Pedagógico caxias

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Preparatório Concurso Magistério CAXIAS 2015
Pedagógico Caxias
FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS E POLÍTICO-FILOSÓFICOS DA EDUCAÇÃO (COMUM A TODOS OS CARGOS, COM EXCEÇÃO DE AUXILIAR ADMINISTRATIVO) Fundamentos da Educação: conceitos e concepções pedagógicas.

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Pedagógico caxias

  1. 1. FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS E POLÍTICO-FILOSÓFICOS DA EDUCAÇÃO (COMUM A TODOS OS CARGOS, COM EXCEÇÃO DE AUXILIAR ADMINISTRATIVO) Fundamentos da Educação: conceitos e concepções pedagógicas.
  2. 2. EDUCAÇÃO: PRINCIPAIS DEFINIÇÕES E CONCEITOS, SEUS FINS E PAPEL NA SOCIEDADE OCIDENTAL CONTEMPORÂNEA. • A Educação é a prática mais humana, considerando-se a profundidade e a amplitude de sua influência na existência dos homens. Desde o surgimento do homem, é prática fundamental da espécie, distinguindo o modo de ser animal de existir dos demais seres vivos. (GADOTTI, 1977. p.11)
  3. 3. EDUCAÇÃO: PRINCIPAIS DEFINIÇÕES E CONCEITOS, SEUS FINS E PAPEL NA SOCIEDADE OCIDENTAL CONTEMPORÂNEA. • Educação (do latim educations) no sentido formal é todo o processo contínuo de formação e ensino aprendizagem que faz parte do currículo dos estabelecimentos oficializados de ensino, sejam eles públicos ou privados. • No Brasil, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases, a Educação divide-se em dois níveis, a educação básica e o ensino superior. A educação básica compreende a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio. A educação nacional remete para o grupo de órgãos que fazem a gestão do ensino público e fiscalização do ensino particular.
  4. 4. EDUCAÇÃO: PRINCIPAIS DEFINIÇÕES E CONCEITOS, SEUS FINS E PAPEL NA SOCIEDADE OCIDENTAL CONTEMPORÂNEA. • 1º Entender as relações recíprocas entre educação e sociedade, caracterizando os paradigmas que têm dado sustentação às práticas pedagógicas vigentes nas instituições de ensino. • 2º Analisar as exigências e desafios a serem enfrentados pela educação e por suas instituições na sociedade contemporânea, onde, em conformidade com os avanços das forças produtivas, o conhecimento passa a constituir-se como ponto estratégico para o desenvolvimento econômico e social. • 3º As reflexões desenvolvidas, apontam para a necessidade de que sejam repensados criticamente o papel social da educação e as finalidades da escola na sociedade globalizada, tendo em vista a emancipação dos indivíduos e a democratização da sociedade.
  5. 5. EDUCAÇÃO: PRINCIPAIS DEFINIÇÕES E CONCEITOS, SEUS FINS E PAPEL NA SOCIEDADE OCIDENTAL CONTEMPORÂNEA. • O estudo das raízes históricas da educação contemporânea nos mostra a estreita relação entre a mesma e a consciência que o homem tem de si mesmo, consciência esta que se modifica de época para época, de lugar para lugar, de acordo com um modelo ideal de homem e de sociedade. (SAVIANI, 1991, p.55)
  6. 6. EDUCAÇÃO: PRINCIPAIS DEFINIÇÕES E CONCEITOS, SEUS FINS E PAPEL NA SOCIEDADE OCIDENTAL CONTEMPORÂNEA. • São muitos os desafios da Escola no mundo contemporâneo. Assinalo apenas dois [...] • 1º a necessidade de construir outro ‘modelo de Escola’. Continuamos fechados num modelo de Escola inventado no final do século XIX e que já não serve para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo: escolas voltadas para dentro dos quatro muros, currículos rígidos, professores fechados no interior das salas de aula, horários escolares desajustados, organização tradicional das turmas e dos ciclos de ensino etc. Defendo, por isso, que é necessário repensar os modos de organização do trabalho escolar, desde a estrutura física das escolas até a lógica curricular das disciplinas e dos programas, desde as formas de agrupamento e de acompanhamento dos alunos até as modalidades de recrutamento e de contratação dos professores. Temos de reinventar a Escola se quisermos que ela cumpra um papel relevante nas sociedades do século XXI. • 2º A importância de nunca renunciar ao conhecimento e à cultura. Quando se fala de ‘educação permanente’ (e, pior ainda, de ‘educação e formação ao longo da vida’), há, por vezes, uma tendência para valorizar certas competências técnicas ou instrumentais em detrimento do conhecimento, da ciência e da cultura. Fala-se do ‘aprender a aprender’, das capacidades de atualização e de procura autônoma do saber, das competências informáticas e outras. Tudo isto é verdade e deve ser tido em conta. Mas estas aprendizagens não se fazem no ‘vazio’. Por isso, não nos devemos vergar às modas instrumentais e temos de manter uma grande atenção aos conhecimentos e às disciplinas que formam os nossos alunos (NÔVOA, unidade 1, p. 6-7)
  7. 7. EDUCAÇÃO: PRINCIPAIS DEFINIÇÕES E CONCEITOS, SEUS FINS E PAPEL NA SOCIEDADE OCIDENTAL CONTEMPORÂNEA. • O Binômio; Papel da escola no capitalismo e as exigências do mercado; esta simples questão nos coloca diante do maior dos paradigmas da educação que é o papel da escola na sociedade contemporânea; • Formação Técnica Aligeirada X Formação Intelectual • Emancipação dos indivíduos e a democratização da sociedade x A escola, como ponto estratégico para o desenvolvimento econômico e social • A definição deste conceito é que vai, dentre outras questões legitimar a Meritocracia; O que é efetivamente ? Quais os seus desdobramentos?
  8. 8. PRINCIPAIS ASPECTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA. • 1 - Inicio da Colônia 1.1 Os Jesuítas 1.2 As escolas de primeiras letras 1.3 O ensino secundário e superior 1.2 A expulsão dos Jesuítas (Reforma Pombalina)
  9. 9. PRINCIPAIS ASPECTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA. • 2 - Fim da colônia e Império 2.1 A independência e a Educação 2.2 O ensino primário 2.3 O ensino técnico-profissional e o ensino Normal 2.4 O ensino secundário e Superior 2.5 A herança do império
  10. 10. PRINCIPAIS ASPECTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA. • 3 - I ª República e a crise da Educação elitista • Princípios Educacionais • As reformas federais • As reformas estaduais da educação popular
  11. 11. PRINCIPAIS ASPECTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA. • 4 - A Educação Nova no Brasil • 4.1 - A Revolução de 1930 e a educação – Com a revolução de 30, alguns dos reformadores educacionais ocupam cargos importantes na administração de ensino. Min. da Educação Francisco Campos. • 4.2 - Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova • 4.3 - Constituição de 1934 foi a primeira a incluir um capítulo especial sobre a Educação – função normativa para todo território nacional. O art. 5º estabeleceu que a união traçasse as Diretrizes da Educação Nacional. • 4.4 - Os ensinos; PRIMÁRIO, 2 de janeiro de 1946(Decreto-Lei nº 8529). A primeira regulamentação Desta modalidade. O ensino SECUNDÁRIO sofre duas alterações, depois de 1827. (Decreto-Lei nº 18 890, de 18 de abril) e em 1942 ( Decreto-Lei nº. 4 244, de 9 de abril). Aqui destacava-se o conceito de terminalidade, atividade fim, formar para a sociedade. TÉCNICO –PROFISSIONAL, criação do SENAI e do SENAC em 1942 E 1946 respectivamente.. Quanto ao Ensino Superior sofre importantes modificações a partir da década de 30, com a criação das primeiras Universidades brasileiras que, supera-se a fase de caráter marcadamente profissional e ganha-se um caráter desinteressado, em relação, ao ponto de vista exclusivamente profissional. • ,
  12. 12. PRINCIPAIS ASPECTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA. • 5 - Ditadura militar • Lei - 4.024/61 – A primeira lei brasileira a estabelecer as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em todos os níveis, do pré- primário ao superior, foi a Lei nº 4024, de 20 de dezembro de 1961. Chegou no congresso em 48 e foi discutida por treze anos. • Lei - 5692/71 – Os fins da Educação estabelecidas pela Lei nº 4024/61 foram mantidos. • Lei -7044/82 - O princípio do então 2º Grau era a formação para o trabalho.
  13. 13. PRINCIPAIS ASPECTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA. • 6 - Pós-ditadura até os dias de hoje • 6.1 Abertura política com a volta dos exilados; • 6.2 – Eclosão dos Movimentos populares, à saber; Movimento Nacional de Meninos e Meninas de rua, Pastoral do menor, • 6.2 – Constituinte de 1988 •
  14. 14. LEGISLAÇÃO ATUAL: AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS E SUAS IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA PEDAGÓGICA. • As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) são normas obrigatórias para a Educação Básica que orientam o planejamento curricular das escolas e dos sistemas de ensino. Elas são discutidas, concebidas e fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). • Atualmente, existem diretrizes gerais para a Educação Básica. Cada etapa e modalidade da dela (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) também apresentam diretrizes curriculares próprias. • A mais recente é a do Ensino Médio. As diretrizes buscam promover a equidade de aprendizagem, garantindo que conteúdos básicos sejam ensinados para todos os alunos, sem deixar de levar em consideração os diversos contextos nos quais eles estão inseridos.
  15. 15. QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS ENTRE AS DIRETRIZES CURRICULARES E OS PARÂMETROS CURRICULARES? • Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) são diretrizes separadas por disciplinas elaboradas pelo governo federal e não obrigatórias por lei. Elas visam subsidiar e orientar a elaboração ou revisão curricular; a formação inicial e continuada dos professores; as discussões pedagógicas internas às escolas; a produção de livros e outros materiais didáticos e a avaliação do sistema de Educação. • Os PCNs foram criados em 1997 e funcionaram como referenciais para a renovação e reelaboração da proposta curricular da escola até a definição das diretrizes curriculares. Já as Diretrizes Curriculares Nacionais são normas obrigatórias para a Educação Básica que têm como objetivo orientar o planejamento curricular das escolas e dos sistemas de ensino, norteando seus currículos e conteúdos mínimos. Assim, as diretrizes asseguram a formação básica, com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), definindo competências e diretrizes para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio.
  16. 16. • 13) É dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente, EXCETO: • a) oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do adolescente trabalhador. • b) ensino educacional especializado aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação , preferencialmente na rede regular de ensino. • c) acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um. • d) ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria e progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino médio.
  17. 17. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. • . 15) A LDB determinou em 2007 a inclusão obrigatória, no Currículo do Ensino Fundamental, de conteúdos que tratem dos direitos das crianças e dos adolescentes, tendo ECA como diretriz. A partir da afirmativa acima podemos dizer, EXCETO • A) A partir dos debates sobre ECA, o pensamento crítico ganhou espaço nas aulas. • B) A capacitação é necessária para que o corpo docente conheça melhor o ECA e possa desenvolver formas de inseri-lo no currículo. • C) Uma das formas de estudar os principais artigos do ECA é tratá-los de forma transversal em disciplinas como Português, Arte ou Educação Física.
  18. 18. FUNÇÃO HISTÓRICA E SOCIAL DA ESCOLA: A escola como campo de relações (espaços de diferenças, contradições e conflitos), • Cultura, Bullying, Preconceito, Homofobia, Gravidez, Fome... A sociedade pulsa em outra direção e a escola não pode ser um espaço díspare desta pulsação. Como espaço para o exercício e a formação da cidadania, • Nesta mesma velocidade outras práticas transversalizam à prática escolar Como espaço de difusão e construção do conhecimento. • Qual e pra quê ?
  19. 19. FUNÇÃO HISTÓRICA E SOCIAL DA ESCOLA: • Historicamente a escola vem servindo as estruturas de poder. Vigiar e Punir (Foucault)
  20. 20. TITULO II DOS PRINCÍPIOS E FINS DA EDUCAÇÃO NACIONAL • Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade e pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
  21. 21. A EDUCAÇÃO EM SUA DIMENSÃO TEÓRICO- FILOSÓFICA: • Filosofias tradicionais da Educação e teorias educacionais contemporâneas. • Neste contexto, afirma-se que, historicamente, a filosofia e o exercício do filosofar provocam consequências na prática educativa, posto que vários sistemas e pensamentos filosóficos proporcionaram e ainda proporcionam marcos teóricos aplicados na formação humana, o que se faz sentir na elaboração das teorias pedagógicas que norteiam o processo educativo de forma consistente e direcionado às perspectivas dos contextos sociopolíticos e culturais. • Os filósofos, desde o surgimento da filosofia na Grécia Clássica, já tinham uma intenção pedagógica e formativa do ser humano. A própria prática dos filósofos estava intimamente vinculada a uma tarefa educativa, o que se pode exemplificar com o estilo sofista e o estilo socrático de atuarem na interação com seus interlocutores, tendo como objetivo o esclarecimento da sociedade e a busca de uma melhor maneira para vivenciar ativamente em seu contexto (JAEGER, 1995; VALLE, 2002).
  22. 22. A Filosofia e o exercício do filosofar sempre tiveram, (e vão continuar tendo) consequências para a praxis educativa. São muitas as concepções teórico-filosóficas que ao longo da História vêm produzindo encaminhamentos para a educação sistemática, de modo que torna-se imprescindível uma abordagem filosófica em todos os aspectos da realidade educacional. Tomando por base essa assertiva, assinale a alternativa CORRETA: a) As abordagens filosóficas estão presentes em todos os aspectos da realidade educacional de tal modo que é uma constante a postura reflexivo-crítica dos professores. b) O saber filosófico possibilita o explicitar criticamente os conceitos e valores que sustentam as ações educativas, sem, contudo, encaminhar para novas posições. c) Os pressupostos teórico-filosóficos promovem um fecundo intercurso com as abordagens científicas da educação, construindo uma fonte permanente e crítica de significação e direcionamento para o alcance de metas. d) O pensar filosófico, enquanto forma especial de conhecimento da prática existencial sob os mais diversos prismas, contribui em toda a extensão para as formas especiais de conhecer da prática educativa. e) A compreensão filosófica do educar revela sempre o papel do campo epistêmico e axiológico da Filosofia, podendo a educação dispensar a contribuição das Ciências Humanas.
  23. 23. MULTICULTURALISMO. • Vive-se atualmente o contexto do mundo globalizado ,a era da informação. Dentro desta realidade tem-se que o mundo é multicultural. O que, afinal, vem a ser multiculturalismo? • O multiculturalismo é o reconhecimento das diferenças, da individualidade de cada um. Daí então surge a confusão: se o discurso é pela igualdade de direitos, falar em diferenças parece uma contradição. Mas não é bem assim. A igualdade de que se fala é igualdade perante a lei, é igualdade relativa aos direitos e deveres. As diferenças às quais o multiculturalismo se refere são diferenças de valores, de costumes etc, posto que se trata de indivíduos de raças diferentes entre si. • No Brasil, o convívio multicultural não deveria representar uma dificuldade, afinal, a sociedade brasileira resulta da mistura de raças - negra, branca, índia - cada uma com seus costumes, seus valores, seu modo de vida, e da adaptação dessas culturas umas às outras, numa “quase reciprocidade cultural”. Dessa mistura é que surge um indivíduo que não é branco nem índio, que tampouco é negro, mas que é simplesmente brasileiro. Filhos desse hibridismo e tendo como característica marcante o fato de abrigar diversas culturas, nós, brasileiros, deveríamos lidar facilmente com as diferenças. Mas não é exatamente isso o que ocorre. •
  24. 24. As diretrizes da lei 11.645 de 10 de março de 2008 • Nos dias atuais os povos indígenas estão em evidência, principalmente em termos culturais e históricos. Esse protagonismo indígena é causado pela lei 11.645 de 10 de março de 2008, com esta lei vamos ter pela primeira vez na história do Brasil, a obrigatoriedade do ensino de história e cultura indígena nas nossas instituições de ensino. A lei 11.645/08 reforça ainda que se deva ensinar a história e a cultura africana e afro-brasileira, preceitos antes estabelecidos com a lei 10.639/03. Art. 1º • O art. 26-A da Lei no 9.394, da LEI Nº 11.645, DE 10/03/2008 e 20/12/1996, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 26-A • Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
  25. 25. • 6) Do que trata o artigo 26-A, inserido na Lei de Diretrizes e Bases- LDB nº. 9.394, através da lei 10.639 de 09 de janeiro de 2003 e alterado pela redação dada pela Lei nº 11.645, de 2008: • a) Atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino; pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas; respeito à liberdade e apreço à tolerância. • c) Será objetivo permanente das autoridades responsáveis alcançar relação adequada entre o número de alunos e o professor, a carga horária e as condições materiais do estabelecimento. • d) Oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhadores as condições de acesso. • e) Conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às reais necessidades e interesses dos alunos da zona rural; organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e às condições climáticas.
  26. 26. AS CONCEPÇÕES DE APRENDIZAGEM/ ALUNO/ ENSINO/ PROFESSOR NESSAS ABORDAGENS TEÓRICAS.
  27. 27. TEORIAS E PRÁTICAS NA EDUCAÇÃO.
  28. 28. O CURRÍCULO (ORGANIZAÇÃO E DINÂMICA); CONTEÚDOS CURRICULARES E APRENDIZAGEM. • Quanto as diretrizes curriculares • (ART. 27°) • • I- a difusão de valores fundamentais ao interesse social, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem comum e à ordem democrática; • • II- consideração das condições de escolaridade dos alunos em cada estabelecimento; • • III- orientação para o trabalho; • • IV- promoção do desporto educacional e apoio às práticas desportivas não-formais
  29. 29. • O espaço da sala de aula como ambiente interativo; a atuação do professor mediador; a atuação do aluno como sujeito na construção do conhecimento.
  30. 30. AVALIAÇÃO? COMO ? • Avaliação como processo contínuo, investigativo e inclusivo. • Avaliação Formativa • Inclusiva • Somatória • Contínua e cumulativa • Classificatória...
  31. 31. AVALIAÇÃO NA LDB Art.24. Parágrafo V. A verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: • a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais; • b) possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar; • c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado; • d) aproveitamento de estudos concluídos com êxito; • e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos;
  32. 32. • 9) Conforme estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96), na Educação Infantil a avaliação far-se-á mediante acompanhamento e registro: • A) Com aprovação e/ou reprovação para acesso ao Ensino Fundamental. • B) Promovendo ou reprovando a criança se o Regimento da Instituição de Educação Infantil determinar. • C) Reprovando a criança se seu desempenho for considerado insatisfatório. • D) Sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao Ensino Fundamental.
  33. 33. • 4) De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases (LDBEN 9.394/96), são critérios da verificação do rendimento escolar: • I. avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais; • II. obrigatoriedade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar e possibilidade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos; • III. possibilidade de avanço nos cursos e nas séries, mediante verificação do aprendizado e aproveitamento de estudos concluídos com êxito. A opção CORRETA é: • a) Apenas o item I está correto. • b) Apenas os itens I e II estão corretos. • c) Apenas os itens I e III estão corretos. • d) Apenas os itens II e III estão corretos.
  34. 34. Contribuições de Paulo Freire para a Educação brasileira.
  35. 35. CONTRIBUIÇÕES DE PAULO FREIRE PARA A EDUCAÇÃO BRASILEIRA. • Concepção antropológica de Paulo Freire NÃO é metodologia de Paulo freire. A contribuição do Pedagogo Paulo Freire é bem mais ampla que a produção de um método alfabetizador, aliás isto ocorre nos idos de 64 em Angicos – RN. • Primeiro faz-se importante destacar que Paulo Freire é o primeiro intelectual brasileiro a colocar o oprimido como participe de nossa história, em especial no que concerne a Educação, ou seja, a partir de sua ação é que é dada visibilidade ao oprimido dentro de uma perspectiva educacional. • A partir de suas primeiras experiências no Rio Grande do Norte, em 1963, quando ensinou 300 adultos a ler e a escrever em 45 dias, Paulo Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, adotado primeiramente em Pernambuco. Seu projeto educacional estava vinculado ao nacionalismo desenvolvimentista do governo João Goulart. 1. Curiosidade o ser humano é essencialmente curioso e a partir desta curiosidade é que ele busca o conhecimento. 2. O ser humano é um ser INACABADO, IMPCOMPLETO E INCONCLUSO, portanto ele precisa do outro, da comunhão, da organização... 3. Problematização. O ser humano não é dissociado do mundo
  36. 36. VÍDEO • Neste documentário de 53m podemos compreender uma série de depoimentos de diversos autores que pode nos ajudar sobremaneira na compreensão do que propriamente significa a filosofia Freiriana. O próprio Paulo Freire fala de uma grande indagação comum em diversos debates acerca de seu trabalho, quando este afirma categoricamente que sua obra é muito mais extensa do que um método propriamente dito. • Círculo de Cultura X Sala de aula. • Oprimido X Opressor • Não é mudar o mundo é mudar as pessoas; Paulo Freire Contemporâneo – Documentário https://youtu.be/EzjY0x37E88 •

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