Operações e Processos Mecânicos III Rodolfo Alves Scapim
Colheita Manual
Queima do canavial <ul><li>Por que faze - lá? </li></ul><ul><li>Benefícios </li></ul><ul><li>Malefícios </li></ul><ul><li>...
Por que faze - lá? A queima da cana é realizada para facilitar e agilizar a colheita, alem de prevenir acidentes com anima...
Benefícios  <ul><li>É mais fácil para os cortadores </li></ul><ul><li>O rendimento é maior comparado a cana crua </li></ul...
Malefícios  <ul><li>Poluição do meio ambiente </li></ul><ul><li>A liberação do carbono pela queima afeta a saúde humana </...
Como fazê-lo? LEI ESTADUAL Nº 11.241, DE 19 DE SETEMBRO DE 2002 <ul><li>O critério será adotado por região, de acordo com ...
<ul><li>Avisar os vizinhos (confrontantes) da intenção de realizar a queima controlada, avisando a data e a hora. </li></u...
<ul><li>ÁREA MECANIZÁVEL ONDE NÃO SE PODE EFETUAR A QUEIMA DA QUEIMA </li></ul><ul><li>1º ano 20% da área cortada 20% da q...
<ul><li>ÁREA NÃO MECANIZÁVEL, COM PORCENTAGEM DE DECLIVIDADE SUPERIOR A 12% E/OU DA QUEIMA MENOR QUE 150ha (cento e cinqüe...
<ul><li>Proíbe-se a queima da cana: </li></ul><ul><li>a) a 1 KM do perímetro urbano e de áreas indígenas;  </li></ul><ul><...
Colheita Manual <ul><li>Corte e carregamento são realizados por mão-de-obra braçal. </li></ul><ul><li>Rendimento do corte ...
<ul><li>A cana-de-açúcar cortada manualmente possibilita a limpeza da matéria-prima que vai para a destilaria, além disso,...
Colheita Semi-Mecanizada <ul><li>O corte e enleiramento dos colmos é realizado por   mão-de-obra braçal, já o carregamento...
<ul><li>O corte e o enleiramento dos colmos são realizados pelos colaboradores, o carregamento das leiras nos transbordos ...
Formação das leiras O corte e o enleiramento dos colmos são realizados pelos colaboradores.
Carregadoras Garra Empurrador
<ul><li>Dimensões "Standard" padronizadas para qualquer tipo de trator.  </li></ul><ul><li>Ganchos de fixação no...
 
 
 
 
 
 
<ul><li>TECNOLOGIA DE GARRA: </li></ul><ul><li>Dotada de estrutura super resistente e compacta, a Carregadeira de cana Imp...
<ul><li>SIMPLICIDADE OPERACIONAL:  </li></ul><ul><li>Rodas equipadas com motores hidráulicos, totalmente independentes, qu...
Garra de Carregadoras
Empurradores de carregadoras
Sistema Hidráulico <ul><li>Uma carregadora nada mais é que um trator com um sistema de guincho hidráulico adaptado. </li><...
Pistões Hidráulicos
Mangueiras Hidráulicas
Reservatório <ul><li>Por possuir um grande sistema hidráulico, possui também um grande reservatório de óleo para assim pod...
Bombas Hidráulicas
Definição: <ul><li>São Máquinas Hidráulicas   Operatrizes, isto é, máquinas que recebem energia potencial (força motriz de...
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Colheita Manual de Cana-de-Açúcar

  1. 1. Operações e Processos Mecânicos III Rodolfo Alves Scapim
  2. 2. Colheita Manual
  3. 3. Queima do canavial <ul><li>Por que faze - lá? </li></ul><ul><li>Benefícios </li></ul><ul><li>Malefícios </li></ul><ul><li>Como faze - lá </li></ul>
  4. 4. Por que faze - lá? A queima da cana é realizada para facilitar e agilizar a colheita, alem de prevenir acidentes com animais peçonhentos.
  5. 5. Benefícios <ul><li>É mais fácil para os cortadores </li></ul><ul><li>O rendimento é maior comparado a cana crua </li></ul><ul><li>O custo de transporte é mais barato </li></ul><ul><li>A extração do sumo na fábrica é mais fácil porque não tem partes seca (folhagem) </li></ul><ul><li>O carregamento é mais fácil </li></ul><ul><li>Elimina pragas que afetam a cana </li></ul><ul><li>Facilita as operações pós-corte (cultivo) </li></ul><ul><li>A gestão dos campos é mais fácil </li></ul><ul><li>Eliminar animais com peçonhentos. </li></ul>
  6. 6. Malefícios <ul><li>Poluição do meio ambiente </li></ul><ul><li>A liberação do carbono pela queima afeta a saúde humana </li></ul><ul><li>A palha queimada poderia contribuir mais para a fertilidade do solo se estivesse crua </li></ul><ul><li>Matança de animais silvestres </li></ul><ul><li>Em casos de existir nestes canaviais o controle natural de pragas serão também destruídos. </li></ul><ul><li>Favorece o surgimento de plantas daninhas. </li></ul><ul><li>O açúcar produzido torna-se um pouco mais escuro </li></ul>
  7. 7. Como fazê-lo? LEI ESTADUAL Nº 11.241, DE 19 DE SETEMBRO DE 2002 <ul><li>O critério será adotado por região, de acordo com o nível de umidade do ar medido no período das 12h às 17h, se a umidade relativa do ar for maior ou igual a 20% ou menor que 30% por dois dias consecutivos, a queima de palha de cana também será suspensa das 6h às 20h. </li></ul><ul><li>Realizar a queima preferencialmente a noite entre o por e nascer do sol,evitando-se os períodos de temperatura mais elevada e respeitando-se as condições dos ventos para facilitar a dispersão da fumaça e minimizar eventuais incômodos à população. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Avisar os vizinhos (confrontantes) da intenção de realizar a queima controlada, avisando a data e a hora. </li></ul><ul><li>Dar ciência formal, com antecedência mínima de 96 (noventa e seis) horas, da data, horário e local da queima as unidades locais da autoridade do Departamento Estadual de Proteção de Recursos Naturais – DEPRN. </li></ul><ul><li>manter equipes de vigilância adequadamente treinadas e equipadas para o controle da propagação do fogo. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>ÁREA MECANIZÁVEL ONDE NÃO SE PODE EFETUAR A QUEIMA DA QUEIMA </li></ul><ul><li>1º ano 20% da área cortada 20% da queima eliminada (2002) </li></ul><ul><li>5º ano 30% da área cortada 30% da queima eliminada (2006) </li></ul><ul><li>10º ano 50% da área cortada 50% da queima eliminada (2011) </li></ul><ul><li>15º ano 80% da área cortada 80% da queima eliminada (2016) </li></ul><ul><li>20º ano 100% da área cortada Eliminação total da queima (2021) </li></ul>Para os efeitos desta lei consideram-se: Áreas mecanizáveis: as plantações em terrenos acima de 150 ha (cento e cinqüenta hectares), com declividade igual ou inferior a 12% (doze por cento), em solos com estruturas que permitam a adoção de técnicas usuais de mecanização da atividade de corte de cana;
  10. 10. <ul><li>ÁREA NÃO MECANIZÁVEL, COM PORCENTAGEM DE DECLIVIDADE SUPERIOR A 12% E/OU DA QUEIMA MENOR QUE 150ha (cento e cinqüenta hectares), ONDE NÃO SE PODE EFETUAR A QUEIMA </li></ul><ul><li>10º ano 10% da área cortada 10% da queima eliminada (2011) </li></ul><ul><li>15º ano 20% da área cortada 20% da queima eliminada (2016) </li></ul><ul><li>20º ano 30% da área cortada 30% da queima eliminada (2021) </li></ul><ul><li>25º ano 50% da área cortada 50% da queima eliminada (2026) </li></ul><ul><li>30º ano 100% da área cortada 100% da queima eliminada (2031) </li></ul>Áreas não mecanizáveis: as plantações em terrenos com declividade superior a 12% (doze por cento), em demais áreas com estrutura de solo que inviabilizem a adoção de técnicas usuais de mecanização da atividade de corte de cana.
  11. 11. <ul><li>Proíbe-se a queima da cana: </li></ul><ul><li>a) a 1 KM do perímetro urbano e de áreas indígenas; </li></ul><ul><li>b) a 100 metros de subestações de energia elétrica; </li></ul><ul><li>c) a 50 metros ao redor de estação ecológica, reserva, parques e demais unidades de conservação; </li></ul><ul><li>d) a 25 metros ao redor de estações de telecomunicações; </li></ul><ul><li>e) a 15 metros das linhas de transmissão de energia; </li></ul><ul><li>f) a 15 metros de áreas de domínio de ferrovias e rodovias federais e estaduais. </li></ul><ul><li>– Proíbe-se também em áreas superiores a 500 ha. </li></ul><ul><li>A Lei prevê hipótese de suspensão da queimada quando houver risco de vida, condições metereológicas desfavoráveis, qualidade do ar atingir índice prejudicial à saúde ou os níveis de fumaça comprometer a segurança aeronáutica. </li></ul>
  12. 12. Colheita Manual <ul><li>Corte e carregamento são realizados por mão-de-obra braçal. </li></ul><ul><li>Rendimento do corte manual </li></ul><ul><ul><li>cana crua: 2 a 2,5 t/homem/dia </li></ul></ul><ul><ul><li>cana queimada: 6 a 13 t/homem/dia (centro-sul) </li></ul></ul><ul><li>Transporte realizado por animais ou máquinas. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>A cana-de-açúcar cortada manualmente possibilita a limpeza da matéria-prima que vai para a destilaria, além disso, o corte manual da cana tem um grande valor social, pois possibilita a geração de mais emprego no campo. </li></ul>
  14. 14. Colheita Semi-Mecanizada <ul><li>O corte e enleiramento dos colmos é realizado por mão-de-obra braçal, já o carregamento é realizado por máquinas. </li></ul><ul><li>O rendimento do corte é semelhante a colheita manual, porém a parte de carregamento é mais ágil por ser feita com o auxílio de máquinas. </li></ul><ul><li>O corte consiste em cortar o colmo o mais próximo a base e realizar o desponte eliminando as folhas. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>O corte e o enleiramento dos colmos são realizados pelos colaboradores, o carregamento das leiras nos transbordos é realizado por máquinas carregadoras também conhecidas por Motocana. </li></ul>
  16. 16. Formação das leiras O corte e o enleiramento dos colmos são realizados pelos colaboradores.
  17. 17. Carregadoras Garra Empurrador
  18. 18. <ul><li>Dimensões &quot;Standard&quot; padronizadas para qualquer tipo de trator. </li></ul><ul><li>Ganchos de fixação no chassis, para transporte em carretas. </li></ul><ul><li>Garra com capacidade de 1200kg com maior abertura entre as pontas. </li></ul><ul><li>Sistema Hidráulico: </li></ul><ul><ul><li>Bomba Comercial com Comando Racine, </li></ul></ul><ul><ul><li>cilindros hidráulicos com tubulação diâmetro ¾&quot;, montados com reparos Parker com terminais soldados, </li></ul></ul><ul><ul><li>mangueiras Aeroquip com diâmetro ¾&quot; e terminais Aeroquip , filtros de sucção e retorno devidamente dimensionados para as vazões. </li></ul></ul><ul><li>CABINE: </li></ul><ul><ul><li>Construída em chapas e perfis dobrados, vidros verdes temperados, climatizada com ventilador premente ou climatizador, mantendo-se sempre pressurizada com ar filtrado, janelas basculantes, fechadura na porta e forro antitérmico. </li></ul></ul>Carregadora Cana - SMR 1200C - SERMAG
  19. 25. <ul><li>TECNOLOGIA DE GARRA: </li></ul><ul><li>Dotada de estrutura super resistente e compacta, a Carregadeira de cana Implanor Bell enfrenta terrenos planos ou com até 39º de inclinação. Com excelente manobrabilidade, tração positiva permanente e proporcional distribuição de peso, contribui decisivamente para a baixa compactação do solo dos canaviais aumentando sua vida útil e oferecendo excelente rendimento. </li></ul><ul><li>ALTA EFICIÊNCIA MECÂNICA: </li></ul><ul><li>Triciclo equipado com moderno sistema de transmissão hidrostática (avanço), que elimina os tradicionais componentes: Embreagem, câmbio, diferencial, freio e direção, responsáveis pelos altíssimos custos de manutenção. </li></ul>
  20. 26. <ul><li>SIMPLICIDADE OPERACIONAL: </li></ul><ul><li>Rodas equipadas com motores hidráulicos, totalmente independentes, que se movimentam para qualquer direção, através de apenas dois pedais, com giro de 360º, sobre seu próprio eixo. </li></ul><ul><li>AUSÊNCIA DE EMPURRADOR: </li></ul><ul><li>Garra projetada para trabalhar simultaneamente com dois movimentos, eliminando o rastelo, grande responsável pelo alto índice de impurezas transportadas as usinas e pela diminuição no stand dos canaviais. Posição de operação ergometricamente planejada, com total e absoluta segurança. </li></ul>
  21. 27. Garra de Carregadoras
  22. 28. Empurradores de carregadoras
  23. 29. Sistema Hidráulico <ul><li>Uma carregadora nada mais é que um trator com um sistema de guincho hidráulico adaptado. </li></ul><ul><li>O braço, a garra e o empurrador da carregadora funcionam graças a um sistema hidráulico, que consiste em pistões, mangueiras e reservatório acionados por uma bomba hidráulica. </li></ul>
  24. 30. Pistões Hidráulicos
  25. 31. Mangueiras Hidráulicas
  26. 32. Reservatório <ul><li>Por possuir um grande sistema hidráulico, possui também um grande reservatório de óleo para assim poder acionar todas as partes móveis acionadas por pistões hidráulicos. </li></ul>Tanque de óleo hidráulico com capacidade de 240 litros.
  27. 33. Bombas Hidráulicas
  28. 34. Definição: <ul><li>São Máquinas Hidráulicas Operatrizes, isto é, máquinas que recebem energia potencial (força motriz de um motor ou turbina), e transformam parte desta potência em energia cinética (movimento) e energia de pressão (força), cedendo estas duas energias ao fluído bombeado, de forma a recircular ou transportá-lo de um ponto a outro. </li></ul><ul><li>Portanto, o uso de bombas hidráulicas ocorre sempre que há a necessidade de aumentar-se a pressão de trabalho de uma substância líquida contida em um sistema, a velocidade de escoamento, ou ambas. </li></ul>
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