Classicismo

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Classicismo

  1. 1. CLASSICISMOCLASSICISMORenascimento – Séc. XVIRenascimento – Séc. XVI1527 - 15801527 - 1580
  2. 2. CONTEXTO HISTÓRICOFeudalismo MercantilismoTeocentrismo AntropocentrismoRenascimento Cultural
  3. 3. CARACTERÍSTICASDolce Stil Nuovo – Doce Estilo Novo- Medida nova (versos decassílabos)- Soneto italiano- Éclogas- Elegias- Sextinas- Oitava-rima (oitava-real)- Clareza- Equilíbrio e Harmonia- Racionalismo- Universalismo
  4. 4. LUÍS VAZ DE CAMÕESLírico(Rimas - 1595)Épico(Os Lusíadas - 1572)
  5. 5. Alma minha gentil, que te partisteTão cedo desta vida, descontente,Repousa lá no Céu eternamenteE viva eu cá na terra sempre triste.Se lá no assento etéreo, onde subiste,Memória desta vida se consente,Não te esqueças daquele amor ardenteQue já nos olhos meus tão puro viste.E se vires que pode merecer-teAlguma cousa a dor que me ficouDa mágoa, sem remédio, de perder-te,Roga a Deus, que teus anos encurtou,Que tão cedo de cá me leve a ver-te,Quão cedo de meus olhos te levou.
  6. 6. Os bons vi sempre passarno Mundo grandes tormentos;e pera mais me espantar,os maus vi sempre nadarem mar de contentamentos.Cuidando alcançar assimo bem tão mal ordenado,fui mau, mas fui castigado:assim que, só pera mim,anda o Mundo concertado.
  7. 7. OS LUSÍADASESTRUTURAObra composta por 10 cantos e 1102estrofes – todas, sem exceção emoitava decassílaba, cujo esquemarímico é fixo em AB AB AB CC.AÇÃO CENTRALDescoberta do caminho marítimo para aÍndia, por Vasco da Gama,perpassando por episódios da históriade Portugal, de modo a glorificar opovo português.
  8. 8. ESTRUTURA INTERNAProposição(estrofes 1 a 3 do Canto I)Invocação(estrofes 4 e 5 do Canto I)Dedicatória(estrofes 6 a 18 do Canto I);Narração(in media res)Epílogo(estrofes 145 a 156 do Canto X).PLANO DA VIAGEMPLANO DA HISTÓRIA DE PORTUGALPLANO DO POETAPLANO DA MITOLOGIA
  9. 9. “Traziam-na os horríficos algozesAnte o Rei, já movido a piedade:Mas o povo, com falsas e ferozesRazões, à morte crua o persuade.Ela com tristes o piedosas vozes,Saídas só da mágoa, e saudadeDo seu Príncipe, e filhos que deixava,Que mais que a própria morte a magoava”— Inês de Castro. Canto III, estrofe 124
  10. 10. “E vós, Tágides minhas, pois criadoTendes em mim um novo engenho ardente,Se sempre em verso humilde celebradoFoi de mim vosso rio alegremente,Dai-me agora um som alto e sublimado,Um estilo grandíloquo e corrente,Porque de vossas águas, Febo ordeneQue não tenham inveja às de Hipocrene.”— Invocação às Tágides, Canto I, estrofe 4

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