Funorte endocrinologia

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Funorte endocrinologia

  1. 1. Endocrinologia FUNORTE Medicina Veterinária Prof. Antônio Egídio – Dida Médico Veterinário 1
  2. 2. Conceitos gerais de endocrinologia • Hormônio (grego = hormao = excitar). • Sistema endócrino e o sistema nervoso – meios de transmissão de informações entre diferentes células e tecidos do organismo. • Endócrino X exócrino • Hormônio – ações mediadas pelas ligações a receptores – são efetores alostéricos. 2
  3. 3. HORMÔNIOS • São substâncias químicas produzidas pelas glândulas endócrinas, ou até mesmo por células isoladas, que quando lançadas na corrente sanguínea, agirão à distância, inibindo ou estimulando a função de certos órgãos-alvos. • Atuam como mensageiros, transmitindo informações aos órgãos-alvos, para que estes executem funções. • Devido a esse mecanismo, o sistema hormonal é importante para auxiliar na manutenção da homeostase. 3
  4. 4. Para o controle da função corporal existem dois sistemas: • Sistema nervoso: secreta neurotransmissores nas junções sinápticas o que desencadeia o impulso nervoso para a regulação das funções. • Sistema endócrino: secretos hormônios através de glândulas na corrente sanguínea e estes chagam as células alvo onde desempenham sua função de controle. • Ambos os sistemas citados acima atuam em conjunto para o controle das funções corporais. 4
  5. 5. Hormônios definição: Substâncias químicas, secretadas para o sangue por céls. especializadas, que regulam a(s) função(ões) metabólica(s) de outras céls. do organismo. composição química: derivados de aas ou de colesterol produção: glândulas endócrinas ou tecido neurossecretor transporte: no sangue: livres ou ligados às proteínas plasmáticas atuação: nas células-alvo (com receptor) degradação: pelo fígado (fezes) e excreção renal Conceitos gerais sobre os hormônios 5
  6. 6. SISTEMA ENDÓCRINO • A hipófise, o hipotálamo, a tireóide, as supra-renais, o pâncreas e as gônadas (ovários e testículos) são os órgãos principais que formam o sistema endócrino. 6
  7. 7. 7 Hipófise Cão
  8. 8. VISÃO GERAL DO SISTEMA ENDÓCRINO 8
  9. 9. Citocinas Insulina H. Hipofisários H. Hipotalâmicos Liberação Hormonal - Ação 9
  10. 10. Prot[eicos: Hormônios • H. Hipotalâmicos. • H. Hipofisários. • H. Paratireoides. Derivado aa: • H. Tiroidianos • Catecolaminas. Esteróides: • H. Sexuais. • Cortisol. Eicosanóides: • Prostaglandinas. • Leucotrienos Tipos de Hormônios 10
  11. 11. Classificação química dos hormônios • Derivados de várias classes de componentes usados pelo organismo com propósitos funcionais gerais. • Derivados de aminoácidos, colesterol, fosfolipídios. Eicosanóides 11
  12. 12. Tipos de hormônios Genes celulares Enzimas Oncogenes Dieta Proteínas ou peptídeos Aminoácidos ou análogos Esteróides Eicosanóides Produtos de oncogenes Vitaminas Proteínas reguladoras Neurotransmissores Hormônios Fatores autócrinos e/ou parácrinos 12
  13. 13. Tipos de hormônios • Em termos gerais: – Peptídeos ou proteínas: derivados de aminoácidos. – Esteróides: derivados do colesterol. – Eicosanóides: (fosfolipídios). 13
  14. 14. Classe de ação hormonal • Classificados de acordo com a ação que mediam. – Glicocorticóides: regulação dos carboidratos. – Mineralocorticóides: regulação dos sais. – Hormônios tróficos:gonadotrofinas. Pelo nome da glândula: Paratormônio. 14
  15. 15. Ação dos hormônios • Efeito no desenvolvimento fetal. • Crescimento celular. • Efeitos no SNC. • Efeitos no metabolismo. • Efeito na função cardiovascular e renal. • Efeito no metabolismo mineral e na água. • Efeito na função esquelética. • Efeito na função reprodutiva. 15
  16. 16. Síntese, armazenamento e secreção • Componentes subcelulares da síntese, armazenamento e secreção. – RER – Golgi – Vesículas secretoras – Mitocôndrias 16
  17. 17. Síntese, armazenamento e secreção • Uma vez que as proteínas e hormônios peptídicos são armazenados em grânulos secretores, é necessário para sua síntese ocorrer o empacotamento em estruturas especializadas. 17
  18. 18. Síntese, armazenamento e secreção • Dentro do retículo endoplasmático, a proteína passa para o complexo de golgi por fusão de vesículas nas quais os hormônios começam a ser clivados por ação de peptidases até tornar-se biologicamente ativo. 18
  19. 19. Síntese, armazenamento e secreção • Frequentemente são co-secretados fragmentos do hormônio ativo. • A síntese de hormônios esteróides ocorre nas mitocôndrias e retículo endoplasmático rugoso e não requer expressão de gene imediata. • Requer a presença de enzimas espécíficas que convertem colesterol no esteróide apropriado. • São expressadas enzimas diferentes para esteróides diferentes, e a expressão é controlada através de hormônios tróficos. 19
  20. 20. Síntese, armazenamento e secreção • Os hormônios derivados das aminas, como as catecolaminas, melatonina, e serotonina são formadas por modificações da cadeia lateral de uma tirosina ou do triptofano, enquanto a família dos eicosanóides é formada por fosfolipídios. 20
  21. 21. • Hormônios peptídicos e protéicos – são muito hidrofílicos – não precisam de transportadores. • Hormônios esteróides e tireodianos – solubilidade reduzida – circulam ligados a proteínas plasmáticas. Transporte Hormonal no Sangue 21
  22. 22. Transporte Hormonal no sangue • Os hormônios esteróides e tireoidianos são menos solúveis em solução aquosa que os hormônios protêicos e mais de 90% circulam no sangue complexados a sais ou proteínas plasmáticas específicas ou a albumina. Hormônios complexados e livre estão em equilíbrio. 22
  23. 23. Transporte hormonal no sangue • Geralmente é aceito que os hormônios livres são biologicamente ativos e o hormônio complexado provê um reservatório circulante. • Mais recentemente foi sugerido que as globulinas específicas não sejam apenas transportadores passivos, mas podem interagir com receptores de membrana e iniciar uma rota de transdução notável. 23
  24. 24. Transporte hormonal no sangue • A maioria das proteínas carregadoras são sintetizadas no fígado, e alterações nas concentrações no soro destas proteínas altera as concentrações séricas totais de um hormônio complexado, mas pode ter muito menos efeito nas concentrações de hormônio livre. 24
  25. 25. INTERAÇÃO HORMÔNIO- CÉLULA • Apesar dos hormônios estarem distribuídos através do corpo, somente as células com receptores apropriados são afetadas. • Os receptores hormonais tem duas funções principais: – Reconhecer e ligar-se especificamente ao seu hormônio particular. – Iniciar um sinal da célula alvo a um hormônio de acordo com a concentração de hormônio. 25
  26. 26. Metabolismo dos hormônios • Conversão metabólica – perda de atividade hormonal. • Podem ocorrer no tecido-alvo, fígado e rins – eliminação pela urina. • Reações catalisadas por enzimas – reações de redução e/ou conjugação. • Taxa de eliminação alterada por vários fatores. 26
  27. 27. MECANISMOS DE REGULAÇÃO HORMONAL • Para manter a homeostase, a secreção de hormônios deve ser “ligada” e “desligada”, quando necessário. • Ajustes nas velocidades de secreção podem ser executados por dois mecanismos diferentes: • Mecanismos de feedback (retroalimentação) • Mecanismos neurais 27
  28. 28. MECANISMOS NEURAIS • São ilustrados pela secreção de catecolaminas: – Nervos simpáticos fazem sinapse na medula adrenal e, quando estimulados causam secreção das catecolaminas (epinefrina, norepinefrina e dopamina) na circulação. 28
  29. 29. MECANISMOS POR FEEDBACK • Os mecanismos por feedback são mais comuns do que os neurais. • O termo feedback significa que algum elemento da resposta fisiológica a um hormônio “retroalimenta ”, direta ou indiretamente, a glândula endócrina que secretou o hormônio, fazendo com que haja alteração na velocidade de secreção desse hormônio. 29
  30. 30. MECANISMOS POR FEEDBACK • O feedback pode ser negativo ou positivo. • O feedback negativo é o mecanismo mais importante e comum para regular a secreção hormonal. • O feedback positivo é raro. 30
  31. 31. FEEDBACK NEGATIVO • Os fundamentos do feedback negativo sustentam a regulação homeostática praticamente em todos os sistemas do organismo. • Nesse sistema as concentrações aumentadas de hormônio resultam na sua menor produção. • Os efeitos dos hormônios são proporcionais às suas concentrações sanguíneas, portanto o controle de tais concentrações é um importante meio de garantir a função fisiológica está sendo cumprida. 31
  32. 32. FEEDBACK NEGATIVO • Nos sistemas endócrinos o feedback negativo significa que alguma característica da ação hormonal, direta ou indiretamente, inibe a secreção posterior do hormônio. – Exemplo: o hipotálamo secreta um hormônio liberador, que estimula a secreção de um hormônio da adenohipófise. • Este, por sua vez, atua sobre uma glândula endócrina periférica (p. ex., os testículos), que atua em tecidos-alvo (p.ex. músculo esquelético) produzindo as ações fisiológicas. –Os hormônios retroalimetam na hipófise anterior e no hipotálamo, inibindo as suas secreções hormonais. 32
  33. 33. REGULAÇÃO HORMONAL Retroalimentação (-) 33
  34. 34. 34
  35. 35. FEEDBACK POSITIVO • O feedback positivo é raro. • Com o feedback positivo, alguma característica hormonal provoca mais secreção do hormônio. • Quando comparado com o feedback negativo, que é autolimitante, o feedback positivo é autocrescente. • Embora raro nos sistema biológicos, quando o feedback positivo ocorre, ele conduz a um evento explosivo. 35
  36. 36. A hipófise, seus hormônios e a regulação de suas secreções Sistema Endócrino 36
  37. 37. A Hipófise hipófise anterior hipófise posterior
  38. 38. A Hipófise e sua origem embrionária cavidade oral primitiva hipófise anterior ou adenohipófise hipófise posterior ou neurohipófise
  39. 39. A Hipófise possui três porções: a anterior (ou adenohipófise), a posterior (ou neurohipófise) e a intermédia (não visível no esquema acima). No esquema acima é possível observar as diferenças básicas entre a adenohipófise e a neurohipófise: a adenohipófise origina-se do epitélio que evagina e se destaca do palato duro (bolsa de Rathke), migrando em direção ao tubo neural e a neurohipófise é uma evaginação do assoalho do diencéfalo. A Hipófise e sua origem embrionária 40
  40. 40. A HIPÓFISE E SUAS RELAÇÕES COM O HIPOTÁLAMO PosteriorAnterior 41
  41. 41. A IRRIGAÇÃO DA HIPÓFISE Adenohipófise (pelo sistema porta-hipotalâmico-hipofisário originado na eminência mediana) e da neurohipófise. Posterior Anterior 42
  42. 42. hipotálamo • O hipotálamo é localizado acima da hipófise e produz hormônios que atuam diretamente na mesma, para estimular ou inibir a liberação dos hormônios hipofisários. 43
  43. 43. hipotálamo 44
  44. 44. Os núcleos hipotalâmicos Diagrama do hipotálamo humano, ilustrando seus principais núcleos 45
  45. 45. Axônios de neurônios hipotalâmicos Sistema porta- hipotalâmico- hipofisário Os núcleos hipotalâmicos 46
  46. 46. A HIPÓFISE E SUAS RELAÇÕES COM O HIPOTÁLAMO 47
  47. 47. O CONTROLE DA HIPÓFISE ANTERIOR E POSTERIOR PELO HIPOTÁLAMO 48
  48. 48. A HIPÓFISE E SUAS RELAÇÕES COM O HIPOTÁLAMO Posterior Anterior 49
  49. 49. O SISTEMA PORTA HIPOTALÂMICO- HIPOFISÁRIO 50
  50. 50. A REGULAÇÃO DA SECREÇÃO DA ADENOHIPÓFISE PELOS HORMÔNIOS HIPOTALÂMICOS 51
  51. 51. ONDE É PRODUZIDO CADA HORMÔNIO 52
  52. 52. Hormônios da adenohipófise: Hormônio folículo-estimulante (FSH) Hormônio luteinizante (LH) Hormônio tireo-estimulante (TSH) Hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) Prolactina (PRL) Hormônio do crescimento (GH) AADENOHIPÓFISE, SEUS HORMÔNIOS E OS HORMÔNIOS REGULADORES HIPOTALÂMICOS 53
  53. 53. Hormônios da adenohipófise: Hormônio folículo-estimulante (FSH) Hormônio luteinizante (LH) Hormônio tireo-estimulante (TSH) Hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) Prolactina (PRL) Hormônio do crescimento (GH) Hormônios hipotalâmicos: Hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH) Hormônio liberador de tireotrofina (TRH) Hormônio liberador de corticotrofina (CRH) Hormônio liberador de Prolactina (TRH) Hormônio inibidor de Prolactina (Dopamina) Hormônio liberador de GH (GHRH) Hormônio inibidor de GH (Somatostatina) AADENOHIPÓFISE, SEUS HORMÔNIOS E OS HORMÔNIOS REGULADORES HIPOTALÂMICOS 54
  54. 54. HORMÔNIOS DAADENOHIPÓFISE E SEUS ÓRGÃOS-ALVO 55
  55. 55. O CONTROLE DA SECREÇÃO HIPOTALÂMICA E ADENOHIPOFISÁRIA: RETROALIMENTAÇÃO NEGATIVA exemplo: 56
  56. 56. HORMÔNIOS DA NEUROHIPÓFISE ADH (Hormônio antidiurético ou vasopressina) Neurohipófise urina concentrada e volume reduzido urina diluída e volume aumentado água corporal água corporal osmolaridade do sangue sede Hormônio Antidiurético reabsorção de água reabsorção de água osmolaridade do sangue Hipotálamo 57
  57. 57. HORMÔNIOS DA NEUROHIPÓFISE ADH (Hormônio antidiurético ou vasopressina) 58
  58. 58. sem ADH com ADH HORMÔNIOS DA NEUROHIPÓFISE ADH (Hormônio antidiurético ou vasopressina) Ação no néfron distal (TCD e ducto coletor) 59
  59. 59. Ocitocina envolvida no parto e na lactação (ejeção láctea) Hipotálamo Neurohipófise aferência sensorial contração do miométrio Ocitocina parto útero + sucção mamilar ejeção láctea aferência sensorial Na ejeção do leite (ou galactocinese), assim como nas demais espécies de mamíferos, em humanos a ocitocina é fundamental para a ocorrência da lactação. 60
  60. 60. Células acinares Exocitose de grânulos com leite Células mioepiteliais Ácino mamário Luz do ácino mamário OCITOCINA + PROLACTINA + extraído enquanto disponível de: http://mammary.nih.gov/reviews/development/Hennighausen001/index.html Alvéolo (ou ácino) da glândula mamária 61
  61. 61. Alvéolo (ou ácino) da glândula mamária P: a progesterona inibe a lactação durante a gravidez 62
  62. 62. Hormônios da Adenohipófise: Prolactina (PRL) e do Crescimento (GH) 63
  63. 63. Secreção de Prolactina pela adenohipófise O reflexo neuroendócrino da galactogênese e ejeção láctea 64
  64. 64. Adenohipófise + Hipotálamo P I H Dopamina - P R F Ocitocina(?) + PIH: Horm. Inibidor da secreção de Prolactina PRF: Fator liberador de Prolactina Prolactina aferência sensorial Secreção de Prolactina pela adenohipófise O reflexo neuroendócrino da galactogênese e ejeção láctea TRH 65
  65. 65. Regulação neuroendócrina da lactação Reflexo neuroendócrino causado pela sucção no mamilo, levando à secreção de Ocitocina e Prolactina. Por sua vez, estes hormônios induzem a ejeção do leite (galactocinese) e a produção contínua do leite (galactopoiese). A PRL também induz amenorréia lactacional. 66
  66. 66. Hormônio do crescimento 67
  67. 67. Hormônio da adenohipófise: Hormônio do crescimento (GH) A ADENOHIPÓFISE, SEUS HORMÔNIOS E OS HORMÔNIOS REGULADORES HIPOTALÂMICOS Hormônios hipotalâmicos: Hormônio liberador de GH (GHRH) Hormônio inibidor de GH (Somatostatina ou GHIH) Saladin, 2002; veja apresentação competa aqui 68
  68. 68. A secreção de GH ocorre em pulsos. Por quê? 69
  69. 69. Porque a secreção de GH depende de diversos reguladores intra e extra-hipotalâmicos 70
  70. 70. A secreção de GH é regulada primeiramente pelo GHRH e GHIH GHRH e GHRIH, por sua vez, são influenciados por diversos fatores, permitindo, assim, a regulação fina da secreção de GH. A secreção de GH é regulada por dois hormônios peptídicos secretados por céls. neurosecretoras: Hormônio Liberador de GH (GHRH) que estimula sua síntese e liberação e o Hormônio inibidor da liberação de GH (GHRIH ou GHIH) ou somatostatina que diminui sua síntese e secreção. 71
  71. 71. A secreção de GH é regulada primeiramente pelo GHRH e GHIH Quando o GHRH predomina, ocorre a secreção de GH GH GHRH e GHRIH, por sua vez, são influenciados por diversos fatores, permitindo, assim, a regulação fina da secreção de GH. A secreção de GH é regulada por dois hormônios peptídicos secretados por céls. neurosecretoras: Hormônio Liberador de GH (GHRH) que estimula sua síntese e liberação e o Hormônio inibidor da liberação de GH (GHRIH ou GHIH) ou somatostatina que diminui sua síntese e secreção. 72
  72. 72. O GH estimula a produção de fatores de crescimento semelhantes à Insulina (IGFs) em diversos órgãos, em especial no fígado. GH e IGF1 Medeiam os efeitos do próprio GH modificando a secreção de GH por retroalimentação negativa A secreção de GH é regulada primeramente pelo GHRH e GHIH A secreção de GH promove uma série de efeitos fisiológicos 73
  73. 73. O GH estimula a produção de fatores de crescimento semelhantes à Insulina (IGFs) em diversos órgãos, em especial no fígado. GH e IGF1 Medeiam os efeitos do próprio GH modificando a secreção de GH por retroalimentação negativa  O aumento da secreção de GH inibe, por si, a secreção de GHRH e estimula a secreção de GHIH, que inibe a secreção de GHRH 74
  74. 74. Fatores que estimulam ou suprimem a secreção de GH sob condições fisiológicas SST: somatostatina ou GHRIH ou SRIH 75
  75. 75.  GH estimula produção de insulina. IGF-1 (fator de crescimento de tipo insulina 1 ou somatomedina Também, a secreção de GH estimula a síntese e secreção de IGF-I que, por sua vez, inibe a secreção de GHRH e estimula a secreção de GHRIH 76
  76. 76. As ações fisiológicas do GH/IGF-I 77
  77. 77. Eixo hipotalâmico- hipofisário- hepático da regulação da secreção do Hormônio do Crescimento (GH) e fatores que influenciam a sua secreção. ALS: subunidade ácido-lábil; GHBP: proteína de ligação do GH; GHRH: Hormônio Liberador de GH; IGFBP: proteína de ligação dos fatores de crescimento semelhantes à insulina (IGF- 1); IGF-1: fator de crescimento semelhante à insulina, do tipo 1; SS: Somatostatina. 78
  78. 78. Tecido ósseo osteoblastososteoclastos Ações do GH e IGF´s na fisiologia óssea AS AÇÕES DO GH SOBRE O CRESCIMENTO DO ESQUELETO SE DEVEM À PROLIFERAÇÃO CELULAR E AO ESTÍMULO DA SÍNTESE DE COLÁGENO, PRINCIPAL COMPONENTE DA MATRIZ ORGÂNICA, NA PLACA EPIFISÁRIA. PORÉM, ESTAS AÇÕES SÃO MEDIADAS PELOS IGF´S, PRINCIPALMENTE IGF-I PARÁCRINO E AUTÓCRINO. A PLACA EPIFISÁRIA (COM PRÉ-CONDRÓCITOS) SINTETIZA IGF-I EM RESPOSTAAO GH 79
  79. 79. Tecido ósseo osteoblastososteoclastos Ações do GH e IGF´s na fisiologia óssea O IGF-I SINTETIZADO NA PLACA EPIFISÁRIAAGE PARACRINA E AUTOCRINAMENTE NAS DEMAIS CÉLULAS DO DISCO EPIFISÁRIO. PRINCIPALAÇÃO: ATIVAÇÃO DA MITOGÊNESE PORÉM, O FECHAMENTO DO DISCO EPIFISÁRIO IMPEDE O EFEITO NO CRESCIMENTO LONGITUDINAL ÓSSEO, EXCETO EM OSSOS PLANOS, CURTOS OU IRREGULARES, QUE AINDA POSSUEM RESQUÍCIOS DE TECIDO CARTILAGINOSO (COMO OSSOS FRONTAIS, MANDÍBULA E FALANGES DISTAIS) QUE PODEM SOFRER AÇÃO DE EVENTUAL EXCESSO DE GH/IGF-I. 80
  80. 80. Perfil de secreção de GH ao longo da vida 81
  81. 81. Gigantismo em coelhos 82
  82. 82. Gigantismo em Bovino 83
  83. 83. Gigantismo em Felinos 84
  84. 84. Gigantismo em Suínos 85
  85. 85. Gigantismo: excesso de GH na infância ALTERAÇÕES DA SECREÇÃO DE GH NA INFÂNCIA. Robert P. Wadlow ao lado do irmão Aos 20 anos, ao lado da mãe. Nanismo: falta ou deficiência na infância These girls are sisters. The girl on the left lacked growth hormone. In this picture she was 18cm shorter than her sister, despite being one and a half years older. http://www.schoo lscience.co.uk/co ntent/4/biology/a bpi/hormones/ho rm3.html Não encontrado http://www.altonweb.com/history/wadlow/ 86
  86. 86. Acromegalia: excesso de secreção de GH após a puberdade. Repare na estrutura óssea da face e das mãos ALTERAÇÕES NA SECREÇÃO DE GH NA VIDA ADULTA 87
  87. 87. SHREK EXISTIU... ...e falava 14 idiomas. O personagem de desenho animado que é sucesso em todo mundo provavelmente foi criado a partir de uma máscara mortuária do francês Maurice Tillet. Poeta, ator e lutador de luta livre profissional, com o nome de "assustador ogro dos ringues“, Tillet morreu aos 51 anos de idade. Acromegalia: excesso de secreção de GH após a puberdade. ALTERAÇÕES NA SECREÇÃO DE GH NA VIDA ADULTA 88
  88. 88. Acral enlargement in acromegaly. Comparison with a normal subject. Intradental separation and prognathism in a patient with acromegaly. Acromegalia: excesso de secreção de GH após a puberdade. ALTERAÇÕES NA SECREÇÃO DE GH NA VIDA ADULTA 89
  89. 89. Veja mais sobre Química Fisiológica Endócrina daqui a pouco... 90

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