N   e   t   w   e   a   v   i   n   g A   u   g   u   s   t   o  d   e  F   r   a   n   c   o
Vai começar Pegue o seu
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Tente este agora
 
 
<ul><li>Sim... A Matrix existe! </li></ul>Sim, ela existe...
 
Explorações imaginativas no espaço-tempo dos fluxos
1 Como tudo começou
Tocqueville Dewey Arendt Jacobs Maturana Castells
Capital social = Rede social
 
 
A nova ciência das redes B   a   r   a   b   á   s   i S   t   r   o   g   a   t   z W   a   t   t   s
C   l   u   s   t   e   r   i   n   g
Social c   l   u   s   t   e   r   i   n   g
S   w   a   r   m   i   n   g
S   w   a   r   m   i   n   g civil
Small-World Phenomenon
2 Minhas “descobertas”...
C   r   u   n   c   h   i   n   g
Não uma aldeia global, mas miríades de aldeias globais
“ S   m   a   l   l   i   s  p   o   w   e   r   f   u   l” 1%
Grau de distribuição-conectividade I = (C – D).C/E   C  = Número de conexões D  = Número de nodos desconectados com a elim...
Fractal: Pessoa  já é rede
A “rede-mãe”
Os programas verticalizadores
A Brecha... M   a   t   u   r   a   n   a
Redes distribuídas são interfaces para “conversar” com a “rede-mãe”
A “rede-mãe” é a Matrix
Mudar o futuro => Mudar o passado K   r   a   m   e   r B   e   y Q   u   i   n   n Abraham
3 Minha investigação atual
Deformações no campo social
 
Como as organizações hierárquicas deformam o campo social no seu interior e no seu entorno?
Como fazer a transição das organizações hierárquicas para organizações em rede?
Isto é netweaving
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Apresentacao Tedxsp Augustodefranco

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Rascunho da minha apresentação completa no TEDxSP (14/11/09)

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Apresentacao Tedxsp Augustodefranco

  1. 1. N e t w e a v i n g A u g u s t o d e F r a n c o
  2. 2. Vai começar Pegue o seu
  3. 3. <ul><li>De um certo ponto de vista o que representamos como redes são rastros de fluições: tentativas de capturar uma dinâmica que ocorre no espaço-tempo dos fluxos, ou naquela particular “brana” onde essas fluições existem como tais. Desse ponto de vista – que deverá ser o da chamada ‘nova ciência das redes’ se e quando os pesquisadores descobrirem que não podem remendar os velhos estatutos das ciências sociais, inserindo seus métodos (matemáticos) de análise para escapar dos discursos descritivos e prescritivos dessas ciências – redes não são o que parecem (nodos linkados entre si, representados por grafos: arestas e vértices) mas movimentos em um campo de fluições (como se fossem configurações de aglomeramentos – ou espalhamentos – de bósons, para fazer um paralelo com partículas mensageiras dos campos de forças físicas). De um ponto de vista político, entretanto – obrigatório, se quisermos continuar usando o conceito de ‘poder’ sem cometer deslizamentos epistemológicos mais graves – redes sociais (distribuídas) são movimentos de desconstituição de hierarquia (na exata medida dos seus graus de distribuição). Portanto, ao invés de ficarmos discutindo a possibilidade de alguém exercer poder nas redes, deveríamos estar discutindo a medida da impossibilidade de alguém fazê-lo (e essa medida, convém repetir, é a medida inversa do grau de centralização da rede em questão). Isso porque, conquanto de um ponto de vista topológico, todos os complexos de fluições (ou coleções de nodos e conexões) sejam redes (mais distribuídas ou mais centralizadas), o termo rede é aplicado correntemente à configurações onde há multiplicidade de caminhos (abundância). Não costumamos usar a palavra rede para designar hierarquias (caracterizadas pela escassez de caminhos), a despeito de sacrificarmos com isso o rigor matemático (para o qual todos os sistemas de nodos e conexões devem ser notados como redes independentemente do grau de distribuição). Ora, se quanto mais caminhos houver entre os nodos menos poder se consegue exercer sobre eles, então – em homenagem à clareza, deveríamos dizer que – o poder é uma medida de não-rede. A sociologia tem alguma culpa por essa confusão de conceitos. Sua culpa – para resumir em poucas palavras – foi apenas a de não ter compreendido as redes. Ou ter tentado apreendê-las a partir de conceitos inadequados ou impotentes para captar o que está além (ou seria aquém?) da representação: conceitos como ‘representação’, ‘atores sociais’, ‘grupos’, ‘estruturas sociais’ e, por incrível que pareça, ‘social’ e ‘sociedade’. Já havia ela (a sociologia) cometido o mesmo erro com a noção de capital social (e se trata, exatamente, do mesmo erro de vez que a abordagem sociológica não entendeu que ‘capital social’ e ‘rede social’ se referem, exatamente, à mesma coisa). Vamos, portanto, tentar refazer aqui o caminho desse erro. </li></ul>
  4. 4. Tente este agora
  5. 7. <ul><li>Sim... A Matrix existe! </li></ul>Sim, ela existe...
  6. 9. Explorações imaginativas no espaço-tempo dos fluxos
  7. 10. 1 Como tudo começou
  8. 11. Tocqueville Dewey Arendt Jacobs Maturana Castells
  9. 12. Capital social = Rede social
  10. 15. A nova ciência das redes B a r a b á s i S t r o g a t z W a t t s
  11. 16. C l u s t e r i n g
  12. 17. Social c l u s t e r i n g
  13. 18. S w a r m i n g
  14. 19. S w a r m i n g civil
  15. 20. Small-World Phenomenon
  16. 21. 2 Minhas “descobertas”...
  17. 22. C r u n c h i n g
  18. 23. Não uma aldeia global, mas miríades de aldeias globais
  19. 24. “ S m a l l i s p o w e r f u l” 1%
  20. 25. Grau de distribuição-conectividade I = (C – D).C/E C = Número de conexões D = Número de nodos desconectados com a eliminação do nodo mais conectado E = Número de conexões eliminadas com a eliminação do nodo mais conectado
  21. 26. Fractal: Pessoa já é rede
  22. 27. A “rede-mãe”
  23. 28. Os programas verticalizadores
  24. 29. A Brecha... M a t u r a n a
  25. 30. Redes distribuídas são interfaces para “conversar” com a “rede-mãe”
  26. 31. A “rede-mãe” é a Matrix
  27. 32. Mudar o futuro => Mudar o passado K r a m e r B e y Q u i n n Abraham
  28. 33. 3 Minha investigação atual
  29. 34. Deformações no campo social
  30. 36. Como as organizações hierárquicas deformam o campo social no seu interior e no seu entorno?
  31. 37. Como fazer a transição das organizações hierárquicas para organizações em rede?
  32. 38. Isto é netweaving

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