Apresentação : Junho de 2011 Nelson Santos Sensibilizar para Educar: Sessões para Pais
A PHDA não é uma perturbação dos tempos modernos.
O que é a PHDA? A PHDA é considerada uma perturbação do desenvolvimento de base neurobiológica (Parker, 2003) que se carac...
 
O que causa a PHDA? É uma perturbação neurobiológica transmitida.  Estudos estabeleceram que em mais de 95% dos casos a PH...
 
 
Prevalência A PHDA pode atingir cerca de  5 a 7 por cento de crianças em idade escolar. DSM IV-TR, (2002) 3 a 10 por cento...
Comorbilidades <ul><li>Perturbação de oposição </li></ul><ul><li>Perturbação de conduta </li></ul><ul><li>Perturbação obse...
-A avaliação desta perturbação não é alheia a tudo o que foi dito anteriormente daí que tenha ser desenvolvida dentro de u...
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CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO PARA PERTURBAÇÃO DE HIPERACTIVIDADE E DÉFICE DE ATENÇÃO  (DSM IV – TR, 2002) Desatenção Hiperacti...
Critérios   de diagnóstico <ul><li>Quantidade:  presença de, pelo menos, seis dos sintomas de défice de atenção / Impulsiv...
Indicadores de PHDA em momentos evolutivos distintos (Gutiérrez-Moyano e Becoña, 1989 in García, I. M., 2010, p. 22) 0-2 a...
Intervenção - CRIANÇA - FAMÍLIA -MEDICAÇÃO (se necessário) -APOIO PSICOPEDAGÓGICO - ESCOLA
 
 
“  A PHDA não é um problema de não saber o que se faz, mas sim de conseguir fazer o que se sabe que deve ser feito”  Russe...
Como Intervir ? Intervenção Farmacológica Intervenção Comportamental Apoio Psicopedagógico e  Programas de Competência Par...
<ul><li>A Medicação é  uma das maneiras  de ajudar a criança. É para ser  administrada juntamente com outras estratégias ,...
<ul><li>A mudança de comportamento é uma forma de ensino aplicada em circunstâncias em que a simples explicação já não sur...
<ul><li>Devemos estabelecer prioridades </li></ul><ul><li>Qual é a dificuldade mais importante? </li></ul><ul><li>O que in...
<ul><li>O que é bom para as outras crianças é fundamental para crianças com PHDA; </li></ul><ul><li>As estratégias tem de ...
Dicas <ul><li>Reduzir os tempos de espera; </li></ul><ul><li>Comunicar/Dialogar </li></ul><ul><li>Usar a recompensa imedia...
Mudança de Comportamento: Algumas estratégias
<ul><li>- Identificar e definir o tipo de comportamento;  </li></ul><ul><li>1.1. - Análise do comportamento indesejável/pr...
(García, I. M., 2010, pp.73 - 78) Punição Custo da resposta Time-out (“Pausa”) Sobrecorrecção Sistema de economia de ficha...
<ul><li>Contrato de Comportamento </li></ul><ul><li>Eu, ____________________________________________________________, alun...
Nome do aluno: _____________________________________________________________ Semana de ________________________ a ________...
O que me comprometo a fazer: Se eu  cumprir O que gostava de fazer: Se eu  não cumprir O que não posso fazer: Aluno: _____...
+5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +1...
<ul><li>Time – Out (“Pausa”): </li></ul><ul><li>Consiste em fazer com que a criança fique sozinha durante um bocado. O obj...
<ul><li>Extinção </li></ul><ul><li>É a eliminação progressiva de qualquer comportamento inadaptativo ou indesejável, o qua...
<ul><li>Custo da Resposta </li></ul><ul><li>A consequência do comportamento inadaptativo implica a perda pelo sujeito dos ...
<ul><li>Sistema de fichas de reforço </li></ul><ul><li>A utilização sistemática na instituição de um sistema de reforços m...
<ul><li>Contratos de Contingência </li></ul><ul><li>É realizado por adultos (pais, professores) em conjunto com a criança,...
<ul><li>Sobrecorrecção </li></ul><ul><li>Consiste na reparação  dos efeitos originados por comportamentos e actos destruti...
<ul><li>Punição </li></ul><ul><li>Consiste na aplicação de um estímulo aversivo, depois de um comportamento considerado in...
A forma mais simples de  recompensar a criança é elogiar-lhe as acções  com uma festa, um sorriso, ou dizer “Muito bem”, o...
 
 
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  1. 1. Apresentação : Junho de 2011 Nelson Santos Sensibilizar para Educar: Sessões para Pais
  2. 2. A PHDA não é uma perturbação dos tempos modernos.
  3. 3. O que é a PHDA? A PHDA é considerada uma perturbação do desenvolvimento de base neurobiológica (Parker, 2003) que se caracteriza por “…um padrão persistente de falta de atenção e/ou impulsividade - hiperactividade, com uma intensidade que é mais frequente e grave que o observado habitualmente nos sujeitos com um nível semelhante de desenvolvimento.” (DSM IV – TR, APA, 2002)
  4. 5. O que causa a PHDA? É uma perturbação neurobiológica transmitida. Estudos estabeleceram que em mais de 95% dos casos a PHDA é hereditária. A transmissão é feita pelos genes. No entanto temos de ter em atenção que os factores genéticos também podem ter associados factores ambientais. Falardeau, G. (1999, p.36)
  5. 8. Prevalência A PHDA pode atingir cerca de 5 a 7 por cento de crianças em idade escolar. DSM IV-TR, (2002) 3 a 10 por cento das crianças em idade escolar respondem aos critérios de diagnóstico de PHDA. Falardeau, G. (1999, p.18) Ao longo de vários estudos verificou-se que a PHDA afecta com maior frequência os rapazes do que as raparigas. Breton, J.J., Bergeron, L., Valla, J.P., Berthiaume, C. e Gaudet, N., (1999) Afecta três vezes mais os rapazes do que as raparigas e não faz distinção entre grupos étnicos. (Selikowitz, M., 2010, p.32)
  6. 9. Comorbilidades <ul><li>Perturbação de oposição </li></ul><ul><li>Perturbação de conduta </li></ul><ul><li>Perturbação obsessivo-compulsivo </li></ul><ul><li>Perturbação de ansiedade </li></ul><ul><li>Depressão </li></ul><ul><li>Dislexia </li></ul><ul><li>Doença Bipolar </li></ul><ul><li>Síndrome de Asperger </li></ul><ul><li>Tiques </li></ul>(Selikowitz, M., 2010, p.31)
  7. 10. -A avaliação desta perturbação não é alheia a tudo o que foi dito anteriormente daí que tenha ser desenvolvida dentro de uma perspectiva multidisciplinar. -NEUROLOGISTAS -PEDIATRAS -PSICÓLOGOS -PROFESSORES - FAMÍLIA Como avaliar?
  8. 11. <ul><li>Existem três subtipos descritos na DSM IV – TR, 2002 </li></ul><ul><li>Perturbação da Hiperactividade com Défice da Atenção Tipo Combinado; </li></ul><ul><li>Perturbação da Hiperactividade com Défice da Atenção Tipo Predominantemente Desatento; </li></ul><ul><li>Perturbação da Hiperactividade com Défice da Atenção Tipo Predominantemente Hiperactivo-lmpulsivo; </li></ul><ul><li>Nota: Os critérios têm que ser evidentes durante os últimos 6 meses. </li></ul>
  9. 12. CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO PARA PERTURBAÇÃO DE HIPERACTIVIDADE E DÉFICE DE ATENÇÃO (DSM IV – TR, 2002) Desatenção Hiperactividade Impulsividade 1. Não presta atenção aos pormenores e erros por descuido; 2. Dificuldade em manter a atenção em tarefas; 3. Parece não ouvir quando se lhe fala directamente; 4. Não segue as instruções ou não termina os trabalhos escolares; 5. Dificuldade em organizar tarefas e actividades; 6. Evita tarefas que requeiram concentração; 7. Perde &quot;tudo“; 8. Distrai-se facilmente com estímulos irrelevantes; 9. Esquece-se de fazer actividades quotidianas; 1. Movimenta excessivamente as mãos e os pés, quando sentado; 2. Levanta-se na sala de aula ou outra, quando se espera que esteja sentado; 3. Corre ou salta excessivamente; 4. Dificuldade em jogar ou dedicar-se tranquilamente a actividades de ócio; 5. Anda &quot;ligado a um motor“; 6. Fala excessivamente; <ul><li>Precipita as respostas; </li></ul><ul><li>2. Dificuldade em esperar pela vez; </li></ul><ul><li>3. Interrompe ou </li></ul><ul><li>interfere nas actividade </li></ul><ul><li>dos outros (p.ex, intromete-se nas conversas e nos jogos); </li></ul>
  10. 13. Critérios de diagnóstico <ul><li>Quantidade: presença de, pelo menos, seis dos sintomas de défice de atenção / Impulsividade / hiperactividade motora; </li></ul><ul><li>Duração: Persistência por um período mínimo de seis meses; </li></ul><ul><li>Início dos sintomas: antes dos 7 anos </li></ul><ul><li>Contexto: Presentes em dois ambientes diferentes (casa e escola, exemplificando) </li></ul><ul><li>Provas: de défice claramente significativo do funcionamento social e académico; </li></ul><ul><li>Exclusão: não existência de esquizofrenia, perturbação afectiva ou perturbação mental; </li></ul>
  11. 14. Indicadores de PHDA em momentos evolutivos distintos (Gutiérrez-Moyano e Becoña, 1989 in García, I. M., 2010, p. 22) 0-2 anos 2-3 anos 4-5 anos <ul><li>Descargas mioclónicas durante o sono; </li></ul><ul><li>Problemas no ritmo do sono e durante a alimentação; </li></ul><ul><li>Períodos curtos de sono e despertar sobressaltado; </li></ul><ul><li>Resistência aos cuidados habituais; </li></ul><ul><li>Reactividade elevada aos estímulos auditivos; </li></ul><ul><li>Irritabilidade; </li></ul><ul><li>Imaturidade da linguagem expressiva; </li></ul><ul><li>Actividade motora excessiva; </li></ul><ul><li>Escassa consciência do perigo; </li></ul><ul><li>Propensão para sofrer numerosos acidentes; </li></ul><ul><li>Problemas de adaptação social; </li></ul><ul><li>Desobediência social; </li></ul><ul><li>Dificuldades em seguir normas; </li></ul>
  12. 15. Intervenção - CRIANÇA - FAMÍLIA -MEDICAÇÃO (se necessário) -APOIO PSICOPEDAGÓGICO - ESCOLA
  13. 18. “ A PHDA não é um problema de não saber o que se faz, mas sim de conseguir fazer o que se sabe que deve ser feito” Russell Barkley (1998)
  14. 19. Como Intervir ? Intervenção Farmacológica Intervenção Comportamental Apoio Psicopedagógico e Programas de Competência Parental Família Escola Outro(s)
  15. 20. <ul><li>A Medicação é uma das maneiras de ajudar a criança. É para ser administrada juntamente com outras estratégias , de modo a surtir melhores resultados. </li></ul><ul><li>(Selikowitz, M., 2010, p.186) </li></ul>
  16. 21. <ul><li>A mudança de comportamento é uma forma de ensino aplicada em circunstâncias em que a simples explicação já não surte efeito. </li></ul><ul><li>(Selikowitz, M., 2010, p. 189) </li></ul>
  17. 22. <ul><li>Devemos estabelecer prioridades </li></ul><ul><li>Qual é a dificuldade mais importante? </li></ul><ul><li>O que incomoda mais? </li></ul><ul><li>O que atrapalha mais o funcionamento quotidiano? </li></ul>
  18. 23. <ul><li>O que é bom para as outras crianças é fundamental para crianças com PHDA; </li></ul><ul><li>As estratégias tem de ser personalizadas; </li></ul><ul><li>Ninguém começa a caminhar num dia para na semana seguinte correr uma maratona; </li></ul><ul><li>Uma estratégia de cada vez, e só passar para a seguinte depois de ter adquirido a primeira; </li></ul><ul><li>Comece sempre por uma estratégia mais fácil; </li></ul>Regras Importantes Ter sempre presente a lei dos 3 C’s
  19. 24. Dicas <ul><li>Reduzir os tempos de espera; </li></ul><ul><li>Comunicar/Dialogar </li></ul><ul><li>Usar a recompensa imediata; </li></ul><ul><li>Aumentar a responsabilidade; </li></ul><ul><li>Usar recompensas bem vísiveis; </li></ul><ul><li>Mudar periodicamente as recompensas; </li></ul><ul><li>Tocar mais, falar menos; </li></ul><ul><li>Agir, não falar demais; </li></ul><ul><li>Negociar, em vez de impor; </li></ul><ul><li>Usar as recompensas antes das punições; </li></ul><ul><li>Antecipar os ambientes problemáticos; </li></ul><ul><li>Ser coerente; </li></ul><ul><li>(Adaptado de Barkley, 2006) </li></ul>
  20. 25. Mudança de Comportamento: Algumas estratégias
  21. 26. <ul><li>- Identificar e definir o tipo de comportamento; </li></ul><ul><li>1.1. - Análise do comportamento indesejável/problemático a reduzir ou eliminar; </li></ul><ul><li>1.2. - Análise do comportamento desejável a adquirir ou aumentar; </li></ul><ul><li>2. - Analisar antecedentes e consequências; </li></ul><ul><li>3. - Identificação de reforços; </li></ul><ul><li>4. - Aplicação das contingências de reforço (definição da estratégia); </li></ul><ul><li>5. – Avaliação </li></ul><ul><li>Adaptado de: Selikowitz, M. (2010, p. 190) e Joyce-Moniz, L. (2005, pp. 129 - 134) </li></ul>
  22. 27. (García, I. M., 2010, pp.73 - 78) Punição Custo da resposta Time-out (“Pausa”) Sobrecorrecção Sistema de economia de fichas Extinção Reforço positivo Contratos de Contingência
  23. 28. <ul><li>Contrato de Comportamento </li></ul><ul><li>Eu, ____________________________________________________________, aluno do 1º ano, da Escola EB1 nº 1 de T.C., vou tentar cumprir as seguintes condutas: </li></ul><ul><ul><ul><li>Pedir autorização para me levantar; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Não me distrair com os meus colegas/amigos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Não me distrair a brincar com o material; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pôr o dedo no ar antes de falar; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Deixar de pôr a mão na boca; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Terminar as tarefas propostas pelos professores; </li></ul></ul></ul><ul><li>Ao realizar estas condutas ganharei prémios: </li></ul><ul><li>Diários, Semanais e Mensais. </li></ul><ul><li>Comprometo-me a assinalar diariamente o registo dos meus comportamentos no livro de registo. </li></ul><ul><li>Os prémios diários serão atribuídos todos os dias das 14:30 às 15:30h. </li></ul><ul><li>Todas as sextas-feiras, no período das 11h às 12h serão atribuídos os prémios semanais. Na última sexta-feira de cada mês serão também atribuídos os prémios mensais, neste período. </li></ul><ul><li>Estando de acordo, responsabilizo-me a executar o presente contrato e por isso assino junto com a minha Professora e com o meu Tarefeiro. </li></ul><ul><li>__________________________, de ______________ de 2009 </li></ul><ul><li>Eu: ______________________________________________________ </li></ul><ul><li>A Professora: ______________________________________________________ </li></ul><ul><li>O Tarefeiro: ______________________________________________________ </li></ul>
  24. 29. Nome do aluno: _____________________________________________________________ Semana de ________________________ a ________________________ de ____________ Comportamentos Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira Total _________________________ _________________________ __________________________ __________________________ __________________________ __________________________ Total
  25. 30. O que me comprometo a fazer: Se eu cumprir O que gostava de fazer: Se eu não cumprir O que não posso fazer: Aluno: __________________ Professor: ______________________ Comentário da Família: _________________ ___________________________________ ___________________________________ Comentário da Escola: __________________ ___________________________________ ___________________________________ Enc. de Educação: _________ Professor: _____________________ Psicóloga: ______________________
  26. 31. +5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +10 +15 +15 +5 +5 +10 +10 +15 +15
  27. 32. <ul><li>Time – Out (“Pausa”): </li></ul><ul><li>Consiste em fazer com que a criança fique sozinha durante um bocado. O objectivo é tirar a criança do sítio onde está a ver reforçada a sua actuação. </li></ul><ul><li>(Selikowitz, M., 2010, p.194) </li></ul>
  28. 33. <ul><li>Extinção </li></ul><ul><li>É a eliminação progressiva de qualquer comportamento inadaptativo ou indesejável, o qual, todavia, pode aumentar de frequência, duração e intensidade, nas fases iniciais da retirada de reforços. </li></ul><ul><li>(Joyce-Moniz, L., 2005, p.246) </li></ul>
  29. 34. <ul><li>Custo da Resposta </li></ul><ul><li>A consequência do comportamento inadaptativo implica a perda pelo sujeito dos reforços valorados ou dos estímulos reforçadores identificados. </li></ul><ul><li>(Joyce-Moniz, L., 2005, p.247) </li></ul>
  30. 35. <ul><li>Sistema de fichas de reforço </li></ul><ul><li>A utilização sistemática na instituição de um sistema de reforços materiais (secundários), constituídos por fichas de administração contingente à manifestação de comportamentos, permite aumentar ou diminuir a frequência, intensidade ou duração desses comportamentos. </li></ul><ul><li>(Joyce-Moniz, L., 2005, p.250) </li></ul>Um Exemplo…
  31. 36. <ul><li>Contratos de Contingência </li></ul><ul><li>É realizado por adultos (pais, professores) em conjunto com a criança, onde ambas as partes comprometem-se a cumprir o acordado. O adulto entrega as recompensas escolhidas, a criança, por sua vez, cumprirá com as condutas adequadas. </li></ul><ul><li>(García, I. M., 2010, p. 75) </li></ul>Um Exemplo…
  32. 37. <ul><li>Sobrecorrecção </li></ul><ul><li>Consiste na reparação dos efeitos originados por comportamentos e actos destrutivos e na execução de alguma conduta adaptada. </li></ul><ul><li>(García, I. M., 2010, p.75) </li></ul>
  33. 38. <ul><li>Punição </li></ul><ul><li>Consiste na aplicação de um estímulo aversivo, depois de um comportamento considerado inadequado ter-se manifestado, de modo a diminuir a probabilidade da ocorrência desse comportamento. </li></ul><ul><li>(Joyce-Moniz, L., 2005, p.104) </li></ul>
  34. 39. A forma mais simples de recompensar a criança é elogiar-lhe as acções com uma festa, um sorriso, ou dizer “Muito bem”, ou “Foi num instante”, quando a criança se despacha a vestir-se, ou “Que linda história, quando a lê bem, e por aí fora.” (Selikowitz, M., 2010, p.192)
  35. 42. [email_address] http://gritodemudanca.blogspot.com /

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