Charles dickens

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Algumas imagens para celebrar o bicentenário natalício deste famoso escritor inglês.

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Charles dickens

  1. 1. Charles Dickens Bicentenário natalício
  2. 2. <ul><li>Foi há 200 anos , no dia 7 de Fevereiro de 1812 , que nasceu em Portsmouth , na Inglaterra , o escritor Charles Dickens . </li></ul><ul><li>Que sentido e oportunidade terá, nos tempos que correm, voltar à obra de Charles Dickens, tendo ela como tem uma marca profunda de crítica social , um retrato cru sobre uma sociedade marcada pela prosperidade de poucos à custa do sacrifício e miséria de muitos . </li></ul><ul><li>Esta terça-feira celebram-se 200 anos sobre o seu nascimento de Charles Dickens. </li></ul>
  3. 5. Obras do autor <ul><li>Em Portugal, segundo nota da Biblioteca Nacional, a primeira tradução de uma obra de Dickens, &quot; Conto verdadeiro: o estalajadeiro de Andermatt &quot;, foi publicado no jornal &quot;O Ramalhete&quot;, nº 83 de 22 de agosto de 1839. </li></ul><ul><li>Ainda no século XIX são apresentadas &quot;as primeiras traduções de cinco dos seus romances: 'Oliver Twist ' (1837-1839), 'The Life and Adventures of Nicholas Nickleby '(1838-1839), 'A Tale of two Cities ' (1859), 'Great Expectations ' (1860-1861) e 'The Posthumous Papers of the Pickwick Club ' (1836-1837)&quot;, refere uma nota da </li></ul><ul><li>Biblioteca Nacional que acrescenta que, em Portugal, o escritor teve maior proliferação editorial nas décadas de 1940 e 1950. </li></ul><ul><li>Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/charles-dickens-nasceu-ha-200-anos=f703221#ixzz1lhYeLnNK </li></ul>
  4. 6. <ul><li>Mestre da literatura vitoriana, o autor de &quot; Oliver Twist &quot;, &quot; David Copperfield &quot; e &quot; A Christmas Carol &quot; é evocado na sua Inglaterra e também por cá: hoje, em Lisboa, na Biblioteca Nacional, abre uma exposição sobre Dickens e a sua obra. </li></ul>
  5. 7. <ul><li>“ Please, sir, I want some more !” “Por favor, senhor, quero mais um pouco”, pedia Oliver Twist , o famoso órfão londrino nascido da pena de Charles Dickens, o mestre da literatura vitoriana, cujo bicentenário de assinala hoje. </li></ul><ul><li>A frase tornou-se no slog an de uma época pobre, suja e dura para a maioria dos ingleses a viver sob a “ Po or Law ”, vigente desde o século XIV. </li></ul>
  6. 8. <ul><li>A “ Lei dos Pobres ” estabelecia uma espécie de sistema de “apoio” aos desfavorecidos, antecedendo aquilo que hoje conhecemos por &quot;estado social&quot;. Consistia em criar abrigos com más condições e racionamentos propositadamente baixos. </li></ul><ul><li>O objetivo era cortar pela base a multiplicação de pobres, que assim tinham a escolha: ou morriam rapidamente de fome e falta de condições de higiene nas ruas, ou morriam mais lentamente, pelas mesmas causas, nos asilos. Nenhum dos sítios era pior que Londres – cidade a que Charles Dickens foi parar aos dez anos de idade. </li></ul>
  7. 9. <ul><li>Nascido a 7 de Fevereiro de 1812, em Portsmouth, no sul de Inglaterra, Charles Dickens, ou “ Boz ”, como era também conhecido, gozou de um imenso sucesso e reconhecimento em vida pela sua extensa obra literária. </li></ul><ul><li>Uma aura de mistério não deixou, contudo, de acompanhar Dickens , um homem originário, aparentemente, de uma família abastada, que contava histórias de miséria e injustiça social. Na verdade, Dickens passou cedo na vida um &quot; período negro &quot;, que o instigou a pegar na caneta e acabou por motivar a temática recorrente na obra. </li></ul>
  8. 10. <ul><li>Até aos dez anos, frequentou colégios privados e viveu entre leituras de Daniel Defoe e “ Dom Quixote ”. Aos doze, já a viver em Londres, num bairro barato, Dickens foi forçado a sair da escola e a ir trabalhar numa fábrica de graxa, enquanto o pai, que vivera sempre acima das suas possibilidades, foi preso por causa de dívidas. Com a chegada de uma herança, a situação da família melhorou, mas a sua mãe não o retirou imediatamente da fábrica. O jovem Charles nunca chegaria a perdoar-lhe esse atitude. </li></ul>
  9. 11. <ul><li>A partir daí, surge o autor como agora o conhecemos. Nas palavras da investigadora Alexandra Assis Rosa, do Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa, Dickens faz o percurso desde “criança feliz, aluno excecional, trabalhador infantil numa fábrica de graxa, profundamente infeliz” a “filantropo, pai de dez filhos”, “homem separado”, “insone, exausto, mas enérgico, entusiasta de leituras dramatizadas da sua obra” – até, “fisicamente esgotado, incansável escritor famoso.” </li></ul>
  10. 12. <ul><li>Mas qual o impacto real de Dickens em Portugal? Têm os portugueses o mesmo carinho por ele que, por exemplo, os ingleses? “Charles Dickens é um autor da humanidade , faz parte da literatura mundo”, considera Alexandra Assis Rosa. </li></ul><ul><li>“ Há um conjunto de personagens que são muito nossas conhecidas. Quem não conhece o Oliver Twist ? Quem não conhece o David Copperfield ? Quem não conhece o velho avarento do Conto de Natal – a obra mais traduzida entre nós, com mais de 25 edições diferentes?”, questiona a investigadora. </li></ul>
  11. 13. <ul><li>Charles Dickens e as personagens que criou foram muito divulgados entre nós por via da tradução. Das 51 obras que se conhecem traduzidas, as edições são em número elevadíssimo. Entre nós, é traduzido desde 1839 e existem mais de 183 traduções, todas elas distintas. </li></ul>
  12. 14. <ul><li>Tempos difíceis e o cavalo do inglês </li></ul><ul><li>Na obra “ Hard Times, These Times ” Charles Dickens desejava educar os seus leitores acerca das condições de trabalho nas fábricas de Inglaterra. Ao mesmo tempo, o autor queria confrontar o argumento de que a prosperidade surge em paralelo com a moralidade . </li></ul>
  13. 15. <ul><li>A abrir o livro, a citação bíblica: “ Aquilo que o homem semear, isso mesmo colherá ”. Dividido em três partes, os capítulos de “ Hard Times ” intitulam-se “ Semear ”, “ Colher ” e “ Armazenar ”, por esta ordem. Para Alexandra Assis Rosa, há aqui uma lição a reter. </li></ul><ul><li>“ É sempre interessante revisitar as obras literárias, e, falando em 'Hard Times', revisitar também as adaptações, como por exemplo para filme [como ‘Tempos Difíceis, Este Tempo’, de João Botelho, 1988] porque estas propostas artísticas, que criam um mundo paralelo, são incentivos a refletir sobre a nossa realidade”. </li></ul>
  14. 16. <ul><li>Diz Assis Rosa que “o narrador de ‘Oliver Twist’ - e o narrador ‘dickensiano’ é muito irónico - usa esta história como introdução ao sistema que a Ama usa para criar as crianças. Da tradução de Fernanda Pinto Rodrigues, de 1981, edições Europa-América, cito: 'toda a gente sabe a história do outro filósofo experimental que formulou uma grande teoria acerca de um cavalo poder viver sem comer e que a demonstrou tão bem que reduziu a ração do seu próprio cavalo a uma palha por dia e, inquestionavelmente, o teria transformado num animal muito fogoso e vivo, sem comer absolutamente nada, se ele não tivesse morrido exatamente vinte e quatro horas antes da sua primeira e reconfortante refeição de ar'”. </li></ul>
  15. 17. Este é certamente um dos Doodles mais previsíveis do ano. No dia em que se assinala o 200.º aniversário do nascimento de Charles Dickens, a Google produziu um dos seus habituais Doodles de homenagem, que já visível nas páginas regionais do motor de busca onde o calendário já assinala dia 7 de fevereiro. http://lerebooks.wordpress.com/2012/02/06/google-homenageia-dickens-com-um-doodle/
  16. 18. http://aeiou.expresso.pt/charles-dickens-nasceu-ha-200-anos=f703221 http://en.nkfu.com/wp-content/uploads/2012/02/charles-dickens-pictures-5.jpg http://hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=11885 http://m.tsf.pt/m/newsArticle?contentId=2288254&page=1 http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=30&did=49610 http://www.cm-lisboa.pt/?idc=136&idi=59259 http://www.google.pt/imgres?q=charles+dickens&hl=pt-PT&cr=countryPT&sa=X&biw=1280&bih=911&tbs=ctr:countryPT&tbm=isch&prmd=imvnsubo&tbnid=o-LJnqHagJJKNM:&imgrefurl=http://palavras-chave.cmjornal.xl.pt/Charles_Dickens&docid=TXnCqHuyKALdYM&imgurl=http://www.record.xl.pt/storage/ngB47BF6E8-53F1-4533-83B9-77BCB59EBACB.jpg&w=634&h=805&ei=xyExT-v1MYTs8QPSodzeBg&zoom=1&iact=rc&dur=301&sig=103234316795556763277&page=1&tbnh=149&tbnw=117&start=0&ndsp=24&ved=1t:429,r:20,s:0&tx=67&ty= 81

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