Relatório de Pesquisa

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Relatório de pesquisa para o cliente IBRAVIN realizado como Trabalho de Conclusão da Disciplina "Pesquisa em Comunicação Publicitária" (Fabico 2009/1). A técnica de pesquisa utilizada foi grupo focal, aliada a instrumentos de técnicas projetivas.

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Relatório de Pesquisa

  1. 1. U N I S I DE FEDER A L DO R I GR A N DE DO S U L VER DA O Fa ul de de Bi i c da bloteconom i e Com unia ã a c ço Com unia ã S oci l– P ublcda e P r ga c ço a ii de opa nda Dicplna P es s em C om unia ã P ublctára– P r . Els P i a si i : quia c ço ii i of: i a edr s A l :Ca iaCa aotto M ati una m l s r r ns R EL A T ÓR I DE P ES Q U I A O S A P R ES EN T A ÇÃO A pes s f r lza paa o a qui a oi eai da r nunci nte I AVI ,que pr ur a ega v l à m ac a BR N oc a gr r aor ra Vi nhosdo Br s e,as ,a enta o cons o dosvi ai l si um m r um nhose es a pum ntesna i i.P aais deve conas r so, ha um am uda de per epção do cons i ,que vê nosvnhoses a r m asquai de, ver nça c um dor i t ngeios i r lda em bor nem s pr ito s acom pr do. a em e s ej ova A si , t p s s pr aentenderum pouc s e os s esa e quia ocur m o obr hábi de cons o do vnho e de tos um i recepção de anúncoss e vi i obr nhos vol dospaa o depata ento de c i ção da a , ta r r m ra gênca S eu i. obj vo é f necer el entosque podem auda nael bor ção dosa eti or em j r a a núnci e do s concei os eu to c i ti dieci dosa públco-l da m ac ( ra vo, r ona o i avo ra hom ense m ul es de 25 a 35 a her , nose í ce ndi s oeconômi AB) N ese s do, pr s entenderprm eia ente quas aor es pr entes oci co . s enti é ecio i rm i v l es tão es qua s cons e um vnho, que é per ebi pel públco nes m om ento, i a náro port á ndo e om i o c do o i te o m gi i rs doshábi de cons o do vi tos um nho. Depoi,é necesáro entender com o es el entoses s si tes em tão pr entesnosa es núnci a ls dos s is é de f to i por nte qua os nai a , e so a m ta ndo o obj vo é di ul rum a eti v ga m ac de vi ra nho, que é per ebi pel públco nes a o c do o i tes núnci , e out o f tor . osentr r s a es M ET O DO L O GI A A m etodol a usda c ogi a oncentr s na utii ç da técnia de gr ou-e lza ão c upo f a, aida a oc l la i t um entos de técnia pr etia . For m a es dos a ns r c s oj v s a pr enta núnci de vi os nhos br seios e ai r l es a r aum gr t ngeios r upo de 4 m ul esde cas AB,i her lse dentiia spelsl a i casdoss fc da a etr s niii eus nom es A . .tem 34 a e é ps ól ; S . .tem 25 a e é es nte de aqui : T nos i oga S c nos tuda r tetur ; G..tem 26 a I anose é es nte de m oda e V. tem 25 a tuda ; B. nose é es nte de odontol a A pati da tuda ogi . rr a es ç dosa pr enta ão núncos deu-e um deba a er ado cons o do vnho e da per epç s e i , s te c c um i s c ões obr os núnci . a os O sanúnci f a col dos ai net, s w w w . ds thew ord. om . , ar v s os or m eta pel nter no i te a of l c br e t a é do m eca s o de busado Googl For m busa a nim c e. a c dos núnci es a r e br seios com concei os t ngeios a i r , r l tos e a osvs i di s ,paaque a r s per epç pel iuas ver os r paecesem c õesdier f entess e o cons o do vnho obr um i porpate da i r sntegr ntes gr a do upo. É i por nte r sl rque o gr f a s utii m ul es o f m ta esata upo oc l ó lzou her com onte de da .P or nto, dos ta osr ul dosdapes s não s pr es ta quia e opõem agener lza ões pors um apes s quai tia com ai ç , er quia lta v ,
  2. 2. poucosi or a , l ia ente do s f i no.N ão podem ostom a osr a com o da nf m ntes excus m v exo em ni r el tos dos uni si, a s pesoas com o i c dor de tendênca. vera m s i s m s i, ndia es is R ES U L T A DO S P aai c a adic s e i erro gr no as r nii r susão ns i upo sunto vi de m a r gr dua,oipedi que nho neia a l f do a patii ntesdesr s r cpa c evesem um m om ento i por nte em que ti s cons i vnho. Ai s m ta vesem um do i nda as , a o não l br sem ou não ti s vvdo ese m om ento, oipedi que desr si c s m em a s vesem ii s f do c evesem o s que cons a um m om ento i lpaao cons o do vnho. i m der dea r um i S . .l br de um m om ento m ac nte em que cons i vnho, o defni com o um j nta S em ou ra um u i e iu a r entr a i no i no. El desr e m gos nver a c eveu que ese m om ento r u “pesoa es ii ” que não s s euni s s pecas e v a há cer tem po e es v m com patiha im to taa r l ndo s s vvêncis em conver a i or as e ua i a ss nf m i des contr í s A . . des c que o cons o do vi ada. T ta ou um nho é s pr lga a fi e a i no, em e i do o ro o nver concor ndo que bebervnho nesa condiõesé m asa a da i ss ç i gr dável El r ter o que S . .ha i di . a ei ou S v a to, a r centa c es ndo: “o m om ento i l paa o cons o do vnho pode s r um i com o pesoa dea r um i er es do s s es ii com patiha m om entoses ii”.G..e V. contrbuí m di pecas r l ndo pecas I B. i ra zendo que o cons o do um vnho es as a ta bém a a onchego. É i esa per eber ta bém que em nenhum i tá soci do m o c nter snte c m m om ento f cogi daaposi lda de cons i vnho à l do di , c oi ta s i de bi um r i uz a per ebendo c aa ente que, lrm paaels o vnho es dieta ente lga à noi r a, i tá r m i do te. A pós es eta , f a dic dos apectos r ai dos a a ta pa or m suti s el cona os núnci , que f a os or m a es dos i ul nea ente, a dic dos epaa m ente. pr enta s ta m m m s suti s r da
  3. 3. Fr chelo: h ppiy w edded to ever ng es l a l ythi Agênci :Ca a yenne / Anunci nte: Ci o e T eraFr chelo a el r es l M ião,tála dezem br de 2006 l I i, o O que f f l do s e os núncos oi aa obr a i : T oda f l r m que osa s aaa núnci posuem um teorc co e i i do que cha aaa os s ômi nusta m tenção. A té m es o poresar zão, s f a os núncos m s a eses or m a i que prm eia ente entr r m em dic s i rm aa susão. A . . des c que autii ç dosa m asvvosnosa T ta ou lza ão ni i i núnci ,r ai daa cons o do os el cona o um vnho, i não c us no l toro ef to es a pel a a a ei ei per do o nunci nte, bor pr a em a endaaatenção do públc . io S egundo S . . o a S , núnci pas um ai pr s nega v s e o pr o sa m esão tia obr oduto,j ta ente pel utii ç us m a lza ão dos ni as quecra um ar a m i, im epugnano l tor ei . P aaG.. no enta r I, nto,o hum orutii do pel a lza os núnci pode f i rcom deter i dos os uncona m na públcosou em deter i dospas .“S erapr s sbero pr dese vi paaa ls rm el i m na íes i ecio a eço s nho r nai a hor osanúnci ”, se G.. dem ons a os dis I, t ndo que ac uni r om cação pode s dii daaum públco es íco er rgi i pecf i ( s cao,condii do a pr nese s cona o eço do produto) f ona , unci ndo apena com ese gr s s upo e s endo r ova porout os epr do r . S egundo o grupo,o concei da c m pa to a nha pode s entendi com o “a com bi ç er do s na ões perei spaar eiõescom o vi f ta r ef ç nho”. T oda a i s s ntegr ntesa i ,por nto,que o concei f a dm tem ta to oi bem pensdo. a
  4. 4. S a Gi e P a ono diR om a . n oves. tr gna Agênci :P ublcs Anunci nte: Vi a ii / a gneto Gaas l si M ião,tála f eio de 2009 l I i ,ever r O que f f l do s e o a oi aa obr núnci o: A bel es c do a eza tétia núnci f um ponto r sl do por toda a i o oi esata s s ntegr ntesdo gr a upo, cons a por agum a com o “o m asboni i do der l s i to”. O el ento que m ascha ou a a em i m tenção f a oi utii ç dos i ase a cor . G..utii apaar “s itia ã ” paar um i ai pr s que o lza ão vt i r s es I lzou l v a ofs c ç o r es r m esão anúnci l pas s e o pr o he sou obr oduto, taa que esac r c í c s i um f tordeter i nte des c ndo s a aters a era ti a m na com o m otia paaacom pr . v dor r a N o entanto,paa S . . e A . . a r er i à I ej pode s um f tor de r itênci e r S T , ef ênca gr a er a ess a es a m ento fente a públco.Evi t nha r r o i dencas ta bém , i -e, m que o cons o do vnho es dieta ente um i tá r m lga af ta e confa ni ç , não com o rtua c t i que tavez s aaprnci lr er a i do es s r ter za õese i l aólco, l ej i pa ef ênci des a te núnci o. A l dis f cta porV. adiiul de de s a ha o s n do pr ém so,oi i da B. fc da e c r l oga oduto, esata que r sl ndo ese apec o i l s s t nfuencam ui naa i to tenção dipensdaa a s a o núnci O s n pode convi ro l tora o. l oga da ei ol rtodo o a ha núnci m a s s pr enç não es evi o, s e ua es a tá denca , l torpode s rs des i do. i da o ei enti-e orenta P odem osentenderadiiul de de l tur do s n com o pate dac pos ã viua dapeç ,j fc da ei a loga r om i o s l ç a á que o s n es esur contr s ndo com a cor utii da nosvtas ou s a o ol rdo l tor loga tá c o, a ta s es lza s i i , ej , ha r ei dieci -e prm eia ente às ese depoi a s n. r onas i r m cor , so l oga
  5. 5. Colcone m om entos ei Anunci nte: Cl sisnterood a as I f c S ão P a o, a i ul Br sl O que f f l do s e o a oi aa obr núnci o: T oda a i s s ntegr ntes a concor r m que ese a daa s núnci r um e bem o que f col do com o o o es oi oca m om ento i lpaao cons o do vi dea r um nho, f zerr er i a “m om entoses ii ”.A sr ha por a ef ênca os pecas ol s r es m esac eção de m om entos i i s o cons o do vi epr enta s ol vvdos ob um nho. N o entanto,G.. e S . . a r centaa que ai a I S c es rm m gem es m ui “pesda em r a à tá to a ” el ção m ensgem que el querpa s r Elss em que f s usdaum ai a a a s a. a uger ose a m gem de l eveza a a , gr dávelaos ol , hos que f s a encontr dai ade pr zerque es r ai daa m om ento de cons o do ose o o déi a tá el cona o um vnho.Al dis a pogr fautii danac m a do a i ém so, ti ai lza ha da núnci f c i c daporG.. pors de diíl o oi rtia I, er fci l tur .O ut oa pecto crtia f a ostextosutii dospaa“desr ei a r s i c do or m lza r c evera r ha”, sdis a s ol s poi ser m que paecem “pr r eçosde c t l de s m er a a áogo uper c do”,o que s i ago j stur do napublcda era l á a a ii de, não m asa to pel públco, não condi i cei o i e zente com ai a m gem de s itia ã q o vi posui ofs c ç o ue nho s.
  6. 6. Abr s c beça Abr um vnho do Br s. a ua a . a i ai l Agênci : Esaa/ Anunca I AVI a cl i nte: BR N Br s, ao de 2009 ai m i l O que f f l do s e o a oi aa obr núnci o: N es a te núnci f ques ona a utii ç dos o, oi ti da lza ão es eóti .S egundo els es el entosc usm um a ter pos a, tes em a a r itênci no públco,j que alga ão dietaentr Br s, ess a i á i ç r e ai l m ul ,s e pr i j es stur da Es pr concei her ol aa á tá a a . tes é- tos devera s evi dospel publcda j que é um a i m er ta a ii de, á r a el ção m ui “f l qua to áci”, ndo a publcda devera ii de i a es r ago i i do,f a do com um . A l dis pr enta l nusta or ém so, c us es a m ento o f to de a m ul a ou t nha r a her es r ta cons i vi de di ,á que, r o gr um ndo nho aj paa upo, cons o o um do vi es pr s a nho tá evito pena paaanoi s r te. N o entanto, a a i que o a els dm tem núnci pas a i a de s iti a ã e e egâncaque es o sa s déis ofs c ç o l i tá r ai daa cons o do vi el cona o um nho, c us do obj que am ul es s a ( m bor V.eG. por a a eto her tá egur ndo e a não tenha i m dentiia o obj e pors r fc do eto) ua oupa. S . .dis andaque não gos dautii ç do a S se i tou lza ão núnci com o um a“pr ga do Br s” o opa nda ai l ( egundo s i pr ç .El dis que, e o a s ua nter eta ão) a se s núnci é s e vi o obr nho, que deve s a o er nunca é o i do vnho, não o pas ar ão em que é pr i e íou egi oduzi do. Abr e dei avdaa a xe i contecer . Anunci nte: Vi col S aton a ní a l Br s ail O que f f l do s e o a oi aa obr núnci o: Es a te núnco ta bém f cta com o um dos i m oi i do que cons eguem r eter a que é cons a pel gr em o i do der o upo com o o m om ento i lpaao cons o do vnho.Com o dea r um i el m os a dua pesoa s rndo,dem ons a e tr s s s ori t ndo um a r r a aeti ae t eeeso gr entende que o a el ção f v n r l , upo núnci o cons egue pa s r a i a de “pesoa es ii sa déi s s pecas com patiha m om entos pecas r l ndo es ii ”. Al ém dis el s a so, a pontaa os brl rm ihos e os r l efexoscom o el entosque r sl m o apecto de gl m ouras a a cons o do vi em esata s a soci do o um nho.N o entanto,em bor o a a núnco pas el i se egânca paaS . . ai a i, r S m gem da dua pesoa v i c aese s s s s a ontr s apecto, s ul rza o vnho. s poi “v gai ” i
  7. 7. S a es cos umaterar er a . bor úni de r es v da Anunci nte: Gr Es rto S a a upo píi nto P or l m aço de 2005 tuga, r O que f f l do s e o a oi aa obr núnci o: A i ade f zer r er i a déi a ef ênca o l lem que é pr oca oduzi o vi não do nho f bem a ei pel gr oi c ta o upo. P aa els r a, não i esa c nter s onhecer ( por nto, e, ta não pr s es r no a ecia ta núnci a o) s condiões que o vi é pr ç em nho oduzi do, ma s a c s i s ondiõesem que é cons i P or nto,no a m ç um do. ta núnci devem a r o, paecerr er i sa ef ênca o m om ento de cons o do vnho, a o contr i el não cha aá aa um i cs áro, e m r tenção do públc . io P aaG.. es não paece s um a r I, te r er núnci de vi o nhos em bor el a r m des c dosem , a es paeça taa prm eio pl no, a s um a i r a m si m núnci de turs o,j que é f l do m a s e o l rdo que s e o o im á aa i obr s uga obr vnho. S egundo o gr i upo, es a te núnci não tr z nenhum dos a os que s cons a o a pel ão i dos der i por ntespaaels com o os“m om entoses ii ”,a “pesoa es ii ”,ou ael m ta r a, pecas s s s pecas egâncado i vnho, is el não teraef to s e els i por so, e i ei obr a. Anunci nte: Com is de Vi c tur daR egi dos nhos a são tiul a ão Vi Verdes P or P or l m ao de 2009 to, tuga, i O que f f l do s e o a oi aa obr núnci o: Es a te núnci f es hi por A . . com o o o oi col do T m as “perei entr osque f a a es dos i f to” e or m pr enta , porevi denc a o apecto dal ir s eveza cons a por , i do der el com o esenca no m om ento de cons o do a s il um vnho. N ese s do,el di que a pi ,f m a i s enti a z pa or da pelsbol s pas esas aã l que o l tor a ha, sa s ensç o ogo ei ol o a ha núnci pr o, endendo i ta nea ente s ns nta m ua atenção. A s plcda do a i ii de m núnci ta bém f o m oi des c da por V. com o um apecto pos vo,por taa B. s iti posui poucosel entosque cons sr em eguem pa s ram ensgem r pi m ente paao l tor s que sa a a da r ei , em el tenhaque s esora paais A corv de ta bém f onam ui bem ,á que f utii daa e e f ç r r so. er m unci to j oi lza o l ongo de todo o anúnci s que per be o l tor e r etendo dieta ente a pr o em tur ei em r m o oduto do anunci nte. a
  8. 8. Agênci : Edi i lDes / Anunci nte: P or aP or a tora ign a to to Curti , a i a to de 2008 i ba Br s, gos l O que f f l do s e o a oi aa obr núnci o: Es a te núnci f de diíll tur paao gr o oi fc ei a r i upo.A pena G.. per ebeu que s tr taa de um s I c e a v l eque es nhol depoi de l a paar “es nhol ” na cha a do a pa , s er lva pa a m da núnci P aa a out a o. r s r s i ntegr nteser m a a , a pena for , que es v diiula d ac m pr s l eso taa fc t n o o eens do a ão núnco.P or nto, s i ta ese f um apecto bata c i c do: ai a oi s s nte rtia m gem utii daé de diílcom pr lza fci eens A i a s , out a ão. nda si há r m ia m gem no f undo que ta bém diiul al tur do a m fc ta ei a núnci j que osel entosem des que no o,á em ta prm eio pl no não s com unia com a f i r a e cm otogr fa que es no f ai tá undo: um a f l s e vi aa obr nho es nhole aoutaf l s e Curti . pa r aa obr i ba N ese s do, ois i porG..que o a s enti f ugerdo I núnci utii se todoseses em entos o lzas s el num asó i a ,s s epos ões podendo i ui o l m gem em obr i , ç ncl r eque es nholno pr i a bi pa ópro m ente daf otogr fa ai que es no f tá undo, taa a des c ndo pena o vi de agumaf m a j que o i to é vendero vi s nho l or ,á ntui nho.
  9. 9. CO N CL U S Õ ES A pati dosr a col dose do deba s gi com o gr rr el tos eta te ur do upo,podem osper eberque o c m asv l i do por esa m ul esem r a a cons o do vi i aorza ss her el ção o um nho é a t íde a i -a r ra m gosj nta- i no. Es apectoss m ui vaorza nver tes s ão to l i dospor els qua a ndo es pr entesnos a tão es núnci , os es i l ente qua s r er ac patiha m om entos pecas R ef ênca a l lem que é pecam ndo e ef em om r l r es ii . er i s o oca produzi o vi não i esa aels j que não têm conheci ento s e a m el es do nho nter sm a,á m obr s hor condiões ç de produção do vi nho,não s endo es um dier i lr eva paao gr te f enca el nte r upo.A l dis pode-e ém so, s per eber que osv l esde el c aor egânca s itia ã e r q nte ta bém es m ui as a a i , ofs c ç o e ui m tão to soci dos o cons o do vnho.A si , um i s podem osta bém per eberque eses aor as a a cons o do m m c s v l es soci dos o um vnho es m ui ar i dos m ente da i or a .P or nto, atenta v de “s plfc ç o i tão to raga na s nf m ntes ta um tia i iia ã ” m do cons o do vnho s i diiim ente ac nça . um i era fcl la da Q ua aapectosvs i,per ebem osque elsdão bata i por nto s iuas c a s nte m tânci à cha a do a m da anúnci que deve es r f cl ente vií e l velpaa o l tor S uaa êncaou diiul de de o, ta a im svel egí r ei . us i fc da l tur i ei a ncom odaa o gr rm upo.Al dis é m ui vaorza pel gr qua ai a ém so, to l i do o upo ndo m gem ta bém m é dieta de f ll tur , em textoscom prdospoi, r els um a r , áci ei a s i , s paa a, núnci que “dá tr baho” paao o a l r l tornão f ona ei unci . A l de s plcda e obj vda out o f torque cha am ui aa ém i ii de m eti i de, r a m to tenção do grupo é o i i do,a r aõesf ado com um , ci ti i de.P aaels a “sc da” extr a ente cra v s nusta s el ç or a ra vda r a, s aa s em m i tia s o f tordier i ldapublcda em r a aout a f m a de com unia ã , pecam ente s ão a f enca ii de el ção r s or s c ç o es i l e esaci ti i de es veras vço daem oção. s ra vda ti er i Q ua á dier i ção entr a nto f enca e núnci de vi os nhos t a r e de vi es ngeios r nhos a i r , br seiosnão f l oi per ebi nenhum apecto r eva poi em todososa c do s el nte, s núnci f a l nta f tor pos vos os or m eva dos a es i ti e nega vos Em nenhum m om ento o vi br seio f depr a anão s nosc s em que o ti . nho a i r oi l eci do, er a os anúnci f c i c do.A i a s , c íc f dii daa a o oi rtia nda si a rtia oi rgi o núnci e não a vi m o, o nho. P or nto,a aa ie dosda obti com o gr ta pós náls dos dos upo f a, ár de c i ç o daa oc l a ea ra ã gênc a i es m el s i a paael bor ro concei cra vo dac m pa daI AVI .For m l nta tá hor ubs da r a a di to i ti a nha BR N a eva dos el entos i por ntesque podem a r em m ta paecer nos anúnci ,cha a os m ndo a atenção do públco e i f taecendo ai a or l m gem dos i vnhos Br s. do a i l

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