Interaction ReduxDESIGN REFLEXIVO COMO FOCODOS ESFORÇOS DA COMUNIDADE
Século XIX, Inglaterra. Um grupo de cavalheiros estuda magia.
Aparece Mr. Norrell. Eremita e estudioso.“Trarei a magia de volta à Inglaterra”.
Em contraponto, Jonathan Strange. Sociável e experimentador.          Magia como última tentativa de carreira.
Inevitavelmente, os dois acabam em conflito.
Mas, no fim, os dois lutam pela mesma coisa:
COMO FAZER A MAGIA UMA PROFISSÃO RESPEITÁVEL.
Acho que podemos adequar a pergunta para nós.
INTERACTION DESIGNCOMO FAZER A MAGIA UMA PROFISSÃO RESPEITÁVEL.
Mas antes de tudo: o que é uma profissão?
UMA DEFINIÇÃO DO DICIONÁRIO INFORMAL           1. O ofício. Formação acadêmica de um indivíduo.2. A palavra "profissão" de...
NÃO CONFUNDIR: PROFISSÃO E CARREIRA.                      A primeira contribuição concerne ao caráter unívoco do conceito ...
Existem três coisas muito discutidas nos eventos           que me fazem pensar nisso.
1. A CARREIRA DE UX“Não se paga um diretor ou vice-presidente de UX/IxD”
RECEBEMOS DIFERENTES NOMES, E TEMOS                          DIFERENTES FAIXAS DE EXPERIÊNCIA POR CARGO              Cargo...
MAS, APESAR DISSO, A MAIOR PARTE DE NOSSAS ATIVIDADES                      PARECE PERMANECER INALTERADA                   ...
2. O DESIGN DE INTERAÇÃO A SERVIÇO DE COISAS MAIORES                        Na criação de cidades inteligentes            ...
POLISE DE MARCHI, PhDArquiteta e urbanista, com doutorado pela FAUUSP,pesquisa tecnologia, design, e as relações entre    ...
JON KOLKO, Designer de Interaç ão                       E O DESIGN DEJon Kolko é fundador e diretor doAustin Center for De...
3. AS ATIVIDADES DE UX/IXD      Em um nível mais estratégico, convivendo com designers com mais noções de usabilidade.
VIVEMOS EM UMA ECOLOGIA DISCIPLINAR,              E ISSO DEVERIA AFETAR NOSSA ATUAÇÃO                        2. Designers ...
Esses três assuntos têm tudo a ver com nossa profissão.1. É um retrato atual.2. Mostra coisas que pessoas como nós podem f...
O que, particularmente, me deixa inquieto, com a sensação             de que não estamos fazendo tudo. Basta olharmos uma ...
OS TRÊ NÍ VEIS DE DESIGN,                    S           PROPOSTOS POR DONALD NORMANDESIGN VISCERAL      Cultural         ...
E O QUE FAZEMOS, NA VERDADE...DESIGN VISCERALDESIGN                      Fica somente nesse nívelCOMPORTAMENTALDESIGN REFL...
Quando vemos pessoas como Vassão, DeMarchi, Kolko, etc, falando,      notamos que existem pessoas na nossa comunidade     ...
MAS, NO DIA-A-DIA, QUEM CUIDA DO NÍ VEL DE DESIGN                    REFLEXIVO?
3.    1.AGÊNCIAS              2. PORTAIS                                               CONSULTORIASProcure isso em áreas  ...
EM PARTES, ISSO É HISTÓRICO.Cada uma dessas áreas é muito mais antiga e muito mais forte.Ao falarmos de empresas, precisam...
EM PARTES, FALHA NOSSA.Detemos um conhecimendo específico e muitas vezes nos             deixamos levar pelo jargão e o ci...
É por isso que eu acredito que muito da legitimização  de nossa profissão pode passar por nós nos focarmos    em discutirm...
QUATRO ELEMENTOS DA EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO                                                     VALOR                      ...
E UM RETRATO ATUAL                                                                                                        ...
E UMA PROPOSTA DE MOVIMENTO,                                             EM DIREÇÃO AO DESIGN REFLEXIVO.      DISCUTIR    ...
E O QUE EXATAMENTE ISSO TEM A VER COM APROFISSÃO?
VP                                                                            Diretor                                     ...
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Os níveis mais altos da cadeia não podem ser apenas executoresde tarefas. Em palavras mais diretas, um Vice-Presidente de ...
OUTRA DEFINIÇÃO: HERÓIS       “Membros da organização que servem            como modelos ou ideais para o          cumprim...
Os cargos mais altos precisam ser “heróis”, e entregar justamenteo questionamento sobre design reflexivo - que deve se enc...
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É nesse nível superior de estratégia que operam discussões    como as de tecnologia mudando o ambiente urbano.
E são discussões um tanto diferentes das que temos        sobre nossas atividades costumeiras.
Porque uma vez que algo IMPORTE PARA MIM,             eu consigo enxergar uma diferença.E na velocidade do mercado, criar ...
MAS NA PRÁTICA, ISSO SE SUSTENTA?
1. INTERNET BANKING      Internet banking já ultrapassou ATM no     Brasil tem anos. Não é uma questão de    ter uma usabi...
2. NIKE+Com tantas versões e evoluções, não é uma questão de usabilidade também.  Mas sim de deixar uma mensagem:         ...
3. INSTAGRAM  Em poucos anos, tornou-se um produto com grande aderência e evolução. E issose deve a ser filho legítimo de ...
CONSIDERAÇÕ FINAIS                              ESTemos muitos instrumentais para medir os níveis de design visceral ecomp...
•    Obrigado. :)    brunolantis@gmail.com    http://br.linkedin.com/in/brunocanato                         m    /brunocan...
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Apresentação para a primeira edição do Interaction Redux, em 19 de maio de 2012. Discuto a importância de pensarmos em Design Reflexivo e não só em Design Comportamental como uma maneira de validarmos nossa profissão.

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  • Como primeira nota, gostaria de dizer que essa apresentação é de cunho extremamente pessoal. Eu nunca fui engajado com a comunidade de UX/IxD, mas nos últimos meses decidi interagir um pouco mais, e participei do EBAI, IXDSA e WIAD. Dos três, acredito, o mais produtivo foi o IXDSA.
  • Quando estava no IXDSA, aproveitei para ver amigos que moravam lá. Fui visitar uma amiga e ela me indicou um livro chamado Jonathan Strange & Mr. Norrell. Vou tentar resumir um pouco o plot:
  • Protelei a leitura do livro e, no dia em que soube desta edição do Interaction Redux, terminei o livro. Boa parte da dinâmica dos personagens ajudou com que eu me identificasse e trouxesse isso para a realidade da nossa profissão.
  • Parecia-me que a pergunta não estava só na seara do corpo teórico da nossa profissão. Por isso, decidi tentar entender um pouco mais sobre Recursos Humanos e Teorias Organizacionais.
  • O Importante de entender aqui é um contraponto conceitual. Sua profissão deriva de seu corpo teórico e conceitual. A carreira se concretiza com isso, mas em relação a uma instituição e ao longo do tempo.
  • Notamos uma profusão de nomes para o que fazemos – alguns dos quais podem gerar distorções no tocante aos cargos. Existe uma reta média possível entre cargo e tempo de trabalho.
  • E apesar de todas essas variantes, nossas principais atividades permanecem inalteradas.
  • Nos últimos anos, há uma mudança clara no nível de conhecimento sobre usabilidade e design de interação, mesmo em profissionais que não sejam focados nisso. Por sua vez, isso faz com que sobre nos recaiam mais exigências – e que tenhamos lidar com um certo estigma por sempre termos sido tão assertivos sobre nosso campo.
  • Ou melhor – pensando em criar suportes para experiências, ou designs de interação possíveis cuja função primária é ter uma grande utilidade, ou significar algo para aqueles que as usam,
  • Nesse ponto, é necessário fazer uma ressalva. Sempre trabalhei em agência. Tenho contato com algumas pessoas de consultorias, e de portais (mas, neste caso, mais de editorias). Por isso, posso ter me enganado sobre o fluxo de demanas e idéias, e obviamente deixei de fora deste resumo empresas com áreas de UX/IxD.
  • Atualmente, nos focamos na discussão de usabilidade, na camada de Design Comportamental. Pensamos em barreiras de usabilidade para o uso, discutindo um pouco a adoção. Falamos bem pouco sobre o quão desejável deveria ser a experiência final.
  • Sugiro adentramos o nível reflexivo do design ao discutirmos o valor ou utilidade da experiência e técnicas possíveis para o engajamento a longo do tempo com aquela experiência. Por discussões com profissionais de Content Strategy, acredito ocasionalmente que acostumamo-nos a discutir forma, e deixamos de discutir o conteúdo, de maneira mais ampla. Se compararmos o que fazemos com, por exemplo, o proposto em Ansiedade de Informação, é notável um gap.
  • Se imaginarmos uma “ escada ” de cargos – uma carreira em uma empresa mais tradicional – teríamos uma visualização mais ou menos dessa maneira.
  • E se formos analisar essa escada sob a ótica de papéis e responsabilidades, teríamos algo mais ou menos assim: - Estagiários e assistentes auxiliam os outros, num modelo de aprendizado pela prática. - Analistas e especialistas têm grande foco na execução – nisso, precisam provar conhecimento e excelência técnica. - Passado o momento de execução, especialistas e coordenadores começam a coordenar a operação, verificando seu funcionamento, pipeline, etc. - Gerentes e diretores planejam, com foco em entregas e escalonamento de atividades. - Diretores e vice-presidentes pensam em estratégia – não somente com clientes, mas com relação à área e a própria empresa. O que o trabalho dessa disciplina quer dizer? O que importa para a empresa? Quanto maior o cargo, maior o risco envolvido, e maior a responsabilidade. Espera-se, neste desenho, que a escada seja garantida e associada a tempo de experiência e conhecimento de gestão de pessoas, negócios, etc – de tal maneira que o risco envolvido seja mitigado por esse tipo de saber.
  • Os níveis mais altos de uma hierarquia – e cargos, em geral – não podem ser pessoais operacionais. Isso não quer dizer, obviamente, que uma pessoa em alto cargo não deva conhecer técnica – muito pelo contrário. Todo instrumental e saber que acumulamos até agora deve ser acessível e inteligível para essas pessoas. O custo para a empresa da atividade cotidiana das pessoas precisa ser diluído de alguma forma. E essas pessoas precisam se encarregar de tarefas diferentes, que reverberem por toda a estrutura.
  • Em outras palavras: os níveis mais altos devem se ocupar de responder uma série de perguntas, tais como: Por que essa disciplina é importante para a empresa? Para onde a área está rumando? Quais são as tendências e o estado da arte? Como está este mercado profissional?
  • Ancorando ainda mais – no que toca o relacionamento e a entrega, mais do que validar os outputs finais como a melhor prática de Design Comportamental, devem se ocupar com o questionamento do desenvolvimento de algo que faça substancial diferença no nível de Design Reflexivo.
  • Este diagrama é importantíssimo para uma compreensão do que falamos. Ele representa um resumo de o funcionamento sugerido de uma empresa: No cerne, os objetivos. Tudo deve aumentar a percepção de valor ou mais vendas. Para isso, a empresa conta com quatro ferramentas, os famosos 4 Ps de marketing: produto, preço, promoção e praça. Cercando tudo isso, temos as responsabilidades de marketing e branding. A empresa deve fazer coisas que Entusiasme o público interno, Encante cliente e consumidores, Enlouqueça e concorrência e/ou Enriqueça os envolvidos no processo. Tal resumo toca em um ponto essencial, que é o de recursos para elaboração dos trabalhos. Boa parte dos mesmos sempre vêm de agências de propaganda, modelos em que a verba para produção sai de um cálculo de Promoção. Isso não é verdade para a maior parte de nossos trabalhos – que não são propaganda, stricto sensu. Por esta razão, é mister que tenhamos uma compreensão de negócios para conseguirmos explicar corretamente o impacto possível.
  • Aqui, retomando estratégia como o nível mais alto da cadeia, e entendendo a referência como uma metáfora – precisamos pensar em um design que seja importante, único e relevante, para além da usabilidade.
  • Torna-se relevante, por fim, entendermos e assimilarmos a diferença entre utilidade e usabilidade. A utilidade – no nível de Design Reflexivo – tende a ser muito mais duradouro que a usabilidade – Design Comportamental – por si. Todo o cuidado que já temos com o Design Comportamental vem, portanto, como instrumental para exponencializarmos a utilidade.
  • Design Reflexivo como foco de esforços da comunidade

    1. 1. Interaction ReduxDESIGN REFLEXIVO COMO FOCODOS ESFORÇOS DA COMUNIDADE
    2. 2. Século XIX, Inglaterra. Um grupo de cavalheiros estuda magia.
    3. 3. Aparece Mr. Norrell. Eremita e estudioso.“Trarei a magia de volta à Inglaterra”.
    4. 4. Em contraponto, Jonathan Strange. Sociável e experimentador. Magia como última tentativa de carreira.
    5. 5. Inevitavelmente, os dois acabam em conflito.
    6. 6. Mas, no fim, os dois lutam pela mesma coisa:
    7. 7. COMO FAZER A MAGIA UMA PROFISSÃO RESPEITÁVEL.
    8. 8. Acho que podemos adequar a pergunta para nós.
    9. 9. INTERACTION DESIGNCOMO FAZER A MAGIA UMA PROFISSÃO RESPEITÁVEL.
    10. 10. Mas antes de tudo: o que é uma profissão?
    11. 11. UMA DEFINIÇÃO DO DICIONÁRIO INFORMAL 1. O ofício. Formação acadêmica de um indivíduo.2. A palavra "profissão" deve ser entendida como uma práticareiterada e lucrativo, da qual extrai o homem os meios para a sua subsistência, para sua qualificação e para seu aperfeiçoamento moral, técnico e intelectual, e da qual decorre, pelo simples fato do seu exercício, um benefício social.
    12. 12. NÃO CONFUNDIR: PROFISSÃO E CARREIRA. A primeira contribuição concerne ao caráter unívoco do conceito que pode ser aplicado a todas as pessoas em diferentes tipos de trabalhos, constituído não no âmbito organizacional; enquanto a segunda contribuição reporta-se ao reconhecimento da carreira como um mediador-chave do relacionamento entre o indivíduo e a organização. A terceira contribuição, por sua vez, está no estabelecimento do estudo interdisciplinar da carreira, envolvendo a psicologia, a sociologia, a antropologia, ciências políticas e econômicas, dentre outras (ARTHUR, 1994). Por fim, a quarta contribuição diz respeito à visão dualista sobre a mesma situação de carreira. De um lado há a perspectiva objetiva pela interpretação institucional, seja da sociedade ou da organização; e de outro lado existe a perspectiva subjetiva pela interpretação do próprio indivíduo diante de sua situação de carreira (ARTHUR, 1994). O reconhecimento da perspectiva individual corroborou para a consideração dos aspectos subjacentes a carreira, incluindo as mudanças individuais de atitudes e valores, necessidades e aspirações, auto-avaliação e auto- conceito (HALL; HUGGENS; SCHEIN; VAN MAANEN apud LOUIS, 1980).Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-evolucao-do-conceito-de-carreira/25606/.
    13. 13. Existem três coisas muito discutidas nos eventos que me fazem pensar nisso.
    14. 14. 1. A CARREIRA DE UX“Não se paga um diretor ou vice-presidente de UX/IxD”
    15. 15. RECEBEMOS DIFERENTES NOMES, E TEMOS DIFERENTES FAIXAS DE EXPERIÊNCIA POR CARGO Cargo # % Arquiteto de informaç ão 68 31,1 Designer de experiência do usuário 30 13,8 Designer de interaç ão 25 11,5 Analista de usabilidade 16 7,3 Analista de produto 9 4,1 Desenvolvedor 8 3,7 mínimo máximo mé dia Designer de interface 7 3,2 Gerente 1 ano 13 anos 6 anos Consultor 6 2,8 Coordenador 6 meses 10 anos 4 anos Designer visual / diretor de arte 5 2,3 Supervisor 5 anos 7 anos 6 anos Webdesigner 4 1,8 Especialista 1 mês 15 anos 6 anos Analista de sistemas 4 1,8 Sênior 1 mês 15 anos 6 anos Planejamento 3 1,4 Pleno 6 meses 14 anos 4 anos Designer 3 1,4 Júnior 1 mês 5 anos 1 ano Product owner 2 0,9 Analista de tecnologia 2 0,9 Engenheiro 2 0,9 Pesquisador 2 0,9 Gerente de produto 2 0,9 Analista de teste 2 0,9 Outros 20 9,2Fonte: http://www.slideshare.net/ebai/panorama-do-mercado-de-trabalho?from=ss_embed
    16. 16. MAS, APESAR DISSO, A MAIOR PARTE DE NOSSAS ATIVIDADES PARECE PERMANECER INALTERADA Atividade % 1.Wireframe 94% 2.Fluxograma 84% 3.Protó tipo navegável 84% 4.Apresentaç õ para clientes (externos ou internos) es 83% 5.Mapa do site / Sitegrama 83% 6.Benchmark 78% 7.Validaç ã e acompanhamento do desenvolvimento o 78% 8.Levantamento de requisitos 76% 9.Inventá de Conteú rio do 66% 10.Avaliaç ã heurística o 63%Fonte: http://www.slideshare.net/ebai/panorama-do-mercado-de-trabalho?from=ss_embed
    17. 17. 2. O DESIGN DE INTERAÇÃO A SERVIÇO DE COISAS MAIORES Na criação de cidades inteligentes ou ajudando em causas sociais.
    18. 18. POLISE DE MARCHI, PhDArquiteta e urbanista, com doutorado pela FAUUSP,pesquisa tecnologia, design, e as relações entre O DESIGN DE INTERAÇÃOcorpo, objeto, ambiente e cidade. Atua como PODE SERVIR COMOconsultora, professora do Centro UniversitárioSENAC, onde coordena a pesquisa “Cidade UMA FERRAMENTA PARAaumentada: o impacto das novas tecnologiasno ambiente urbano” e projetos de UX no ALTERAR O AMBIENTELaboratório de Usabilidade e Interação. URBANO.CAIO VASSÃO, Pesquisador e Consultor emMetadesign, Open Innovation e Arquitetura NÃO BASTA PENSARMOSLivreDoutor pela FAUUSP, pesquisa a relação entre EM NOVOS ARTEFATOS -tecnologia, ambiente urbano e cultura desde 1993. Éconsultor em Design de Interação, Meta design e PRECISAMOS ATENTAROpen Innovation, nos quais aplica conceitos da PARA A RELAÇÃO ENTRE“Arquitetura Livre”.É fundador do Escritório de Pesquisa Independente ELES E OS AMBIENTES(EPI) no qual coordena projetos baseados em EM QUE SE INSEREM.conceitos inovadores como ecologias/nichosde interação, repertórios tecnológicos e a“cidade distribuída”
    19. 19. JON KOLKO, Designer de Interaç ão E O DESIGN DEJon Kolko é fundador e diretor doAustin Center for Design, uma instituição INTERAÇÃO TAMBÉ Meducacional dedicada ao ensino de Design de PODE SERVIR PARAInteração e ao empreendedorismo social. AJUDAR EM CAUSAS SOCIAIS - UMAMARTIN VERZILLI, Designer de Interaç ão e FERRAMENTAEngenheiro de Software no iLab Amé rica Latinado InSTEDD IMPORTANTE, MAS SÓMartin trabalhou em diferentes projetos do InSTEDD, DEPOIS QUE SEdesde 2008. Estes projetos normalmente envolvem odesenvolvimento de sistemas de informação LOCALIZA PROBLEMASpara pessoas com baixa habilidade tecnológica IMPORTANTES E SEem áreas de conectividade limitada.Graduado em Ciência da Computação na Univesidade MAPEIA CONDIÇÕ QUE ESde Buenos Aires, especializado em modelagem esimulação de arritmias cardíacas. TORNEM INTERAÇÕESTrabalhou no desenvolvimento de softwares por mais DESENHADASde 8 anos. Trabalha para Manas, desde 2006, e paraInSTEDD, desde 2008. Apesar de sua experiência na POSSÍ VEIS.área técnica, é focado na experiência do usuário e nodesign de interação.
    20. 20. 3. AS ATIVIDADES DE UX/IXD Em um nível mais estratégico, convivendo com designers com mais noções de usabilidade.
    21. 21. VIVEMOS EM UMA ECOLOGIA DISCIPLINAR, E ISSO DEVERIA AFETAR NOSSA ATUAÇÃO 2. Designers já tem 3. Empresas começam1. AI, UX e IXD eram algum conhecimento e a procuraridéias completamente se questionam sobre profissionais queestranhas a designers design de interação, saibam dessa mesmo quando não disciplina mas também tem o conhecimento de design e/ou de teórico estratégia
    22. 22. Esses três assuntos têm tudo a ver com nossa profissão.1. É um retrato atual.2. Mostra coisas que pessoas como nós podem fazer.3. Mostra o que outras disciplinas que convivem com a gente têm feito.
    23. 23. O que, particularmente, me deixa inquieto, com a sensação de que não estamos fazendo tudo. Basta olharmos uma referência clássica da comunidade.
    24. 24. OS TRÊ NÍ VEIS DE DESIGN, S PROPOSTOS POR DONALD NORMANDESIGN VISCERAL Cultural Percepção de “beleza” Impacto emocional, reação inicialDESIGN FunçãoCOMPORTAMENTAL Facilidade de compreensão Usabilidade Sensação físicaDESIGN REFLEXIVO Mensagem, cultura e significado do produto A imagem que apresentamos aos outros A essência do design reflexivo: ele está na mente do contemplador
    25. 25. E O QUE FAZEMOS, NA VERDADE...DESIGN VISCERALDESIGN Fica somente nesse nívelCOMPORTAMENTALDESIGN REFLEXIVO
    26. 26. Quando vemos pessoas como Vassão, DeMarchi, Kolko, etc, falando, notamos que existem pessoas na nossa comunidade que pensam no design reflexivo.
    27. 27. MAS, NO DIA-A-DIA, QUEM CUIDA DO NÍ VEL DE DESIGN REFLEXIVO?
    28. 28. 3. 1.AGÊNCIAS 2. PORTAIS CONSULTORIASProcure isso em áreas Quem decide Tem um bom fluxo decomo Planejamento e normalmente são os jobs vindo de agências.Criação. canais e editorias
    29. 29. EM PARTES, ISSO É HISTÓRICO.Cada uma dessas áreas é muito mais antiga e muito mais forte.Ao falarmos de empresas, precisamos pesar tradição e política.
    30. 30. EM PARTES, FALHA NOSSA.Detemos um conhecimendo específico e muitas vezes nos deixamos levar pelo jargão e o cientificismo.
    31. 31. É por isso que eu acredito que muito da legitimização de nossa profissão pode passar por nós nos focarmos em discutirmos também o nível reflexivo do design.Isso faz sim parte do nosso escopo: projetar uma interação que resulte em uma boa experiência do usuário.
    32. 32. QUATRO ELEMENTOS DA EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO VALOR USABILIDADE É Ú TIL? É FÁCIL DE USAR? ADOÇÃO “DESEJABILIDADE É FÁCIL DE COMEÇAR A ” USAR? É FÁCIL E ENGAJADOR?Fonte: http://www.uxmatters.com/mt/archives/2012/04/more-than-usability-the-four-elements-of-user-experience-part-i.php
    33. 33. E UM RETRATO ATUAL NOSSO FOCO VALOR USABILIDADE ATUAL.Alguma influência. “DESEJABILIDADE Pouca influência. ADOÇÃO ”Fonte: http://www.uxmatters.com/mt/archives/2012/04/more-than-usability-the-four-elements-of-user-experience-part-i.php
    34. 34. E UMA PROPOSTA DE MOVIMENTO, EM DIREÇÃO AO DESIGN REFLEXIVO. DISCUTIR VALOR USABILIDADE UTILIDADE. “DESEJABILIDADE ” DISCUTIR ADOÇÃO ENGAJAMENTO.Fonte: http://www.uxmatters.com/mt/archives/2012/04/more-than-usability-the-four-elements-of-user-experience-part-i.php
    35. 35. E O QUE EXATAMENTE ISSO TEM A VER COM APROFISSÃO?
    36. 36. VP Diretor Gerente Coordenador Especialista Analista AssistenteEstagiário
    37. 37. VP Diretor Gerente Coordenador ESTRATÉ GIA Especialista PLANEJAMENTO Analista COORDENAÇÃO Assistente EXECUÇÃOEstagiário APRENDIZADO
    38. 38. Aí que temos alguns pontos importantes a questionar da pesquisa:1. Temos muitos nomes, e a discussão acerca dos mesmos é bem cansativa.2. O tempo de experiência por cargo não está em nada associado com o tempo geral deaprendizado.3. A ausência de cruzamento de cargo com atividades não nos permite4. Tudo isso impacta, de maneira operacional e financeira, o desenho de um plano de carreira.NOSSO PANORAMA DE PROFISSÃO E CARREIRA É DEVERAS CONFUSO.
    39. 39. Os níveis mais altos da cadeia não podem ser apenas executoresde tarefas. Em palavras mais diretas, um Vice-Presidente de UX/IxD não fará wireframes e sitemaps. Eles precisam ser modelos.
    40. 40. OUTRA DEFINIÇÃO: HERÓIS “Membros da organização que servem como modelos ou ideais para o cumprimento de normas e valores culturais”. - DAFT, R. L. Organizações: Teorias e Projetos
    41. 41. Os cargos mais altos precisam ser “heróis”, e entregar justamenteo questionamento sobre design reflexivo - que deve se encontrar com a estratégia dos clientes.
    42. 42. ENTUSIASMAR PRODUTOE temos, assim, uma oportunidade VALORde oferecer diferenciais e valores ENRIQUECER PRAÇA PREÇO ENCANTARpara uma empresa. VENDAS PROMOÇÃO ENLOUQUECER
    43. 43. É nesse nível superior de estratégia que operam discussões como as de tecnologia mudando o ambiente urbano.
    44. 44. E são discussões um tanto diferentes das que temos sobre nossas atividades costumeiras.
    45. 45. Porque uma vez que algo IMPORTE PARA MIM, eu consigo enxergar uma diferença.E na velocidade do mercado, criar algo RELEVANTE E Ú NICO dura mais do que criar algo com ótima usabilidade.
    46. 46. MAS NA PRÁTICA, ISSO SE SUSTENTA?
    47. 47. 1. INTERNET BANKING Internet banking já ultrapassou ATM no Brasil tem anos. Não é uma questão de ter uma usabilidade perfeita, mas sim de oferecer um canal mais prático para realizar tarefas.
    48. 48. 2. NIKE+Com tantas versões e evoluções, não é uma questão de usabilidade também. Mas sim de deixar uma mensagem: A Nike me ensina a correr.
    49. 49. 3. INSTAGRAM Em poucos anos, tornou-se um produto com grande aderência e evolução. E issose deve a ser filho legítimo de uma cultura de edição e exposição.
    50. 50. CONSIDERAÇÕ FINAIS ESTemos muitos instrumentais para medir os níveis de design visceral ecomportamental, mas precisamos desenvolver o mesmo - e o costume -de olhar e pensar no design reflexivo sempre.Para se tornar diretor ou VP de UX/IxD, conhecimento instrumental etotalmente focado não é o suficiente.Para tornarmos a profissão mais respeitável, precisamos aprender a lidare projetar funções por cargo, operacionalização e assim por diante.
    51. 51. • Obrigado. :) brunolantis@gmail.com http://br.linkedin.com/in/brunocanato m /brunocanato /bcanato

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