C.A.I:Casos Ambulatoriais InteressantesR1 CAMILA RABAY3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 1UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NOR...
3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 2Caso Clínico
Caso Clínico3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 3P.J.R.S., adolescente, 12 anos, sexo masculino , é atendido noambulatório da Unidad...
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HIPOTÉSE DIAGNÓSTICA3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 5DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER INTRODUÇÃOOSSOS- Alto grau de rigidez (resistência a pressão);- Função básica é proteção e sus...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER INTRODUÇÃO- Os osteoblastos sintetizam a parte orgânica damatriz óssea e participa da minerali...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 8
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER• DEFINIÇÃO:- É uma doença osteo-muscular (e extra–articular)comum em adolescentes.- Caracteriza...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER EPIDEMIOLOGIA- Ocorre no final da infância e adolescência.- Predomina do sexo masculino dos 10...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 11 ETIOLOGIA- Controvertida, pois antigamente acreditava-se que estap...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER FISIOPATOLOGIA- Quando existe um stress na epífise de crescimentopróximo a área da tuberosidad...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 13FISIOPATOLOGIA- Durante o período de crescimento rápido, o stress da...
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DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER TIPOS- Síndrome de Sinding-Larsen-Johannson é umavariante de OS, na qual acomete a parte infer...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER QUADRO CLÍNICO- Dor insidiosa diretamente sobre o tubérculo tibial (mais oumenos dois ou três ...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER Inspeção- Inspeção palpatória deve-se verificar o joelho flexionado emperfil. Ao palpar o tubé...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER Sinais Radiológicos- Quando os sinais radiológicos do joelho em perfil apresentarlaudo de norm...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER DIAGNÓSTICO DIFERENCIALDeve-se diferenciar de infecções, tumores,fraturas, cistos, síndrome fe...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 20 TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO- Vale ressaltar que no tratamento é im...
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DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER O tratamento cirúrgico somente é indicado quando opaciente continua apresentando quadro álgico...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER CONSEQÜÊNCIA- Alteração da superfície articular levando a uma pré-disposiçãopara uma osteoartr...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER PROGNÓSTICO- O prognostico é excelente, sendo que os sintomasirão desaparecer em um ano, e o d...
DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASNELSON,TRATADO DE PEDIATRIA-18.ED.-Rio deJaneiro:Elsevier,2009.DE OL...
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  1. 1. C.A.I:Casos Ambulatoriais InteressantesR1 CAMILA RABAY3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 1UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTEHOSPITAL DE PEDIATRIA PROF. HERIBERTO F. BEZERRADEPARTAMENTO DE PEDIATRIARESIDÊNCIA MÉDICA EM PEDIATRIAINTERNATO EM PEDIATRIA I (PED I)
  2. 2. 3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 2Caso Clínico
  3. 3. Caso Clínico3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 3P.J.R.S., adolescente, 12 anos, sexo masculino , é atendido noambulatório da Unidade de Saúde Familiar e Comunitária(USFC) ,com história de dor no joelho direito, há 1 mês, principalmenteapós esforços físicos. Nega febre, bem como a presença de calore rubor na área afetada. Antecedentes pessoais: prática esportiva(futebol) 4 x semana.Exame físico: a presença de uma tumefação na tuberosidadeanterior da tíbia, mais ou menos 2 a 3 polegares abaixo da patela
  4. 4. 3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 4
  5. 5. HIPOTÉSE DIAGNÓSTICA3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 5DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER
  6. 6. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER INTRODUÇÃOOSSOS- Alto grau de rigidez (resistência a pressão);- Função básica é proteção e sustentação, participar emalavancas, na coordenação e na força de movimentodevido à contração dos músculos;- Divididos em epífise, metáfise e diáfise;- Os osteócitos : lacunas e canalículos, cuja função écirculatória e nutricional.3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 6
  7. 7. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER INTRODUÇÃO- Os osteoblastos sintetizam a parte orgânica damatriz óssea e participa da mineralização damatriz.- A matriz óssea é composta por uma parteorgânica e inorgânica composta por íons defosfato e cálcio.- A nutrição óssea dá-se basicamente peloscanais deVolkmann e canais de Havers.3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 7
  8. 8. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 8
  9. 9. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER• DEFINIÇÃO:- É uma doença osteo-muscular (e extra–articular)comum em adolescentes.- Caracterizada por uma inflamação que ocorre nacartilagem do joelho e no osso da tíbia devido aoesforço excessivo sobre o tendão patelar, causada porum crescimento muito rápido ou por exercícios físicosextenuantes (apofisite de tração da placa decrescimento do tubérculo tibial).3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 9
  10. 10. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER EPIDEMIOLOGIA- Ocorre no final da infância e adolescência.- Predomina do sexo masculino dos 10 aos 15anos.- Quando em meninas, aparece 2 anos antes dafaixa etária masculina.- Comum em atletas especialmente os esportesque incluem: chutes, saltos e corridas.3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 10
  11. 11. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 11 ETIOLOGIA- Controvertida, pois antigamente acreditava-se que estapatologia fosse devido à necrose avascular.- Atualmente aceitam-se a teoria de overuse doquadríceps e micro traumas na tuberosidade tibial.
  12. 12. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER FISIOPATOLOGIA- Quando existe um stress na epífise de crescimentopróximo a área da tuberosidade tibial.- O crescimento do osso se dá pelas epífises, que sãoconstituídas por cartilagens.- O crescimento ósseo ocorre mais rapidamente do que ocrescimento muscular, gerando uma tensão do tendão domúsculo através da inserção e da perda da flexibilidade.3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 12
  13. 13. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 13FISIOPATOLOGIA- Durante o período de crescimento rápido, o stress da contraçãodo quadríceps é transmitido através do tendão patelar em umaparcela pequena a tuberosidade tibial. Isso pode resultar em umafratura parcial ou avulsão do centro de ossificação.
  14. 14. 3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 14
  15. 15. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER TIPOS- Síndrome de Sinding-Larsen-Johannson é umavariante de OS, na qual acomete a parte inferior dapatela, onde é inserido o tendão patelar.- Acomete principalmente o sexo feminino entre 12 e15 anos, que praticam atividades físicas extenuantes.3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 15
  16. 16. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER QUADRO CLÍNICO- Dor insidiosa diretamente sobre o tubérculo tibial (mais oumenos dois ou três polegares abaixo da patela) e edemapreocupantes ;- Piora com a realização da atividade e pode persistir com orepouso;- Maior incidência unilateral, podendo apresentar tumefaçãona área do tubérculo tibial.3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 16
  17. 17. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER Inspeção- Inspeção palpatória deve-se verificar o joelho flexionado emperfil. Ao palpar o tubérculo o paciente relatara dor. Para observara sintomatologia pede-se o paciente deve realizar uma flexão e emseguida uma extensão com exercício ativo resistido.Pode serobservado um edema macio visível ao redor da tuberosidade datíbia.3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 17
  18. 18. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER Sinais Radiológicos- Quando os sinais radiológicos do joelho em perfil apresentarlaudo de normalidade ou apenas uma tumefação das partesmoles, é indicativo de fase inicial da patologia. Quando seobserva uma irregularidade da fragmentação da apófise indicaque a mesma está na fase moderada. Na fase avançada dadoença, verifica-se a presença de um ossículo intra-tendinoso.3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 18
  19. 19. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER DIAGNÓSTICO DIFERENCIALDeve-se diferenciar de infecções, tumores,fraturas, cistos, síndrome femulo-patelar, bursitede pata de ganso, condromalácia patelar,osteomielite proximal da tíbia, e tendinitepatelar.3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 19
  20. 20. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 20 TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO- Vale ressaltar que no tratamento é importante reconhecerque esta alteração tem curso alto limitado e regride com afusão da tuberosidade da tíbia, que ocorre entre 15 e 18 anosno sexo masculino e entre 12 e 15 anos no sexo feminino.- Na fase aguda, crioterapia e restrição do movimento.- Se o paciente suportar a dor, realizar alongamento doquadríceps e toda a parte posterior do segmento inferiorafetado, mobilização articular; com a evolução do tratamentofortalece toda musculatura envolvida para evitar recidivas.-LaserAsGa.
  21. 21. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 21
  22. 22. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER O tratamento cirúrgico somente é indicado quando opaciente continua apresentando quadro álgico após todos ostratamentos convencionais.3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 22
  23. 23. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER CONSEQÜÊNCIA- Alteração da superfície articular levando a uma pré-disposiçãopara uma osteoartrite. Podendo levar a uma incapacidadefuncional. COMPLICAÇÕES- Fratura de osso subcondral na epífise, subluxação da articulação,deformidade da epífise resultando em incongruência articular edoença degenerativa tardia, superiorização da patela, avulsãototal do tendão patelar, não consolidação dos fragmentos,condromalácia, geno-recurvatum.3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 23
  24. 24. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER PROGNÓSTICO- O prognostico é excelente, sendo que os sintomasirão desaparecer em um ano, e o desconforto podepersistir por dois a três anos até o fechamento daplaca epifisária tibial.3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 24
  25. 25. DOENÇA DE OSGOOD SCHLATTER REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASNELSON,TRATADO DE PEDIATRIA-18.ED.-Rio deJaneiro:Elsevier,2009.DE OLIVEIRA, Sheila K. Feitosa; Reumatologia Pediátrica, editoramedica e cientifica ltda, RJ-RJ, 1991.CAILLIET, René;Tecidos moles dor e incapacidade, editora manole,SP-SP, 1979.GUYTON, Arthur C; Fisiologia Humana, editora Guanabara koogan,RJ-RJ, 1988.www.hopkinsmedicine.orgwww.physsportsmed.com3/28/2011 CAMILA RABAY-R1 25
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