Países de Língua Oficial Portuguesa
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relacionados com o frete e que os seus pont...
 Tendo em linha de conta as várias diferenças entre as
características dos diversos mercados dos países membros e as
liga...
 De um modo geral a comunidade marítima.
Nomeadamente:
 Administrações Portuárias;
 Alfândegas;
 Importadores;
 Expor...
 Defesa dos interesses da APLOP.
 Aproximação de diversos actores dos países
membros.
 Facilidade de comunicação e troc...
 As funções da Bolsa em questão, deveriam
ser definidas por um Comité.
 As suas competências e atribuições, a serem
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A experiência de Angola
 A Bolsa Nacional do Frete (BNF) é um instrumento, criado na estrutura
orgânica do Conselho Nacional de Carregadores de A...
 Constatou-se que no mercado Africano e Angolano em particular, a
prática do frete era desregrada e as taxas aplicadas er...
 A Bolsa foi criada como um espaço para possibilitar e
promover o diálogo e também;
 Praticar a negociação do frete de m...
 Negociações on-line.
 Simulador do frete de referência.
 Estatística diversa como:
 AIS, informação sobre o movimento...
Grato pela atenção
FILIPE SILVA
Filipe.silva@cnc-angola.gv.ao
+244 927 36 83 25
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Powerpoint de suporte à apresentação de Filipe Silva, do Conselho Nacional de Carregadores de Angola, no VIII Congresso da Associação dos Portos de Língua Portuguesa, que decorreu em Maputo, Moçambique, a 26 e 27 de Março de 2015.
Intervenção na “Sessão Plenária 3” da reunião magna da APLOP.

CONSULTE O SITE DO VIII CONGRESSO DA APLOP: http://congresso.aplop.org/

Visite o portal da APLOP: http://aplop.org

Estamos no Twitter: http://twitter.com/aploppress

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Criação de uma Bolsa de Frete no Espaço APLOP

  1. 1. Países de Língua Oficial Portuguesa
  2. 2.  Definição genérica: A Bolsa de frete deve ser um palco que trata de aspectos relacionados com o frete e que os seus pontos de actuação ou focos devem ser definidos pela política territorial, espaço contextual do mercado e objectivos que estiveram na base da sua criação.  A criação de uma Bolsa de frete marítimo no espaço APLOP deve em primeira instância focar-se nos princípios relevantes desse espaço e na congregação da sua comunidade marítima, com vista a agir em concordância com estes para que se aceite e fortaleça as acções da APLOP.  Considerando que se aconselha a operarmos door-to-door, e que essa prática em muitos casos envolve outros modos de transporte, na criação da Bolsa deve-se no âmbito deste projecto, atender a este facto, e criar mecanismos de tratamento de dados dos diversos modos de transporte.  A Bolsa deve ser um palco comum onde cada membro deve se rever, deve ser um instrumento de recolha, tratamento e difusão de dados, um mediador que de forma geral deverá analisar em detalhe a prática de frete no espaço, propor boas práticas, apontar e alertar sobre práticas menos abonatórias e servir de palco para fóruns, promovendo a transparência na prática do frete entre os diversos actores dos países membros.
  3. 3.  Tendo em linha de conta as várias diferenças entre as características dos diversos mercados dos países membros e as ligações destes com outros mercados, a Bolsa de frete marítimo no espaço da APLOP deverá contar com a experiência e pontos de vistas de peritos dos diversos países membros, pelo que em nossa opinião seria vantajoso se a bolsa contasse com um comité técnico e esse seria talvez composto por membros delegados que actuariam como supervisores, onde avaliariam entre outros assuntos exigências normativas, taxas, impostos dos diversos países.  A Bolsa no espaço APLOP, poderia ser chefiada por um coordenador ou secretário-geral, apoiado por delegados (que na realidade seriam representantes de cada pais, que formariam igualmente a comissão técnica. Poderia ainda ser criada uma área que atenderia e representasse os diversos modos de transporte ou sectores de actuação da referida Bolsa.
  4. 4.  De um modo geral a comunidade marítima. Nomeadamente:  Administrações Portuárias;  Alfândegas;  Importadores;  Exportadores;  Armadores;  Transitários;  Estudiosos (analistas económicos);  E outros.
  5. 5.  Defesa dos interesses da APLOP.  Aproximação de diversos actores dos países membros.  Facilidade de comunicação e troca de experiencias.  Facilidade na criação de bases comuns.  Rapidez na materialização do comércio no espaço APLOP.  Conferência geral nas diversas práticas dos membros no espaço APLOP.  Certificação e/ou garantia de idoneidade dos Operadores económicos na celebração de contratos.  E outros.
  6. 6.  As funções da Bolsa em questão, deveriam ser definidas por um Comité.  As suas competências e atribuições, a serem definidas pela devida autoridade considerando os objectivos a alcançar.
  7. 7. A experiência de Angola
  8. 8.  A Bolsa Nacional do Frete (BNF) é um instrumento, criado na estrutura orgânica do Conselho Nacional de Carregadores de Angola (CNCA) onde se associam os carregadores e outros operadores do comercio internacional e marítimo, no seio da qual é disponibilizado em particular e era desregrada e as taxas uma gama de serviços e de informações de interesse comum que podem ser utilizados para a realização de negócios, nomeadamente a contratação de transporte marítimo.  O papel da BNF é de afirmar-se como um instrumento “regulador” orientador e supervisor do exercício da pratica do frete em Angola.  Visando alcançar a máxima transparência possível, a BNF actua como provedor de dados estatísticos sobre a prática do frete, sobre os carregadores e seus posicionamentos no mercado em termos de quotas do mercado, volume de cargas e outros.  a Bolsa Nacional do Frete, opera com o suporte de um portal na internet, acessível a importadores, Armadores, Transitários e a todos interessados que pretendam inscrever-se como associados e utilizadores.
  9. 9.  Constatou-se que no mercado Africano e Angolano em particular, a prática do frete era desregrada e as taxas aplicadas eram muito exorbitantes e não reflectiam qualquer lógica sendo que nenhuma entidade poderia justificar ou assumir os preços praticados na altura.  Considerando que o frete constitui um encargo directo para a formação do preço de qualquer produto sujeito a transportação, esse elemento tem grande influência na vida das populações e na economia de um modo geral.  Tendo constatado que a maioria dos carregadores deixavam a decisão do custo da mercadoria e do frete ao livre – arbítrio dos fornecedores, e realizavam operações comerciais sem que fossem ao mercado para avaliar as diversas cotações para o custo e transportação das suas mercadorias, por esse motivo,  Promoção do poder negocial dos carregadores no sentido de desenvolverem não só o poder negocial mas também a qualidade do serviço prestado.  Defender o consumidor final das repercussões negativas derivadas das praticas negativa, incorrectas e danosas realizadas pelos carregadores e outros agentes actuantes do sector.
  10. 10.  A Bolsa foi criada como um espaço para possibilitar e promover o diálogo e também;  Praticar a negociação do frete de mercadorias, permitindo aos diversos agentes terem conhecimento de melhores mercados ou simplesmente melhores cotações, visando a redução dos fretes nos transportes marítimos cujas cargas tenham origem e destino nos portos de Angola, até aos níveis dos valores praticados no mercado internacional.  No tocante a contribuição na regulamentação do sector marítimo, se preza na aproximação dos diversos actores do mercado, para a redução do valor do frete e dos custos gerais do transporte marítimo de e para os portos Angolanos bem como no apoio ao carregador, promovendo a RAZÃO.
  11. 11.  Negociações on-line.  Simulador do frete de referência.  Estatística diversa como:  AIS, informação sobre o movimento portuário diário e a curto prazo nos portos nacionais e localização e identificação de navios.  Fórum para discussão de assuntos de interesse para os profissionais do sector.  Publicidade.  Apoio geral ao carregador (sala da Bolsa)
  12. 12. Grato pela atenção FILIPE SILVA Filipe.silva@cnc-angola.gv.ao +244 927 36 83 25

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