A tessitura do conhecimento via mídias e redes sociais da internet: Notas de uma pesquisa-formação mutirreferencial em um ...
Questão: <ul><li>Quais usos os professores da educação básica fazem das mídias e redes sociais no ciberespaço e como estas...
Referencial Teórico
O lócus da pesquisa
Dispositivos 1  de pesquisa  Os registros de itinerâncias
Sobre mídias e redes sociais no ciberespaço e na vida cotidiana  Algumas noções à luz de um quadro teórico específico do c...
<ul><li>As mídias digitais e as redes sociais  têm um grande potencial a partir do ciberespaço, que traz novos usos e nova...
<ul><li>Com as mídias digitais a mensagem pode ser: </li></ul><ul><li>Criada </li></ul><ul><li>manipulada </li></ul><ul><l...
<ul><li>Essa conversão de linguagens é chamada pela autora de “convergência midiática”, que é o processo no qual as quatro...
Cultura de massa   Cultura das mídias Cultura  digital  Principal característica é a emissão todos para um sem a possibili...
Século passado <ul><li>Computador era apenas uma máquina de processar números e, na sua evolução, começou a absorver outra...
Espaços do saber(Lévy) <ul><li>Espaço é resultante da velocidade de evolução dos saberes, que se reporta às consequências ...
A tessitura do conhecimento em Rede Alves e Oliveira (2001)  Permite considerar os múltiplos saberes, valores e crenças en...
Apresentamos fundamentos da epistemologia da multirreferencialidade e do método de pesquisa pesquisa-formação, que sustent...
Um mergulho <ul><li>Os referenciais que nos constituíram </li></ul>A implicação  A pesquisa-formação  A mediação do profes...
Itinerâncias: notas em movimento Apresentamos extratos de nossa pesquisa e campo, marcados pela e com a interação com os p...
Os professores-cursistas da turma EDAI 2010 O desenho didático do curso da turma EDAI 2010 A WebQuest  A itinerância  Aqui...
Professora Rosana <ul><li>“ Amigos ,  Amanhã, começarei a utilizar o Twitter no Laboratório de Informática de minha escola...
Professora Gláucia <ul><li>“ 06 de julho Hoje abri uma conta no Flickr e passei uma hora e meia tentando colocar um vídeo....
Final como obra aberta <ul><li>Há professores experimentando em sala de aula novas formas de ensinar e aprender e nestas n...
<ul><li>Os professores utilizam as tecnologias digitais em espaços não formais, mas muitas vezes não relacionam esses usos...
 
Os desafios <ul><li>Percebemos que muitos desafios ainda precisam ser vencidos, dentre eles citamos a formação dos profess...
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A tessitura do conhecimento via mídias e redes sociais da internet: Notas de uma pesquisa-formação mutirreferencial em um curso de especialização

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Trabalho apresentado Seminário Redes, UERJ, 2011.

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  • Mestranda da linha cotidianos, redes educativas e processo culturais
  • Usamos dispositivo baseados em Ardoino...
  • Cibercultura é a cultura contemporanea
  • produz informações no formato digital que podem ser potencializadas em qualquer lugar, em qualquer tempo está intrinsecamente relacionada com a revolução digital que nasceu com a cultura do computador como mediador da comunicação.
  • “ Tecer conhecimento em rede”, portanto, é a forma possível para indicar como, sempre, o conhecimento foi criado nos contextos cotidianos do viver humano, mesmo quando para se fazerem, a ciência e o poder econômico precisaram dizer que essa forma de criar conhecimentos era inferior e que os conhecimentos práticos que criava só existiriam enquanto não fossem superados pelo conhecimento verdadeiro, aquele produzido pela ciência, pela burocracia e em outros lugares de poder. O espaço do conhecimento cotidiano é o local, sendo que esse local precisa ser compreendido com o que Boaventura de Sousa Santos (1995; 2000) chama de contextos cotidianos.
  • Explicar o que é multirreferencialidade e pesquisa-formação
  • A tessitura do conhecimento via mídias e redes sociais da internet: Notas de uma pesquisa-formação mutirreferencial em um curso de especialização

    1. 1. A tessitura do conhecimento via mídias e redes sociais da internet: Notas de uma pesquisa-formação mutirreferencial em um curso de especialização Rosemary dos Santos Email: brisaerc@hotmail.com Edméa Santos Email: edmeabaiana@gmail.com
    2. 2. Questão: <ul><li>Quais usos os professores da educação básica fazem das mídias e redes sociais no ciberespaço e como estas podem potencializar autorias e práticas pedagógicas na cibercultura? </li></ul>
    3. 3. Referencial Teórico
    4. 4. O lócus da pesquisa
    5. 5. Dispositivos 1 de pesquisa Os registros de itinerâncias
    6. 6. Sobre mídias e redes sociais no ciberespaço e na vida cotidiana Algumas noções à luz de um quadro teórico específico do campo de conhecimento “ Cibercultura ” e das pesquisas nos, dos e com os cotidianos
    7. 7. <ul><li>As mídias digitais e as redes sociais têm um grande potencial a partir do ciberespaço, que traz novos usos e novas possibilidades para a educação, permitindo a interatividade, a autoria e a cocriação. </li></ul>Cibercultura Ciberespaço http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=103627146
    8. 8. <ul><li>Com as mídias digitais a mensagem pode ser: </li></ul><ul><li>Criada </li></ul><ul><li>manipulada </li></ul><ul><li>modificada </li></ul><ul><li>cocriada </li></ul>imagens, sons, textos, vídeos são criados materializando a autoria e a expressão dos praticantes
    9. 9. <ul><li>Essa conversão de linguagens é chamada pela autora de “convergência midiática”, que é o processo no qual as quatro formas principais da comunicação humana: “o documento escrito (imprensa, magazine, livro); o audiovisual (televisão, vídeo, cinema), as telecomunicações (telefone, satélites, cabo) e a informática (computadores, programas informáticos) são fundidas” (SANTAELLA, 2003, p. 84). </li></ul>A convergência de mídias
    10. 10. Cultura de massa Cultura das mídias Cultura digital Principal característica é a emissão todos para um sem a possibilidade de interferência na produção. Principal característica é propiciar a escolha e consumo individualizados, oposição ao consumo massivo. Principal característica é a possibilidade de autoria pelos praticantes numa posição de cocriação de forma não sequencial, multidimensional.
    11. 11. Século passado <ul><li>Computador era apenas uma máquina de processar números e, na sua evolução, começou a absorver outras linguagens, traduzindo-as numericamente. </li></ul>
    12. 12. Espaços do saber(Lévy) <ul><li>Espaço é resultante da velocidade de evolução dos saberes, que se reporta às consequências da evolução da ciência e das técnicas na vida cotidiana, no trabalho, onde as pessoas são convocadas a aprender e construir novos conhecimentos em rede. </li></ul>É possível que grupos humanos se constituam em coletivos inteligentes
    13. 13. A tessitura do conhecimento em Rede Alves e Oliveira (2001) Permite considerar os múltiplos saberes, valores e crenças entre os praticantes e a dimensão da imprevisibilidade e da variação das circunstâncias e limites em que vivem.
    14. 14. Apresentamos fundamentos da epistemologia da multirreferencialidade e do método de pesquisa pesquisa-formação, que sustentam metodologicamente nosso trabalho Notas sobre pesquisa-formação mutirreferencial
    15. 15. Um mergulho <ul><li>Os referenciais que nos constituíram </li></ul>A implicação A pesquisa-formação A mediação do professor/pesquisador A multirreferencialidade A perspectiva crítico-reflexiva Tornar-se membro
    16. 16. Itinerâncias: notas em movimento Apresentamos extratos de nossa pesquisa e campo, marcados pela e com a interação com os praticantes-pesquisadores
    17. 17. Os professores-cursistas da turma EDAI 2010 O desenho didático do curso da turma EDAI 2010 A WebQuest A itinerância Aquilo que dá sentido às suas práticas e às suas vivências no cotidiano
    18. 18. Professora Rosana <ul><li>“ Amigos , Amanhã, começarei a utilizar o Twitter no Laboratório de Informática de minha escola da 8ª CRE. Formamos um grupo com 15 alunos (8º e 9º anos), mas apenas uma aluna domina bem o uso dessa mídia. Inicialmente, falarei um pouco sobre o Twitter: quem criou, quando, qual finalidade inicial. Vou teorizar através das perguntas q surgirem.Depois, a aluna Joice falará sobre o uso que faz do Twitter e por último faremos o login dos alunos para que todos possam utilizar essa mídia no Laboratório ou em outros lugares. Estou ansiosa para começar a atividade e espero que os computadores funcionem, que não tenha queda de luz. Torçam por mim! </li></ul>Os desafios da sua prática ao tentar usar o Twitter com os seus alunos...
    19. 19. Professora Gláucia <ul><li>“ 06 de julho Hoje abri uma conta no Flickr e passei uma hora e meia tentando colocar um vídeo... e o upload congelou em 99 por cento!!! E TRAVOU!!!! Resumo dos últimos movimentos: na quinta-feira passada, enquanto aguardávamos o professor chegar, aproveitamos o generoso empréstimo do lap do Jacks e abrimos uma conta no Google Docs, com o objetivo de ter um lugar de encontro para o grupo e tb para tentarmos criar um texto coletivo. Li o Walter Benjamim, por sugestão da Marcia, do meu grupo, feita no corredor da escola, sobre o fim da aura da obra de arte a partir de sua reprodução pela fotografia. Um texto de 1931, atualíssimo. Seguindo o link que a Rose deu do Laboratório de Educação e Imagem, li os textos desta edição e ADOREI o do Roberto Conduru, que me apresentou a palavra-conceito &quot;glocal&quot;. </li></ul>Os seus registros as observações sobre os fatos vivenciados ...
    20. 20. Final como obra aberta <ul><li>Há professores experimentando em sala de aula novas formas de ensinar e aprender e nestas novas formas estão os usos dos softwares sociais e das mídias digitais; </li></ul><ul><li>Essas práticas refletem a necessidade que eles sentem em ressignificar suas aulas e seus conteúdos, entretanto, muitos obstáculos ainda precisam ser vencidos: infraestrutura técnica nas escolas, investimento na sua formação; </li></ul><ul><li>Muitas escolas não permitem os usos das redes sociais em seus laboratórios de informática, utilizando como argumentos o medo da violência, pedofilia e da falta de controle sobre o que os alunos acessam. </li></ul>Os achados...
    21. 21. <ul><li>Os professores utilizam as tecnologias digitais em espaços não formais, mas muitas vezes não relacionam esses usos à escola, pois tem como referência e prática a realidade da educação em que foram formados; </li></ul><ul><li>Muitos professores ainda não vivem a cultura digital como os seus alunos; </li></ul><ul><li>Os usos dos recursos pelos professores das mídias digitais e dos softwares sociais no cotidiano, na escola ou na universidade, irão depender das suas experiências nesses espaços (como membros, como protagonistas), do encontro reflexivo com o seu grupo e da maneira com a qual percebem e vivenciam os espaços onde atuam.; </li></ul>
    22. 23. Os desafios <ul><li>Percebemos que muitos desafios ainda precisam ser vencidos, dentre eles citamos a formação dos professores, a apropriação dos recursos técnicos disponíveis nos espaços de aprendizagem e uma reflexão profunda sobre essas práticas no ambiente da escola. Pensar as práticas do professor nos espaços multirreferenciais de aprendizagem é relacioná-las à sua formação inicial, buscando condições para que eles sejam capazes de pesquisar, buscar e construir sentidos e significados nas suas práticas educativas. </li></ul>

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