Curso de olericultura organica (horta legumes etc..)

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curso destinado a quem deseja aprender a plantar sem uso de agrotoxicos e adubos quimicos, plantar como sempre se plantava no passado por milenios , de forma mais natural possivel , muito melhor e mais saudavel e saboroso, o dever de todo ser humano deveria saber produzir a propria comida, desde criança todos deviam aprender vale a pena!Deus seja lovado por tanta variedade que Ele criou para nós.

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    1. 1.  Histórico  Conceitos  Produção e Mercado  Legislação
    2. 2. S  O agricultor “orgânico” é orgânico não só porque utiliza intensamente matéria orgânica, animal e vegetal, mas principalmente porque sua produção deve ser conduzida de modo semelhante à vida de um organismo (um sistema articulado, inter-relacionado e complexo) que tem ritmos e limites naturais, que devem ser respeitados pelo homem.
    3. 3. A agricultura orgânica ressurgiu quando a agricultura convencional, a partir da década de 60, começava a dar sinais de sua exaustão: Desflorestamento, diminuição da biodiversidade, erosão e perda da fertilidade dos solos, contaminação da água, dos animais silvestres e dos agricultores por agrotóxicos passaram a ser decorrências quase inerentes à produção agrícola. No início dos anos 70 a oposição em relação ao padrão produtivo agrícola convencional concentrava-se em torno de um amplo conjunto de propostas "alternativas", movimento que ficou conhecido como "agricultura alternativa"
    4. 4. ANIMAL CICLO VEGETAL MINERAL
    5. 5. CAFEICULTURA HORTALIÇAS PECUÁRIA GALINHA MILHO PASTAGEM
    6. 6. Agricultura Convencional Agricultura Orgânica Objetivos Gerais Atender, de maneira geral, a interesses econômicos de curto prazo. Atender a interesses econômicos, mas, sobretudo, a interesses ecológicos e sociais autossustentados Estrutura do Sistema Monocultura Sistema diversificado Maneira de Encarar o Solo Como um substrato físico, um suporte da planta Como um ser vivo (meio eminentemente biológico)
    7. 7. Agricultura Convencional Agricultura Orgânica Objetivos Gerais Atender, de maneira geral, a interesses econômicos de curto prazo. Atender a interesses econômicos, mas, sobretudo, a interesses ecológicos e sociais autossustentados Estrutura do Sistema Monocultura Sistema diversificado Maneira de Encarar o Solo Como um substrato físico, um suporte da planta Como um ser vivo (meio eminentemente biológico) Recursos Genéticos Redução da variabilidade; Susceptibilidade ao meio; Espécies transgênicas Adaptação ambiental; Resistência ao meio. Adubação Fertilizantes altamente solúveis; Adubação desequilibrante. Reciclagem; Rochas moídas; Matéria orgânica. Como lidar com pragas e doenças Agrotóxicos Nutrição equilibrada e adequada; Diversificação e consorciação; Controles alternativos.
    8. 8. Agricultura Convencional Agricultura Orgânica Objetivos Gerais Atender, de maneira geral, a interesses econômicos de curto prazo. Atender a interesses econômicos, mas, sobretudo, a interesses ecológicos e sociais autossustentados Estrutura do Sistema Monocultura Sistema diversificado Maneira de Encarar o Solo Como um substrato físico, um suporte da planta Como um ser vivo (meio eminentemente biológico) Recursos Genéticos Redução da variabilidade; Susceptibilidade ao meio; Espécies transgênicas Adaptação ambiental; Resistência ao meio. Adubação Fertilizantes altamente solúveis; Adubação desequilibrante. Reciclagem; Rochas moídas; Matéria orgânica. Como lidar com pragas e doenças Agrotóxicos Nutrição equilibrada e adequada; Diversificação e consorciação; Controles alternativos. Entradas do Sistema Alto capital e energia; Pouco trabalho. Pouco capital e energia; Mais trabalho. Saídas do Sistema e Conseqüências Alimentos desbalanceados e contaminados; Baixa valorização do produto; Agressão ambiental. Alimentos de alto valor biológico; Equilíbrio ecológico; Alta valorização do produto; Sustentabilidade do sistema.
    9. 9.  A agricultura orgânica ganha cada vez mais espaço na economia mundial. O segmento de produtos orgânicos tem crescido cerca de 20% ao ano, tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento e é o segmento que mais cresce dentro do setor de alimentos.  Estima-se que, em 2006, as vendas de produtos orgânicos certificados somaram mais de 30 bilhões de euros (US$ 38 bilhões, em valores de hoje), o que representou alta de 20% em relação a 2005. E espera-se que cheguem a 52 bilhões de euros (US$ 65 bilhões) até 2012 (alta de 73%).  Por todas estas razões, a agricultura orgânica é uma ferramenta poderosa para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, particularmente os referentes à redução da pobreza e ao meio ambiente. No momento é apenas um nicho de mercado, pois usa cerca de 2% das terras agrícolas do planeta. Mas, seu potencial ainda não foi totalmente explorado. Também há desafios para que os países em desenvolvimento aproveitem estas oportunidades, particularmente na construção de capacidades produtivas, acesso aos mercados e obstáculos à importação.
    10. 10.  Em 2013, como tendência mundial, apostamos no crescimento do setor de ingredientes funcionais, pro bióticos e suplementos alimentares. Apesar da crise econômica na Europa, o mercado de orgânicos continua em alta e a maior demanda pelos produtos brasileiros são frutas, castanhas, mel, óleos vegetais, açúcar e cosméticos com ingredientes exóticos da Amazônia”, explica Ming Liu, coordenador executivo do Projeto Organics Brazil.
    11. 11.  Identificação das diferentes partes da planta e suas funções
    12. 12.  Absorver nutrientes e água.  Fixar a planta ao solo.  Produzir substâncias necessárias às plantas.  Troca com outros organismos = Simbiose O mundo das raízes e da rizosfera - y outube.flv Minhoca.flv
    13. 13.  Água com qualidade e quantidade;  Insolação  Topografia  Histórico da área  Acesso  Características físico-químicas
    14. 14.  Escolha do local da horta   
    15. 15.  Compostagem  Irrigação  Viveiro  Plantio definitivo  Abrigo para ferramentas e insumos
    16. 16.  Segurança no trabalho  Cuidados com o meio ambiente
    17. 17. Coleta das amostras de solo, de 0-20 cm Preparo das amostras Identificação das amostras
    18. 18.  Número mínimo de amostras por talhão  Distribuição dos pontos de coleta  Identificação das amostras  Práticas de Segurança  Conservação de Equipamentos
    19. 19.  Seleção dos materiais  Preparo de biofertilizantes (compostagem, Biogeo, Vairo, Bokashi)  Preparo de fitoterápicos e homeopáticos  Higiene pessoal  Segurança no Trabalho
    20. 20. Compostagem
    21. 21.  Compostagem nada mais é, que a reorganização de materiais orgânicos e inorgânicos disponíveis na propriedade ou região, transformando materiais crus (folhas, mato, resto de verdura e de cozinha, resíduos de beneficiamento, esterco, cama de animais etc.) em composto curado. Esta decomposição acontece pela ação de microorganismos e pela fauna do solo.
    22. 22. Tabela: Relação C/N (carbono/nitrogênio) de alguns materiais orgânicos: Material Relação C/N Restos de comida 15-1 Lama de esgoto 6-1 Lama de esgoto digerida 6-1 Madeira 700-1 Serragem 500-1 Papel 170-1 Grama cortada 19-1 Folhas 80- 40-1 Restos de frutas 35-1 Esterco decomposto 20-1 Resíduos de cana-de-açúcar 50-1 Talos de milho 60-1 Palha 80-1 Alfafa 13 -1 Húmus 10-1 Trevo verde 16-1 Feno de leguminosas 25-1 Palha de aveia 80-1
    23. 23.  A compostagem tem como objetivo adiantar o processo de decomposição que aconteceria no solo, fora do solo. Diminui problemas com relação a patógenos e sementes de mato que poderiam estar sendo transmitidos pela matéria orgânica não decomposta. Ao contrário, apresenta uma altíssima quantidade de fungos, bactérias entre outros microorganismos benéficos.
    24. 24.  Juntamente com substâncias que apresentam efeitos positivos sobre a resistência das plantas a pragas e doenças. Contém 10 a 13 vezes mais nutrientes, se a matéria prima for variada, do que os estercos puros. Embora esses contenham maior quantidade de macro nutriente. Estimula a vida do solo, isto se for usada no momento em que a temperatura começa a baixar, ou seja não totalmente decomposta.
    25. 25.  As pilhas devem ser reviradas e misturadas a cada 7-8 dias, no mínimo 5 vezes durante o processo.  A temperatura deve se manter entre 55 e 70ºC durante pelo menos nos primeiros 15 dias (Kiehl, 1985).  Observar: umidade e temperatura da pilha de composto.
    26. 26.  ........PRONATECPRONATEC 2012F5Compostagem manejo e utilização na agricultura orgânica - YouTube.flv
    27. 27.  O biofertilizante é um adubo orgânico líquido, proveniente de um processo de decomposição da matéria orgânica (animal ou vegetal) através de fermentação anaeróbica (fermentação bacteriana sem a presença de oxigênio),.em meio líquido. O resultado da fermentação é um resíduo líquido, utilizado como adubo foliar, defensivo natural, chamado biofertilizante . E um resíduo sólido, utilizado como adubo orgânico.
    28. 28.  O Supermagro é utilizado como adubo foliar, complementar a adubação orgânica do solo, fornecendo micronutrientes (os micronutrientes são sais minerais essenciais ao metabolismo, crescimento e produção das plantas, porém exigidos em pequenas quantidades). O biofertilizante (Supermagro) também atua como defensivo natural por ser meio de crescimento de bactérias benéficas, principalmente Bacillus subtilis, que inibe o crescimento de fungos e bactérias causadores de doenças nas plantas, além de aumentar a resistência contra insetos , parasitas e ácaros.
    29. 29.  Equivalência energética  Um metro cúbico (1 m³) de biogás equivale energeticamente a :  1,5 m³ de gás de cozinha;  0,52 a 0,6 litro de gasolina;  0,9 litro de álcool;  6,4 KWh de eletricidade;  2,7 kg de lenha (madeira queimada).
    30. 30.  ..FOTOSBICASCAM00080.mp4
    31. 31.  Esterco fresco de vaca 40 Kg  Água 140 litros  Leite 9 litros  Melaço (ou açúcar ) 9 litros (ou 5 kg)  Yakut 4 potes  Micronutrientes  Sulfato de Zinco* 2 kg  Sulfato de Magnésio 2 kg  Sulfato de Boro 2 Kg
    32. 32.  O biofertilizante possui entre 90 a 95 % de água (isto é, 5 a 10% de fração seca do líquido). Nessa base seca, o teor de nitrogênio - dependendo do material que lhe deu origem - fica entre 1,5 a 4% de nitrogênio (N), 1 a 5% de fosfato (P2O5) e 0,5 a 3% de potássio (K20).
    33. 33.  Viveiro/ mudas: 1% = 1 l em 100 l agua  Canteiros: 2 a 5 %  Pomar: 5 a 10%
    34. 34.  Farelo de arroz 500 kg  Farelo de algodão 200 kg  Farelo de soja 100 kg  Farelo de osso 170 kg  Farinha de peixe 30 kg  Termofosfato 40 kg  Carvão moido 200 kg  Melaço 04 litros  EM 4 04 litros  Água 350 litros
    35. 35. Locação do viveiro Construção do viveiro Planejamento da produção Escolha da cultura
    36. 36. 15 m 12 m 12/1,5 = 8 canteiro de 15 m = 120 m²
    37. 37.  120 m² / 8 semanas = 15 m²/ semana  Se podemos distribuir 4 x 4 plantas por m² =>  Teremos 16 plantas por m² =>  16 x 15 m = 240 plantas por semana.
    38. 38.  A semear:  240 + 15% = 276 =~ 280 plantas  => 2 bandejas  Cada bandeja fica +ou- 4 semanas no viveiro  => Viveiro para 8 ou mais bandejas
    39. 39. 0,35 0,70 1,4 m 1,4 m
    40. 40. 0,35 0,70 1 m 2,4 m 1,4 m
    41. 41.  Desinfecção dos substratos e recipientes  Enchimento em recipientes
    42. 42.  Propagação vegetativa e/ou sementes  Desinfecção dos propágulos
    43. 43.  Observar - inverno / verão  Campo ou estufa  Embalagem corrompida  Data de validade  Poder germinativo
    44. 44.  Desbaste  Adubação de cobertura  Noções sobre controle fitossanitário  Irrigação  Segurança  Higiene
    45. 45.  Delimitação da área  Limpeza da área
    46. 46. Rotação de Culturas
    47. 47.  Correção da acidez do solo  Noções de Controle de formigas e cupins  Demarcação de canteiros e ruas  Levantamento de canteiros  Adubação orgânica dos canteiros  Irrigação  Demarcação de cova  Adubação de covas  Segurança  Preservação ambiental
    48. 48. Correção da acidez do solo
    49. 49. Os canteiros são levantados sobre o solo
    50. 50. Os fertilizantes são incorporados ao solo
    51. 51. A irrigação pode ser aspersão,
    52. 52. sulcos
    53. 53. ou gotejamento
    54. 54. 25 cm 25 cm 50 cm
    55. 55.  Locação das culturas nos talhões  Semeadura, plantio ou transplantio  Cobertura morta  Irrigação  Higiene
    56. 56.  Rotação de culturas  4 partes  Consorciação de culturas  Plantas companheiras
    57. 57. O plantio pode ser direto ou por mudas
    58. 58. Ciclo vegetativo das hortaliças Espécies Germinação Colheita Alface 4 a 7 dias 40 a 50 dias Salsa 2 a 14 dias 70 dias Cebolinha 8 dias 30 dias Couve 3 a 10 dias 30 a 45 dias Coentro 8 dias 40 a 60 dias Repolho 3 a 6 dias 100 a 120 dias Pepino 3 a 6 dias 30 a 35 dias Quiabo 7 a 17 dias 80 a 90 dias Pimentão 8 a 12 dias 100 a 120 dias Maxixe 3 a 6 dias 60 a 70 dias Beringela 5 a 13 dias 80 dias Tomate 6 a 8 dias 90 a 100 dias Rúcula 3 a 5 dias 30 a 40 dias Abóbora 4 a 7 dias 90 a 100 dias
    59. 59. Espécies Espaçame nto de plantio Alface 30 cm Salsa 5 cm Cebolinha 10 cm Couve 60 cm Coentro 5 cm Repolho 40 cm Pepino 60 cm Quiabo 60 cm Pimentão 60 cm Maxixe 3 m Beringela 60 cm Tomate 60 cm Rúcula 30 cm
    60. 60. Cobertura morta
    61. 61.  Irrigação, raleamento, adubações, trofobiose, amontoa, capinas, cobertura morta, amarração, adubação verde, escarificação, tutoramento, desbrota, desbaste de frutos, penteamento, polinização artificial, branqueamento, noções sobre controle de pragas, doenças e vegetação espontâneas, rotação e consorciação de culturas, uso de quebra-ventos  Higiene  Segurança
    62. 62.  Irrigações ou regas:  Para o bom desenvolvimento das hortaliças, é preciso manter a terra sempre úmida. A freqüência das regas e a quantidade de água em cada uma delas dependem das condições do solo, do clima e da fase de desenvolvimento das plantas.
    63. 63.  Capinas:  A capina é feita com enxada ou sacho para manter a horta livre de mato. O mato deve ser retirado o mais rápido possível, pois este concorre com a planta por água e nutrientes.
    64. 64.  Raleação:  Nas hortaliças de semeadura direta (semeadas diretamente nos canteiros ou nas covas) é preciso eliminar as plantas menos desenvolvidas e deixar um espaço adequado entre as plantas remanescentes. Ex: cenoura  No viveiro o trabalho é menor – ex: beterraba  Raleo de frutos para crescimento e padrão
    65. 65.  Desbaste:   Nas hortaliças-frutos (tomate), faz-se o desbaste para retirar o excesso de frutificação e permitir melhor desenvolvimento dos frutos deixados. O desbaste é feito principalmente no tomate de mesa.
    66. 66.  ........PRONATECPRONATEC 2012F5Desbaste evita a competição das hortaliças - Notícias sobre diversas áreas do conhecimento - Portal CPT.flv
    67. 67.  Desbrota:   É a eliminação dos brotos que saem nas axilas das folhas ou na haste (brotos-ladrões) de algumas hortaliças como couve, berinjela, pimentão e tomate.
    68. 68.  Estaqueamento:  O mesmo que tutoramento. Consiste em fornecer um apoio para evitar que as hortaliças fiquem em contato com a terra e para protegê-las do tombamento causado pelos ventos e pelo excesso de produção.
    69. 69.  Cultivar resistente  Nutrição adequada => TROFOBIOSE  Manutenção da matéria orgânica  Conservação de “invasoras” e vegetação nativa.  Irrigação adequada  Rotação e consorciação de culturas  Controle biológico  Armadilhas e ferormônios  Solarização  Caldas e extratos de plantas
    70. 70. Macerado de Samambaia Controla ácaros, cochonilhas e pulgões; Materiais: 1/2kg de folhas frescas ou 100 g de folhas secas em 1 litro de água; ferver por meia hora e depois dilua 1 litro desse macerado em 10 litros de água e pulverize.
    71. 71.  Solução de sal e vinagre  Eliminação de lesmas, caramujos e moscas brancas;  Misture 5 colheres de sal de cozinha, 100ml de vinagre, 50g de sabão biodegradável e 5 litros de água, depois coar e pulverizar uma vez por semana.  Extrato de primavera (buganvile)  Combate do vírus Vira Cabeça do tomateiro;  coloque dois litros de folhas de primavera em 1 litro de água. Bata tudo no liquidificador por um minuto e dilua em 20 litros de água. Coe e pulverize pelo menos uma vez por semana.
    72. 72.  Macerado de Urtiga  Controle de lagartas e pulgões;  Coloque 1/2kg de folhas frescas- ou 100g de folhas secas- em 1 litro de água e deixe-as mergulhadas na água por dois dias. Pra a aplicação dilua em 10 litros de água e pulverize sobre as plantas ou solo.  Chá de camomila  Controla doenças fúngicas, indicada para uso na sementeira;  Para preparar esse chá, pegue um punhado de folhas e faça imersão em água fria por dois dias e pulverize.
    73. 73.  Água de Sabão e Pimenta malagueta  controle de pulgões e lagartas;  Separe 500g de sabão biodegradável de coco raspado ou ralado e 250g de pimenta malagueta. Triture a pimenta e aqueça o sabão na água, depois de esfriar misture a pimenta e coe. Aplique com o pulverizador.
    74. 74.  Armadilha de cerveja  Atrativo para lesmas;  Pegue latas vazias, sem tampa ou mesmo pratos fundos. enterre as latas com a cobertura na altura do solo e coloque cerveja mistura com sal de cozinha. desta forma as lesmas caem na lata atraídas pela cerveja e morrem desidratadas pelo sal.
    75. 75.  Nim  O Nim é uma planta exótica que age muito eficientemente contra pragas, todas as partes da planta são utilizadas mais as que mais se recomendam é a semente, o óleo, e suas folhas que contém uma porcentagem menor do seu inseticida natural;  Uso da semente triturada e das folhas(use o dobro da dose):30 a 50g-1 litro de água;  Uso do óleo: 5ml-1litro;  Pulverize uma vez por semana para o combate de lagartas, larvas, gafanhotos, besouros, pulgões e ácaros.
    76. 76. Tajá Contra insetos 1kg de folha de tajá, 1/2 litro de água. Usando luvas, picote as folhas de tajá e bata no liquidificador com meio litro de água. Tomando sempre o cuidado de não deixar o suco do tajá em contato com a pele. Aplique o suco diluído em 10 litros de água e acrescente 5 ml de sabão vegetal líquido ou 3ml de óleo de andiroba.
    77. 77.  ..VídeosAtalho para Adubo verde e compostagem orgânica se tornam alternativas para agricultores - YouTube.lnk
    78. 78.  Não podemos limitar o fornecimento de matéria orgânica estritamente à criação animal. A produção de biomassa de origem vegetal tem possibilidades ainda inesgotadas por nós. A matéria orgânica de origem vegetal poderá vir pela adubação verde em consórcio e rotação de culturas, delimitação de divisas, cercas-vivas, quebra-ventos, faixas de contorno, beiras de estrada, restos de cultura e capineiras. Podendo atender diferentes fins dentro da propriedade, por ex. alimentação animal, cama de animais, cobertura morta e composto.
    79. 79.  A escolha da planta para adubação verde vai depender do solo, do objetivo da adubação (matéria orgânica ou fornecimento de nitrogênio), da cultura a ser adubada. Uma combinação para o verão é o plantio de milho, mucuna e abóbora. Semeando a mucuna um a dois meses depois do milho, esta leguminosa irá fixar nitrogênio do ar que fertilizará a terra quando for incorporada junto com a palhada do milho. Nesse sistema colhem-se abóbora, milho verde ou maduro à mão, já que a mecanização de colheita fica dificultada pela mucuna.
    80. 80.  E no inverno com a mesma família a ervilhaca, aveia preta entre outras. O consórcio é o plantio simultâneo de plantas na lavoura. Já a rotação é feita com a sucessão de plantios.
    81. 81.  Partimos de uma constatação: a adubação verde é pouco aplicada na horticultura comercial, por representar, aparentemente, a “perda” de área útil para o plantio de hortaliças. Apresentam vantagens para a horta, num manejo de rotação de áreas  Plantar adubos verdes em rotação com as hortaliças economiza outros adubos orgânicos ( mais caros, como o esterco ou composto orgânico )  inibe a proliferação de plantas invasoras; recicla nutrientes de camadas mais profundas e fornece matéria orgânica em abundância.
    82. 82.  A melhor opção de manejo de adubos verdes não é seu plantio sobre alguns canteiros, mas seu plantio sobre uma parte representativa da área total, que assim "repousa" e é recuperada.  Para lograr isto, a área da horta deve ser dimensionada, levando-se em conta que uma fração ( 1/4 ) estará sempre com cobertura verde, que para o verão pode ser plantado de setembro a fevereiro.  É possível consorciar espécies de uso econômico com outras para fins de adubação verde, tanto no verão como no inverno.
    83. 83.  Quando houver necessidade de aplicar calcário ou fosfato de rocha, o momento apropriado será antes da adubação verde, cujo efeito biológico irá disponibilizar os nutrientes aplicados em forma orgânica.
    84. 84.  Adiciona matéria orgânica ao solo;  Enriquece o solo com nitrogênio;  Melhora as condições físicas do solo;  Controla a erosão e protege contra dessecamento pelo sol e vento;  Traz para a superfície elementos minerais das camadas inferiores;  Diminui as perdas por lixiviação;  Estimula a flora microbiana;  Acelera a mineralização do húmus;  Aumenta a produção.
    85. 85.  Por que?  - proteger o solo  - melhorar o solo  - N no solo  Qual?  - Gramíneas  - Leguminosas
    86. 86.  Uso de crotalária ( Crotalaria spectabilis ) para o controle de nematóides na cultura da cenoura;  Consorciar quiabo, tomate com feijão-de-porco ou mucuna anã ou cravo-de-defunto ou guandu-anão no combate aos problemas de nematóides e pragas, em geral;  Devido à desestruturação física do solo (erosão ) causada na colheita de culturas como cenoura, batatas e beterraba, pode-se utilizar a mucuna preta na adubação verde, pois atua no controle da erosão.
    87. 87. ESPÉCIE NOME COMUM UTILIZAÇÃO Stizolobium atterrimum Mucuna preta Controle da erosão e das ervas daninhas Cajanus cajan Feijão guandú Recuperação de solos e controle de ervas daninhas Dolichus lab-lab Lab-lab Adubação verde exclusiva ou intercalar
    88. 88. Canavalia ensiformis Feijão-de-porco Adubação verde intercalar e controle da proliferação de ervas daninhas, sobretudo tiririca Crotalaria juncea Crotalária Adubação intercalar com vantagem de não ser trepadeira. Crotalaria spectabilis Crotalária Adubação verde exclusiva e intercalar, além do seu emprego na rotação de culturas e controle de nematóides
    89. 89.  Padronização e comercialização  Legislação pertinente
    90. 90. •Ponto de colheita determina a qualidade das hortaliças no consumo •O momento da colheita é a finalização do processo de produção das hortaliças. •Deve ser feito com todo o cuidado, para não danificar as plantas e seus produtos, preservando a qualidade conseguida no cultivo. •De modo geral, podemos fazer as seguintes generalizações: as hortaliças de folha e de haste são colhidas quando tenras. As de flores, quando os botões ainda estão fechados. Aquelas que apresentam frutos imaturos devem ser coletadas quando as sementes não estão completamente formadas.
    91. 91. Importância de um processamento mínimo •O processamento mínimo consiste em submeter hortaliças e frutos a uma ou mais alterações físicas, como lavagem, descascamento, fatiamento e corte, e em alguns casos a tratamentos químicos, tornando-os prontos para o consumo ou preparo. •Após serem processados, os produtos devem apresentar atributos de qualidade, mantendo o máximo de suas características nutritivas e sensoriais, como o frescor, aroma, cor e sabor.
    92. 92.  Lico  05 9818 3057  licomacedo@hotmail.com

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