Resumo metodo 2009_site

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Resumo metodo 2009_site

  1. 1. URBS JANEIRO 2009 METODOLOGIA TARIFÁRIA DO SISTEMA INTEGRADO DE TRANSPORTE DA GRANDE CURITIBA
  2. 2. URBS JANEIRO 20091 - QUILOMETRAGEMA quilometragem é composta com a mutiplicação da extensão de cada linha pelo número de viagens,mais a quilometragem de entrada da frota em serviço e sua respectiva recolhida.A quilometragem total diária do sistema é: Tipo de Dia km Diária Dias Mês Dias Ano km Mensal Útil= 490.524,73 20,67 248,00 10.137.511,09 Sábado= 302.246,87 4,58 55,00 1.385.298,15 Domingo= 233.058,94 5,17 62,00 1.204.137,86JANEIRO 30,42 365,00 12.726.947,10Quadro de Quilometragem Média Mês e Frota Operante:VEÍCULO MICRO MICRO ESP. COMUM E. ESPECIAL S/PADRON PADRON PADRON LD ARTIC ARTIC EXPR BIARTIC TOTALkm - TOTAL 289.596,53 815.841,56 5.275.615,81 178.704,67 458.065,78 711.371,14 2.544.806,63 1.492.079,61 156.937,80 803.927,57 12.726.947,10F. OPERANTE 48 108 794 52 59 100 382 245 24 146 1.958 FROTA OPERANTE EQUIVALENTE EM FUNÇÃO DO TAMANHO DO ÔNIBUS: 2.2392 - PASSAGEIROS .Para cada período tarifário, projeta-se um função do número e tipo de dias, a média de passageiros pagantes equivalentes realizados efetivamente no ano anterior.Passageiros Equivalentes - Total de passageiro pagantes dos Sistema equivalendo os quantitativos das tarifas diferenciadas para a tarifa principal.PASSAGEIROS PREVISTO PARA OS PRÓXIMOS 12 MESESPASSAGEIRO EQUIVALENTE - TOTAL 26.683.652PASSAGEIRO EQUIVALENTE - URBANO 21.547.049PASSAGEIRO EQUIVALENTE - METROPOLITANO 5.136.6033.CUSTOS OPERACIONAISComposto pelos sub itens: combustível, lubrificantes, rodagem, peças e acessórios, pessoal de manutenção e pessoal de tráfego.3.1 - Custos Variáveis3.1.1- CombustívelA apropriação dos parâmetros da pesquisa realizada considerou a seguinte metodologia:Para não haver prejuízos, bem como estímulos a ineficiência, as empresas foram divididas emgrupos, cujas regiões de atendimento e características operacionais são semelhantes.As médias obtidas foram por tipo de veículo, através de pesquisas, eliminado-se veículos fora de desvio padrão.O preço unitário adotado é o valor menor valor obtido, entre o menor preço cotado pelas distribuidoras e o valor médio de compra levantada pelaANP - Agência Nacional de Petróleo, nos postos de Curitiba.TABELA CONSUMO COMBUSTIVELVEÍCULO MICRO MICRO ESP. COMUM S/PADRON P DIAMETRAL PADRON PADRON LD ARTIC ARTIC EXPR BIARTICGRUPO “1” 0,2044 0,2690 0,3524 0,4659 0,5772 0,5368 0,5368 0,7534 - 0,7620GRUPO ”2” 0,2188 0,3125 0,3822 0,5145 0,5636 0,5517 0,5517 0,7534 0,8268 0,8945GRUPO ”3” 0,2690 - 0,3328 0,4985 0,5580 0,3446 0,3645 0,7110 - -GRUPO ”4” 0,3125 - - - - 0,4160GRUPO ”5” 0,4985GRUPO ”6” 0,5804MÉDIA 0,2249 0,3125 0,3608 0,5079 0,5004 0,5004 0,5220 0,7226 0,8268 0,8727Multiplicando o índice de consumo de cada categoria de veículo pela sua quilometragem mensale pelo custo do litro de combustível, obtemos a despesa mensal de diesel:
  3. 3. URBS JANEIRO 20093.1.2 – LubrificantesPara este item, atende-se a recomendações dos fabricantes de veículos, que sugere os índices de consumo para lubrificantes com as seguintes considerações:Para óleo de motor foi considerado a capacidade do carter (variando de 10,00 a 34,50 litros), troca a cada 10.000 Km e reposição variando de 76,23% a 131,50%;Para óleo de diferencial foi considerado troca a cada 80.000 Km (capacidade variando de 3 a 36 litros);Para óleo de caixa foi considerado troca a cada 40.000 Km (capacidade variando de 4,5 a 17,00 litros);Para fluido de freio foi considerado troca a cada 80.000 Km (capacidade variando para óleo de direção entre 3,50 e 6,00 litrose para óleo de embreagem variando entre 0,30 a 2,50 litros);Para graxa foi considerado a utilização de 1,50 kg a cada 5.000 km;Segue abaixo quadro discriminando os índices adotados por tipo de veículo:VEÍCULO MICRO MICRO ESP. COMUM S/PADRON PADRON DI. PADRON PADRON LD ARTIC ARTIC BIARTICOleo Motor 0,0023147 0,0033568 0,0033568 0,0033568 0,0052397 0,0052397 0,0052397 0,0068556 0,0068556 0,0068556Oleo Diferencial 0,0000375 0,0000656 0,0000656 0,0000656 0,0002515 0,0002515 0,0002515 0,0003154 0,0003154 0,0003154Oleo Caixa 0,0001125 0,0001250 0,0001250 0,0001250 0,0003775 0,0003775 0,0003775 0,0004458 0,0004458 0,0004458Fluido de Freio 0,0000227 0,0000227 0,0000227 0,0000227 0,0000922 0,0000922 0,0000922 0,0001806 0,0001806 0,0001806Graxa 0,0003000 0,0003000 0,0003000 0,0003000 0,0003000 0,0003000 0,0003000 0,0003000 0,0003000 0,0003000Obtem-se o valor multiplicando o consumo por tipo de veículo por sua quilometragem mensal e pelo seu preço.obtemos:3.1.3 – RodagemO cálculo para os índices de consumo de rodagem adotou o seguinte critério:- Levantamento do consumo das empresas operadoras no período de um ano;- Levantamento da quilometragem percorrida nesse mesmo período;- Cálculo das médias;- Cálculo do desvio padrão das médias, eliminando-se as médias fora dos limites;Os índices de consumo obtidos, para todos os sistemas e categorias, são :TABELA CONSUMO RODAGEM VEÍCULO MICRO MICRO ESP. COMUM S/PADRON PADRON ARTIC BIARTICPNEU RADIAL 750x16 0,0000470 - - - - - - 1000x20 - 0,0000394 0,0000513 0,0000513 - - - 1100x22 - - - - 0,0000494 0,0000586 0,0000586CAMARAS 750x16 0,0001034 - - - - - - 1000x20 - 0,0000795 0,0001034 0,0001034 - - - 1100x22 - - - - 0,0001034 0,0001223 0,0001223PROTETORES 750x16 0,0000961 - - - - - - 1000x20 - 0,0000739 0,0000961 0,0000961 - - - 1100x22 - - - - 0,0000961 0,0001137 0,0001137RECAUCHUTAGEM 750x16 0,0001474 - - - - - - 1000x20 - 0,0001086 0,0001413 0,0001413 - - - 1100x22 - - - - 0,0001444 0,0001719 0,0001719Obtem-se o valor multiplicando o índice de consumo por tipo de veículo por sua quilometragem mensal e pelo seu preço.3.2- Custos de Manutenção3.2.1 - Pessoal de ManutençãoA despesa mensal de pessoal é igual ao total de funcionários, dimensionado pela URBS, multiplicado pelo salário médio, com horas extras e anuênio,acrescido dos encargos.3.2.1.1 - Pessoal para Manutenção PreventivaDimensionado em função da Frota Operante de cada Empresa: (F.U. Médio = 0,58 Funcionário / Veículo)
  4. 4. URBS JANEIRO 20093.2.1.2 - Pessoal para Limpeza InternaPessoal dimensionado para efetuar a varrição diária dos veículos nos entre picos. O dimensionamentoé feito em função da Frota Operante Equivalente e do tempo necessário para execução do serviço.3.2.1.3 - Limpeza Estação Tubo e TerminaisPara esta categoria foi dimensionado pessoal operando na limpeza das Estações Tubo e Terminais no horário das 24:00 às 06:00 horas.É pago uma pessoa para um ou mais tubos ou terminais, dependendo da proximidade entre eles e do tamanho de cada terminal.3.2.2 - Peças e AcessóriosCusto quilométrico definido por categoria de veívculo obtido através dos históricos remunerados no sistema, embasadono custo estimado para realização de manutenção preventiva e corretiva necessária para a quilometrgem a serpercorrida. Os valores devem estar dentro dos parâmetros de consumo sugerido pela GEIPOT / Ministério dos Transportes.que variam entre 4% e 10% do valor médio dos veículos, excluso rodagem, para uma quilometragem pré definida .CATEGORIA CUSTO KMMICRO 0,1404MICRO ESPECIAL 0,1981ENSINO ESPECIAL (IGUAL AO COMUM) 0,2112COMUM 0,2112PADRON 0,2344LIGEIRINHO 0,2587ARTICULADO 0,4402BIARTICULADO 1,01043.3 – Custos de Pessoal de TráfegoA despesa mensal de pessoal é igual ao total de funcionários multiplicado pelo salário médio, acrescido dos encargos.O Salário médio considera a média de horas extras e anuênio.3.3.1 – MotoristasQuantitativo dimensionado em função da escala elaborada pela URBS, com uma média semanal de trabalho de 36 horas,contadas as horas efetivamente trabalhadas e de entrada e recolhida.3.3.2 – CobradoresPara cobradores considerou-se quantitativo dimensionado em função de escala elaborada pela URBS, com uma média semanal de trabalho de 36 horas,com meia hora de entrada do ônibus em operação e meia hora no término da jornada para prestação de contas, mesmo que sem a recolhida do veículo.3.3.3 – PorteirosPara os porteiros e guardadores dos terminais, nas 20 horas de operação, dimensionou-se três turnos. A jornada de trabalho para esta categoria é de 44 horas semanais.3.3.4 – Controladores de TráfegoA despesa mensal de pessoal é igual ao total de funcionários multiplicado pelo salário médio, acrescido dos encargos.O Salário médio considera a média de horas extras e anuênio.3.3.4.1 - FiscaisDimensionado em função das atividades desenvolvidas vinte e quatro horas por dia e da frota operante.O fator de utilização é de 0,13 / veículo.Fazem parte das atividades desenvolvidas o controle de entrada e de saída dos veículos para a operação,atendimento a acidente de trânsito, escala dos funcionários, relatórios de infrações em que envolver os.operadores entre outros.3.3.4.2 – AtendentesPessoal para atendimento de crianças com necessidades especiais para locomoção que utilizam oSITES - Sistema de Transporte do Ensino Especial. O dimensionamento é em função das necessidades especiais de cada veículo.3.3.5 – UniformesSão considerados para cálculo de uniformes as categorias de motorista , cobradores e porteiro, sendo seguido a seguinte forma de distribuição:
  5. 5. URBS JANEIRO 2009Motorista e Cobrador4 camisa (2 com manga curta e 2 com manga comprida) e uma japona por ano,Porteiro4 camisa (2 com manga curta e 2 com manga comprida), 2 calças, 1 japona, 2 bonés e 2 apito por ano.4. CUSTO ADMINISTRATIVOCálculo simplificado com percentual de 12% sobre o Custo Operacional, cujo resultado deve cobrir os custos e a rentabilidade justa dos seguintes itens:Pessoal Adminstrativo, Despesas Adminstrativas, Depreciação de Equipamentos e Instalações e Remuneração de Equipamentos, Almoxerifado e Intalações.A base histórica de Cálculo teve origem nos seguintes procedimentos:4.1 - Pessoal AdministrativoLevantamento realizado nas folhas de pagamento, obtendo-se o índices otimizados após a eliminaçãodas empresas fora do desvio padrão.Representa 36,77 % do total do Custo Administrativo;4.2 – Despesas AdministrativasÍndices obtidos através de levantamento realizados, otimizados a partir da eliminação das empresasfora do desvio padrão.Representa 33,07 % do total do Custo Administrativo;4.3 – Depreciação de EquipamentosValores atualizados, baseados no balanço das empresas, estabelecendo-se um valor compatível coma frota de cada empresa.Representa 1,49 % do total do Custo Administrativo;4.4 – Remuneração de EquipamentosForam baseados no balanço das empresas, estabelecendo-se um valor compatível com a frota decada empresa.Representa 1,79 % do total do Custo Administrativo;4.5 – Remuneração de AlmoxarifadoAdotou-se o valor correspondente a um estoque médio para 60 dias do custo médio mensal por empresa,de peças e acessórios.Representa 3,76 % do total do Custo Administrativo;4.6 – Depreciação de InstalaçõesAdotou-se os valores integrais, constante do laudo de avaliação, sendo estes valores por empresas,corrigidos conforme seus investimentos.Representa 6,00 % do total do Custo Administrativo;4.7 – Remuneração de InstalaçõesAdotou-se os valores integrais, constantes no laudo de avaliação.Representa 17,12 % do total do Custo Administrativo;5. CUSTO DE CAPITALNeste item consideram-se cálculos exclusivos para os veículos que compõem a frota.5.1 - Remuneração de Capital PrivadoÉ a rentabilidade justa do serviço prestado, considerando os saldos dos investimentos realizado pelas contratadas em veículos.A URBS paga 1% ao mês sobre o saldo do investimento.O capital é atualizado monetariamente antes da aplicação da taxa, pelo índice monetário determinado pelo Governo Federal, conforme lei 7556/90.
  6. 6. URBS JANEIRO 20095.2 – Amortização do Capital PrivadoA cota de Amortização para cada veículo, é a parcela da receita necessária à fomação dos recursos destinadosà recomposição dos investimentos realizados, a serem utilizados na viabilização da aquisição dos veículos, para operar o transporte coletivo,A URBS, reembolsa 90% ao longo da vida útil do veículo, em 10 anos.No Final a empresa vende o veículo, de acordo com seu valor residual para viabilizar recursos e adquirir um novo veículo.Origem do Valor da Cota de Amortização:O valor mensal é obtido dividindo, o valor total do veículo novo menos pneus e menos o valor residual pela vida útil em meses.Os valores dos chassis e carrocerias, são embasados nos preços constantes nas notas fiscais de compra, obsevando sempre,e ajustando se necessário, o comparativo de preços entre as marcas de um determinado tipo veículo, revisados anualmente, preferencialmente naépoca do ajuste dos custos tarifários. Nesta revisão, amparados em parecer externo contratado e por sugestão da Comissão de Estdudo Tarifário,criado através do Dec reto 386/05 e, avalizado por esta gerenciadora, as diferenças de custos em função de inovação tecnológica não sãoinclusas na amortização dos bens atuais. Considera-se estes valores apenas para veículos constituídos com esta tecnologia.Para veículos fora de linha de fabricação, a partir dos preços de aquisição, os valores são corrigidos pela variação dos preços de veículos em linha de fabricação.TIPO DE VEÍCULO VIDA ÚTIL VALOR RESIDUALConvenc e Articulado 10 anos 10%Linha Direta 10 anos 15%Biarticulado 10 anos 5%6. OUTROS CUSTOSEm decorrência do processo evolutivo do sistema, a planilha tarifária, absorveu novos custos decorrentesde investimentos tecnológicos e obrigatoriedades trabalhistas.6.1 – Atividade ComplementarMotoristas que exerçam durante a jornada de trabalho, nas linhas respectivas, a atividade complementar de cobrançade passagens, será paga o correspondente a 10% (dez por cento) do valor hora do piso salarial, considerando a carga mensalde 180 (cento e oitenta horas).6.2 – Fundo AssistencialFundo criado a partir da Convenção Coletiva de Trabalho, com a finalidade de cobrir o valor pago pelacategoria a título de contribuição sindical. O valor definido é de 3,00% (três por cento) sobre o salário base de cada categoria.O cálculo do valor é obtido multiplicando o salário base pelo quantidade de funcionários e pela taxa correspondente.6.3 – Seguro de VidaValor referente à efetivação de apólice de seguro de vida em grupo para todos os funcionários do sistemade transporte. O valor do seguro por funcionário é estipulado na Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, considerando um determinado valor por funcionário para:Morte Natural : (R$ / funcionário)Morte Acidental : (R$ / funcionário)Invalidez permanente total / parcial por acidente: (R$ / funcionário)Auxílio Funeral: (R$ / funcionário)6.4 – Plano de SaúdeEstipulado na Convenção Coletiva de Trabalho, o plano de saúde a todos os funcionários do Sistema.(R$ / funcionários)6.5 - Cesta BásicaEstipulada na Convenção coletiva de Trabalho é distribuído uma cesta básica de alimentos mensalmente para todos os funcionáriosdas empresas permissionárias do transporte coletivo, incluindo feristas e folguistas.
  7. 7. URBS JANEIRO 20096.6 – Atendimento Médico SitesValor referente a prestação de serviço profissional em cobertura médica de emergência e urgência em área protegida,para atendimento aos usuários do Sistema Transporte aos Portadores de Necessidades Especiais - Ensino Especial.6.7 – Manutenção de EquipamentosValor referente à manutenção de equipamentos implantados no sistema como cofres de segurança, bilhetagem automática,sonorização eletrônica de mensagens em veículos, catracas eletrônicas, material e equipamentos para limpeza das estações tubo.6.8 - Material de Limpeza e Supervisão de Estação Tubo e Terminais6.8.1 - Material de Limpeza de Estação TuboDescrição do Produto Unidade Consumo/Mêsluvas de borracha antiderrapante par 0,4857vassoura piaçava 30cm un 0,2571vassoura pelo 30cm un 0,2743vassoura piaçava 40cm un 0,0800balde galvanizado un 0,0286detergente concentrado para piso l 0,0286flanela para limpeza 30X50cm un 0,4000limpa vidros concentrado l 0,4857pá para lixo cabo longo un 0,0286rodo de madeira 40cm un 0,0286saco plástico para lixo 100 litros un 0,2571escada de madeira 4 degraus un 0,0114mangueira PVC 20 metros un 0,0286mangueira borracha lonada 30 metros un 0,0114saco de algodão para limpeza un 0,6229lixeira padrão estação tubo un 0,0514japona de nylon un 0,0571colete terbrim (uniforme) un 0,0514botas de borracha par 0,06296.8.2 - Supervisão de Estação TuboPara as empresas que possuem mais do que 17 estações tubos será pago um supervisor, um carro e o combustível para a efetivação da supervisão.6.8.3 - Material da Limpeza dos TerminaisAtribuição parcial limitada a varição da madrugada.Descrição do Produto Unidade Consumo/MêsVassoura de Cerlon (pêlo) de 60cm par 20,00Vassoura de Nylon 40cm ou 30cm un 20,00Saco de Lixo de 100 litros - pacote com 10 un 60,00Pá grande para lixo (*) un 3,33Saco de Algodão 55 x 80 un 40,00Balde plástico de 10 litros (*) l 20,00Luva de Borracha un 20,00Tênis de Segurança (*) l 1,67Cartão Telefônico de 40 Créditos un 20,00
  8. 8. URBS JANEIRO 20096.9 - Eventos Especiais e Outros CustosValor referente a despesas extraordinárias com viagens especiais, em eventos e acréscimos de ofertade viagens durante o mês.Outros custos desde que exclusivos da operação do Transporte Coletivo incluso eventualmente com por exemplo substituição dos equipamentos de bilhetagem eletrônica.7 – TRIBUTOS7.1 – CofinsTaxa sobre o total da receita. 3,00%7.2 – PisTaxa sobre o total da receita. 0,65%7.3 – IssDe acordo com a Lei Complementar nº 45 de 19 de dezembro de 2002,ficou definido a cobrança da alíquota de 2,0% referente ao ISS – Imposto Sobre Serviços combase de cálculo sobre o faturamento das empresas Urbanas.Taxa sobre o total da receita 2,00%7.4 – Administração do Fundo de Urbanização de CuritibaPercentual de 4% (quatro por cento) sobre o valor da tarifa, referente ao custo do Gerenciamento dosistema, estabelecido pela lei nº 7556/90.8 - REPASSE DE RECEITAS8.1 - Previsão de repasse de resursos para pagamento dos custos do sistes (Sistema Integrado de Transporte para o Ensino Especial)8.1 – Outros recursos ( Subsídio Prefeitura Municipal de Curitiba)9 - TARIFA CALCULADAO cálculo da tarifa, considera médias dos custos mensais anuais.Os resultados estão apresentados no anexo III, desta metodologia.9.1 - CÁLCULO DO IPK - Índice de passagerio por kmDivisão das médias mensais anuais de Passageiros pagantes equivalentes pelos quilometros realizados.9.2 - CÁLCULO DO CUSTO QUILOMETRO MÉDIODe acordo com esta metodologia, atualizando os custo dos insumos, salários, impostos e taxas, calcula-se o custo / km para cada tipo de veículo,ponderando-se de acordo com suas respectivas participações, obtendo-se o custo médio do sistema.9.3 - CÁLCULO TARIFÁRIO- Tarifa Calculada - É o resultado da Divisão do custo quilométrico médio pelo IPK- Tarifa Praticada - É a tarifa definida pelo executivo, através do decreto que considera o valor calculado, os descontos relativos ao repasse de receitas e oarredondamento.OBSERVAÇÕES: - Todos os cálculos consideram projeções mensais anuais. - As operadoras recebem por seus serviços valores equivalentes ao custo / km calculado independente da tarifa praticada.
  9. 9. URBS JANEIRO 2009ANEXO I1 – Encargos Sociais A Planilha de Cálculo Tarifário do Ministério dos Transporte (GEIPOT), prevê que para o cálculo doscustos do transporte urbano, os encargos sociais devem ser classificados em quatro grupos distintos.GRUPO “A”:Os encargos do Grupo A, compreendem oito itens que incidem sobre a folha de pagamento.As suas alíquotas decorrem de legislação federal e são válidos para todo o território nacional;GRUPO "A" observações 1 INSS 20,00% 2 Acidente de Trabalho 3,00% 3 Salário Educação 2,50% 4 INCRA 0,20% 5 SENAT 1,00% 6 SEST 1,50% 7 SEBRAE 0,60% 8 FGTS 8,00% A partir de janeiro/2007 redução da aliquota de 8,5 % para 8,0% fim da vigência daTOTAL GRUPO "A" 36,80% Lei complementar 110 / 2001GRUPO “B”:Os encargos do Grupo B compreendem (06) itens, sendo que (2) deles (férias, abono de férias e décimoterceiro salário) são fixos e os demais (décimo terceiro salário, aviso prévio indenizado, auxílioenfermidade e indenização adicional) são variáveis e foram calculadas tomando-se por base a estatísticado Sistema.GRUPO "B" 9 Férias 9,0900% 12,1190% 10 Abono de Férias 3,0290% 11 13° Salário 8,6051% 12 Aviso Prévio Indenizado 0,1211% 13 Auxilio Enfermidade 0,3596% 14 Indenizações Adicionais 0,0045%TOTAL GRUPO "B" 21,2093%GRUPO "C":O Grupo C compreende um encargo denominado Depósito por Rescisão e que não provoca nem sofreincidência de outros encargos.GRUPO "C" 15 Deposito Por Rescisão 0,8168%GRUPO D:Os encargos referentes ao Grupo D correspondem a incidência cumulativa dos encargos do Grupo Asobre os encargos do Grupo B.GRUPO "D" 16 Incidência do "A" sobre o "B" 7,8050%A somatória dos quatro grupos totalizam o cálculo do percentual de encargos sociais utilizados na planilha.SOMA A + "B" + "C" + "D" 66,6311%

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