Anemia falciforme

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Anemia falciforme

  1. 1. Anemia Falciforme<br />A doença falciforme está dentre as doenças genéticas de maior importância epidemiológica no Brasil e no mundo. A alta prevalência de anemia falciforme em nosso meio e a elevada morbimortalidade por infecções associadas a mesma tornaram a necessidade de se entender mais precisamente, a termos genéticos, o que realmente é este tipo de anemia<br />
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  11. 11. Os eventos citados constituem a base para o encurtamento da vida média dos eritrócitos, com consequente anemia hemolítica, e na oclusão da microcirculação com isquemia e o infarto tecidual, resultando em lesão orgânica crônica e em crises dolorosas agudas, que são as manifestações mais típicas das doenças falciformes. <br />Sintomas<br />
  12. 12. Incidência<br />A anemia falciforme, como dita anteriormente é de caráter genético e foi descrita pela primeira vez em 1910 por um pediatra e hematologista infantil (DI NUZZO, 2004). Segundo a OMS ( Organização Mundial de Saúde) em 1983 havia no mundo 242 milhões de portadores de uma cópia do gene para anemia falciforme, e partindo desses dados pode-se confirmar que na África nascem cerca de 100 mil crianças falcêmicas por ano, nos EUA nascem 1 para 400 negros já no Brasil nascem cerca de 2500 crianças falcêmicas por ano. Outros dados relatam que a cada 1000 nascidos vivos , 30 são portadores do traço falcêmico. <br />
  13. 13. Diagnóstico Laboratorial<br />A detecção efetiva das diversas formas de Doenças Falciformes requer diagnóstico laboratorial preciso. Para a anemia falciforme o diagnóstico é feito através de eletroforese de hemoglobina, focalização isoelétrica ou cromatografia líquida de alta performance (HPLC), por meio de hemograma e a realização do teste do pezinho quando a criança nasce.<br />
  14. 14. Tratamento<br />Não há tratamento específico das doenças falciformes. Assim, medidas gerais e preventivas no sentido de minorar as conseqüências da anemia crônica, crises de falcização e susceptibilidade às infecções são fundamentais na terapêutica destes pacientes<br />Estas medidas incluem boa nutrição, prevenção, diagnóstico e terapêutica precoce de infecções; realização de exames periódicos, uma boa hidratação e evitar condições climáticas adversas para impedir que por exemplo em grandes altitudes reduz-se o suprimento de oxigênio e o corpo por receber menos pode provocar uma crise falcêmica.<br /> Além destes o tratamento baseia-se em uso de antibióticos, para o caso de infecções provenientes da anemia, tratamento com ácido fólico, pelo fato da hemácia não transportar normalmente o ferro e o oxigênio. <br />

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