Renata M. Soares – CD
HEMOCENTRO DALTON BABOSA CUNHA-HEMONORTE
renatas1@uol.com.br
3232-6754
• A DF é uma das doenças hereditárias mais comuns no
mundo.
• A mutação teve origem no continente africano e pode
ser enco...
• 3.500 doentes e 200.000 portadores de traço novos por
ano(PNTN) – Mortalidade de 25% (OMS)
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Sobrevida-
quase 80% deles não completam 30 anos.
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Os programas populacionais de Doenças Falciformes só têm
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A Hemácia
• A hemácia tem um formato de um disco bicôncavo redondo e
achatado.
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A hemoglobina
• hemoglobina é uma proteína globular, de estrutura quaternária, que
contém 4 cadeias polipeptídicas (cadeia...
O QUE É ANEMIA FALCIFORME ?
A CAUSA DA DOENÇA É
UMA MUTAÇÃO DE PONTO
NO GENE DA GLOBINA
BETA DA HEMOBLOBINA,
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O QUE É ANEMIA FALCIFORME
• Hemoglobinas não mutantes
– Hb A - 90 - 95 %
– Hb A2 - 2 - 3,4 %
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Em geral os pais são portadores
assintomáticos de um único gene
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Traço Falciforme - heterozigose (AS)
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CRISES
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Palidez da Mucosa
Icterícia/Anemia Crônica
Atraso na erupção
Deformidades cranianas (turricefalia)
Calcificações na câmara pulpar
Hipercementose
• Hipomineralização
do esmalte/
dentina
• Aumento do risco de
cárie
• Grau de periodontite
elevado
• Alt. fluxo salivar
Alterações ósseas- projeção da
maxila (overjet de 3 a 10 mm)
osteoporose
anemia hemolítica, infecções bacterianas e crises
vasoclusivas
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 Osteomielite
• Neuropatia
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• Na DF não ocorre necessariamente
por problema dentário.
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Freqüência - 100 X
29% ( pelo menos um episódio )
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21% a 36% dos pacientes relatam dor de dente
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Medidas Odontológicas Preventivas
1. Minimizar o estresse  risco de crise
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Bacteremia transitória ( 15 a 30’ após o procedimento)
Risco de infecção
Antibiótico Profilático
crianças até 5 anos – não...
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ADULTOS- 50mg -8/8 h
CRIANÇAS- 1mg/kg/dose
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Anamnese e
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Contato com o hematologista
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Tratamento Periodontal
Terapia antiinfecciosa –
paciente fora de crises falcêmicas
Raspagens Supra e Sub gengival,
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•Tratamento Endodôntico
Infecção endodôntica –antibioticoterapia
•Tratamento Restaurador e Protético
•Tratamento Ortodônti...
Resumindo...
 Incentivar os procedimentos preventivos
 Atentar para a possibilidade de Necrose Pulpar em
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FILOSOFIA DA ATENÇÃO
• Atendimento multiprofissional
• Descentralizado
• Humanizado
• Profissionais capacitados
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• Inserção da doença em outros programas
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• Saúde da Mulher
• Saúde bucal
• Imunizações
•Vigilância ...
MEDIDAS DE IMPACTO
• Triagem neonatal – diagnóstico precoce
• Estudo familiar
• Dismistificação do traço falciforme
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Cuidados Odontológicos com Pacientes com Doença Hematológica e Infartos Frequentes - Renata Monteiro Soares - XII Jornada de Onco-hematologia da Casa Durval Paiva [2015]

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Cuidados Odontológicos com Pacientes com Doença Hematológica e Infartos Frequentes

Renata Monteiro Soares - Dentista do Hemonorte.

Palestra realizada na XII Jornada de Onco-hematologia da Casa Durval Paiva (08/04/15) em Natal/RN.

Publicada em: Saúde e medicina
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Cuidados Odontológicos com Pacientes com Doença Hematológica e Infartos Frequentes - Renata Monteiro Soares - XII Jornada de Onco-hematologia da Casa Durval Paiva [2015]

  1. 1. Renata M. Soares – CD HEMOCENTRO DALTON BABOSA CUNHA-HEMONORTE renatas1@uol.com.br 3232-6754
  2. 2. • A DF é uma das doenças hereditárias mais comuns no mundo. • A mutação teve origem no continente africano e pode ser encontrada em populações de diversas partes do planeta, com altas incidências na África, Arábia Saudita e Índia. • No Brasil, devido à grande presença de afrodescendentes, e da miscigenação, a DF constitui um grupo de doenças e agravos relevantes.
  3. 3. • 3.500 doentes e 200.000 portadores de traço novos por ano(PNTN) – Mortalidade de 25% (OMS) • A letalidade em DF é de 80% de crianças com menos de 5 anos de idade que não recebem os cuidados de saúde necessários. • A vida média das pessoas com DF já alcança a faixa dos 48 anos. • 2 a 6% da população geral são portadores do Traço Falcêmico
  4. 4. Sobrevida- quase 80% deles não completam 30 anos. O diagnóstico destes casos e o acompanhamento clínico dos pacientes reduzem os óbitos deste grupo em até 80%
  5. 5. Os programas populacionais de Doenças Falciformes só têm impactos sociais e éticos se incorporarem suas ações no diagnóstico precoce que otimiza a eficácia das ações preventivas e profiláticas na redução da morbimortalidade, por intermédio do acompanhamento realizado por equipe multiprofissional; em cuidados sociais que cada pessoa com a doença requer; acesso às informações/orientações genéticas aos familiares e acesso aos medicamentos essenciais. Os cuidados profiláticos representam a essência do tratamento até o quinto ano de vida, período de maior ocorrência de óbitos e complicações graves
  6. 6. A Hemácia • A hemácia tem um formato de um disco bicôncavo redondo e achatado. • podem mudar bastante de forma, sem quebrar enquanto se espremem pelos capilares. • As células vermelhas contêm hemoglobina, uma molécula especialmente projetada para armazenar oxigênio e transportá-lo para as células. • A hemácea normal possui 95% de hemoglobina.
  7. 7. A hemoglobina • hemoglobina é uma proteína globular, de estrutura quaternária, que contém 4 cadeias polipeptídicas (cadeias de globina) e um grumo heme ligado a cada uma das cadeias de globina. • É uma proteína presente nos eritrócitos (hemácias), constituindo aproximadamente 35% de seu peso • A hemoglobina carrega 97% do oxigênio que chega aos pulmões e é transportado pelo sangue • A concentração normal de hemoglobina no sangue é de 15,5 gramas por decilitro nos homens e 14 gramas por decilitro nas mulheres.
  8. 8. O QUE É ANEMIA FALCIFORME ? A CAUSA DA DOENÇA É UMA MUTAÇÃO DE PONTO NO GENE DA GLOBINA BETA DA HEMOBLOBINA, ORIGINANDO NO LUGAR DA HbA , UMA HEMOGLOBINA ALTERADA , DENOMINADA Hb S
  9. 9. O QUE É ANEMIA FALCIFORME • Hemoglobinas não mutantes – Hb A - 90 - 95 % – Hb A2 - 2 - 3,4 % – Hb Fetal - < 2% • Hemoglobina S (“Sickle” – “foice”) – 1 gene – heterozigoto– traço falciforme – 2 genes–homozigoto–anemia falciforme
  10. 10. HERANÇA AUTOSSÔMICA RECESSIVA Em geral os pais são portadores assintomáticos de um único gene mutante(TRAÇO ) e cada um deles passa este gene para a criança que assim recebe o gene mutante em dose dupla. AS AS AA AS AS SS    
  11. 11. Anemia Falciforme - homozigose (SS) Traço Falciforme - heterozigose (AS) Doença Falciforme- combinações (SD, SC, SE, S beta-talassemia, S alfa-talassemia
  12. 12. hemáceas normais com hemoglobina A 120 d hemáceas falciformes 20 d
  13. 13. O2 Perda H2O e K Céls. Densas Polimerização intracelular Hb S Dano de membrana Afoiçamento irreversível Aumento da polimerização Hb S Filtrabilidade comprometida Hemólise aspectos moleculares Hb S I n f r a t o - n e c r o s e C r i s e s F a l c ê m i c a s
  14. 14. POLÍMERO DE Hb S  Viscosidade FATORES DESENCADEANTES  HIPÓXIA  DESIDRATAÇÃO  INFECÇÃO  ACIDOSE  HIPOTERMIA STRESS EMOCIONAL EXERCÍCIOS FÍSICOS RIGOROSOS LESÃO TECIDUAL Aderência ao endotélio Estase sangüínea vasoconstricçãohemólise IPPMG/UFRJ
  15. 15. CRISES ÁLGICAS CRISES ÁLGICAS LESÃO TECIDUAL A.V.CS.T. A.SEQUESTRO ESPLÊNICO
  16. 16. Figura ilustrativa em dimensões obtidas pela microscopia eletrônica de varredura de um capilar extremamente delgado, onde o eritrócito se deforma ara poder fluir na circulação.
  17. 17. Palidez da Mucosa Icterícia/Anemia Crônica
  18. 18. Atraso na erupção Deformidades cranianas (turricefalia) Calcificações na câmara pulpar Hipercementose
  19. 19. • Hipomineralização do esmalte/ dentina
  20. 20. • Aumento do risco de cárie • Grau de periodontite elevado • Alt. fluxo salivar
  21. 21. Alterações ósseas- projeção da maxila (overjet de 3 a 10 mm) osteoporose
  22. 22. anemia hemolítica, infecções bacterianas e crises vasoclusivas COMPLICAÇÕES ORAIS  Osteomielite • Neuropatia  Necrose Pulpar Assintomática  Dor Orofacial- mandíbula
  23. 23. • Na DF não ocorre necessariamente por problema dentário. • diagnóstico precoce e o tratamento de infecção oral • Diagnóstico diferencial para pac. com DF que apresentem dor óssea e edema facial.
  24. 24. Freqüência - 100 X 29% ( pelo menos um episódio ) Na face- mandíbula (fluxo sanguíneo limitado) Crise vasoclusiva isquemia e necrose Prolif. Bacteriana  Sintomas – exsudato no sulco gengival edema facial linfadenopatia RX- destruição óssea Ag. etiológico – salmonella > ossos longos estreptococcuse staphilococccus > mandibula  TT- combinação de terapias de suporte, antibiótica , cirúrgica(drenagem,remoção de dentes impactados, e sequestros ósseos) hospitalização
  25. 25. NEUROPATIA DO NERVO MANDIBULAR Vaso-oclusão Neuropatia N. Alveolar. Inf  Isquemia Anestesia permanente NEUROPATIA DO NERVO MENTONIANO dor na mandíbula  parestesia do lábio inferior Reversão – até 18 a 24 meses após
  26. 26. vasolusão da microcirculação da polpa pelas céls. Falciformes necrose pulpar (dentes hígidos) *As alterações radiográficas relacionadas à DF, podem dificultar o diagnóstico
  27. 27. NECROSE PULPAR ASSINTOMÁTICA
  28. 28. vasoclusão  pulpite dor na face – sintoma mais comum 21% a 36% dos pacientes relatam dor de dente s/ nenhuma patologia • evoluir p/ necrose ou reverter
  29. 29. MEDIDAS GERAIS E TERAPÊUTICAS ODONTOLÓGICAS
  30. 30. Medidas Odontológicas Preventivas 1. Minimizar o estresse  risco de crise 2. Atendimento na fase crônica Tratamento preventivo de rotina 3. Prevenir infecções  Antibióticos 4.Fase agudaprocedimentos emergenciais
  31. 31. Bacteremia transitória ( 15 a 30’ após o procedimento) Risco de infecção Antibiótico Profilático crianças até 5 anos – não precisa crianças> de 5 anos: Amoxacilina(250mg) ou cefalexina(250mg) 50mg/kg ,1 h antes Adultos: amoxacilina(500mg) ou cefalexina(500mg) 2 g , 1 h antes Indicação: polimentos coronários(gengivite), Raspagens Supra e sub, Exodontias (decíduos ou permanentes), pulpotomias, pulpectomias e cirurgias bucais.
  32. 32. Diclofenaco sódico ou potássico ADULTOS- 50mg -8/8 h CRIANÇAS- 1mg/kg/dose Indicações: pulpites,pericementites, pré e pós operatório ,lesões traumáticas. Dipirona (500mg-6/6 h) ou Paracetamol(750mg- 6/6 h) Codeína: dor intensa (30mg -adultos , 1mg/kg –crianças) Clorexidina a 0,12% 2 X dia
  33. 33. Anamnese e Exame Clínico dados específicos da DF Contato com o hematologista (encaminhamento) Avaliação dos tec. Moles, estruturas periodontais e elementos dentários RX.
  34. 34. 1ª consulta – raspagem supragengival, Trat. Rest. Atraumático(TRA) Selamento de cavidades e polimento. Adequação do meio bucal *risco de sangramento- antibiótico profilático.
  35. 35. Procedimentos Preventivos OHO Flúor Nutrição e dieta Aplicação de selantes
  36. 36. Cirurgias Bucais Pré – operatório  hemoglobina< 7g/dl hematócrito < 20% reposição sanguinea Transoperatório Pós- operatório – prescrição de analgésico e antibiótico
  37. 37. Tratamento Periodontal Terapia antiinfecciosa – paciente fora de crises falcêmicas Raspagens Supra e Sub gengival, alisamento radicular (antibioticoterapia) D. Periodontal em Gestantes com DF predispõe partos prematuros/ baixo peso )
  38. 38. •Tratamento Endodôntico Infecção endodôntica –antibioticoterapia •Tratamento Restaurador e Protético •Tratamento Ortodôntico e Ortopédico-Facial DF- Disfunção respiratória e mastigatória  mal oclusão Expansão da maxila –alargamento do trabeculado e dos espaços medulares Hipertrofia do osso maxilar, proeminência da lâmina dura e esclerose óssea . A movimentação ortodôntica deve ser bem planejada •Implantes contra-indicados por possíveis complicações ósseas
  39. 39. Resumindo...  Incentivar os procedimentos preventivos  Atentar para a possibilidade de Necrose Pulpar em dentes hígidos  Surtos Dolorosos vaso-oclusivos em mandíbula  Suscetibilidade a infecções  Profilaxia Antibiótica- “em caso de dúvida em fazer ou não, SEMPRE FAÇA!
  40. 40. FILOSOFIA DA ATENÇÃO • Atendimento multiprofissional • Descentralizado • Humanizado • Profissionais capacitados • Auto cuidado • Medidas profiláticas contra os risco gerados pela doença • Educação em saúde familiar e popular
  41. 41. • Inserção da doença em outros programas de saúde pública • PSF • Saúde da Mulher • Saúde bucal • Imunizações •Vigilância Nutricional •Orientação e informação genética FILOSOFIA DA ATENÇÃO
  42. 42. MEDIDAS DE IMPACTO • Triagem neonatal – diagnóstico precoce • Estudo familiar • Dismistificação do traço falciforme – Manuais, capacitações • Orientação e informação genética • Pesquisas científicas • Novas drogas • Transplante de medula
  43. 43. “Se mal conduzido profilaticamente, o tratamento odontológico pode colocar a saúde da criança portadora da Doença Falciforme, em risco”.

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