Victor Ranieri

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Victor Ranieri

  1. 1. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  2. 2. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  3. 3. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  4. 4. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Prof. Victor E. L. Ranieri Núcleo de Estudos de Política Ambiental Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada – CRHEA/EESC/USP Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  5. 5. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol “Crise” da biodiversidade é tão atual e preocupante quanto mudanças climáticas ou “crise” da água. Brasil: país de megadiversidade e com 2 hotspots identificados: Mata Atlântica (7% remanescente) e Cerrado (20% remanescente). Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  6. 6. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol DIMENSÃO DIMENSÃO ECONÔMICA SOCIAL “SUSTENTABILIDADE” DIMENSÃO ECOLÓGICA Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  7. 7. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Ecologia da paisagem (abordagem ecológica) Definição : Área do conhecimento que dá ênfase aos efeitos ecológicos do padrão de distribuição espacial dos ecossistemas (Turner, 1989) Características fundamentais: - Estuda o efeito da estrutura espacial da paisagem (fragmentos, corredores e matriz) sobre os processos ecológicos. - Foco na conservação da diversidade biológica. Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  8. 8. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Elementos da paisagem - Fragmento: qualquer área de vegetação natural contínua ao redor da qual predominem outros tipos de uso do solo (campos agrícolas, pastagens, estradas, cidades etc.); - Corredor: elemento linear da paisagem que liga pelo menos dois fragmentos; - Matriz: corresponde a mais extensa e conectada unidade da paisagem e que, portanto, apresenta papel dominante no funcionamento da mesma. (normalmente usado como sinônimo de “não-habitat”). Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  9. 9. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Unidade A: A4 vegetação nativa – A1 D A1, A2, A3 e A4 = fragmentos A5 e A6 = corredores C Unidades B, C e D: A2 culturas agrícolas = matriz A3 Áreas reduzidas de B vegetação nativa (“trampolins” ou “stepping stones”) Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  10. 10. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Alguns parâmetros importantes... • % da paisagem coberta por vegetação nativa • Área dos fragmentos (média, do maior fragmento...) • Área sob efeito de borda • Distância entre fragmentos •… Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  11. 11. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Dois limiares importantes: Percolação: Em uma paisagem composta apenas por habitat e não habitat, quando a área ocupada por habitat é reduzida a proporção crítica de 59,28% do total, a paisagem deixa de “percolar”. Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  12. 12. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Dois limiares importantes: Fragmentação: Em regiões com cobertura nativa entre 60% e 30% os efeitos sobre a redução populacional e a diversidade biológica deve-se, principalmente à perda de habitat. Abaixo de 30% a distribuição espacial (em especial, a sub-divisão dos remanescentes) passa a ser o principal fator determinante naqueles processos. Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  13. 13. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Como promover a conservação/recuperação desses percentuais? Brasil possui leis nesse sentido: Constituição Federal, Código Florestal, Lei de Crimes Ambientais... Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  14. 14. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  15. 15. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  16. 16. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  17. 17. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  18. 18. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  19. 19. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Possibilidades: • Avaliar a evolução das áreas de produção de cana-de- açúcar no que diz respeito aos parâmetros de paisagens; • Comparar as áreas de produção de cana com outras áreas do Estado com base nesses parâmetros; • Identificar áreas prioritárias para conservação e recuperação a fim de tornar as paisagens mais conectadas e, portanto, mais favoráveis a conservação da biodiversidade. •… Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  20. 20. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Obrigado!!! vranieri@sc.usp.br Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  21. 21. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Estrutura Fundiária do Estado de São Paulo – Fonte: Projeto LUPA 2007/08 Estrato Número de UPAs % do total Área (em hectares) % do total UPAs com 0 a 1 ha 4.370 1,35 2.794,10 0,01 A UPAs com 1 a 2 ha 7.565 2,33 12.025,29 0,06 UPAs com 2 a 5 ha 41.555 12,80 151.661,49 0,74 UPAs com 5 a 10 ha 47.782 14,72 367.115,02 1,79 B UPAs com 10 a 20 ha 73.207 22,55 1.081.760,38 5,28 UPAs com 20 a 50 ha 77.758 23,95 2.467.251,29 12,03 UPAs com 50 a 100 ha 32.932 10,15 2.331.035,23 11,37 C UPAs com 100 a 200 ha 19.741 6,08 2.770.726,07 13,51 UPAs com 200 a 500 ha 13.564 4,18 4.147.892,78 20,23 UPAs com 500 a 1.000 ha 3.983 1,23 2.747.396,32 13,40 D UPAs com 1.000 a 2.000 ha 1.545 0,48 2.108.621,87 10,28 UPAs com 2.000 a 5.000 ha 510 0,16 1.456.017,60 7,10 E UPAs com 5.000 a 10.000 ha 67 0,02 441.774,90 2,15 UPAs acima de 10.000 ha 22 0,01 418.034,30 2,04 Total 324.601 100 20.504.106,64 100 Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP
  22. 22. A ecologia da paisagem na avaliação da sustentabilidade do etanol Número total de UPAs Número total de UPAs acima de 5000 ha Número total de UPAs entre 500 e 5000 ha 0,03% até 5 ha 1,86% Número total de UPAs 16,48% entre 50 e 500 ha 20,41% < 50 ha Quase 80% em número 35% da área total de Número total de UPAs entre 5 e 50 ha reservas legais protegidas total de UPAs por estrato Número 61,23% em fragmentos com mais Área total das UPAs Área total das UPAs de 100 ha (sem contar acima de 5000 ha 4,19% com até 5 ha Área total das UPAs 0,81% APPs e compensações) entre 5 e 50 ha 19,10% Área total das UPAs entre 500 e 5000 ha 30,78% < 50 ha 80% da área total de reservas Menos de 20% legais protegidas em fragmentos em área com mais de 10 ha (sem contar APPs e compensações) Área total das UPAs entre 50 e 500 ha Área total das UPAs por estrato 45,11% Prof. Victor E. L. Ranieri - Núcleo de Estudos de Política Ambiental – NEPA/EESC/USP

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