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Lembretes <ul><ul><li>Quem entregar hoje o trabalho de planejamento de comunicação terá 25% de desconto na nota. De amanhã...
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Um jogo de envolvimento <ul><li>A fonte conquista o jornalista pelo relacionamento, pelo atendimento a suas necessidades. ...
A relação deve ser de “mão dupla” <ul><li>O contato entre fonte e jornalista faz parte de um processo mútuo de conquista. ...
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Uma forma de ganhar autoconfiança <ul><li>Programas de media training, em que a fonte exercita sua habilidade em lidar com...
O que você (fonte ou AI) vai dizer? <ul><li>Os melhores resultados são obtidos quando o entrevistado tem clareza sobre a p...
Pertinência acima de tudo <ul><li>O sucesso da entrevista não depende apenas da forma de apresentação, da postura do entre...
É preciso conhecer cada mídia <ul><li>Quem deseja ser fonte permanente da imprensa deve adquirir o hábito de ler os jornai...
Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Disponibilidade – quanto mais, melhor. </li></ul><ul><li>Acesso - Quanto m...
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Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Consciência no falar - Faça um roteiro com três ou quatro itens-chaves par...
Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Off. Uma dúvida freqüente refere-se ao off, ou seja, a informação prestada...
Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Facilitando a compreensão. Ao responder a uma pergunta mais complexa, o en...
Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Brindes. Cuidado! Não imagine conquistar jornalistas com bonés, camisetas,...
Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Edição. Não espere que o veículo de comunicação apresente a notícia exatam...
Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Avaliando o resultado. A entrevista foi veiculada? Uma boa maneira de qual...
Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Erros. Uma questão que assusta é a possibilidade de serem veiculadas críti...
Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Tranqüilidade. Se você recebeu o jornalista no local de trabalho, tente nã...
Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Chegue antes. Se a entrevista for na sede do veículo de comunicação, combi...
Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Tranqüilidade. Notadamente no rádio, em geral há mais tempo disponível, é ...
Diferenças entre rádio e TV <ul><li>Rádio e TV. Os dois veículos possuem perfis diferentes. Além da óbvia diferença quanto...
Diferenças entre rádio e TV <ul><li>Um dos principais truques, no rádio, é enfatizar, pela redundância, a mensagem princip...
Dicas para TV <ul><li>Imagem. Na televisão, o estímulo principal é visual e, por isso, é importante preparar o ambiente pa...
Dicas para TV <ul><li>Concisão. O repórter de TV fez a pergunta? Seja direto, prático e dê respostas curtas. Uma caracterí...
Dicas para TV <ul><li>Roupa. Vista-se com sobriedade, naturalidade e adequação para a função que você exerce. São as infor...
Organização de coletivas <ul><li>A entrevista coletiva, segundo Rabaça e Barbosa, é aquela em que &quot;a personalidade at...
Dois tipos de coletivas <ul><li>Espontâneas são as que ocorrem sem a intervenção direta do assessor de imprensa. Ele pode ...
Dois tipos de coletivas <ul><li>Provocadas são aquelas organizadas pelo assessor, dependendo das necessidades do cliente e...
Cuidados <ul><li>Ao preparar uma entrevista coletiva, o jornalista de AI deve tomar alguns cuidados para que não só as nec...
Hora e data <ul><li>Pela manhã, o melhor horário é o das 9h30min; à tarde, as entrevistas devem iniciar entre 14h30min e 1...
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Release e press kit <ul><li>Para anunciar a entrevista, o assessor de imprensa utiliza o release convocação - que inclui o...
A responsabilidade é sua <ul><li>O jornalista de AI é responsável pela preparação do seu assessorado para a entrevista.  <...
Estruturas da coletiva: simples ou americana <ul><li>Simples é aquela que ocorre em pequenos ambientes com número reduzido...
 
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  1. 1. Jornalismo institucional e técnicas de assessoria de imprensa Professor mestre Artur Araujo (araujofamilia@gmail.com) <ul><li>Media training e organização de coletivas </li></ul>
  2. 2. Lembretes <ul><ul><li>Quem entregar hoje o trabalho de planejamento de comunicação terá 25% de desconto na nota. De amanhã até 23 de abril, o desconto é de 50%. Não aceito trabalhos após 23 de abril. Nesse caso, a nota será “0”. </li></ul></ul><ul><ul><li>A entrega do planejamento do trabalho é daqui a 7 dias. </li></ul></ul><ul><ul><li>A prova está agendada para o dia 14 de maio. Faltam 28 dias. </li></ul></ul>
  3. 3. Como o grupo será avaliado? <ul><li>No dia 23 de abril , cada grupo de alunos vai entregar um projeto descrevendo: </li></ul><ul><ul><li>O cliente (quem é o cliente, um breve histórico do cliente, uma descrição de eventuais experiências do cliente em comunicação institucional) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Obs: Não é para escrever uma linha... é para construir um relatório decente, ok? </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Uma descrição do potencial do cliente para um trabalho de comunicação </li></ul></ul><ul><ul><li>O documento deve ter pelo menos 4 mil caracteres de texto (não conto como “texto”, capa, eventual bibliografia e elementos extras que não tenham a ver com o relatório). </li></ul></ul><ul><ul><li>O formulário estará disponível no site para preenchimento. </li></ul></ul>
  4. 4. O primeiro relatório vale nota? <ul><li>Não. </li></ul><ul><li>Esse primeiro relatório não valerá nota, mas o professor vai apontar problemas para que o grupo entregue um relatório adequado no dia 21 de maio . </li></ul><ul><li>O relatório entregue com atraso implicará desconto na nota final do trabalho. </li></ul>
  5. 5. E se não entregar o relatório no dia 23 de abril? <ul><li>Caso não entregue, a nota do trabalho final terá abatimento . </li></ul><ul><li>Se o relatório for entregue entre 24 de abril e 30 de abril, a nota final do projeto terá desconto de 25%. </li></ul><ul><li>Se o relatório for entregue entre 1º e 14 de maio, a nota final do projeto terá desconto de 50%. </li></ul><ul><li>Não serão aceitos relatórios após 14 de maio. Nesse caso, a nota do grupo será “0”. </li></ul>
  6. 6. Recapitulando... <ul><li>Falamos da aula passada sobre gerenciamento de crises e das recomendações gerais de procedimento nesses casos. </li></ul>
  7. 7. Media training <ul><li>É natural a falta de habilidade em lidar com repórteres, assim como não é incomum um entrevistado ficar nervoso ao enfrentar um microfone. </li></ul><ul><li>O investimento em capacitação é uma das melhores maneiras de qualificar o relacionamento com a imprensa </li></ul>
  8. 8. Prefira a “prata da casa” <ul><li>Existe literatura do tipo &quot;como atender à imprensa&quot;. Também são comuns cursos de media training terceirizados; que contam inclusive com a participação de jornalistas famosos. Todos podem ser muito úteis, mas o próprio assessor tem condições de fornecer informações e treinamento básico. </li></ul>
  9. 9. No que consiste o media training? <ul><li>Entrevistas simuladas </li></ul><ul><li>Exercícios em laboratórios, </li></ul><ul><li>Orientações sobre peculiaridades da imprensa local </li></ul><ul><li>Análise conjunta dos resultados obtidos em entrevistas </li></ul>
  10. 10. Uma função educativa <ul><li>Além de capacitar o principal dirigente ou assessorado, o AI deve ser um educador interno nos mais variados níveis, de modo que todo o corpo funcional entenda as características e a importância da imprensa. </li></ul>
  11. 11. Vale a pena levar o cliente a fóruns e seminários? <ul><li>Sim. </li></ul><ul><li>Algumas instituições, inclusive sindicatos de jornalistas, promovem encontros entre fontes, assessores e jornalistas em debates do tipo seminário, em que a franqueza é surpreendente e os resultados, muito bons. </li></ul>
  12. 12. Um jogo de envolvimento <ul><li>A fonte conquista o jornalista pelo relacionamento, pelo atendimento a suas necessidades. Por oferecer uma informação exclusiva, por não fazê-lo perder tempo, por ser objetivo e exato, por ajudá-lo, a fonte ganha o interesse e a confiança. </li></ul>
  13. 13. A relação deve ser de “mão dupla” <ul><li>O contato entre fonte e jornalista faz parte de um processo mútuo de conquista. O jornalista conquista a fonte por sua capacidade de ser fiel às informações obtidas, apresentando uma matéria que, mesmo negativa, seja correta. A fonte conquista o jornalista por sua capacidade de oferecer-lhe não apenas o produto essencial – a informação –, mas também as condições necessárias para a realização de seu trabalho. </li></ul>
  14. 14. A cada entrevista, a cada contato, é preciso preparação <ul><li>O contato entre fonte e jornalista é o momento em que a notícia toma forma, apresenta-se para a avaliação de importância e interesse, do espaço que ocupará. &quot;Se rende&quot; ou não, na linguagem usual. E o jogo começa antes, com treino rotineiro e, se possível, preparação específica para cada entrevista. </li></ul>
  15. 15. Uma forma de ganhar autoconfiança <ul><li>Programas de media training, em que a fonte exercita sua habilidade em lidar com microfones e câmeras, têm feito certo sucesso ao garantir autoconfiança e habilidade para a fonte na hora da entrevista real. </li></ul>
  16. 16. O que você (fonte ou AI) vai dizer? <ul><li>Os melhores resultados são obtidos quando o entrevistado tem clareza sobre a principal informação que deseja transmitir, a que tipo de público e em que veículo. </li></ul>
  17. 17. Pertinência acima de tudo <ul><li>O sucesso da entrevista não depende apenas da forma de apresentação, da postura do entrevistado, do não gaguejar, da espontaneidade. Depende, principalmente, de informação pertinente, relevante e adequada ao formato do veículo – e preparo para transmiti-la. </li></ul>
  18. 18. É preciso conhecer cada mídia <ul><li>Quem deseja ser fonte permanente da imprensa deve adquirir o hábito de ler os jornais, assistir e ouvir os noticiários e tentar exercitar a compreensão sobre os interesses dos jornalistas e dos veículos em que trabalham, que assuntos consideram notícia e como a apresentam; avaliar como outros entrevistados se comportam e o que funciona ou não. </li></ul><ul><li>Se a fonte sabe identificar o que é notícia, sairá em vantagem. </li></ul>
  19. 19. Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Disponibilidade – quanto mais, melhor. </li></ul><ul><li>Acesso - Quanto menos tempo perder na sala de espera, mais tempo o profissional poderá gastar com a entrevista. </li></ul><ul><li>Atendimento - Procure um local tranqüilo e fique à disposição o tempo máximo que puder para que ele faça sua reportagem. Se o tempo da fonte for escasso, uma boa solução é combinar antecipadamente o tempo da entrevista </li></ul>
  20. 20. Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Por telefone - a fonte não deve sentir-se desprestigiada por ser entrevistada por telefone ou imaginar que as chances de erros são maiores. Basta haver o cuidado com a exposição do assunto e ter a certeza de que o jornalista o compreendeu perfeitamente. </li></ul>
  21. 21. Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Consciência no falar - Faça um roteiro com três ou quatro itens-chaves para não esquecer de abordá-los. Prepare frases de impacto, bem concisas, para estimular seu uso. Só tente explorar outro assunto referente à empresa, por exemplo, se sentir que desperta o interesse do jornalista. </li></ul>
  22. 22. Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Off. Uma dúvida freqüente refere-se ao off, ou seja, a informação prestada ao jornalista com a condição de não ser mencionada a fonte. Embora esse recurso seja válido, deve ser utilizado com cuidado - e evite, particularmente, comentar ou propagar boatos, e fazer críticas referentes a assuntos relativos a outras organizações ou pessoas. </li></ul>
  23. 23. Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Facilitando a compreensão. Ao responder a uma pergunta mais complexa, o entrevistado deve evitar dizer que &quot;tal informação está no texto tal&quot; ou &quot;leia tal folheto que você vai entender&quot;. Se determinada informação não está disponível naquele momento, é necessário encaminhá-la o mais rápido possível. </li></ul>
  24. 24. Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Brindes. Cuidado! Não imagine conquistar jornalistas com bonés, camisetas, agendas. </li></ul><ul><li>Dúvidas. Ao final da entrevista, a fonte deve colocar-se à disposição para que o jornalista possa tirar alguma dúvida posteriormente e a qualquer momento, fornecendo, se conveniente, até o número do telefone residencial. </li></ul>
  25. 25. Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Edição. Não espere que o veículo de comunicação apresente a notícia exatamente do jeito que você gostaria. </li></ul><ul><li>Ler antes. Nunca peça que lhe forneçam a matéria para lê-la antes de sua veiculação. </li></ul><ul><li>Interferência. Não utilize meios de pressão comercial ou pessoal para evitar ou garantir a publicação de matéria. </li></ul>
  26. 26. Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Avaliando o resultado. A entrevista foi veiculada? Uma boa maneira de qualificar o relacionamento com a imprensa é avaliar como a notícia foi apresentada, o destaque, os aspectos que chamaram a atenção do jornalista e outras fontes consultadas. </li></ul>
  27. 27. Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Erros. Uma questão que assusta é a possibilidade de serem veiculadas críticas ou erros. As primeiras devem ser compreendidas da perspectiva de que é papel da imprensa ser crítica e promover a pluralidade de idéias. Muitas vezes, é melhor assimilá-las do que polemizar. </li></ul>
  28. 28. Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Tranqüilidade. Se você recebeu o jornalista no local de trabalho, tente não ser importunado. </li></ul><ul><li>Mas eu já falei... Evite começar a resposta dando a entender que é óbvia: &quot;Evidente..., Está claro..., Como disse antes..., Repetindo...&quot;. </li></ul>
  29. 29. Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Chegue antes. Se a entrevista for na sede do veículo de comunicação, combine chegar com uma boa antecedência para tentar conversar com o jornalista-entrevistador. </li></ul><ul><li>Simplicidade e objetividade. Em qualquer assunto, o ideal é ser simples e objetivo, de maneira que o público entenda mais facilmente as informações. Use frases curtas e simples. </li></ul>
  30. 30. Leis básicas para um bom relacionamento <ul><li>Tranqüilidade. Notadamente no rádio, em geral há mais tempo disponível, é preciso procurar fazer com que a entrevista seja como uma conversa, numa linguagem coloquial, tranqüila, sem afetação. Saber com antecedência o tempo disponível pode ajudar a organizar as idéias e a fornecer uma orientação segura para enfrentar o microfone. Truques como arredondar cifras, ignorar siglas, chamar pelo nome o entrevistador ajudam bastante. </li></ul>
  31. 31. Diferenças entre rádio e TV <ul><li>Rádio e TV. Os dois veículos possuem perfis diferentes. Além da óbvia diferença quanto à imagem, uma emissora de rádio em geral apresenta informação de interesse mais segmentado, enquanto a TV tende a ter audiência mais ampla. Em geral, o rádio é mais informal e interativo, o que garante maior possibilidade de explicação e análise, permitindo maior compreensão, envolvimento e motivação das pessoas. Uma característica básica do rádio é que, ao mesmo tempo em que ouvem um programa, as pessoas estão envolvidas com outras atividades, o que dificulta manter sua atenção. </li></ul>
  32. 32. Diferenças entre rádio e TV <ul><li>Um dos principais truques, no rádio, é enfatizar, pela redundância, a mensagem principal. Um texto de jornal ou revista não admite a repetição de idéias e informações, e na TV, a exigüidade do tempo não o permite </li></ul>
  33. 33. Dicas para TV <ul><li>Imagem. Na televisão, o estímulo principal é visual e, por isso, é importante preparar o ambiente para uma imagem que, sem distrair a atenção, transmita uma boa impressão do ambiente em que você trabalha ou de sua organização. Lembre-se de que a imagem de fundo tem sempre algum significado para o telespectador. </li></ul>
  34. 34. Dicas para TV <ul><li>Concisão. O repórter de TV fez a pergunta? Seja direto, prático e dê respostas curtas. Uma característica do noticiário na TV é a escassez de tempo. </li></ul><ul><li>Citando a empresa. Procure olhar para o repórter, pelo menos quando este faz a pergunta e, quando for possível, mencione o nome do produto, empresa ou instituição, mas com naturalidade, sem exageros. </li></ul>
  35. 35. Dicas para TV <ul><li>Roupa. Vista-se com sobriedade, naturalidade e adequação para a função que você exerce. São as informações que precisam chamar a atenção e não sua aparência. Nunca use óculos escuros, mesmo ao sol. Eles causam ruído na comunicação, ao mesmo tempo em que dão má impressão ao telespectador (muitos ficam parecendo mafiosos). Se puder, utilize uniforme, crachá, boné, camiseta de sua organização. </li></ul>
  36. 36. Organização de coletivas <ul><li>A entrevista coletiva, segundo Rabaça e Barbosa, é aquela em que &quot;a personalidade atende à imprensa em conjunto, respondendo às perguntas de repórteres de diversos veículos de comunicação&quot;. </li></ul><ul><li>Só faz sentido se o assunto é realmente importante. </li></ul>
  37. 37. Dois tipos de coletivas <ul><li>Espontâneas são as que ocorrem sem a intervenção direta do assessor de imprensa. Ele pode e deve, no entanto, facilitar a realização da entrevista, o que garante, muitas vezes, espaços importantes nos noticiários das emissoras de rádio e televisão. </li></ul>
  38. 38. Dois tipos de coletivas <ul><li>Provocadas são aquelas organizadas pelo assessor, dependendo das necessidades do cliente e considerando os critérios jornalísticos. </li></ul>
  39. 39. Cuidados <ul><li>Ao preparar uma entrevista coletiva, o jornalista de AI deve tomar alguns cuidados para que não só as necessidades da instituição, mas também as da imprensa, sejam satisfatoriamente atendidas. </li></ul>
  40. 40. Hora e data <ul><li>Pela manhã, o melhor horário é o das 9h30min; à tarde, as entrevistas devem iniciar entre 14h30min e 15h. </li></ul><ul><li>Já a escolha do dia vai depender de dois elementos: a existência de fatos em que pode ou não ser prevista a cobertura por parte da imprensa </li></ul>
  41. 41. Mailing <ul><li>O assessor deve convocar todos os veículos que possam se interessar no assunto da entrevista e que possuam corpo próprio de repórteres. O mailing da entrevista deve considerar jornais, emissoras de rádio e de televisão, revistas de informação geral, publicações técnicas e especializadas e agências de notícia. </li></ul>
  42. 42. Release e press kit <ul><li>Para anunciar a entrevista, o assessor de imprensa utiliza o release convocação - que inclui os dados básicos (local, horário, data, entrevistado, assunto) e pode acrescentar, ainda, sugestões de pontos ou questões a serem discutidas. O currículo da fonte é colocado no próprio release ou, se muito extenso, em anexo. </li></ul>
  43. 43. A responsabilidade é sua <ul><li>O jornalista de AI é responsável pela preparação do seu assessorado para a entrevista. </li></ul>
  44. 44. Estruturas da coletiva: simples ou americana <ul><li>Simples é aquela que ocorre em pequenos ambientes com número reduzido de repórteres, os quais fazem as perguntas que quiserem, em ordem aleatória. Antes do questionamento, o entrevistado pode ou não resumir brevemente o assunto. </li></ul>
  45. 46. Estruturas da coletiva: simples ou americana <ul><li>Americana é quando o entrevistado é mantido a uma certa distância dos jornalistas. A entrevista, para tanto, deve ser realizada em um auditório. Em alguns casos, exige-se que as perguntas sejam previamente submetidas à AI, mas esta prática invariavelmente causa problemas de relacionamento com a imprensa. </li></ul><ul><li>Embora a entrevista americana seja criticada por distanciar o entrevistado dos jornalistas, é a única forma capaz de atender à demanda quando existe um número muito elevado de profissionais presentes à coletiva. </li></ul>
  46. 48. Tema da próxima aula: a comunicação governamental

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