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3INTRODUÇÃO           “Identidade visual é o conjunto sistematizado de elementos gráficos que           identificam visual...
41. O PARQUE E O BAIRRO1.1 Carlos Botelho e o Jardim da Aclimação       A urbanização da região da Aclimação teve início p...
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8       Figura 3: lago do Parque da Aclimação após o rompimento do vertedouro.       Disponível em: <http://g1.globo.com/N...
92.3 Público       O perfil dos frequentadores do parque é variado, recebendo famílias, casais,idosos e jovens em grupo. N...
103. ESTUDO DE REFERÊNCIAS3.1 Parques similares       Foram reunidas marcas de alguns parques metropolitanos de São Paulo,...
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15ANEXOSAnexo 1: Mapa da área envoltória do Parque da Aclimação.Disponível em: <http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/upl...
16Anexo 2: Frequência de visita ao parque.Anexo 3: Companhia mais comum de visita ao parque.
17                                                                                 .Anexo 4: O que os usuários buscam ao v...
18Anexo 6: Pontos positivos do parque, apontados pelos usuários. A porcentagem maiordiz respeito aos pontos que, individua...
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  1. 1. FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS CAROLINA FERREIRA DEIVYD BARBOSA ELIANA ODA GABRIELA ROLDAN GUILHERME VELOZO THAIS OSSA PROJETO DE MARCA E SINALIZAÇÃO São Paulo 2012
  2. 2. Sumário INTRODUÇÃO .............................................................................................................................. 3 1. O PARQUE E O BAIRRO ............................................................................................................ 4 1.1 CARLOS BOTELHO E O JARDIM DA ACLIMAÇÃO ....................................................................................... 4 1.2 O BAIRRO DA ACLIMAÇÃO .................................................................................................................. 5 2. PARQUE DA ACLIMAÇÃO ......................................................................................................... 6 2.1 DADOS TÉCNICOS ............................................................................................................................. 6 2.2 PROBLEMAS .................................................................................................................................... 7 2.3 PÚBLICO ......................................................................................................................................... 9 3. ESTUDO DE REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 10 3.1 PARQUES SIMILARES ....................................................................................................................... 10 3.2 CASES REFERENCIAIS ....................................................................................................................... 11 CONCLUSÕES .............................................................................................................................. 13 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................................................... 14 ANEXOS...................................................................................................................................... 15
  3. 3. 3INTRODUÇÃO “Identidade visual é o conjunto sistematizado de elementos gráficos que identificam visualmente uma empresa, uma instituição, um produto ou um evento, personalizando-os, tais como um logotipo, um símbolo gráfico, uma tipografia, um conjunto de cores.” ABC da ADG Brasil (Associação Brasileira dos Designers Gráficos) A identidade visual de uma instituição tem por objetivo singulariza-la dasdemais instituições do mesmo segmento, através de um sistema coordenado deelementos visuais integrados. Sua missão é ser um veículo da imagem corporativa enarrador de todo um discurso cuidadosamente pensado e incorporado na marca. Umamarca vista frequentemente pelo consumidor será lembrada com confiança, e estaconfiança o trará novamente ao produto se sua experiência com o mesmo for positiva. O Projeto de Marca e Sinalização traz a proposta de desenvolvimento damarca e identidade visual para um parque metropolitano da cidade de São Paulo.Sendo a marca e sua identidade veículos de um discurso, é dever do designertransmitir esse discurso de maneira apropriada ao receptor da mensagem. Este dossiê foi desenvolvido a fim de documentar o processo de pesquisarealizado sobre o Parque da Aclimação. Os capítulos seguintes abordarão a históriado Parque da Aclimação, seus problemas, sua relação com o público, e trará tambéma análise de alguns cases de sucesso. Esta coleta de dados servirá como fonte deinformações para a criação de uma base sólida sobre a qual será criada a marca eidentidade visual do Parque da Aclimação.
  4. 4. 41. O PARQUE E O BAIRRO1.1 Carlos Botelho e o Jardim da Aclimação A urbanização da região da Aclimação teve início por volta de 1892, pelomédico Carlos José de Arruda Botelho, mais conhecido por Dr. Carlos Botelho.Nascido em Piracicaba, foi Diretor Clínico da Santa Casa de Misericórdia de SãoPaulo e Secretário da Agricultura, Viação e Obras Públicas do Estado de São Paulo.Cursou até o 2º de medicina na Faculdade Nacional de Medicina, na cidade do Rio deJaneiro, e estudou em Montpelier e Paris, na França, onde obteve o título de doutorem medicina em 1878. Durante o período em que viveu em Paris, conheceu de perto o Jardind’Acclimatation, que possuía zoológico, criação e aclimatação de espécies exóticas ereprodução, seleção e hibridação de animais. Botelho encantou-se com o jardim parisiense, e inspirado pelo mesmo,comprou as terras do Sítio Tapanhoim, próximo à região da Liberdade, e neleconstruiu o primeiro parque experimental zoológico de São Paulo. Além do zoológico,o então chamado Jardim da Aclimação ainda possuía alamedas ajardinadas, um lagoe uma granja leiteira onde era possível beber leite diretamente ordenhado das vacas.Os animais do zoológico ali chegavam de diversas maneiras: as espécies nacionais ouforam adquiridos pelo próprio médico, ou foram doados por amigos. As espéciesestrangeiras vinham por meio de um intercâmbio de bichos, normalmente enviados dezoológicos europeus, até enfim chegarem ao Porto de Santos e serem encaminhadosao Jardim da Aclimação. Em 1939, os herdeiros de Carlos Botelho iniciaram o loteamento da região doparque. O então prefeito de São Paulo, Prestes Maia, propôs a compra do parque pelaprefeitura, nascendo assim o Parque da Aclimação. Embora protegido pela prefeitura,o local sofreu ao longo dos anos com a degradação do lago e a desativação de seuzoológico. Em 1983, diante da ameaça de perder a área para a iniciativa privada, osamigos e frequentadores do parque fundaram a ADEPA (Associação de Defesa doParque da Aclimação). A entidade obteve êxito em reunir dez mil assinaturas para suacausa, e em 1986 o parque e suas áreas adjacentes foram enfim tombados peloCONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico e Artísticodo Estado de São Paulo), protegendo-o das ameaças de obras que ameaçavam suaintegridade (anexo 1).
  5. 5. 5 Figura 1: João Lucera. Foto de crianças no Jardim da Aclimação. Disponível em: < http://blogs.estadao.com.br/album-de-retratos/parque-da-aclimacao/ >1.2 O bairro da Aclimação O bairro da Aclimação localiza-se na região central de São Paulo, pertencendoao distrito da Liberdade e administrado pela Subprefeitura da Sé. Sua história estádiretamente ligada à história do parque que o batiza. A região do Sítio do Tapanhoim,onde se localizava o Jardim da Aclimação, era propriedade da família Botelho, e porvolta de 1930 os herdeiros de Carlos Botelho iniciaram o loteamento das terrasadjacentes ao parque. Foi o começo da povoação das ruas e alamedas quecircundavam o Jardim, formando bairros que posteriormente se tornariam ossubdistritos da Aclimação. Atualmente, a Aclimação é um bairro de relativa tranquilidade, sendopredominantemente residencial, apesar de ser localizada próximo ao Centro dacidade. É considerado um bairro nobre e recebe diversos empreendimentosdestinados à classe média-alta tornando-se cada vez mais valorizado. O “boom”imobiliário causou o adensamento do trânsito, e os antigos sobrados cedem lugar agrandes prédios residenciais. Nota-se ainda que o bairro tornou-se reduto da comunidade coreana e sul-coreana ao longo das últimas décadas. Com a melhoria de sua condição econômica,os imigrantes e descendentes coreanos mudaram-se da região do Bom Retiro eLiberdade, onde ainda costumam estabelecer negócios, e migraram para a Aclimação.Pesquisas imobiliárias da região estimam que aproximadamente 30% dos moradoresde cada edifício do bairro são coreanos ou descendentes.
  6. 6. 62. PARQUE DA ACLIMAÇÃO2.1 Dados técnicos • Localização: Rua Muniz de Souza, 1119 – Aclimação, São Paulo – SP. • Área: o parque tem uma área de 118.787 m², dos quais 65.856 m² são vegetação implantada; 120 m² de pisos permeáveis; 18.110m² de pisos impermeáveis; 33.380 m² de lago e 1.321 m² de edificações. • Flora: possui um eucaliptal, tombado pelo COMPRESP, que ocupa boa parte da área do parque. Há ainda algumas espécies exóticas introduzidas, como chorão, figueira-benjamim e falsa-seringueira, e outras nativas, como araribá-rosa, copaíba, embiruçu e jequitibá-rosa. • Fauna: predominam no parque as aves aquáticas, como socó- dorminhoco, biguá e martim-pescador. É possível ainda avistar aves migratórias como o marreco ananaí e o irerê. As figueiras-benjamim, próximas à Administração, são os locais preferido pelos bandos de periquitos verdes que habitam o parque. Há, ainda, no lago peixes como tilápias, carpa coloridas e carpa-de-espelho. Com sorte pode-se avistar um gambá-de-orelha-preta, única espécie de mamífero a viver no parque. • Infra-estrutura: possui 6 entradas para o público; concha acústica; áreas de descanso; bebedouros; um bicicletário para 15 vagas; 6 churrasqueiras; 40 lixeiras; 49 bancos; 9 mesas-bancos; 3 quiosques; 3 sanitários; comedouros para pássaros no Recanto do Saci. • Lazer: conta com aparelhos de ginástica; um campo de bocha com 403 m²; campo de futebol com arquibancada; campo de malha com 172 m²; 7 mesas para jogos, localizadas no Recanto do Saci; pista de cooper com 1.500 metros; playground; 3 tanques de areia; trilha de 136 metros. • Paisagem: lago, espelho d´água no Jardim Japonês; viveiro de animais com 4 m²; viveiro de mudas com 108 m².
  7. 7. 7 Figura 2: mapa atual do Parque da Aclimação.2.2 Problemas O Parque da Aclimação exerce função importante no sistema de drenagem dobairro, amortecendo e dando vazão à água da chuva. Em fevereiro de 2009, devido asfortes chuvas de verão, o nível do lago se elevou extraordinariamente rápido,causando o rompimento do vertedouro e consequente esvaziamento do lago. A águavazou para a tubulação interligada ao sistema que desagua no rio Tamanduateí,arrastando peixes, tartarugas e algumas espécies de aves aquáticas que nadavam nolago. No lugar onde havia água restou apenas um denso lodaçal. Sensibilizados,moradores e frequentadores se mobilizaram no resgate dos animais que haviampermanecido presos na lama.
  8. 8. 8 Figura 3: lago do Parque da Aclimação após o rompimento do vertedouro. Disponível em: <http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1020965-5605,00.html> Após o incidente, o lago do parque passou por ações de recuperaçãoestrutural. Um novo vertedouro, com maior capacidade de vazão, foi construído, e umaparte do lodo acumulado no leito do lago foi removido. As aves salvas pelosmoradores foram transportadas para o Parque Ibirapuera até que as obras fossemconcluídas. Atualmente as obras do novo vertedouro foram concluídas. A fauna foidevolvida ao local, e o nível do lago passou a ser mantido mais baixo para amorteceraté 50.000 m³ de água durante os picos de chuva. Adicionalmente, está sendo feito oredimensionamento das galerias pluviais da região da Aclimação e Cambuci, aconstrução de um novo reservatório na rua Sen. Felício dos Santos, e melhorias dosistema de captação do córrego Pedra Azul. Além disso, a Prefeitura passou a exigir aconstrução de reservatórios de amortecimento interno em toda nova edificaçãoaprovada na região.
  9. 9. 92.3 Público O perfil dos frequentadores do parque é variado, recebendo famílias, casais,idosos e jovens em grupo. Nos dias úteis a maioria do público são moradores daregião, enquanto aos finais de semana o parque chega a receber cerca de 7 milvisitantes, vindos de diferentes regiões da cidade. Em entrevista com os usuários, 42% afirma visitar o parque regularmentesomente aos finais de semana, enquanto 23% o frequenta no mínimo 3 vezes durantea semana (anexo 2). 44% dos frequentadores vão ao parque acompanhados defamiliares, 22% com amigos, 23% sozinhos e 7% somente com animais de estimação(anexo 3). Mais da metade vai ao parque buscando lazer e descanso, e 27% buscamum maior contato com a natureza ao visitar o local (anexo 4). É notável que a grande maioria, somando 83% dos usuários, desconhececompletamente os serviços oferecidos pelo parque, entre eles a existência daBiblioteca Raul Bopp, atividades de ginástica e shows musicais mensais apresentadosna Concha Acústica (anexo 5). Os usuários destacam como pontos positivos do parque a preservação daflora, localização privilegiada e infraestrutura (anexo 6). Embora este último pontotenha sido elogiado, nota-se que entre os pontos negativos, o mais comentado foi afalta da manutenção do local, seguida da falta de segurança (anexo 7). Figura 4: frequentadores são abraço simbólico em torno do Parque da Aclimação, após o rompimento do vertedouro. Disponível em: <http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL 1020965-5605,00.html>
  10. 10. 103. ESTUDO DE REFERÊNCIAS3.1 Parques similares Foram reunidas marcas de alguns parques metropolitanos de São Paulo, a fimde criar um painel referencial sobre o qual os integrantes do grupo pudessem exercerseu senso crítico. Sobre as marcas reunidas, foram analisadas questões comoflexibilidade de aplicação e redução, além dos conceitos que teriam sido empregadospara criar o discurso por trás da marca. Através desta análise foram levantados pontospositivos e negativos que seriam levados em conta durante a criação do projeto deidentidade visual do Parque da Aclimação. A marca atualmente utilizada pelo Parque da Água Branca (fig. 5) causouestranheza à primeira vista. O símbolo parece ser um rough feito à lápis, comgradiente de cor ao invés de uma peça finalizada. Esta decisão é bastantequestionável quando consideramos a facilidade de aplicação, e como versõesalternativas da marca não foram encontradas, partimos do pressuposto de que esta éa única versão disponível. Figura 5: marca do Parque da Água Branca. O logo do Parque da Juventude (fig. 6) destaca-se como um exemplo bemsucedido. A figura humana criada a partir do vazio dentro do círculo, de braçosabertos, remete a ideia de receptividade e um “calor” humano. A figura também temmovimento, energia e vivacidade, criando o elo com o nome-missão do parque: ajuventude. A decisão de limitar a paleta de cores para apenas 4 facilita a impressãoem diversos meios.
  11. 11. 11 Figura 6: marca do Parque da Juventude.3.2 Cases referenciais A pesquisa referencial foi expandida para além de parque paulistanos,buscando exemplos bem sucedidos de marcas estrangeiras. Utilizamos as mesmasquestões levantadas durante a análise de parques similares para observar estes casesreferenciais. A marca do parque Kanagawa Koen (fig. 7) traz um conceito interessante,revelando a proposta ideológica do parque. A ideia central é de que, através dasrelações e comunicaçõe entre as pessoas, é possível criar coisas novas. Seconsiderarmos a diferença das cores das figuras presentes no logo, pode-seinterpretar que o nascimento de um novo elemento se dá justamente pela união dasdiferenças. A reduzida paleta de cores, somada às formas simples utilizadas econceito forte, tornam esta marca bastante pregnante. Figura 7: marca do Parque Kanagawa (Kanagawa Koen). Japão
  12. 12. 12 O nome do parque Donan Shiki no Mori (fig. 8) significa, em uma tradução não-oficial, “Parque do Bosque das Quatro Estações”. Uma vez que se compreende estesignificado, o observador vê o sentido por trás da repetição do número 4 noselementos da marca e suas evoluções. A decisão de utilizar quatro cores diferentes naprimeira versão pode ter a intenção de evidenciar as diferenças das estações do ano.É um approach interessante que daria margem para uma aplicação de sinalizaçãocriativa e flexível, se houver recursos para isso. Figura 8: evolução da marca do Parque Donan Shiki no Mori (Donan Shiki no Mori Koen). Japão. A segunda versão da marca começa a seguir uma linha mais amigável, masque perde um pouco da delicadeza e elegância da primeira versão. A terceira e últimaversão abandona a ideia de representar as estações por cores ou forma diferentes,adotando o verde como sua cor principal além do preto e branco. O nome do parque,escrito sob o símbolo, ganha formas arredondadas e amigáveis. O símbolo tem onome do parque escrito com uma tipografia divertida que parece saída de um livroinfantil japonês. A imagem de uma árvore que atravessa o símbolo e escapa dele nãofoi utilizada aleatoriamente: sua “base” é justamente a letra que significa árvore emjaponês.
  13. 13. 13CONCLUSÕES A partir da coleta de dados, pode-se destacar como um ponto interessante ofato de que o Parque da Aclimação seguiu o caminho inverso dos outros parques dacidade: ao invés de ser batizado em referência a seu bairro, a região ganhou o nome“Aclimação” por conta do jardim que lá existia previamente. Essa inversão da relaçãoparque-região destacou-se durante a análise de dados. Em seguida, pesquisando ascircunstâncias do incidente com o vertedouro do lago, foi possível notar a forte relaçãoda comunidade local com a preservação do parque, como na situação em que osalvamento dos animais do lago foi feita pelos próprios moradores. O parque serve acomunidade assim como a comunidade serve ao parque – esta relação de “simbiose”tornou-se o tema que será explorado na criação da marca. A pesquisa referencial serviu para identificar pontos positivos e negativos demarca de parques já em uso, e com base nessas observações foram feitas decisõesquanto a criação da marca do projeto. A facilidade de impressão em diferentessubstratos foi considerada quando a paleta de cores foi decidida. Formas simplesforam favorecidas em relação a um desenho mais complexo, e foi decidido que amarca deveria não só transmitir o conceito, mas mostrar-se amistosa e receptiva aousuário. O levantamento de dados sobre o Parque da Aclimação foi essencial paranortear o desenvolvimento conceitual da marca desenvolvida. Tratando-se de umparque sem um histórico particularmente impactante e carecendo de um símbolo forte,foi necessário estudar os dados obtidos para que fosse possível descobrir um conceitoque pudesse diferenciá-lo de parques similares.
  14. 14. 14REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASANDRADE, Marcos A.D. Quatro décadas de fotografias do bairro da Aclimação, fotos diurnas e noturnas de construções, do Parque e seus usuários e de passeatas e textos. São Paulo, 2009.BEGLIMIONI, Helio. Biografia de Carlos José Botelho. Disponível em: <http://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/biografias/31/BIOGRAFIA- CARLOS-JOSE-BOTELHO.pdf>. Acesso em 2 de out. 2012.CARAMANTE, André. Acidente seca lago do Parque da Aclimação. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u508627.shtml>. Acesso em 4 de out. 2012.PREFEITURA DE SÃO PAULO. Lago da Aclimação. Conheça as melhorias. Disponível em:<http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ ambiente/parques/regiao_centrooeste/index.php?p=39003>. Acesso em 27 de set. 2012.SARAIVA, Thais. Lago ainda preocupa no Parque da Aclimação. Disponível em: <http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/9520/Lago+ainda+preocupa+no+ Parque+da+Aclimacao>. Acesso em 4 de out. 2012.
  15. 15. 15ANEXOSAnexo 1: Mapa da área envoltória do Parque da Aclimação.Disponível em: <http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/upload/275b5_07_T_Regulamentacao_area_envoltoria_Parque_da_Aclimacao_Mapa.pdf>
  16. 16. 16Anexo 2: Frequência de visita ao parque.Anexo 3: Companhia mais comum de visita ao parque.
  17. 17. 17 .Anexo 4: O que os usuários buscam ao visitar o parque.Anexo 5: Conhecimento dos usuários quanto aos projetos oferecidos pelo parque.
  18. 18. 18Anexo 6: Pontos positivos do parque, apontados pelos usuários. A porcentagem maiordiz respeito aos pontos que, individualmente, não somam mais que 5%.Anexo 7: Pontos negativos do parque, apontados pelos usuários. A porcentagemmaior diz respeito aos pontos que, individualmente, não somam mais que 5%.

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