Trabalho de escola

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Trabalho de escola

  1. 1.  As mudanças no corpo e na mente mexem com os adolescentes. Nessa fase de conflitos e novidades, muitos adolescentes tem vergonha das mudanças que acontecem, tanto físicas quanto mentais , e com todas essas mudanças, vem também a atração pelo sexo oposto, ou seja, a vontade de namorar.  Hoje em dia muitos adolescentes começam a namorar muito cedo e, também, a ter relações sexuais cedo demais. Uns tem vergonha de conversar com alguém mais experiente sobre isso, e acaba tendo relações sexuais sem saber dos perigos  Considera-se sexualidade as diversas formas, jeitos, maneiras que as pessoas buscam para obter ou expressar prazer. É basicamente a busca do prazer humano em suas diversas formas. A ideia de prazer irá variar de pessoa para pessoa, levando em conta a realidade de cada indivíduo. Quando uma pessoa está sentindo prazer, ela está vivenciando a sua sexualidade. A busca do prazer se dá de várias formas, em variadas circunstâncias.
  2. 2.  A sexualidade humana é um tema que gera polêmicas , uma vez que envolve questões afetivas, em uma sociedade, e também comportamentos. De forma geral, ela envolve quatro aspectos.
  3. 3.  O primeiro Gênero , corresponde ao sexo da pessoa , temos por fim sexo FEMININO e MASCULINO , temos também pessoas que possuem ambos os dois sexo , que são chamados de HERMOFRODITAS .
  4. 4.  O segundo Aspecto da sexualidade é a orientação sexual , que se diz respeito a atração por outro individuo que geralmente pode envolver sentimentos.  Se a pessoa sente atração por um individuo do sexo oposto é chamado de heterossexual , caso a atração for por uma pessoa do mesmo sexo é chamado homossexual. Há também aqueles que se interessam por ambos os dois , chamado de bissexuais. Pessoas do gênero masculino com orientação homossexual geralmente são chamados de gays, e as do gênero feminino, lésbicas. 
  5. 5.  Em entrevista, a cantora Ana Carolina se posiciona da seguinte maneira sobre a questão homossexual: “À esteira do casamento gay de Daniela Mercury, ela elogia a colega, mas se mantém contrária ao mesmo pensamento que teve na época [de se declarar bissexual para uma revista]: levantar bandeira „é um preconceito ao contrário‟. [...] „Não gosto disso. Fica essa coisa de nós gays contra os héteros. Isso é preconceito ao contrário. Acho legal a Daniela estar casada e a postura que ela teve, influencia aquela pessoa babaca, ignorante, que gosta da Daniela. Ele pensa: Talvez eu esteja errado. Fico um pouco assim com as pessoas que levantam bandeirinha, mas fica puta se o filho for gay. Não precisa levantar bandeira. É só agir de maneira honesta e respeitosa”, explica.  Existe uma confusão tão gigante de pensamentos torpes que nem sei por onde começar. Ela diz que levantar bandeira é preconceito ao contrário, mas gostaria de saber se quando Chiquinha Gonzaga levantou a bandeira da mulher como compositora no começo do século 20, estava ocorrendo um preconceito dela contra os compositores e os homens? Aliás, se a grande compositora de marchinhas não levantasse esta bandeira talvez não tivéssemos o desprazer de ler esta entrevista de Ana Carolina, pois a cantora como mulher não teria nem status para estar nas páginas de jornais. Viva Chiquinha Gonzaga!
  6. 6.  Gostaria de saber se Ana Carolina acredita que quando Elizabeth Eckford, a negra que desafiou o racismo norteamericano e, em 1957, foi a uma escola mista e os brancos a xingaram incessantemente, ela estaria cometendo algum tipo de preconceito com os brancos? Viva Elizabeth Eckford!  E os gays e lésbicas que tomaram as ruas do Village em Nova York, no final dos anos 1960, pedindo tratamento justo e que a polícia não mais os humilhassem por sua orientação sexual? Se eles não tivessem levantado a bandeira, Ana Carolina, a senhora nem poderia imaginar se declarar bissexual na revista “Veja” nos anos 90. Viva Stonewall!  E que pensamento pobre é este de: “Fica essa coisa de nós gays contra os héteros”? Nem precisa ir muito longe. Hoje mesmo, os Tribalistas – formados por Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown -, que, até onde a gente sabe, são heterossexuais, fizeram um hino para o casamento igualitário e para a Parada Gay de São Paulo . Então onde existe esta guerra entre gays versus héteros quando se levanta uma bandeira? Só na cabeça dos mal intencionados, dos perversos e dos mal resolvidos, pois héteros muito bem resolvidos não tem problema nenhum com gays e, muito pelo contrário, levantam sim a bandeira para que os LGBTs tenham um vida mais igualitária a deles.
  7. 7.  Levantar bandeira seja contra, seja a favor, é tomar posições e isto é coisa para os egodistônicos, aqueles que estão em desintonia com seus desejos e vivências sexuais públicas e privadas, é a maior tristeza vivencial de alguém que não é heterossexual, pois traça em vis desculpas a incapacidade de assumir para si e para o mundo o que realmente ama. E age de maneira desonesta e desrespeitosa com os outros e principalmente para si.  E antes que os fã-náticos de todo o tipo venham aqui falar em liberdade de expressão, eu digo que ela é não é uma rua de mão única. Do mesmo jeito que  Cantora : Ana Carolina .

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