O futuro da internet Cap. 3

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Resumo do Capítulo 3 do Livro O Futuro da Internet de André Lemos e Pierre Levy/ RJ Professores Marco Silva/ Rosemary dos Santos

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O futuro da internet Cap. 3

  1. 1. A mutação das Mídias* Rosemary dos Santos Seminário - Cibercultura Estácio- RJ [email_address]
  2. 2. Conceito de Mídia: A idade Mídia de Massa Sentido estrito: Se refere especificamente aos meios de comunicação de massa , especialmente os meios de transmissão de notícias e informação: jornal, rádio, tv e revistas. Sentido Amplo: Se refere a qualquer meio de comunicação de massa, não só aos que transmitem notícias: uma novela, um programa, a publicidade, um outdoor. Com a emergência da comunicação planetária, via redes de teleinformática, e com ela a generalização da palavra mídia para se referir também a todos os processos de comunicação mediada por computador. As mídias não devem ser consideradas de modo isolado, mas devem ser contextualizadas para que não se ocorra no risco, tão comum, da crítica pela crítica, pois hoje todas as culturas são fronteiriças, fluidas e desterritorializadas. Anos 80 com a Comunicação Anos 90 e 2000 com a Internet
  3. 3. Não existe democracia sem o exercício da palavra pública. A comunidade funda-se sempre em seu primeiro estágio sobre coletividades territoriais de pessoas que se frequentam fisicamente. Sec. XVIII e XIX Séc. XX A cidade midiática manifesta estilos diferentes de regimes políticos dos séculos anteriores: rádio, televisão. 68
  4. 4. Obviamente, que a opinião pública global, não significa um consenso planetário, muito pelo contrário. A opinião pública está, por definição, “dividida entre os ‘pró’ e os ‘contra’, os partidários e os oponentes. A sua dinâmica conflitual é que faz dela uma opinião pública viva” (LEVY, 2003, p. 136).
  5. 5. Mídias : ... Os dispositivos concretos de comunicação que dão forma a opinião pública ... Da conversação coletiva pela qual criam-se e distribuem-se opiniões (P.70) Funções pós massivas das mídias <ul><li>Bidirecional </li></ul><ul><li>Interativa e aberta </li></ul><ul><li>Planetária </li></ul><ul><li>Conversação local </li></ul>70
  6. 7. Manuel Castells Era da Interconexão* “ A Mass Self Communication constitui certamente uma nova forma de comunicação em massa , porém, produzida, recebida e experienciada individualmente. Ela foi recuperada pelos movimentos sociais de todo o mundo, mas eles não são os únicos a utilizar essa nova ferramenta de mobilização e organização. A mídia tradicional tenta acompanhar esse movimento e, fazendo uso de seu poder comercial e midiático passou a se envolver com o maior número possível de blogs. Falta pouco para que, através da Mass Self Communication , os movimentos sociais e os indivíduos em rebelião crítica comecem a agir sobre a grande mídia, a controlar as informações, a desmenti-las e até mesmo a produzi-las.” 70
  7. 8. Emissão Conexão Reconfiguração Mobilizações sociais: Smart Mobs Mudança nas práticas sociais e comunicacionais que oferecem a sociedade maior capacidade de controle e intervenção, além de maior organização política àqueles que não fazem parte do sistema central . Descentralização Modificam a prática política e as relações sociais rumo a uma ciberdemocracia planetária. Os Princípios da cibercultura : Inteligência coletiva 71
  8. 9. Smart Mobs Termo proposto por Rheingold Mobilizações constituídas por pessoas que são capazes de agir juntas mesmo sem se conhecerem ... cooperando de maneira inédita porque dispõem de aparatos com capacidade tanto de comunicação como de computação(Rheingold, 2002) TxTMob Anti-Bush 2004 Power People em 2001 Filipinas Guerrilha urbana PCC maio de 2006 72
  9. 10. Análise da mutação contemporânea das mídias: Três grandes linhas de Transformação 1) Perspectiva Global das Mídias – Dependência em relação as comunidades e redes locais de alcance global 2)Convergência entre os suportes midiáticos – Difundir mensagens e reconfigurar a cultura contemporânea 3)Responsabilização crescente da função midiática - Potência informativa e mobilidade Primeira conseqüência: Todas as mídias podem ser captadas, ligadas, escutadas, ou vistas de qualquer canto do planeta onde uma conexão à Internet é possível com ou sem fio. As novas mídias atuam a partir dos princípios da liberação da emissão, da conexão permanente em redes de conversação e da reconfiguração da paisagem comunicacional. Convergência 73 e 74 Produção e distribuição
  10. 11. 74 Contexto local ressignificado Não se trata somente de uma mudança na forma de consumo midiático, mas nas formas de produção e distribuição de conteúdo informacional. A menor singularidade local, cultural, lingüística ou musical, torna-se ipso facto universalmente distribuída e da mesma forma, se entrecruzam e se envolvem no espaço virtual. Mídias desterritorializadas Toda desterritorialização pede novas territorializações(Deleuze e Guattari, 1980): ler um jornal em outra língua pode oferecer uma outra visão sobre determinado contexto local.
  11. 12. Redes Sociais – Comunidade – Redes de Colaboração Jornalismo cidadão Comunidade virtual Web 2.0 Redes Sociais 75 e 76
  12. 13. Reinventando o conceito de Comunidade Ferdinand Tönies(1985): Teoria de Platão e Euclides Comunidade Pura: opõe-se a sociedade que não seria pura: família, aldeia, cidade – normas e controle– união hábito e religião Sociólogos clássicos: Durkhein(Aldus, 1995) critica Tönies expõe seu próprio conceito de Comunidade: Para ele assim como a comunidade a sociedade também tem um Caráter natural/puro: semelhança de atitudes nas grandes e pequenas aldeias em contrapartida concorda com Tönes na natureza diferente entre sociedade e comunidade, entretanto para ele uma deriva da outra. Webe r(1987) conceitua comunidade baseado na orientação da ação social- Comunidade=relação Comunidade e sociedade são conceitos que se excluem mutuamente. Para Weber, como para Durkheim, a maior parte das relações sociais tem em parte o caráter de comunidade, em parte o caráter de sociedade. 75 e 76
  13. 14. Idéias de Comunidade Moderna Redentora e tipo ideal Dicotomia entre comunidade e sociedade Ideal de família Rural Idéias de Comunidade Pós-moderna Palacios(1998,online) Sentimento, pertencimento, territorialidade , permanência ,ligação,caráter corporativo, emergência de um projeto comum, existência de formas próprias de comunicação. Comunidade estariam desaparecendo devido a falta de lugares de lazer: aos terceiros lugares: bar, praças, igrejas(1º o lar, 2º o trabalho) Essa falta de lazer faz surgir as Comunidades Virtuais 75 e 76
  14. 15. Segundo Raquel Recuero: Comunidade Virtual é um conjunto de atores e suas relações que, através da interação social em um determinado espaço constitui laços e capital social em uma estrutura de cluster , através do tempo, associado a um tipo de pertencimento. A diferença entre comunidade e o restante da estrutura está nos elementos de conexão, nas propriedades das Redes. (Recuero, 2009,p. 26) Segundo Rheingold: Um dos autores responsáveis pela popularização do conceito de comunidades virtuais é Rheingold, que publicou em 1993 o livro The Virtual Community: homesteading on the electronic frontier, onde narra suas experiências em grupos sociais mediados por computador. Na concepção do autor: “ Comunidades virtuais são agregações sociais que emergem na internet quando uma quantidade significativa de pessoas promove discussões públicas em um período de tempo suficiente, com emoções suficientes, para formar teias de relações pessoais no ciberespaço .” (RHEINGOLD, 1993, p. 20) Segundo Pierre Levy: “ Uma comunidade virtual é construída sobre as afinidades de interesses, de conhecimentos, sobre projetos mútuos, em um processo de cooperação ou de troca, tudo isso independentemente das proximidades geográficas e das filiações institucionais.” (LEVY, 1999, p.128)
  15. 16. *As discussões públicas *As pessoas que se encontram e se reencontram *O tempo *O sentimento Redes de relações sociais potencializadas pelas Interfaces* Sociais Comunidades A comunicação mediada pelo computador como potencializadora das relações sociais
  16. 17. WEB 2.0 O termo Web 2.0 foi criado por Tim O’Reilly e sua concepção partiu de uma discussão entre ele e um dos pioneiros da Web, Dale Dougherty, sobre o crescimento da rede e o surgimento bastante representativo de novos aplicativos e sites. O editor, em seu artigo O que é Web 2.0 , apresenta alguns princípios e características dessa “nova” rede . Seguindo essa mudança paradigmática apresentam: (1) interatividade (2) meios de estruturação das relações desses usuários e (3) sistemas de gerenciamento e compartilhamento de informações.
  17. 18. O que mudou? WEB 1.0 WEB 2.0 OFoto Flickr MP3.com Napster Britannica online Wikipedia Sites pessoais Blogs Publicar - Retirar Participar Sistemas fechados Wikis Taxonomia (diretório) Folksonomia (tagging)
  18. 19. Redes sociais são, antes de tudo, relações entre pessoas, estejam elas interagindo em causa própria, em defesa de outrem ou em nome de uma organização, mediadas ou não por sistemas informatizados. Uma rede social é geralmente definida como um conjunto de dois elementos: pessoas, instituições ou grupos, que são os nós das redes e suas conexões, que são as interações ou laços sociais Redes não têm centros
  19. 20. Sobre a Rede , Castells (1999; p.439) nos fala que boa parte das comunicações que acontecem nelas são, em geral, espontâneas não-organizadas e diversificadas em finalidade de adesão, uma coexistência pacifica de vários interesses e culturas, ou seja, a Rede constitui-se um ambiente democrático, aberta às divergências de idéias. As Interfaces potencializam as Redes Sociais
  20. 21. A grande mutação das mídias A riqueza da cibercultura está justamente na possiblidade de oferta de produtos de nicho, de colecionadores que podem encontrar virtualmente tudo. Trata-se Não apenas de garimpar essa fonte inesgotável de informação que é o ciberespaço* . Assim , ao tempo real(do receptor preso ao fluxo do aqui e agora)das mídias massivas acrescenta-se um outro, um tempo de escolha (e de reflexão)de uma memória ampliada , planetária e viva (já que atualizada por qualquer um) do ciberespaço. 78 <ul><li>Customização - digitalização </li></ul><ul><li>Escolha </li></ul><ul><li>Produção além, do controle do pólo de emissão </li></ul><ul><li>Distribuição livre </li></ul>Não é o fim da Mediação, mas a criação de uma mediação coletiva diferente da mediação de um só editor ou de um veículo massivo. ?
  21. 22. Cultura de Massa Cultura das mídias Cultura Digital – Pós massiva <ul><li>Permite a reprodução e a difusão em massa de textos e imagens. </li></ul><ul><li>A cultura de massa tem seu apogeu entre a segunda metade do Séc. XIX </li></ul><ul><li>A cultura de massa fixa e reproduz as mensagens a fim de assegurar-lhes maior alcance e melhor difusão no tempo e no espaço. </li></ul><ul><li>Constitui uma tecnologia molar, que só age sobre as mensagens a partir de fora, por alto e em massa. </li></ul><ul><li>Na comunicação escrita tradicional todos os recursos de montagem são empregados no momento da criação. Uma vez impresso, o texto material conserva certa estabilidade aguardando desmontagem e remontagem do sentido. </li></ul><ul><li>Principal característica é a emissão todos para um sem a possiblidade de interferência na produção. </li></ul><ul><li>Início dos anos 80 acontece o casamento e misturas entre linguagens e meios, misturas essas que funcionam como uma multiplicidade de mídias. </li></ul><ul><li>Cultura intermediária do disponível e transitório: fotocopiadora, videocassetes e aparelhos para gravação de vídeo, walkman, walktak . </li></ul><ul><li>Indústria de videoclips e videogames, juntamente com a expansiva indústria de filmes em vídeo para serem alugados nas videolocadoras. </li></ul><ul><li>Culminância da TV a cabo. </li></ul><ul><li>Cultura que preparou a sensibilidade dos sujeitos para a chegada dos meios digitais cuja marca principal está na busca dispersa, alinear, fragmentada e individualizada da informação. </li></ul><ul><li>Principal característica é propiciar a escolha e consumo individualizados, oposição ao consumo massivo </li></ul><ul><li>Rápido desenvolvimento da multimídia que produziu a convergência de vários campos midiáticos tradicionais (Convergência das mídias.) </li></ul><ul><li>Mistura de áudio, vídeo e imagens, referindo-se, portanto, ao tratamento digital de todas as informações (som, imagem, texto e programas) numa linguagem universal. </li></ul><ul><li>Cultura da digitalização e da compressão de dados. </li></ul><ul><li>Quaisquer desses dados híbridos podem ser sintetizados em qualquer lugar e em qualquer tempo para gerar produtos com idênticas cores e sons. </li></ul><ul><li>A hipermídia digital autoriza e materializa as operações clássicas e amplia consideravelmente a dinâmica de usos a partir de variadas interfaces, arquivando, recuperando, distribuindo informação. </li></ul><ul><li>Principal característica é a possiblidade de autoria pelos sujeitos numa posição de cocriação de forma não seqüencial, multidimensional. </li></ul>
  22. 23. 80 A velocidade das transformações científicas, técnicas, econômicas, culturais e políticas obriga cada um de nós a se redefinir constantemente, a fazer conhecer aos outros sua nova identidade, suas novas finalidades e competências. Jornalismo digital: Informação Memória Aprofundamento dos bancos de dados Temos hoje com os meios digitais de informação, acesso a uma memória expandida e antes não disponibilizada e com controle centralizado.
  23. 24. 81 Compreender os outros e nos fazer compreender por eles não é um luxo , é uma necessidade, pois vivemos, de agora em diante, em um emaranhado de significações e de mensagens em transformações permanentes. Softwares sociais: orkut, facebook, multiply, myspaces e microblogs onde pessoas que nunca produziram informação passam a colocar em um mesmo instrumento eletrônico mensagens multimodiais(vídeos, mapas, fotos, músicas) criando um contato direto e permanente com suas comunidades de interesse. Passamos efetivamente por uma reconfiguração da esfera comunicacional e política. Função pós midiática:coleta, formatação e de difusão de informações.
  24. 26. Finalizando.... Assim, a mutação *das mídias concerne de fato, potencialmente a todos os atores sociais que se tornam, de alguma forma, mais autônomos. E isso tem implicações políticas profundas. Sempre que podemos produzir com voz livre(liberação do polo da emissão), nos organizar, conectar e produzir coisas coletivamente(o principio da conexão), iremos, com certeza, produzir reconfigurações nas instituições culturais, no fazer político, no espaço público, na democracia. 83 Todo mundo quer ser conhecido, , citado, fotografado, entrevistado, passar na televisão, aparecer na Internet: V isibilidade – inflação da esfera pública
  25. 27. Mas ....... E a escola???
  26. 28. A escola..... Não mudou...
  27. 29. * A educação pode se apropriar das Interfaces Socais* para construir conhecimento de forma colaborativa???
  28. 30. Interatividade na escola só na hora do Recreio?
  29. 31. Agora temos em potência mídias interativas e aprendizagem colaborativa. Aprender com o outro mediado por tecnologias permitindo de fato que estes &quot;outros&quot; se encontrem.
  30. 32. Santos e Okada (2008) encaram os softwares sociais que emergem da web 2.0, como conjunto de interfaces que medeiam a comunicação síncrona e assíncrona entre sujeitos geograficamente dispersos para criar vinculo pelas mais diferentes razões, sejam elas objetivas ou subjetivas. Para as autoras essas características podem ser aproveitadas pelos educadores para gerar atos curriculares interdisciplinares, contextualizados com os cenários histórico-culturais e multirreferenciais dos sujeitos envolvidos (SANTOS & OKADA, 2008, pág. 3).
  31. 33. E os professores ??? Quais os seus etnométodos?
  32. 34. Mudança
  33. 40. Obras consultadas para apoio: CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999. LEMOS, A. Cultura das redes: Ciberensaios para o século XXI . Salvador: EDUFBA, 2002. LEVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência: O Futuro do Pensamento na Era da Informática . Rio de Janeiro: Editora 34, 1993. LEVY, Pierre. A Inteligência Coletiva: Por uma antropologia do ciberespaço . São Paulo: Ed Loyola, 1998 _________. Ciberdemocracia . Lisboa: Instituto Piaget, 2003. OKADA, Alexandra & SANTOS, Edméa. COLEARN: Ciberconferência e cibermapeamentos para Aprendizagem Colaborativa Aberta em Comunidades . Abciber, 2008. Disponível em: http://people.kmi.open.ac.uk/ale/papers/a14abciber2008.pdf . A cessado em 28 de agosto de 2010. PRETTO, Nelson. (org.). Tecnologia e Novas Educações. Salvador: EDUFBA, 2005 RECUERO, Raquel. Redes Sociais na Internet . Porto Alegre: Sulina, 2009. (Coleção Cibercultura) 191p. SANTAELLA, Lúcia. Da cultura das mídias a cibercultura; o advento do pós-humano. Revista Famecos. (nº 22). Porto Alegre. Dezembro de 2003. SANTAELLA, Lucia. O homem e as máquinas. In: DOMINGUES, Diana (Org.). Arte no século XXI: a humanização das tecnologias. São Paulo: Ed. UNESP, 1997. p. 33-44. (Prismas). SANTAELLA, Lucia; NÖTH, Winfried. Imagem: cognição, semiótica, mídia. 3. ed. São Paulo: Iluminuras, 2001. 222 p. SANTOS. Edméa & ALVES, Lynn (orgs) Práticas Pedagógicas e Tecnologias Digitais . Rio de Janeiro: E-papers, 2006. SANTOS, Edméa . Educação online: cibercultura e pesquisa formação na prática docente. Tese de Doutorado. Salvador: FACED- UFBA, 2005. Orientador Prof. Dr. Roberto S. Macedo. SANTOS, Edméa. FORMAÇÃO DE PROFESSORES E CIBERCULTURA: novas práticas curriculares na educação presencial e a distância . Revista da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade, Salvador, v. 11, n. 17, p. 113-122, jan./jun., 2002 SILVA, Marco. Interatividade: uma mudança do esquema clássico da comunicação . Boletim Técnico do SENAC, Rio de Janeiro, v. 26, nº 3, set/dez 2000. PRIMO, Alex; SMANIOTTO, Ana Maria Reczek. Blogs como espaços de conversação: interações conversacionais na comunidade de blogs insanus . Revista da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação. Abril de 2006. Obra analisada: LEMOS, André & LÉVY, Pierre. O futuro da internet: em direção a uma ciberdemocracia planetária. São Paulo: Paulus, 2010. Capítulo 3.

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