Mobilidade urbana [reparado]

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Mobilidade urbana [reparado]

  1. 1. MOBILIDADE URBANA
  2. 2. Muito se fala em mobilidade urbana e em resolver os problemas ocasionados pelo excesso de veículos. Em Itabuna, não é diferente.
  3. 3. MOBILIDADE nas grandes cidades é cada vez mais problemática. . Onde o adensamento urbano se deu de forma desordenada e rápida, e onde não há planejamento e estrutura adequada, o problema se torna maior.
  4. 4. MOBILIDADE é conseguir se locomover com facilidade:  de casa para o trabalho  do trabalho para o lazer  para qualquer outro lugar onde o cidadão tenha vontade ou necessidade de estar independente do tipo de veículo utilizado.
  5. 5. TER MOBILIDADE URBANA:  É pegar o ônibus com a garantia de que se chegará ao local e no horário desejados, salvo em caso de acidentes, por exemplo. É ter alternativas para deixar o carro na garagem e ir ao trabalho a pé, de bicicleta ou com o transporte coletivo. É dispor de ciclovias e também de calçadas que garantam acessibilidade aos deficientes físicos e visuais.  E, até mesmo, utilizar o automóvel particular quando lhe convir e não ficar preso nos engarrafamentos.
  6. 6. O conceito de mobilidade urbana ainda é muito recente no Brasil e os problemas a ele relacionados ainda não estão muito claros para uma parcela significativa da população.
  7. 7. MOBILIDADE URBANA - Conceito A capacidade de deslocamento de pessoas e bens no espaço urbano para a realização das atividades cotidianas em tempo considerado ideal, de modo confortável e seguro.
  8. 8. MOBILIDADE URBANA - Evolução Caminhar era, inicialmente, a única forma que o homem tinha para deslocar-se. A sua capacidade criativa, desenvolveu novos e mais rápidos meios de transporte para atender suas necessidades de trabalho e lazer.
  9. 9. Até o momento em que os sistemas urbanos atingiram sua capacidade máxima.
  10. 10. A acelerada URBANIZAÇÃO BRASILEIRA tem sido produzida:  sob um processo de ocupação do solo profundamente desordenado  e na medida em que são autorizados parcelamentos e assentamentos em regiões distantes do núcleo central das cidades.
  11. 11. A histórica dificuldade de incorporar a ideia de mobilidade urbana ao planejamento urbano e regional é uma das principais causas da crise de qualidade das cidades brasileiras. Isso contribui fortemente para a geração dos cenários atuais onde se constatam cidades insustentáveis do ponto de vista ambiental e econômico.
  12. 12. A MOBILIDADE URBANA tem grande impacto na economia local e na qualidade de vida das pessoas. Quando problemática, custa caro ao Estado e à sociedade, em virtude das perdas que proporciona.
  13. 13. O Brasil urbano atual é representado por cerca de 84% da população e mais de 5.000 habitantes. Em apenas 455 municípios contêm mais de 55% do total de habitantes do país. Aí estão incluídas as 10 cidades-núcleo das regiões metropolitanas mais expressivas.
  14. 14. Independente das causas do crescimento descontrolado das cidades brasileiras, nelas se instalou uma crise de mobilidade sem precedentes.
  15. 15.  A qualidade da mobilidade urbana tem se deteriorado dia após dia.  E os índices de mobilidade da população, especialmente a de baixa renda das regiões metropolitanas, estão sendo brutalmente reduzidos.
  16. 16. Estima-se que somente o transporte coletivo urbano atenda 59 milhões de viagens diárias nas áreas urbanas brasileiras:  94% realizadas por ônibus e os 6% restantes por metrôs e trens. Deste total estima-se que 80% dessas viagens concentram-se nas Regiões Metropolitanas.
  17. 17. As Regiões Metropolitanas concentram também:  Quase metade de toda frota de veículos circulante no país  E quase 21 milhões de quilômetros diários de deslocamentos a pé.
  18. 18. A CIRCULAÇÃO MOTORIZADA O modelo de mobilidade adotado nos grandes centros urbanos brasileiros vem, de forma quase natural, favorecer o uso do veículo particular.
  19. 19. As condições do trânsito estão progressivamente se agravando, com o vertiginoso aumento da quantidade de automóveis e motocicletas em circulação.
  20. 20. CONSEQUÊNCIAS  Um milhão de acidentes, por ano, com 30 mil mortos e 350 mil feridos, sendo 120 mil com sequelas permanentes. Dos mortos, 50% são pedestres, ciclistas ou motociclistas, a parcela mais vulnerável nas vias urbanas  A impunidade imediata reforça o desrespeito pela vida.
  21. 21. O quadro atual da MOBILIDADE URBANA revela que que o transporte coletivo não é efetivamente considerado como serviço público essencial como determina a Constituição Federal.
  22. 22. MOBILIDADE URBANA E DESENVOLVIMENTO Pesquisas realizadas pelo IPEA indicam que em apenas dez capitais brasileiras se perdem cerca de 240 milhões de horas em congestionamentos, todos os anos.
  23. 23.  As emissões de monóxido de carbono pelos transportes urbanos foram estimadas em mais de 123 mil toneladas por ano.  A população de baixa renda está sendo privada do acesso ao transporte público devido à baixa capacidade de pagamento e à precariedade da oferta para as áreas periféricas.  Tal privação acarreta problemas nos deslocamentos para o trabalho, dificuldades de acesso aos equipamentos e serviços básicos e às oportunidades de emprego. CONSEQUÊNCIAS
  24. 24. A Política Nacional para a Mobilidade Urbana Sustentável apresentada pelo Ministério das Cidades elegeu quatro eixos estratégicos de ação, que embasam os programas e projetos da Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana: integração das políticas de transporte com as de desenvolvimento urbano;  melhoria do transporte coletivo, com tarifas mais baratas; racionalização do uso dos veículos particulares; e valorização dos meios de transporte não motorizados.
  25. 25. O Ministério das Cidades orienta que todas as cidades com mais de 100 mil habitantes devem elaborar um Plano de Mobilidade Urbana, pois esse número de habitantes já é considerado como uma densidade populacional relevante causadora de problemas de mobilidade urbana.
  26. 26. MOBILIDADE URBANA E SUSTENTABILIDADE Conceito que define uma atividade socialmente justa e que não prejudica o meio ambiente, repondo ou recuperando os recursos utilizados.
  27. 27. A implantação de sistemas sobre trilhos, como metrôs, trens e bondes modernos (VLTs), ônibus "limpos", com integração a ciclovias, esteiras rolantes, elevadores de grande capacidade. Soluções inovadoras, como os teleféricos de Medellin (Colômbia), ou sistemas de bicicletas públicas, como os de Copenhague, Paris, Barcelona, Bogotá, Boston e várias outras cidades mundiais. Com quase 70 milhões de automóveis, o Brasil precisa de uma mobilidade urbana mais sustentável.
  28. 28. As obras de mobilidade urbana, juntamente com os aeroportos, são consideradas os principais legados que serão deixados aos brasileiros após a realização do Mundial. As obras de mobilidade urbana nas cidades que receberão os jogos da Copa e estão previstas na Matriz de Responsabilidades possuem linha de crédito especial da Caixa Econômica Federal.
  29. 29. PRINCIPAIS OBRAS EM MOBILIDADE URBANA Corredor Exclusivo de Ônibus  São espaços viários delimitados, destinados prioritariamente à circulação de transporte público urbano, com ônibus operando em faixas preferenciais no nível da superfície.
  30. 30. BRT (Bus Rapid Transit)  Traduzido como Linha de Ônibus Rápida, o BRT é um transporte coletivo sobre pneus, rápido, flexível e de alto desempenho. Outras vantagens são:  o pagamento fora do veículo  as estações fechadas e seguras  os mapas de informação em tempo real.
  31. 31. VEÍCULO LEVE SOBRE TRILHOS - VLT  É um trem urbano de passageiros, cujo tamanho permite que sua estrutura de trilhos seja construída no meio urbano.  Com menor capacidade para transportar passageiros e velocidade inferior a dos trens de metrô, produz menos poluição e menor intensidade de ruído.
  32. 32. METRÔ  Com elevada capacidade de passageiros, atinge alta velocidade e possui um curto intervalo de tempo entre embarque e desembarque.
  33. 33. LEI DA MOBILIDADE URBANA LEI Nº 12.587, DE 3 DE JANEIRO DE 2012. Art. 1o A Política Nacional de Mobilidade Urbana é instrumento da política de desenvolvimento urbano de que tratam o inciso XX do art. 21 e o art. 182 da Constituição Federal, objetivando a integração entre os diferentes modos de transporte e a melhoria da acessibilidade e mobilidade das pessoas e cargas no território do Município. Parágrafo único. A Política Nacional a que se refere o caput deve atender ao previsto no inciso VII do art. 2o e no § 2o do art. 40 da Lei no 10.257, de 10 de julho de 2001 (Estatuto da Cidade).
  34. 34. Art. 5o A Política Nacional de Mobilidade Urbana está fundamentada nos seguintes princípios: II - desenvolvimento sustentável das cidades, nas dimensões socioeconômicas e ambientais; III - equidade no acesso dos cidadãos ao transporte público coletivo; IV - eficiência, eficácia e efetividade na prestação dos serviços de transporte urbano; V - gestão democrática e controle social do planejamento e avaliação da Política Nacional de Mobilidade Urbana; VI - segurança nos deslocamentos das pessoas; VII - justa distribuição dos benefícios e ônus decorrentes do uso dos diferentes modos e serviços; VIII - equidade no uso do espaço público de circulação, vias e logradouros; e IX - eficiência, eficácia e efetividade na circulação urbana. I - acessibilidade universal;
  35. 35. Art. 7o A Política Nacional de Mobilidade Urbana possui os seguintes objetivos: I - reduzir as desigualdades e promover a inclusão social; II - promover o acesso aos serviços básicos e equipamentos sociais; III - proporcionar melhoria nas condições urbanas da população no que se refere à acessibilidade e à mobilidade; IV - promover o desenvolvimento sustentável com a mitigação dos custos ambientais e socioeconômicos dos deslocamentos de pessoas e cargas nas cidades; e V - consolidar a gestão democrática como instrumento e garantia da construção contínua do aprimoramento da mobilidade urbana
  36. 36. CONSULTAS BIBLIOGRÁFICAS •Investimentos em mobilidade urbana para a Copa diminuem R$ 3 bilhões em um ano Marina Dutra - Do Contas Abertas - 22/02/2013. •Ministério das Cidades, acessado em 23 de fevereiro de 2013. •José Carlos Xavier - secretário nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades. •Mobilidade urbana e desenvolvimento - (José Carlos Xavier – IPEA) • Política Nacional prevê mobilidade urbana sustentável - Paulo Itacarambi, vice- presidente do Instituto Ethos •LEI DA MOBILIDADE URBANA - LEI Nº 12.587, DE 3 DE JANEIRO DE 2012. •Abordagens recentes da mobilidade urbana na cidade de São Paulo. Barbeiro, Heloisa H. São Paulo, FAUMACK-2007. Imagens: Google

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