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Hospital Psiquiátrico “Juliano Moreira”. Belém, Secretaria de Estado de Cultura/ ArquivoPúblico do Estado do Pará, 2009: 4...
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Arquitetura Hospitalar em Belém na 1ª República: o caso do Hospital Juliano Moreira

  1. 1. ARQUITETURA HOSPITALAR EM BELÉM NA 1ª REPÚBLICA: O CASO DO HOSPITAL JULIANO MOREIRA Laura Caroline de Carvalho da Costa Discente do Curso de Arquitetura e Urbanismo UFPA Cybelle Salvador Miranda Professora FAU/PPGAU/UFPARESUMONo final do século XIX e início do XX, a cidade de Belém atravessava uma fase demudanças em sua estrutura urbana e paisagística, como conseqüência de um processo deexpansão resultante da economia advinda do comércio da borracha. No governo de AntônioLemos (1897-1912), essas alterações foram visíveis por meio de projetos que visavamembelezar a cidade e oferecer à sociedade melhores condições de saúde física e mental,construindo hospitais, manicômios e presídios afastados dos aglomerados urbanos. Umadas instituições de saúde construídas nesse período é o Hospital Juliano Moreira, criadopara tratar dos portadores de deficiência mental. O presente trabalho faz uma análise dahistória do hospital no que tange à sua arquitetura e contribuição para a Psiquiatria no Pará,além de seu significado no imaginário belemense.Palavras-chave: Arquitetura Hospitalar, Ecletismo, Psiquiatria, Hospital JulianoMoreira.ABSTRACT OU RESUMENAt the end of nineteenth and early twentieth centuries, the city of Belem was going through aphase of changes in its urban structure and landscape as a result of a process resulting of aneconomic expansion stemming from the rubber trade. During Antonio Lemos government(1897-1912), these changes were visible through projects which aimed to beautify the cityand offer to the society better conditions of physical and mental health, by building hospitals,asylums and prisons far away from urban areas. One of the health institutions built in thisperiod is the Hospital Moreira, created to deal with the mentally disabled. This paperanalyzes the history of the hospital in terms of its architecture and contribution to Psychiatryin Para, and its meaning in the belemense imaginary.Key Words: Hospital Architecture, Ecletism, Psychiatry, Hospital Juliano Moreira.1. O Contexto A capital do Estado do Pará, Belém, passou por inúmeras mudanças em suamorfologia urbana; contudo, uma das mais evidentes deu-se no final do século XIX einício do XX, por meio dos esforços de seus intendentes em reorganizar a cidade eremodelar sua paisagem. Essas mudanças foram desenhadas através de diretrizesque trouxeram inúmeros benéficos para a nova configuração da cidade. SegundoAndrade e Tângari (2002), tais diretrizes, percebidas com mais intensidade durantea intendência de Antonio Lemos (1897-1912), baseavam-se em: a) Construção de uma paisagem organizada e ao mesmo tempo compatível com a visibilidade comercial de Belém, devido ao boom da borracha;
  2. 2. b) Alternativas para amenizar o clima belemense, o que incluiria um projeto arbóreo ao longo de sua malha urbana; c) Oferta de melhores condições de saúde física e mental, por meio da criação de espaços adequados para tais fins. Imagem 01: Praça da República, um dos ícones da nova proposta de embelezamento da cidade. Fonte: <http://is.gd/UOQz6C>. Acesso em 27 dez. 2010. Dessa forma, durante o período conhecido como 1ª República (1889-1930),além de intervenções paisagísticas – como a criação de amplas e arborizadas áreas,a exemplo da Praça da República – construíram-se também espaços destinados aocuidado da saúde física e mental, como é o caso do Hospital Juliano Moreira.2. O Hospital Juliano Moreira A origem do hospital está relacionada ao antigo Hospício de Alienados,fundado em 19 de julho de 1892 como busca de solução para o problema dos loucosna cidade (MEIRA,1984)1 que assistiria o recolhimento dos doentes alienados queameaçavam a higienização da Belém do Grão-Pará. Antes da existência daInstituição, as primeiras tentativas de oferecer cuidados aos doentes mentais datamdo século XVIII, no prédio próprio da Santa Casa da Misericórdia do Pará conhecidocomo Hospital Bom Jesus dos Pobres Enfermos. Entretanto, o número de alienadose o comportamento violento de alguns deles obrigou as autoridades a confinar osdoentes mentais no Tucunduba, onde as condições de higiene e tratamento nãoeram adequadas, pois além de possuir instalações precárias apresentava condiçõessubumanas para tratar até mesmo dos pacientes de hanseníase. Segundo relato deArthur Vianna, o Tucunduba “... era um extremo e pungente refúgio para os desgraçados morféticos que horrorizava pela sua desorganização, pelas inferiores condições de seu edifício, pela penúria dos socorros que lhe prestavam os serviços...” (apud MEIRA,1984, s.p.) A autorização para aquisição do terreno que abrigaria o “Hospício deAlienados” foi feita por meio das leis nº. 1.239 (13.11.1896) e nº. 1.314 (01.12.1887).Acredita-se que o Dr. José Paes de Carvalho, então médico e presidente do PartidoRepublicano, tenha exercido influência para acelerar o processo, dado o interessena melhoria das condições de salubridade da Belém do século XIX. Autorizada a
  3. 3. compra do terreno, a Diretoria da Santa Casa escolheu como local o pitoresco eaprazível bairro do Marco da Légua (à época local “distante” do centro da cidade eutilizado pelos moradores como área de recreio no período de verão) próximo aoBosque Municipal2 na Avenida Tito Franco. Imagem 02: Portão de Entrada do Lazareto do Tucunduba, onde os primeiros pacientes com distúrbios psiquiátricos foram atendidos. Fonte: Fundação Getúlio Vargas Imagem 03: Alguns pacientes do Lazareto do Tucunduba Fonte: Idem A escolha do local justifica-se pelo contexto histórico em que o hospital seinseria, no qual os dirigentes procuravam fazer “limpeza” na cidade de Belém, queincluía situar manicômios, hospitais e presídios distantes dos aglomerados urbanoscentrais, garantindo, assim, o embelezamento e a higienização do espaço. O projetodo prédio coube ao engenheiro Manoel Odorico Nina Ribeiro e a construção, a cargoda empresa Clívio H. Cardoso & Cia., com custo total de 235,00 (duzentos e trinta ecinco contos de réis).
  4. 4. Apesar dos reparos e manutenção constante do hospital, o então governadorAugusto Montenegro (1901-1909) observou “[...] condições tais que, longe de favorecer a cura, apresentavam o triste desfecho, pela intercorrência de mortos diversos”, bem como a falta de equipamentos adequados para tratar os pacientes, tendo se tornado o hospício um “depósito de loucos” (MEIRA, 1984). O governo anterior, de Paes de Carvalho (1897-1901), tinha intenção detransferir as instalações para outro local, mas Montenegro preferiu investir namelhoria do prédio. Demoliu a casa de banhos que causava infiltrações e era focode polinevrite e construiu outras duas com modernos aparelhos hidroterápicostrazidos da Europa. Foram diretores da casa, entre outras autoridades sanitárias: Gemiliano LyraCastro, Isidoro Azevedo Ribeiro, Antônio Porto de Oliveira, Benedito Klautau, Aluyzioda Fonseca, Pedro Rosado, Eduardo Azevedo Ribeiro, Massoud Rouffeil, EduardoVirgolino, Eliseu Resende e Dorvalino Braga. Isidoro Ribeiro foi o primeiro paraensea ter uma especialização em psiquiatria na Europa. De acordo com Braga (s.d.), “...humanizou o Hospício de Alienados, abolindo as camisas de força, os troncos, ascadeias e proibindo os maus tratos”.3 Antonio Porto de Oliveira instituiu o estágio desextanistas de Medicina e psiquiatras por meio de concursos e José EdmundoCutrim incentivou técnicas que envolviam grupos multidisciplinares no atendimentoaos pacientes. (BRAGA, s.d.) Os métodos de tratamento utilizados no hospital eram semelhantes aosusados na Europa, considerados vanguardistas na época: tratamento pela insulina,eletro-convulsoterapia, praxiterapia e terapia ocupacional, além de estudo das artese esportes. O uso das terapias de choque teve início nos anos 40, durante a direçãode Dorvalino Braga, começando com o cardiazol endovenoso, o que trouxeresultados eficazes no combate às psicoses endógenas (BRAGA, s.d.). Em 1950,em virtude de resultados satisfatórios dos psicofármacos, os neurolépticosantipsicóticos passaram a fazer parte do tratamento aos doentes mentais. Sob acoordenação de Maria Helena Braga, a praxiterapia envolvia atividades comopintura, escultura em argila, gesso e madeira, costura, bordado, festas dançantes,torneios esportivos e passeios, ainda segundo Braga (s.d).3. Arquitetura O hospital psiquiátrico Juliano Moreira era uma construçãopredominantemente horizontal, marcado pela simetria característica das construçõesde partido neoclássico, cujas aberturas organizavam-se em ritmo regular. Adotou,como os demais hospitais da época, o modelo pavilhonar, com setores específicospara homens, mulheres e crianças. O uso do porão e as platibandas encobrindo acobertura representavam o „avanço‟ arquitetônico da época, ao balizar-se porpadrões franceses.
  5. 5. Imagem 04: Vista do Hospital Juliano Moreira, observe-se os trilhos da Estrada de Ferro de Bragança que passava em frente ao Hospital Fonte: <http://picasaweb.google.com/HaroldoBaleixe/BelMDoParLbumDe1902#5197110961171015346>. Acesso em 28 jan. 2010 O interior do Asilo recebeu modificações em relação ao projeto inicial emdecorrência da necessidade de oferecer aos pacientes um tratamento maisadequado, como a construção de salas de banho com equipamentos hidroterápicosvindos da Europa. Em 1952, foi construído um pavilhão para os pacientes infantis edo sexo feminino, em estilo moderno, contrastando com a arquitetura existente e,em 1966, o pavilhão infantil foi modificado, com a criação de enfermarias comcapacidade para 100 leitos. A entrada principal da instituição, de frente para a Av. Tito Franco (atual Av.Almirante Barroso) era destacada pelo portão trabalhado em ferro, o qual davaacesso ao hall do prédio. A fachada apresenta influência clássica observada atravésdo frontão triangular, pilastras com capitéis coríntios, posicionadas nas laterais dovão de acesso principal em formato de arco pleno, além do uso de cúpula encimadapor uma lanterna. As janelas e os porões possuíam vãos retangulares, sem adornosestilísticos.
  6. 6. Imagem 05: Portão do hospital Fonte: RICCI E VALENTIM, 2009. s.p. Ao lado do prédio foi construída uma capela, em cuja fachada é visível o usode arcos ogivais, elementos que fazem referência às catedrais góticas e volutasdiscretas arrematando a torre central. Os traços neogóticos se repetem na fachadavoltada para o pátio interno. Contudo, foram empregados ornamentos clássicos,como pilastras coríntias e arco pleno. Tal composição é tipicamente eclética, ebusca revelar através do repertório estilístico as funções de Hospital e Temploreligioso. Imagem 06: Fachada do hospital, destacando a Capela do Juliano Moreira Fonte: Idem, p.26 Em seu interior, o edifício hospitalar contava com pátio interno para realizaçãode atividades praxiterápicas e descanso dos pacientes, além da divisão de pavilhõesdestinados ao tratamento de homens, mulheres e crianças.
  7. 7. Imagem 07: Pátio interno do Juliano Moreira a concepção de espaço assemelha-se aos das antigas estações da Estrada de Ferro de Bragança em Belém e Igarapé-Açú Fonte: <http://www.ccs.saude.gov.br>. Acesso em 28 jan. 20104. Considerações finais Embora fosse um edifício de “agradável disposição arquitetônica” (MEIRA,1984), a construção não atendia plenamente às necessidades do hospital e algunsreparos relativos à higiene tiveram que ser feitos antes de sua ocupação, em 27 deagosto de 1892, data em que houve a transferência de sete „loucos‟ do Tucundubapara o local, sendo o mesmo revertido ao Governo do Estado em 1901. “O Pará foi aterceira província do Império a criar espaços específicos para tratar os loucos,depois do Rio de Janeiro (1852) e de Pernambuco (1864).”4 A denominação Hospital Juliano Moreira foi incorporada em 1937, emhomenagem ao renomado psiquiatra brasileiro que utilizava métodos de vanguardanos tratamentos psiquiátricos, especialmente pela perspectiva de tornar maishumana a assistência aos doentes mentais, retirando assim a denominação de“hospício”, considerada estigmatizante. Entretanto, a medida não apagou adenominação da memória do povo. O governador Fernando Guilhon (1971-1975) construiu um CentroPsiquiátrico com dinheiro destinado aos doentes mentais, que terminou servindo aoutros fins. O Juliano Moreira funcionou regularmente até 1982, quando parte dasinstalações foram queimadas, destruídas que foram por incêndio consideradocriminoso, que em parte reflete o “abandono” destinado aos doentes mentais,encerrando suas atividades em 1984. Conta-se que muitos enfermos receberamalta, mas permaneceram no local sem quaisquer cuidados, no pavilhão Aluízio daFonseca, depois transformado em ambulatório. Alguns, dos poucos remanescentesdo hospital podem ser encontrados no Centro Integrado de Assistência Psiquiátricado Pará (CIASPA), em Ananindeua. Atualmente, o terreno abriga o Campus II daUniversidade do Estado do Pará (UEPA). Segundo o Dr. Maiolino Miranda, em depoimento, a possível razãodeterminante para a demolição do prédio do Hospital é uma tentativa de apagar amancha indelével que a casa representava para as pessoas, sempre correlacionado
  8. 8. aos campos de concentração nazista e pela influência italiana, que fez aprovar Leique proibia a construção de grandes hospitais para asilar pacientes com distúrbiosmentais. Além disso, citou a criação de um Centro de Estudos e o Boletim doHospital Juliano Moreira, tentativas de tornar a psiquiatria paraense “mais humana”.No Centro realizavam-se reuniões entre a equipe de profissionais de Serviço Social,Enfermagem, Terapia Ocupacional e o corpo técnico do hospital com os pacientesnas quais se discutiam os temas sugeridos por estes últimos. Enquanto que oBoletim foi criação do próprio Dr. Maiolino, a finalidade da publicação seria a deregistrar as reuniões do Centro de Estudos, além de realizar trabalhos teóricos erelatar os experimentos com os pacientes. Pouco antes de sair do Hospital, em 1974, o entrevistado conta que houveuma rebelião de psicopatas, em geral, militares condenados pela Justiça etransferidos ao Hospital pela ausência de Manicômio Judiciário em Belém. Os“detentos” asilados queimaram colchões em protesto contra a qualidade da comida.Notas:1 Sobre o assunto, consultar o artigo publicado pelo memorialista da medicina Dr. Clóvis Meira no Jornal OLiberal, em 25 de março de 1984, sob o título “O Hospício dos Alienados”.2 Antigo Bosque Rodrigues Alves, hoje Jardim Botânico.3 Cf. BRAGA, Dorvalino. Hospital Juliano Moreira; Sua Importância na Assistência aos doentes mentais noEstado do Pará. [Belém]: s.n., s.d. p. 3.4 Cf. COSTA, Josué. “Fim do Hospital sepultou quase um século de psiquiatria no Pará” In Jornal O Liberal,Belém, 12 jan. 2007.Referências:ANDRADE, Valci Rubens Oliveira de. Antonio Lemos e as obras de melhoramentosurbanos em Belém: a praça da República como estudo de caso. Rio de Janeiro:UFRJ/FAU, 2003.ANDRADE, Rubens; TÂNGARI, Vera Regina. A Praça da República e seus aspectosmorfológicos no desenho da paisagem de Belém. Disponível em <http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-60982002000300003&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 30 jan. 2010.BRAGA, Dorvalino. Hospital Juliano Moreira; Sua Importância na Assistência aosdoentes mentais no Estado do Pará. [Belém]: s.n., s.d.BRAGA, Dorvalino, “Lances Históricos da História da Psiquiatria no estado do Pará” InRICCI, Magda & VALENTIM, Rodolfo. História, Loucura e memória: o Acervo do
  9. 9. Hospital Psiquiátrico “Juliano Moreira”. Belém, Secretaria de Estado de Cultura/ ArquivoPúblico do Estado do Pará, 2009: 48-53.COSTA, Josué. “Fim do Hospital sepultou quase um século de psiquiatria no Pará” In JornalO Liberal, Belém, 12 jan. 2007.CRUZ, Ernesto. Ruas de Belém (significado histórico de suas denominações). Belém,Conselho Estadual de Cultura, 1970.FIGUEIREDO, Aldrin & RODRIGUES, Sílvio. “Alienados, pajés e leprosos: medicina,estigma e exclusão social na Amazônia (1830-1930)” In RICCI, Magda & VALENTIM,Rodolfo. História, Loucura e memória: o Acervo do Hospital Psiquiátrico “JulianoMoreira”. Belém, SECULT, 2009: 43-47.FONSECA, Jorge Nassar Fleury da. Artes do Progresso: Uma história da Visualidade daExposição de Chicago de 1893. 19&20, Rio de Janeiro, v. IV, n. 1, janeiro de 2009.Disponível emhttp://www.dezenovevinte.net/arte%20decorativa/expo_1893_chicago.htm. Acesso em:07.03.2010.MEIRA, Clóvis. “O Hospício dos Alienados” In Jornal O Liberal. Belém, 25 de março de1984.____________. Medicina de Outrora no Pará. Belém, Grafisa, 1989.RICCI, Magda & VALENTIM, Rodolfo (orgs.). História, Loucura e Memória: O Acervo doHospital Psiquiátrico “Juliano Moreira”. Belém, Secretaria de Estado de Cultura/ ArquivoPúblico do Estado do Pará, 2009.Laura Caroline de Carvalho da Costa é Bacharel em Design de Produto pela Universidadedo Estado do Pará (UEPA), Discente do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UniversidadeFederal do Pará (UFPA) e Bolsista do Projeto “Inventário Nacional do Patrimônio Cultural daSaúde: Bens Edificados e Acervos”, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz-RJ).Cybelle Salvador Miranda é Doutora em Antropologia, Docente do Curso de Arquitetura eUrbanismo da Universidade Federal do Pará (UFPA) e Coordenadora do Projeto “InventárioNacional do Patrimônio Cultural da Saúde: Bens Edificados e Acervos”, da FundaçãoOswaldo Cruz (Fiocruz-RJ).

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