Ditadura Salazarista

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Ditadura Salazarista

  1. 2. <ul><li>Mais tarde, após o golpe militar de 28 de Maio de 1926, as Finanças Públicas de Portugal, desgastadas ainda dos prejuízos da Primeira Guerra Mundial e pelas sucessivas quedas dos governos efémeros da Primeira República, estavam quase no ponto zero. Salazar foi então chamado à capital para ser Ministro das Finanças, cargo que ocupou novamente por apenas dias, visto o regime militar da altura não ter aceite seguir as condições de Oliveira Salazar, respeitante aos orçamentos. Só à beira do desespero financeiro e social é que o regime militar aceita as condições de Salazar, permitindo-o proceder a um saneamento financeiro de grande sucesso. Devido ao sucesso das suas políticas, foi nomeado Presidente do Conselho de Ministros. </li></ul><ul><li>Instituidor do Estado Novo, através da Nova Constituição de 1933, e da sua organização política, a União Nacional, Salazar dirigiu os destinos de Portugal, como Presidente do Conselho de Ministros, entre 1932 e 1968, continuando com uma política de controlo de gastos, permitindo a Portugal ter um saldo positivo na sua balança comercial e financeira (em termos simples, ganhava-se mais do que se gastava em termos do Estado e as suas receitas fiscais), pela primeira e única vez na longa história do País. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>António de Oliveira Salazar, nascido no Vimieiro, concelho de Santa Comba Dão, no dia 28 de Abril de 1889 foi Presidente do Conselho de Ministros de Portugal de 1931 a 1968, tendo antes sido professor catedrático da Universidade de Coimbra. </li></ul><ul><li>Salazar começou a sua carreira política enquanto deputado ao Parlamento, tendo-o sido apenas por dia. Quando Salazar participou no Plenário de Abertura, notou que a Assembleia da República não funcionava nem conseguia ultrapassar as querelas políticas da época, de modo a servir o País, tendo-se demitido e voltado para a Universidade de Coimbra, para leccionar. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Apoiando-se na doutrina social da Igreja Católica, Salazar orientou o País para um corporativismo de Estado autoritário, com uma linha de acção económica nacionalista. Este nacionalismo económico levou-o a tomar medidas de proteccionismo e isolacionismo de natureza fiscal, tarifária, alfandegária, para Portugal e as colónias, que tiveram grande impacto sobretudo até aos anos 60, altura que Portugal começou a abrir-se ao exterior devido a pressões da ONU, aliados e devido às crescentes questões coloniais. </li></ul><ul><li>O princípio do fim de Salazar começou a 3 de Agosto de 1968, no Forte de Santo António, no Estoril, onde aconteceu a famosa queda de uma cadeira de lona, deixada em segredo primeiro, acabou por ditar o seu afastamento do Governo. Porém ainda hoje vários historiadores põem em causa se este episódio realmente aconteceu. </li></ul><ul><li>Américo Tomás, então Presidente da República chamou, a 27 de Setembro de 1968, Marcelo Caetano para substituir Salazar. Até morrer, em 1970, continuou a receber visitas como se fosse ainda Presidente do Conselho, tendo vindo a falecer no dia 27 de Julho de 1970, na cidade de Lisboa. O seu funeral foi presenciado por milhares de portugueses, que se deslocaram de todo o País. </li></ul>
  4. 6. <ul><li>A 27 de Julho de 1970, morre, em Lisboa, o ditador António de Oliveira Salazar. Faleceu por ter caído de uma cadeira e haver ficado inutilizado para o desempenho de tarefas governativas, e por isso foi substituído por Marcelo Caetano. </li></ul>
  5. 7. <ul><li>Que Salazar morreu: </li></ul><ul><li>Caiu de umas escadas </li></ul><ul><li>Bateu com a cabeça no chuveiro </li></ul><ul><li>Morreu por doença de coração. </li></ul>
  6. 8. Trabalho feito por: Ana Carina Nº2 Inês Garcia Nº17 Renato Rainha Nº25

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