UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO          ACARAÚ - UVACurso: Administração de Empresas   Disciplina: Estado e Sociedade      ...
Grupo Magna Maria  Plínio Cesar Liliene Aguiar  Elton Aguiar Luana OliveiraAugusto Canuto
Capítulo 4O semeador e o ladrilhador
A cidade como uma ferramenta        de dominação
• Para muitas nações conquistadoras, a construção decidades foi o mais decisivo instrumento de dominaçãoque eles conhecera...
• As cidades que os portugueses construíram naAmérica não é produto mental, não chega a contradizero quadro da naturezas e...
Semeador                                                                     (Português)                                  ...
Sergio Buarque de Holanda analisa a colonizaçãoespanhola e portuguesa da América, através de umametáfora entre o semeador ...
‐ LADRILHADOR:Representa o colonizador espanhol, que tambémusufruíram da nova terra, se preocuparam em tornar oterritório ...
ColonizaçãoPortuguesa
COLONIZAÇÃO PORTUGUESA• Predominância da exploração comercial:⁻ Colônia não é vista como prolongamento da  Metrópole (Port...
• Colônia vista como um lugar de passagem:⁻ “Preferem ver sair do Brasil muitos navios carregados  de ouro do que muitas a...
COLONIZAÇÃO ESPANHOLA• Investimento no domínio militar, econômico e  político através da criação de núcleos de povoação.• ...
• Preferência em regiões saudáveis, com abundância  de homens velhos e de animais sãos, frutos e  mantimentos sadios, céu ...
O PAPEL DA IGREJA NA COLONIZAÇÃO• Os jesuítas e os nativos• Os jesuítas EspanhóisConcluída a povoação e determinada a cons...
O PAPEL DA IGREJA NA COLONIZAÇÃO• Os jesuítas Portugueses• A Igreja nas fazendas• A Igreja nos aldeamentos
O PAPEL DA IGREJA NA COLONIZAÇÃO“Em vão trabalha quem os quer fazer anjos antes de osfazer homens”Não vão a cativar, mas a...
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Semeador e Ladrilhador - Raizes do Brasil

  1. 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ - UVACurso: Administração de Empresas Disciplina: Estado e Sociedade Professor: Ronaldo Itarema – CE Junho - 2011
  2. 2. Grupo Magna Maria Plínio Cesar Liliene Aguiar Elton Aguiar Luana OliveiraAugusto Canuto
  3. 3. Capítulo 4O semeador e o ladrilhador
  4. 4. A cidade como uma ferramenta de dominação
  5. 5. • Para muitas nações conquistadoras, a construção decidades foi o mais decisivo instrumento de dominaçãoque eles conheceram.• As construções das cidades começaria sempre pelachamada praça maior. Que fica na em costa do mar, e queessa praça ficaria no lugar de desembarque do porto.• Nas cidades, comparadas ás da America espanhola, quetem a cidade com instrumento de dominação, querepresenta a empresa da razão - assim como umprolongamento estável da metrópole, se dispunhammuitas vezes as ruas ou habitações é, sem duvida, umreflexo de tais circunstancias, tudo ali era irregular, demodo que a praça principal, onde se erguia o Palácio dosVice-Reis, parecia esta só por acaso.
  6. 6. • As cidades que os portugueses construíram naAmérica não é produto mental, não chega a contradizero quadro da naturezas e sua silhueta se enlaça na linhada paisagem.• Sérgio Buarque fala sobre a colonização portuguesasempre comparando-a com a espanhola. Mesmo sendomais liberais que os espanhóis, os portuguesesmantinham firme o pacto colonial, proibindo aprodução de muitas manufaturas na colônia. Tambémfalou do desleixo português na construção das cidades.Os portugueses eram corajosos, mas prudentes.
  7. 7. Semeador (Português) Pouco planejamento, vale-se Aventureiro da “riqueza fácil, ao alcance (Ibéricos e inglêses até o séc. XVIII) da mão” Repulsa pelo trabalho regular e mecânicoColonizador Busca novas experiências, é audacioso, criativo, espaçoso, ignora fronteiras o objetivo final e mais importante que os meios, quer colher o fruto sem plantar a árvore Ladrilhador Fruto da ética católica (Espanhol) Aquele que planeja-se - o Trabalhador homem intervém no curso da (Europeus do Norte) natureza. Vê primeiro a dificuldade a vencer, concentra- se nos meios disponíveis. É metódico, realista, persistente, estável “Ethos” capitalista advindo da ética protestante (Weber)
  8. 8. Sergio Buarque de Holanda analisa a colonizaçãoespanhola e portuguesa da América, através de umametáfora entre o semeador e um ladrilhador. - SEMEADORRepresenta o colonizador português que,pelo fato de considerar a colônia um simples lugar depassagem, predominando o caráter de exploraçãocomercial. O método usado por Portugal tinha comobase a riqueza fácil ao alcance das mãos em tudo que aterra podia lhes proporcionar.
  9. 9. ‐ LADRILHADOR:Representa o colonizador espanhol, que tambémusufruíram da nova terra, se preocuparam em tornar oterritório organizado, tomaram cuidado em encontrarlugares altos com clima saudável, lembrando do seupaís, planejando, assim construíram grandes centrosurbanos centralizando todo o poder.
  10. 10. ColonizaçãoPortuguesa
  11. 11. COLONIZAÇÃO PORTUGUESA• Predominância da exploração comercial:⁻ Colônia não é vista como prolongamento da Metrópole (Portugal)⁻ Colonização aventureira, mais que trabalhadora• Colonização litorânea:⁻ “Arranham a costa como caranguejo”⁻ Interesse em abastecer a Metrópole
  12. 12. • Colônia vista como um lugar de passagem:⁻ “Preferem ver sair do Brasil muitos navios carregados de ouro do que muitas almas para o céu”. Pe. Da Nobrega• Falta de vontade criadora:⁻ Desleixada - Sem planejamento• Norteada mais pela rotina do que pela razão abstrata⁻ Mesmo em seus melhores momentos, a obra realizada no Brasil pelos portugueses teve caráter mais acentuado de feitorização do que de colonização.
  13. 13. COLONIZAÇÃO ESPANHOLA• Investimento no domínio militar, econômico e político através da criação de núcleos de povoação.• A aventura do primeiro momento deu lugar à “mão forte do Estado”− Criação de Instituições• “Esforço determinado de vencer e retificar a fantasia caprichosa da paisagem agreste”. Ênfase nos traçados de linha reta, plano regular.
  14. 14. • Preferência em regiões saudáveis, com abundância de homens velhos e de animais sãos, frutos e mantimentos sadios, céu claro e benigno, ar puro e suave.• Argentina, México, Peru, Bolívia, Equador, Venezuela, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Chile
  15. 15. O PAPEL DA IGREJA NA COLONIZAÇÃO• Os jesuítas e os nativos• Os jesuítas EspanhóisConcluída a povoação e determinada a construção dosedifícios, “não antes”, é que governadores epovoadores, com muita diligência e sagrada dedicação,devem tratar de trazer, pacificamente, ao grêmio dasanta igreja e a obediência das autoridades civis, todosos naturais da terra.
  16. 16. O PAPEL DA IGREJA NA COLONIZAÇÃO• Os jesuítas Portugueses• A Igreja nas fazendas• A Igreja nos aldeamentos
  17. 17. O PAPEL DA IGREJA NA COLONIZAÇÃO“Em vão trabalha quem os quer fazer anjos antes de osfazer homens”Não vão a cativar, mas antes a reduzir ao conhecimentoda civil e urbana sociedade um gentio brabo e comedorde carne humana. E depois se esses índios ferozes sãopostos a servir nas lavras e lavouras, não entra aquinenhuma injustiça clamorosa, “pois é para ossustentarmos a eles e aos seus filhos, como a nós e aosnossos”. Declaração do Bispo de Pernambuco em relação ao bandeirante Domingos Jorge Velho

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