Calendário Econômico Pine: Copom – Momento (quase!) de decisão

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Calendário Econômico Pine: Copom – Momento (quase!) de decisão

  1. 1. Calendário Econômico Pine: Copom – Momento (quase!) de decisão04 de Março de 2013BRASILDecisão do COPOM – marçoA reunião do Copom na quarta-feira não só definirá a taxa Selic que vigorará até 17 de abril,mas também poderá dar pistas sobre a sua provável trajetória até o final do ano. Nessesentido, o lado mais fácil é prever a estabilidade da Selic em março; mas, com relação ao seucaminho em 2013, o mais difícil será adivinhar o jogo de palavras do comitê em seucomunicado, incluindo a retirada de certas expressões (como a manutenção da Selic em 7,25%por um “período de tempo prolongado”), bem como o placar da decisão do Copom.Apesar de contarmos com a manutenção da Selic em 7,25% na reunião de março, nósesperamos a retirada da expressão “por um período de tempo prolongado” - a qual justifica asua estabilidade até o final do ano - que deixou de ser “a estratégia mais adequada paragarantir a convergência da inflação para a meta”. Várias forças e eventos justificam a nossaexpectativa: 1. O reconhecimento de que a inflação está mais alta do que o esperado (ou desejado) pelo banco central (BC); 2. A deterioração recente das projeções de inflação resultantes do modelo do BC no âmbito tanto do cenário de referência quanto de mercado; 3. A identificação da recuperação da atividade econômica, apesar de a sua evolução estar aquém do almejado.O ponto (1) foi explicitado nos pronunciamentos e discursos do presidente do banco central edo próprio ministro da fazenda; aliás, não poderia ser de outro jeito. Pelo andar dosindicadores, dos núcleos de inflação e da abertura do IPCA, o estado atual da aceleraçãoinflacionária tem algumas características menos temporárias, como as resultantes, porexemplo, de choques de oferta provenientes dos alimentos in natura e/ou das cotações dascommodities comercializadas internacionalmente.A inflação de serviços, a alimentação fora do domicílio (como restaurantes e lanches), ambasmais dependentes do nível de demanda agregada, e a variação dos preços de bens duráveistêm sido mais altas do que o esperado. O elevado patamar da atividade econômica,evidenciado pelo nível dessazonalizado de desemprego abaixo do pleno emprego (5,5% vis àvis 6,2%), a recomposição gradual do IPI sobre a linha branca e sobre os automóveis(progressivamente, de acordo com a cilindrada), o reajuste do salário mínimo acima dainflação ao consumidor e o câmbio médio relativamente mais desvalorizado no 2S12justificam tanto a inércia inflacionária dos preços dos serviços e da alimentação fora dodomicílio quanto a pressão da inflação mais acelerada de itens caracterizados porsazonalidades bem definidas (como alimentos no domicílio, educação e vestuário). Oenfraquecimento de algumas dessas forças - a exemplo dos efeitos do salário mínimo maisalto somente até a primeira metade do 2T13, do câmbio acumulado em 12 meses menosdesvalorizado, das perspectivas de boas safras de alimentos a partir principalmente do 2T13 eo fim da recomposição do IPI sobre bens duráveis até julho de 2013 – levam o BC a contar coma desaceleração da inflação acumulada em 12 meses a partir do 2S13.Até ai, não há novidade alguma na desaceleração da inflação a partir da segunda metade doano, pois o próprio Copom já falava disso nas suas atas nos relatórios de inflação e, assimcomo o resto do mercado, nós mesmos já projetávamos tal trajetória do IPCA acumulado em12 meses.O gráfico a seguir mostra as projeções trimestrais que inferimos do modelo de metas deinflação no cenário de referência do BC, contido no último Relatório de Inflação e atualizadasa partir das últimas atas do comitê. Elas claramente contrastam com as nossas projeçõestrimestrais não só no nível de inflação em 2013 como um todo, mas também no pico dainflação ao longo do ano. A projeção do BC para o ano deve fechar perto de 5,0% e a nossacontempla o encerramento do ano com um IPCA acumulado igual a 5,7%. Quanto ao pico dainflação em 2013, a aceleração inflacionária do IPCA acumulado em 12 meses a partir do 2S12e os fortes números do 4T12, junto com as nossas projeções para o 1T13 e 2T13, produzem os
  2. 2. picos que esperamos para a inflação ao consumidor em 6,45% e 6,3% (perto do teto da metade 6,5%) em março e abril de 2013. Esse resultado difere do pico de inflação do IPCA que o BCenxerga especificamente no 1T03; mesmo que o pico da inflação fique restrito ao 1T13, nósprojetamos uma lenta desaceleração no 2S13. Portanto, a fim de não contar com a sorteimplícita na desaceleração da inflação na segunda metade do ano, nós contamos com aretirada da expressão por um período de tempo prolongado para abrir a porta rumo àelevação da Selic em 150 pontos-base a partir de abril, começando com uma alta de 0,5%,seguida de mais duas majorações consecutivas na mesma magnitude. IPCA em 2013: Projeções do BC versus Pine 6.5% 6.0% 5.5% 5.0% 4.5% 1T13 2T13 3T13 4T13 Modelo do BC - RI 4T12 Projeções Pine Fonte: BC; PINE Macro & Commodities ResearchIPCA - fevereiroO índice de fevereiro deverá avançar 0,56%, abaixo da variação de janeiro (0,86%) e dorespectivo IPCA-15 (0,68%). Se confirmada a nossa estimativa, o IPCA acumulado em 12 mesesviria de 6,15% para 6,27%, seu maior nível desde dezembro/11. As principais contribuiçõespositivas (em termos de maios inflação) viriam de ‘Alimentação e Bebidas’, ‘Educação’ e‘Transportes’, enquanto ‘Habitação’ e ‘Vestuário’ trariam deflação.O grau de desaceleração do IPCA nesta e na próxima leitura será especialmente importante:em mês de ajuda considerável provocada pelas desonerações do governo (leia-se, neste caso,redução do preço da energia), o índice corre o risco de permanecer em linha com sua médiamensal recente (coincidentemente, 0,56%) o que, em verdade, seria ruim. De fato, o cenárioinflacionário traz preocupação; entre outros fatores, observa-se: (i) O descolamento, de forma quase ininterrupta desde o início do 4T12 (conforme vemos no primeiro gráfico abaixo), do IPCA projetado para 2013 e 2014, com estimativas para 2014 deslocando-se para patamares perigosos em linha com o teto da meta no caso do Top 5 de médio prazo. (ii) Surpresas inflacionárias negativas e sistemáticas (há sete divulgações seguidas) do IPCA observado em comparação com a mediana das projeções de mercado (seja a divulgada pelo Boletim Focus, seja o levantamento da Bloomberg). (iii) Elevado grau de difusão das altas do IPCA (medida do número de subitens que subiram no mês em questão) acompanhado de piora de outras medidas de núcleo inflacionário; estes fatos desqualificam qualquer tipo de análise do tipo “inflação do chuchu” e acionam os alarmes de qualquer banco central responsável (vale lembrar que a definição usual de inflação é o aumento persistente e generalizado dos preços). De fato, o atual índice de difusão em 75% reflete em grande parte a forte aceleração
  3. 3. inflacionária dos bens de consumo duráveis, explicada pela recomposição do IPI incidente sobre a linha branca e sobre automóveis, pelo câmbio médio mais desvalorizado atualmente do que no 1S12 e pelo elevado nível corrente de demanda agregada, evidenciado pela taxa de desemprego dessazonalizada em 5,5% (abaixo do nível de pleno emprego, igual – de acordo com os nossos cálculos, a 6,2%) Destarte, a elevação do IPCA não pode ser notadamente creditada a fatores pontuais ou sazonais. A sugestão é que, de fato, as condições monetárias são demasiadamente expansionistas em consideração à meta de inflação imposta ao BCB. Projeção Focus para IPCA 13/14 (esq.) e surpresas inflacionárias recentes (dir.)6.5 0.90% 0.80%6.0 0.70% 0.60%5.5 0.50% 0.40%5.0 0.30%4.5 0.20% jul/12 ago/12 nov/12 dez/12 jan/13 set/12 out/12 ago-12 jan-13 jul-12 jul-12 fev-13 nov-12 dez-12 dez-12 set-12 set-12 out-12 2013 2014 Focus Bloomberg IPCA observado Fontes: BCB e Bloomberg; PINE Macro & Commodities Research IGP – DI – fevereiro Esperamos uma pequena reaceleração no IGP-DI de fevereiro, de 0,31% para 0,32%, pouco acima dos IGPs do mês em questão (0,29% tanto do IGP-10 quanto do IGP-M). Se estivermos corretos, a alta será acompanhada de nova elevação na leitura anual, de 8,1% em janeiro para estimados 8,4% no mês passado. A baixa variação mensal será ancorada tanto pelo IPA- agrícola quanto pelo IPC. Nesse sentido, o primeiro gráfico abaixo aponta para uma influência novamente deflacionária das commodities sobre os índices de preços (o indicador foi construído com o objetivo de identificar a parcela relevante para a inflação doméstica da variação de preços das commodities negociadas nos mercados internacionais). Já o segundo gráfico traz a contribuição semanal de cada subitem dos IPC-S semanais da FGV para o índice cheio. Como vemos, além da baixa contribuição de diversas linhas, vê-se a expressiva descompressão de ‘Habitação’ que ajuda a manter os IPC-S semanais abaixo de 0,40% no curtíssimo prazo.
  4. 4. Deflação das commodities (esq.) e ancoragem dos IPC-S (dir.)0.5% 0.60% 0.40%0.3% 0.20%0.1% 0.00%-0.1% -0.20%-0.3% -0.40%-0.5% -0.60% jan-12 jan-13 abr-12 jul-12 out-12 1 2 3 4 1 2 3 4 Alimentação Habitação Saúde Desp. Diversas Vestuário Transportes Índice CMDTY (variação diária, MM 20 dias) Educação Fontes: Diversas; elaboração: PINE Macro & Commodities Research e MCM Consultores Produção Industrial - janeiro A atividade industrial de janeiro, segundo nossas estimativas, deve ter avançado 1,5% ao longo do mês (livre de efeitos sazonais), maior elevação mensal desde agosto/12. Com isso, se estivermos corretos em nossas projeções, a média móvel trimestral passaria de -0,3% para 0,0% no mês em questão. Na comparação anual, nós esperamos uma alta de 4,6%, retornando ao campo positivo depois de dois meses negativos (na verdade, vale lembrarmos que, antes de outubro, a composição anual apresentou queda por 13 meses consecutivos). Produção industrial – melhora de indicadores antecedentes 55 55 50 50 45 45 jan/12 jan/13 abr/12 jul/12 out/12 jul/12 jan/12 jan/13 abr/12 out/12 Brasil Relação estoque efetivo-planejado Fonte: IBGE; elaboração: PINE Macro & Commodities Research Nossa estimativa baseia-se nos seguintes indicadores: 1. Alta de 2,1% do indicador de nível de atividade da FIESP.
  5. 5. 2. A produção de veículos e comerciais leves, ônibus, caminhões e máquinas agrícolas cresceu expressivos 7,4% segundo a ANFAVEA. 3. De acordo com a ABPO, a expedição de caixas, acessórios e chapas teve alta mensal de 4,1%; 4. Da mesma forma, o fluxo de veículos pesados cresceu 5,0% em janeiro segundo números da ABCR; 5. A produção de aço bruto, pela IAB, subiu 3,0%. 6. O risco de downside da nossa estimativa reside na queda mensal de 1,4% no consumo médio de energia, segundo levantamento da ONS.Por fim, para os próximos meses merece menção o comportamento das sondagens industriaisda FGV e CNI, as quais apontam uma melhora do quadro geral neste começo de ano; o mesmoé observado no PMI industrial (índice dos gerentes de compras; ver primeiro gráfico abaixo:números acima de 50 indicam melhora das condições de negócios). Portanto, é importanterealçar a normalização dos estoques por meio do nível efetivo finalmente abaixo doplanejado (representado no segundo gráfico abaixo por meio das barras abaixo de 50).Marco Antonio Maciel Marco Antonio CarusoEconomista-chefe EconomistaBanco Pine Banco Pine
  6. 6. Horário País Indicador Data PINE Consenso AnteriorSegunda-feira, 04/03/2013 06:30 Z. do Euro Confiança do Investidor mar/13 - -4,3 -3.9 Preços ao Produtor (MoM) - 0.50% -0.2% 07:00 Z. do Euro jan/13 Preços ao Produtor (YoY) - 1.90% 2.1% 11:00 Z. do Euro Reunião: Ministros das Finanças (Euro) - - - - 11:45 EUA ISM Nova Iorque fev/13 - - 56,7 21:00 China Ministro das Finanças divulga perspectivas orçamentárias - - - 22:45 China Sondagem Serviços PMI fev/13 - - 54.0Terça-feira, 05/03/2013 05:00 Z. do Euro Reunião: Ministros das Finanças (EU-27) - - - - 06:00 Z. do Euro Sondagem Serviços PMI (Preliminar) fev/13 - - 47.3 06:00 Z. do Euro Sondagem Composite PMI (Preliminar) fev/13 - - 47.3 Vendas no Varejo (MoM) - 0,3% -0.8% 07:00 Z. do Euro jan/13 Vendas no Varejo (YoY) - 2,9% -3.4% 10:00 Brasil Sondagem Serviços PMI fev/13 - - 54.5 12:00 EUA Sondagem Serviços fev/13 - 55.0 55.2 - Brasil Início da reunião do Copom mar/13 7.25% 7.25% 7.25%Quarta-feira, 06/03/2013 PIB (Revisão - QoQ) - -0,60% -0.60% 07:00 Z. do Euro IV/12 PIB (Revisão - YoY) - -0,9% -0.90% 08:00 Brasil IGP-DI fev/13 0.32% 0,34% 0.31% 10:15 EUA Relatório de Emprego (setor privado - Mil) fev/13 - 170 192 12:00 EUA Encomendas Industriais jan/13 - -2.2% 1.8% 12:30 Brasil Fluxo Cambial Semanal 01/mar - - - 16:00 EUA Livro Bege - - - - - Brasil Término da reunião do Copom mar/13 7.25% 7.25% 7.25%Quinta-feira, 07/03/2013 06:30 Espanha Leilão de Títulos (bonds) - - - - PIM: Produção Industrial (MoM) 1.5% 1,4% 0.0% 09:00 Brasil jan/13 PIM: Produção Industrial (YoY) 4.6% 3.9% -3.6% 09:45 Z. do Euro Taxa de Juros mar/13 - 0,75% 0.75% 10:30 EUA Balança Comercial (USD Bi) jan/13 - -43.0 -38.5 10:30 EUA Produtividade do Trabalho IV/12 - -1.6% -2.0% 10:30 EUA Custo Unitário do Trabalho IV/12 - 4,3% 4.5% 10:30 EUA Jobless Claims 02/mar - - - 10:30 Z. do Euro Discurso: Mario Draghi - - - - 17:00 EUA Crédito ao Consumidor (USD Bi) jan/13 - 14.5 14.6Sexta-feira, 08/03/2013 Produção Industrial (MoM) - 0,4% 0.3% 08:00 Alemanha jan/13 Produção Industrial (YoY) - -1,2% -1.1% 08:00 Brasil IGP-M (1ª prévia) mar/13 - - 0.41% 08:00 Brasil IPC-S (1ª Quadrissemana) 07/mar - - 0.88% IPCA (MoM) 0.56% 0,50% 0.86% 09:00 Brasil fev/13 IPCA (YoY) 6.27% 6,21% 6.15% 10:30 EUA Payroll fev/13 - 160 157 10:30 EUA Taxa de Desemprego fev/13 - 7.9% 7.9% 11:00 Brasil Indicadores Industriais (NUCI) jan/13 - 81.0% 80.9% 12:00 EUA Estoques do Atacado jan/13 - 0,3% -0.1% 22:30 China Preços ao Consumidor fev/13 - 3,0% 2.0% 22:30 China Preços ao Produtor fev/13 - -1,5% -1.6%Sábado, 09/03/2013 02:30 China Produção Industrial (YoY) fev/13 - 10,3% 10,3% 02:30 China Vendas no Varejo (YoY) fev/13 - - 15,2%Na Semana - China Balança Comercial (USD Bi) fev/13 - -8,85 29,15 IC-Br (MoM) -3.13% -1.41% - Brasil fev/13 - IC-Br (YoY) 7.36% 8.32%
  7. 7. DisclaimersEste relatório foi preparado pelo Banco Pine S.A. (“Banco PINE”), instituição financeira validamente existente de acordo com as leisda República Federativa do Brasil. PINE Securities USA LLC (“PINE US”), broker-dealer registrada na U.S. Securities and ExchangeCommission e membro da Financial Industry Regulatory Authority and the Securities Investor Protection Corporation, estádistribuindo este relatório nos Estados Unidos da América. A PINE US é uma afiliada do Banco PINE. A PINE US assume totalresponsabilidade por este relatório sob a lei dos Estados Unidos da América. Qualquer norte-americano que receber este relatório edesejar efetuar qualquer transação com valores mobiliários abordado neste relatório deve fazê-lo com PINE no +1-646-398-6900, 645Madison Avenue, New York, NY 10022. Qualquer referência ao PINE inclui, também, Banco PINE e PINE US, conforme aplicável.Este relatório é para distribuição apenas nas circunstâncias permitidas pela lei aplicável. Este relatório não é dirigido a você se o PINEfor proibido ou restringido por qualquer legislação ou regulamentação em qualquer jurisdição. Você deve se certificar antes da leituraque o PINE é permitido para fornecer este material sobre investimentos pra você no âmbito da legislação e regulamentos aplicáveis.Nada neste relatório constitui indicação de que a estratégia de investimento ou recomendações aqui citadas são adequadas ao perfildo destinatário ou apropriadas as circunstâncias individuais do destinatário e tampouco constituem uma recomendação pessoal. Esterelatório possui caráter informativo, não constitui material promocional e não foi produzido como uma solicitação de compra ouvenda de qualquer ativo ou instrumentos financeiros relacionados em qualquer jurisdição. Os dados que aparecem nos gráficosreferem-se ao passado, a rentabilidade obtida no passado, não representando garantia de rentabilidade futura. 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Em todos oscasos, investidores devem conduzir suas próprias investigações e análises antes de proceder ou deixar de proceder qualquer açãorelacionada aos valores mobiliários analisados neste relatório.O PINE não praticou atividades de formador de mercado de valores mobiliários da companhia objeto, no momento em que esterelatório foi publicado. Ademais, o PINE não se responsabiliza assim como não garante que os investidores irão obter lucros. PINEtampouco irá dividir qualquer ganho de investimentos com os investidores assim como não irá aceitar qualquer passivo causado porperdas. Investimentos envolvem riscos e os investidores devem ter prudência ao tomar suas decisões de investimento. O PINE não temobrigações fiduciárias com os destinatários deste relatório e, ao divulgá-lo, não apresenta capacidade fiduciária. O presente relatórionão deve ser considerado pelos destinatários como um substituto para o exercício do seu próprio julgamento. Opiniões, estimativas eprojeções expressas aqui constituem o julgamento atual do analista responsável pelo conteúdo deste relatório na data na qual foipreparada e por isso, está sujeito a mudanças sem aviso e pode diferir ou ser contrário a opiniões expressas por outras áreas denegócios ou grupos do PINE e suas afiliadas ou subsidiárias como resultado do uso de diferentes hipóteses e critérios. Preços edisponibilidade de instrumentos financeiros são apenas indicativos e estão sujeitos a mudanças sem aviso.A análise contida aqui é baseada em diversas hipóteses. Diferentes hipóteses podem ter resultados substancialmente diferentes. Osanalistas responsáveis pela preparação deste relatório podem interagir com a mesa de operações, mesa de vendas e outrosdepartamentos, com o intuito de reunir, sintetizar e interpretar informações de mercado. O PINE não está sob a obrigação deatualizar ou manter atualizada a informação contida neste relatório. O PINE confia no uso de barreira de informação para controlar ofluxo de informação contida em uma ou mais áreas dentro do PINE, em outras áreas, unidades, grupos e filiadas do PINE. Aremuneração do analista responsável pelo relatório é determinada pela direção do departamento de pesquisa e pelos diretoresseniores do PINE. A remuneração do analista não é baseada mas pode ser relacionada às receitas do PINE como um todo, incluindoárea de investimentos, vendas e operações.Os ativos de dívida mencionados neste relatório podem não estar disponíveis para venda em todas as jurisdições ou para certascategorias de investidores. Opções, derivativos e futuros não são adequados a todos os investidores e a negociação desses tipos deinstrumentos é considerada arriscada. Hipotecas e ativos lastreados em títulos de crédito podem envolver alto grau de risco e podemser altamente voláteis em resposta às taxas de juros ou outras variáveis de mercado. Performance passada não é indicação deresultado futuro. Se um instrumento financeiro é cotado em uma moeda que não a do investidor, mudanças nas taxas de câmbiopodem afetar de forma adversa o valor, o preço ou o retorno proveniente de qualquer ativo mencionado nesse documento e o leitordeve considerar o risco relacionado ao descasamento de moedas.Este relatório não leva em consideração objetivos de investimento, situação financeira ou necessidades especiais de nenhuminvestidor em particular. Investidores devem buscar orientação financeira baseada em suas particularidades antes de tomar qualquerdecisão de investimento baseadas nas informações aqui contidas. Para recomendações de investimento, execução de ordens denegociação ou outras funções correlacionadas, os clientes devem contatar seus representantes de vendas locais. O PINE, suas empresaafiliadas, subsidiárias, seus funcionários, diretores e agentes não se responsabilizam e não aceitam nenhum passivo oriundo de perdaou prejuízo eventualmente provocado pelo uso de parte ou da integralidade do presente relatório.Qualquer preço apresentado neste relatório possui caráter informativo e não representa avaliação individual do valor de mercado doativo ou outro instrumento. Não há garantias de que qualquer transação pode ou pôde ter sido efetuada nos preços apresentadosneste relatório. Os preços eventualmente apresentados não necessariamente representam os preços contábeis internos ou os preçosteóricos provenientes de avaliação por modelos do PINE e podem estar baseados em premissas específicas. 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