Enfermagem - Insuficiência respiratória aguda

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Enfermagem - Insuficiência respiratória aguda

  1. 1. ENFERMAGEM NAS CLÍNICAS MÉDICA E CIRÚRGICA
  2. 2. Tema: Insuficiência Respiratória Aguda
  3. 3. CONCEITO É uma deterioração súbita e com risco de morte da função das trocas gasosas do pulmão. Ele existe quando a troca de oxigênio por dióxido de carbono nos pulmões não consegue se compatibilizar com a velocidade de consumo de oxigênio e a produção de dióxido de carbono pelas células do corpo. 3 de 13
  4. 4. OS MECANISMOS QUE LEVAM A INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA INCLUEM:  Hipoventilação alveolar;  Anormalidades de Difusão;  Desequilíbrio da ventilação-perfusão;  Shunt. 4 de 13
  5. 5. FISIOPATOLOGIA ESTÍMULO RESPIRATÓRIO DIMINUÍDO: Pode acontecer com a lesão cerebral grave, grandes lesões do tronco cerebral (esclerose múltipla), uso de medicamentos sedativos e distúrbios metabólicos, como o hipotireoidismo. Esses distúrbios comprometem a resposta normal dos quimiorreceptores no cérebro à estimulação respiratória normal. 5 de 13
  6. 6. DISFUNÇÃO DA PAREDE TORÁCICA Os impulsos originários do centro respiratório percorrem os nervos que se estendem desde o tronco cerebral, para baixo, na medula espinal, até os receptores nos músculos da respiração. Dessa forma, quaisquer doenças ou distúrbios dos nervos, medula espinal, músculos ou junção neuromuscular envolvidos na respiração afetam gravemente a ventilação e podem, levar à Insuficiência Respiratória Aguda. Estes incluem os:  Distúrbios Musculoesqueléticos – Distrofia muscular, polimiosite;  Distúrbios da Junção Neuromuscular – Miastenia grave, poliomielite;  Alguns Distúrbios do nervo periférico; e  Distúrbios da Medula Espinal – Esclerose lateral amiotrófica, Síndrome de Guillain-Barré e lesões da medula espinal cervical. 6 de 13
  7. 7. DISFUNÇÃO DO PARÊNQUIMA PULMONAR Derrame Pleural, hemotórax, pneumotórax e obstrução da via aérea superior são condições que interferem com a ventilação ao evitar a expansão do pulmão. Essas condições que podem causar a Insuficiência Respiratória, geralmente são produzidas por uma doença pulmonar subjacente, doença pleural ou trauma e lesão. Outras doenças e condições do pulmão que levam à Insuficiência Respiratória Aguda incluem a pneumonia, estado asmático, atelectasia lobar, embolia pulmonar e edema pulmonar. 7 de 13
  8. 8. OUTRAS CAUSAS No período pós-operatório, principalmente depois de cirurgias torácica ou abdominal importante, a ventilação inadequada e a insuficiência respiratória podem ocorrer por causa de vários fatores. Durante esse período, a Insuficiência Respiratória Aguda pode ser causada pelos efeitos dos agentes anestésicos, analgésicos e sedativos, que podem deprimir a respiração conforme descrito anteriormente ou estimular os efeitos dos opióides e levar à hipoventilação. A dor pode interferir com a respiração profunda e tosse. Um desequilíbrio da ventilação em relação à perfusão é a causa usual da insuficiência respiratória depois de uma cirurgia torácica, cardíaca ou abdominal. 8 de 13
  9. 9. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Sinais Precoces: Oxigenação prejudicada; Inquietação; Fadiga; Cefaléia; Dispnéia; Fome de ar; Taquicardia; Hipertensão arterial. Progressão da hipoxemia: Confusão; Letargia; Taquicardia; Taquipnéia; Cianose central; Sudorese; Parada Respiratória. 9 de 13
  10. 10. TRATAMENTO MÉDICO  Os objetivos do tratamento são corrigir a causa subjacente e restaurar a troca gasosa adequada no pulmão. A Intubação e a ventilação mecânica podem ser necessárias para manter a ventilação e oxigenação adequadas, enquanto a causa subjacente é corrigida. 10 de 13
  11. 11. TRATAMENTO DE ENFERMAGEM  Assistir com a intubação e manter a ventilação mecânica;  Avaliar o estado respiratório – a gasometria arterial, a oximetria de pulso e os sinais vitais;  Implementação de estratégias – mudança de posição, cuidados orais, cuidados cutâneos, amplitude de movimento dos membros para evitar complicações. 11 de 13
  12. 12. Obrigado!Obrigado! 12 de 13
  13. 13. ....EM 1999 BRYAN JÁ ERA. O norte-americano Bryan Curtis, 34 anos, agoniza na cama ao lado da mulher e do filho de 2 anos, no dia da sua morte por câncer de pulmão, em 3 de junho de 1999. Ele fumou durante 20 anos, o que teria causado a doença, que o levou a morte em menos de 3 meses. Um de seus últimos desejos foi que a sua foto no leito de morte fosse publicada, para chocar os fumantes e incentiva-los a deixar de fumar. • Folha de São Paulo, 24 de junho de 1999. SE CONSEGUIRMOS QUE PELO MENOS UM FUMANTE LARGUE O CIGARRO COM A REPORTAGEM, ESSA PÁGINA JÁ VALEU A PENA ! 13 de 13
  14. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  GUYTON, Arthur C. Fisiologia Humana. 6a Ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 1998.  NETTINA, Sandra M. Brunner Prática de Enfermagem. 7a Ed. Vol. 1. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2003.  SMELTZER, Suzane C. BARE, Brenda G. Brunner & Suddarth Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 10 a Ed. Vol. 1 Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2004. 14

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