O que é o sistema KERS da F-1?       KERS não é um nome – é a sigla de Kinetic EnergyRecovering System(sistema de recupera...
O sistema desenvolvido pela Williams também usa um volante, mas eleé acionado eletricamente, e não há um câmbio CVT. No KE...
Outras aplicações          Siemens cria inovador “trem verde” para metrô de Oslo        Um dos mais interessantes elemento...
O KERS, Kinetic Energy Recovery Systems, ou, sistema regenerativo deenergia cinética, utilizado na Fórmula-1 e hoje amplam...
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O que é o sistema kers da f

  1. 1. O que é o sistema KERS da F-1? KERS não é um nome – é a sigla de Kinetic EnergyRecovering System(sistema de recuperação de energia cinética). Apesar de ser chamado desistema, o KERS é na verdade um conceito. Diferentes sistemas podem serusados para cumprir o obejetivo do KERS, que é acumular energia gerada nasfrenagens – que seria desperdiçada – para ser usada quando o carro precisaacelerar. Como funciona o KERS Um dos fabricantes de KERS é a Flybrid, que desenvolveu um sistemabaseado num volante acoplado por embreagem a um câmbio CVT, ligado aocâmbio do carro. O volante, feito de aço e fibra de carbono, gira a mais de60.000 rpm no vácuo, graças a uma câmara selada, para diminuir o atrito. Oequipamento completo pesa 24Kg e é capaz de gerar até 60 Kw (pouco maisde 81,5 cv). É o controle da relação das polias do câmbio CVT que define quando osistema armazena ou libera energia. Na desaceleração, o movimento é dirigidoao volante, que acumula energia cinética. A tecnologia da Flybrid não é exatamente nova. A própria empresaexplica que alguns veículos híbridos, como ônibus, e até protótipos de carros,já empregaram algo semelhante. A Flybrid conseguiu no entanto melhorar osistema, graças ao uso de um volante muito leve, que compensa a falta demassa com a altíssima rotação. Segundo a Flybrid, foi possível também umaredução significativa do efeito giroscópico. Esquema do sistema Flybrid
  2. 2. O sistema desenvolvido pela Williams também usa um volante, mas eleé acionado eletricamente, e não há um câmbio CVT. No KERS da Williams ovolante, também mantido em compartimento com vácuo, é produzindo em fibrade carbono, com rolamentos de cerâmica e eixo de aço, e ultrapassa 100.000rpm. No volante do sistema Williams, partículas magnéticas são incorporadasao material do volante, e a passagem de corrente (gerada nas frenagens),graças à ligação dos semi-eixos com um gerador o leva a acelerar. Um inversorpermite o fluxo no sentido contrário – quando o piloto aperta o botão deacionamento do KERS, o volante funciona como um gerador, enviandocorrente ao motor elétrico auxiliar.
  3. 3. Outras aplicações Siemens cria inovador “trem verde” para metrô de Oslo Um dos mais interessantes elementos dos novos trens é seu sistema defrenagem regenerativo, que recupera até 46% da energia consumida na tração.Quando o condutor aciona os freios, os motores funcionam como geradores eusam a energia cinética das rodas para “devolver” à rede parte desta energia jáutilizada anteriormente. Veja mais em: http://www.siemens.com.br/templates/v2/templates/TemplateD.Aspx?channel=9241 Sistema converte a energia cinética da frenagem em eletricidade para alimentar a bateria do carro A frenagem regenerativa é uma daquelas ideias simples, porémengenhosas. Cada vez que o motorista pisa no freio, a energia cinética queimpulsionava o carro para frente acaba sendo dissipada em forma de calor etorna-se, assim, inútil. Com o sistema de frenagem regenerativa, essa energiaé transformada em eletricidade e usada para alimentar a bateria do carro. O aparelho já vem instalado em alguns carros elétricos e híbridos, nosquais é imprescindível manter o motor elétrico sempre carregado. Além decontribuir para a diminuição do consumo de combustível (no caso doshíbridos), os freios regenerativos evitam o desgaste da pastilha de freio, já quea desaceleração não é feita por meio de atrito. Por reaproveitar energia, a frenagem regenerativa contribui para asustentabilidade. KERS na Aviação Voando contra o tempo a aviação busca também alternativassustentáveis para a redução de emissões de carbono e gases do efeito estufa.E para isso buscou da automotiva uma possível saída para a geração deenergia, o KERS.
  4. 4. O KERS, Kinetic Energy Recovery Systems, ou, sistema regenerativo deenergia cinética, utilizado na Fórmula-1 e hoje amplamente utilizado em carrosde passeio é capaz de converter toda a energia cinética em energia elétrica.Na Universidade de Lincoln, no Reino Unido, pesquisadores concluíram umestudo onde mostra que um avião, do porte de um Boeing 737-800, pode geraruma energia de até três megawatts, no momento do pouso e frenagem. Essaenergia poderia ser reutilizada para o taxiamento de chegada e saída daaeronave na pista. Isso reduziria em milhões de toneladas de emissão decombustíveis na atmosfera, todos os anos. A tecnologia, porém, não é tão simples assim. Os geradores precisamser montados no núcleo da roda, sendo parte da mesma, juntamente com otrem de pouso, um sistema complexo e se tratando de aviação, redução depeso e confiabilidade são quesitos básicos.Fontes:carros.hsw.uol.com.br/kers.htmhttp://www.infomotor.com.br/site/2012/03/kers-na-aviacao/

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