1
“Estudo da via de sinalização mTOR e
do controle da síntese de proteínas
na patofisiologia dos TEA”
Andréa Laurato Sertié
...
✓ Contribuição de fatores genéticos
(Herdabilidade 50-90%)
✓ Fatores ambientais
- ~70% dos casos ainda idiopáticos
Transto...
TEA: heterogeneidade genética
Heterogeneidade
genética
Vias biológicas
comuns
TEA: heterogeneidade genética
Adaptado de Pinto et al., 2014
Função Sináptica
- Neurexina (NRXN1)
- Neuroligina 3 e 4X (NLGN3 e 4X)
- SHANK3
- CDH8
- CNTNAP2
Via de
sinalização
PI3K-mTORC1
mGluR
mTORC1
P
P
P
P P P
Sintese
proteica
Proliferação Diferenciação
Função sinapses
P
P
P
P
P P
P
P
P
P
P
P
P
P P
X Mutações de perda de
função em reguladores
negativos da via - TEA
X
X
X
X
X
P
P
P
Mutações patogênicas em
genes da via mTORC1
eIF4E/
eIF4G
TEA não-sindrômico Ativadores de transcrição -- <1%
 Sinalização mTOR
 Síntese de proteínas em
neurônios
TEA
Pten-/+:  via mTOR
 cortex e hipocampo Hipertrofia neurônios hipocampo
Hipertrofia dendritos
Alterações na via PI3K-mTORC1?
Hipótese de trabalho
Células-tronco mesenquimais
(MSCs) de polpa de dente decíduo
13 pacientes com TEA x 13 controles
MSCs
Pacientes X Controles
P
P P
P
MSCs
Perfil de ativação da via mTORC1
3 pacientes (23% amostra)
hiperfuncionamento da via mTORC1
3 pacientes
10 pacientes
13 controles
Condições normais de
cultura
pacientes controles
Importância de fatores ambientais!
- Maior proliferação
- Menor efeito antiproliferativo da rapamicina
3 pacientes
10 pacientes
13 controles
3 pacientes (23%...
Consequências do hiperfuncionamento
da via mTORC1 em células neurais
Capacidade limitada
de diferenciação em
células neura...
Oct4, Sox2, c-Myc, KLF4
Células iPSCs
Adaptado de R&D Systems
Células-tronco
polpa de dente
(Takahashi et al., 2007)
Células iNeuroprogenitoras e
iNeurônios
✓ Células
neuroprogenitoras: - auto-
renovação
- diferenciação neural
- síntese proteica, autofagia
✓ Neurônios:
- morfolo...
✓ Células
neuroprogenitoras: - auto-
renovação
- diferenciação neural
- síntese proteica, autofagia
✓ Neurônios:
- morfolo...
Sequenciamento de genes
associados aos TEA /
sequenciamento de exoma
✓
✓
✓
✓
✓Ausência de mutações
Participantes /Agradecimentos
Maria Rita Passos Bueno (IB-USP)
Karina Griesi Oliveira (IB-USP; IIEP)
Angela May Suzuki (IB...
Obrigada!
andrea.sertie@einstein.br
sertiea@gmail.com
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Andrea Laurato Sertie - 31mai14 1º Congresso A&R SUS

359 visualizações

Publicada em

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
359
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • A contribuição de fatores geneticos para a etiologia dos TEA é alta, estima-se que a herdabilidade seja em torno de 90%
  • Dentre os cerca de 30% dos pacientes que tem as causas genéticas identificadas, existem pacientes que apresentam alterações cromossomicas estruturais, pacientes que apresentam mutações patogências em dois ou poucos genes, pacientes que apresentam mutação patogênica em um unico gene (em um modelo monogínico de herança) e e pacintes onde a doenca parece ter heranca multifatorial (causada pela contribuição de diversas variações genéticas de efeito pequeno somadas a fatores ambientais de predisposição. Como apontado na figura, centenas de genes e regiões cromossomicasalteradas ja foram identificadas em pacietes com TEA. E o que tem sido proposto é que cada pacientes tem uma conbinaçnao diferente de causas genéticas.
  • Apesar desta grande heterogeneidade genética, a análise dos genes alterados nos pacientes tem sugerido que grande parte desses genes faz parte de vias biológicas comuns.
  • Um exemplo constitui os genes que codificam proteinas envolvidas em formação e funcionamento das sinapses no SNC.
  • Outro exemplo consituti os genes que codificam proteinas envolvidas na via de sinalização PI3K-mTORC1, de interesse de nosso projeto de pesquisa. A via mTORC1 controla diversos processos celulares essenciais como proliferação, diferenciação, sintese de proteinas e autofagia em resposta a quantidade de nutrientes e fatores de crescimento no meio extracelular. Esta via funciona como um sensor da quantidade de nutrientes, fatores de crescimento e hormonios no meio extracelular e da quantidade de energia no meio intracelular. O estimulo de determinados receptores de membrana irá provcar uma cascata de sinalização intracelular que funciona sobretudo por meio da fosforilaçnao de proteinas da via, e o complexo mTOR é uma protrina kinase que fosforila outras protinas. Na abundância de nutrientes e fatores de crescimento a via está ativa, e estula a sintese de proteinas e etc. Na carencia desses fatores, a via é inibida e a sintese proteica também é inibida e a autofagia é estumulada.
  • Outro exemplo consituti os genes que codificam proteinas envolvidas na via de sinalização PI3K-mTORC1, de interesse de nosso projeto de pesquisa. A via mTORC1 controla diversos processos celulares essenciais como proliferação, diferenciação, sintese de proteinas e autofagia em resposta a quantidade de nutrientes e fatores de crescimento no meio extracelular. Esta via funciona como um sensor da quantidade de nutrientes, fatores de crescimento e hormonios no meio extracelular e da quantidade de energia no meio intracelular. O estimulo de determinados receptores de membrana irá provcar uma cascata de sinalização intracelular que funciona sobretudo por meio da fosforilaçnao de proteinas da via, e o complexo mTOR é uma protrina kinase que fosforila outras protinas. Na abundância de nutrientes e fatores de crescimento a via está ativa, e estula a sintese de proteinas e etc. Na carencia desses fatores, a via é inibida e a sintese proteica também é inibida e a autofagia é estumulada.
  • Contudo, ainda não existem publicados estudos que analisam a atitividade desta via em pacientes com TEA idiopeaticos, ou seja, se nós estudarmos um grupo de pacientes com TEA sem a causa genética determinada, e provavelmente eles terão diferentes combinaç˜es de alterações genéticas, qual a frequencia dos pacintes que irão apresentar disfunçnao da via mTORC1? Ou serea que irnao apresentar disfunção desta via?
  • Andrea Laurato Sertie - 31mai14 1º Congresso A&R SUS

    1. 1. 1
    2. 2. “Estudo da via de sinalização mTOR e do controle da síntese de proteínas na patofisiologia dos TEA” Andréa Laurato Sertié Instituto de Ensino e Pesquisa Albert Einstein Centro de Estudos do Genoma Humano (IB-USP)
    3. 3. ✓ Contribuição de fatores genéticos (Herdabilidade 50-90%) ✓ Fatores ambientais - ~70% dos casos ainda idiopáticos Transtornos do espectro autista (TEA) Genética
    4. 4. TEA: heterogeneidade genética
    5. 5. Heterogeneidade genética Vias biológicas comuns
    6. 6. TEA: heterogeneidade genética Adaptado de Pinto et al., 2014
    7. 7. Função Sináptica - Neurexina (NRXN1) - Neuroligina 3 e 4X (NLGN3 e 4X) - SHANK3 - CDH8 - CNTNAP2
    8. 8. Via de sinalização PI3K-mTORC1 mGluR mTORC1 P P P P P P Sintese proteica Proliferação Diferenciação Função sinapses
    9. 9. P P P P P P P P P
    10. 10. P P P P P P X Mutações de perda de função em reguladores negativos da via - TEA X X X X X P P P
    11. 11. Mutações patogênicas em genes da via mTORC1 eIF4E/ eIF4G TEA não-sindrômico Ativadores de transcrição -- <1%
    12. 12.  Sinalização mTOR  Síntese de proteínas em neurônios TEA
    13. 13. Pten-/+:  via mTOR  cortex e hipocampo Hipertrofia neurônios hipocampo Hipertrofia dendritos
    14. 14. Alterações na via PI3K-mTORC1? Hipótese de trabalho
    15. 15. Células-tronco mesenquimais (MSCs) de polpa de dente decíduo 13 pacientes com TEA x 13 controles
    16. 16. MSCs Pacientes X Controles P P P P MSCs Perfil de ativação da via mTORC1
    17. 17. 3 pacientes (23% amostra) hiperfuncionamento da via mTORC1 3 pacientes 10 pacientes 13 controles
    18. 18. Condições normais de cultura pacientes controles Importância de fatores ambientais!
    19. 19. - Maior proliferação - Menor efeito antiproliferativo da rapamicina 3 pacientes 10 pacientes 13 controles 3 pacientes (23% amostra) hiperfuncionamento da via mTORC1
    20. 20. Consequências do hiperfuncionamento da via mTORC1 em células neurais Capacidade limitada de diferenciação em células neurais MSCs
    21. 21. Oct4, Sox2, c-Myc, KLF4 Células iPSCs Adaptado de R&D Systems Células-tronco polpa de dente (Takahashi et al., 2007)
    22. 22. Células iNeuroprogenitoras e iNeurônios
    23. 23. ✓ Células neuroprogenitoras: - auto- renovação - diferenciação neural - síntese proteica, autofagia ✓ Neurônios: - morfologia - funcionamento - síntese proteica, autofagia Células iNeuroprogenitoras e iNeurônios
    24. 24. ✓ Células neuroprogenitoras: - auto- renovação - diferenciação neural - síntese proteica, autofagia ✓ Neurônios: - morfologia - funcionamento - síntese proteica, autofagia Células iNeuroprogenitoras e iNeurônios
    25. 25. Sequenciamento de genes associados aos TEA / sequenciamento de exoma ✓ ✓ ✓ ✓ ✓Ausência de mutações
    26. 26. Participantes /Agradecimentos Maria Rita Passos Bueno (IB-USP) Karina Griesi Oliveira (IB-USP; IIEP) Angela May Suzuki (IB-USP) Camila de Oliveira Freitas Machado (IIEP) Stephanie Martins (IIEP) Estevão Vadasz (Iq-USP) Pessoal IIEP
    27. 27. Obrigada! andrea.sertie@einstein.br sertiea@gmail.com

    ×