j o v e n a l m a l o a @ g m a i l . c o mLettya Nenny ShantarenUma realidade complexa demais para descreve-las emum livr...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com1(Heterónimo de )Fonte: http://www.arthurdellarubia.comunidades.net“No...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com2Lamentar…, não basta a consciência e muito menos necessário é!Mas ant...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com3O sangue do período menstrual jorrava sobre os cobertores…O silêncio ...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com4- Uma de vós? Visse na minha cara? Mal sabia eu até aquele momento qu...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com5Era tarde de domingo, a lua se fazia presente e os pássaros que somen...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com6- Não sou prostituta pai e pensei, acho eu uns 23 segundos iguais sup...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com7- Acenei a cabeça, não porque aceitara o seu convite mas para fugir d...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com8- E disse ele, tenho que ir embora ate mais, me deixando com o pensar...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com9Não parecia nada com um hotel 5 estrelas, mas tinha algo que esses ho...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com10- Obrigada mãe, para ti também…, sabíamos as duas que para ela o sos...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com11- Calei-me e virei primeiro a cabeça, seguida dos bustos, e dei dois...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com122ª Feira, 05:37minutos na afirmação do meu relógio, em frente do por...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com13- Deixa ela não desse jeito que pretendes falar com ela pois não!?- ...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com14- Sim filha!- A Rabia disse que hora viria?- 15:00 Hora pois ela est...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com15Amanheceu…, o solo se comunicava com o meu corpo antes dolorido e co...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com16Saio caminhando de mansinho na tentativa de não acordar a minha que ...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com17- Ohm desculpa pai!- De nada filha pode entrar!- Apenas estou tentan...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com18meus genitais tirando de mim, um gemido forte e muito bom que quis r...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com19Mal respondi, me vesti e ele bateu mais uma vez na porta com uma voz...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com20que inutilmente escondia os meus seios, trouxe-os mais próximos das ...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com21desprendeu as minhas pernas miúdas do seu pescoço virou-me de costas...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com22- Vira filha, vira!Virei olhando para ela todo suado e nu, era antes...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com2310 Horas andando como se estivesse a fugir de mim mesma, todos olhar...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com24toquei uma só vez a campainha para não ser mal criada e a leveza do ...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com25A vida é uma coisa fantástica, não que ela seja uma coisa no sentido...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com26- Na mesma leveza que deixas-te tocar em ti eu poderia devolver ou d...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com27- Tu és engraçado o nome somente te acompanha, E para além de engraç...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com28- Sim Princesa?Apaguei, o sono me consumia o corpo e o efeito toxico...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com29sentei-me sobre ele e sem tirar a blusa desprendeu dos seus trincos ...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com30Nesta madrugada houve a realização de dois meus sonhos, ver duas mul...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com31excitante por volta de uns 20 minutos, pediram para despir-me e tira...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com32Fez-se um silêncio por instantes, a colega de quarto que afirmara qu...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com33como não resistiria a tamanha minha beleza e como um teste eu queria...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com34.Duas gémeas com problemas diferentes, verdade sejam ditas…, é uma f...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com35És isto hojeQue serás também amanhaVou-me fazer-te teres essa certez...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com36Fiquei pensativa como ele descobriu!? Foi-se embora como se nadapren...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com37Ficaram la a conversar enquanto eu me aprontava para me fazer ao men...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com38- Kikikikikikikiii…, John Cobrador? Tenho nome eu!- Paragem Ministér...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com39Força – Oque é força?Qual me será o exemplo concreto de força!A defi...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com40nas operações cirúrgicas iniciam, a questão que paira em nos e em mu...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com41- Não! Ainda no xapa.- Estou aqui recordando da minha 2ª vez, da tua...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com42De novo no relativismo das coisas, melhor afirmar isso dizendo, o be...
Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com43O romance ACDRC saíra em Dezembro de 2013E como de habitual o escrit...
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A confidente da rameira caduca

  1. 1. j o v e n a l m a l o a @ g m a i l . c o mLettya Nenny ShantarenUma realidade complexa demais para descreve-las emum livro, mas conto sempre com o delírio dos que irãoler, versos e mais versos forjarem como se fosse sexooque os olhos fazem com as palavras e mente, e manteapenas pari, o enredo desta alternativo romance.
  2. 2. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com1(Heterónimo de )Fonte: http://www.arthurdellarubia.comunidades.net“Nos inícios do final do mundo e do início do apocalipse”Aos 12-03-2013, 17:46
  3. 3. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com2Lamentar…, não basta a consciência e muito menos necessário é!Mas antes do vosso julgamento precoce eu digo que sim é culpa minha, por serlucido em não culpar objectos e muito menos máquinas que recebem o meucomando para serem e fazerem estes parágrafos que por instantes confundem-se com textos, agrupados nesta denominados por capítulos de um supostoromance “A Confidente De Uma Rameira Caduca” Muitos erros, na própriaortografia que é de se lamentar, mas lamentar como eu disse não me basta enunca me bastara, mal quero eu sentir-me culpado por isso e começo desde jáa provocar-vos se deixarem passar um erro (Ortografia, concordância dasfrases ou até mesmo palavras que mal existem)…, a vossa FALTA DELEITURA COMPRIBUIRA para a péssima qualidade deste dito romance.
  4. 4. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com3O sangue do período menstrual jorrava sobre os cobertores…O silêncio naquela 2ª feira se fazia vivo por aqueles cantos do fim do mundo,nada mais fazia sentido e a lógica da lógica perdeu-se sobre as lagrimas elamentações, e eu, que mal me importava de estar viva fitava olhares decompressão das coisas que mal me interessavam, Defronte de mim chorandode uma forma que superava as dores de prantos de uma mãe que acabara deenterrar o seu filho ecoava sobre os ares que também não me interessa seexistia, assim como a vida, como todo que só existe nas definições.- Porque tu choras linda moça? Perguntei na perspectiva de não receber umaresposta, pois, me importava apenas a expressão facial.- Ela, engolindo choros de sentimentos revoltos da vida, do ar que malrespirava, dos objectos (Toys sex.) que ocupava o seu espaço no mercado detrabalho e disse com as expressões mal faladas para a minha percepção e tiveque interpreta-las: estou eu cá morrendo a cada nano segundo que passa e odegredo estupido e bruto me é companheiro.- Como vai a vida perguntei?- Tu és sempre assim?- Assim como, perguntei e repliquei a questão?- Assim como! Perguntando coisas óbvias, tu não vens como vai a minha talvezvida!- Não faço deduções pelos factos que vejo, os cobertores ensanguentados, atua face triste, podia eu fazer chegar inúmeras conclusões.- Oque faz uma menina como tu por aqui? Perguntou.- Como uma menina como eu fica? Afinal tem padrões de reconhecimento paraisso?- Vesse na cara que mal chegas a ser uma de nós.
  5. 5. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com4- Uma de vós? Visse na minha cara? Mal sabia eu até aquele momento que asprostitutas tinham cara e moças ditas como eu não tinha uma certa aparência.- Oque tu fazes por aqui, perguntou com voz altiva para ter certeza queescutava uma resposta vinda de mim.- Calei-me e virei primeiro a cabeça, seguida dos bustos, e dei dois passospara fora daquele quarto, pois nem eu sabia que lá fazia, tive que responderpara mim primeiro, que eu fazia num quarto de bordel, que bordel que nada deuma pensão talvez moçambicanizei, melhor dizer de um puteiro, assim soou-omuito melhor em meu pensamento.
  6. 6. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com5Era tarde de domingo, a lua se fazia presente e os pássaros que somente sefaziam presentes quando o sol se faz ausente cumpriam e como um fraternolegado a aquele milenar ritual, e eu, senhora moça dos destinos incertoscaminhava ao relento na companhia de mim mesma, frustrada por tudo e pornada, bêbada de tantos insultos e feias palavras que escutava em agora nãominha casa…, E pelo caminho asfalto esburacado da minha cidade, sentia eucomo uma cadela viciada o cheiro de sexo, parei reparei atentamente osprédios que me rodeavam agredindo o meu auto-estima, na perspectiva defazerem-me sentir pequena mas do que já sou, cai sobre o chão molhado dechuviscos e aguaceiros, fechando os olhos e a boca tremula, lambendo oslábios e expirando a criação de uma ideia para vencer a vida que me vencei…,e cansada de pensar ao relento impávido adormeci.- Hello! Hello! Do you fill okay? Perguntava uma estrangeira, era oque osguardas achavam que fosse, e eu que não julgava as pessoas pelo físico malachei isso e como algo inesperado respondi-a- Thanks lady, i am okay, thanks again…, levantou-me feito uma bêbada,encostou o meu corpo ao lado do guarda pensando ela que era meu irmão ecomo um ponto ou matéria a suposta estrangeira se fez ausente com adistância e repartições dos quarterões como se nunca tivesse existido.- Estás bem filha? Perguntou-me o guarda com uma expressão facial mágica ecativante que somente os pobres de tudo a ostentam.- Estou bem pai!- Quanto cobras para fazer o serviço, estou a necessitar de um muito rápido etrago aqui uns 50 meticais.
  7. 7. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com6- Não sou prostituta pai e pensei, acho eu uns 23 segundos iguais suponho queo fizeram pensar que eu era.- Desculpa filha, oque uma moça linda como tu faz por estas bandas e denoite?Mal sabia eu oque fazia por lá, não tive uma resposta decente para oresponder, apenas o dei um beijo e me levantei na logica incerta de calar a suaboca e o dar o prazer dele beijar uma linda mulher…, linda mulher todos diziamisso de mim, nada eu era além de uma fêmea do ser humano, com corpomanequim, cintura fina, pele lisa como as nuvens e clara como as águas decertos paraísos aquáticos, olhos castanhos-claros na cor de mel, faceangelical, boca pequena e perfeita e os pés igualmente homólogos ao resto.- 22 Horas via um pouco deturpado as horas no relógio do bar que eu acabavade entre, e como se já fosse de casa pedi…, uma garrafa de agua pequena porfavor?- Mesmo ao meu lado esquerdo sentado sobre aqueles típicos assentos do bar,uma voz que negava ser daqueles lugares disse: por minha conta!- Tenho dinheiro para pagar meu senhor!- Insisto por minha conta minha senhora!- Eu não sou senhora.- Que te fez pensar que eu sou senhor?- Uma questão de respeito para quem mal conhecemos.- Igualmente, partilhamos a mesma educação.- Ola tudo bem?- Mal eu escutava a sua delicada voz, barrulho alocava aquele lugar que játinha virado uma discoteca.- Replicou gentilmente a questão mal ouvida por mim, num jeito meigo: ola tudobem, podíamos sair deste lugar para falarmos melhor?
  8. 8. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com7- Acenei a cabeça, não porque aceitara o seu convite mas para fugir daquelelugar, abri delicada e arrastei a minha garrafa de água que ela pagara emdirecção a boca, que mal eu abria para beber e gotas daquele líquido e emforma de uma cascata desceram sobre os meios dos meus seios e deu paraperceber mil ideias passando sobre a dele cabeça, depois de ter visto aqueleacto involuntário de sedução…, saímos em direcção a um moro vizinho esentamos.- Perguntou bobo, és sempre assim?- Assim como? Como assim?- Deixa para lá, me podes dar o luxo de ser curioso?- Depende da curiosidade, se for moderada, talvez!- Posso saber o teu nome?- Lettya…, quase completava-o, pois senti uma segurança falando com ele.- Lindo nome!- Obrigada, eu odiava este ritual nas conversas, responder coisas óbvias erepetidas era como um déjà-vu…, mas me agradava a sua voz.- Que fazes da vida, perguntou e eu sente que ele esperava que eu dissesseque frequentava a faculdade ou coisa parecida.- Eu o respondi, se eu tivesse uma…! Faria muita coisa, é pena que não tenhoessa dita vida.- Reparou-me com uma profunda decepção…, e no acto de querer decerniralguma palavras sobre oque eu acabava de falar, tocou o seu celular e umavoz que até eu escutava dizia: Boa noite Engº Maloa, ligo apenas para recordara reunião de amanha na fábrica, era uma mensagem de voz! Voz linda comodaquelas secretarias dos filmes franceses, italianos…,aquela voz viesse queeram expressões e palavras ensaiadas, não, não encenadas queria eu dizeracho, sabia já o seu nome.
  9. 9. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com8- E disse ele, tenho que ir embora ate mais, me deixando com o pensarexcitado e na perspectiva que me pediria o número de celular.Foi-se daquele lugar, como se nunca la estivesse estado e como se nuncacomigo tivesse conversado…, sai do lado ao moro e me dirigi a uma pensãopara lá passar a noite.
  10. 10. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com9Não parecia nada com um hotel 5 estrelas, mas tinha algo que esses hotéisalguma vez tiveram a verdadeira hospitalidade, a fraternidade, a comunhão…,abri a porta com uma intuição que seria bem recebida e ao colocar o meu pédireito para talvez dar sorte, aquela minha já findada noite já eram23:56minutos.Entrei e disse para a recepcionista, servente, dona da pensão sim carregavasobre ela, estas todas patentes definiam a razão de ser chamado de GuerreiraDos Indefesos.- Boa noite!- Boa noite filha!- Já era a 2ª vez que me chamavam de filha, filha de muitos! Estava-meacostumando com a ideia.- Filha vai passar cá a noite? São 350 meticais por cama e dizer que o teuquarto já tem uma moça ocupando uma das camas!- Eu sorri triste em pensamentos, aluguer de cama? Só escutando e vivendoisto para acreditar.- Soba, 1º corredor a esquerda o 3º quarto, sem porta no lugar da porta temuma cortina da Frelimo, sim também não gostas desses políticos, apenascoloquei lá por não ter condições para comprar coisa melhor ou ate uma porta.- Olhei-a se justificando e disse como se lhe compreendesse a alma e as suasrazoes, sim mãe eu intendo agora toda esta caro, sim carro…!!! Pois o caroagora é barato e o carro é carro.- Descanse bem e na graça de DEUS filha.
  11. 11. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com10- Obrigada mãe, para ti também…, sabíamos as duas que para ela o sossegoviria somente depois do raiar do sol, e fiquei muito fascinada por ela termencionado o nome do santíssimo DEUS, pobres tem fé? E eu que poucoacredito nele, sob as escadas sem me despedir da multidão que se faziapresente na sala debaixo, senti que estive entre familiares mas mesmo assimnão dei o luxo de levar isso ao pé da letra, sob lentamente as escadas de modoa guardar forças para o dia seguinte.- Boa Noite qual é o 1º corredor e onde se localize o 3º quarto…, inutilmenteperguntava eu a um jovem estatelado sobre efeito de álcool.- És tu Katherina?- Não, não sou Katherina…, continuei procurando até que notei que só existiasomente único corredor e que eram apenas 9 quartos e comecei uma novadescoberta tentando localizar o 3º quarto na ordem certa para o meu, mastinha eu esquecido que o meu quarto tinha uma localizador, uma espécie deGPS, a sua porta vestia uma cortina improvisada com a bandeira da Frelimo,avistei-o nos fundos do corredor balançando no ritmo do vento leve da noite,caminhei calmamente ainda na perspectiva de bater na porta sem porta e deide cara com um cenário criminal em minha frente, pensei alto, homicídio ousuicídio? Questionei a minha razão.- Bom dia!- Bom dia, repeti aflitamente! Mas para minha calma e para minha tristeza sentique os cobertores engoliam choros para além do sangue que já se tinhafirmado ali como autor daquela obra de arte vermelha…, fiquei por instantesfora de orbita e comecei a ouvir vozes como se conversássemos, tanto sangueme enlouqueceu o juízo…- Vesse na cara que mal chegas a ser uma de nós.- Uma de vós? Visse na minha cara? Mal sabia eu até aquele momento quemodelos de pessoas como ela tinham cara e moças ditas como eu não tinhauma certa aparência igual.- Oque tu fazes por aqui, perguntou com voz altiva para ter certeza queescutava uma resposta vinda de mim.
  12. 12. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com11- Calei-me e virei primeiro a cabeça, seguida dos bustos, e dei dois passospara fora daquele quarto, pois nem eu sabia que lá fazia, tive que responderpara mim primeiro, que eu fazia num quarto de bordel, que bordel que nada deuma pensão talvez moçambicanizei, melhor dizer de um puteiro, assim soou-omuito melhor em meu pensamento…, a verdade caio naquele instante em meusubconsciente e despertei querendo fugir dali, descia escadas mal ouvi oque asenhora dona da pensão me disse andando como se estivesse para correr abria porta e vi o paraíso.Uma luz brilhava lá no horizonte, mais era para mim uma realidade taoplausível pois sentia eu o calor energético dela, fazia-me sentir-me mais vivado que nunca e ciente que a beleza das coisas estão nas decisões de asacharmos belas ou feias, surgiam com mais intensidade sobre todo espaço queeu conseguia fitar sobre o poente, e como 1+1=2, este paraíso se ausentou ese mostrou algo comum que acontece todos os dias o raiar do sol.
  13. 13. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com122ª Feira, 05:37minutos na afirmação do meu relógio, em frente do portão dacasa dos meus pais, meus cachorros latindo e os vizinhos cochichando sobre,sobre a minha família…, a minha verdadeira família, as pessoas que queverdadeira ostentam a legitimidade de me chamarem-me de filha, uma noitefora de casa, uma noite sem o afecto materno e os paternos conselhos, umanoite como uma mulher perdida no mundo.- Fixei olhares para a janela do meu quarto na perspectiva de ver a minha irmãmais nova e vi, vi-a atenta também fitando olhares para a minha pessoa emostrando na sua inocente cara um sorriso meloso e doce…, e com gestosnão eram com mimicas, talvez, mas tinha por ai 73% de expressão facial egesticulação labial suponho “quem está em casa?”- Na mesma ordem de linguagem de comunicação respondeu “que os pais nãodormiram em casa!”- Corri, subi as escadas em direcção a cozinha pois a fome se fazia viva emuito chateada pela deturpação do compromisso, tal compromisso que erafazer-lhe entrega de certas encomendas alimentares, a cada 8 horas.- Ola filha, passou a noite fora muito bem?- Meus pés ficaram imoveis, meu corpo parece que entrou em uma harmoniaestática una, tremia e suava, mas ela se retirou sem ao menos levar a respostada sua pergunta para fazer-me entender que estava chateada.E eu que trazei ao meu estomago, de tão falsa que ela era fugi-o de dentro demim quando pressenti-o a presença da minha superiora…, Foi directo aobanho que me agradava a alma e se fazia meu companheiro de prazerescarnais, roçava-me o sorriso de satisfação que mal dei-me conta que já sepassam 4horas que eu confessava para mim mesma, prazeres.- Porque ela não saia da casa de banho!?
  14. 14. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com13- Deixa ela não desse jeito que pretendes falar com ela pois não!?- A nossa filha merece ser educada no modelo antigo, talvez assim possa setornar uma mulher como a mãe!- Cada um e cada um marido, não começa a fazer a minha filha ser uma coisaque não quer.- Que ela não comece a ser uma coisa que não queremos.Me trocava em meu quarto para poder fazer o ritual habitual mais hoje numahora incomoda por minha causa, me viste decente e desci as escadaslentamente na prestativa de acertar as contas com a traidora da minha irmãcasula por encontrava-se incomodada (o seu primeiro período menstrual lhetinha aparecido e mal estava eu la para a ajudar), continuei descendo asescadas e deparei-me com o casal mais bonito da face da terra, o sério Sr.Maxwell Shantaren e a Srª. Ashanty Nenny Shantaren.- Bom dia filha mais uma vez!- Bom dia mãe apesar de não ser e desculpas.- É a vida filha você esta a crescer a vezes que fazemos coisas sem pensar.- Desculpa pai, não quis o chatear!- Chateio e muito e hoje vocês não terão aulas na faculdade tua amiga ligou adizer que vira para cá para acabarem o trabalho…, la haverá uma espécie deseminário.- Obrigado, pai e mãe não estão atrasados?- Estamos filho e por tua causa, mais queria-mos ver como estavas equeríamos ouvir quão verdadeiro era esse teu pedido de desculpas.Din Don, tocava a campainha do portão da minha casa que eu a ignorava emtocá-la, repetiu-se esta proeza ate ficar irritante, era a minha amiga com um armeio que aflita e triste, apesar dela tentar disfarçar o reflexo do seu estado deespirito em sua bela face de menina se mostrava ainda mais evidente que lhetinha algo acontecido para estar tao cedo em minha casa…, perguntei ao Sr,Maxwell.- Pai!
  15. 15. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com14- Sim filha!- A Rabia disse que hora viria?- 15:00 Hora pois ela estava sozinha em casa, ate pediu para se cedo tuvoltasse para casa melhor seria que tu fosses para lá.- Sim filha é verdade, ham é ela tocando a campainha?- Sim é ela!A empregada abriu-lhe o portão, e ela entrou mal cumprimentado a empregadachegando a sala pela porta de frente que pouco usávamos, aflita e nervosa quese lhe via na cara, meus pais pouco pensaram a cumprimentaram e se foramembora e nos que mal falamos naquele primeiro conta-to subimos as escadasem direcção ao meu quarto e lá chegando ela abraçou-me com muita forçaprocurando abrigo, refugio, consolo, conselhos, talvez uma …, verdadeiraamiga que não julgava.
  16. 16. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com15Amanheceu…, o solo se comunicava com o meu corpo antes dolorido e comose seguisse conselho dormi de costas beijando o parqué, na posição exacta deum cadáver como se fechasse com as mãos o livro do meu corpo sobre o meupeito magro e sem seios salientes, nada fazia sentido naquela hora daquelamanha, calcinhas fora das gavetas do armário, meios de vidro partidas(rasgadas), janelas abertas e o vento levando na sua companhia as cortinasenforcadas os nós nos pregos sobre os quadros da janela e a porta aberta,zangada debatia-se só sozinha e eu ainda na posição de desistência da vida,suspirava adentro da alma e comecei a conversar comigo mesmo, eu e eu…,até que foi interrompida por um susto que por pouco afugentava a minha almado meu farto corpo mundano, fitei olhares para a porta aberta e na visãonublado que me era apresentada pela vista apenas consegui ver uma sombrareflectida, um holograma em pleno seculo 21 em minha casa, na minha porta,no meu quarto e depois de 6 segundos pode perceber que era o meu pai.- Bom dia!- Levantei apressada como se fugisse da forca e gaguejando a lábia informalda linguagem que muito eu usava no íntimo eu disse “Puta merda, nesse horada manha que ele faz em meu quarto?”- Bom dia! Repetiu a afirmação perguntante!- Eu, já coberta de cobertor que foi arrancado por mim da cama para escondera minha nudez, disse eu ainda gaguejando Bom dia pai!- Oque se passa? Dormindo sobre parqué húmido e frio!- Mal o respondi “mas pensei eu que mal seguia conselhos, pois a tinhaacabado de o fazer - minha mãe disse que era para dormir no soalho porquefazia bem ao corpo”- Oque vista-se, precisamos conversar!- Continuo na porta a espera de eu me vestir, séria pedi para que ele saísse.
  17. 17. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com16Saio caminhando de mansinho na tentativa de não acordar a minha que aindadormia feito um anjo até o final do corredor que lá encontrava-se a casa debanho única da casa, com uma banheira velha mais aconchegante, pia nova devidro que dava gosto de fazer nela a limpeza bocal, e os vasos sanitários queeram do meu bisavô “um dos lugares que encontramos a paz de espirito, aleveza da alma e o sossego do corpo e de um jeito muito estranho, é na casade banho” Dizia ele sorrindo que se vivesse todos os dias com esta paz deespirito, essa leveza na alma e o sossego corporal que lhe seria muito útil…,abri a porta do meu quarto já desnuda por dentro e se a toalha se fizessetransparente se viria a minha tão secreta nudez, foi caminhando até a casa debanho e na tentativa de encontrar esta aura de sossego la abri a porta comuma delicadeza para não assustar os espíritos lá residentes, coloquei o direitocomprido o meu habitual ritual do pé direito.
  18. 18. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com17- Ohm desculpa pai!- De nada filha pode entrar!- Apenas estou tentando endireitar algumas bardas e bigodes que estão e criardesordem da minha beleza.- Sim mais a beleza necessita de paciência e muito cuidado, peço para sairésquero tomar o meu banho pai!- Até ai concordamos, paciência e muito cuidado vai tomar teu banho enquantoeu fico aqui me cuidando.Entrei na banheira fria, gelada e tirei a toalha esquecendo que o meu paiestava por detrás daquela cortina meio que transparente que reflectia unsvultos das nossas imagens, rodei a roda dentada que faria uma cascataartificial para materialização do meu banho e comecei a sentir a águaescorrendo o meu corpo pequeno, beijando os meus seios igualmentepequenos, alisando a superfície do meu sexo molhado e comecei a viajar embusca dos ditos do meu bisavô, não todos mas “o sossego do meu corpo” quevinha se comportando como uma fornalha, um vulcão activo prestes a entrarem erupção a qualquer momento, ignorei a presença do meu pai e meesquecendo de tudo, de todos os conceitos, lógicos, todas formas de morais eprincípios e a cada sabonetada feita pela esponja sobre o meu corpo, tremiatoda e nesta dança comecei a fazer inconscientemente uma dança sensual natentativa de acompanhar o meu delírio mental de ser possuída, rebolava comouma profissional dançarina nocturna e naquela combinação exótico e únicaanormal seria o meu pai não ter prestado atenção em mim e me imaginassecomo uma fêmea, pensei nisso por instantes e também pensei se elepermaneceu nesse silêncio todo é porque estava gostando de assistir a filha,ainda de olhos fechados continuei realizando toda imaginação possível embusca do sossego do meu corpo, ate que pensei por instantes que já tinhaatingido o pico para tal, quando inconscientemente passei a esponja adentre do
  19. 19. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com18meus genitais tirando de mim, um gemido forte e muito bom que quis repeti-losem sucesso mais gerou um suspiro de satisfação…, para de imaginar abriaops olhos para a realidade e meu coração quase pulou do coração quandonotei que a cortina estava já aberta e o meu pai sentada na sanita me olhandode uma certa forma orgulhoso e disse:- Tenho a certeza se eu abrisse um bordel com moças tao talentosas como tu,moçambique seria a maior potência económico do mundo e o índice dedivórcios por vossa causa seria de 83,054% mensalmente.Suspirei como medo da sua reacção depois daquilo e disse:- Desculpa pai, eu não queria que visses.- Vi e gostei, e quero que faças de novo.Minhas pernas tremeram, o meu coração se alegrou, minha mente recusoutodo aquilo que eu sentia naquele momento que esqueci que estava nua, paraum homem ate que a minha mãe bate a porta da casa de banho perguntando.- Quem esta ai? Eu quero tomar o meu banho!- Eu e minha filha mulher!- Vocês os dois na casa de banho! Estragou-se oque ai?- Nada, arranjando o autoclismo! Mais podes entrar a porta está aberta.- Rabia!- Estás parada ai porquê? Vai se arrumar para a faculdade e você Mahomed irarranjar fechadura do quarto de Rabia, seremos roubados qualquer dia!- Mãe hoje eu não tenho aulas! Há um seminário na faculdade e eu prefiro ficar,depois vou estudar em casa da Lettya.Depois de a ter dito isso, corri em direcção ao meu quarto, cheia de vergonhapelo que acabava de ter feito, a mas a ideia de ser desejada pelo meu paimartelava a minha cabeça e atiçava ainda mais o vulcão em mim.- Da licença filha abre a porta para eu poder arranjar a fechadura da janela!
  20. 20. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com19Mal respondi, me vesti e ele bateu mais uma vez na porta com uma voz maisseria e impondo uma ordem para mim abri a porta Rabia!- Demoraste porque abrir?! É qual a fechadura estragada?- Tem só uma janela pai!- Tem somente uma afinal.- Já que só tem uma, você é que vai arranja-la!- Eu, pai!?- Não, você!- Não sei nada dessas coisas!- Nem eu sabia também, aprendi assim como você vai aprender, vamos aotrabalho!- Leva esses conjuntos de chaves, e veja qual delas e a certa paradesparafusar e trocar essa trinca.- Trinca!?- Esquece-la isso filha, leva uma só para desparafusar.Peguei na chave, e comecei a tentar rodar os parafusos no sentido horário paradesenroscá-los e substituir sei lá oque, e mal me dei conta mais uma vez queusava uma saia curta e uma blusa transparente que mostrava os bicos pontosdos meus seios e a minha saia, parte da minha calcinha com desenhos infantis,continuei tentando desparafusar ate que sinto uma mão forte passando debaixoda minha saia, sobre minha nádegas…, assustada gritei e mudei de lugar.- Pai! Que é isso?Mal me respondeu, me pegou pelo pescoço deu-me um beijo (por acaso o 1ºbeijo num homem que dei na minha vida), afagante que por instante trouxe aleveza em minha alma e o sossego em meu corpo, tentei livrar-me dos seusabraços, mas todo estava contra todo…, minha boca queria, meu corpo odesejava, minhas pernas tremiam, meu coração irracionalizava a minha menteque mal conseguia se fazer logica, lucida, com princípios básicos sociais ereligiosos, jogou-me depois do beijo sobre a minha cama tirou a minha blusa
  21. 21. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com20que inutilmente escondia os meus seios, trouxe-os mais próximos das suasmãos fortes e começou a massageá-los delicadamente e beijando-os,mordendo-os, sugando os meus mamilos pontiagudos e durinhos com umasatisfação que me trazia gemidos incontroláveis e que denunciavam todo omeu esforço em lhe tirar a posse sobre mim, lhe tirar fora do meu quarto, lhetirar a ideia de me possuir, estava eu entregue totalmente para o meu pai, quecom mestria que eu imaginas ser possuída pela 1ª vez ostentava abrindo ozipe da minha saia jeans, beijando na ordem decrescente as minhas coxas atéos meus pezinho mãos depois do banho, já quase nua deitada e somente decalcinha de olhos fechados agora imaginando a realização de uma nova formade encontrar o sossego do meu activo vulcão, influencio-me a abrir as pernas eabri como se respondesse a todos desejos dele inconscientemente conscientecomecei a delirar nas minha próprios falas, a dizer coisas pois era sugado omeu genital coberto pela calcinha, dobrei as pernas na forma de uma abraçosobre o pescoço do meu pai de modo a sentir a sua boca mais patente emmim, até que ele com a boca tirou a minha calcinha ainda na ordemdecrescente até ao joelho dai continuando com as mãos e eu completamentenua e preparada já estava.- Mohamed e Rabia! Eu já estou saindo, deixei o almoço nas panelas e sóaquecerem.Falou o meu pai pela 1ª vez, sim mulher e trancar a porta e se possível poruma placa na porta ninguém esta em casa!- Esta bem, e teu patrão deixou um recado no teu celular.- Vai ter que esperar, estou a ensinar a nossa filha coisas da vida.Notei um ar de distúrbio mental nele e quando pós a sua língua húmida nasuperfície dos pequenos lábios da minha vagina virgem., esqueci oquepensava…, “entre malucos se conhecem e não me achei estrangeira oudiferente dele naquele momento”, cruzei de novo as pernas sobre o seupescoço e me deixei levar naquela ida sem volta e pouco me apercebe que elejá estava descamisado e retirando o sinto dos seus calções, me chupando comgosto e muita paixão de o fazer, comecei a o ver não mais como meu pai,
  22. 22. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com21desprendeu as minhas pernas miúdas do seu pescoço virou-me de costas epôs-me de quatro, agarrou a minha cintura fina e sente algo roçando a entradado meu órgão genital e disse:- Dói filha, dói?Percebi que ela já tinha notado que eu era virgem, pensei “ele esta feliz porsaber que não me meti com nenhum outro homem e que ele seria o 1º homemda minha vida”.- Dói?- Não, um pouco!Pressionou com um pouco mais de força, mais com muito carinho ate romper omeu hímen e uma parte do seu membro já estava no inicio da entrada daminha vagina, era uma dor ardente em todos os sentidos, dor, prazer, prazerpela dor, dor pelo prazer…, forçou com mais força e finalmente senti na suatotalidade o seu membro dentro de mim, gritei muito alto que ele fechou-me aboca com a mão e disse:- Cala, engoli essa dor você já não é mais criança.- Dói pai, dói muito mesmo.- Eu sei, mais tenta não fazer barulho.- Pai, eu já não quero mais.Pouco se interessou no que eu dizia e nos meus choros de dor, apenascomeçou se movendo de traz para frente dentro de mim trazendo com essesmovimentos mais dor, choros e lagrimas…, pedi que ele parasse mais poucoligava para mim, ate que do nada a minha vagina começou contorce-se detantos movimentos da parte dele que senti o sossego do meu corpo, a paz daminha alma e o equilíbrio do meu espirito, as contorções da minha vagina meproporcionavam tamanho e eloquente prazer e a dor ao esquecimento se foi,somente suspiros e gemidos se escutavam entre aquelas paredes, e suspirosdele sorrindo nas minhas costas.
  23. 23. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com22- Vira filha, vira!Virei olhando para ela todo suado e nu, era antes de o ter visto pois estava nasminhas costas, e o volume e tamanho do seu membro deu-me um susto quemal acreditava que saia de dentro de mim, ele me penetrou de frente meabraçando, beijando a minha boca como uma robustez que se fazia homologadas suas penetrações e eu que só recebia orgasmo múltiplos e faleci a esperada sua rendição e acabou ejaculando dentro de mim…, levantou-se, vestiu-se enada disse e eu nada também queria ouvir e o sentimento de culpa, de terfornicado com o meu próprio ele tomou conta de mim, comecei a chorar, a ideiade ter feito sexo com o meu pai e ter traído a minha mãe me castigava alma,matava o meu espirito apesar do sossego do meu corpo estar a meditar aindaaqueles prazeres, não tinha eu a imaginação para sentir nas duas dimensões.
  24. 24. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com2310 Horas andando como se estivesse a fugir de mim mesma, todos olhares meeram apontados, como se soubessem da culpa que eu carregava, sentia-me amais suja das mulheres…, e a lama mental pesava-me feito tanto nada.- Chapa!- Missão Roque minha irmã, tem lugares para sentar!- Estás linda mana! Para casa do mano?- Porque que sempre que uma mulher quando aparentar estar bonita paracertos olhares é porque é para impressionar um homem?- John cobrador vamos, para de conversar (passageiros).Fiquei calada e o chapa que se fazia uma lesma, caminhava aos passos de umcamaleão ou eu é que via as coisas demoradas demais.- Belita passageiros! Quem desce e quem sobe? Vamos ser rápidos ai.- Paragem, cobrador!Desci do chapa já eram 14:43 minutos e fitando olhares melados de tantavergonha vi num horizonte próximo da minha face culpada, algo que odignificava e mediocrizava a minha conduta (a estatua do presidente efundador da frente de libertação nacional) erguendo o dedo indicador comorgulho de ter morrido e estar vivo nas lembranças de muitos como umexemplo, e eu, que poderia ser lembrada como não sei que nome ou atributome dariam.Vi de longe o meu destino, mas a calma se fez ainda mais ausente do que jáestava…, cheguei tao depressa como se em pensamentos já la estivesseesperando pela aparição do meu corpo, suspirei fundo e agarrei a calma…,
  25. 25. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com24toquei uma só vez a campainha para não ser mal criada e a leveza do toqueexcitou por instante pois soou como um gemido mal acabado.- Sim menina Rabia quer falar com a menina?A empregada questionava-me de longe como se mal soubesse da razão daminha estádia por aquele lugar, chateou-me por tempos este tipo de questão…,sorri e disse sim…, A empregada abriu-me o portão, entrei malcumprimentando a empregada direccionei-me para a sala pela porta de frenteque pouco usavam os donos de casa, aflita e nervosa carregando uma talvezfalsa culpa que se via em minha cara, os pais pouco pensaram mecumprimentaram e se foram embora e nos que mal falamos naquele primeiroconta-to subimos as escadas em direcção ao quarto da lettya e lá chegando euabraseia com muita força procurando abrigo, refugio, consolo, conselhos,talvez uma …, verdadeira amiga que não julgava e disse-a forniquei empensamentos sonhados com o meu pai.
  26. 26. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com25A vida é uma coisa fantástica, não que ela seja uma coisa no sentido translatoe definitivo de ser coisa, mais por não ter a outra coisa como referência de aclarificar como tal…, gosto de me sentir o centro de tudo e de todos.6ª Feira como de habitual longe da faculdade estando, 17 horas de uma lindatarde jaz morta para parir a noite que se sentia ainda um feto, e eu com olharesnum poente imaginário e não ilusório pois, a ilusão não é muita das vezesrealizável e isso aleija a minha alma e o meu ego que tudo quer (imaginando-me bêbeda, caída aos montes de mim mesma e na coragem ostentada pormim na base do álcool dizer todos os segredos que amigos, amigas pessoaschegadas a mim confiaram como confidente) …, mas caio da imaginação paraa realidade e vejo distante e inalcançável este meu futuro traçado pelos meuspais, futura Dra. Lettya Nenny Shantaren.- Olá moça linda!- Oi.- Cade a tua amiga Rabia?- Desculpa qual é o teu nome mesmo?- Não me diga que esqueceste beleza, advinha?- Porque não dizes logo o teu nome?Pegou a minha mão com uma gentileza nunca direccionada a mim, comtamanha paixão e gentilmente beijou o inverso da minha palma de mão e podesentir seus lábios fazendo em pensares o mesmo gesto nos lábios meus eassustada como se ele visse os meus pensamentos retirei da sua posse aminha mão com uma robustez.- Calma coisa linda!- Ham!
  27. 27. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com26- Na mesma leveza que deixas-te tocar em ti eu poderia devolver ou deixar asua mão.- Não, não isso que estas a pensar!- Não estou a pensar nada!- Pensaste que eu estava a pensar oque?- Nada, não pensei nada!- Veja o brilho do seu olhar de felicidade! É como se eu visse duas estrelasfixas defronte a mim ou um sol iluminando o meu dia.Tentei esconder dele o meu apaixonado olhar baixando a cabeça e os fixandoao solo, mas por ironia da felicidade denunciei-me pelo sorriso meloso que omeu rosto dito por ele, sol resplendecia tamanha alegria incontrolável.- Wooow!- Oque foi?- Muita coisa, acho que mal sabes o quão linda és! Tua beleza é hipnotizante.- Não começa a dizer mentiras, moço.- Antes fossem mentiras, moça.- A propósito seu nome moço?- Se dize-lo a ti posso pedir algo em troca, moça?- Não achas que esta em posição de pedir algo pois não?- K – h – a – i – c – h – e – r!Disse o nome soletrando letra apos letra, mal compreende o porque daquilo,mas salientou dizendo.- Não que eu queira com isso dizer que mal sabes decorar os nomes!- Estava achando que era uma forma de me provocar.- Escreve-se desse jeito e mal sei eu porque lê-se de outro jeito.- Afinal não é Khaicher?- Lê-se Khaicker ou melhor caíquer, não é ingressado?
  28. 28. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com27- Tu és engraçado o nome somente te acompanha, E para além de engraçadonota-se que és muito mentiroso!- Isto é uma afirmação?- Não bem uma afirmação, uma dedução do 6º sentido feminino.- Então o teu 6º sentido feminino já sabe que vou-te fazer um convite?- E tu já sabes que mal vou aceitar?- Vesse que ele mal sabe do convite, senão não sairia a disparar negaçõesboca a fora antes de ao menos ouvir sobre o mesmo!- Diz qual é?- Vamos jantar fora?- Não obrigada, fica para a próxima!Que pena! Senti dele, todo empenhado em me agradar…, a vida é ingrata edesonesta com todos, se não uma destas coisas não acontecem contigo éporque tu mal tens uma vida!20:43 Minutos, estrada movimenta, todo se fazia desconhecido por mim e osilêncio barulhento que inventei para apartar-me de todo mal funcionava e asjanelas de mim para espreitar com a alma o universo estava invertidas, todoem mim estava morto menos a minha boca e a minha sede de não ser ninguémna tentativa de embriagar a minha lunática alma bebi com juros todo de que eumal tinha direito, fartei-me de mim como se não me pertencesse mais e alógica naquele momento conceitualizava-se num único conceito beber paraesquecer todo que me era atribuída pela vida para suportar como fardo, luzespiscavam na mesma cadencia das estrelas, o chão era vidrado e reflectia aminha calcinha transparente (na duvida, acho que estava eu sem calcinhapois via-se com tamanha transparência o meu sexo), os meus passosseguiam em andamento trajectóriais para fora daquela nave alienígena e norumo dos meus teleguiados braços conceberam-me os deuses um minuto delucidez até ter certeza que estava eu num jardim, e nesse instante tambémpode perceber o rosto de quem me conduzia.- Michael?
  29. 29. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com28- Sim Princesa?Apaguei, o sono me consumia o corpo e o efeito toxicodependente do álcoolforçava o adormecimento do meu corpo no seu todo.- Onde eu estou?- Onde tu deverias estar linda?- Na faculdade! Com Khaicher!- Relaxa Lettya, Mandei uma mensagem para os teus pais dizem que iriasestudar em casa de rabia…, curta a festa! E quanto esse Khaicher mandeimoço pastar pois esta vaca já tem seu adestrador…, chega de questões curtaa festa!- Festa?- Qual? De quem? E aonde?- Da turma do terceiro ano! Na minha casa Princesa.- Que jardim é este?- Jardim Dona Bertha!Mal escutava na perfeição as suas respostas e em resposta de tantasperguntas vindas de mim para calar-me a boca, beijou a alma sonolenta atédespertar sentidos adormecidos junto a ela, acordei por completa a suspiros eprantos falsos de negação, e a cada minha negação uma peça do meuvestuário caia ao relvado e a sua língua pontiaguda matava o sonho em mimflechando a minha orelha causando arrepios e gemidos rocos, beijava-me comuma delicadeza agressiva nunca antes por mim sentida, o meu avental já norelvado na posição exacta par ser usado como uma artificial cama e numaúnica rota de actividades começou a morder-me os ombros e as superfíciesdos seios sobre a blusa indefesa e o sutiã provocante, para de falar e deixei-me levar nos embalos dos seus beijos que mal fizeram sentir que ele roçava asminhas coxas e já nesse acto tinha rasgado discretamente a minha calcinha,antes mesmo de tirar a leve saia e neste momento senti uma briza sobre o meusexo molhado que quase congelava-me o útero e a lua feliz daquela noite dizia-me que eram 32:23 minutos enquanto o relógio desmentia esta afirmaçãoreafirmação o contrario eram 23:32 minutos…, sobre um tronco sentou-se e eu
  30. 30. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com29sentei-me sobre ele e sem tirar a blusa desprendeu dos seus trincos o meusutiã soltando-se assim os meus seios volumosos querem fugir da blusa,controlo-os abocanhando-os com gosto e mestria de quem sabia oque estavafazendo até eu começar a sentir princípios de um orgasmos e no meu gritomiúdo daquele gozo alucinante…
  31. 31. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com30Nesta madrugada houve a realização de dois meus sonhos, ver duas mulheresa beijarem-se e o sol a nascer em quadradinhos…, Excitou-me a almaprostituta aquele cenário lindo de ver, por muitas coisas que passaram emminha cabeça aquilo agradou o meu espirito “Homens não podem beijarhomens, mulheres podem fazer ambos são amigas…, amamos ser bissexuaispor natureza” .- Nome?- Lettya Nenny Shantaren!- Idade?- 20 Anos!- Morada?- Vivo com os meus pais!- Eu disse morada?- Bairro Central “ao pé da Electricidade”!- Apenas pedi o bairro não a sua localização! Com quem vives?- Meus pais!- Eles sabem das actividades que tu praticas nas noites?- … “Silêncio”…Cela nº 20! Gritava o carcereiro após ter sentenciado a minha prisão eaparentava uma expressão facial meio que triste por estar a fazendo aquilocomigo e eu pensei “doí-lhe a alma prender mulheres bonitas como eu” emostrei-lhe um ar tranquilo pois ficaria lá ate 2ª feira de manha e voltaria a casasem problema algum, mais o sorriso me veio a cara quando imaginei-me numaentrevista de emprego, eu lá toda sexy, poderosa a ser pedida o registrocriminal e eu entregando o meu “escrito presa em flagrada praticandoconsciente o atentado ao pudor num jardim público” segui uma rotina
  32. 32. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com31excitante por volta de uns 20 minutos, pediram para despir-me e tiraremalgumas fotos do meu corpo nu…, dirigiram-me a cela nº 20 concedentes aosanos por mim já vividos.- Carne nova irmãs!- Linda menina!- Deve ter uns 20 anos!Fiquei com medo por instantes, mas a lucidez me veio atona que eu era umamenina e não um menino e que não iria ser estuprada, suspirei de alívio eempossei uma pose de auto estima e pôs em minha face um olhar e sorriso derebeldia como se isso justiça-se a elas o motivo da minha estadia temporárianaqueles aposentos.- Cuidem bem da vossa filha! Afirmava com uma seriedade e como se pedissea prisioneiras que cuidam-se de mim.- Hum!- Bom dia!Bom dia filha! Respondeu a minha afirmação que era universal e disse:- Sinta-se a vontade filha que as mamas querem brincar de pai e mamãe!Mal entendi oque com aquelo queria dizer-me, então fixei os olhares para todosos cantos daquela cela de formato quadrado, grades enferrujadas e como senão fosse uma cela muito limpa, pensei, é por ser uma cela feminina asmulheres sempre foram higiénicas diferentes dos homens e neste mesmo fluxode pensamentos contei o número de alojadas naquela madrugada ainda noitepois eram ainda 00:24minutos, eramos 4 inclinas, me incluindo e igualmente deinclinas nos outrens quartos.- Pensas muito, filha!- Hum, Ham…, sim, mãe!- Pensas muito.
  33. 33. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com32Fez-se um silêncio por instantes, a colega de quarto que afirmara que esta nahora de brincar de pai e mamãe começou a masturbar-se como uma louca,idem as outras na mesma situação se encontravam, como se aquilo fosse umritual por aqueles lugares, mas pensei eu será que é uma alucinação por teremcortado a minha sessão de prazeres? Mas a realidade plausível se presentequando nas celas começaram a entrar homens mascarados para fazerem sexocom as prisioneiras, assustado, mas com um brilho no olhar mal estava euacreditando que estava aquilo acontecendo.- Filha chegou a hora de brincar!- Boa brincadeira mãe!- Por conta da casa, para a nossa nova filha!- Não mãe obrigada.- Nesse frio vás negar, uma boa…, não tens razão filha.Entrou um moço claro, forte e com uma tatuagem no peito esquerdo (Umaaguia e uma mensagem “Deixa-me de dar a liberdade Lettya”) pensei logoMichael, sim ele foi a razão da minha detenção, da nossa e no mesmomomento pode perceber que as prisioneiras mais velhas pagavam por sexo eque nem muitas das vezes os homens que la vinham eram de fora, nestascondições pensei.- Mãe! Mudei de ideia.- Quero aquele moço claro, pode ser?- Pode filha.- Mas antes ponha a mascara para tapar o teu rosto.Depois de ser instruída que eu é que mandava e que o acto seria segundo asminhas ordens, num ar e pensares de bruxa, chamei o Michael ate a mim elevei-o ate a minha cela, mal parecia ele tímido e muito reservada e disse umacoisa que agradou-me os ouvidos e comoveu o meu coração “ Veja a tatuagemno meu peito, eu pertenço a alguém!” peguei-o com gosto de todo de bomchovei a mascara deixando os lábios a minha vista igualmente a minhamascara, dei-lhe um beijo que lhe sugava a alma, por mais que ele me amasse
  34. 34. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com33como não resistiria a tamanha minha beleza e como um teste eu queria saberse ele me reconheceria em algum momento, tirei a camisete da penitenciarianuma igual rotina dos meus seios pularam para fora e ele desatento nem podeos dar atenção, sentia-me cada vez mais excitada por ele estar a fazer aquilopor mim, encostei-o na parede junto um beijo meu direccionada ao queixo dele,depois o pescoço e sem muito esforço se deixou levar…, abraçou-me comforça e paixão de o fazer, começou a friccionar os nossos corpos seminus, euainda de calças e ele só de cueca, pós a mão dele sobre a cintura da calça depano leve ate atingir o meu sexo já a muito molhado e isso recordou-me ainfância e notei que mal nos importávamos com os alheios olhares que omesmo que nós fazíamos, baixou as minhas calças e tirou a minha calcinhacom os dentes ate o joelho, virou-me contra parede e sem protecção penetrou-me violentamente segurando os meus seios, via eu o luar morrendo junta anoite que sedia o céu para mais um novo dia, e os meus suspiros passaram agitos mais agudos e os orgasmos que se faziam múltiplos e com as pernastrémulas não escondiam os meus lábios e os seus sorrisos a minha satisfação,pôs-me recta e mandei-o deitar-se sobre a beliche, sob por cima dele dando-lhe as costa e comecei a movimentar-me feito uma louca ate que pode notar oseu falecimento dentro de mim e o gosto do seu liquido me agradava o corpo,como se me completa-se, o levantei pois ele já esta cansado apesar de euquerer mais, dei-lhe um beijo no rosto e ele abraçou-me beijando a minhaorelha e disse como uma tamanha suavidade:- É por isso que eu te amo Lettya!Fiquei pensativa como ele descobriu!?Quando se mal se importava comigo e foi-se embora como se nada o prende-se ali.
  35. 35. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com34.Duas gémeas com problemas diferentes, verdade sejam ditas…, é uma falsailusão de igualdade.Não tudo é certo como o errado é!Sorrir de eu ser estrangeira como tudo e todos, não! Tive a sorte de nascercom uma siamesa de rosto e corpo, e a história mal pouco se interessa dominúsculo feixe de luz que é o reflexo da minha pessoa e muito menos dealguém que pouco se faz ser, sou! Serei! Eternamente será isto a minha alma eo resto do meu ser que é a minha irmã é nada que também me faz ser.Jasvany, de nome e postura de uma princesa para olhares de certos, sim paracertos, pois para mim nada com uma parece…, mas pouco interessa a minhaopinião e quanto aos atributos dados a ela por alguns e me limito a ficar com osmeus, se isso te incomoda pare de ler! Ela é oque eu acho que é e mais nada ese este capitulo se resume-se a isso já tinha acabado…, (…) também oqueesperavam de uma mulher elogiando a outra…, Tenho medo de escrever.
  36. 36. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com35És isto hojeQue serás também amanhaVou-me fazer-te teres essa certezaQue não irás mudar poisGosto desta tua maneira estranhaDe gritar (“macua” bárbara) mente de alta finezaDos recantos do norte moderno e noisQue só soubemos apreciarVer a tua beleza exterior e da interior mal falarMal conhecermos-te…, mal mesmoE a tangencia da nossa burrice nos emburrece ao extremo.Para uma amiga; Ainda viva que morre; A cada dia que reléEstes capítulos; Jasvany
  37. 37. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com36Fiquei pensativa como ele descobriu!? Foi-se embora como se nadaprendesse-o ali, pois, era última madrugada que estaríamos naquelesaposentos e ele que mal eu sabia onde estava…, e o meu sorriso mascaradose fez soberano sobre a mascara que eu vestia.2ª Feira como de habitual com desculpas já prontas para os ouvidos dos meuscriadores…, sim criadores, pois, para mim o conceito de paternidade é algomais democrata ao meu parecer “Deus é um pai! Sim não cobra, pede mas nãoexige os seus pedidos, cabe a nós decidirmos se os vamos…, cumprir ou não. ”- De novo!Não, é a 1ª vez que volto depois de 3 dias “Pensar é bom, isso tem sentido depaternidade” Pensar sem barreiras de o fazer, sem curtes, interrupções,interrupções pensantes e alegria pensadora de estar pensando que mal penseimais sim realizei duas fantasias nunca por mim pensadas.- Responde! Responde menina!?- Hum, hum…, pai, desculpa pai.Pouco eu me fazia presente naquela sala recordava os ensinamentos querecebe daquelas mulheres que tantas justificativas de estarem lá…, flutuavameu em pensamentos, enquanto discursava sermões e zangas pela minha faltade respeito para com eles.- Esta bem – pai, eu…, eu já ouvi – prometo não mais repetir!- Estas a ouvir isso, ela disse que não mais vai se repetir.- Já ouvi marido!
  38. 38. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com37Ficaram la a conversar enquanto eu me aprontava para me fazer ao menos afaculdade que era oque de mais precioso eu tinha na vida, me formar para sermedica, Dr.ª Lettya e abrir um consultório ou clinica com a minha amiga Rabia,pensar e pensar, sai de casa sem ao menos me despedir dos meus criadores eme pôs a caminhar em direcção a paragem de chapas.Chapa! Chapa, vai passageiros…, vão passageiros!Gritava incansavelmente o cobrador no enredo de encher o transportesemicolectivo…, e como se ele fosse um ser estudado ou com escola melhordizer, interveio quando eu disse chapa sai ou não sai!?- Calma mana, parece que andas muito estressada com escola, e esse teuXapa parece que andas escrevendo com “Ch” que já não fica mais carro maissim chapas de telhado.- És adivinho?- Nem tanto, todo mundo pensa que xapa e chapa são as mesmas coisas.- E não são?- Se fossem todo mundo teria um dualite em sua casa, de dia seria umsemicolectivo e de noite o seu telhado.Continuo com o seu trabalho, gritando como se respirasse os seus gritos quemantinham a mesma tonalidade e a sua sequência era una, como se estivessea traçar um movimento rectilíneo uniforme, com a velocidade constante e…,xapa esta vazio! Xapa está vazio!Sentada dei por mim analisando todas moças que me rodeavam e comecei afazer deduções apesar de ser contra as minhas regras para definir algo só devista, mas como toda regra tem uma excepção continuei…, me deliciando dobarrulho que o xapa se fazia portador e vi atravessando a estrada aSarita…,hum qual das saritas questionei? Mas deixa para lá – continuamentemas com um novo destino gritava o cobrador!- Electricidade – vazio, vazio…, vazio quem desce quem sobe!?- Ministério John Cobrador
  39. 39. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com38- Kikikikikikikiii…, John Cobrador? Tenho nome eu!- Paragem Ministério!Há vezes que nos deparamos com certos capítulos da vida em todo nos éobscuro, nos é um completo vazio de certezas – a vida nos é nada menos quenada e o nada que já é sabido que é algo que não é, assim dizia eu meenrolando em palavras que há certos episódios do dia que o obscuro de nãosaber oque nos foi – ele paira sobre os nossos pensares, lês-te estes versos,parágrafos, melhor dizer este capitulo e nada achas-te nele, mais eu digo eafirmo que achas-te o nada neles pois do nada o nada vem.Mas!Pense no título túnicas expondo ao disfarce demónios, nessas amigas eamigos santos para o mundo e demónios que o céu se faz escuro, pense! Nassaias curtas que mal julgamos sem conhecer o caracter da proprietária daspernas amarelas ou dos seios…
  40. 40. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com39Força – Oque é força?Qual me será o exemplo concreto de força!A definição concisa desta grandeza não só física como também…, deixa paralá – Força, força, força e força.Respiramos fundo, as vezes os gritos e o cansaço é falso!Mais fazer-lhes acreditar que estamos neste estado de fraqueza e uma dasverdades mentirosas que nos é herdade por uma questão de padronizar estasrotinas, não porque seja verdade e sorrindo cai dos meus pensamentos e vicom clareza que estava eu no anfitriato, todas e mais alguns fitando esperadosolhares e na minha tentativa de responder a pergunta que mal tinha euescutado o khaicher gentil como de sempre salvou o meu dia.Dr.ª Eu e colega lettya estamos nessa dúvida! A questão é que não sabemos ocerto que operaríamos um recém-nascido se o seu organismo não esta prontopara receber uma intervenção cirúrgica – dizia ele e neste enredo aproveitei,Safei-me já inteirada sobre a questão que ainda me era um fantasma, apenasdisse o colega poderia explicar melhor a nossa dúvida Doutora.- Continuando sobre a questão dada a turma, os possíveis problemas naverdade não seriam possíveis problemas mas os habituais no caso recém-nascidos e sabendo que o histórico da mãe poderia ou pode influenciar muitona saúde da criança.- Dr.ª sobre a influencia do histórico da mãe acho que a turma já sabe da suainfluencia no feto, no recém-nascido…, ate nos adultos se uma mãe temproblemas respiratórios existe uma probabilidade muito grande destadeficiência ser hereditária e ser passada por herança e ai onde os problemas
  41. 41. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com40nas operações cirúrgicas iniciam, a questão que paira em nos e em muitos doscolegas aqui, futuros médicos-cirurgiões seria como como proceder.Parece brincadeira salvos pelo toque, suspirei e fiz um olhar de muitoagradecida pelo gesto do khaicher, já era sabido do seu interesse pela minhapessoa e ele apenas acenou a cabeça e saio da sala de aulas como se paraele não fosse muito ou o suficiente aquele lindo gesto.- Ola Letty!- Lettya senhor!- Esta bem senhora Lettya Nenny Shantaren!- Também não precisa falar o nome no seu todo – nem!- Estou dando-me folga! não queres-me acompanhar?Pensei em ir, mas – o Khaicher olhou para mim discretamente e balançou acabeça como se de mim pena sentisse pelo que eu em pensamento já tinhafeito – sair da faculdade para ir talvez parar na cama que pouco se dorme deMichael…, e mal que eu pensei em dizer um não ao Michael, Khaichercomeçou a sorrir como se tivesse previsto a minha resposta e gritou comvontade de o fazer.- Lettya vamos a aula de Bioquímica!- Estou a caminho, espera-me vai!Deixei o meu Michael compartilhando consigo mesmo a ideia de se dar umafolga e eu inconsciente dei as mãos ao Khaicher e fomos andando e ficamoscolados durante toda aula que suava mais doce e de caracter fácil que não eraa sua característica, pensei por instantes e eu disse a minha vida estudantilcorre muito bem quando estou a lado de Khaicher, já indo a paragem de xapa amãe de Khaicher veio arranca-lo de mim para voltar ao seu convívio familiar eeu já no xapa a caminho de casa o celular vibra, e eu me assusta e para depensar e volto a pensar quem será?- Ola! Já estas a caminho de casa
  42. 42. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com41- Não! Ainda no xapa.- Estou aqui recordando da minha 2ª vez, da tua 1ª vez!- Oque ela fez! A minha 1ª vez?- Simplesmente amei, fizeste-me sentir homem de verdade!- Como fica isso homem de verdade?- É quando um homem vê que conseguiu satisfazer uma mulher!Calei-me por instante por ele pensar o diferente de mim, não! Achar o diferentede mim ou melhor talvez os nossos conceitos de satisfação são muitodiferentes, nunca discordar com os pontos de vistas alheios ou que não sejamseus, mais foquei os meus pensares para aquele dia e recordei-mesuperficialmente de todo para tecer algumas criticas a mim e comecei a montaros dados – levou-me ao quarto pelo colo, beijou os meus seios com safadeza emuita mestria que negava a sua afirmação que era a sua 2ª vez, tirou-me ablusa, tirou-me o sutiã e beijou-me o umbigo que me fez delirar e gemer comouma louca e me pôs numa espectativa de que tem muito mais, desabotoou-mea minha calça e abriu como quem mal quisesse o fazer o meu zipe e comecei ame contorcer toda e a pensar milhões de fantasias em caricias por beijos, e oápice de todo foi quando mordeu a minha calcinha e no mesmo gesto rosandocom os lábios inferiores a minha coxa esquerda até a posição dos meusjoelhos e num surto assustador rasgo-a e no esquecimento propositadoignoramos a existência das camisinhas e beijou-me já mais baixo da minhabexiga e ai minhas pernas tremeram pernas e diferente das historias de perdada virgindade não sangrei e muito menos senti a dita dor, mas era evidente aminha virgindade para ele e depois não ter sentido a dor não comecei a sentirnada alem do próprio nada ele se debatendo feito um louco, de frente e de traz,até atingiu o seu ponto máximo e morreu por cima de mim e eu que foi ditapara não me calar ou ficar muda gritava falsos orgasmos e gemidos forjados sópara manter o dele entusiasmo.- Alo recordas?- Ham! Sim claro que recordo.- Foi o melhor sexo que agente fez.
  43. 43. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com42De novo no relativismo das coisas, melhor afirmar isso dizendo, o belo paramim pode não ser para ti, mas calei os meus pensares enquanto ele desligavaa chamada e me pôs a pensar…, ser mulher é algo que médiocretiza a mesmamulher, pois ela já tem um auto estima prostituto que nasce na definição quetodo homem que aparenta gostar dela ou se senta atraído sexualmente por ela,ela pode e as deve tomar partido disso – ai vem os exemplos disso, minhacolega faz isso para lanchar, as prostitutas são usados pelos políticos paratirarem informação de outros políticos (“Força, Força é isto dito força nofeminino!”) o poder de fazer sua vida usando como feramente de apoio asedução, o sexo no seu todo…, paragem belita!!!
  44. 44. Facebook: Arthur Dellarubia | jovenalmaloa@gmail.com43O romance ACDRC saíra em Dezembro de 2013E como de habitual o escritor Jovenal Maloa disponibiliza trechos das suasobras ainda no formato de expiração como ele próprio o diz.E para melhor conhecimentos do mesmo, ainda que o site seja o reflexo dosseus escritos a três anos atras ele sempre direcciona as pessoas para o –Arthurdellarubia.comunidades.netE pesquisem no Google.com/Jovenal Maloa Poeta escritor, Arthur DellarubiaPoeta Escritor e Lettya Nenny Shantaren.

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