fome e uma sensação de vazio no estômago frequentemente 1 a 3 horas após uma refeição Náusea branda. Fezes com sangue ou como piche escuro, dor no peito, fadiga, vômitos, possivelmente com sangue, perda de peso. Basicamente através das queixas do paciente e sua confirmação pela endoscopia digestiva, ou pelo Raio-X contrastado do Estômago e Duodeno. Exames complementares ao exame endoscópico: retirada de um fragmento da úlcera (biópsia) para exame microscópico. Este informará o grau de inflamação nesta região, a presença do Helicobacter pylori e a natureza benigna ou maligna da úlcera, pois algumas são causadas por câncer. Antibióticos destinados a eliminar a bactéria Helicobacter pylori, caso se demonstre a infeção pela bactéria. O tratamento também inclui uma combinação de dois a três antibióticos e de um inibidor da supressão do ácido gástrico durante 10 a 14 dias. Os fármacos mais frequentemente utilizados são os inibidores da bomba de protões (omeprazol, rabeprazol, lanzoprazol, pantoprazol e esomeprazol). Refluxo gastroesofágico Problema no musculo esfíncter esofágico inferior, que não fechar bem, fazendo com que o alimento, líquido e suco gástrico vaze de volta para o esôfago. Outros fatores de risco: hérnia hiatal, medicamentos como Anticolinérgicos (p.ex., para enjoo do mar) Betabloqueadores para pressão arterial alta ou doença cardíaca Os sintomas mais comuns são: Sensação de que o alimento pode ter ficado preso atrás do esterno.Aumentados ao se curvar, inclinar para a frente, ficar deitado ou comer Mais prováveis ou piores à noite. Náusea após comer. Os sintomas menos comuns são: Tosse ou respiração ofegante, dificuldade para deglutir, Soluços, rouquidão O diagnostico é feito através de uma endoscopia digestiva e alguns médicos podem optar por fazer um exame chamado de pHmetria, em que é medido o grau de acidez do estômago e do esôfago. Para prevenir azia, evite alimentos e bebidas que possam desencadear seus sintomas. Para muitas pessoas, eles incluem: Álcool, cafeína, bebidas gasosas, chocolate, frutas e sucos cítricos, tomates, molhos de tomate, alimentos picantes, produtos derivados de leite integral, hortelã. Antiácidos e outras drogas que tem ação mais duradoura:antagonistas H2: famotidina (Pepsid).
  19. 19. ACADEMICA: MARESSA LAÍS DE OLIVEIRA COELHO
  20. 20.  DIGESTÃO:  OCORRE A PARTIR DE PROCESSOS MECÂNICOS E QUÍMICOS;  AÇÃO DE ENZIMAS HIDROLÍTICAS NA DEGRADAÇÃO DE CARBOIDRATOS, LIPÍDIOS E PROTEÍNAS;  ABSORÇÃO:  INTESTINO DELGADO  AÇÃO PERMITIDA PELA ESTRUTURA ANATÔMICA.
  21. 21. DIGESTÃO DE CARBOIDRATOS Amido Polissacarídeo Amilase Maltose Dissacarídeo Fonte: Google
  22. 22. Polissacarídeo - Amido Amilase (Pancreática) Dissacarídeo - Maltose Sacarase Lactase Maltase Monossacarídeo – • Frutose • Galactose • Glicose Fonte: Google
  23. 23.  Maltose Glicose + Glicose  Sacarose Glicose + Frutose  Lactose Glicose + Galactose
  24. 24. 3 MECANISMOS Difusão Passiva Difusão Facilitada Transporte Ativo Fonte: Google
  25. 25. Transportadores de Glicose Na+ dependentes Na+ independentes SGLT 1 GLUT 2 Transportadores de Frutose GLUT 5 GLUT 2
  26. 26. Fonte: Google
  27. 27.  Enzimas proteolíticas:  Endopepitidases cliva ligações no meio da cadeia peptídica. - Pepsina, tripsina, quimiotripsina e elastase.  Exopeptidases cliva ligações nas extremidades da cadeia peptídica. - Carboxipeptidases A e B C - terminal - Aminopeptidases N - terminal
  28. 28.  Ação de enzimas digestivas: - Hidrolisam as ligações peptídicas.  Digestão começa no estômago - HCL das células parietais - Desnatura estruturas 4º, 3º, 2º. - Pepsinogênio das células principais HCL Pepsinogênio Pepsina
  29. 29.  Enzimas pancreáticas secretas: - Tripsinogênio - Quimotripsinogênio - Pró- elastase - Pró – carboxipeptidase A e B
  30. 30. Enteropeptidase/tripsina  Tripsinogênio Tripsina Tripsina  Quimotripsinogênio Quimiotripsina Tripsina  Pró-Carboxipeptidase Carboxipeptidase  Intestino Delgado ( Borda em escova) - Aminopeptidases - Dipeptidases - Enteroquinase (ou Entepeptidase)
  31. 31.  Aminoácidos livres  Sistema de Carreadores - AA Neutros - AA Básicos - AA Ácidos - Imino ácidos Fonte: fisiologia - Linda Constanzo - 4ª ed. p. 367  Entrada de alguns AA através de transporte ativo.
  32. 32.  Grande parte da proteína ingerida é absorvida pelas células epiteliais no intestino. - Dipepítideo - Aminoácidos - Tripeptídeo
  33. 33.  Estômago: Lipase lingual Lipase gástrica 10% triglicerídeos Glicerol Ácido graxo
  34. 34. Intestino Delgado: Triglicerídeo Colesterol Ester Fosfolipídio Monoglicerídeo Ácido Graxo Ácido Graxo Colesterol Ácido Graxo Lisolecitina Ácido Graxo
  35. 35. Fonte: fisiologia - Linda Constanzo - 4ª ed. p. 369
  36. 36.  Atuam como coenzimas/cofatores para reações metabólicas.  VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS - A, D, E e K  VITAMINAS HIDROSSOLÚVEIS - B1, B2, B6, B12, C, biotina, ácido fólico e ácido pantotênico.  CÁLCIO  FERRO
  37. 37. ACADÊMICO: CASSIANO RICARDO GOMES DA SILVA
  38. 38.  Falha na degradação dos carboidratos ingeridos até a forma absorvível.  A retenção desse soluto e da água no intestino causa diarreia. Intolerância a Lactose  Incapacidade de digerir o açúcar.  Deficiência de lactase.  Não é digerida a glicose e galactose.
  39. 39. FONTE: Google
  40. 40.  Problemas na digestão ou absorção de proteínas.  Deficiência das enzimas pancreáticas. Pancreatite crônica  Inflamação do pâncreas.  Geralmente é causado pelo alcoolismo.  Cálculos pancreáticos FONTE: Google
  41. 41. Fibrose Cística  É uma doença genética.  Não conseguem absorver alimentos.  Dificulta e impede a passagem de substâncias. FONTE: Google
  42. 42.  Insuficiência pancreática  Falha na síntese de apoproteínas
  43. 43.  Causada por infecção bacteriana, viral ou parasítica.  Perda de líquido extracelular.  Desidratação  Tipos: Diarréia osmótica e secretória Diarréia osmótica  Presença de solutos não absorvíveis . Diarréia secretora  Secreção excessiva de líquidos
  44. 44. ACADÊMICA: ANTONIA THÁVILLA EWERTON BEZERRA
  45. 45. FONTE: Google
  46. 46.  Funções  Os tipos de músculos  Os tipos de contrações  Ondas lentas ( frequência, origem) Fonte; livro linda S. Costanzo Fisiologia, 3° edição:
  47. 47.  Relação entre as ondas lentas, os potencial de ação e contração.  Motilidade esofágica  Motilidade gástrica ( estrutura, inervação, esvaziamento gástrico) Fonte; Livro Linda S. Costanzo .Fisiologia, 3° edição:
  48. 48.  Motilidade do intestino delgado ( frequência das ondas, inervação, contrações segmentares e contrações peristálticas)  Motilidade do intestino grosso ( contrações segmentares e movimentos de massa) FONTE; Livro Linda S. Costanzo FISIOLOGIA, 3° edição:
  49. 49.  Secreção é a adição de líquidos, enzimas e muco ao lúmen do trato gastrointestinal. Essas secreções são produzidas pelas as glândulas salivares (saliva), células da mucosa gástrica (secreção gástrica), células exócrinas do pâncreas (secreção pancreática) e fígado (bile)
  50. 50.  Função  Estrutura das glândulas  Formação da saliva (inervação e fluxo)  Regulação da secreção salivar FONTE: Google
  51. 51.  Função  Estrutura e tipos celulares da mucosa gástrica  Secreção HCL FONTE; Livro Linda S. Costanzo FISIOLOGIA, 3° edição Glândulas oxínticas Glândulas pilóricas
  52. 52.  Inibição da secreção de HCL  Úlceras péptica (gástrica ou duodenal) FONTE; Livro Linda S. Costanzo FISIOLOGIA, 3° edição:
  53. 53.  Função  Estruturas das glândulas exócrinas pancreáticas  Formação das secreções (inervação, enzimas pancreáticas)  Intensidade do fluxo sobre a composição do suco pancreático  Regulação da secreção
  54. 54. FONTE; Livro Linda S. Costanzo FISIOLOGIA, 3° edição:
  55. 55.  Conceito  Visão do sistema biliar  Composição da Bile: Sais Biliares, pigmentos biliares, colesterol, fosfolipídios, eletrólitos e agua.  Função da vesícula biliar -Enchimento -Concentração da Bile -Ejeção da Bile
  56. 56. FONTE: Google
  57. 57. FONTE: Google
  58. 58.  Cálculos biliares são pequenas pedras que se formam na vesícula biliar, órgão localizado no lobo inferior direito do fígado onde a bile se concentra e de onde é lançada sob a influência de um hormônio intestinal
  59. 59.  Sintomas  Causas  Tratamento
  60. 60. ACADEMICO: RAMON CHAVES SOUSA
  61. 61.  Peristaltismo: O Movimento propulsivo básico do tubo gastrointestinal FONTE: Google
  62. 62. FONTE: Google
  63. 63.  Peristaltismo no intestino delgado  Controle do peristaltismo por sinais nervosos e hormonais.  Descarga peristáltica  Peristaltismo no ser humano em Jejum
  64. 64. ACADEMICA: THAIS SILVA OLIVEIRA
  65. 65.  Os hormônios são peptídeos liberados por células endócrinas do trato gastrointestinal.  Esses hormônios que são liberados na corrente sanguínea vão até o coração e retornam ao sistema digestivo, onde estimulam a liberação de sucos digestivos e movimentos dos órgãos.  Os principais hormônios que controlam a digestão são a gastrina, colescitocinina, secretina e peptídeo insulinotrópico dependente de glicose (ou peptídeo inibitório gástrico , GIP).
  66. 66.  E um hormônio produzido por células endócrinas da parede do estômago, que participa da digestão humana induzindo as glândulas estomacais a secretar as pepsinas e o acido clorídrico. FONTE: Google
  67. 67.  Secretada pela célula I do duodeno e jejuno  Estimula a secreção da bile  Promove o fechamento do piloro
  68. 68.  Secretada pelas células S do duodeno  Promove a secreção de HCO3- pancreático e biliar.  Inibe o efeito trófico da gastrina sobre a mucosa gástrica.
  69. 69.  Secretado pelo duodeno e jejuno  Estimula a secreção de insulina pela células B pancreáticas. FONTE: Google
  70. 70.  A microbiota intestinal ou flora intestinal é o grupo de bactérias que vivem no intestino auxiliando os vários processos como a digestão de alimentos e monitorando o desenvolvimento de microrganismos que causam doenças.  A flora intestinal divide-se em duas: › A Permanente, ligada às células da mucosa do intestino. Possuem vários microrganismos fixos que se proliferam com agilidade e estão bem adequadas ao organismo. › A Transitória, não está ligada na mucosa. É oriunda da seção superior do trato digestivo e varia conforme o meio ambiente e a alimentação .
  71. 71.  Cuidar bem da flora intestinal é fundamental para manter a saúde do organismo e prevenir problemas que possam causar patologias futuras.  Para manter a flora intestinal equilibrada, o consumo de alimentos probióticos é de fundamental importância.  Os probióticos mais populares pertencem às espécies de bactérias como Lactobacillus rhamnosus, a Lactobacillus acidophilus, Bifidobacterium bifidum e Bifidobacterium longum.  São encontrados em alimentos como iogurte, leites fermentados ou sob a forma de pó ou cápsulas.
  72. 72.  O desequilíbrio da flora intestinal é chamado de disbiose.  Causas da disbiose:  Alimentação desbalanceada e rica em carboidratos refinados, açúcares, gorduras saturadas e baixa ingestão de fibras;  Ingestão excessiva de agrotóxicos;  Automedicação e uso elevado de antibióticos, anti-inflamatórios e antiácidos;  Uso abusivo do álcool e do cigarro. FONTE: Google
  73. 73.  E preciso promover mudanças reais no estilo de vida, diminuindo os fatores estressantes e incluindo em seu dia a dia uma dieta balanceada, com alimentos que promovem a saúde, como os chamados alimentos funcionais e os probióticos. FONTE: Google FONTE: Google FONTE: Google
  74. 74. ACADEMICA: JOANILCE NAZARENO MARTINS
  75. 75.  É abastecida pelo nervo vago e nervo pélvico  Nervo vago(craniano): inerva a porção superior  Nervo pélvico: inerva a parte inferior  O SNP tem fibras pré-ganglionares longas que fazem sinapse em gânglios nos órgãos-alvos ou perto. Esses gânglios estão localizados nas paredes de dentro dos órgãos nos plexos mioentérico e submucoso.  Os neurônios pós-ganglionares do SNP são: colinérgicos ou peptidérgicos.  O nervo vago tem: 75% de fibras aferentes que levam informação sensorial da periferia para o SNC. E 25% de fibras eferentes que conduzem informação motora do SNC para os órgãos alvo na periferia.  Reflexos vagovagais;
  76. 76.  Sistema nervoso autônomo: Extrínseco: é a inervação simpática e parassimpática Intrínseco: é o sistema nervoso entérico  Tipos de inervações: Parassimpáticas Simpáticas Intrínseca
  77. 77.  O SNP tem fibras curtas e fazem sinapses em gânglios fora do trato gastrointestinal. Esses gânglios fazem sinapse nos plexos mioentérico e submucoso, ou inervam as células lisas, endócrinas ou secretoras.  Quatro gânglios servem o trato gastrointestinal: celíaco, mesentérico superior, mesentérico inferior e hipogástrico.  As fibras nervosas simpáticas 50% são aferentes e 50% eferentes. Assim como ocorre com a inervação parassimpática, as informações sensorial e motora são retransmitidas nos dois sentidos entre o trato gastrointestinal e o SNC, coordenadas pelos mioentérico e submucoso.
  78. 78. FONTE; Livro Linda S. Costanzo FISIOLOGIA, 3° edição:
  79. 79.  Sistema nervoso entérico, pode controlar todas as funções do trato gastrointestinal, mesmo na ausência da inervação extrínseca.  Situam-se em gânglios nos plexos submucoso e mioentérico.  Neurócrinas é identificada em neurônios do sistema nervoso entérico.
  80. 80. ACADÊMICA: HILDIVANEA COSTA DA SILVA
  81. 81.  Sistema de vasos mais extenso;  Fluxo sanguíneo através de todo o intestino, baço, fígado e pâncreas;  Todo sangue circulante nesta circulação desemboca na VEIA PORTA;
  82. 82.  No fígado passa por milhões de sinusoidais hepáticos e sai do fígado pelas veias hepáticas, que desemboca na cava.  Células reticuloendoteliais – removem bactérias;  Nutrientes não-lipídicos e hidrossolúveis – transportado direto para o fígado ½ a ¾ são armazenados;  Gorduras – transportada para circulação pelo sistema linfático por meio do ducto torácico;
  83. 83. Veia hepática Artéria hepática Aorta Veia Cava Veia Veia Esplênica Porta Veia Intestinal Artéria Intestinal Capilares Seios hepáticos FONTE: Google
  84. 84. FONTE: Google
  85. 85. FONTE: Google
  86. 86.  O fluxo sanguíneo em cada camada da parede gastrointestinal e diretamente proporcional a nível de atividade local;  Possíveis causas:  Substâncias vasodilatadoras liberada pela mucosa (colecistocinina, peptídeo vasoativo intestinal, gastrina e secretina);  Liberação de calidina e bradiquinina (vasodilatadores) por glândulas gastrointestinal;  Redução na concentração de oxigênio, aumenta o fluxo em 50 a 100%;
  87. 87.  Estimulação Parassimpática:  Para o estômago e cólon distal aumenta o fluxo sanguíneo local ao mesmo tempo que aumenta a secreção glandular;  Estimulação Simpática:  Vasocontrição intensa das arteríolas com grande redução do fluxo sanguíneo para todo o TGI;
  88. 88. ACADEMICA: LAYARA DA SILVA SOARES
  89. 89.  Defecar é o ato de evacuar fezes do organismo através do relaxamento do esfíncter e contrações do reto anal.  Existem vários reflexos fisiológicos que estimulam a defecação por meio do aumento do peristaltismo intestinal. Entre eles estão: o ortocólico e o gastrocólico.
  90. 90.  Intestino Grosso No intestino grosso onde ocorre absorção de água e eletrólitos. O quimo vai adquirir uma consistência cada vez mais pastosa e se transformar em um bolo fecal.  Os cólons sigmoide e reto Na pélvis o cólon sigmoide termina na flexura retossigmóidea, abaixo da qual se inicia o reto. O reto acaba no canal anal que apresenta apenas 2 a 3 cm de extensão estando contido dentro do ânus. O canal anal apresenta epitélio escamoso proveniente de invaginação da pele. Na junção mucocutânea o epitélio escamoso se transforma em epitélio colunar estratificado que no reto passa a epitélio colunar semelhante ao do cólon.
  91. 91.  Existem dois esfíncteres anais no controle da defecação: o esfíncter interno e o esfíncter externo.  O esfíncter interno formado por três músculos circulares é inervado pelos nervos pélvicos, não estando sob controle voluntário. Além do controle da defecação, uma de suas funções específicas é a de contenção dos gases.  O esfíncter externo é formado por músculo estriado e inervado, podendo estar sob controle voluntário, exceto nos primeiros anos de vida.
  92. 92. FONTE :Google
  93. 93.  O reflexo da defecação  Reflexo intrínseco e reflexo parassimpático.  O enchimento das porções finais do intestino grosso estimula terminações nervosas presentes em sua parede através de sua distensão.  Impulsos nervosos ficam então com a intensidade e frequência cada vez maiores, sendo dirigidos a um segmento da medula espinhal (sacral) onde acabam desencadeando uma resposta motora que provoca um aumento significativo e intenso nas ondas peristálticas por todo o intestino grosso, ao mesmo tempo em que ocorre um relaxamento no esfíncter interno do ânus.  Ocorre o reflexo da defecação.  OBS: Se durante esse momento o esfíncter externo do ânus também estiver relaxado, as fezes serão eliminadas para o exterior do corpo. Caso contrário, as fezes permanecem retidas no interior do reto e o reflexo desaparece, retornando alguns minutos ou horas mais tarde.
  94. 94.  Reflexo intrínseco Quando as fezes chegam ao reto a distensão da parede retal desencadeia sinais aferentes que se propagam pelo plexo mioentérico para iniciar ondas peristálticas no cólon descendente, sigmoide e reto, forçando as fezes na direção anal. À medida que as ondas peristálticas se aproximam do ânus, o esfíncter anal interno se relaxa por impulsos inibitórios provenientes do plexo mioentérico, caso ao mesmo tempo o esfíncter anal externo esteja aberto ocorrera à defecação. Entretanto o reflexo mioentérico intrínseco sozinho que funciona por si só é relativamente fraco.  Reflexos parassimpáticos Envolvem os segmentos sacrais da medula espinhal. Estímulos parassimpáticos intensificam acentuadamente as ondas peristálticas, e o estímulo para o relaxamento do esfíncter anal interno de fraco passa para poderoso.
  95. 95.  O ato da defecação Vários grupos musculares participam deste ato: os músculos do reto e do anus, as estruturas musculares adjacentes ao períneo, o diafragma e os músculos estriados da parede abdominal. A massa de fezes, entrando na ampola retal, causa distensão de sua parede, estimulando assim a defecação. Quando este aumento da pressão retal intraluminal excede certos limites (cerca de 50 mm de Hg), o esfíncter interno relaxa e surge a necessidade de defecar. Nesse ponto, se as circunstâncias o permitirem, o esfíncter anal externo sofre relaxamento voluntário. Uma onda de contração se inicia no meio de cólon transverso, propagando-se para baixo em direção à junção retossigmóidea. Ocorre um encurtamento da ampola retal, pela contração dos músculos elevadores do ânus e dos retococcígeos. Os músculos da parede abdominal também se contraem, a glote se fecha, o diafragma é abaixado, por inspiração profunda, e os músculos torácicos se contraem. Em consequência, ocorre aumento da pressão intra-abdominal de 100 a 200 ou mais mm de Hg e a massa fecal é expelida com encurtamento da ampola retal. Verifica-se um aumento rápido da pressão arterial, seguido por aumento da pressão venosa periférica, o que pode, em pessoas debilitadas, ser a causa de uma diminuição considerável do débito cardíaco, seguida de queda da pressão arterial e síncope.
  96. 96.  Controle da defecação As vias aferentes do reflexo de defecação seguem os nervos parassimpáticos, através do nervo pélvico. O reflexo é aumentado pelo estímulo táctil ao nível do ânus, assim a passagem de fezes, pelo canal anal, potencializa o reflexo. O controle e a coordenação da defecação ocorrem no centro da defecação, situado no bulbo perto do centro do vômito. O centro de defecação está associado com sua zona estimulatória quimioreceptora específica, localizada no assoalho do quarto ventrículo. A estimulação dessa zona ou do próprio centro por certas substâncias químicas, toxinas ou drogas pode causar a defecação. A defecação, também, pode ser desencadeada por estímulo de certas zonas do diencéfalo. A transecção da medula, acima de L1 geralmente, determina incontinência fecal. O tono esfincteriano é preservado e a defecação continua, automaticamente, embora sem percepção consciente do seu início. Após certo tempo, o reflexo de defecação se restabelece. O estímulo dos gânglios basais no cérebro, também, pode ser a causa de defecação involuntária. Por outro lado, a defecação pode ser inibida pela dor, pelo medo, pela elevação da temperatura e vários mecanismos inibitórios psicogênicos ou neurogênicos. A destruição da inervação simpática do cólon não afeta o ato da defecação. O controle voluntário da defecação, incorporado no esfíncter externo devolve ao homem o privilégio de controle das funções gastrintestinais, perdido no momento em que o bolo alimentar toca os receptores tácteis da faringe e do palato mole. A existência do controle voluntário no início e no fim da digestão é uma astúcia da natureza que da ao homem, um domínio sobre seu trato digestivo e sobre o processo de digestão.
  97. 97. Blog Fiapo de Jaca. Disponível em < http://www.fiapodejaca.com.br/doencas-que-atacam-o-sistema-digestorio>. Acesso em 08/10/2014 Site Mundo Educação. Disponível em <http://www.mundoeducacao.com/biologia/digestao.htm >. Acesso em 08/10/2014 Site Toda Matéria. Disponível em <http://www.todamateria.com.br/sistema-digestivo-sistema-digestório>. Acesso em 08/10/2014 CONSTANZO, Linda S. Fisiologia Gastrointestinal. in: Fisiologia. 4º ed, Rio de Janeiro: Elsevier Editora LTDA, 2011, p. 329-377. GUYTON, A.C., HALL, J.E Tratado De Fisiologia Médica 9. Ed. Rj . Guanabara Koogan, 1997 VILELA, Ana Luísa Miranda. O Sistema Digestório. in. Anatomia e Fisiologia Humana. 2000. disponível em< www.afh.bio.br>. acesso em 23/09/2014. http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/15985-desequilibrio-da-flora-intestinal-afeta-digestao-e-sistema- imunológico>. Acesso em 15/10/2014 http:<//www.infoescola.com/fisiologia/flora-intestinal/>. Acesso em 15/10/2014 Glass, George B. Jerzy. Introdução à fisiologia gastrintestinal. Sarvier, 1973. Site de Milton Carloss Malaghini, Copyright, 1999

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