PRODUTOS INDUSTRIAIS,GRÁFICOS E SISTEMAS VISUAIS:INTERFACES TECNOLÓGICASDisciplina: Aspectos cognitivos do projeto de arte...
• Bento Gustavo de Sousa Pimentel (PGDesign);
Cursando esta cadeira,foi procurado desenvolveralguns pontos dacompreensão docomportamento no quetange o assunto dodesign,...
OXMAN, R. The Mind in Design: A ConceptualFramework for Cognition in Design. DesignKnowing and Learning: Cognition in Desi...
Considerações
As propriedades cognitivas doaprendizado em design nunca foram oobjetivo da pesquisa em educação(Faculty of Architecture a...
Constatação: aprendizes iniciantesgeralmente não possuem umbackground relevante para a prática dodesign e estão mais incli...
Há uma inclinação à propor que a fáciltendência à formação de processossimbólicos mediante o momento deaquisição visual e ...
OXMAN, 2001
A educação em design tende à realizar umaatividade focal, vislumbrando o lado materialdo design, não se comunicando de for...
OXMAN, 2001
Em SCHÖN, 1992.
SCHÖN, D., ET AL, 1992SCHÖN., D. ET AL. Kinds of seeing and theirfunctions in designing, Design Studies,13(2), 135-153.On ...
• Há um reconhecimento dos problemas e uma resolução doproblema a partir de sua nomeação e descrição;• As mudanças intenci...
SCHÖN, D., ET AL, 1992Manuseio do tipo:Movendo-vendo-movendo = Ação-reflexão
Voltando à OXMAN, 2001.
3.1. Modelagem cognitiva:“cognitive modelling is the symbolicrepresentation of phenomenain design”(p. 274)trad.:modelagem ...
3.2.4. Modelos cognitivos-Estruturas doconhecimento e seus processos associadosno pensamento do design:“any theory knowled...
OXMAN, 2001APRENDIZADO PORCOMPREENSÃODA MUDANÇACOMPREENSÃO DODIRECIONAMENTO EREFINAMENTO DAPRÁTICA A PARTIRDA TIPOLOGIAEFE...
4.3. Apresentação de uma explicação dasestratégias cognitivas, explorando asestruturas do conhecimento:-Está baseada na du...
OXMAN, 2001IDÉIACONCEITOFORMA
Representação e construçãoOXMAN, 2001ANALOGIA/METÁFORATIPOLOGIA DAREPRESENTAÇÃOPROCESSOADAPTATIVO
6.3. Representação e modelagem viso-conceitual como processo de geração deidéias em design baseado em precedentes:“Precede...
Representação eConstrução:OXMAN, 2001Esquematização queilustra como a exploração dainteligência de designfunciona, tal um ...
“But if we are design educators , we must find means tosupplement traditional pedagogy by educating thedesignerly thinker ...
Gestão de Projetos.OXMAN, 2001
OXMAN, R. The Mind in Design: A ConceptualFramework for Cognition in Design. DesignKnowing and Learning: Cognition in Desi...
.REFERÊNCIASMIGUEL. P. A. C. Implementação do QFD para oDesenvolvimento de Novos Produtos – SãoPaulo: Atlas, 2008
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Aspectos cognitivos

  1. 1. PRODUTOS INDUSTRIAIS,GRÁFICOS E SISTEMAS VISUAIS:INTERFACES TECNOLÓGICASDisciplina: Aspectos cognitivos do projeto de artefatos digitais paraensino de ciênciasOrientação: Fernando Schnaid e Gabriela PerryUNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SULPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESIGNCURSO DE MESTRADO COM ÁREA DE CONCENTRAÇÃO DESIGN &TECNOLOGIANov2012
  2. 2. • Bento Gustavo de Sousa Pimentel (PGDesign);
  3. 3. Cursando esta cadeira,foi procurado desenvolveralguns pontos dacompreensão docomportamento no quetange o assunto dodesign, seja na esfera doensino (como material eveículo da transferênciado conhecimento), bemcomo o estado darealização individual egrupal desta atividadeintelectual.
  4. 4. OXMAN, R. The Mind in Design: A ConceptualFramework for Cognition in Design. DesignKnowing and Learning: Cognition in DesignEducation. p. 269-295. Elsevier, GeorgiaInstitute of Technology. Edited by: Charles M.Eastman, W. Michael McCracken and WendyC. Newstetter. Atlanta. USA, 2001
  5. 5. Considerações
  6. 6. As propriedades cognitivas doaprendizado em design nunca foram oobjetivo da pesquisa em educação(Faculty of Architecture and TownPlanning Technion - Israel Institute ofTechnology, Haifa, Israel, 2001).OXMAN, 2001
  7. 7. Constatação: aprendizes iniciantesgeralmente não possuem umbackground relevante para a prática dodesign e estão mais inclinados àdissociação, portanto, á inovação porruptura.Já os mais experientes tendem a nãoconseguir descrever de forma eficienteos meandros e detalhes da atividade(cf. FRIEDMAN, 2000).OXMAN, 2001
  8. 8. Há uma inclinação à propor que a fáciltendência à formação de processossimbólicos mediante o momento deaquisição visual e conceitual, estejaligado ao grau de ineditismo dassoluções inovadoras obtidas no nível dagraduação discente, de forma fértil.OXMAN, 2001
  9. 9. OXMAN, 2001
  10. 10. A educação em design tende à realizar umaatividade focal, vislumbrando o lado materialdo design, não se comunicando de formaexplícita e articulada dentro do processoeducacional.A legitimação dos saberes do designencontra uma prática real difusa, realizadanos estúdios, aonde não há um métodoefetivo verificado para garantir a transmissãodo conhecimento.OXMAN, 2001
  11. 11. OXMAN, 2001
  12. 12. Em SCHÖN, 1992.
  13. 13. SCHÖN, D., ET AL, 1992SCHÖN., D. ET AL. Kinds of seeing and theirfunctions in designing, Design Studies,13(2), 135-153.On Clara s:Her experimentation is an objective‘ processin the sense that she can make mistakes andbecome aware of them. And it is her ability tomake subjective judgments of quality thatrenders this kind of objectivity possible. (p.138)Trad.: A experimentação de Clara é um processoobjetivo no sentido de que ela pode cometer errose tornar-se a par destes. É sua habilidade derealizar julgamento subjetivos de qualidade quepossibilitam este tipo de objetividade
  14. 14. • Há um reconhecimento dos problemas e uma resolução doproblema a partir de sua nomeação e descrição;• As mudanças intencionais são concluídas sem julgamentosubjetivo, apenas na descrição de sua realização, porém, sãoafirmadas em seu resultado por um julgamento subjetivo. Ouseja, Você consegue o que tinha intenção, e gosta do queconsegue;• A espacialidade no sentido de proporcionalidade, dado ojulgamento de um critério visual (no caso da arquitetura), é dadopela necessidade direta de um referencial ampliado, contandocom um segundo ainda, ou um exemplar ambiental, e suacomparação. É percebido aqui um rudimento útil para omanuseio da forma como técnica e linguagem;SCHÖN, D., ET AL, 1992
  15. 15. SCHÖN, D., ET AL, 1992Manuseio do tipo:Movendo-vendo-movendo = Ação-reflexão
  16. 16. Voltando à OXMAN, 2001.
  17. 17. 3.1. Modelagem cognitiva:“cognitive modelling is the symbolicrepresentation of phenomenain design”(p. 274)trad.:modelagem cognitiva é a representaçãosimbólica de um fenômeno em designÁreas de estudo: representação, raciocínio eestruturas do conhecimento. É aonde processos taisquais o silogismo, analogia e a metáfora são asbases da construção do raciocínio.OXMAN, 2001
  18. 18. 3.2.4. Modelos cognitivos-Estruturas doconhecimento e seus processos associadosno pensamento do design:“any theory knowledge must make a commitment toparticular content schemas” (p. 278)Trad.: qualquer teoria do conhecimento precisa realizar umcomprometimento com um esquema de conteúdo em particular*Design thinking: racionalização doprocesso de design aonde a criatividade édescrita por uma terminação que evidenciao desenvolvimento progressivo, acusadoem uma terminação qual ‘typologicalemergence’ (p. 278)OXMAN, 2001
  19. 19. OXMAN, 2001APRENDIZADO PORCOMPREENSÃODA MUDANÇACOMPREENSÃO DODIRECIONAMENTO EREFINAMENTO DAPRÁTICA A PARTIRDA TIPOLOGIAEFETIVIDADE NAPESQUISAORIENTADA DODESIGNTypological emergence:1.2.3.
  20. 20. 4.3. Apresentação de uma explicação dasestratégias cognitivas, explorando asestruturas do conhecimento:-Está baseada na dualidade fundamental do conteúdográfico e conceitual;-Visualiza a criação de estruturas do conhecimentocomo categoria básica;6. Premissa: extrair através dasrepresentações genéricas, uma correlaçãopara esquematizar processos de aquisiçãodo conhecimento:OXMAN, 2001
  21. 21. OXMAN, 2001IDÉIACONCEITOFORMA
  22. 22. Representação e construçãoOXMAN, 2001ANALOGIA/METÁFORATIPOLOGIA DAREPRESENTAÇÃOPROCESSOADAPTATIVO
  23. 23. 6.3. Representação e modelagem viso-conceitual como processo de geração deidéias em design baseado em precedentes:“Precedent-based design is accepted as one of thecognitive phenomena in design creativity and as asource of ideation”Trad.: design como base em outros precedentes é aceito como umdos fenômenos cognitivos na criatividade do design como fonte deidéias-Que pode ser indexadas e organizadas,de forma a gerar outro processo de idéias;OXMAN, 2001
  24. 24. Representação eConstrução:OXMAN, 2001Esquematização queilustra como a exploração dainteligência de designfunciona, tal um paralelo emSchön, 1985EMERGÊNCIA
  25. 25. “But if we are design educators , we must find means tosupplement traditional pedagogy by educating thedesignerly thinker as well as the maker of designs”(p.291)Trad.: mas se somo educadores de design, nós preciso encontrarmeios de substituir a pedagogia tradicional ao educar ospensadores de design bem como os que trabalham com ele.OXMAN, 2001
  26. 26. Gestão de Projetos.OXMAN, 2001
  27. 27. OXMAN, R. The Mind in Design: A ConceptualFramework for Cognition in Design. DesignKnowing and Learning: Cognition in DesignEducation. p. 269-295. Elsevier, GeorgiaInstitute of Technology. Edited by: Charles M.Eastman, W. Michael McCracken and WendyC. Newstetter. Atlanta. USA, 2001SCHÖN., D. ET AL. Kinds of seeing and theirfunctions in designing, Design Studies, 13(2),135-153. .REFERÊNCIASFRIEDMAN., K. IN: International Conference onDesign and Technology Educactional Research2000 Loughborough University. Creating designknowledge: from research into practice.Leicestershire, United Kingdom, 2000.
  28. 28. .REFERÊNCIASMIGUEL. P. A. C. Implementação do QFD para oDesenvolvimento de Novos Produtos – SãoPaulo: Atlas, 2008
  29. 29. » bgugapimentel.designer@yahoo.com.br

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