Seu SlideShare está baixando. ×
0
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Colheita Manual de Cana-de-Açúcar
Próximos SlideShare
Carregando em...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Colheita Manual de Cana-de-Açúcar

10,299

Published on

Colheita Manual de Cana-de-Açúcar

Colheita Manual de Cana-de-Açúcar

0 Comentários
0 pessoas curtiram isso
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Be the first to like this

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
10,299
No Slideshare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
165
Comentários
0
Curtidas
0
Incorporar 0
No embeds

Conteúdo do relatório
Sinalizado como impróprio Sinalizar como impróprio
Sinalizar como impróprio

Selecione a razão para sinalizar essa apresentação como imprópria.

Cancelar
No notes for slide

Transcript

  • 1. Operações e Processos Mecânicos III Rodolfo Alves Scapim
  • 2. Colheita Manual
  • 3. Queima do canavial <ul><li>Por que faze - lá? </li></ul><ul><li>Benefícios </li></ul><ul><li>Malefícios </li></ul><ul><li>Como faze - lá </li></ul>
  • 4. Por que faze - lá? A queima da cana é realizada para facilitar e agilizar a colheita, alem de prevenir acidentes com animais peçonhentos.
  • 5. Benefícios <ul><li>É mais fácil para os cortadores </li></ul><ul><li>O rendimento é maior comparado a cana crua </li></ul><ul><li>O custo de transporte é mais barato </li></ul><ul><li>A extração do sumo na fábrica é mais fácil porque não tem partes seca (folhagem) </li></ul><ul><li>O carregamento é mais fácil </li></ul><ul><li>Elimina pragas que afetam a cana </li></ul><ul><li>Facilita as operações pós-corte (cultivo) </li></ul><ul><li>A gestão dos campos é mais fácil </li></ul><ul><li>Eliminar animais com peçonhentos. </li></ul>
  • 6. Malefícios <ul><li>Poluição do meio ambiente </li></ul><ul><li>A liberação do carbono pela queima afeta a saúde humana </li></ul><ul><li>A palha queimada poderia contribuir mais para a fertilidade do solo se estivesse crua </li></ul><ul><li>Matança de animais silvestres </li></ul><ul><li>Em casos de existir nestes canaviais o controle natural de pragas serão também destruídos. </li></ul><ul><li>Favorece o surgimento de plantas daninhas. </li></ul><ul><li>O açúcar produzido torna-se um pouco mais escuro </li></ul>
  • 7. Como fazê-lo? LEI ESTADUAL Nº 11.241, DE 19 DE SETEMBRO DE 2002 <ul><li>O critério será adotado por região, de acordo com o nível de umidade do ar medido no período das 12h às 17h, se a umidade relativa do ar for maior ou igual a 20% ou menor que 30% por dois dias consecutivos, a queima de palha de cana também será suspensa das 6h às 20h. </li></ul><ul><li>Realizar a queima preferencialmente a noite entre o por e nascer do sol,evitando-se os períodos de temperatura mais elevada e respeitando-se as condições dos ventos para facilitar a dispersão da fumaça e minimizar eventuais incômodos à população. </li></ul>
  • 8. <ul><li>Avisar os vizinhos (confrontantes) da intenção de realizar a queima controlada, avisando a data e a hora. </li></ul><ul><li>Dar ciência formal, com antecedência mínima de 96 (noventa e seis) horas, da data, horário e local da queima as unidades locais da autoridade do Departamento Estadual de Proteção de Recursos Naturais – DEPRN. </li></ul><ul><li>manter equipes de vigilância adequadamente treinadas e equipadas para o controle da propagação do fogo. </li></ul>
  • 9. <ul><li>ÁREA MECANIZÁVEL ONDE NÃO SE PODE EFETUAR A QUEIMA DA QUEIMA </li></ul><ul><li>1º ano 20% da área cortada 20% da queima eliminada (2002) </li></ul><ul><li>5º ano 30% da área cortada 30% da queima eliminada (2006) </li></ul><ul><li>10º ano 50% da área cortada 50% da queima eliminada (2011) </li></ul><ul><li>15º ano 80% da área cortada 80% da queima eliminada (2016) </li></ul><ul><li>20º ano 100% da área cortada Eliminação total da queima (2021) </li></ul>Para os efeitos desta lei consideram-se: Áreas mecanizáveis: as plantações em terrenos acima de 150 ha (cento e cinqüenta hectares), com declividade igual ou inferior a 12% (doze por cento), em solos com estruturas que permitam a adoção de técnicas usuais de mecanização da atividade de corte de cana;
  • 10. <ul><li>ÁREA NÃO MECANIZÁVEL, COM PORCENTAGEM DE DECLIVIDADE SUPERIOR A 12% E/OU DA QUEIMA MENOR QUE 150ha (cento e cinqüenta hectares), ONDE NÃO SE PODE EFETUAR A QUEIMA </li></ul><ul><li>10º ano 10% da área cortada 10% da queima eliminada (2011) </li></ul><ul><li>15º ano 20% da área cortada 20% da queima eliminada (2016) </li></ul><ul><li>20º ano 30% da área cortada 30% da queima eliminada (2021) </li></ul><ul><li>25º ano 50% da área cortada 50% da queima eliminada (2026) </li></ul><ul><li>30º ano 100% da área cortada 100% da queima eliminada (2031) </li></ul>Áreas não mecanizáveis: as plantações em terrenos com declividade superior a 12% (doze por cento), em demais áreas com estrutura de solo que inviabilizem a adoção de técnicas usuais de mecanização da atividade de corte de cana.
  • 11. <ul><li>Proíbe-se a queima da cana: </li></ul><ul><li>a) a 1 KM do perímetro urbano e de áreas indígenas; </li></ul><ul><li>b) a 100 metros de subestações de energia elétrica; </li></ul><ul><li>c) a 50 metros ao redor de estação ecológica, reserva, parques e demais unidades de conservação; </li></ul><ul><li>d) a 25 metros ao redor de estações de telecomunicações; </li></ul><ul><li>e) a 15 metros das linhas de transmissão de energia; </li></ul><ul><li>f) a 15 metros de áreas de domínio de ferrovias e rodovias federais e estaduais. </li></ul><ul><li>– Proíbe-se também em áreas superiores a 500 ha. </li></ul><ul><li>A Lei prevê hipótese de suspensão da queimada quando houver risco de vida, condições metereológicas desfavoráveis, qualidade do ar atingir índice prejudicial à saúde ou os níveis de fumaça comprometer a segurança aeronáutica. </li></ul>
  • 12. Colheita Manual <ul><li>Corte e carregamento são realizados por mão-de-obra braçal. </li></ul><ul><li>Rendimento do corte manual </li></ul><ul><ul><li>cana crua: 2 a 2,5 t/homem/dia </li></ul></ul><ul><ul><li>cana queimada: 6 a 13 t/homem/dia (centro-sul) </li></ul></ul><ul><li>Transporte realizado por animais ou máquinas. </li></ul>
  • 13. <ul><li>A cana-de-açúcar cortada manualmente possibilita a limpeza da matéria-prima que vai para a destilaria, além disso, o corte manual da cana tem um grande valor social, pois possibilita a geração de mais emprego no campo. </li></ul>
  • 14. Colheita Semi-Mecanizada <ul><li>O corte e enleiramento dos colmos é realizado por mão-de-obra braçal, já o carregamento é realizado por máquinas. </li></ul><ul><li>O rendimento do corte é semelhante a colheita manual, porém a parte de carregamento é mais ágil por ser feita com o auxílio de máquinas. </li></ul><ul><li>O corte consiste em cortar o colmo o mais próximo a base e realizar o desponte eliminando as folhas. </li></ul>
  • 15. <ul><li>O corte e o enleiramento dos colmos são realizados pelos colaboradores, o carregamento das leiras nos transbordos é realizado por máquinas carregadoras também conhecidas por Motocana. </li></ul>
  • 16. Formação das leiras O corte e o enleiramento dos colmos são realizados pelos colaboradores.
  • 17. Carregadoras Garra Empurrador
  • 18. <ul><li>Dimensões &amp;quot;Standard&amp;quot; padronizadas para qualquer tipo de trator. </li></ul><ul><li>Ganchos de fixação no chassis, para transporte em carretas. </li></ul><ul><li>Garra com capacidade de 1200kg com maior abertura entre as pontas. </li></ul><ul><li>Sistema Hidráulico: </li></ul><ul><ul><li>Bomba Comercial com Comando Racine, </li></ul></ul><ul><ul><li>cilindros hidráulicos com tubulação diâmetro ¾&amp;quot;, montados com reparos Parker com terminais soldados, </li></ul></ul><ul><ul><li>mangueiras Aeroquip com diâmetro ¾&amp;quot; e terminais Aeroquip , filtros de sucção e retorno devidamente dimensionados para as vazões. </li></ul></ul><ul><li>CABINE: </li></ul><ul><ul><li>Construída em chapas e perfis dobrados, vidros verdes temperados, climatizada com ventilador premente ou climatizador, mantendo-se sempre pressurizada com ar filtrado, janelas basculantes, fechadura na porta e forro antitérmico. </li></ul></ul>Carregadora Cana - SMR 1200C - SERMAG
  • 19. &nbsp;
  • 20. &nbsp;
  • 21. &nbsp;
  • 22. &nbsp;
  • 23. &nbsp;
  • 24. &nbsp;
  • 25. <ul><li>TECNOLOGIA DE GARRA: </li></ul><ul><li>Dotada de estrutura super resistente e compacta, a Carregadeira de cana Implanor Bell enfrenta terrenos planos ou com até 39º de inclinação. Com excelente manobrabilidade, tração positiva permanente e proporcional distribuição de peso, contribui decisivamente para a baixa compactação do solo dos canaviais aumentando sua vida útil e oferecendo excelente rendimento. </li></ul><ul><li>ALTA EFICIÊNCIA MECÂNICA: </li></ul><ul><li>Triciclo equipado com moderno sistema de transmissão hidrostática (avanço), que elimina os tradicionais componentes: Embreagem, câmbio, diferencial, freio e direção, responsáveis pelos altíssimos custos de manutenção. </li></ul>
  • 26. <ul><li>SIMPLICIDADE OPERACIONAL: </li></ul><ul><li>Rodas equipadas com motores hidráulicos, totalmente independentes, que se movimentam para qualquer direção, através de apenas dois pedais, com giro de 360º, sobre seu próprio eixo. </li></ul><ul><li>AUSÊNCIA DE EMPURRADOR: </li></ul><ul><li>Garra projetada para trabalhar simultaneamente com dois movimentos, eliminando o rastelo, grande responsável pelo alto índice de impurezas transportadas as usinas e pela diminuição no stand dos canaviais. Posição de operação ergometricamente planejada, com total e absoluta segurança. </li></ul>
  • 27. Garra de Carregadoras
  • 28. Empurradores de carregadoras
  • 29. Sistema Hidráulico <ul><li>Uma carregadora nada mais é que um trator com um sistema de guincho hidráulico adaptado. </li></ul><ul><li>O braço, a garra e o empurrador da carregadora funcionam graças a um sistema hidráulico, que consiste em pistões, mangueiras e reservatório acionados por uma bomba hidráulica. </li></ul>
  • 30. Pistões Hidráulicos
  • 31. Mangueiras Hidráulicas
  • 32. Reservatório <ul><li>Por possuir um grande sistema hidráulico, possui também um grande reservatório de óleo para assim poder acionar todas as partes móveis acionadas por pistões hidráulicos. </li></ul>Tanque de óleo hidráulico com capacidade de 240 litros.
  • 33. Bombas Hidráulicas
  • 34. Definição: <ul><li>São Máquinas Hidráulicas Operatrizes, isto é, máquinas que recebem energia potencial (força motriz de um motor ou turbina), e transformam parte desta potência em energia cinética (movimento) e energia de pressão (força), cedendo estas duas energias ao fluído bombeado, de forma a recircular ou transportá-lo de um ponto a outro. </li></ul><ul><li>Portanto, o uso de bombas hidráulicas ocorre sempre que há a necessidade de aumentar-se a pressão de trabalho de uma substância líquida contida em um sistema, a velocidade de escoamento, ou ambas. </li></ul>

×