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      O Homem Bicentenário             Paula Andréa Prata Ferreira             Teresa Cristina Mafra 
  INTRODUÇÃOApresentaremos a seguir uma interpretação análoga e comparativa entre o filme “O Homem Bicentenário” e os pens...
  DESENVOLVIMENTO Segundo a fenomenologia e o existencialismo, o mundo é povoado de seres Em-si. Podemos entender um Em-si...
  Certo dia, apesar de estar colocado a parte, Andrew “joga” xadrez sem ser consultado. Estaríamos diante de algo/alguém q...
  Ao quebrar o brinquedo preferido da filha mais nova de Richard, Andrew fica preocupado, pois constata que feriu os senti...
  Os laços empáticos entre a menina e Andrew ficam claros. A menina o presenteia em forma de agradecimento.               ...
  Mas ainda assim é intrigante, pois como esculpir uma obra com detalhes tão apurados sem habilidade alguma anterior e um ...
  Mas a dúvida prossegue: como um robô pode além de esculpir, se emocionar ao escutar música clássica? Emoção significa pr...
  Para seu fabricante as características relatadas são uma surpresa, e constata que além de tudo é sociável.Richard relata...
  Apesar da sequência de relatos, a única coisa que o fabricante objetiva é resolver a situação comercial, mesmo que o don...
  As indagações de Richard sobre a singularidade do robô não são levadas em consideração pelo fabricante, que vê apenas no...
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  Após a experiência deste conflito, Richard passa então a investir no “vir-a-ser” de seu robô. Decide ajudá-lo a desenvol...
                                             
                                                    ‘A existência precede e governa a essência’.Este conceito da corrente ...
  Andrew exercita não apenas habilidades motoras na escultura, aprende também a construir relógios e passa a ter aulas sob...
  Andrew acha complicada tal dinâmica: um sobrevive enquanto todos os outros morrem. Parece incoerente para ele tal proces...
  Andrew fabrica vários relógios. Richard pretende comercializá‐los, pois tantos relógios na casa incomodam com o barulho....
  A mulher de Richard diz que Andrew não tem como gastar o dinheiro. Já a filha do casal diz que a produção é dele e assim...
  Após o casamento de sua filha, Richard demonstra a angústia de sentir finitude: as filhas tomam rumo na vida e ele sente...
  Andrew não quer ser apenas um “bem”. Andrew quer ser livre, isto é, um ser no mundo.                                    ...
  Assim, Andrew prossegue em busca de sua liberdade.                                                                      ...
                                    
  Toda escolha possui consequências. Não existe garantias.                                                                ...
  Andrew se vê pela primeira vez livre, e consequentemente, se refere a si mesmo pela primeira vez como “eu” e não como “r...
  Livre, Andrew procura construir seu próprio espaço.                                                                     ...
        O homem a procura de suas origens, seus referenciais.                                                             ...
  Apesar das relações filiais, cada um possui uma personalidade própria.                                                  ...
  O fato de Andrew querer sua liberdade e se colocar como alguém no mundo, fez com que seu futuro fosse bem diferente dos ...
  Finalmente Andrew descobre um semelhante, Galetea, e com ela partilha o sentimento de sempre terem se sentido singulares...
  As imperfeições nos tornam únicos, singulares. Cada ser humano tem sua própria identidade.                              ...
  Algumas vezes na vida, ir de encontro ao nosso interior nos faz levar grandes “sustos”.                                 ...
  Nossa aparência pode mudar, mas não perdemos nossa personalidade por isso.Podemos ser parecidos, mas cada um tem sua sin...
  Nem sempre é fácil lidar com os sentimentos e sensações, mas se estamos em contato com a vida é nossa escolha até que po...
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   CONCLUSÃOO filme “O Homem Bicentenário” reúne diversas possibilidades para análise frente a concepção Existencial-Human...
   “Entre o ser e o vir a ser, entre a essência e a existência, entre aliberdade e a libertinagem, entre a razão e a emoçã...
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Análise do filme O Homem Bicentenário através da visão Existencial-Humanista

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  1. 1.    O Homem Bicentenário  Paula Andréa Prata Ferreira  Teresa Cristina Mafra 
  2. 2.   INTRODUÇÃOApresentaremos a seguir uma interpretação análoga e comparativa entre o filme “O Homem Bicentenário” e os pensamentos e teorias daabordagem psicológica Existencial-Humanista.Abordaremos as temáticas biopsicossociais, bem como as metáforas que se apresentam de forma intensa e que nos fazem ver a sutileza e aomesmo tempo a representatividade quase palpável das várias mensagens transmitidas pelo filme em evidência.O filme conta a história de um robô que durou cerca de 200 anos e que foi comprado por uma família apenas para realizar tarefas domésticas.Com o passar do tempo o robô, chamado Andrew, começa a apresentar desenvolvimento cognitivo e intelectual, "dotes", que nenhum outro robôjá havia apresentado antes, como por exemplo: esculpir madeira com uma extrema sensibilidade. Demonstrando nesse e em outros episódios aexistência de características inerentes ao ser humano como: inteligência, curiosidade,sentimentos e personalidade.Ressaltaremos no trabalho a seguir, temáticas que consideramos relevantes neste estudo e que são pertinentes ao estudo da Terapia Existencial-Humanista: a busca da liberdade, a valorização do Eu e a angústia da finitude.Veremos que durante o desenrolar da história o Robô, em busca da sua humanização e liberdade, defronta-se com a angústia da sua imortalidade,o que vai impulsioná-lo a buscar cada vez mais a condição de ser humano pois de nada lhe valeria ser imortal se as pessoas que amava estavammorrendo. Acreditamos que a liberdade por ele tão procurada, só é alcançada quando ele finalmente consegue morrer, pois ao contrário dos sereshumanos o robô sofria com a angústia da infinitude o que não lhe deixava se sentir na condição de humano e nem de ser livre.Faremos a seguir as analogias e comparações entre cenas do filme e os preceitos do Existencialismo, do Humanismo e da Fenomenologia, suasinfluências, teóricos e filósofos e suas idéias bem como comentários e interpretações pertinentes ao tema do trabalho.Convêm ressaltar os importantes nomes para o: Existencialismo • Martin Heidegger • Friedrich Nietzsche Humanismo • Abraham Maslow • Jean-Paul Sartre • Arthur Schopenhauer • Carl Rogers • Søren Kierkegaard • Martin Buber • Edmund Husserl
  3. 3.   DESENVOLVIMENTO Segundo a fenomenologia e o existencialismo, o mundo é povoado de seres Em-si. Podemos entender um Em-si como qualquer objeto existenteno mundo e que possui uma essência definida. Uma caneta, por exemplo, é um objeto criado para suprir uma necessidade: a escrita. Para criá-lo,parte-se de uma ideia que é concretizada, e o objeto construído enquadra-se nessa essência prévia.Um ser Em-si não tem potencialidades nem consciência de si ou do mundo. Ele apenas é. Os objetos do mundo apresentam-se à consciênciahumana através das suas manifestações físicas.A história inicia com Andrew sendo entregue a sua família. Ele não tem nem ao menos nome, apenas um número de sequência. O nome Andrewsurge por acaso.       Andrew não possui vida própria. Sua razão de existência é servir aquela família. Atende a todos e responde a uma lógica formal. Entende tudo ao“pé da letra”, sem flexibilidade qualquer. Apesar de ser “um nada”, sua presença não deixa a família a vontade a princípio, mas se é um “nada”porque incomoda?     
  4. 4.   Certo dia, apesar de estar colocado a parte, Andrew “joga” xadrez sem ser consultado. Estaríamos diante de algo/alguém que possui essênciamesmo antes de ter sua “existência” permitida, isto é, antes de ser alguém no mundo?           Quando uma das filhas machuca Andrew – pois ela pede que ele se jogue da janela -, o pai, Richard, diz que “ele é um bem”, mas passará a sertratado como se fosse uma pessoa, e como pessoa, não poderá ser machucado. Após o estabelecimento da nova regra, Andrew afirma que seconserta sozinho, dando conta assim de sua existência.              
  5. 5.   Ao quebrar o brinquedo preferido da filha mais nova de Richard, Andrew fica preocupado, pois constata que feriu os sentimentos da menina.Andrew busca uma solução tendo a ideia de esculpir um brinquedo semelhante. Procura em livros e aprende como fazê-lo. Até então não sepodia ter a idéia que Andrew seria capaz de fazer algo desta natureza, ou seja, por amizade a menina ele desenvolveu a curiosidade parapesquisar soluções.                                  
  6. 6.   Os laços empáticos entre a menina e Andrew ficam claros. A menina o presenteia em forma de agradecimento.        Desde que Andrew começa a mostrar habilidades e sentimentos, Richard começa a entrar em dúvida: “como um robô desenvolveu umahabilidade tão apurada? Copiou? Afinal, ideias não surgem do nada.” Mas Andrew simplesmente coloca uma sequencia baseada no raciocíniológico para explicar a situação: estudou a matéria prima e executou.
  7. 7.   Mas ainda assim é intrigante, pois como esculpir uma obra com detalhes tão apurados sem habilidade alguma anterior e um dote artístico aaltura? Vale lembrar que mesmo que Andrew tenha estudado a matéria prima e executado, foi levado pela curiosidade, e tal característica não eraesperada no comportamento de um robô.         
  8. 8.   Mas a dúvida prossegue: como um robô pode além de esculpir, se emocionar ao escutar música clássica? Emoção significa presença desentimentos e ele é um robô.         Isso confunde seu dono a ponto dele admitir que Andrew é singular. Isso o leva a procurar seu fabricante para esclarecer o que estavaacontecendo: como um robô pode ter criatividade, curiosidade e desenvolver amizade?
  9. 9.   Para seu fabricante as características relatadas são uma surpresa, e constata que além de tudo é sociável.Richard relata suas habilidades artísticas e ainda diz que Andrew “gosta” do que faz. Fica claro que Andrew possui sentimentos.              
  10. 10.   Apesar da sequência de relatos, a única coisa que o fabricante objetiva é resolver a situação comercial, mesmo que o dono de Andrew não tenhase mostrado interessado neste sentido.                
  11. 11.   As indagações de Richard sobre a singularidade do robô não são levadas em consideração pelo fabricante, que vê apenas no caso uma “anomalia”e futuros prejuízos, pois as pessoas poderão se sentir ameaçadas e passarem a não ter mais interesse em adquirir um modelo.                
  12. 12.            Nenhuma proposta é feita para que a singularidade de Andrew seja pesquisada. Apenas será desmontado e terá seu cérebro substituído. Tudo édito na frente de Andrew, sem o menor respeito aos seus sentimentos, opinião ou empatia por sua surpresa. Além disso, todo o procedimento desubstituição não possui garantias, o resultado desejável é que o robô não demonstre mais tais características, seja apenas um objeto enão um ser no mundo.
  13. 13.                      
  14. 14.         O conflito entre seu dono e o fabricante se estabelece, pois Richard vê um ser singular e insubstituível, ao passo que seu fabricante enxergasuas características diferentes como uma anomalia de um eletrodoméstico. Para ele é apenas uma questão de negociação para que cheguem a umpreço, mas Richard não enxerga a situação assim e é taxativo ao dizer: a individualidade não possui preço.        
  15. 15.                
  16. 16.   Após a experiência deste conflito, Richard passa então a investir no “vir-a-ser” de seu robô. Decide ajudá-lo a desenvolver suas potencialidadestanto quanto o possível e a se tornar tudo o que puder ser.    Mas como saber até onde é possível? Até onde saber o quanto alguém pode se desenvolver? Richard diz que o ajudará a aprender tudo aquilo aoqual não foi programado e que suas possibilidades são infinitas.  
  17. 17.               
  18. 18.    ‘A existência precede e governa a essência’.Este conceito da corrente filosófica existencialista foi primeiramente formulado por Jean Paul Sartre e é um dos princípios fundamentais doexistencialismo.O indivíduo, no princípio, somente tem a existência comprovada. Com o passar do tempo ele incorpora a essência em seu ser. Não existe umaessência pré-determinada.A consciência humana é um tipo diferente de ser, por possuir conhecimento a seu próprio respeito e a respeito do mundo. É uma forma diferentede ser, chamada Para-si. Nestas cenas podemos notar a semelhança do robô com um ser humano pois ele está buscando construir um sentidopara o mundo em que vive. O Para-si não tem uma essência definida, ele não é resultado de uma ideia pré-existente e o existencialismo acredita que é preciso que o Para-siexista e durante essa existência ele define, a cada momento o que é sua essência.Já para os Humanistas, a essência precede a existência, e neste caso Andrew já teria consigo uma maneira própria de ser que depois iria definirsua existência. 
  19. 19.   Andrew exercita não apenas habilidades motoras na escultura, aprende também a construir relógios e passa a ter aulas sobre a dinâmica dasrelações humanas. Em uma de suas lições surpreende-se em saber que “milhões de espermatozóides morrem” após uma relação e apenas umsobrevivi.          
  20. 20.   Andrew acha complicada tal dinâmica: um sobrevive enquanto todos os outros morrem. Parece incoerente para ele tal processo dedesenvolvimento em meio a uma “equação” tão desigual.Pela primeira vez Andrew se vê frente à angústia do fim: a morte. Andrew fica ressentido em entender que aquele foi o fim para aqueles que nemao menos tiveram a chance de ser um ser no mundo.           
  21. 21.   Andrew fabrica vários relógios. Richard pretende comercializá‐los, pois tantos relógios na casa incomodam com o barulho. Mas dessa atitude surge um impasse que divide a família: quem receberá o dinheiro?                
  22. 22.   A mulher de Richard diz que Andrew não tem como gastar o dinheiro. Já a filha do casal diz que a produção é dele e assim é seu direito ficar com o lucro. Podemos ver que na visão da mãe, o fato de Andrew não “existir” em um modo de vida estético1, ou seja, aquele onde o indivíduo busca somente o prazer de cada momento, não o faz merecedor de receber o dinheiro oriundo de sua própria produção.                                                                         1  Para Kierkegaard temos vários direções e tipos de vida a escolher, porém três escolhas são fundamentais: o modo de vida estético, o modo ético e o modo religioso. 
  23. 23.   Após o casamento de sua filha, Richard demonstra a angústia de sentir finitude: as filhas tomam rumo na vida e ele sente que está envelhecendo.                         
  24. 24.   Andrew não quer ser apenas um “bem”. Andrew quer ser livre, isto é, um ser no mundo.          Dessa forma, Andrew se desenvolveu e se sente capaz de fazer suas próprias escolhas, tomando por base as constantes lutas documentadas nahistória da humanidade onde o homem procura a liberdade.
  25. 25.   Assim, Andrew prossegue em busca de sua liberdade.              
  26. 26.               
  27. 27.   Toda escolha possui consequências. Não existe garantias.           
  28. 28.   Andrew se vê pela primeira vez livre, e consequentemente, se refere a si mesmo pela primeira vez como “eu” e não como “robô”.      Apesar de “exercitar” aquilo que lhe foi transmitido como direito, Andrew sofre uma conseqüência negativa por sua escolha. A não compreensãode Richard, o faz ir em busca de soluções que contemplam sua nova etapa de vida. Andrew não cumpre o destino que lhe foi dado, mostrandoassim, sua vontade de se construir a cada passo, arriscando possibilidades e vivendo as conseqüências de suas escolhas.
  29. 29.   Livre, Andrew procura construir seu próprio espaço.          
  30. 30.      O homem a procura de suas origens, seus referenciais.      
  31. 31.   Apesar das relações filiais, cada um possui uma personalidade própria.           
  32. 32.   O fato de Andrew querer sua liberdade e se colocar como alguém no mundo, fez com que seu futuro fosse bem diferente dos seus semelhantes,pois eles acabaram descartados ou então reprogramados, ou seja, sem personalidade.              
  33. 33.   Finalmente Andrew descobre um semelhante, Galetea, e com ela partilha o sentimento de sempre terem se sentido singulares. Eles sempretiveram personalidade.             
  34. 34.   As imperfeições nos tornam únicos, singulares. Cada ser humano tem sua própria identidade.          
  35. 35.   Algumas vezes na vida, ir de encontro ao nosso interior nos faz levar grandes “sustos”.        
  36. 36.   Nossa aparência pode mudar, mas não perdemos nossa personalidade por isso.Podemos ser parecidos, mas cada um tem sua singularidade.       A transparência e verdade das relações: o exercício do ser autêntico.       
  37. 37.   Nem sempre é fácil lidar com os sentimentos e sensações, mas se estamos em contato com a vida é nossa escolha até que ponto queremos nos envolver, nos emocionar e até sofrer com as situações vividas.              
  38. 38.         Andrew não aceita o destino, é livre para criar seu caminho.       
  39. 39.               Através de suas escolhas, Andrew procura seu destino, mesmo sofrendo com as incertezas envolvidas. 
  40. 40.      A angústia da liberdade, o homem está condenado a ela.  Nenhuma escolha possui garantias, mas temos de correr o risco.       
  41. 41.                     
  42. 42.                  
  43. 43.    CONCLUSÃOO filme “O Homem Bicentenário” reúne diversas possibilidades para análise frente a concepção Existencial-Humanista. Acompanhamos ajornada de Andrew durante todo o filme em busca de seu lugar no mundo, como alguém singular, único, com inúmeras possibilidades derealização.O homem é livre e angustiado por sua liberdade. A não escolha já é em si uma forma de escolha. Andrew em busca de um sentido para suaexistência faz escolhas e vive as conseqüências das mesmas, mesmo que às vezes se veja sozinho, sem aprovação alheia, pouco amparado ou atémesmo sem garantias de segurança. Assim, o personagem de Andrew personifica em toda a sua trajetória que o homem se constrói, não existedestino, nem programações. O homem busca seu caminho.Por fim, Andrew busca o direito de que sua existência tenha fim. Mais uma vez Andrew escolhe, mesmo que a escolha o faça enfrentar uma dasmaiores angústias da vida humana: a finitude. Dessa forma, Andrew se constrói autêntico, pois não realiza apenas aquilo que esperam dele, ouseja, ser apenas um robô servil de vida útil eterna, mas sim a realização de um ser no mundo que escolhe e vive as conseqüências de suasescolhas.Andrew nos mostra em toda sua trajetória de forma digna e emocionante a busca da humanização, e consequentemente, os conflitos existenciaisque marcam o desenvolvimento da vida humana de um ser autêntico no mundo.      
  44. 44.    “Entre o ser e o vir a ser, entre a essência e a existência, entre aliberdade e a libertinagem, entre a razão e a emoção encontra-se aalma humana, com seus anseios, alegrias e tristezas”. Teresa Mafra 
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