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O que é um autor? <ul><li>A pergunta de Foucault ao refletir sobre a natureza histórica da autoria </li></ul><ul><li>Sua c...
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Autoria medieval <ul><li>“ Um homem pode escrever trabalhos alheios, sem acrescentar ou mudar nada, neste caso ele é simpl...
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A Modernidade <ul><li>A era do projeto do sujeito autônomo: </li></ul><ul><ul><ul><li>A noção cartesiana de sujeito </li><...
A Modernidade <ul><li>O conhecimento passa a circular em torno do sujeito   </li></ul><ul><li>Os empirismo inglês   </li><...
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Historicidade da autoria <ul><li>O processo autoral varia através do tempo: </li></ul><ul><ul><li>As maneiras como as obra...
O contexto das redes <ul><li>Configuração de um novo tipo de espaço, que interliga de modo original o espaço público e o e...
O contexto das redes <ul><li>Outra dimensão perceptiva e cognitiva  </li></ul><ul><li>Alta conectividade </li></ul><ul><li...
O contexto das redes <ul><li>“ Qualquer um que esteja on-line é, de fato, parte de um hipertexto mundial. [...] A mente el...
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Um exemplo de criação coletiva em rede: Linux <ul><li>Em 1991, Linus Torvalds, estudante finlandês de computação, por hobb...
Linux  <ul><li>Você sente saudade dos bons dias do minix-1.1, quando homens eram homens e escreviam seus próprios device d...
Linux  <ul><li>Programadores de vários cantos do mundo atenderam ao chamado de Torvalds   </li></ul><ul><li>Ainda em 1991 ...
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Creative Commons <ul><li>Atribuição </li></ul><ul><li>Uso não comercial </li></ul><ul><li>Não a obras derivadas </li></ul>...
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Linux  <ul><li>Está presente atualmente nos mais diversos tipos de dispositivos:   </li></ul><ul><ul><li>Computadores </li...
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Commons e Internet <ul><li>A rede de computadores foi projetada para ser um recurso de uso compartilhado (commons) </li></...
Inovações na Internet
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Iniciativas OpenScience <ul><li>A ciência adota a filosofia open source do software livre: muitos olhos fazem com que os e...
 
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Projeto OSDD <ul><li>Lançado em 2008 </li></ul><ul><li>Financiado pelo governo da Índia </li></ul><ul><li>Doenças tropicai...
Caso E.Coli <ul><li>17 pessoas morreram, milhares foram contaminadas </li></ul><ul><li>A pesquisa foi acelerada pelo compa...
Pesquisas em Alzheimer <ul><li>Esforço conjunto para encontrar marcadores biológicos da progressão da doença </li></ul><ul...
Finalizando <ul><li>The synaptic leap  (O salto sináptico) </li></ul><ul><ul><li>A neurociência nos ensina que nascemos co...
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Inovação e criação coletiva

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Inovação e criação coletiva

  1. 1. Criação Coletiva, Patrimônio Intelectual e Inovação Beatriz Cintra Martins Grupo de Pesquisa &quot; Tecnologias , Culturas , Práticas Interativas e Inovação em Saúde “ , Fiocruz Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da ECA/USP.
  2. 2. O que é o processo criativo? <ul><li>A invenção de um gênio criador ou </li></ul><ul><li>Resultado da atividade social </li></ul>
  3. 3. O que é um autor? <ul><li>A pergunta de Foucault ao refletir sobre a natureza histórica da autoria </li></ul><ul><li>Sua configuração varia na história: </li></ul><ul><ul><li>Na Idade Média, os discursos médicos tinham que ser atribuídos a alguém para terem valor: “Hipócrates disse...” </li></ul></ul><ul><ul><li>E os textos literários circulavam sem que fosse preciso definir sua autoria </li></ul></ul><ul><ul><li>Já nos séculos XVII/XVIII, a situação se inverte </li></ul></ul>
  4. 4. A função autor <ul><li>O autor é aquilo que faz o discurso convergir, que lhe dá unidade e coerência </li></ul><ul><li>Para além de uma atribuição pessoal, a autoria desempenha um papel na circulação dos discursos em uma dada sociedade </li></ul>
  5. 5. Autoria na Antiguidade <ul><li>Quem é o autor de Ilíada e de Odisséia? </li></ul><ul><li>Homero ou o coletivo da cultura oral ? </li></ul><ul><li>Um processo autoral fluido e anônimo </li></ul><ul><li>O texto pertence a todos e a ninguém </li></ul>
  6. 6. Autoria na Antiguidade <ul><li>Cada declamador era ao mesmo tempo um repetidor de poemas </li></ul><ul><li>Nenhuma performance era igual a outra e a invenção era parte da apresentação </li></ul><ul><li>Uma transcendência, a inspiração das Musas, era a fonte da criação </li></ul>
  7. 7. Autoria medieval <ul><li>Uma escrita interativa, através dos comentários nas margens dos manuscritos </li></ul><ul><li>Uma autoridade coletiva avalizava a produção: a Auctoritas </li></ul>
  8. 8. Autoria medieval <ul><li>“ Um homem pode escrever trabalhos alheios, sem acrescentar ou mudar nada, neste caso ele é simplesmente chamado de “copista” (scriptor ). Outro escreve trabalhos alheios com adições que não são suas; e ele é chamado de “compilador” (compilator). Outro escreve tanto trabalhos alheios como o seu, mas com os trabalhos alheios em primeiro plano, adicionando o seu próprio a título de explanação; e ele é chamado de “comentador” (comentator)... Outro escreve tanto o seu trabalho como os alheios, mas com o seu em primeiro plano adicionando outros a título de confirmação; e este homem pode ser chamado de “autor” (auctor)”. </li></ul><ul><li>São Boaventura, século XIII </li></ul>
  9. 9. Autoria medieval <ul><li>A escrita era um exercício coletivo de hermenêutica </li></ul><ul><li>Anônimo </li></ul><ul><li>Deus era a fonte suprema de inspiração, o verdadeiro autor </li></ul><ul><li>A produção não tinha um caráter privado </li></ul>
  10. 10. A Modernidade <ul><li>A era do projeto do sujeito autônomo: </li></ul><ul><ul><ul><li>A noção cartesiana de sujeito </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A Reforma Protestante </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O Humanismo Renascentista </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O Iluminismo </li></ul></ul></ul>
  11. 11. A Modernidade <ul><li>O conhecimento passa a circular em torno do sujeito </li></ul><ul><li>Os empirismo inglês </li></ul><ul><li>Kant e a crítica da razão </li></ul><ul><li>O ser humano adquire autonomia para criar e saber por sua própria conta </li></ul><ul><li>A noção de autor como um criador individual é fortalecida </li></ul>
  12. 12. O Romantismo <ul><li>O autor deixa de ser um artesão admirado por sua capacidade de imitação (mimésis) </li></ul><ul><li>Passa a ser valorizado por suas habilidades subjetivas </li></ul><ul><li>A capacidade de criar algo único e original </li></ul><ul><li>Surge o gênio criador </li></ul><ul><li>Cujo talento único deve ser recompensado monetariamente – o direito autoral </li></ul>
  13. 13. O autor em dissolução <ul><li>A autonomia autoral é posta em questão: </li></ul><ul><li>Barthes e a morte do autor: “o texto é um tecido oriundo de mil focos da cultura” </li></ul><ul><li>Foucault e a historicidade da autoria, a função autor </li></ul>
  14. 14. Historicidade da autoria <ul><li>O processo autoral varia através do tempo: </li></ul><ul><ul><li>As maneiras como as obras são validadas </li></ul></ul><ul><ul><li>Autoria atribuída ou não </li></ul></ul><ul><ul><li>Individual ou coletiva </li></ul></ul><ul><ul><li>Nomeada ou anônima </li></ul></ul>
  15. 15. O contexto das redes <ul><li>Configuração de um novo tipo de espaço, que interliga de modo original o espaço público e o espaço privado. </li></ul><ul><li>Cognição compartilhada pelo acesso a uma memória de todos. </li></ul><ul><li>A velocidade tecnológica possibilita conexões cada vez mais amplas e mais rápidas, multiplicando geometricamente o potencial cognitivo. </li></ul>
  16. 16. O contexto das redes <ul><li>Outra dimensão perceptiva e cognitiva </li></ul><ul><li>Alta conectividade </li></ul><ul><li>Velocidade </li></ul><ul><li>Favorecimento das estratégias colaborativas </li></ul>
  17. 17. O contexto das redes <ul><li>“ Qualquer um que esteja on-line é, de fato, parte de um hipertexto mundial. [...] A mente elétrica é verdadeiramente pós-escrita no sentido que pode dar-se ao luxo de conhecer sobre si própria e sobre a mente escrita, ela pode combinar o privado e o coletivo em uma única entidade, a conectiva, sem ameaçar uma à outra.” (De Kerckhove, 2003, p. 9) </li></ul>
  18. 18. O contexto das redes <ul><li>As redes colocam em contato atores sociais que permaneceriam isolados </li></ul><ul><li>Tornando possível a articulação de redes sociais de cooperação produtiva </li></ul><ul><li>No capitalismo contemporâneo, baseado no conhecimento e na inovação, a produção se dá em fluxo e em rede </li></ul>
  19. 19. Um exemplo de criação coletiva em rede: Linux <ul><li>Em 1991, Linus Torvalds, estudante finlandês de computação, por hobby, decidiu criar o núcleo de um sistema operacional (kernel) </li></ul><ul><li>Depois de trabalhar algum tempo no projeto, postou uma mensagem na rede Usenet: </li></ul>
  20. 20. Linux <ul><li>Você sente saudade dos bons dias do minix-1.1, quando homens eram homens e escreviam seus próprios device drivers? </li></ul><ul><li>Você está sem um bom projeto e morrendo de vontade de colocar as mãos em um sistema operacional o qual possa modificar de acordo com suas necessidades? </li></ul><ul><li>Você acha frustante quando tudo funciona bem no Minix? Sem mais noites em claro para fazer com que um programa funcione? Então esta mensagem pode ser exatamente para você. :-)  </li></ul>
  21. 21. Linux <ul><li>Programadores de vários cantos do mundo atenderam ao chamado de Torvalds  </li></ul><ul><li>Ainda em 1991 é lançada a primeira versão do programa </li></ul><ul><li>Linux adota a licença GPL – General Public License </li></ul>
  22. 22. GPL <ul><li>Idealizada por Richard Stallman como uma forma de garantir a liberdade do código (Software Livre): </li></ul><ul><ul><li>de rodar o programa com o propósito que quiser; </li></ul></ul><ul><ul><li>de estudar o código fonte e modificá-lo para que faça o que você quiser; (para isso o código deve ser aberto) </li></ul></ul><ul><ul><li>de copiar o programa e distribuir as cópias quando quiser; </li></ul></ul><ul><ul><li>de publicar ou distribuir uma versão modificada quando quiser. (com o código também aberto) </li></ul></ul>
  23. 23. GPL <ul><li>Restrições da GPL: </li></ul><ul><ul><li>Toda a nova versão ou versão derivada deve respeitar as mesmas liberdades, ou seja, o código deve permanecer aberto </li></ul></ul><ul><ul><li>É proibida a apropriação do código para projetos de software proprietário (fechado) </li></ul></ul>
  24. 24. Creative Commons <ul><li>Licença inspirada na GPL, mais adaptada às diversas obras intelectuais </li></ul><ul><li>E com variações para as mais diversas opções ou necessidades de proteção </li></ul>
  25. 25. Creative Commons <ul><li>No lugar da lógica do copyright – Todos os direitos reservados </li></ul><ul><li>A flexibilidade de – Alguns direitos reservados </li></ul>
  26. 26. Creative Commons <ul><li>Atribuição </li></ul><ul><li>Uso não comercial </li></ul><ul><li>Não a obras derivadas </li></ul><ul><li>Compartilhamento pela mesma licença </li></ul><ul><li>Permissão de cópias </li></ul>
  27. 27. Linux <ul><li>Permanecendo sempre aberto, o sistema operacional Linux pôde receber contribuições de milhares de desenvolvedores ao redor do mundo </li></ul><ul><li>Com isso, se tornou o sistema operacional mais estável e portável </li></ul>
  28. 28. Linux <ul><li>Está presente atualmente nos mais diversos tipos de dispositivos:  </li></ul><ul><ul><li>Computadores </li></ul></ul><ul><ul><li>Celulares </li></ul></ul><ul><ul><li>Televisão </li></ul></ul><ul><ul><li>Eletrônicos em geral </li></ul></ul>
  29. 29. Linux <ul><li>Por sua estabilidade e segurança roda em: </li></ul><ul><ul><li>75% das bolsas de valores mundiais </li></ul></ul><ul><ul><li>95% dos supercomputadores </li></ul></ul><ul><ul><li>Em servidores da internet </li></ul></ul>
  30. 30. Empresas que usam Linux
  31. 31. Linux <ul><li>O projeto é coordenado atualmente por Linus Torvalds e pela Linux Foundation </li></ul><ul><li>Empresas como a IBM, a HP e Hitachi também investem no aperfeiçoamento do programa </li></ul><ul><li>A IBM, por exemplo, gastou um bilhão de dólares em 1999 para aprimorar e divulgar o Linux </li></ul><ul><li>A cada três meses é lançada uma nova versão </li></ul>
  32. 32. Linux e Commons <ul><li>Caso do Linux é um exemplo paradigmático do conhecimento tratado como commons </li></ul><ul><li>Cada evolução ou aperfeiçoamento do programa são disponibilizados para toda a comunidade </li></ul><ul><li>Desta forma, incentiva-se a inovação </li></ul>
  33. 33. Commons <ul><li>Em síntese, commons são recursos de uso compartilhado </li></ul><ul><ul><li>Espaços públicos, como praças ou estradas </li></ul></ul><ul><ul><li>Oceanos e o ar </li></ul></ul><ul><ul><li>Cultura (?) </li></ul></ul><ul><ul><li>Conhecimento (?) </li></ul></ul>
  34. 34. Commons e Internet <ul><li>A rede de computadores foi projetada para ser um recurso de uso compartilhado (commons) </li></ul><ul><li>Sua arquitetura ponto-a-ponto montou uma rede simples onde a inteligência fica na ponta, nos aplicativos </li></ul><ul><li>O que gerou grande flexibilidade e plasticidade para o desenvolvimento de muitas inovações </li></ul>
  35. 35. Inovações na Internet
  36. 36. Commons <ul><li>No caso de bens intelectuais, os commons têm um diferencial marcante: sua natureza não rival </li></ul><ul><ul><li>Bens materiais quando são transmitidos representam sempre um tipo de perda </li></ul></ul><ul><ul><li>Bens imateriais quando são compartilhados multiplicam as possibilidades de criações derivadas </li></ul></ul>
  37. 37. Commons <ul><li>Commons também têm história: </li></ul><ul><ul><li>O recurso mais importante que governamos como commons abertos, sem o que a humanidade não poderia ser concebida, é todo o conhecimento anterior ao século XX, a maior parte do conhecimento científico da primeira metade do século XX e grande parte da ciência e do conhecimento acadêmico contemporâneos. (BENKLER) </li></ul></ul>
  38. 38. Conhecimento e Commons <ul><li>Conhecimento como commons é conhecimento aberto à inovação </li></ul><ul><li>Matéria prima para os processos criativos coletivos em rede </li></ul><ul><li>No contexto do capitalismo cognitivo, o conhecimento deve circular para gerar novo conhecimento </li></ul>
  39. 39. Iniciativas OpenScience <ul><li>A ciência adota a filosofia open source do software livre: muitos olhos fazem com que os erros desapareçam </li></ul><ul><li>Princípios da inovação aberta através da colaboração e do compartilhamento de dados </li></ul>
  40. 41. Synaptic Leap <ul><li>Lançada em 2006 </li></ul><ul><li>Investigação colaborativa e aberta sobre doenças negligenciadas, que afetam cerca de 500 milhões de pessoas </li></ul><ul><li>Tuberculose, Malária, Esquistossomose e Toxoplasmose </li></ul><ul><li>Conteúdo registrado sob licença Creative Commons Attribution 2.5 </li></ul><ul><ul><li>(permite compartilhar, remixar, comercializar. citar atribuição de autoria) </li></ul></ul>
  41. 43. Projeto OSDD <ul><li>Lançado em 2008 </li></ul><ul><li>Financiado pelo governo da Índia </li></ul><ul><li>Doenças tropicais negligenciadas </li></ul><ul><li>Mais de 4.500 usuários registrados de mais de 130 países </li></ul><ul><li>Medicamentos serão comercializados como genéricos </li></ul><ul><li>Criaram licença própria para proteger o conhecimento gerado de forma coletiva </li></ul>
  42. 44. Caso E.Coli <ul><li>17 pessoas morreram, milhares foram contaminadas </li></ul><ul><li>A pesquisa foi acelerada pelo compartilhamento de dados e o trabalho coletivo </li></ul><ul><li>Hospital Universitário Hamburg-Eppendorf, da Alemanha, encaminhou amostras de DNA para o Beijing Genomics Institute, na China </li></ul><ul><li>À iniciativa juntaram-se a Universidade de Birmingham, Reino Unido, a empresa espanhola Era7, além de outros pesquisadores da Austrália e EUA </li></ul><ul><li>Os trabalhos foram disponibilizados na Internet para que alguém desse o próximo passo </li></ul><ul><li>Não foi o pesquisador genial que sobressaiu, mas sim o esforço coletivo em prol da ciência </li></ul>
  43. 45. Pesquisas em Alzheimer <ul><li>Esforço conjunto para encontrar marcadores biológicos da progressão da doença </li></ul><ul><li>Reuniu o National Institutes of Health, a Food and Drug Administration, as indústrias de medicamentos e de geração de imagens médicas, universidades e grupos sem fins lucrativos </li></ul><ul><li>Chegaram a 800 indivíduos em acompanhamento por anos </li></ul><ul><li>Por conta disso, mais de 100 estudos estão em andamento para testar drogas para retardar ou impedir a doença </li></ul><ul><li>Os dados para a pesquisa não seriam alcançados por iniciativas isoladas, mas somente através do esforço conjunto </li></ul>
  44. 46. Finalizando <ul><li>The synaptic leap (O salto sináptico) </li></ul><ul><ul><li>A neurociência nos ensina que nascemos com a maioria das células e neurônios que precisamos. Mas quando nascemos não sabemos como focar nossa visão. Acredita-se que nossas sinapses ocorrem de forma randômica numa primeira fase. Com a experiência e repetição de conexões,  novos denditres se formam e o salto sináptico se torna mais eficiente. </li></ul></ul><ul><ul><li>É exatamente o que está acontecendo com a Internet hoje. Lentamente a rede está envolvendo uma quantidade randômica de pessoas e ideias. Novos caminhos colaborativos estão sendo forjados e conexões estão sendo produzidas. A raça humana está prestes a realizar grandes feitos. </li></ul></ul><ul><ul><li>O talento de pesquisa na área médica não deve mais ser constrangido pelas barreiras geográficas. A soma do todo conectado será muito maior do que a soma de partes desconectadas. É nosso dever para com a humanidade proporcionar a estrutura colaborativa que conecte cientistas que queiram produzir este salto e acelerar o processo de pesquisa. </li></ul></ul>
  45. 47. Obrigada! <ul><li>autoriaemrede.wordpress.com </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>@biacm </li></ul>

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