Niveis de acção

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Niveis de acção

  1. 1. C o l é g i o d o A m o r d e D e u s - C a s c a i s P o r t u g u ê s 1 1 º a n o Níveis /planos de acção Os Maias 8 9 (título) (Subtítulo) ¼ ¼ História da família Maia ao longo de três gerações, correspondentes a três períodos histórico-políticos e culturais diferentes: ! Afonso da Maia[ Início do Romantismo (revoluções liberais); ! Pedro da Maia [ Romantismo (Regeneração/ decadência do Liberalismo); ! Carlos da Maia [ Ultra-Romantismo/ Realismo (Regeneração). ç Intriga Central Relação Carlos da Maia e Maria Eduarda Episódios da Vida Romântica è Intriga Secundária Relação Pedro da Maia e Maria Monforte CARLOS Crónica de costumes: amplo quadro do panorama sociocultural da 2ª metade do séc. XIX, em que os protagonistas estão inseridos, representando os defeitos caracterizadores dessa sociedade.
  2. 2. A partida de Maria Monforte para parte incerta com a filha (Mª Eduarda) e o abandono do filho (Carlos da Maia), sem nunca mais ter dado notícias, leva a que os irmãos desconheçam a existência um do outro e torna possível o relacionamento incestuoso de Carlos e Maria Eduarda. Consequência directa Intriga Secundária Intriga Central Pedro vê, ocasionalmente, Maria Monforte (Cap.I, § Carlos vê, ocasionalmente, Maria Eduarda (cap.VI, P.22) § pág. 156) q q Paixão Paixão § Procura encontrar-se com Maria (Cap.I, pag. 26) § Aproximação (através de Alencar/ Melo) (Cap.I, pag. § § Procura encontrar-se com Maria Eduarda. Aproximação (através de Dâmaso) (cap.IX, pag.257) 26) § Encontro com Maria no teatro (Cap.I, pág.26) § Encontro com Mª Eduarda (Cap.XI, pag. 348) § Início do namoro (Cap.I, pág. 26) § Início da relação amorosa (cap.XII, pág.409) § Oposição (real) de Afonso (Cap. I, pág. 27) § Oposição (presumível) de Afonso (Cap.XV) § Casamento de Pedro e Maria (cap.I, pag. 30) § Vida de relacionamento amoroso (cap.XIV) § Depois de uma longa viagem por Itália e França, § Vida social na «Toca» (cap.XV) regresso a Portugal. Vida social em Arroios. (cap.II, pág.35) § Infidelidade e fuga de Maria com Tancredo (cap.II, § Descoberta da relação de parentesco (cap.XVI) pág.45) q q Desencadear da tragédia Desencadear da tragédia § Reações de Pedro (cap.II, pag. 44) § Reações de Carlos (cap.XVII) § Encontro Pedro/ Afonso (cap. II, pág.44) § Encontro Carlos / Afonso (cap. XVII, pag 667) § Suicídio de Pedro (cap. II, pág. 52) § Morte de Afonso (cap.XVII, pag.668) m Narrativas/ ações fechadas l (conduzem a um desenlace que não possibilita a continuidade da ação)
  3. 3. Novela Vs. Ÿ Narrativa pouco extensa; Ÿ A ação desenvolve-se, Romance Ÿ normalmente, pela Narrativa extensa; Ÿ Vários factores contribuem para um ritmo lento sucessão, em ritmo rápido, de células narrativas, da ação, nomeadamente, a existência de ações tendendo para um desenlace único; secundárias; Ÿ O tempo apresenta-se de forma linear. O recurso a resumos e/ou elipses permite uma grande dispersão temporal. O tempo pode avançar muito lentamente e não Ÿ seguir a cronologia dos acontecimentos; O Ÿ Ÿ O espaço é habitualmente pouco valorizado. espaço descrições é relevante, pormenorizadas, apresentando-se que constituem momentos de pausa na ação e que retardam o ritmo narrativo. È È Analepse existente entre o Capítulo I e IV da obra, Do capítulo IV até ao XVIII - vida quotidiana de que abarca cerca de cinquenta anos, a um ritmo Carlos da Maia – que abarca cerca de dois anos, rápido. relatados ao pormenor, em ritmo lento. Capítulo I Ÿ Descrição do Ramalhete: ð Pág. 5 – Descrição e origem do nome; ð Pág. 6 - 1ª Descrição do quintal/ jardim – Simbologia: § Quintal /jardim; § Cipreste e cedro; § Cascata; § Estátua de Vénus Citereia; ð Pág. 6-7 – Origem da família Maia ð Pág. 8-9 – Influências estrangeiras na decoração do ramalhete ð Pág. 10 – 2ª descrição do Ramalhete – Simbologia ð Pág. 710 – 3ª descrição do Ramalhete - Simbologia

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