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Revista Baila Mundo: tudo sobre o mundo da dança de salão - 3ª Edição

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Confira a 3ª edição da Revista Baila Mundo na íntegra!
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Publicação bimestral distribuída em todo o território nacional com tiragem de 5000 exemplares.

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Revista Baila Mundo: tudo sobre o mundo da dança de salão - 3ª Edição

  1. 1. RTETÍÊTÊFTEET Eígríeñcerííyí OS CAMINHOS E O FUTURO DAS DANÇAS DE SALAO SEÇÃO MODASLESTILO MAQUIAGEM PARA NOITE E APRESENTAÇÕES , Í , / / Tí A E Ur TÉTÍMTÍETG ÊTUGTTÍÍE/ ¡ *í T/ Ir *IM m* "érñar cam U3 mm [ía Hama um Mm 'V' _Z A Uta t( : É ~x V V v v” ' V¡ ' T TUDO SOBRE O MUNDO DA DANÇA DE SALAO ' M Í y l . RE V c É a; :ã 87m '›. “ Y O , / _ ; x- 1
  2. 2. mlngttâuimçñlennnelrataugnhrzríllíarañlânnamintvlutnelúàvno u hj 1 *gi P¡ Éügíiinuky' ílgiÍãh-z , mkt . m ÊIVV › É a (and : :IL mjrflÍ-: t _ ¡gun! g- Éaglklul Í¡ _ ngm¡ gr maul' v V, ; t Ez' . __ / _/ - sem ] . V I n a / ã . / _g l lj __ T, Axo¡ _____ __ l ›~ “ rÃvwçvxeQàkwuflñãllkvl| llllv A A ~ N? *i ' _ Lgilá-ÀUL ' 1 ÚEÍfÍMLVÊfIlIQÍIIQBI * ¡EÍÉHÀÍÍEÍCÍÍEOEL _ rãtglrrigãrwsrrlnvrra, "II i- *igllíçmialle kíu-“eãà-illtÊl | :si-way: ¡5575491 lu» Eh* , ;urinar-arms u _ê-'? ¡41¡: ll1~“ . ÊeàawIIWÍ er¡ _Â_ A. . É? ! REF! !! I. . C1! IIVLLéÍJI Zilüüfülllãêlallztslaüllà! lãlwzulãilii l 'àt-zçyà~*t¡l; à'T§i'a: _iv*/ :s'am-i-usiigipior, ' angela: :a-i-ieiaramiowommqauns : :i1 HELL.
  3. 3. ESPECIALIZAÇÃO EM I I l: 'c r: il; iII = 'mu: IIÉI; I F » , L IT I A I I II JI A' t! I #IJ IÇILIFIFIIZHX : :ACI FWAL. II_ILI IQIAIIIIPILIIAI C1FIÀILIILIEA_ WWW. UTP. EDU. BR (q, 'i [III : aí-ih: .IJ S I 'r/ »qi ; LI ' *Itií 3'» A¡ PARA SER, UTP. ?3Iãã¡"ãà“a“° f; f _. j Paraná «___'_. ;' l___. : _
  4. 4. O mercado para dança de salão vem crescendo e retomando um espaço que já foi seu na sociedade. Estamos em importantes programas da TV brasileira como a Dança dos Famosos da Globo e na TV Record que promoveu um torneio de dança chamado Hoje é Dia de Dança. Sem falar das dezenas de escolas especialistas, bailes e grandes eventos espalhados pelo país. Em meio a esse cenário o perfil dos profissionais tem mudado com dançarinos e professores buscando aperfeiçoamento. Mas como em qualquer setor da sociedade, a dança de salão também tem problemas e questões que precisam ser debatidas para que no futuro esse mercado seja mais profissionalizado, mas mantenha a essência que é a dança. Em novembro durante a 14% Semana da Cultura Latina, realizada em São Paulo, tivemos uma oportunidade de discutir sobre os principais problemas do setor na mesa redonda "O Futuro e os Caminhos da Dança de Salão no Brasil", mediada pelo dançarino e escritor Marcelo Grangeiro. algo concreto. Obrigado a todos por acreditarnovamente que é possI'vel trabalharmos em equipe para fazer da nossa profissão, nossa arte uma atividade organizada e com respeito de outras classes. Vamos juntos pra irmos mais longe. Até a próxima reunião". Gledson Silva, dançarino e diretor presidente do Baila Mundo: "Acredito que para enfrentar os problemas da dança de salão é preciso identificá-los, antes de tudo, por meio de um profundo diagnóstico, só assim teremos como aplicar as melhores ferramentas e práticas para fazer o mercado voltar a crescer. As ações nesta área são feitas na intuição e na maioria das vezes fracassam, quando se tem pesquisa a probabilidade de dar certo é muito maior, foi assim que proporcione¡ o crescimento da Baila Mundo, conhecendo o mercado, identificando os seus problemas e apontando soluções. " Rodrigo Delano, dançarino, professor, fisioterapeuta e a CrtA/ ICISSCI . I lAÍÍ E ? AI ~ HI: E <' > ? I A reunião contou com a presença de representantes de diversas áreas relacionadas como dançarinos e professores, produtores de eventos especializados, proprietários de escolas, jornalistas e alunos participantes do evento. Confira os principais momentos do debate: Marcelo Grangeiro, dançarino, escritor e idealizador do encontro: "viajando pelo Brasil e conhecendo a rea/ idade de cada região, deu para perceber o quanto a Dança de Salão vem crescendo nos últimos tempos e também a necessidade de organização desta classe. Essa primeira reunião nos mostrou que essa preocupação é comum no setor. Outras iniciativas já foram tomadas, algumas com êxitos, outras não. O mais importante é que retomamos essas e outras discussões e acreditamos que desta vez temos a possibilidade de juntos realizarmos AI_ çAcf; r >E SAI . Am l diretor do BH Zouk: "O ponto de partida deve ter quatro direcionamentos: regulamentação, fomento da dança, resgate dos bai/ es e busca de incentivos públicos. Esse conjunto de ações será um divisor de águas na história da dança brasileira. " Milton Saldanha, jornalista e fundador do Jornal Dance: “i4 organização da dança de salão é fundamental para seu futuro. Isso envolve muito debate, franco e construtivo. " Ricardo Garcia, dançarino e diretor da Semana da Cultura Latina: "Acho fundamental essa união de vários profissionais, das mais diversas áreas de atuação, no segmento das danças de salão, em busca de um objetivo comum: fazer com que essa cultura e esse mercado cresçam cada vez mais no nosso país. Isso só será possivel com a união, comprometimento e seriedade de todos. E, principalmente, quando todos, efetivamente,
  5. 5. colocarmos o interesse coletivo acima do interesse pessoal. Com a dança crescendo, crescemos todos nós. " Stella Aguiar, empresária e dançarina: "Voltando a lutar pela dança de salão! É assim que eu me sinto! Anos depois de ter feito parte da Federação de Dança de SP, onde meu foco eram os Projetos de Visibilidade da Dança de Salão, segue nova oportunidade de estarmos novamente na mídia, falando de uma dança de salão inclusiva, saudável, democrática. Que acontece no parque, na praça, nos Bailes, em todo o lugar! " Eduardo La Luna, dançarino e empresário: "Fiquei muito contente ao receber o convite para reativar as discussões sobre a Dança de salão e seu caráter profissional. Fiz parte da primeira comissão, grupo composto por 7 escolas preocupadas há mais de 8 anos atrás. Hoje, observo contente esta preocupação dos colegas com a passo (além dos realizados nos bailes e aulas) se materializem. A dança social tem um potencial inestimável no Brasil, e é necessário tratá-/ a como um instrumento de integração, educação e cultura da sociedade. Como fosse um negócio organizado, a etapa de estabelecer prioridades, prazos e grupos executivos de trabalho se faz imperiosa e urgente. " Neville Fusco, empresário e presidente da Acads (Associação Catarinense de Dança de Salão): 'Acredito que o diálogo é fundamental para o crescimento de qua/ quer setor e sem dúvidas ações como o encontro promovido na Semana da Cultura Latina são muito importantes para que profissionais possam trocar experiências e avaliar sucessos e fracassos de outros profissionais. " A Acads deixam em aberto o convite para realização de um novo encontro em Santa Catarina duranteo Baila Floripa. qualidade na prestação de serviços e projeção social desta arte que é minha paixão! Contem comigo para continuar os trabalhos! " João Carlos Ramos, dançarino e diretor da Cia Aérea de Dança: 'í4chei de grande importância a discussão sobre os rumos futuros da dança de salão deste pais. Deu pra perceber que existem grandes cabeças pensantes dentro do segmento, espero realmente que este movimento continue. " Francisco Ancona, consultor de marketing e diretor do Dançando a Bordo: "Reunir lideranças e buscar caminhos convergentes - e até mesmo conflitantes - é um passo importante para enrobustecer qualquer setor. A discussão aberta nesta oportunidade deve ser mantida viva em novas sedes e até mesmo através de fóruns virtuais, para evitar que anos transcorram e nenhum titanium: : Jrtmiàií _tum 1.1 'QlÍfri-Íiêiligjãl. :: ka 'piíliii-fi-fiillltífiàâ Cmllifilliillitiãl ! Hi mui) Gflüáikilsâflãliíí) * Roger Berriel, produtor de eventos e idealizador do Baila Costão: 'Acredito que o mercado tem um potencial a ser explorado. Mas isso demanda trabalho e investimento, não apenas dos profissionais que atuam, mas do setor como um todo. Nosso evento tem um diferencial por explorar a dança como entretenimento e lazer em família, acho que esse e' um bom caminho. " Mônica (do Théo e Mônica) dançarina e empresária: ”Devemos repensar o mode/ o das aulas de dança que estão muito voltadas a executar passos e não dançar em todo o seu conceito de bem estar e diversão. Ao invés da dança de salão na academia agregar um público maior de praticantes em bai/ es, ela está segmentando. Resultando em dois públicos que não conseguem se unir: os praticantes (bailes de melhor idade) e os alunos (que só vão em práticas da escola pois criticam o dançar passo básico)". _ (A : L
  6. 6. X/ CJLU/ Á : l/ - NQITEE APRESENTAÇÕES Convidamos duas profissionais super antenadas para dar muitas dicas para vocês sobre maquiagem para se usar na noite e em apresentações! A Babi Togni Paiva é maquiadora profissional. Conhece sobre maquiagem desde sempre, pois sua mãe também é profissional da área. Ela cresceu escutando, vendo e estudando sobre maquiagem. Marília Cervi é dançarina profissional. Sobe aos palcos fazendo a sua própria maquiagem a mais de 6 anos. Aprendeu muitos segredos durante esse tempo! : d . porJu| ia Pera Hoje em dia o acesso a videos do youtube, por exemplo, com tutoriais de sobre o tema é muito grande, muito fácil achar uma maquiagem para fazer na noite, por exemplo. Mas Babi comenta: “Cuidado, não são todas as maquiagens que ficam boas em todos os rostos, o melhor é sempre experimentar em um dia qualquer o que você quer usar naquela noite especial". Marília dá a mesma dica para a maquiagem de show: "Eu utilizei, e ainda uso, de uma técnica. Sempre em um dia que tenho tempo, testo antes de um banho o que eu quero usar no show. Foi como aprendi meu próprio jeito de maquiar. E assim garanto a rapidez no dia do nervoso e o sucesso na caracterização". Babi explica: "Na maquiagem de noite, vale sempre arriscar em um olho esfumaçado, delineador, caprichar nas máscaras para cílios, blush leve e batom que combine com o seu tom de pele. Pode também arriscar em algumas tendências coloridas. Mas sempre procure o que fica melhor para você, cuidado ao copiar. Agora a maquiagem de apresentações é sempre muito mais divertida, você pode muito mais nessas situações. Vale quase tudo! Rs! Valorização do olhar com glitter e cores fortes,
  7. 7. SEÇÃO MODAEESTI LO l Aja" 'W › . (4 I'm; ' : fl i - W i U 1 4 -l »r l brincar com truques que deixem esse olhar maior; o nariz mais fino e o queixo com o formato perfeito. Cuidar da sobrancelha, corrigir falhas. Só cuidado com excessos, como um batom vermelho e um olhar colorido". Marilia diz: "Não quero nem lembrar das minhas primeiras maquiagens, até escondi as fotos, rs! Foi perguntando aos outros e testando que hoje chego ao resultado que gosto". Ela usa truques que profissionais não conhecem até! Como usar um produto infantil, que é uma cola com purpurina furta-cor (da Pintando a Cara) para colar outros glitters coloridos, colorir e deixar o olhar bem forte. "Esse produto porsisó já tem um brilho ótimo, e como é para crianças é a base de água, muito fácil de retirar no banho e não irrita a pele". Continua explicando como monta o seu olhar: "Sempre faço uma base preta forte, com um produto da Catharine Hill: Acqua Color; que é como se fosse uma tinta a base de água. Uso no lugar de uma sombra comum porque ela é mais fácil de manusear. Um iluminador para complementar". Marília gosta de combinar a cor do figurino com as sombras, mas Babi complementa: "Pode brincar com as cores, figurino verde, por exemplo, consegue usar uma sombra lilás. à* " 3 «i -fa, _ 4 'li' c (f É A N , . ' i. ? ' t' Jl a t 'lí «wi l * r* Ê? - “"' 's f¡ »e g_ x : à: _ : › . 't' a lí , .37 Sempre cores que se complementam e combinam com seu tom de pele. Outro exemplo é combinar com os assessórios, figurino vermelho com uma sandália dourada permite usar sombra dourada". E acrescenta: "A maquiagem tem muita relação com o ritmo, com o que quer passar com aquela coreografia". Marília lembra também que sempre usa pedras, de strass, coladas no rosto e cílios postiços pa ra complementar a make. '345 pedras podem ser fazendo desenhos em volta do olhar; como ponto de luz na parte de dentro do olho ou em cima da sobrancelha. Vale a criatividade". Babi alerta que para o resultado sair profissional é importante ter a pele sempre hidratada, prepará-Ia para a maquiagem. "Um hidratante facial meia hora antes de começar a produção já é o ideal". Última dica das duas: "Homens, vocês podem se maquiar! Rs! Uma base, um pó para tirar o brilho da pele. Faz muita diferença. Vale corrigir pequenas imperfeições, como marcas de espinhas, com corretivos. Pode pedir ajuda para a parceira! Rs! "
  8. 8. f, Ministério da Eletrobras s, _ Cultura Furnas ill* ' a Apresentam , O2 M1 . '9l*: ."b¡~'ib'. lalâahiloa. iarrtaugo. lghsalsa Ilzi/ r) / lori/ .oiilxo, Url, Uai, 0o', Il! ) o 1)/ ,rio . liiiilio _rio ? IJ/ fi - Zouk, Samba, Forró, WCS, Salsa e Tango Zouk na Rua - - Professores Nacionais e internacionais Curso de Atualização Profissional - - Festas com dois Ambiente simultâneos Feira de Produtos - Mostra Coreografica - af * ñ 'l “A ' v l r . , É_ l_ P 'I ¡/ , ' APT”, . t- : gif ' › é" #Í *É ' X ÓÊ "lx f¡ . / 'e n” v. 5:. ..) ! r / l 1' »l 3': . l A¡ m! Í, / , Í e' x _ _ (A *a Í ' É Â» ' ' 3 * ›. - A . ," “ 'für f ' É: 2143mb. . l *m* 'l a_ , '~ l "l . . 3 s L ~. .§. ..-»~= : l * i". '.' «. l ' l f¡ r o . _ @Êltliâdlllílfêürtrííêicílra = ã9 °ÉP@$Ê? EÍ-3°lli13ã“ = Ell3°ãF g3ggíggo Paaocínio Apoio Realização CULTURA oovcnuo IIDIIAI. ' Eletrobras › l Miiggtgggda r a od 9o eiano ' ¡ n . - l r . , . , ,,, ,,, ,,, M, ,, ,,, ,,, ,,, n nus arco a PAIS sem POBREZA
  9. 9. t"llí*l'f= '-”ñêlí'i< l ' 3h' Ellattrií ri: ira: : = :tarifa-rolar p, ç¡, .-¡E¡; _ . ._ ! iiirriaiaiririiii r l l _r L I «y f r " ' , ' _. . LJ- p ÍW A l J i . ..r | l l' l . r ' Í- J' : mig : walls li; ' *ll* l'-' VMA l Jal' r r: ' i 'z' 3 I illiiiirciiirir ' 'Hi5 ' t _ _ . _ fíjrãzl l rh i ' . :;: r:i o . ':iiliii. ':s . lt-fi illril (lliirirrril Ii; Círiufllilãlílri _ "tam. ri: !Mirrors uíiri : muito : ii/ mois : ta: :farinha lllÍIlV'! =.'~'*lllIlI* il: Ifrirl: :M _, _ 'Culilllll : ie raririr : lrirlllm ririimu g; Perla-rir: : . i'm/ t : lfãl-'lllulll r ' 'l ' “l 'Mill/ Il si: : niirrir ! Inriorwrri : :iludir/ rula ' *Nil-ue* t1:_f. l_'. ]~ ll_r'Ír_ílÍr. *r' (l “ I' 'l ii. ir P! Il _nl ' 'l 'lâlirtlll : te: 'lãliilllr : riu/ tim lirilriru *V* 'lñii #imitar riiioiiliniarriri: Írlhf. rir : rim 'lille Zur/ t “Vir Para? A l r' ' 'l ' r I 'A L ^ r dliklñ* 3,1* 4m": l *j* É*P'"; ;”^7 x 'rar zur/ r ! fla : loillãl ? limit : ice mw ria : aiii: mms : tr rV/ ru mz a , V A_ , ; in ! lll-? lllfãliloi "m7", ÁlAÍ/ 'Íh-l' ilü1'lllllmil n, ¡¡¡¡¡¡w¡¡_, ".¡¡, _ ç ; dl , .jílirtlll : q , jilriligg Iriiririririrllãilior l 3457/? ? tv - ? mile riu ? Ill-ludüãllllí-llllll : numero: ão. ? rlilrirílrisr; il; !Irrsulrsrrlm “'h""›""'°-"4""'"°-l”'""l rgrirgrmr ”É¡”¡~, f:r, il¡ r-i"r'“ fr' N: :: k!l)1!à, () A J 6 0 V E I N 0 F E D E I A l. kalllwnt “ / l Ministérioda A k É V d, rodrigo Í elano cum". ¡ _An , l k uliivenidadr de : Janta de saldo "is ¡uço e nr¡ ssa ponnsz¡
  10. 10. :n: Q, (Ma c (067 ZL” LM? :í / __ / 4 i ñ ' 4 i/ 5:. É à : q É ' F N Q _ › J . l ll, Cia Terra - Academia de Dança R. Teixeira da Silva, 531 ' 11 3051 -4550 www. ciaterra. com. br t 'w z; 1!' 'x 'i rx' a n' t' "MU |1|(›[*. Í- ¡v n/ Í- a. l. . a [g/ &u- P¡ _
  11. 11. ÍÍHIIIÍIIÍIIO» ' i* L o 1311319» a" uma , àusvczei A @Jardim ummíum: m¡ 11015.12/ Juara# i a' ml (funeral th' 501mm 11m 113.79» a' iliíazrattia “Ííbfít/ ¡tuiiânci elunrlàlacllilon «um ¡nullñmnn em: _htnmmi : i "iam czolhlgjllíiícrifoi : L ' m 7-' ¡accuúzacúnnxankm im an¡ aqutattqi . um mi um ; nullcallcü 51o» : foi-i ÍÍEÀÍÍQICIEIÍÍÇH- v. i ' o» 74115/ giga-una, ?digimon eum? .quina ! IQIIÇIHHÍELL ¡zurditlvnzov as ; oimilmolnxtlllmrp› 'mi dluuçzqi. n a Í *V* Dançarina e Empresária: Fabiana Terra Fotografia: Dayane de Carlos e Leonardo Cappellettí
  12. 12. (Lt "Fulano de tal e parceira", Katiuska Dickow, já passou por essa situação diversas vezes "já fui diminuída por parte dos contratantes, escutando frases como essa, ou com cartazes só o nome do _ parceiro e não o ' meu e hoje em dia, depois que resolvi seguir a carreira solo, a frase mudou i1;- 2:5: , _ para Você vai O . .i 7th dançar sozinha ? ou 1a', Como consegue dar aula sem um homem? Não que eu acredite que o ideal para a dança de salão seja uma coreografia ou uma aula sem o par, ou que a mulher tenha que deter dessa importância, longe disso, porém, acredito sim, que devemos lutar pela igualdade dos papéis, das responsabilidades e conquistas, não por feminismos ou machismos, mas simplesmente pela própria constituição da dança que praticamos que é a dois", explica a dançarina. Segundo a dançarina Eglantine Oliveira o machismo existe, "nós mulheres durante muito tempo omitimos. Mas agora, basta! A dança é uma profissão e ambos devem ser profissionais e se comportarem como profissionais. Reconhecendo o valor do outro. Os cavalheiros são referência para os h o m e n s e n ó s damas para as mulheres. Somos professoras, multiplicadoras e formadores de opinião. E podemos nos posicionar em sala de aula sozinhas, colaborando para o desenvolvimento dos alunos, tanto quanto um professor com uma assistente. Antigamente, muitas parcerias tinham o envolvimento pessoal, os profissionais eram _y companheiros de vida. Atualmente, as parcerias são apenas profissionais. Ambos, cavalheiro e dama, não estão assumindo um casamento, estão em sociedade de trabalho. Acredito que, por isso as parcerias tem durado menos tempo", explica Eglantine. Carolina Parpinelli relata o que já passou na carreira e acredita que o caminho é respeito e cumplicidade, "já vi e vivi muitos casos de machismo. Já fui colocada em lugar de submissão, já fui desrespeitada e humilhada com palavras que z quase me fizeram desistir, já perdi quase todos os trabalhos, por após um término de parceria, ter que ouvir que quem ' comanda tudo é o h o m e m . S ofri muito com tudo isso, mas aprendi. Aprendi a me dar mais valor e a não aceitar esse tipo de tratamento. Fez-me ainda mais mulher e me deu mais vontade de correr atrás dos meus sonhos e objetivos, independentemente de qualquer coisa" Para a dançarina Rúbia Frutuoso o que acontece na dança é um reflexo da sociedade, "entendo perfeitamente a relação condutor e conduzido e acredito em sua eficiência. O que tenho dificuldade e na verdade não posso compactuar é c o m a marginalização do trabalho feminino, não só na dança como na sociedade e m g e r a / . Sinceramente acho que as pessoas confundem os ensinamentos que deveriam contribuir para a união dos parceiros de dança, usando estes como forma de poder, machismo esubmissão", ressalta Rúbia.
  13. 13. A empresária e dançarina Fabiana Terra tem outra opinião, "há diversos ramos na Dança de Salão, um profissional pode ser professor, coreógrafo, competidor, performer, além de ser dançarino social. Têm destaque aqueles que fazem muito bem o que se propõem a fazer em uma ou mais destas áreas, independente do sexo. Não acho que a dança d e s a / ã o é machista. Cada um tem o seu papel e ambos têm que ter atitude, ele para decidir o que será feito e ela para executar da melhor forma o proposto. ?A Ele diz "o que", mas o "como" é ela que faz. Para dar aulas faço a parte do homem e da mulher sem problemas. Inclusive, como sou mulher, ñca até mais fácil de passar para os homens como que a mulher gosta de ser conduzida. Mas o fundamental é levar a dança muito a sério. Estudar, viajar para aprender, dançar com muitas pessoas, pesquisar, assistir videos, observar e viver a dança intensamente", explica. Com Renata Peçanha fo¡ diferente, "no meu caso, fazer carreira solo, foi uma necessidade. Assim que me divorciei do meu ex-marido, Adilio Porto, que era meu parceiro de dança e sócio, me v¡ na seguinte situação, sozinha para administrar e prosseguir com a escola levando apenas o meu nome. Peçanha. Confesso que me amedrontei, mas nunca desisti. Com o apoio de minha familia, amigos e alunos prossegui, apesar dos olhares críticos dos outros profissionais que na maioria das vezes duvidavam do meu potencial e que fosse capaz de obter sucesso. Afinal de contas s e m p r e é u m homem que está a frente de uma escola ou parceria" explica Renata. Il Para Karina Carvalho o mercado já mudou, o mercado tinha mais cavalheiros, que permaneciam na dança, e por isso o mercado era mais deles, mas isso mudou naturalmente com as profissionais que queriam mais, queriam mostrar mais do seu trabalho, ensinar com maestria, estar em cena por s¡ mesma e somar igualitariamente em uma parceria. Contudo não acredito que isso venha tirar a feminilidade, ou criar algum tipo de competição entre homens e mulheres na dança. Acredito que c o m o vi v e m o s neste universo da dança a dois uma parceria sólida é o caminho", destaca Karina. A parceria é o caminho desde ' q u e s e j a m realmente parceiros, esse é o pensamento da dançarina Aline Cleto, "no meu trabalho e nas experiências que eu tive com parceiros de dança de salão aprendi que o casal precisa estar em constante desenvolvimento juntos. Só assim a sintonia aumenta e os corpos ficam mais conscientes dançando um com outro. Mas as ações que tomamos precisam representar tudo isso. Com você e com seu parceiro de dança, só posso dizer para t e r m u i t a p a c i ê n c i a , cuidado, carinho, atenção, estudo e muita dedicação. Não há prob/ ema nenhum em estar s o z i n h o e buscando evolução, principalmente se não encontrou ainda alguém que busque ou acredite nas mesmas coisas que você. Mas a procura não pode parar; até porque precisamos continuar o desenvolvimento das danças de salão certo. É possível trabalhar sozinha, mas ainda o que me inspira é o belo e lindo casal dançando juntos". (b, :l: w
  14. 14. [É É É z v Samba Í O Samba é Meu Dom- Gafieira l/ Iiuda r Salsa Estando- Manolito Simonet Y Su Trabuco ” a* É “ñ t* Zouk Í a ( _ Drake Hold On We're Going Home Cover- Hobbie Stuart V Bachata Propuesta Indecente- Romeo Santos l' Forró Valentina- Orquestra do Fubá l* . apt-r¡ , u , r-Ârf¡ “' *Hj *__' . ... .¡ . ._. ';/ í:j; _7'_. _._~r¡* ¡g! j x . _ mãçóx_ v*¡ v¡ _. .-_ A ' . . *°* ; ¡; A" . t-. x t a , ›; _k 3 _àggnwvxr _ -: '__ *F a t, .. . #em . x í. 2; í¡ ^ x cx s › . Mg ¡ '. ,¡, ^_ô q, , 1; à. 4 __ _ / kfw/ lvl7i'; - : Onyx lçãñ¡ . _ _ / ' . 46-: - r 51' I 17"¡ f7. u Í l : A y › . ›. _. . _ J . __ X 44 W fp_ 3 l ' q 9;? ! t. › ' . f. _ n ›_ t , M» __, rt>~. «:». ,«~ w . se . ..s z e _xwu l» x_ “ u». , f . k *' 7 p d¡ -n ~. t . , ;.»v¡” e __ : :f I; l-' n, . * f_ '° - . ~ à# s; ir v i «L i . . ~ ali-JS m» ~ r = ~a~ z start* S: 'h ~ a - ta, :é ~. ,, il r 5'. ; , a ~ s. - i , e: - ¡ il 113g- / RÚ*~'E"1J¡Él'r-fl, ;lü biyigkiuir u. f )vl: .l. lII, .I. II. i!Jll›'1I_| Lil . .. ¡ . 7 . n* _4_* F1_ A _à Mutum-z* __. WEA . .. "5 - . . _ 7 v . r s" . › Vl _ v*_'. "~' ; lá “rw * “$9.14 nl . .si ai. . : um: A J 1;” o. l 't "~ i ' N , › u-oo' ¡-_; _t, ›-~; _-¡, -' - ; _. l _ g : 'É. Q*'--t^c-~. . . Í%': .›, -iv'~ ~-: ^"-'_~~í frí. Í' : É - : 'f Ç
  15. 15. taí-l* l a¡ _i _l , o irái, *iii _l Professores 43X l' i ' . _l q y . V N ' , xx v* F ' 1' / Í - . - _ i l l 2 Felipe Moreno Daniel Lessa e Letícia Bernardes - SP C0ntat01(11l96459 432_0(1'¡ml/ Aulas de Dança de Salão / Shows/ (11) 26684445 (comeram) Aulas Particulares / Workshops Facebook: Fehpe Moreno _ Telefone/ WhatsApp: (11) 967607728 E-mail: fmorenodance _mai| .com Email_ d¡ S danca mai¡ com . . p @g . Região: ABC paulista e grande são Paulo Ritmos: sertanejo, dança de salão, aero dance, ritmos latinos e coreografias para casais e Facebook: www. facebook. com/ danieleleticiasp debutantes. l rf: 's x 2.. .¡ ~ , Í , V». l l l. .__ , , _1 , ,. w" l_ ri __ -. L @'- “v/ :f-'Illlêl ãlllIT'Il*. Ê-. 'Il _kãlllilllêl r'u'? _iH_. ›', mí- «à F r _ MI | .,| fin; *Juri ri-gL, :i Lang¡ r Lai a i_, | iW”§. “l§. -§F¡_il“-. Ízff/ â f ' _ À W Fx_ , *z Lâáê t' . r . 9 ° Lâ . lill_cm. ~.hf-i: i.. i:i é¡ Ajlílillljt FLeiJiilJi 5575 . . s: : r; _à i ; a Vmçuitqelilçngb: : a almas. gvaliiliezllhnnçg; çuiíuç* ; mi etçlniiaiigi Í s** s* viuva-vivi. puçiiçuslsnnnçlgitdiçi. qmail. hr / / , k i l i V _l i gi @nyirçlíatsrtçnnauçxjtdio l l l viunuvlixgçtçngnuma. ccçnuulmqníasaqnimiiçulltliçi l Í "ip ° 'l ? ñmíauçni &Viiçsslmim . an, S_ __ ¡ 'ai _ › @n91rolknmlmlnsilõion #um : tati »nrçr-. Innaiuniui plãlñl mui-aiii : the: blovmlicthnoiiais: - : au-isbn: tam: a Láloiüal: &knahufani : ka-ctz:
  16. 16. Equipamentos de Som e Iluminação _i Telão de Projeção| Projetor o _A __ l s¡ _, MAs; Receptivo | Hosters m Ç m. . . . _ A "-73 _ DJ| VDJ| Pirofagia l l l Espaços para Eventos rs l l , ' - Brinquedos Infantis a a Organização de Baladas Duplas | Grupos Bandas de todos os estilos / / K l AD. inc'sci'l. rt“s(lo Cc Kí/ / Aulas particulares Dança de Salão: Tango, Zouk, Salsa, Bolero Aulas para grupos fechados Sertanejo, Zumba, Forró Universitário Aulas para Condomínios Samba de Gafieira, Samba Rock Coreograña para Casamentos e Outros Outros estilos: Ballet, Jazz, Stiletto, Capoeira : mai 'illriallni dia Filma¡ M¡ l *Àalrlliulsi › 'vil' 'il '*21ll”s*. "'~'9'| l 'il 'illiíjiüPlli (miimioiesxiikiiMormaii skin: : 'il 9i. TI6'. T"i. a:e! :-: .. . . . , . Aim: 'il ! i 3PL1'”JB? "[* L . miau tgnuani nuianu ' A _ _ v' _ , _, Ítlãhlllüâlllllílllhllfilí' l ilui: il BLIÍWHL_ I'ma _f_ . . íuitntrilaignni en: 'il 9l. ¡'›7l"E'i _'-7'IãLÍ»“ I I ç I _ l I _ <l L '. l' 'II'_ I , _'i: ' Nilslânwilâilhlllêlàbil Píllôlllil); ?mt-asian. lhiiiaimio-: Çoiiaoigimtoi

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