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Docente: Drª Lina Morgado
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Vários nomes atribuídos a
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• Acesso e motivação - o formador deve apoiar e facilitar o
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• Construção - o formador deve motivar os estudantes a
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• Positivo – Estabelecer ligações, gerar
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• Proativo – Fazer acont...
• Paciente – Compreender as necessidades
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GARRISON, D. R., ANDERSON, T., e ARCHER, W. Critical inquiry in a text-based environment: Computer
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Mota, José (2009). Da Web 2.0 ao e-Learning 2.0: Aprender na Rede. Dissertação de Mestrado,
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Pedagogia do e learning e o papel do professor on-line

  1. 1. Unidade Curricular: 12030-Processos Pedagógicos em E-learning Docente: Drª Lina Morgado Mestrandas: Aparecida Dias de Oliveira Torres – Nº 1401102 Renata Duarte Silva – Nº 1401090 Pedagogia do e-learning e o Papel do professor online
  2. 2. e-formador e-moderador Tutor online Vários nomes atribuídos a um professor online
  3. 3. E-learning: Alguns conceitos Electronic learning.: “...ensino [ou aprendizagem] a distância, postulando um certo grau de separação física entre professor e aluno e um aumento da autonomia deste em relação ao primeiro. [...] enfatiza a identificação do suporte tecnológico [electrónico] mais intensivamente utilizado para assegurar a interactividade.” O conceito de e-formador, ou do e-professor: ato, efeito ou modo de formar, tudo o que molda o caráter, a personalidade, conjunto de conhecimentos e habilidades específicos de um determinado campo de atividade prática ou intelectual. O e-learning é, então, a EaD através da Internet. Porém,apenas o uso da Internet não caracteriza o e-learning; é preciso um ambiente de aprendizagem colaborativo que permita a ruptura com o paradigma educacional vigente, que ainda é centrado naquele que ensina, numa comunicação entre os sujeitos quase que totalmente unidirecional (um-para- muitos). Houuais:2011 Dias & Gomes 2004 SCHNEIDER: 2006
  4. 4. Qual é o papel do professor no curso elearning? Como se realização a comunicação entre professores e estudantes ? O que é essencial para um bom funcionamento de um curso elearning? Como é feita a avaliação dos cursos elearning? Quais as suas tarefas ao longo do curso? Questões sobre o papel do professor online
  5. 5. https://aldobarreto.files.wordpress.com/2013/07/capturar_fotor.jpg?w=960
  6. 6. Morgado. L.(2001 ) Mason (1998 ) Anderson. T. (2008;2011 ) Salmon ( 2000) Siemens, G. (2010) O Papel do Professor Couros (2010)
  7. 7. LinaMorgado Papeldoprofessor http://www.bad.pt/2encontrobes/wp-content/uploads/2013/04/linamorgado.jpg O papel do professor é de propor e discutir com os estudantes as atividades a serem desenvolvidas.
  8. 8. Apresenta três modelos de ensino online Modelos mais centrados na Tecnologia Modelos mais centrados no Professor Modelos mais centrados no Estudante
  9. 9. Exemplos indispensáveis em relação ao ensino na sala de aula virtual: Dimensão do Grupo O uso das tecnologias Adaptação à assíncronia Construção de aprendizagem
  10. 10. Áreas de intervenção do professor: Aspectos Pedagógicos Aspectos de Gestão Aspectos sociais Aspectos Técnicos
  11. 11. Categorias para atuação do professor para construção de um contexto de aprendizagem: Feedback Permanência Materiais Visibilidade
  12. 12. GeorgeSiemens Papeldoprofessor Professor influencia e molda uma rede. 1. Amplifying 2. Curating 3. Wayfinding and socially-driven sensemaking 4. Aggregating 5. Filtering 6. Modelling 7. Persistent presence http://www.connectivism.ca/?p=220
  13. 13. Nó dentro da rede PROFESSORAprendiz Adepto à tecnologia PresenteModelo Dá Liberdade ao aluno Siemens, G. 2010
  14. 14. TerryAnderson Papeldoprofessor “A primeira tarefa do professor é desenvolver um sentimento de confiança e segurança dentro da comunidade eletrônica. Na ausência dessa confiança, os alunos se sentem desconfortáveis ​​e constrangidos em postar seus pensamentos e comentários.”
  15. 15. Três Gerações de Pedagogia segundo Terry Anderson e Jon Dron Cognitivo - Behaviorista Socioconstrutivista Conectivista
  16. 16. Modelo teórico desenvolvido por Garrison, Anderson, e Archer (2000), que considera três componentes críticos para a criação de uma comunidade on-line eficaz. Presença Cognitiva Presença de Ensino Presença social
  17. 17. BASE: Epistemológica, cultural e social. Apoia o desenvolvimento de habilidades de pensamento crítico. (McPeck, 1990; Garrison, 1991) Presença Cognitiva
  18. 18. “a capacidade que os participantes têm de projetar suas características pessoais na comunidade online, apresentando-se aos outros participantes como pessoas reais'' (GARRISON, ANDERSON e ARCHER, p. 89, 2000). Presença Social
  19. 19. Criação de um ambiente favoravelmente de modo a que os alunos se sentem o grau de conforto e segurança necessários para expressar suas idéias em um contexto colaborativo. Presença de Ensino
  20. 20. • 1. Interação entre o formando e o formador; • 2. Interação entre o formando e o conteúdo; • 3. Interação entre os formandos. Papel e tarefas de um e-formador
  21. 21. AlecCouros Papeldoprofessor Educadores atuais e futuros devem tirar proveito do potencial educativo das redes e saber usar as ferramentas certas.
  22. 22. • Reconhecer que o aluno aprende em contextos informais digitais. • Desenvolver a própria alfabetização crítica na mídia. • Estar aberto à cidadania digital. • Conhecer os tipos de licenças de objetos disponíveis na rede. • Reconhecer que as mudanças não param e que não é possível voltar atrás. • Saber aproveitar as novas affordances. (Couros, A. 2010)
  23. 23. http://www.swinburne.edu.au/chancellery/mediacentre/images/content/gillysalmon2.jpg GillySalmon 5Estágios • Acesso e motivação • Socialização • Partilha de informação • Construção • Desenvolvimento
  24. 24. • Acesso e motivação - o formador deve apoiar e facilitar o acesso de cada um dos estudantes ao sistema sem o qual a participação não é viável; • Socialização - o formador deve assegurar que cada formando se identifique face aos outros, partilhando a sua identidade possibilitando, desta forma, uma primeira interação que serve de caminho a futuras interações com os colegas e formador; • Partilha de informação - o formador deve incentivar os estudantes à troca de informação com os seus colegas; Cinco estágios para o professor abordar na evolução ao longo do online segundo Salmon
  25. 25. • Construção - o formador deve motivar os estudantes a alcançar as suas metas pessoais, estimulando a interligação entre os conteúdos fornecidos no âmbito do curso, com outras formas de apresentação de conteúdos e com outras formas de aprendizagem de modo a que possam fazer uma autoreflexão sobre o seu próprio percurso de aprendizagem. • Desenvolvimento - é o alcance dos objetivos pessoais dos eformandos. É nesta fase que os formandos refletem sobre os processos de aprendizagem e o sistema.
  26. 26. Modelo de e-moderação de G.Salmon (2000)
  27. 27. • Positivo – Estabelecer ligações, gerar entusiasmo, manter interesse, e ajudar nas dificuldades; • Proativo – Fazer acontecer, ser um catalisador (quando necessário), identificar quando é necessário agir e fazê-lo; 4 P’s: Qualidades que os e-formadores devem possuir (Hywel Thomas da Training Foundation, referido em Shepherd.)
  28. 28. • Paciente – Compreender as necessidades de cada um dos formandos e do grupo e ter a flexibilidade de ajustar o curso, na medida do possível, a essas necessidades; • Persistente – Manter o foco no essencial, impedindo os formandos de se afastarem, e resolver os problemas, técnicos ou de outra natureza.
  29. 29. Facilitador • Pessoa responsável por planejar, orientar, implementar, acompanhar e avaliar. Mediador • Gestor do tempo e da informação Professor online
  30. 30. Pilares da Educação segundo Jacques Delors Aluno EaD Aluno Educação Presencial Os pilares são os mesmos, indiferente à modalidade de ensino. A formação do aluno deve ser pensada na totalidade.
  31. 31. • O papel do professor sofreu alterações com o surgimento do ensino e da aprendizagem online. Antes a visão de ser o único a saber os conteúdos e repassar o mesmo aos alunos sem reflexão crítica ou análise dos mesmos pelos alunos.Hoje possui o papel de instigar o pensamento,ensinar a refletir criticamente sobre os assuntos. • O papel essencial sempre foi garantir a qualidade e o sucesso do ensino e da aprendizagem.
  32. 32. Anderson, Terry & Dron, Jon (2011). Three generations of distance education Pedagogy. IRRODL. Capturado de: http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/890. Acedido em abri,l 2015. Anderson, Terry (2008). Teaching in an Online Learning Context. In Anderson, Terry (Ed), Theory and Practice of Online Learning. Athabasca University: Au Press (2ª Edição). Behar, P. A. Passerino, L. & Bernardi, M. (2007). Modelos Pedagógicos para Educação a Distância: pressupostos teóricos para a construção de objetos de aprendizagem. Capturado de: http://www.cinted.ufrgs.br/ciclo10/artigos/4bPatricia.pdf. Acedido em: Abril,2015. Berge, Z.L, (1995), Faciliting computer conferencing: recomendations from de field. Educational Tecnology. Capturado de: http://faculty-web.at.northwestern.edu/at/nielsen/demo%20annotations.pdf. Acedido em abril, 2015. Couros, Alec (2010). Teaching & Learning in a Networked World. Keynote na conferência Quest 2010 [Video e Slides]. Open Thinking. http://educationaltechnology.ca/couros/1890.Acedido em Abril, 2015. Delors, J. Educação: um tesouro a descobrir. 2ed. São Paulo: Cortez. Brasília, DF: MEC/UNESCO, 2003.Capturado de: http://www.ia.ufrrj.br/ppgea/conteudo/T1SF/Sandra/Os-quatro-pilares-da- educacao.pdf. Acedido em: em 06/04/2014 Referências
  33. 33. GARRISON, D. R., ANDERSON, T., e ARCHER, W. Critical inquiry in a text-based environment: Computer conferencing in higher education. The Internet and Higher Education, n. 2 v, 2-3, p. 87-105, 2000. Houaiss (2011). Dicionário de Língua Portuguesa, Círculo de Leitores. Mason, R. ,(1998). Using comunications media in open and flexible learning. London: Kogan Page.Disponível em http://astomatics.com/file/U/Using-Communications-Media-in-Open-and-Flexible- Learning.pdf Morgado, Lina (2001). O papel do professor em contextos de ensino online: Problemas e Virtualidades. Discursos. III Série, n.º especial, pp.125-138. Universidade Aberta. Disponível em: http://www.univab.pt/~lmorgado/Documentos/tutoria.pdf
  34. 34. Mota, José (2009). Da Web 2.0 ao e-Learning 2.0: Aprender na Rede. Dissertação de Mestrado, versão online. Universidade Aberta. Capturado de: http://orfeu.org/weblearning20/3_2_2_comunidade_aprendizagem. Acedido em Abril, 2015. Rodrigues, Eloy. O papel do e-formador( formador a distância) https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6412/3/Cap%C3%ADtulo%204- %20O%20Papel%20do%20e-formador.pdf. Acedido em Abril,2015. Salmon, G. (n.d.). The Five stage model. Capturado de: http://www.gillysalmon.com/five-stage- model.html. Acedido em Abril, 2014. Siemens, George (16-02-2010). Teaching in Social and Technological Networks.Connectivism. Capturado de: http://www.connectivism.ca/?p=220. Acessado em Abril, 2015. Siemens, George (12-12-2004). Connectivism: A Learning Theory for the Digital Age. elearnspace. http://www.elearnspace.org/Articles/connectivism.htm. Acedido em Abril, 2015.

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