NETWEAVING
Augusto de Franco
Vai começar.
Pegue o seu.
•De um certo ponto de vista o que representamos como redes são rastros de fluições: tentativas de capturar uma dinâmica qu...
Tente este agora
sim, ela existe...
Explorações imaginativas
no espaço-tempo dos fluxos
1. COMO TUDO COMEÇOU
Tocqueville    Dewey     Arendt




  Jacobs      Maturana   Castells
capital social = rede social
Paul Baran in the early 1960s.
He worked for RAND and wrote
the first papers on a distributed
communications system. AT&T
...
link


        station



a) centralized           b) decentralized   c) distributed
Barabási   Strogatz   Watts


a nova ciência das redes
clustering
social clustering
swarming

Photograph by José L. Gómez de Francisco                                                   Visions of Earth
® 20...
swarming civil
small world phenomenon
2. MINHAS DESCOBERTAS
crunching
Não uma aldeia
global, mas miríades
de aldeias globais
1%
“small is powerful”
I= (C-D).C/E
C = número de conexões
D = número de nodos desconectados com a eliminação do nodo mais conectado
E = número d...
fractal:
pessoa já é rede
a rede mãe
os programas verticalizadores
a brecha
Maturana
redes distribuídas são interfaces
para “conversar” com a “rede-mãe”
A REDE MÃE É A MATRIX
Abraham       Bey         Quinn


mudar o futuro >> mudar o passado
3. MINHA INVESTIGAÇÃO ATUAL
deformações no campo social
A pirâmide | Robson Peres 2005
como as organizações
hierárquicas deformam
o campo social no seu
interior e no seu entorno?
como fazer a transição das organizações
hierárquicas para organizações em rede?
isto é netweaving
obrigado
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  1. 1. NETWEAVING Augusto de Franco
  2. 2. Vai começar. Pegue o seu.
  3. 3. •De um certo ponto de vista o que representamos como redes são rastros de fluições: tentativas de capturar uma dinâmica que ocorre no espaço-tempo dos fluxos, ou naquela particular “brana” onde essas fluições existem como tais. Desse ponto de vista – que deverá ser o da chamada ‘nova ciência das redes’ se e quando os pesquisadores descobrirem que não podem remendar os velhos estatutos das ciências sociais, inserindo seus métodos (matemáticos) de análise para escapar dos discursos descritivos e prescritivos dessas ciências – redes não são o que parecem (nodos linkados entre si, representados por grafos: arestas e vértices) mas movimentos em um campo de fluições (como se fossem configurações de aglomeramentos – ou espalhamentos – de bósons, para fazer um paralelo com partículas mensageiras dos campos de forças físicas). De um ponto de vista político, entretanto – obrigatório, se quisermos continuar usando o conceito de ‘poder’ sem cometer deslizamentos epistemológicos mais graves – redes sociais (distribuídas) são movimentos de desconstituição de hierarquia (na exata medida dos seus graus de distribuição). Portanto, ao invés de ficarmos discutindo a possibilidade de alguém exercer poder nas redes, deveríamos estar discutindo a medida da impossibilidade de alguém fazê-lo (e essa medida, convém repetir, é a medida inversa do grau de centralização da rede em questão). Isso porque, conquanto de um ponto de vista topológico, todos os complexos de fluições (ou coleções de nodos e conexões) sejam redes (mais distribuídas ou mais centralizadas), o termo rede é aplicado correntemente à configurações onde há multiplicidade de caminhos (abundância). Não costumamos usar a palavra rede para designar hierarquias (caracterizadas pela escassez de caminhos), a despeito de sacrificarmos com isso o rigor matemático (para o qual todos os sistemas de nodos e conexões devem ser notados como redes independentemente do grau de distribuição). Ora, se quanto mais caminhos houver entre os nodos menos poder se consegue exercer sobre eles, então – em homenagem à clareza, deveríamos dizer que – o poder é uma medida de não-rede. A sociologia tem alguma culpa por essa confusão de conceitos. Sua culpa – para resumir em poucas palavras – foi apenas a de não ter compreendido as redes. Ou ter tentado apreendê-las a partir de conceitos inadequados ou impotentes para captar o que está além (ou seria aquém?) da representação: conceitos como ‘representação’, ‘atores sociais’, ‘grupos’, ‘estruturas sociais’ e, por incrível que pareça, ‘social’ e ‘sociedade’. Já havia ela (a sociologia) cometido o mesmo erro com a noção de capital social (e se trata, exatamente, do mesmo erro de vez que a abordagem sociológica não entendeu que ‘capital social’ e ‘rede social’ se referem, exatamente, à mesma coisa). Vamos, portanto, tentar refazer aqui o caminho desse erro.
  4. 4. Tente este agora
  5. 5. sim, ela existe...
  6. 6. Explorações imaginativas no espaço-tempo dos fluxos
  7. 7. 1. COMO TUDO COMEÇOU
  8. 8. Tocqueville Dewey Arendt Jacobs Maturana Castells
  9. 9. capital social = rede social
  10. 10. Paul Baran in the early 1960s. He worked for RAND and wrote the first papers on a distributed communications system. AT&T said his idea would never work. (photo courtesy of Paul Baran)
  11. 11. link station a) centralized b) decentralized c) distributed
  12. 12. Barabási Strogatz Watts a nova ciência das redes
  13. 13. clustering
  14. 14. social clustering
  15. 15. swarming Photograph by José L. Gómez de Francisco Visions of Earth ® 2005 National Geographic Society. All rights reserved. National Geographic magazine, March 2005
  16. 16. swarming civil
  17. 17. small world phenomenon
  18. 18. 2. MINHAS DESCOBERTAS
  19. 19. crunching
  20. 20. Não uma aldeia global, mas miríades de aldeias globais
  21. 21. 1% “small is powerful”
  22. 22. I= (C-D).C/E C = número de conexões D = número de nodos desconectados com a eliminação do nodo mais conectado E = número de conexões eliminadas com eliminação do nodo mais conectado grau de distribuição - conectividade
  23. 23. fractal: pessoa já é rede
  24. 24. a rede mãe
  25. 25. os programas verticalizadores
  26. 26. a brecha Maturana
  27. 27. redes distribuídas são interfaces para “conversar” com a “rede-mãe”
  28. 28. A REDE MÃE É A MATRIX
  29. 29. Abraham Bey Quinn mudar o futuro >> mudar o passado
  30. 30. 3. MINHA INVESTIGAÇÃO ATUAL
  31. 31. deformações no campo social
  32. 32. A pirâmide | Robson Peres 2005
  33. 33. como as organizações hierárquicas deformam o campo social no seu interior e no seu entorno?
  34. 34. como fazer a transição das organizações hierárquicas para organizações em rede?
  35. 35. isto é netweaving
  36. 36. obrigado

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