Afirmação dos direitos LGBT nas redes sociais

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Apresentação feita para a CELLOS-MG, Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais, sobre a importância das redes sociais para a luta LGBT.

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  • Ei, Tarcízio.
    Obrigada mesmo por suas considerações.

    A apresentação foi feita para a ONG CELLOS-MG, Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais. E, como te disse no Twitter, a apresentação foi realizada para um público leigo que, por incrível que pareça - ou não, não tem noção do peso das redes sociais em 'setor' nenhum.

    O case da Arezzo foi apresentado como uma forma 'palpável' de sustentar um argumento de que o que é feito ali dá certo sim.

    A reflexão final foi direcionada para este público, esta ONG, que não atua, não monitora e, digamos, ignora o que acontece por ali. Eles sim devem pensar em tudo que acontece na rede - e nessa discussão não nos limitamos só às redes 'da atualidade'. Como disse, esta apresentação mostra apenas tópicos de uma discussão muuuuito maior e muito mais rica.

    Podemos conversar muito mais sobre isso, claro. Também sou profissional e pesquisadora desse admirável mundo novo e novas opiniões sobre meu trabalho serão sempre muito bem vindas! Obrigada! ;)
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  • Achei o case da Arezzo um pouco inadequado quando vocês falam de 'inspiração' e 'exemplo'. A mobilização da causa dos direitos LGBT é muito anterior a isto e dizer que esta é uma inspiração pode dar a entender que a causa LGBT é nova ou fraca, especialmente com a pergunta 'Podemos deixar a luta LGBT fora desta nova mídia livre?'. Não podemos deixar porque simplesmente ela nunca esteve fora da mídia livre. Por exemplo, vi que o slide é relacionado a um blog. Esta mídia, blog, é um exemplo de mídia social que tá aí há bastante tempo. Existem centenas ou milhares de blogs engajados nos direitos humanos e nos direitos LGBT em particular.

    Então dou duas sugestões pro trabalho:
    - Como profissional da área, recomendo lembrar que blog é uma mídia social que, infelizmente, tá sendo deixada de lado erroneamente por alguns pesquisadores e profissionais. Usar, pesquisar e entender o formato blog pode ser um diferencial
    - Como engajado na questão LGBT, sugiro lembrar e pesquisar sobre iniciativas mais antigas, mostrando que o Homofobia Não, por exemplo, é uma louvável iniciativa que possui muitas outras ações inspiradoras provenientes de grupos com o mesmo tipo de preocupação.
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Afirmação dos direitos LGBT nas redes sociais

  1. 1. Afirmação dos direitos LGBT nas redes sociais @camilaflorencio
  2. 3. 73,9 milhões de brasileiros têm acesso à internet, aumento de 9,6% se comparado com 2010. Deste número, 99% acessa alguma rede social , de acordo com um estudo da comScore.
  3. 4. Isso mesmo ! Mais de 70 milhões de brasileiros acessam pelo menos uma rede social. E, o que isto significa? Qual o impacto disso na minha vida? O que EU tenho a ver com isso?
  4. 5. A popularização do acesso à internet ajuda na democratização do acesso à informação. Mas, também, democratiza o acesso à propagação de informações e, principalmente, opiniões .
  5. 7. É o fim do modelo Emissor  Receptor . Hoje, todos têm o papel de emissor e receptor. Todo mundo fala o que quer e consome a informação que quiser. E, claro, esta “liberdade de expressão” tem lados muitos positivos. Mas...
  6. 9. O Case Arezzo
  7. 10. Tudo começou quando a Arezzo trouxe para o Brasil uma tendência internacional: lançou a linha Pele Mania, com sapatos, bolsas e estolas feitas com pele verdadeira de raposa, cabra e coelho. Defensores dos animais e pessoas comuns se revoltaram com o caso, se uniram involuntariamente e...
  8. 12. Em menos de 24 horas a Arezzo teve que se retratar sobre a coleção e decidiu tirar a linha de todas as lojas.
  9. 14. O case Arezzo é uma inspiração e um ótimo exemplo de como a causa LGBT não pode deixar de lutar pelos seus direitos nas redes sociais. Mas isso já está sendo feito!
  10. 16. Ativistas e pessoas que lutam contra o preconceito – seja lá qual for – já usam as redes sociais para combater ações homofóbicas e preconceituosas. Não só as que acontecem neste ambiente. Outra tendência das redes sociais têm sido a de refletir assuntos comentados fora dela, como política e programas de TV. Por meio destas redes, já é possível falar direto com político, artistas e ativistas.
  11. 17. Podemos deixar a luta LGBT fora desta nova mídia livre?
  12. 18. Obrigada! http://eorgulho.wordpress.com Camila Florêncio Carlos Magno Clara Guimarães Denilson Sampaio Helbert Assis José Mangueira Larissa Scarpelli Thiago Alcantara MBA Mídias Sociais Gestão de Comunicação Digital

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