Trabalho de história frederico e rafael

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Pesquisa sobre as invasões francesas e a tragédia de Arrifana

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Trabalho de história frederico e rafael

  1. 1. EB 2/3 Fernando Pessoa História e Geografia de Portugal INVASÕES FRANCESAS EPISÓDIOS DA SEGUNDA INVASÃO FRANCESA Professor Carlos Baptista Aluno Frederico Oliveira nº9 6ºE Aluno Rafael Tavares nº27 6ºE Santa Maria Feira, 2014/15
  2. 2. 2 Indice Introdução……………………………………………………………………………3 A origem das invasões francesas…………………………………………….4 As invasões francesas……………………………………………………………5 A tragédia da ponte das barcas……………………………………………….6 O massacre da Arrifana…………………………………………………………7 Conclusão…………………………………………………………………………….8 Bibliografia………………………………………………………………………….9
  3. 3. 3 Introdução Nós, Frederico Oliveira e Rafael Tavares, somos amigos e vivemos perto um do outro, por isso, decidimos elaborar,em conjunto, um trabalho de pesquisa sobre a nossa região. O tema do nosso trabalho está relacionado com as invasões francesas, então nós fizemos uma pesquisa geral sobre o assunto. O episódio da Ponte das Barcas foi mais trabalhado pelo Rafael Tavares, enquanto que o do massacre de Arrifana foi pesquisado pelo Frederico. As maiores dificuldades que tivemos foi escolher o tema que interessasse a todos e envolvesse a nossa região, a outra dificuldade foi organizar a informação da pesquisa e trabalhar no computador,porque ainda não sabemos muito. Os objetivos que pretendemos alcançar são: alargar os conhecimentos sobre a nossa região, melhorar o trabalho de pesquisa, aumentar os nossos conhecimentos de História. O nosso trabalho está estruturado com uma introdução, o desenvolvimento, dividido em três capítulos-”As Invasões Francesas”,”A Tragédia da Ponte das Barcas” e “O Massacre de Arrifana”,a seguir tem a conclusão e no final a bibliografia.
  4. 4. 4 A Origem das Invasões Francesas Em 1789, uma revolução pôs fim à monarquia absoluta em França. Surgiram ideias liberais. Estas ideias começaram a ter muitos apoiantes e alguns reis de outros países da Europa sentiram-se ameaçados e declararam guerra à França. O comandante das tropas francesas, Napoleão Bonaparte, invadiu países da Europa e conseguiu conquistá-los. Porém, a Inglaterra era um inimigo muito difícil de vencer. Para a enfraquecer, Napoleão deu ordem a todos os países europeus para fecharem os portos aos navios ingleses. Essa ordem ficou conhecida como Bloqueio Continental. Portugal era aliado da Inglaterra e, por isso, não obedeceu às ordens de Napoleão. Então, França declarou guerra a Portugal.
  5. 5. 5 As Invasões Francesas Quando, em Lisboa, se soube que o exército francês vinha invadir Portugal, a família real e a corte fugiram para o Brasil, pois se a rainha D. Maria e o príncipe regente fossem mortos ou presos pelos franceses, Portugal corria o risco de ficar sem sucessor ao trono. A primeira invasão francesa ocorreu em 1807. O exército francês era comandado pelo general Junot. Eles atingiram rapidamente Lisboa, pois os portugueses não estavam preparados para os enfrentar. Os portugueses estavam com muitas dificuldades, então, tiveram necessidade de pedir ajuda aos ingleses. Perante isto, os franceses foram derrotados nas batalhas de Roliça e do Vimeiro Apesar de derrotado, Napoleão não desistiu de conquistar Portugal. Em 1809 enviou novo exército, desta vez comandado pelo general Soult. As tropas dirigiram-se ao Porto, mas não contavam que as gentes do norte estivessem tão bem preparadas. Os soldados portugueses e ingleses com a ajuda dos populares obrigaram, facilmente, o exército francês a retirar-se. Prevendo novo ataque dos franceses, Wellesley, general inglês, reorganizou o exército e preparou a defesa. Em 1810, deu-se a terceira invasão francesa. O exército francês era comandado pelo general Massena. Eles entraram por Almeida em direção a Lisboa. Primeiro foram derrotados no Buçaco, mas não desistiram, e continuaram até Torres Vedras. Aqui, tinham sido construídas fortificações com canhões, barrando o avanço dos franceses que, recuaram definitivamente.
  6. 6. 6 A Tragédia da Ponte das Barcas Na segunda invasão francesa, comandada pelo Marechal Soult, os soldados franceses entraram pelo norte em direção à cidade do Porto. A Ponte das Barcas, na cidade do Porto, era uma ponte feita com vinte barcas ligadas por cabos de aço, e que podia abrir em duas partes para dar passagem ao tráfego fluvial. Foi nesta ponte que ocorreu uma catástrofe conhecida como a “Tragédia da Ponte das Barcas” a 29 de março de 1809. Quando o exército francês invadiu a cidade, pilhando e destruindo tudo, a população ficou em pânico e começou a fugir para Vila Nova de Gaia pela única ponte que existia - a PONTE DAS BARCAS. A ponte não aguentou. Faleceram milhares de pessoas, mais de quatro mil, quando fugiam aos militares franceses. Este quadro foi colocado depois onde estivera a ponte, e tornou-se local de romaria popular. Aí eram deixadas velas e dinheiro pelas alminhas – as "Alminhas da Ponte”,
  7. 7. 7 Ainda hoje, se formos ao Porto, vemos as chamadas Alminhas em homenagem a todos os que lá morreram. Depois da tragédia, a Ponte das Barcas foi reconstruída, acabando no entanto, por ser substituída definitivamente pela Ponte Pênsil em 1843. O massacre de Arrifana A forte resistência popular ao exército francês invasor, foi uma das caraterísticas mais importantes da Guerra Peninsular. Muitas vezes estas emboscadas sobre o exército francês motivaram duras vinganças sobre as populações. Foi o que aconteceu em Arrifana na madrugada de 17 de Abril de 1809. Tudo começou quando o chefe da guerrilha de Arrifana Bernardo da Cunha faz uma emboscada aos franceses em S. Tiago de Riba Ul, onde morre Lameth, ajudante de campo do General Soult. A vingança de Soult não se faz esperar. Na madrugada de 17 de Abril de 1809 o exército francês cerca e toma de assalto a pacata povoação de Arrifana, no nosso concelho. Quem oferece resistência ou ensaia a fuga é morto a tiro, à coronhada ou trespassado pelos sabres e baionetas dos soldados de Napoleão. Grande parte da população procura refúgio no interior da igreja que, no entanto, acaba por se revelar uma verdadeira ratoeira: os franceses obrigarão todos os homens válidos a saírem do templo, selecionando em seguida um homem em cada cinco.
  8. 8. 8 Os “quintados” (assim ficaram conhecidos) são de seguida fuzilados pelos invasores. Quando estes partem deixam atrás de si a povoação em chamas e, cadáveres empilhados no local do massacre, dispersos por campos e caminhos de tentativa de fuga e pendurados de cabeça para baixo em várias árvores, cerca de 70 mortos. Os quintados Alminhas dos fuzilados Conclusão O nosso trabalho de pesquisa foi sobre dois episódios ocorridos durante a segunda invasão francesa. Gostámos de ter feito esta pesquisa porque com ela pensamos mais na história da nossa terra e também aprendemos mais sobre pesquisa. Nós, portugueses devemo-nos lembrar sempre, com orgulho e gratidão daqueles que lutaram pela pátria-Portugal.
  9. 9. 9 Bibliografia Amorim A; Lobato M. J.; Vargas B. (2014) História e Geografia de Portugal http://passadocurioso.blogspot.pt/2009/10/tragedia-da-ponte-das- barcas.html http://noticias.sapo.pt/info/artigo/986684 http://historia-zinhas.blogspot.pt/2011/01/o-massacre-da- arrifana.html http://joelcleto.no.sapo.pt/textos/Comercio/MassacreemArrifana.htm LAF-Liga dos amigos da Feira; coleção santa Mariana

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