Apres arquitetura

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Apres arquitetura

  1. 1. Estudo e arquitetura de marca Fernando Yoshikawa
  2. 2. estrutura da apresentação 1 - Cenário 2 - Mercado 3 - Arquitetura de marca 4 - Proposta de identidade visual
  3. 3. C E N Á R I O
  4. 4. Fernando Yoshikawa é um arquiteto atuante desde 2002. Em 2006 abriu seu próprio escritório de arquitetura. Com diversos bares e baladas construídos, o escritório é referência em projetos de entretenimento e também realiza projetos comerciais, projetos especiais e de customização de espaços.
  5. 5. O escritório conta com excelentes profissionais mas encontra-se num imbróglio: por ter o nome do escritório vinculado diretamente ao nome do dono, o mesmo é solicitado em todos os projetos pelos clientes, dificultando que outros arquitetos possam representar o escritório sem a presença de Fernando nas negociações.
  6. 6. Neste momento, para acompanhar o crescimento e a evolução da marca, o escritório entra em um novo momento onde precisa manter os valores e as qualidades e desvincular- se unicamente da imagem do fernando, ampliando as qualidades percebidas para o escritório em si, sendo que qualquer um dos profissionais contratados e respondentes da marca possam representá-la segundo os valores estabelecidos e reconhecidos pelos já clientes e apresentados aos novos clientes.
  7. 7. M E R C A D O
  8. 8. “O bom da arquitetura é que ela possibilita diversos campos de atuação. O ruim é que, na maioria dos casos, a profissão não é formalizada (com carteira assinada e benefícios), o que acaba restringindo opções de quem busca certa estabilidade. Assim que sair da faculdade pretendo continuar trabalhando por um tempo com projeto de edificações, como venho fazendo em meus estágios em escritórios de arquitetura. Depois, talvez eu rume para o urbanismo, para uma construtora ou até mesmo preste concursos, para obter visões diferentes da profissão (...)” Fernanda Invernise de Moraes estudante da FAUUSP “Quando ingressei na faculdade, tinha a ideia de que encontraria meu espaço no mercado fazendo a minha própria e egoísta arquitetura. Com o passar dos anos, aprendi que a arquitetura brasileira já esteve bem representada no cenário mundial por importantes arquitetos modernistas, como Oscar Niemeyer, Paulo Mendes da Rocha e Vilanova Artigas, que colaboraram com a criação de uma identidade para a arquitetura do País. Atualmente, percebo que os melhores escritórios que existem no Brasil aprenderam a reconhecer no nosso rico passado arquitetônico o caminho para construir o nosso futuro. Sinto-me empolgado por fazer parte dessa nova geração, que tem o privilégio de dar continuidade ao bom trabalho desses arquitetos que nos precederam.” Mathias Sant’Anna estudante da FAU-UFRGS “Mesmo ciente de que atualmente o mercado de trabalho para o profissional de arquitetura é marcado pelas poucas oportunidades, pela alta competitividade, pela desvalorização e consequente desprestígio com as construtoras, acredito que exista hoje, no Brasil, um cenário favorável a mudanças. A nova regulamentação e a criação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) promove uma expectativa de melhorias e valorização da profissão para os arquitetos. Outro fato que vem favorecer este cenário é a entrada em vigor da norma de desempenho (NBR 15.575), que permite ao arquiteto colocar em prática os conhecimentos adquiridos para propiciar maior conforto para os usuários das edificações habitacionais, sendo assim um importante instrumento para o desenvolvimento de uma arquitetura de boa qualidade, na luta contra os baixos custos impostos pelas construtoras.” Williane Ferreira de Melo estudante da FAU-UFAL “O momento da formação é minha maior conquista pessoal. Encerra-se um ciclo, um novo se inicia e, junto a ele, vêm as incertezas. Pergunto-me qual seria o meu ideal de sucesso profissional como arquiteta e há apenas uma certeza: a arquitetura é o meu caminho. Jamais me projetei em outra profissão. Com esta certeza, aliada a uma formação com fundamento e conversas com amigos e mestres, entrar para o mercado de trabalho foi um processo natural. Hoje, no meu trabalho, tenho contato com arquitetura esportiva, em plena efervescência no País, o que me traz muito conhecimento e a oportunidade de depositar opiniões próprias (...)” Marina Budib dos Reis estudante da FAU-Mackenzie
  9. 9. “O bom da arquitetura é que ela possibilita diversos campos de atuação. O ruim é que, na maioria dos casos, a profissão não é formalizada (com carteira assinada e benefícios), o que acaba restringindo opções de quem busca certa estabilidade. Assim que sair da faculdade pretendo continuar trabalhando por um tempo com projeto de edificações, como venho fazendo em meus estágios em escritórios de arquitetura. Depois, talvez eu rume para o urbanismo, para uma construtora ou até mesmo preste concursos, para obter visões diferentes da profissão (...)” Fernanda Invernise de Moraes estudante da FAUUSP “Quando ingressei na faculdade, tinha a ideia de que encontraria meu espaço no mercado fazendo a minha própria e egoísta arquitetura. Com o passar dos anos, aprendi que a arquitetura brasileira já esteve bem representada no cenário mundial por importantes arquitetos modernistas, como Oscar Niemeyer, Paulo Mendes da Rocha e Vilanova Artigas, que colaboraram com a criação de uma identidade para a arquitetura do País. Atualmente, percebo que os melhores escritórios que existem no Brasil aprenderam a reconhecer no nosso rico passado arquitetônico o caminho para construir o nosso futuro. Sinto-me empolgado por fazer parte dessa nova geração, que tem o privilégio de dar continuidade ao bom trabalho desses arquitetos que nos precederam.” Mathias Sant’Anna estudante da FAU-UFRGS “Mesmo ciente de que atualmente o mercado de trabalho para o profissional de arquitetura é marcado pelas poucas oportunidades, pela alta competitividade, pela desvalorização e consequente desprestígio com as construtoras, acredito que exista hoje, no Brasil, um cenário favorável a mudanças. A nova regulamentação e a criação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) promove uma expectativa de melhorias e valorização da profissão para os arquitetos. Outro fato que vem favorecer este cenário é a entrada em vigor da norma de desempenho (NBR 15.575), que permite ao arquiteto colocar em prática os conhecimentos adquiridos para propiciar maior conforto para os usuários das edificações habitacionais, sendo assim um importante instrumento para o desenvolvimento de uma arquitetura de boa qualidade, na luta contra os baixos custos impostos pelas construtoras.” Williane Ferreira de Melo estudante da FAU-UFAL “O momento da formação é minha maior conquista pessoal. Encerra-se um ciclo, um novo se inicia e, junto a ele, vêm as incertezas. Pergunto-me qual seria o meu ideal de sucesso profissional como arquiteta e há apenas uma certeza: a arquitetura é o meu caminho. Jamais me projetei em outra profissão. Com esta certeza, aliada a uma formação com fundamento e conversas com amigos e mestres, entrar para o mercado de trabalho foi um processo natural. Hoje, no meu trabalho, tenho contato com arquitetura esportiva, em plena efervescência no País, o que me traz muito conhecimento e a oportunidade de depositar opiniões próprias (...)” Marina Budib dos Reis estudante da FAU-Mackenzie
  10. 10. O QUE É (graficamente) FEITO POR AÍ
  11. 11. A R Q U I T E T U R A d e M A R C A
  12. 12. Atualmente, a marca é diretamente relacionada ao Fernando, com menção direta ao seu nome. Esta marca funciona para o profissional que atua individualmente, pois as pessoas fazem associação direta ao nome e quem irá atendê- las. Excelente para validação pessoal, reforço da identidade própria e início da construção do nome/marca no mercado.
  13. 13. NOVA ESTRUTURA
  14. 14. AS PESSOAS TENDEM A REDUZIR A CATEGORIA DE PRODUTOS DA MARCA A UMA, QUE É A MAIS LEMBRADA OU QUE REPRESENTA A CATEGORIA “CARRO-CHEFE” DA EMPRESA.
  15. 15. a divisão da marca em categorias facilitará a conversa com clientes, bem como a compreensão das extensões da marca. sob as letras yk que remetem ao sobrenome yoshikawa, teremos um redesenho da marca e nova estruturação para ampliar a participação e a compreensão dos serviços oferecidos no mercado.
  16. 16. yk arquitetos associados yk entretenimento yk projetos comerciais yk customização
  17. 17. yk arquitetos associados yk entretenimento yk projetos comerciais yk customização A marca mãe representa o grupo maior que abriga as submarcas. Ela deve carregar os valores macros e gerais, que serão repassados às marcas menores. Toda a expertise dos profissionais aplicadas a projetos comerciais, atendendo a uma demanda do mercado com profissionalismo e inovação. Com muitos projetos no currículo, a yk entretenimento é responsável pelos projetos que envolvem espaços voltados a entretenimento e diversão, atendendo questões de segurança e conformidade com as leis estaduais e municipais. Esta marca abriga os projetos especiais de customização de espacços, trazendo novas experiências e sensações para os clientes que desejam investir em diferenciação.
  18. 18. P R O P O S T A I D E N T I D A D E
  19. 19. MODELO 1
  20. 20. MODELO 2
  21. 21. Obrigado!

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